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 Hate That I Love You

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lyle_rokeira

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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Ter Out 18, 2011 8:08 pm

oiii leitora nova
to adorando sua fic e tbm adoro um barraco
continua que o trem da pegano fogo
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Milena Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qua Out 19, 2011 1:45 pm

Oiie Liebes.
Eu ja terminei o capitulo 5.Deem uma lida e me diga o que voces acharam.
Beijokas e ate mais.


----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Capitulo 5

Nessa hora meu coração gelou.O Tom largou o meu braço pra encarar de frente esse tal cara.Eu entrei na frente dos dois.

-Tom para com isso.-gritei.

-Quem esse babaca pensa que é? Namoradinho seu,esse grande merda?-disse o Tom.

-PARA TOM.-pedi.

-Merda é você, seu babaca.-disse o cara

Tom me empurrou e partiu pra cima do cara. Eu comecei a gritar para que eles parassem. Tom deu um soco no cara, que caiu no chão.
Eu me joguei em cima dos dois e tentei puxar Tom que tentava socar o cara. Que por sua vez tentava segurar os braços de Tom e bater nele tambem. Eles se xingavam todo tempo, eu quase não conseguia entender o que eles diziam um por outro,ja que começou a juntar uma multidão de curiosos em volta,que ao inves de ajudarem a separar a briga,ficavam apenas olhando.

-PAREM PELO AMOR DE DEUS!!!-gritei

Tom se soltou dos braços do cara que tentavam estrangula lo. Ele limpou a boca e se afastou. Agora eu tive de segurar o tal cara.

-Para,para!!!-gritei.

-Haaaa, eu sei quem você é. Conheço bem essa sua cara. - Falou o cara apontando o dedo para Tom e com a boca sangrando.

-FODA SE se você sabe! É bom que não esqueça a minha cara mesmo.-disse o Tom.

So agora que chegaram os seguranças,que ajudaram o tal cara a se levantar do chão.

-Eu vou ter que pedir para que os dois se retirem!-disse um dos seguranças,se referindo a mim e ao Tom.

-Por que se foi esse idiota que começou?-disse o Tom.

-Dane-se quem começou,caiam fora os dois!-disse o segurança.

-Tom, vamos embora,pelo amor de Deus.-disse.

Tom apenas olhou feio pro segurança e saimos do bar.
Tom estava furioso,saiu xingando tudo e todos,e eu apenas o seguia pela rua,que estava ficando deserta quanto mais avançavamos nela.De repente o Tom parou e olhou para mim,e eu na mesma hora tambem parei,apenas o observando.Ele veio se aproximando de mim,ate ficarmos a uns 30 centimetros de distancia um do outro.

-Me desculpa.-disse ele,quase num sussurro.-Eu não sei ao certo o que deu em mim.

-Eu so perdou numa condição!-disse eu.

-Qual?-perguntou.

-Me diga o que voce e os outros tres estão escondendo de mim!-disse.Eu não ia descansar enquanto não soubesse.

-Donde voce tirou a ideia de que estamos escondendo algo de voce?-disse ele sinicamente.

-Tudo bem.-disse e me virei para ir embora,mas o Tom impediu-me segurando meu braço.Ele me puxou tao rapido que acabei batendo em seu peito.Eu conseguia sentir a sua respiração proximo a minha boca.Eu me afastei um pouco.
Tom parou e olhou para a rua antes de voltar o olhar para mim.

-Eu não disse nada ainda porque...eu não sei como dizer.-disse ele.

-Por que nao começa pelo começo?-disse eu.

Ele parou um pouco e depois olhou fundo em meus olhos.

-Nos vamos embora!-disse ele.Naquela hora meu coração parou,minha cabeça ficou desnorteada,eu não sabia como agir.

-Como assim vão embora?-perguntei.

-Uma gravadora chamada Island Records se interessou pela nossa banda,e nos ofereceu a oportunidade de talvez gravarmos um Cd,mas dai temos que ir para os Estados Unidos para fazer o teste.Se os produtores gostarem do nosso som,eles vão gravar nosso Cd!-disse o Tom.Eu não ouvi mais nada depois que ele disse "temos que ir para os Estados Unidos".

Eu comecei a chorar,não sabia como agir.Meus melhores e unicos amigos que eu tinha,com exceção apenas da Ramily,estavam indo embora,todos juntos,sem mais nem menos,para o outro lado do mundo.

-Rafa,fala alguma coisa,-Tom estava esperando que dissesse algo,mas eu não conseguia.Ele veio ate mim e me abraçou.Comecei a chorar ainda mais em seu peito,e eu sentia que ele estava se segurando para não chorar tambem.
Não conseguia dizer para eles não irem,pois seria muito egoismo da minha parte,e eu sabia que esse sempre foi o sonho deles,e que eles tinham talento para alcançarem esse sonho.Mas tambem não conseguia dizer para eles irem,ja que eu não conseguia me imaginar sem eles.
Eu larguei um pouco do Tom para olhar para seu rosto.

-Por que voce pediu para os meninos não contarem para mim?-perguntei.

-Porque eu que queria te contar.-respondeu ele.

-Por que?

-Porque dai talvez eu tivesse coragem pra te contar tudo.-respondeu.

-Tudo o que?-perguntei.
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E ai,o que acharam???? =)
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qua Out 19, 2011 6:50 pm

Muito bom =DDDDD
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qua Out 19, 2011 7:57 pm

Eu to achando que você é muito malvada por ter parado justo ai!!!

Fala! Tom gosta dela né?
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qui Out 20, 2011 11:31 am

vitta escreveu:
Fala! Tom gosta dela né?

Está na cara, amiga! Tom é louco por ela (que inveja, ele gosta de todas menos de mim Razz )
Continua *.*
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qui Out 20, 2011 12:21 pm

Olha eu aqui de novo,Liebes.
Esta aqui o capitulo seis.
Alerta: Capitulo com cenas imorais affraid hihi
Nao esqueçam de comentar,ok?
Beijokas e ate mais Aliens!!! bj
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Capitulo 6

Tom me olhava fundo nos olhos.Depois,comecou a caminhar na minha direçao,sem ainda dizer nada.De repente,ele me puxou com toda força e me beijou com tanta vontade, que perdi todos os movimentos do meu corpo. Senti um tranco tão forte quando ele me puxou, que eu parecia uma criança sendo sacudida. Seus lábios grossos eram intensos, pareciam querer me devorar, deixei ele me beijar por quanto tempo quisesse, e assim ficamos. Percebi que gemíamos com o beijo, todo tempo, parecia doer, queimar. De repente todo o meu corpo desejava mais, desejava o inteiro. Suas mãos eram urgentes por todo o meu corpo. Eu só pensava que jamais poderia escapar dali, daquela rua, ele não deixaria. Nossos corpos pareciam um só, tocando todo o meu corpo com o dele.

O joguei para trás para poder respirar um pouco,seu beijo havia me tirado todo o meu folego,e embora eu nao soubesse como,meu corpo o desejava de uma forma louca.Nao era apenas desejo,tinha algo mais.Parecia que dentro de mim havia se aberto algo,algo que pelo qual talvez eu estivesse tentando guardar,esconder de mim mesma.

-Eu gosto de você. -disse o Tom, olhando em meus olhos.

- Acho que não devo me enganar com suas palavras. -falei baixando a cabeça.

- Rafa, eu sei que não presto, sei que você tem mil e um motivos pra não acreditar em mim, sei que eu implico com você, sei que já te atrapalhei muitas vezes e de propósito, mas eu nunca insisti tanto em uma garota quanto insisto em você...

- Então prove! -desafiei. Ele deu um suspiro e começou a falar.

