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 Mate-me de Prazer

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Jocy Tokita
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MensagemAssunto: Mate-me de Prazer   Ter Out 04, 2011 9:07 pm


Nome: Mate-me de Prazer
Idade: 18 anos
Genero: Drama Romance
Contém: Nudez, sexo, consumo de bebida alcoólica e linguagem inadequada.
Sinopse: Alexandra e Chelsea eram duas jovens de vidas completamente opostas que se uniram ao acaso. Uma busca amor verdadeiro. A outra busca vingança... Porém dois amores inesperados iram por na vida de ambas o verdadeiro significado de amor e amizade.

Prologo


Ela sorriu. Sentiu que estava sendo observada. Ela dançava como se sua vida dependesse disso. E dependia. Suas mãos deslizavam suavemente sobre seu corpo feminino e escultural. Sua roupa era minuciosamente bem trabalhada com pedrarias e paetês cintilantes verdes que destacavam ainda mais seus olhos. Sua imagem era refletida pelos diversos espelhos espalhados pelo salão.

Ele a observava tímido, era a primeira vez que ficara tão impressionado. Quando ela parou, e o viu parado na porta, correu até o canto do salão e com uma camiseta cobriu seu corpo parcialmente nu. Ela olhou para o homem parado a sua frente: alto, forte, com olhos castanhos intensos, cabelos pretos presos à tranças de tamanho um pouco abaixo dos ombros. Seus lábios bem desenhados faziam o contorno de lábios mais que perfeitos. Ela o observava em cada detalhe. Sentiu o coração bater mais forte, como se estivesse a ponto de sair por sua garganta.

Ele olhava intensamente em seus olhos o que a fazia estremecer por dentro.
-Me desculpe... – Ele disse quase que em sussurro. – Eu não quis te constranger.
-Tu-tudo bem... – Ela tinha a voz suave e melodiosa. Estava envergonhada.
-Você... não precisa parar por minha causa...
-Eu já terminei o ensaio. O-o que o senhor...
-Por favor... Meu nome é Tom.
-Me desculpe, eu sou...
-Chelsea.
Ela assustou-se. Ele sabia o nome dela?
-Sim... como...?
-Eu estava te procurando...
Os olhos da dançarina começaram a brilhar. Ele estava procurando por ela? Mas por que justamente ela?

Capitulo 1


Alexandra

O som soava alto, o dia estava quase amanhecendo. Lexa comandava as pic ups tocando grandes sucessos que muitos DJs como David Guetta tocavam pelo mundo. A musica finalmente parou. Eram 6 horas da manhã, chegava ao “fim” mais um dia.

Lexa Kingston ganhava a vida como uma das melhores DJs de Los Angeles. Uma garota comum: de baixa estatura, cabelos castanhos que pareciam lisos, cobertos por um gorro de lã preto. Vestida de calça jeans rasgada no joelho, tênis converse preto e branco e moleton cinza, coberto por uma jaqueta de couro que tentava escondê-la do rigoroso frio de inverno, que cobriam as ruas de neve.

O mundo acordava e “noturnos” como Lexa iam dormir. Ela chegou a seu apartamento. Um prédio velho de cinco andares no subúrbio da cidade. Na região moravam ladrões, prostitutas, ex-presidiarios, traficantes, latinos e outros imigrantes, legais e ilegais.

Sua colega de apartamento, Chelsea, dormia como um bebê. Em uma hora ela iria acordar para começar mais um dia.
Chelsea acordou antes de o despertador despertá-la. Seus cabelos pretos ondulados pareciam um ninho. Ela levantou-se, fez sua higiene matinal. O cabelo bagunçado, a cara de sono e o pijama de bolinhas não conseguiram desviar a atenção da beleza que de tão simples era impressionante. Seus olhos verdes, o corpo escultural, estatura mediana.

O apartamento era simples, com poucos móveis, mas acolhia bem as duas amigas. As duas se conheceram a cerca de seis meses em um encontro ao acaso em uma cafeteria de Los Angeles.

O sonho de Lexa era ser uma DJ famosa pelo mundo. Ela viera do Texas, a terra dos cowboys e da música country. A mãe de Lexa, Elizabeth, era uma mulher acolhedora que tomava conta da família com todo o amor ao lado do marido Joey. Vaqueiro, que amava sua fazenda como amava seus filhos.Alexandra, a Lexa, era a terceira filha de uma família de sete filhos e Elizabeth esperava o oitavo.Eram quatro mulheres e três homens dos quais dois eram casados e um era cowboy.Das mulheres, uma se casou grávida aos dezessete anos e a outra estava noiva, além da caçula que tinha um sonho de ser estrela country.Tudo girava em torno da família, mas Lexa queria outra coisa.Ela cursou em uma escola da cidade, próxima a fazenda.Seu primeiro beijo foi em um moleque sardento, chamado James.Os colegas de classe de Lexa a viam como uma estranha.Mas, na adolescência, Lexa conheceu Andrew, um novato que viera de Los Angeles.Lexa se apaixonou por ele a primeira vista...

____________________
E aí, gostaram?Continuo?
Se gostarem, eu posto o resto do capítulo.
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Ter Out 04, 2011 9:34 pm

Smile Continua!
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Ter Out 04, 2011 9:47 pm

opa, continua .-.
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Jocy Tokita
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Qua Out 05, 2011 8:43 pm

[continuação do capitulo 1]


Era o início de mais um ano letivo, Lexa tinha uns dezessete anos.Ela aguardava o início da aula no corredor da escola.De cabeça baixa, cabelos presos no estilo de um rabo de cavalo, calça jeans e camiseta.Foi quando ele chegou...

Ele tinha os olhos azuis, o cabelo foi cortado rente à cabeça como os soldados americanos. Ele vestia calças largas,e uma camiseta que realçava seu corpo forte.Ele era diferente de todos daquela cidade, pois chamava a atenção por onde passava.