- Tem prova de amor maior do que te aturar anos da minha vida vendo voce com outros caras e ainda assim não desistir de você? -eu balancei a cabeça. Então ele tocou o meu rosto e me beijou.

Depois de alguns segundos,toquei no meio das suas pernas e senti o quanto ele já estava excitado. Eu não poderia ficar mais ali, porque concerteza eu estaria transando com ele daqui a segundos.

-Tom, Tom, para, para.-Consegui pronunciar essas palavras quando ele dava pausa para respirar entre os beijos.

-Vamos pra minha casa... Não tem ninguém lá. -sorriu.

Se eu estivesse com minha sanidade em ordem,eu certamente rejeitaria.Mas eu queria ele mais do que tudo naquela hora,e eu nao sabia se algum dia teria essa oportunidade novamente.

-Sim.-respondi.

Chegamos à casa dos gêmeos, e realmente. Não tinha ninguém lá... Entramos na casa. Tom me ofereceu um copo d’água enquanto eu bebia a água, ele me abraçava por trás. Eu nunca tive medo da minha primeira vez, ainda mais depois que eu tive certeza de que ele me amava e depois disso, passei a pensar que era ele, no qual seria meu primeiro homem. Ele me deu um beijo na bochecha. Deixei meu copo na mesa a minha frente e virei para dar um beijo amoroso nele.

-Eu nao quero ir...Nao quero te deixar.-disse ele.

-Tom,olha para mim.-disse eu.Ele parou e olhou para mim.-Esqueca de tudo e de todos,apenas por uma noite.Tom, eu quero muito ser só sua. -assumi, apoiando a minha cabeça no ombro dele.

- E eu quero te fazer só minha. -ele deu um beijinho na minha testa. -Não tenha medo, não vou te machucar. -ele olhou nos meus olhos.

- Eu sei que você não é capaz disso. -eu sorri, sentindo o rostinho dele apoiar na minha cabeça. Ele sorriu, pegou em minhas mãos e caminhamos juntos para o quarto dele. Ele entrou no quarto e fechou a porta atrás de mim.

O que me deixava mais nervosa, era que ele olhava faminto pra mim, todo tempo, e que todos os minutos até agora ao meu lado parecia estar sendo uma tortura, como estava sendo pra mim.
Depois me sentei na cama. Ele se ajoelhou na minha frente e olhando nos meus olhos ele esfregou as mãos nas minhas pernas, subindo até minha virilha e descendo.
Ele passou das mãos para a boca, e beijava com vontade minhas coxas, ele não foi delicado em nenhum momento, nenhum.
Em seguida ele foi me jogando para trás lentamente até me encostar na cabeceira da cama, o beijo intenso continuou. Éramos assim antes dele estar dentro de mim, como animais brigando, não queria pensar o que ele poderia fazer comigo depois, ou eu com ele.
Dei a volta em seu pescoço firme com meus braços enquanto ele segurava minhas pernas em volta de sua cintura.

Ele tirou a camisa exibindo o peito e a barriga perfeitos, eu revirei os olhos.Eu estava sentada na cama e ele de joelhos de frente pra mim. Ele me puxou pela mão para que eu viesse até ele, nossas bocas se juntaram e ele respirou quente na minha. Ergui meu braços para ele tirar minha blusa, suas mãos foram deslizando até meus seios que ele admirava feito um diamante, mas não deixei ele tirar o sutian.
Nossas mãos praticamente lutavam uma com as outras. Eu deixava ele me tocar aos poucos, e ele quase me batia ao tentar me tocar quando eu deixava que ele o fizesse. Quando ele tirou a calça eu recuei novamente. Ele pegou a camisinha e eu fiquei assistindo ele coloca la depressa eu sem membro ereto.
Com a mesma velocidade ele veio pra cima de mim levantando minha saia e abrindo minhas pernas.

-Devagar, devagar Tom.-pedi.

Ele bateu com força o punho na cama ao meu lado e respirou fundo. Eu deixei que ele me penetrasse aos poucos. Logo no inicio eu pedi que ele parasse, ardeu com menos de um centímetro dentro de mim. Ele apertava minha cintura tão forte e suava tanto. Eu cai minha cabeça para tras e o deixei tentar novamente. Ele foi deslizando cada vez mais fundo.
Eu gemia de dor, e ele gemia comigo.

-Posso ir mais fundo, posso? - Ele suplicava.

-Calma, calma. Só mais um pouco.-disse.

Ele me penetrou mais fundo e a dor foi ainda maior, eu quase gritei agora, mas ele abafou meu grito com um beijo. Agora foi ele que teve de parar.

-Eu não estou aguentando. -Falou quase implorando para que eu deixasse ele terminar. E eu parecia ter corrido uns 10 quilómetros em minutos. O corpo dele estava tão quente que minhas coxas estavam vermelhas e pingando suor.
Ele então continuou, indo e vindo devagar. Eu fechei os olhos tentando aguentar a dor.

-Olhe pra mim. -Ele pediu.

Eu abri os olhos e o encarei. Seu olhar parecia o de um animal faminto saciando aos poucos sua fome, me fazendo arder.
Apoiei minha cabeça em seu ombro e disse, acariciando sua barriga:

-Eu te amo. -ele apenas sorriu.

- Nunca pensei que fosse dizer isso, mas... Eu também te amo. -disse ele passando a mão em torno do meu rosto.

Eu o puxei para que me beijasse, mas ele então me puxou pro corpo dele juntando completamente nossos corpos. Ao sentir seu corpo quente no meu a dor não importou muito. Ele tirou meu sutian, que jogou em qualquer lugar e me segurou firme pelas costas flexionando meu corpo para cima e para baixo. Em seguida foi minha saia que ele arrancou pela cabeça mesmo, e jogou em um canto, nos deixando completamente sem roupa.
Sua cintura batia com força entre as minhas pernas, parecia ser tão dolorido o prazer que nós sentíamos, doía porque era limitado. Ele parecia querer me devorar.
Já no nosso limite ele gozou gemendo ainda mais alto, acabando com as minhas forças, foi diminuindo a velocidade aos poucos me apertando contra seu membro que pulsava ainda dentro de mim. Eu me joguei pra trás exausta e ele caiu por cima de mim beijando meu seio, cheirando meu colo, beijando cada pedacinho de pele que levava até minha boca, que ainda teve forças para lhe retribuir o beijo que me deixou ainda mais sem fôlego.
Eu ainda estava tonta olhando pro teto, quando me lembrei que já deveria ter passado horas desde que sai de casa.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

E ai,aprovaram??? cha
[b]
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qui Out 20, 2011 1:55 pm

Mano,a Fic tá realmente boa e eu querooo mais
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qui Out 20, 2011 6:42 pm

posta maissss ^^
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qui Out 20, 2011 8:30 pm

Tipo... sem palavras!
Continua yaya
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Sex Out 21, 2011 12:59 pm

Oiie Liebes.
Eu terminei o capitulo 7.Não esta la grande coisa,mas leiam e me digam o que voces acharam,tudo bem?
Beijokas e ate mais!

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Capitulo 7

Joguei o Tom para trás e encolhi minhas pernas que estavam envoltas na cintura dele, para tentar sair dali. Seus olhos queimavam por mim, os encarei até lembrar que eu precisava ir para casa.

-Meus Deus, eu preciso ir pra casa.

Falei me levantando e olhando em volta para ver onde todas as minhas roupas haviam ido parar.

-Ham? Não..porque? Você não pode ir agora.-disse ele.

-Eu tenho que voltar pra casa,se meus pais descobrirem eu to ferrada.Meus Deus já são quatro horas.Eu tenho que voltar agora.-eu disse.