Lexa o observava, seguindo ele com os olhos e o viu se aproximar e sentar-se ao seu lado.
-Oi...-Ele falou, depois de um longo silêncio.
-Oi.-Lexa era extremamente anti-social, resultado de anos de isolamento.
-Eu sou Andrew.
-Alexandra, mas pode me chamar de Lexa.
-Muito prazer.
-Prazer.-Ela disse, sem graça.
-Mas, me conta...Essa cidade...O que tem de bom pra fazer?
-Hum!-Ela esboçou um sorriso meio tímido.-Nada.
-Boates, festas, raves...?
-Nada, só shows cowntry aos sábados e rodeios aos domingos...Além de algumas feiras...
-Você está brincando!-Ele arregalou os olhos.
-Não, essa cidade é uma merda...
Lexa se sentia à vontade pela primeira vez na vida.O sinal tocou e eles entraram, no intervalo almoçaram juntos.Estavam sentados à mesa, afastados dos demais.
-Bem, de onde você é?-Lexa perguntou.
-Los Angeles...-Ele respondeu, terminando de engolir seu lanche.
-Sério?Nossa...-Ela disse, super interessada.
-Você já foi lá?
-Nunca.
-Um dia eu te levo...Você vai adorar.
-Eu tenho certeza.-Ela respondeu com os olhos brilhando.Sempre adorou Los Angeles e um de seus sonhos era conhecer Hollywood.

Lexa sentiu-se bem pela primeira vez.Daquele dia em diante, tornaram-se amigos.Andrew mostrou a Lexa um mundo completamente diferente do que ela conhecia.Ela passou a se vestir como ele, ouvir as músicas que ele ouvia e a se apaixonar cada vez mais.
O pai de Andrew era um homem de negócios, que estava envolvido no ramo de agência de modelos.E sempre se mudava conforme a necessidade.Andrew Mcgnes era filho único e solitário.Lexa tornou-se para ele, alguém de muito valor.Levou-a para conhecer seus pais.
O pai estava sentado no fim da mesa.Enquanto a mãe servia o jantar.

-Pai, mãe... Esta é Lexa, minha amiga.
-Que bom querido, já está fazendo amizades?
-Sim.
-Olá Sr e Sra Mcgnes... – Lexa disse envergonhada.
-Olá querida... – A mãe de Andrew disse sorridente.
-Olá...
O pai de Andrew era de poucas palavras, a mãe era uma mulher doce e muito gentil. Desde então, a amizade de Andrew e Lexa só crescia. Foi quando Lexa conheceu um lugar que mudaria de vez sua vida.
-Lexa! – Andrew gritou ao vê-la na entrada da escola.
-Oi...
-Tenho que te fazer um convite. Eu vou te levar para conhecer um lugar maravilhoso!
-Onde? – Ela disse entusiasmada.
-Em uma cidade próxima.
-Meu pai não vai deixar!
-Ora, mas ele não precisa saber!

Meia noite em ponto Lexa se levantou e na ponta dos pés se dirigiu à janela. Andrew esperava do lado de fora. Ele estava acompanhado de mais dois amigos, sendo que um deles estava ao volante de um cadillac vermelho, mais afastado para que os cachorros da família não latissem e despertassem todos da casa. Ela desceu lentamente uma escada posta por Andrew na janela e depois foram para o carro. Era uma noite de sexta feira.

-Lexa, a noite é uma criança!

E seguiram para uma cidade próxima, a cerca de 40 km. Pararam em frente a uma casa noturna cheia de luzes e muito barulho.
-Você já esteve em uma boate antes?
-Nunca!
-Você vai amar!

Lexa jamais imaginou tantas luzes e barulho, gente bonita e animada reunida em um só lugar. Andrew subiu em uma plataforma, onde havia um aparelho com diversos botões e discos de vinil, a pic-up.

-Lexa, isso se chama pic-up. É onde o DJ, que sou eu, comanda a festa.
Lexa desde então tomou gosto pelas boates e decidiu que queria ser DJ. No caminho de volta, Andrew parou em um posto de gasolina juntamente com mais dois amigos.
-Esperem aqui.
No posto havia um motel de quinta categoria com letreiros em luzes de neon.
-Um quarto, por favor.
Lexa fingia que não sabia do que se tratava. O quarto era até sofisticado pelo motel em si. Uma cama de casal com lençóis brancos, cortinas vermelhas, carpete com estampa de oncinha, uma poltrona vermelha em estilo de divã, um banheiro e um frigobar.

-Você quer beber alguma coisa?
-Não. – Ela disse tímida. Sentia-se constrangida com toda aquela situação.
Ele se aproximou, tocou suas mãos de leve e depois olhou bem em seus olhos.
-Andrew... Eu...
-Shhh... – Ele tocou seus lábios com o dedo indicador.

Ele a puxou pra si e começou a beijá-la de forma intensa e passava as mãos por todo o seu corpo.

-Andrew... e-eu... – Ele lhe passava a língua em seu pescoço, enquanto levantava a sua blusa. –Eu sou virgem...
-Eu sei... Você não quer?
Ele parou e olhou bem em seus olhos. Ela pensou por um instante, amava Andrew.
-Eu quero. Eu quero muito!

Ele a beijou novamente enquanto a despia fervorosamente por completo. Ele parou para observá-la nua dobre a cama. Depois retirou a camiseta e as calças que vestia. Ela o olhava assustada ao ver seu membro rijo. Andrew a pegou pelos cabelos e a conduziu até suas partes íntimas. Ela olhou para ele assustada.

-Vai querida.