Ele me puxou pelo braço tirando minha atenção das roupas que eu tentava achar.

-Voce disse que ficaria comigo por uma noite!-disse ele todo manhoso.

-Tom,eu não quero ir,mas eu preciso!-eu disse.

Ele me puxou para me beijar, e mesmo eu precisando ir, seu beijo me fez querer ficar. Parece que ele beijava daquele jeito pra provocar o tempo todo, pra mostrar o quanto é irresistível. Ele parou de me beijar encostando somente os lábios no meu.

-O que foi? -Falei fechando os olhos.

-Você carrega veneno nos lábios.-disse ele.

Ele havia lido meus pensamentos, era exatamente o que eu pensava sobre ele.
Quando ja haviamos nos vestido,ele me perguntou se queria que ele me levasse ate em casa,mas eu recusei.Se meus pais ja estivessem acordados e vessem o Tom,ia sobrar para ele.

Antes de sair da casa dele,ele me puxou para mais um beijo.Meu coração disparou com tamanha força que eu pensei que fosse pular do meu peito.Me soltei do braço dele e fui pra casa.Preferi não me despedir dele.Não sabia se estava preparada para isso ainda.Suas mãos foram rápidas ao tentar me impedir de ir embora, mas eu fui mais, e corri pela rua até em casa completamente descontrolada por dentro.
Não ousei olhar para atrás, ele poderia achar que mudei de ideia, e correr atrás de mim. Entrei em casa batendo a porta e subi.Meus pais ainda não haviam acordado,para minha sorte.

Eu estava em estado de euforia.Me joguei na cama, coloquei o travesseiro entre as pernas e encolhi até a altura da boca. Mordi tanto o travesseiro que consegui rasga lo. Minha respiração não voltava ao normal. Abri todas as janelas do quarto e fui para o chuveiro tomar um banho.
Comecei a colocar a cabeça e todo o corpo no lugar, a agua quente me acalmou, mas não livrou meus pensamentos dele. Toquei minha boca que ele havia beijado com todo o fervor e sorri.

Depois voltei e me deitei na cama.Tantas coisas haviam acontecido em apenas uma noite.
Mas o pior ainda estava por vir.
Como eu faria sem meus amigos por perto?Como eu faria sem ELE por perto?O que iria fazer depois de descobrir o quão apaixonada eu estava pelo Tom,quando ele estava prestes a ir para os Estados Unidos e que eu provavelmente nunca mais o veria?
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Gostaram??? cha
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Seg Out 24, 2011 1:55 pm

Haha, Mih, pode continuar, fic mais que perfeita *-*.
Eu li os outros capítulos. Beijos Liebe (:
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Seg Out 24, 2011 2:43 pm

OMG!
Pode me achar estranha...mas eu amo capítulos hot!Mas pra falar verdade senti falta de algo,mas o cap ainda está bom!!!
Continua!
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Seg Out 24, 2011 10:14 pm

Esse capitulo ta tão pequeno =/
Mais eu gostei! Continua.
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Ter Out 25, 2011 6:10 pm

Oiiie Liebes!! lol!
Aqui esta o capitulo 8.
Nao se esquecam de comentar,gosto das coisas que vcs falam hihi
Beijokas e ate mais! bj
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Capitulo 8

Logo que deitei na cama,eu dormi.Na verdade,eu apaguei,estava exausta.Acordei com meu despertador avisando que eram 6 e meia da manhã.Estava sem nenhuma energia para ir para escola,e nem cabeça para isso.Mas eu tinha que ir.Minha mãe me dava carona para a escola antes de ir trabalhar,e se eu não fosse ela ia perceber que tinha algo errado comigo,já que eu quase nunca faltava a escola.

Fiquei longos minutos olhando para o teto lembrando de ontem. Como será que ele estava agora? Onde estava agora?
Minha mãe achando que eu não havia acordado, veio logo bater na porta.

-Eu já acordei, obrigaaaada. - Gritei.

Fui tomar um banho,e assim que eu me levantei foi que percebi o quanto me ardia tudo por dentro.

-Merda, que dor.

Quando cheguei no banheiro, tirei a roupa e não resisti em olhar para o espelho. Levei um susto com o que vi.

-Meu Deus!

Eu estava cheia de marcas vermelhas, no peito, na barriga, pescoço, nas pernas. Minha virilha estava vermelha e inchada.

-Meus pais não pode ver isso. Ainda bem que estamos no inverno, eu vou me cobrir inteira.

O cheiro dele estava impregnado na minha pele. Fechei os olhos e com o perfume quase pude sentir o toque dele novamente.

Antes de descer do meu quarto,peguei meu celular e liguei-o.Havia uma mensagem do Tom.Ele escreveu:

- Não cheguei a te machucar? Machuquei?

Eu respondi.

"Eu estou cheia de marcas vermelhas pelo corpo, e lá em baixo arde muito."

Uns 5 minutos depois ele respondeu:

- Haha,posso te encontrar mais tarde?Eu assopro até passar.

"Sério? Mais tarde? Tem certeza?"-respondi.

"Absoluta, queria você aqui no meu colo agora. Ontem não foi o suficiente pra mim."

Eu comecei a rir sozinha na sala.Minha mãe apareceu e me perguntou o que acontecia.

-Não foi nada.-falei

Guardei o celular,me despedi do meu pai e fui para o carro junto com a minha mãe.
Ao chegar na escola,tentei evitar ao máximo a Ramily,senão iria acabar contando para ela o que aconteceu e eu não sabia como ela poderia reagir,já que eu nem sabia como eles haviam terminado,se foi "amigável".

Depois que acabou as aulas fui para casa quase correndo.A dor lá em baixo tava insuportável.Aproveitei que não tinha ninguem na rua e fui com uma mão apertando minha vagina até em casa. Eu parecia uma loca mancando e com o braço preso entre as pernas. Fui gargalhando sem controle pela rua até chegar em casa.
Eu dei um tempo na porta até conseguir entrar sem parecer eufórica.
Eu passava quase o dia inteiro sozinha,já que meus pais trabalhavam e chegavam so as 8 da noite.
Logo que entrei,me joguei no sofá e liguei a televisão,ainda com a mão entre as pernas.Acabei dormindo ali.Acordei com meu celular tocando.Olhei no visor que estava piscando o nome "Tom".Atendi tão desesperada que quase deixei o celular cair.

-Oi.-disse toda sorridente.

-Oi amor.-me derreti toda quando ele disse.-Já ta melhor?-a sua voz demonstrava preocupação.

-Sim,principalmente agora.-disse com uma voz toda melosa.

-Voce tá sozinha agora?-ele perguntou.

-Estou.-ja sabia aonde ele queria chegar.

-Posso passar ai?

-Claro.

-Daqui a 15 minutos eu chego ai.

-Tudo bem.

-Te amo.-quase desmaiei quando ele disse isso.

-Eu tambem.-disso toda bobona com um sorriso enorme na cara.Depois ele desligou.

Subi correndo para o meu quarto para tomar um banho rápido e trocar de roupa.
Passados exatos quinze minutos a campainha tocou.Desci correndo para atender.
Abri a porta,e antes de conseguir olhar para ele, nossos corpos já estavam colados, trocando beijos e caricias desesperadas.Ele me empurrou contra a parede,fechando a porta com o pe.
Eu batia minha cabeça na parede toda vez que ele batia sua cintura na minha. Parecia querer abrir minha calça somente com o pênis ereto.

-Tom, Tom, para, para.

Consegui pronunciar essas palavras quando ele dava pausa para respirar entre os beijos.

-Tom, para, agente não pode fazer isso aqui.