Ela abriu a boca enquanto ele colocava o membro em sua boca. Com as duas mãos em
seus cabelos, ele fazia o movimento de coito, enquanto Lexa tinha ânsia de vomito. Ele delirava de prazer. Depois disso, deitou-a de costas na cama e se pôs entre suas pernas e começou a beijá-la novamente: na boca, no pescoço, mordia-lhe os mamilos, beijava sua barriga e virilha passando-lhe a língua. Lexa arrepiou-se ao sentir sua intimidade ser tocada pela boca dele. A princípio achou estranho, mas depois começou a gostar. Lexa se deixava levar por ele, que se pôs novamente sobre ela e sem nenhum pudor ou delicadeza a penetrou. Ela começou a sentir dor, queria pedir para parar, mas já havia chegado até ali. Ele fazia movimentos com força, ela implorava para que terminasse. Finalmente, saciado, ou pelos menos o que ela achava, ele parou. Mas, ele virou-a de bruços, pôs-lhe um travesseiro embaixo de sua barriga a fazendo ficar de quatro. Lexa estava assustada e com medo do que viria. Sempre imaginou uma primeira vez de filmes, mas tudo que vivia naquele momento era bem diferente. Ele começou novamente, desta vez de outro jeito. A dor que ela sentia desta vez era pior. Ele a segurava com as duas mãos, ela sentia-se como um animal. Chorava, sentia nojo de tal situação, sentia nojo de si mesma, sentia nojo de Andrew. Assim que ele terminou, deitou-se ao lado dela como um porco saciado. Ela correu até o banheiro, tomou um banho, sentia-se imunda. Tudo o que queria era sair daquele lugar. De manhã, ele a levou para casa.
Daquele dia em diante, tudo mudou. Lexa tornou-se para Andrew, nada mais que um objeto sexual. Nada de amizade, de trabalhos de escola, nada mais de carinho. Ela queria que ele a pedisse em namoro, conhecesse sua família. Mas, ele nunca tocou no assunto. E ela, ingênua, apenas o obedecia calada.
A mãe, Elizabeth, estava preocupada. A filha andava pálida, mais calada que de costume, assustada, deprimida. Pensava no pior. E o pior viria a seguir.
Lexa descobriu que estava grávida. Enjôos, menstruação atrasada. Já havia visto a irmã passar por isso. Sem dizer nada a ninguém comprou três testes de gravidez e todos três deram positivos. Ela estava grávida, faltava contar a Andrew. Naquela manhã, ela o esperou na porta da escola ansiosa.

-Andrew! – Ela gritou ao vê-lo de longe.
-Oi. – Ele disse seco. Desde o dia em que ficaram juntos era assim que ele a tratava.
-Precisamos conversar.
-Agora? Eu não tenho tempo.
-É muito importante.
-Então fala rápido!
-Andrew, eu...
-Fala logo!
-Eu... Estou grávida...

-O quê? – A expressão dele tornou-se furiosa. Ele a pegou pelo braço com força – Você está louca?
-Me desculpe...!
-Você está brincando? É isso?
-Não... Eu juro que digo a verdade.
-Não! Eu sou muito novo! Não vou criar nenhum moleque texano!
-Andrew... Como eu vou falar para meus pais?
-Você não vai falar nada! Não vai, por que você vai tirar.
-O quê? – Lexa estava perplexa.
-Você vai tirar! – Ele a sacudia com força.
-Não posso.
-O quê? – Ele perdeu o controle e lhe deu uma bofetada com toda a força que podia. – Vadia! Fica abrindo as pernas por aí e quer que eu assuma filho dos outros?
-Não, você sabe que o filho é seu.
-Você tem até sexta para tira esse moleque, está me ouvindo?
-Mas, hoje é quarta.
-Não quero saber! Isso é problema seu.
Lexa ficou desesperada, não podia contar aos seus pais. Nem amigos ela tinha. Os dois se passaram. Lexa tomou uma decisão que mudaria de vez toda sua vida. Na sexta feira, ele já a aguardava na escola.
-Já tirou? – Ele era frio. Lexa não conseguia o reconhecer.
-Não. Eu não vou tirar. – Ela falou com a voz firme.
-É a sua decisão?
-É.

Lexa esperava uma reação agressiva, mas para a surpresa dela, ele não disse nada.
Mais tarde, naquele mesmo dia, Lexa retornava para casa como de costume.Sentiu que estava sendo seguida, ela virou-se e viu um conhecido cadillac vermelho se aproximar e parar perto da estrada. Três homens desceram do carro e foram em sua direção e a cercaram. Ela correu assustada, mas um deles a derrubou e começou a arrancar-lhe as roupas e cobrir-lhe a boca com uma das mãos impedindo que ela gritasse. Um deles penetrou-a com força, ela se contorcia de dor, estava com os olhos cerrados. Quando finalmente conseguiu abrir os olhos, viu o rosto do homem que a forçava: Andrew.

-Ela agora é de vocês...

Depois foram os outros dois. Ela foi encontrada a beira da estrada no dia seguinte por um casal de camponeses, quase morta. Lexa perdeu o bebe que esperava, quase um mês para recuperar-se totalmente. Quando retornou para sua casa, descobriu que Andrew e sua família haviam se mudado. Ela sentia ódio dele. Dele e de todos os homens. Daquele dia em diante, ela só pensava em uma única coisa: Vingança.
Um ano depois encontrou um dos estupradores. O dono do cadillac vermelho. Queria saber sobre Andrew. Se escondeu no porta-malas do carro, o cadillac. Com uma arma do pai, o rendeu na estrada.