Empurrei ele que se ajeitou, colocando o goro no lugar e ajeitando as calças.
Ele olhou em volta depois olhou para minhas pernas a mostra pela saia. Eu o puxei pela mão para subirmos pro quarto, ele me puxou contra o peito me arrancando um beijo obsceno.
Nós subimos imediatamente depois disso. Fechei a porta, e enquanto eu acendia os abajours do quarto ele se sentou na cadeira da minha mesa de estudos virado para minha cama. Eu em sentei na cama e olhei pra ele. Que apoiava o braço na cadeira e com um dos dedos brincava com seu piercing.

-Vem cá! -Ele falou sem tirar os olhos de mim.

Eu me levantei e fui até ele, que me virou de costas e me sentou em seu colo, encaixando bem sua cintura com o meu traseiro.
Suas mãos passaram da minha cintura para o meu pescoço segurando meu cabelo. Seus lábios brincavam com a minha nuca. Aquele suspiro quente parecia sempre arder mais e mais a cada dia.
Eu comecei a gemer com seu toque, um gemido que parecia sair de mim sem minha permissão. E ele gemia ao ver que eu sentia prazer com suas mãos, que passaram pro meio das minhas pernas. Ele esfregou a mão com vontade no meu clitóris me fazendo delirar, joguei minha cabeça para trás e deixei que ele continuasse com a caricia. Tentou me penetrar com um dos dedos, mas ainda doía qualquer coisa que me penetrasse com força. Eu gemi de dor.

-Calma...calma. -Falou sussurrando no meu ouvido.

Ele me levantou de seu colo me lavando para minha cama de solteiro. Me deitei de frente pra ele que rapidamente tirou minha calcinha. Apertou minha coxa antes de continuar a me despir, parecia uma criança desembrulhando seu brinquedo novo.
Eu fui sultimente me arrastando para trás enquanto ele agora se despia, ele me olhou sorrindo como se me avisasse "você não vai fugir". Nem se eu quisesse.
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Continua??? cha
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qui Out 27, 2011 8:22 pm

Se você não continuar vai ser muita sacanagem!
Ta ficando cada vez melhor Twisted Evil

Continua!!!
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qui Out 27, 2011 8:56 pm

Li de novo Liebe, *---*
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Sex Out 28, 2011 3:17 pm

Capitulo 9

Ele antes de jogar a calça para um lado retirou uma camisinha de seu bolso e se preparou para coloca la. Ele ainda de joelhos de frente para mim a colocou e veio devagar até mim. Ele curvou minhas pernas para que eu me posicionasse melhor. Eu me segurei na cabeceira da cama, com medo que doesse novamente. Tom me penetrou ao poucos, e continuava doendo. Ele olhava minha expressão de dor mas continuava indo mais fundo. Os movimentos de vai e vêm ficavam mais intensos, e tudo que eu conseguia sentir era dor misturada com um enorme prazer.

Seu corpo caiu por cima do meu, e sua boca beijava com fervor meu pescoço e meus seios. Tom segurou minhas mãos na cabeceira e começou a meter com ainda mais força. Nossos gemidos ecoavam pelo quarto, eu quase gritava na verdade. Toda minha virilha já estava dormente, eu sabia pouco de orgasmos e coisas do tipo, mas concerteza já havia tido dezenas deles em 10 minutos.
Eu continuava segurando firme a cabeceira da minha cama, Tom começou a diminuir o ritmo.

-Para de se mexer um pouco, para, para. - ele falou.

Eu relaxei o corpo enquanto ele mexendo o piercing com a língua me olhava de cima, completamente suado e ofegante. Continuando ele me segurou pela cintura me levantando da cama.

-Vira, quero fuder você assim. - ele disse.

Eu me posicionei de quatro na cama, e ele continuou, me penetrando novamente, suas mãos roçavam meu clitores enquanto eu delirava, quase desmaiava de prazer.
Com suas mãos ele quase me suspendia da cama ao me puxar contra seu membro que me penetrava com vontade.
Já no nosso limite, Tom me puxou de costas contra seu peito, me apertando forte contra seu corpo quente. Abaixou meu corpo novamente e gozou me apertando mais uma vez pela cintura já marcada por suas mãos fortes. Eu deitei de bruços na cama acompanhada por ele que se deitou em cima de mim me beijando o pescoço. Eu fechei os olhos exausta e deixei que ele me beijasse fazendo cocegas na minha nuca, ele sorriu ao me arrepiar.

-Hoje eu machuquei você? - perguntou.

-Muito. - Eu ri.

-Desculpa, mas eu não me arrependo.

-Você gosta de me machucar não é?

-Admito que é gostoso.

Estávamos deitados olhando um para o outro, perto do olhar um do outro.Nessas horas eu pensava em tanta coisa.Minha vontade era me ajoelhar na frente dele e implorar para que ele nunca me deixasse.Mas eu nao ia fazer isso.Eu não podia fazer isso,porque alem do mais o Tom nem meu namorado era.
Eu quebrei o silencio,fazendo a pergunta com que eu mais temia a resposta.

-Vocês vão ficar aqui, na Alemanha por muito tempo?

Ele voltou a se sentar na minha cadeira e olhou pra mim.

-Nós vamos depois de amanhã para a America. - ele abaixou o olhar ao dizer isso.E eu tentava aguentar ao maximo o corte que estava se abrindo dentro do meu peito.
Mas eu o teria por menos de 48 horas,não so ele,mas tambem os meus amigos.Por isso resolvi tentar segurar minhas lagrimas ao maximo,teria o resto da vida para chorar apos a ida deles.

-Vai sentir a minha falta? - ele disse me olhando nos olhos.Apenas afirmei com a cabeça.

Eu tentei mudar um pouco o assunto.

-Então o que você ver quando olha pra mim? - perguntei.

-Nos seus olhos eu vejo má intenções, e no seu corpo, armadilhas. - Sua feição ao dizer essas palavras mudou completamente, passou de determinada a perdida.

-Se toca pra mim. - ele pediu.

Eu atendi seu pedido, e ainda deitada em minha cama me virei de frente para ele, que continuava sentado na cadeira observando todos os meus movimentos. Me deitei abrindo as pernas na sua direção e deslizando as mãos por todo o meu corpo até meu clitores e logo depois me penetrando com o dedo.
Ele assistia se tocando tambem, se masturbando ao me ver gemer para ele.

-Vem aqui, vem. - ele disse.

Me levantei e fui andando calmamente em sua direção, ele me segurou pela mão e me puxou para sentar em seu colo. Abri minhas pernas e me sentei, engolindo todo seu membro ereto, ele deu um gemido alto e me agarrou pela cintura me prendendo ao seu corpo. Eu comecei a me mexer lentamente mas ele me segurou me impedindo de continuar.

-Eu não vou aguentar isso por muito tempo. - Ele falou,eu ri.

-Você queria que eu desce um jeito em você não foi?

Ele somente me olhou com desejo e continuou a me movimentar com suas mãos, pra cima e para baixo. Em segundos eu já estava pulando em seu colo ardendo com ele dentro de mim. Essa estava sendo a melhor tarde da minha vida, eu me entregava sem medo.
Encostamos nossas cabeças e ficamos assistindo nossas cinturas se chocarem logo abaixo, ele gemia tão intensamente, me tocando com tanta paixão que parecia ser nossa ultima vez juntos.E o pior é que poderia ser.
Nós estávamos concentrados um no outro quando ouvimos a companhia da porta tocar. Paramos imediatamente levando um susto. Me segurei em seu pescoço sem saber o que fazer.

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Bom,é melhor voces comentarem mais senao eu nao vou saber se é pra continuar ou nao,ok??? lol!
Beijokas e ate mais! bj
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Sex Out 28, 2011 7:23 pm

Caramba! Esse dois não cansam não?? kkkk

Você sabe que é pra continuar lixa
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qui Nov 03, 2011 3:06 pm

Aqui esta mais um capitulo Liebes.Nao se esquecam de comentar,ok??? yaya
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Capitulo 10


-Não, não é possível. Não é possível,meus pais não voltariam agora.

-Quem pode ser além deles?

-Não sei, eu tenho que atender.-Falei me levantando.

-Não..nããão. - Tom tentou me segurar.

-Coloca a roupa Tom.

Eu coloquei qualquer coisa que achei jogada no meu quarto e desci para abrir. Olhei para trás e Tom descia atrás de mim. Ai caramba.
Ele ficou atrás da porta enquanto eu fui abrir a porta. Quase surtei quando vi quem era.

-Ramily?Ramily?O que voce tá fazendo aqui?

-Calma,boa tarde pra voce também.

-Ah desculpa.Boa tarde.O que voce tá fazendo aqui?

-Eu vim aqui pra ver se esta tudo bem com voce.Parecia que voce tava fugindo de mim na escola.-ela falou.

-Eu...eu...-comecei a gaguejar.De repente ela reparou o que eu estava vestindo.Era a camiseta do Tom.

-O que voce esta fazendo vestindo a camiseta do Tom?-perguntou.Agora ferrou de vez.
De repente ela empurrou a porta,entrando dentro da minha casa e dando de cara com o Tom,que estava apenas usando a calça.A expressão dela mudou na hora.

-Desgraçado!!!-ela gritou e começou a socar o Tom,que a segurou.

-Ramily,para,para!-ele começou a gritar,enquanto ela tentava se soltar das mãos dele.

-Ramily,deixa eu explicar!-comecei a falar,ela conseguiu se soltar do Tom e veio ate mim,parando na minha frente.Ela estava histérica, começando à gritar feito uma louca.

-Explicar o que?!Voce acha que eu sou idiota?!Tem uma marca enorme no seu pescoço!Voce tá vestida com a camiseta dele e eu apostou que voce esta nua por baixo.A unica coisa que voce pode me explicar é como deve ter sido gostoso meter o pau dele na sua buceta!!!

Nessa hora,quem perdeu o controle fui eu.Eu não tenho sangue de barata.

-Voce não tem direito de falar nada!!!Se voce perdeu o Tom é porque voce não soube dar conta!!!-gritei.Foi a gota d'água.A Ramily me puxou pelo cabelo, eu agarrei no cabelo dela também.

- Para com isso... -falei enquanto ela me jogava no chão. Ah é? Que briguinha de patricinha é essa? Soquei a cara dela!

- Ai... -disse ela.

- Parem meninas. -dizia o Tom tentando separar nós duas.

-Me solta... -a Ramily conseguiu passar pelo Tom e quando ela ia socar minha cara eu me desviei e ela acertou a cara do Tom que automaticamente ficou furioso.

- Parem! -gritou o Tom.A Ramily cortou o lábio inferior com o soco que eu dei nela e meu cabelo estava horrível. Nos olhamos mortalmente...

- Tom, como você pode... Você é meu! -era queridinha.

- Ramily, quantas vezes eu vou ter que falar que acabou já era! -isso aí amor!

- Mas nós... - Mas eu achei que nós...

- Mas nada Ramily, agora eu namoro a Rafaela. -disse o Tom me dando um selinho, é um se-li-nho.

-Quer saber,que voces FODAM-SE.E voce Rafaela,vai se arrepender disso.Daqui a dois dias,quando ele e toda a cambada dele terem ido embora,voce vai ficar ai sozinha,sem ninguém!!!!-ela falou,indo embora e batendo a porta.

Depois que ela saiu eu fui até a cozinha beber um copo d'água com açucar,muito açucar.O Tom veio me seguindo.Depois que bebi toda a água,eu fiquei olhando para o copo.

-Ela tem razão.-falei.

-No que?-disse ele,me abraçando por trás.

-Que quando voces forem embora eu vou ficar sozinha.-nessa hora lágrimas começavam a escorrer dos meus olhos.Ele me virou de frente para ele e enxugou as minhas lágrimas.Ele parecia tentar encontrar uma solução para isso,mas não havia o que se fazer.
Eu o abracei o mais forte que pude,sentindo o cheiro da sua pele.

-Eu te amo.-eu disse.

-Eu te amo.-ele respondeu.

Ficamos assim,abraçados,por um bom tempo.Depois eu vi no relógio da cozinha que já passavam das 7 da noite.

-Tom,a gente precisa se vestir.Meus pais daqui a pouco chegarão.-Falei me soltando dele.

Cheguei a porta da cozinha e o Tom ainda continuava parado no mesmo lugar apenas me olhando.

-O que foi?-perguntei.

-Minha camiseta fica melhor em voce do que em mim.-ele falou.Comecei a rir.Ele veio devagar ate onde eu estava.

-Vamos continuar?-ele pediu todo manhoso.Eu não consegui rejeitar.

-Rápido!-disse.Eu realmente estava perdendo o juizo.

Eu o beijei o pescoço, consegui escutar um suspiro. Continuei com beijos mais intensos, ele agora gemeu.
Voltei minha atenção para sua calça aberta e comecei a tira la. Ele me suspendeu e a tirou de vez. Quando eu pensava continuar,ele me jogou com força contra o armário e entrou entre minhas pernas. Eu fiquei preocupada,daqui a pouco meus pais estavam a chegar, mas ele estava me fazendo sentir muito mais prazer do que antes. Ele iria me machucar com prazer agora.
Se segurando na beira do armário ele começou a me penetrar com toda a vontade e força que tinha. Pensei que o armário desabaria a qualquer momento. Ele apertava os lábios para não deixar escapar nenhum gemido, enquanto eu quase gritava em baixo dele.
Rapidamente ele me puxou me encostou de costas pra ele, apoiando minhas mãos na beira do armário eu empinei me traseiro e o deixei continuar.
Depois que ele gozou dentro de mim,me deu um chupão no pescoço e foi saindo aos poucos.Depois,quando olhei para o relógio novamente já eram 19:40,subi correndo para o meu quarto,ele veio logo atras de mim.Quando entramos,ele foi pegando peça por peça de suas roupas jogadas pelo chão.

-Falta a minha camiseta.-ele disse me olhando.Ele caminhou ate mim, e de maneira rápida voou pra cima de mim me roubando um beijo e meu fôlego.Suas mãos subiram pelas minhas costas tirando a camiseta, eu segurava suas tranças com força, enquanto ele me segurava pelo cabelo, fazendo minha cabeça se inclinar parar trás para que ele beijasse meu pescoço.

-Meu Deus Tom, a gente não pode mais,não da tempo,meus pais estão chegando. - Falei tentando tirar a atenção dele.

-Não, não, deixa eu te tocar só mais um pouco.

Ele continuou a tentar me beijar. Estava difícil não ceder a ele. Meu corpo se jogava sem forças no dele. Nos arriscávamos todo tempo, dois pecadores se esfregando em uma casa de familia.
Eu puxei meu cabelo para trás que cobria meu rosto, Tom se aproveitou e começou a chupar e beijar meus seios.

-Rafa...Rafa...- Ele repetia meu nome entre os gemidos.

-Tom a gente tem de parar.

Eu o segurei pelo rosto. Ele me olhou com os olhos fervendo de desejo.

-Eu tenho que ir.-ele disse.Nós nos soltamos e nos vestimos.