-O que você quer?
-Andrew...
-E você acha que eu vou te falar?
-Eu tenho certeza. – Ela pôs a bala na agulha. Ele começou a suar frio, ela iria apertar o gatilho.
-Los Angeles.
-Bom garoto.
No dia seguinte ele foi encontrado morto com um tiro na cabeça. Mas, se Lexa era a assassina, ninguém sabia.
Na mesma semana, ela se mudou para Los Angeles com um só pensamento: se vingar de Andrew, de qualquer jeito, nem que lhe custasse a vida.
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Sab Out 08, 2011 11:55 am

Continua amiga....
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Sab Out 08, 2011 3:29 pm

Gente tou pasma o_o
Não sou acostumada a ler fics assim com um trama forte assim
Mas a sua fic me impressinou de verdade, já tou prevendo bastantando coisa
eu acho kkkkkk continue
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Sab Out 08, 2011 6:03 pm

Fiquei KO!!!
Nossa, sua fic é bem diferente e construtiva...
Tive pena da Lexa e se ela apanhar esse tal de Andrew e matá-lo, eu apoio! kkk
Continua Smile
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Seg Out 10, 2011 8:39 pm

Obrigada meninas...Que bom que estam gostando a tendencia é ficar melhor acreditem..essa semana posto o 2º capitulo.

Obrigada Lara! Te adoro. I love you

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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Ter Out 11, 2011 12:09 am

O.O
Adorei!
Posta rápido,fiquei curiosa pra saber do resto
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Ter Out 11, 2011 2:37 pm

OMG, menina que fic essa eu tô de boca aberta, muito foda. Continue
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Qua Out 12, 2011 9:08 pm

Aee vou estar esperando o cap. aqui o/
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Sab Out 15, 2011 5:05 pm

Capitulo 2

Chelsea

Chelsea Russell nasceu na Carolina do Norte. Seus pais eram divorciados. Morava com a mãe que não quis se casar outra vez. Era uma menina extremamente carismática e popular, principalmente na escola. Excelente dançarina, cantava no coral da escola, excelente aluna. Seu primeiro beijo foi aos seis anos com um garoto chamado Alex, seu vizinho, com quem namorou até os 15 anos. Era um menino da mesma igreja que ele freqüentava.

Chelsea sempre se destacou pela beleza que herdou da mãe, Suellen. O seu maior sonho era viver um amor de contos de fadas, algo triste, já que não existem. Jamais imaginou se mudar da Carolina do Norte. Até que conheceu Ian. Tudo aconteceu quando tinha 17 anos. Ela dava aula de dança do ventre na escola. Ele chegou de forma tímida segurando pela mão uma garotinha de aproximadamente seis anos de idade. O salão onde ela dava aulas era modesto, porém repleto de espelhos por todas as paredes. Ele chegou à porta, não era tão alto, magro de cabelos castanhos claros e olhos pequenos. Tinha um rosto de menino coberto por uma barba em crescimento.

-Olá... – Ela puxou assunto.
-Oi... É... E-eu trouxe minha irmã... Alice para iniciar as aulas de-de... – Ele gaguejava.
-... De dança do ventre. – Chelsea completou a frase e ele lhe retribuiu com um sorriso.
Chelsea começou a dançar aos quatro anos de idade, com a mãe que foi aluna de uma das maiores bailarinas de dança do ventre do mundo, Jilina. Ela apaixonou-se pela dança e depois se tornou professora.

Daquele dia em diante, o rapaz passou a levar e buscar a irmã em todas as aulas. Chelsea, ingênua como sempre fora, nem percebeu o interesse do rapaz.
-Muito bem. Alice, amanhã quero que você me traga todas as pedrinhas que puder encontrar para que possamos bordar a roupa que você irá usar no festival, ok?
-Ok! – Disse a garotinha que segurava firme a mão do irmão.
-Obrigado Chelsea. –Ele disse tímido.
-Por nada... ahn...
-Ian. Ian Summers.

Ela sorriu timida. Demorou ainda duas semanas para que finalmente ele criasse coragem e a convidasse para sair. Era uma quarta feira, Ian como de costume foi buscar a irmã na aula.
-Até amanhã Alice.
-Até amanhã Chelsea.
-Che-Chelsea...
-Pois não, Ian.
-Eu-eu queria saber... Se... Bem...
-Se...
-Se você está livre para... Bem...
-Sair com você?
-Você aceitaria?
-Claro! Quando?
-Sexta?
-Sim, às oito?
-Pode? Podemos tomar sorvete... Se você quiser...
-Claro! Sexta às oito horas, tomar sorvete.
-Posso...
-Passar lá em casa?

Chelsea mal podia acreditar no que acontecia naquele momento...
Na sexta-feira ele passou na casa dela. Chelsea vestia um vestido rosa claro, meio rodadinho. Eles tomaram sorvete, o favorito dela que era de chocolate. Depois foram passear em volta da praça da igreja. Sentaram-se em um banco mais afastado, para conversarem.
-Bem, eu nem sei o que dizer... – Ela começou a falar timidamente.
-Nem eu. – Ele estava meio encolhido de vergonha. Ela sorriu e depois olhou em seus olhos.
-Chelsea, eu estive te observando ha muito tempo. Você me encanta desde a primeira vez que eu a vi e...
-Nossa! – Ela parecia surpresa. – Você é muito fofo, Ian...
Ele corou. Falaram coisas sobre muitas coisas sobre seus sonhos, sobre a vida. Eles se davam bem, pareciam terem sido feitos um para o outro. Às nove horas, ele a deixou em casa.

-Está entregue.
-A noite foi quase maravilhosa... – Chelsea disse com o rosto corado.
-Quase? Por quê?
-Ainda falta uma coisa.

Ele se aproximou, entendeu o recado. Seus lábios foram ao encontro dos dela e a beijou de forma delicada. Dois dias depois estavam namorando. Ian, como Chelsea, era virgem e era alvo de deboches, mas isso não importava. Não para Chelsea. O namoro dos dois parecia ter um único futuro: Casamento. E conforme o tempo passava mais Chelsea estava certa disso.

Ian era o sonho de qualquer garota: Bonito, educado, trabalhador, honesto, religioso, virgem e etc. Uma raridade entre homens da mesma idade. Seis meses se passaram desde o inicio do namoro e o que parecia um mar de rosas foi esfriando...
Chelsea buscava respostas, não conseguia entender. Ian não era mais o mesmo. As visitas em sua casa estavam ficando curtas, ele raramente a chamava para sair, estava com poucas palavras.