Descemos e antes de sair ele me encostou na parede e beijou devagar, delicadamente. Suas mãos apertavam minha bunda, eu segurei a dele tambem por cima do jeans largo. Ele sorria ao me beijar.

-Tchau! - Falou se despedindo.

-Gostou de visitar a minha casa?

-Gostei do seu quarto. - Abaixei a cabeça rindo e ele sorriu de volta. Depois acenou com a cabeça e saiu pela porta.
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Seg Nov 07, 2011 9:43 pm

Aleluia! Pensei que a animação desses dois nunca acabaria! kkk'

Continua.
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Ter Nov 08, 2011 12:51 pm

Capitulo 11

Depois que o Tom saiu,fui arrumar a casa correndo para que meus pais não percebessem que alguém esteve aqui hoje além de mim.
Depois de uns 10 minutos,ouço alguém destrancando a porta.Eles haviam chegado.

-Oi filha.-disse meu pai.Eu corri para o abraçar.Depois também abracei minha mãe.

-Tudo bem?-minha mãe perguntou.

-Tudo ótimo.-Eu tinha que tentar disfarçar o quanto feliz e eufórica eu estava.Mas não era fácil.
Como nós sempre faziamos,minha mãe foi para a cozinha preparar o jantar,eu fui ajudá-la enquanto meu pai foi assistir TV.
Eu conversei com minha mãe,mas com um pouco de cautela.De repente ela resolve falar do que eu tentava não lembrar.

-Eu soube que os Kaulitz e os amigos deles vão para os Estados Unidos.-ela disse.

-Ah é.

-Quem me disse foi a mãe deles.

-Ah é.

-Eles estão muito felizes,ela me disse.

-Ah é.

-Filha,você só vai falar isso?

-Desculpa mãe,é só que eu não quero falar sobre isso.Você esqueceu que eles quatro são meus melhores amigos,que eles TODOS vão embora,que NUNCA mais vão voltar e eu vou ficar aqui sozinha?-nessa hora uma lágrima escorreu pelo meu rosto.

-Desculpa minha filha,eu só achei que seria mais facil pra você se você desabafasse com alguém.

-Eu não quero desabafar!!!

-Tudo bem então.-O silencio predominou na cozinha.Sai de lá sem dizer uma palavra siquer.
Fui para o meu quarto,deitei na minha cama e comecei a chorar.O cheiro do Tom ainda estava lá,na cama,no lençol,na minha pele.Acabei adormecendo.
Acordo com a minha mãe me cutucando.

-Filha,você quer jantar?

-Não mãe.Não estou com fome.

-Tudo bem.So não se esqueça de colocar o lixo do banheiro pra fora,tá?

-Tudo bem.

Depois que minha mãe saiu do quarto eu percebi o risco que eu passei.Se minha mãe resolvesse tirar o lixo do meu banheiro ela ia ver a camisinha usada lá.Fui correndo no banheiro,dei nó duas vezes na sacola de lixo e desci pra coloca-la na lixeira.
Quando entro de novo na casa,ouço meu celular tocar.Esqueci que o tinha deixado na sala.Fui correndo atender.Na tela piscava o nome "Bill".Subi para o meu quarto para atender.

-Oi Billzinho.-Falei me sentando na cama.

-Oi Rafa.Já percebi o quão feliz voce tá!

-Muuuuito.

-Você não viu meu irmão.Ele não para de falar de você.

-E o que ele fala?

-O quanto você é linda,doce,cheirosa,e assim vai.-Abri um sorriso enorme no meu rosto.-E também que te ama muito.

-Ah Bill,que fofo que ele é!-falei,enquanto lágrimas de emoção escorriam pelo meus rosto.-Eu também o amo muito,mais do que ele pode imaginar!

-Mas eu não te liguei para falarmos de vocês dois.Eu liguei para saber essa historia de você e a Ramily terem saido na porrada.-(autora intrometida:Curiosidade mato o gato sabia,Bill?)

-Não foi nada,Bill,pode ficar despreocupado.

-Tem certeza?Sabe,vocês eram tão amigas!

-A gente não era tão amigas assim,eu só falava com ela porque ela namorava o Tom.

-Mas você vai voltar a falar com ela?

-Não sei,Bill,cada coisa em seu lugar.-Nós começamos a conversar sobre outras coisas.Acho que ficamos até as 11 da noite no celular.Bill era o meu melhor amigo,aquele em que eu podia confiar,que eu podia falar até de coisas que ele não precisava saber.Sentiria muita falta dele.

-Te amo muito,Bill!-disse antes de desligar.

-Eu tambem te amo muito,Rafa!-disse ele.Nessa hora ouço o Tom gritar do outro lado "Não estou gostando nada disso!".Comecei a rir.

-Fala pra ele que eu também o amo muito!-falei.O Bill repetiu o que eu disse.O Tom pegou a telefone da mão do Bill.

-Oi amor.

-Oiiii!-respondi.

-To morrendo de saudades.

-Já?

-Cada segundo longe de você para mim é uma eternidade!-Me derreti toda.

-Eu ja disse que eu te amo?-perguntei.

-Já,mas eu gostaria de ouvir de novo.-disse todo manhoso.

-Eu te amo.

-Eu te amo.-respondeu.

-Eu vou ter que desligar agora,amor,amanhã eu tenho que ir para a escola.

-Tudo bem,mas eu quero te dizer uma coisa antes.

-O que?

-Eu te amo,muito.-Ouvia o Bill gritar "Eeeeeca" do outro lado.

-Eu te amo também.

-Beijos,ate amanhã e que você tenha bons sonhos.

-Se eu sonhar com você serão sonhos perfeitos.

-Tchau.

-Tchau.

Depois de desligar,comecei a relembrar os momentos que eu tive com o Tom,quando ele se declarou para mim,a nossa primeira vez,as vezes que ele me dizia coisas das quais eu nunca entendia e que agora fazia tanto sentido...
Acordei com a minha mãe batendo na porta.

-Rafaela,acorda logo senão você vai se atrasar.

-Já to acordaaada.-gritei.

Fiz minha higiene matinal,desci e fui para a escola.Ao chegar lá,evitei encarar a Ramily,mas no único momento em que olhei pra ela deu pra perceber que o canto da sua boca estava inchado.
Depois que me deram o alvará de soltura daquela prisão educacional,fui andando normalmente até em casa.De repente,sinto alguém próximo a mim.

-Oiie.-Dei um pulo de susto,enquanto o Georg ria da minha cara.

-Oi assombração.Você me assustou.O que você esta fazendo aqui?

-Te sequestrando!

-O que?

-Isso mesmo que você ouviu.Agora venha comigo.

-Não,enquanto você não disser para onde.

-Deixa de ser teimosa e venha logo.

-Não.
Ele veio ate mim e saiu puxando meu braço com aquela mão enorme dele.Pra onde será que ele estava me levando???Coisa boa que não era.
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qua Nov 09, 2011 2:12 pm

Ai ai G... Por que você também não me sequestra? Sério, eu nem ia relutar Rolling Eyes

Aeaeae Continua!
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Ter Nov 15, 2011 10:42 am

Capitulo 12



Paramos em frente a um salao.Eu nunca estive ali antes.Juro que senti um certo medo naquela hora.

-Georg Moritz Hagen Listing,me diga AGORA o que estamos fazendo aqui!!!-disse impaciente.

-Entra nesse salão!-falou.

-O que?Voce ta louco pensando que eu vou entrar nesse lugar.

-Entra logo!-mandou.

-Eu não vou entrar!Não tem ninguém aqui e la dentro esta tudo apagado.-falei batendo o pe.

De repente,Georg me puxou de novo pelo braço.Ele abriu a porta daquele lugar,me jogou la dentro e depois que ele saiu fechou a porta.Comecei a gritar,ameaçando-o.

-GEORG,ABRE LOGO ESTA PORTA SENãO EU TE MATO!!!!

Parei de gritar quando percebi que tinha alguem mais alem de mim dentro daquele salão.

-Quem ta ai?

Ninguem me respondeu.Senti que esse tal "alguem" estava chegando mais perto de mim.Resolvi ficar em silencio.

De repente se acendem as luzes e ouvi um coral gritando "SURPRESA!!!".Vi a cara do Bill e do Gustav,sorrindo ambos para mim.Quando olho para o lado,vi o Tom vindo na minha direção.Corri para abraça-lo.

-Gostou da surpresa?-perguntou.

-Eu quase morri do coração,sabia?Fiquei com medo!-falei.

-Não precisa mais ter medo,eu estou aqui!-garantiu-me.

-Eu te amo.-falei

-Eu te amo.

Depois ele me beijou,e eu quase me esqueci que tinha um monte de gente nos olhando ate que gritaram "Ooooh!" para nos dois.
Eu conhecia quase todos que estavam ali,meus colegas de escola,os pais e o padrasto dos gemeos e alguns vizinhos nossos.Cumprimentei todos ali.Depois fui atras do Tom.

-O que esta acontecendo aqui?-perguntei para ele.

-É uma festa para voce!

-Por que para mim?Eu que deveria estar fazendo uma festa pra voces.

-Porque foi a forma que eu encontrei pra te dizer o quão apaixonado eu sou por voce,e não importa aonde eu esteja,eu sempre vou me lembrar de voce!-ja estava a chorar quando ele me disse isso.-Mas agora não é hora para chorar e sim para festejarmos.-disse secando minhas lagrimas.

Ele me puxou ate o meio do salão onde começamos todos a dançar.Foi um dia inesquecivel.Curti ao maximo a presenca de todos ali,mas principalmente dos meus amigos.Foi o dia mais feliz e,ao mesmo tempo,o mais triste da minha vida.
Quando a festa ja estava acabando,restou apenas seis pessoas ali:Tom,eu,Bill,Georg,Gustav e Andreas,um amigo dos meninos que eu não conhecia muito.Ficamos conversando sobre tudo e todos,falando de sonhos que tinhamos,prometendo coisas das quais não sabiamos se conseguiriamos cumprir.Mas agora era hora de se despedir,dizer Adeus a eles.Eu ja chorava antes.
O primeiro que eu me despedi foi Georg.

-Eu juro que um dia eu ainda me vingo de voce por ter me sequestrado.-Disse abraçando-o.Ele riu.

-Eu vou sentir sua falta,baixinha.

-Eu também,chapinha ambulante.-rimos juntos.Essa era o forma de mostrar o quanto gostavamos um do outro.

Depois me despedi do Gustav.

-Boa sorte,Gustav,meu maninho.

-Pode deixar.-disse abraçando-me.Parecia que eu estava abraçando um ursinho de pelucia de tão fofo que foi o abraço dele.
Depois veio o Bill.O abraço dele me levantou do chão.

-Eu vou sentir muito a sua falta,minha amiga.

-Eu também,Bill,muito.

-Te amo muito.

-Te amo também.

Depois o Tom se ofereceu para me levar para casa,eu aceitei.
Fomos abraçados um ao outro o caminho todo.Paramos em frente a minha casa.Ele aproximou sua boca da minha e me engoliu com um beijo, me rendi a sua boca, o movimento dos seus lábios nos meus me excitavam cada vez mais, sua língua mexendo junto da minha, me fazia querer lo de uma forma insuportável.Paramos olhando um para o outro.Era agora.Iriamos dizer Adeus.Adeus ao amor que sentiamos um pelo outro,Adeus a felicidade que tinhamos quando estavamos juntos,Adeus as nossas lembranças,Adeus a Rafaela que eu era,Adeus ao Tom que ele era.

Eu o puxei pela blusa encostando seus lábios nos meus, ele fechou os olhos respirando seu halito quente na minha boca.Nos abraçamos novamente, ele encostou sua boca no meu pescoço e me apertou forte com os braços em volta da minha cintura.

Ele agora voltava a me olhar, tive uma vontade insuportável de chorar agora, estava a ponto de dizer para que ele nunca ir embora,e que eu iria sofrer pelo resto da vida por ama lo.

-Eu sou completamente apaixonada por você. - Ele me olhou com brilho nos olhos.Acho que eram lagrimas.

-Eu vou atrás de você.-prometeu-me.

O que mais doía agora, era que sabíamos que era uma despedida, ele dizia que viria atrás de mim, mas não poderia fazer isso, e eu dizia que iria vê lo novamente, mas não, não tão cedo.

-Faz um favor pra mim, cuida da sua banda, da sua vida.-pedi.

-A gente ainda vai...-eu nao o deixei terminar.

-Não prometa coisas, não fale que...você sabe.

Eu olhava fundo nos seus olhos, e via quase lágrimas rolarem. Ele se aproximou para me beijar mas eu o segurei pelo rosto.

-Não.

Eu falei sem encara lo, me soltei de seus braços, mas ele ainda resistia em me deixar ir.

-Rafa, Rafa, não, não faz isso.

Sem olhar pra ele eu me soltei e fui andando em direção a luz que vinha da minha casa.

-RAFAELA.

Ele gritou com toda a altura rompendo os silêncio da rua tranquila, mas eu não me virei, nem ele saiu do lugar de onde estava. Eu já chorava de soluçar antes de chegar na porta.
Entrei em casa e fui direto para escada subir para o meu quarto. Minha mae me chamou da sala, mas não dei ouvidos. Me joguei na cama para derramar o resto das lágrimas. Haviam se passado apenas dias desde a nossa primeira vez, desde o nosso primeiro beijo naquela rua deserta, era tudo tão fresco na minha memoria. Eu sei que enlouqueceria longe dele.
Meu telefone que estava no meu bolso ainda vibrou, uma mensagem havia chegado. Quando vi que era ele, me voltava tudo novamente, a vontade sair correndo enquanto ainda dava tempo.
Eu abri e estava escrito, como uma resposta.

"- Eu tambem...
Amei cada segundo com você."

Cai de costas na cama novamente lendo e relendo o que ele havia escrito. E chorava tudo que já havia chorado novamente, não querendo nunca deixar de sentir o que eu sentia por ele. A coisa mais maluca que e mais intensa que já havia me acontecido tinha que ficar guardada agora. Mas eu seria pra sempre dele, não importa quantos viessem depois lutando por um espaço aqui dentro, não pegaria um pedaço de mim, somente migalhas.

Na manhã seguinte acordei e fui direto para o banheiro, olhei no espelho e meu rosto estava muito inchado. Abri a torneira e abaixei minha cabeça para deixar a agua cair sobre meu rosto, molhando meu cabelo tambem. Minha cabeça doía tanto por ter chorado horas ontem a noite.

No final do mês eu já estava mais calma, sem um pouco daquela agonia diária que eu sentia. Eu sabia que ele estaria com outra, nos braços de qualquer garota, e apesar de doer muito ainda, como sempre doeu, havia algo que me deixava tranquila, era de mim que ele gostava.

Com o termino das gravações o CD, os canais e sites por todo lugar voltavam a falar da banda, do clip que estrearia em breve. Tudo começava a voltar na minha cabeça, todo o tempo em que ele frequentava constantemente o bairro onde eu morava. E como tudo começou entre nós dois.
Eu não conseguia pensar que tudo aquilo ficaria no passado, já que ele ainda estava vivo dentro de mim, era mais como um coisa adiada, interrompida, não sei quando poderíamos estar juntos de novo.