Foi quando ela resolveu tirar a historia a limpo.
-Ian, eu te chamei aqui porque estou preocupada.
-Com o quê?
-Com você. Com a gente.
-Sim?
-O que há com você?
-Nada.
-É algo que eu fiz?
-Não.
-O que houve então?
-Nada. Já disse.
-Ian. Fale comigo...

Ele respirou fundo. Ela viu que ele tremia.
-Chelsea, você é muito especial, uma grande mulher e...
-Você quer terminar comigo? – Ela perguntou como se já soubesse a resposta.
-Isso.
-Mas, por quê? O que eu fiz?
-Não é você. Sou eu. Entende?
-Não.
-Eu sinto muito.

Chelsea ficou desolada. Aos prantos ela buscava resposta e se culpava por tudo o que aconteceu. Ela saiu pelas ruas de seu bairro, quando chegou à Igreja, todos pareciam observá-la, ela se sentiu constrangida. Uma amiga de sua mãe veio consolá-la.
-Querida, eu sinto muito. Ainda mais do jeito que foi e como tudo aconteceu...
-Como assim? – Chelsea estava confusa.
-Você não soube?
-O quê? – Ela estava confusa.
-Ele foi visto em um dos bordéis mais freqüentados da cidade.
-Prostíbulo?
-Sim.
-O quê? Não é possível...

Era como se o chão tivesse se abrido embaixo de seus pés. Um prostíbulo? Ele perdeu a virgindade em um prostíbulo, enquanto ela o esperava ansiosa. Desde quando? Ou ele mentiu? Ela foi até ele, precisava ouvir da boca de Ian.
-Ian! – Ela disse chorando, assim que o viu.
-O quê?
-O quê você fez?
-O quê? – Ele pareceu surpreso.
-Uma prostituta?
-Quem te contou?
-Então é verdade? – Ele ficou calado. – É verdade, Ian?
-É. – Ele disse sem um pingo de ressentimento.
-Por quê?
-Eu não sei.
-Como não soube?
-Sei lá, simplesmente não sei.
-Se isso era tão importante, por que não terminou primeiro?
-Pelo menos, não neguei a verdade.
-Você não presta.

Ela sentiu uma dor tão imensa que sequer podia explicar. A traição, o engano, a frieza, a mentira. O “menino” que era conheceu não existia mais, ou talvez nunca houvesse existido. Só restava um “homem”, que mente, que trai, que engana. Chelsea deixou de acreditar em contos de fadas, deixou de acreditar nos homens. Desde então eles nunca mais se falaram. Alice saiu das aulas de dança, Ian freqüentava bares, beijava garotas como esporte, freqüentava bordeis, deixou de ir á Igreja. Tudo que ele disse que não faria.

Dias depois Chelsea foi convidada por sua prima para dar aulas de dança em seu Studio em Los Angeles. Ela não pensou duas vezes, queria se ver livre de Ian e de tudo que a fazia sofrer. O que ela ainda não sabia é que Los Angeles lhe reservava surpresas e um dia Ian seria passado. E ela o veria sofrer, como ele a fez sofrer um dia...
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Sab Out 15, 2011 8:00 pm

Não é nenhuma novidade que homem não presta lixa

Continua ^^
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Dom Out 16, 2011 12:28 pm

Que bom que está gostando vitta, esta fic ainda tem muuuitooo pela frente. Continue acompanhando. Obrigada a todas!

Capitulo 3

O Encontro.

Los Angeles, era sem duvida, uma cidade impressionante. Chelsea estava encantada. Observava atenta cada detalhe, tirava fotos do letreito de Hollywood e de outros pontos turísticos. A prima de sua mãe, Jenna inauguraria o Studio de dança em três dias. Chelsea estava ansiosa. Ela não conseguia esquecer o que Ian lhe fez, mas isso era passado.

Ela estava em frente a uma cafeteria segurando um jornal local do dia. Estava olhando a lista de classificados, foi quando se lembrou que ainda não havia tomado café. Jenna havia oferecido sua casa, mas Chelsea queria um lugar só dela. A mãe lhe dera umas economias o que a manteve em uma pensão próxima. Era nove e meia da manhã. Havia na cafeteria três pessoas: uma garçonete de seios fartos, um senhor de cabelos brancos que tomava café com torradas em uma mesa do canto e o que parecia ser uma moça de cabelos castanhos lanzudos e presos em um rabo, um pouco abaixo dos ombros.

Era mês de setembro e as primeiras folhas caíam das árvores, era outono. Ela estava sentada no balcão tomando, o que parecia ser um café e a metade de um pão francês, sem manteiga. Seu estilo era bem masculino calças largas e moletom preto. Chelsea se aproximou, ela estava de cabeça baixa lendo a página de classificados do dia.

-O que vai pedir querida? – A garçonete se aproximou.
-Bem, pode ser panquecas e café com leite. – Eram os preferidos de Chelsea.
-Ok, só um momento doçura.

Chelsea observou a garota comer o ultimo pedaço de pão e o ultimo de gole de café.
-Sharon, a conta, por favor. – A garota disse com a voz rouca.
-Dois dólares e vinte e cinco centavos. – Chelsea a viu tirar do bolso uma nota de um dólar e mais duas moedinhas.
-Droga! Dessa vez foi só a metade!
A garçonete trazia o pedido de Chelsea. A garota sentiu um nó na garganta.
-Peça o que quiser, eu pago pra você. – Chelsea tocou de leve a mão da garota que se virou para ela como olhar surpreso.
-O quê? – Ela perguntou espantada.
-Sei que está com fome, este pedaço de pão não vai te sustentar...
-Não... Não precisa... Eu...
-Você só tem um dólar... Por favor...
-Não preciso que tenham pena de mim.
-Eu não estou. Mas, se fosse comigo, eu iria aceitar uma ajuda. Pelo menos uma vez.