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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Qui Nov 24, 2011 2:08 pm

Claro!
Nem precisa de comentar, voce já sabe a minha opinião, estou AMANDO a sua fic. Esse capítulo foi um pouco triste, as despecidas são sempre assim Sad mas está muito bom.
Continue, querida Smile
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Sex Nov 25, 2011 3:39 pm

Capitulo 13



Anos Depois...

8 e meia da noite. Dormi a tarde inteira, depois de passar a madrugada arrumando minhas malas. Minhas roupas, sapatos, shampoos e cremes, meu urso, escova de dentes, e grande parte das poucas coisas que haviam no meu quarto. Pois a viagem que eu faria hoje a noite, por enquanto era sem volta. Estados Unidos, mais precisamente, Los Angeles, casa da minha tia e professora Angela.
Eu deveria estar empolgada, mais do que empolgada e radiante com a ideia. Mas eu iria terminar meus estudos la, em uma escola publica, e começar a faculdade onde minha tia dava aulas. Sim, qualquer um gostaria disso. Mas eu ia porque era um estorvo aqui, um peso. Meu pai tinha morrido,minha mãe havia se casado novamente, e mesmo nunca dizendo claramente, eu sabia. Era a minha hora de sair de casa. Mas apenas com 17 anos? Que eu acabava de completar.

Tudo isso me fazia esquecer o porque eu deveria ser a pessoa mais feliz nesse momento, ir para os Estados Unidos, era um sonho, um sonho de uma adolescente que queria de todas as formas encontrar aquele guitarrista famoso por quem era apaixonada. Mas isso havia ficado para trás, eu tinha de crescer agora. Eu não ia mais pros Estados Unidos por esse motivo. Iria para ficar sozinha.

Depois de uma despedida de alivio, por parte da minha mãe e meu padrasto, entrei no avião segurando minha bagagem de mão. Depois de me sentar olhei pela janela, admirando a lua que parecia ficar ainda mais perto de mim conforme decolavamos.

- Faça algo por você, e faça sozinha Rafaela.

Passei a viagem toda assim, olhando pela janela, vendo a distancia até os Estados Unidos ficar mais curta a cada nuvem.
Quando cheguei fui andando carregando minha mala de mão que parecia mais pesada do que antes. Encontrei minha tia me esperando no portão de desembarque, tão animada que me fez sorrir um pouco.

-Cansada não é? Eu entendo querida. Vamos?

Ela foi cuidadosa comigo, perguntou pouco sobre minha vida na Alemanha, mas falou bastante de como minha vida aqui seria. Ela não parecia tão mais velha desde a vez que havíamos nos visto pela ultima vez.
Chegando em casa, ela preparou um café da manha pra mim com coisas simples, que a gente encontra na Alemanha, pão, manteiga, rosbife e suco de laranja.
A tv estava ligada em algum canal de novelas. Muito engraçado um drama novelistico em ingles.
Aproveitamos o café da manha para ela me contar sobre a escola. As aulas começavam semana que vem, 8 de Janeiro, depois das férias de fim de ano. A escola ficava não muito longe, mas eu poderia ir com ela de carro todos os dias, ela lesionava la, graças a Deus. A escola era de inglês e alemão, eu dominava o alemão, mas não o inglês. Mas ela me disse que seria mais fácil do que eu pensava.

Depois de chegar no meu quarto, que era mil vezes melhor que o que eu dormia na Alemanha. Super arrumado e organizado, tomei um banho e cai na cama pra descansar da viagem. Me deitei na cama olhando a decoração em volta. As paredes eram lilás, e todos os moveis de madeira não muito escura. Havia uma escrivaninha logo a frente da minha cama perto de uma das janelas. Havia um banheiro só pra mim, e varias prateleiras para eu colocar o que eu quiser, era bastante aconchegaste. Minha cama era boa também, ficava com a lateral direita para porta.

- Hey não durma muito, aproveite o dia, estamos no inverno e hoje é o único dia que o sol apareceu.-minha tia disse.

-Ha claro, otimas boas vindas. - Falei abafando o som da minha voz no travesseiro.

Eu acordei um pouco antes do almoço, bem mais disposta e animada com toda a situação. Decidi que depois de comer iria dar uma volta pelo bairro. Pelo o que eu tinha visto a ruas eram tranquilas e haviam poucos carros passando.

-Ha claro, pode andar tranquila por ai. Você vai a pé?-minha tia perguntou.

-Hum, é né.

-Nãão, pegue os meus patins, não uso eles a anos, mas estão em bom estado.-me ofereceu.

Me sentei na calçada para calça los, serviram perfeitamente. Quando eu ainda terminava de amarra los, um garoto com uma bicicleta passa a centímetros da minha cabeça baixa. Ele olhou para tras e sorriu debochando de mim.

-Idiota. - Falei pra mim mesma.

Coloquei meu fone de ouvido e me levantei na direção contraria. Eu comecei andando em volta do quarteirão, as ruas não tinham nenhum buraco se quer, eram lisas e perfeitas, tudo ficava mais agradável a cada minuto, eu estava adorando.
Eu cheguei no final de uma rua que eu não fazia a mínima ideia de como se pronunciava o nome, que estava escrito na placa amarela logo acima.

-Ok, só espero que não esteja escrito "Pare, risco de morte".

Eu decidi seguir a rua, pelo menos até o final da rua e depois voltar pelo mesmo caminho, era uma linha reta, não tinha erro.
Chegou a uma altura que as casas foram diminuindo, eu comecei a encontrar uma casa a cada 200 metros. Eu estava concentrada na musica que ouvia, em volume alto,quando percebi um barulho insistente atrás de mim. Um carro buzinava freneticamente.
Eu olhei para trás e um carro preto enorme buzinava feito loco. Eu fiz sinal com a mão para ele passar, mas o idiota insistia.

- Hey pode passar. Não ta vendo a pista?- Falei em inglês.

Eu acho que esse idiota não estava vendo mesmo a pista, nas laterais da pista não havia calçada, somente mato, e não tinha como eu sair da via estreita. Ele continuava buzinando com o carro lento atrás de mim, mas nem se quer abriu o vidro.

-Passa logo seu idiota, pode me atropelar. - Eu gritei para ele ouvir.

O carro subiu em cima do mato do outro lado e passou por mim furioso, enquanto ele passava eu bati com a mão na lateral do carro e o chinquei novamente.

-Seu estúpido.

A pessoa freiou bruscamente o carro a alguns metros de mim, a luz traseira se acendeu, ele estava dando ré.

-Merda!

Eu tomei impulso com os patins e corri o mais rápido que pude, meu coração disparou de medo e eu corri corri feito loca. Eu só olhei para trás quando cheguei no final da rua. Ele havia sumido.
Eu suspirei aliviada e corri para casa da minha tia, eu cheguei tão descontrolada, que corri pelo gramado com patins e tudo e grudei na maçaneta da porta feita uma esfomeada por madeira.

-Rafa, nossa, o que aconteceu?

-Nossa tia, um..um idiota buzinando pra eu sair da frente na rua, eu chin..chinguei ele depois sai correndo.

- Nossa, toma cuidado hein. Mas provavelmente não deve ser ninguém de fora, aqui é bem fechado.

Eu preferi escutar o que ela dizia e pensar que foi somente porque cheguei hoje e ainda estou um pouco assustada. Mas era assim que os americanos tão educados tratam a vizinhança? Passando o medo, agora eu pensava, quem aquele cara pensava que era?
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Continua...
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MensagemAssunto: Re: Hate That I Love You   Hoje à(s) 9:08 am

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