O rosto sério da moça esboçou um leve sorriso. Ela tinha um rosto bonito, embora não usasse maquiagem. Ela trazia uma expressão de sofrimento.
-Por favor, traga o mesmo para esta moça. – A garçonete trouxe o pedido sorridente.
-Meu nome é Chelsea. Chelsea Russell.
-Alexandra Kingston. Mas, todos me chamam de Lexa.
-Muito prazer Lexa! – Chelsea, como sempre, esbanjava simpatia. – De onde você é? Você tem um sotaque...
-Caipira?
-Hum... Desculpa-me... – Chelsea disse sem graça.
-Tudo bem... Texas. E você? – Lexa se sentia à vontade com Chelsea, algo que não acontecia a muito tempo.
-Carolina do Norte.
-E o que te trouxe a Los Angeles?
-Ow! É uma longa historia...

Lexa gostava de ouvi-la falar. Ela era expressiva sua presença era agradável, teu sorriso era contagiante. Lexa não sentia assim há muito tempo.
-Tudo bem, eu tenho tempo de sobra.
-Ai, tudo começou quando meu ex-namorado...

Lexa observava atenta. Chelsea era mesmo incrível. Ela lhe contou sobre tudo: seus sonhos, seus hobbies, seus amores, seu ex-namorado e sobre a traição. Sequer viram o tempo passar.
-Ow! Lexa! Eu marquei com minha prima para olharmos um apartamento você vai estar aqui amanhã?
-Sim...
-Então até amanhã Lexa!
-Até amanhã!

No dia seguinte, elas se encontraram de novo e assim foram se passando os dias. Lexa raramente falava sobre ela.
-E o apartamento Chelsea?
-Own! São tão caros! Eu preciso de alguém para... Com quem você mora Lexa?
-Eu não posso pagar por...
-Tudo bem! Eu peço ajuda a minha mãe e minha prima até você poder! É isso! Você vem morar comigo Lexa?

Lexa não acreditava que existisse alguém como Chelsea. Ela de tão boa, era boba. Estava confiando em Lexa, como ela um dia confiou em Andrew. Sentiu pena daquela garota, um dia ela iria sofrer como Lexa sofreu. Precisaria de alguém para protegê-la.
-Se não for te atrapalhar. Você me conhece a tão pouco tempo.
-Imagine! Você não me faria mal! – Ela acreditava mesmo nela. Em Lexa e em todas as pessoas.
-Eu aceito.
-Mesmo? Own! Então vamos escolher o apartamento, os móveis, buscar suas coisas e...

Ela não se cansava de falar, e Lexa não se cansava de ouvi-la. Elas escolheram um apartamento no subúrbio da cidade em um prédio velho com cinco andares.
-Bem, é um pouco velho, não tem elevador, mas dizem que a vista é linda.

O apartamento era no ultimo andar e realmente não tinha elevador. Quando finalmente chegaram ao apartamento 209 estavam exaustas, mas foram recompensadas com uma bela vista da cidade. O apartamento era simples, com dois quartos grandes, uma sala de estar, uma copa, uma cozinha e dois banheiros. As paredes eram pintadas de amarelo claro nos quartos, no banheiro, cerâmicas brancas e na cozinha paredes brancas, ambas manchadas com o tempo. As salas tinham papeis de parede com desenhos de tulipas azuis em um fundo amarelo.

-É... Vai precisar de reformas, mas acolherá bem nós duas. – Chelsea disse sorrindo
-Eu não tenho duvidas.
Os moveis foram escolhidos com carinho por Chelsea. Cada detalhe fofo tinha sua personalidade registrada. Lexa adorava aquilo. Na mesma semana se mudaram. Chelsea pintou os quartos de rosa, a cozinha de verde bem alegre para combinar com a mobília da mesma cor. Para a copa, paredes amarelas e para a sala, papeis de parede de fundo azul claro e desenhos de rosas vermelhas.

Lexa jamais teve coragem de contar a ela que passava as noites em um albergue para moradores de rua.Depois que saiu do hospital e procurou o dono do cadillac, ele foi encontrado morto. Com medo de que a culpa ficasse nela e de ser presa Lexa adiantou sua ida para Los Angeles. Para não viajar sem dinheiro, a mãe lhe deu umas economias, o que deu para pagar uma pensão. Mas o dinheiro acabou e ela teve que deixar a pensão. Lexa teve dificuldades para arranjar emprego, vivia de pequenos trabalhos como DJ e outros. Mas o que ganhava mal dava para comer. Por muitas vezes teve vontade de voltar para casa, principalmente nas noites frias, porem seu orgulho e seu desejo de vingança eram muito maiores. Ela odiava Andrew, queria vê-lo morto e não iria desistir tão fácil.

-Lexa! Já estou dando aulas no Studio! – Chelsea disse empolgada.
-Que bom que está contente!
-Mas... E você?
-Bem, eu estou tentando, mas parece que conseguir trabalho é meio difícil por aqui...
-Eu vou te ajudar!
-Como?
-Me espere aqui!

Chelsea se lembrou que o marido de Jenna, tinha uma boate. Então pediu a ela que desse uma chance a Lexa como DJ. O pedido foi aceito. Lexa começou como substituta, depois conseguiu o emprego integral. A amizade das duas só fortalecia com o tempo. Lexa sentia a necessidade de protegê-la e prometeu que um homem jamais ficaria entre elas... Era o inicio de uma historia interessante...
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Dom Out 16, 2011 1:28 pm

continue .. (:
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Dom Out 16, 2011 3:12 pm

Atrasada! Mas já me atualizei...
Eu pensava que o Ian era boa pessoa, mas agora que ódio!
Continue, estou adorando *.*
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Dom Out 16, 2011 4:36 pm

Pra você ver FRanchesc@_Kaulitz, como as aparencias podem enganar... Tive um namorado que fez quase a mesma coisa que o Ian... A decepção quando uma mascara cai é muito grande. Amanhã posto o proximo capitulo... Continue acompanhando... I love you
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Dom Out 16, 2011 10:38 pm

Continua ^^
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Seg Out 17, 2011 9:52 pm

Capitulo 4
O plano perfeito.


Lexa e Chelsea estavam morando juntas há quase seis meses e neste período, Lexa seguia os passos de Andrew. Ela havia descoberto que a família dele tinha algo muito secreto ao qual estavam envolvidos. Que Andrew tornou-se DJ famoso e que comandava festas freqüentadas por muitas celebridades. Descobriu que ele tinha muitos amigos e que um de seus mais queridos, era o guitarrista de uma famosa banda alemã, que se chamava Tom Kaulitz. Ele e o irmão gêmeo, Bill, gostavam muito da boate Galvanize, que por uma ironia do destino, era outra casa noturna do marido de Jenna, só que mais cara e mais badalada. Nesta hora, Lexa teve uma idéia...
Eram seis e quarenta e cinco da manhã, Chelsea se preparava para trabalhar. Ela gostava do que fazia dar aulas de dança. Isso lhe trazia satisfação. Foi até o quarto de Lexa que dormia como uma criança. Deu um tchauzinho de longe, como se Lexa fosse vê-la. O Studio ficava no centro da cidade, por isso, Chelsea saia cedo para que pudesse chegar a tempo.

O Studio de Jenna era modesto, porém atraía bastantes alunos. Chelsea era excelente bailarina e
em pouco tempo começou a fazer sucesso como professora. Seria mais um dia comum. Chelsea abriu devagar a porta quando avistou alguém que esperava na sala de entrada. Um homem alto, com ar europeu e de postura elegante.
-Bom dia! – Ela disse sorridente.
-Bom dia! – O homem loiro tinha um forte sotaque germânico.
-Em que posso ajudá-lo? As aulas começam em uma hora.
-Não estou esperando as aulas. – Ele disse cordialmente.
-E em que posso ser útil?
-Bem, meu amigo fará aniversario no próximo mês e quero lhe dar um presente diferente desta vez...
-Sim... – Lexa estava confusa.
-Eu estive procurando, porem não sou um homem de muito tempo. Foi quando minha sobrinha me deu uma boa dica. E me indicou a senhorita. Ela freqüenta suas aulas. Me disse que é muito boa. Eu gostaria que a senhorita se apresentasse no aniversario do meu amigo. Dança do ventre.
-Como? – Chelsea estava surpresa. – Eu?
-Sim. A senhorita é Chelsea Russell?
-Sim.
-É a senhorita mesmo.
-Eu nunca me apresentei assim... Quer dizer... Aniversario...
-Não precisa me responder agora. Eis aqui a quantia que irei lhe pagar...

Chelsea pegou o papel e seus olhos se arregalaram. Jamais havia visto tantos zeros em um cachê que lhe foi oferecido.
-Meu Deus!
-É pouco? Bem, se quiser aumento à quantia...
-Não é isso. É que eu realmente nunca me apresentei assim... Preciso pensar...
-Como quiser... Amanhã retornarei para ouvir sua resposta. Passar bem...
-Senhor! Qual o seu nome?
-Perdão... É Peter Hoffman.

Chelsea chegou em casa eufórica gritando Lexa pelo apartamento.
-Lexa!

Lexa preparava algo para comer. Pela cara amarrotada, havia acordado naquela hora.
-Eu recebi uma proposta para dançar em um aniversario!
-De quem? Quanto? Como? Onde?
-Calma! Uma pergunta de cada. Não sei três. A quantia é essa aqui.

Chelsea lhe estendeu o papel que arregalou os olhos.
-Você aceitou né? Lógico?
-Ainda não.
-Como assim ainda não?
-Eu estou com medo de ser algo... Ai Deus! – Chelsea exclamou ao pensar no pior.
-Qual o nome do contratante?
-Peter Hoffman.
-Eu já ouvi esse nome em algum lugar... Claro! É um produtor musical. De uma banda européia... Mas, me esqueci o nome. É “Hotel” alguma coisa...
-Hotel Califórnia?
-Não! Hotel Califórnia é musica!
-Você acha que eu devo aceitar?
-Claro! Com esse dinheiro pode até comprar o seu próprio Studio de dança.
-Mas e você? Posso comprar este apartamento.
-Imagine! É seu! Seu trabalho.
-Mas podemos dividir...
-Chelsea... Deixe de ser boba...
-Somos amigas. Amigos são para os momentos ruins e bons...

Lexa sentiu um nó na garganta. Nunca teve amigos... Até conhecer Chelsea. Elas se abraçaram.
No dia seguinte, Chelsea aceitou a proposta. Ela tinha um mês para programar a coreografia
Lexa descobriu a fama de mulherengo de um dos amigos de Andrew. Portanto, se aproximar dele, não seria difícil. A primeira coisa a ser feita, era ser transferida para a Galvanize, no coração de Los Angeles. Para isso, teria que se tornar a melhor. E ela se esforçou ao máximo. Sua fama começou a correr pela cidade e logo os freqüentadores da Galvanize, pediram pela DJ Lexa Kingston. Alguns dias depois ela foi transferida.

A boate era imensa e atraia multidões. Naquela noite Lexa comandou a festa. De longe avistou seu alvo. Só restava se aproximar dele. Precisava chamar a atenção dele como mulher. Com a ajuda de Chelsea mudou seu estilo. Escovou o cabelo que ficou com leves ondulações nas pontas. A maquiagem destacou o castanho dourado de seus olhos, os lábios levemente avermelhados e a pele aveludade. O vestido extremante colado ao corpo, que destacava suas formas femininas e suaves. As pernas à mostra e salto alto. Depois da festa, ela desceu as escadas em direção a sua vitima, que lhe daria todas as informações sobre Andrew. Ele tomava uma boa dose de Wisk, estava acompanhado de alguns amigos. Ela se certificou de que o irmão não estava. Ele iria atrapalhar seus planos. O homem era alto, forte, de cabelos pretos grandes e trançados em estilo hip-hop. Ele vestia uma blusa de gola em V de mangas compridas na cor branca, calça jeans e tênis. Ela se aproximou, ele se virou ao notá-la e olhou nos olhos dela. Lexa se arrepiou com aquele olhar e mais ainda com o sorriso.

-Posso experimentar deste drink?
-Pensei que queria experimentar outra coisa... – A voz grave dele a fez estremecer.
-Eu quero, mas depois do drink, ou quem sabe junto com ele...
-Ousada...
-Você nem imagina... Eu sou Alexandra Kingston.
-Tom Kaulitz.

_____________________________
Continuação do Capitulo 4 amanhã...
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Seg Out 17, 2011 9:54 pm

Ixii perdi dois caps... enfim
É parece que essa junção das duas vai dar uma aamizade muito valiosa, na verdade ja deu né ;P
Sofreram por motivos parecido mas atitudes muito diferentes adorei adorei hehe
continuae

EDT

Guria amei esse cap kkkk interessante...
Chelsea para de ser boba menina vai lá mostrar seu talento ;P
Oia a Alex nao perde tempo mesmo kkkk tou curiosa
continue


Última edição por Pâmela.O.d.S em Seg Out 17, 2011 10:01 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Seg Out 17, 2011 9:59 pm

Já sim Pâmela, e esta amizade também terá barreiras que as duas terão de superar. O maior problema da Lexa é esse desejo absurdo e possessivo de vingança, o que poderá atrapalhar muitas coisas em sua vida... Continue acompanhando...
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Seg Out 17, 2011 10:52 pm

leitora nova continua está legal
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Ter Out 18, 2011 10:00 pm

Seja Bem vinda Danielle K. que bom que está gostando... Very Happy Obrigada meninas por acompanharem minha fic... Adoro vcs. I love you


____________________________
Continuação do Capitulo 4

Tom Kaulitz era o guitarrista de uma famosa banda alemã, chamada Tokio Hotel. Além de atraente e sedutor, era extremamente simpático. Seu esporte favorito era mulher e Lexa sabia disso.
O plano era simples: Se aproximar de Tom Kaulitz e através dele obter informações sobre Andrew.

Mas Lexa não contava com um detalhe: Tom era muito envolvente.
Lexa mal pode ver quando entrou no Audi R8 de Tom e foi parar em um quarto de hotel. Ele lhe beijava de forma intensa, passando as mãos por todo o seu corpo e embaixo de seu vestido, tocando sua intimidade, e apertando suas coxas e nádegas. Lexa se deixava levar, depois da experiência com Andrew, tudo era muito fácil. Tom era bom no que fazia. Era como se soubesse exatamente o que ela queria e como queria. Antes que pudesse pensar em algo, Lexa já estava nua. Ela afastou as pernas para recebê-lo. Ele se pôs sobre ela e a penetrou com vontade, com paixão. Lexa gemia e lhe arranhava as costas, estava ardendo de prazer. O orgasmo foi intenso, ela gostava de usar e mais ainda de ser usada. Ela o observou deitado ao seu lado e sorriu maliciosamente. Seria fácil. Ele acendeu um cigarro.

-Você fuma? – Ele perguntou para ela que se cobria com os lençóis.
-Sim. – Ela pegou um dos cigarros e acendeu em seguida. Ela o encarou.
-O que foi? – Ele perguntou curioso.
-Você vai me levar a sério?

Ele começou a rir deixando Lexa constrangida.
-Do que está rindo? – Ela perguntou séria.
-Me desculpe... Eu sinceramente, não pretendo nada sério agora.
-Então eu vou procurar outro alguém. Quem sabe um amigo seu?
-Eu não tenho tantos amigos assim...
-Um irmão...
-Meu irmão não pode!
-Nossa! Eu soube que tem um amigo DJ...
-Amigo DJ? Andrew?
-É esse mesmo!
-Está interessada nele?
-Não. Mas tenho uma amiga que está.
-Bem, eu não o conheço direito. O conheci a uns meses. É um cara bacana...
-Interessante...

Depois disso, ela não fez mais perguntas. Ele não sabia muita coisa sobre Andrew. Mas, a noite valeu a pena para Lexa. Ele lhe ofereceu uma carona, mas ela preferiu um táxi.
Tom morava com o irmão gêmeo Bill, em uma área nobre da cidade. Bill era o vocalista da banda, praticamente o oposto de Tom, principalmente no quesito romance, já que acreditava em amor verdadeiro. Os demais integrantes eram: Georg Listing, o baixista e Gustav Schäfer, o baterista. Os gêmeos residiam em Los Angeles, a pouco mais de um ano.

Do outro lado da cidade, estava Chelsea acertando os últimos passos de sua apresentação que faria em alguns poucos dias. Lexa estava dormindo, quando Chelsea chegou a sua casa e viu em cima da mesinha de centro da sala, um papel que parecia ser um convite de casamento. Escrito de fora a tinta preta: “SRTA CHELSEA RUSSELL” Ela abriu o envelope e em seu interior o nome dos noivos em letras douradas: “IAN SUMMERS & LARA CONNOR”...
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Ter Out 18, 2011 10:09 pm

Nossa se deitar com o Tom na primeira noite,coragem.
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Qua Out 19, 2011 10:04 am

Que descaramento!!! Perdeu a virginidade com uma prostituta e AINDA tem coragem de convidar a Chelsea para o casamento!! Se fosse comigo iria fazer um escândalo...
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MensagemAssunto: Re: Mate-me de Prazer   Hoje à(s) 9:09 am

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