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 Blades Of Revenge - FIM

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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Qua Maio 16, 2012 5:00 pm

Olá meninas, passando para deixar mais um capitulo.
Espero que gostem, esse terá algumas revelações.
Boa leitura^^




Capitulo 4: Police




-Atenção todas as unidades. Repetindo todas as unidades se dirijam imediatamente para a rota 66. Precisamos de ajuda.

A voz metálica que clamava por ajuda era ouvida com pesar por seus companheiros próximos.

A mídia não parava de divulgar que três dos integrantes da famosa banda Tokio hotel foram mortos de forma brutal e cruel. A o redor do mundo, inúmeros fãs se encontravam abatidos pelo ocorrido, porém todos eles queriam que o criminoso fosse pego e morto em praça publica coisa que não aconteceria tão cedo, pois a policia não sabia por onde começar. Até porque não havia nada que pudesse levar ao assassino. Não havia digitais, pegadas, o qualquer coisa que servisse de pista para ir atrás da pessoa que fizera isso. E isso os preocupava muito. O poderoso FBI estava na estaca zero.

O local interditado ainda aguardava o carro do IML para buscar o corpo, no local do crime não havia nada e isso era preocupante. Aquele crime havia sido perfeito.

As duas crianças logo foram enviadas de volta a mãe que teve que dar muitos esclarecimentos, elas foram questionadas por metade dos peritos disponíveis naquela aérea, porém a única coisa que elas sabiam foi somente o que a garota disse, quando a mesma pediu ajuda, o que aconteceu e como aconteceu elas não sabiam.

-Agente Yuki, você foi a primeira a ouvir a voz da garota, o que exatamente ela disse? – perguntava o sargento Carl da homicídios.

-Carl, ela apenas me disse para vir na rota 66, porque haviam duas crianças trancadas em um carro.

-Eu realmente não entendo. –Yuki revirou os olhos e fingiu ouvi-lo. -Era mesmo uma garota? Você tem certeza? – Indagou ele retirando-a de seus pensamentos.

-Não Carl, a voz era de uma gazela. – ironizou ela fazendo-o ficar carrancudo. – é claro que a voz era de uma garota. Só não consigo entender porque ao invés de acabar com a vida de todos, ela deixou as crianças vivas e ainda pediu ajuda para elas?

-Talvez seu alvo fosse só aquele sujeito ali.

-Detetives, achei a ficha completa dele: Seu nome é Bill Kaulitz, 22 anos, vocalista da banda Tokio Hotel, estava responsável por levar essas crianças para casa dos pais, já que a mãe teve um problema e precisou ir para o hospital.

-Allan você só tem isso? – Indagou seriamente quando viu que o moreno assentiu. – precisamos de mais coisas e... com licença. – Carl se distanciou um pouco para atender o celular, e logo voltou levando todo mundo com ele para a sede do FBI.

***

-Certo, Felix o que tem para nós. Descobriu algo? – o moreno se aproximou com uma pequena quantidade de papeis nas mãos.
-Carl, ele fora atacado com um objeto de lâmina enorme e muito bem afiada, daquelas que são capazes de cortar o vento se me entende. Inicialmente ele fora cortado no ombro, o corte desceu até a barriga entrando superficialmente em alguns órgãos, logo após seu peito fora cortada de forma horizontal e novamente alguns órgãos foram atingidos superficialmente.

-o quão superficial foi? – Yuki questionou sendo logo advertida pelo olhar frio de Carl.

-O bastante para apenas romper a capa que os protegia e causar uma pequena hemorragia interna. Logo após foi desferido inúmeros cortes em seu corpo, começou com um que atingiu o braço abrindo uma pequena fresta, depois ele foi atingido no estomago e na virilha, o ultimo corte fora desferido no baço, este porém ela introduziu nele a lâmina inteira, o corte foi fundo e afetou imediatamente a coluna. Ele morreu após isso. E mesmo depois de morto ele teve seu órgão genital decepado.

-Que horror. – exclamou Yuki, chamando a atenção dos poucos homens para si. Internamente eles pensavam exatamente como ela.

-mas não é só isso. Pela forma de manusear a lâmina, a forma de acertar a vitima, e os cortes como foram feitos. Quem fez isso não é amador, é profissional.

-Ainda estamos na estaca zero, não há pistas, não há possíveis suspeitos. Não há nada.

-Chefe?

-Fale Allan.

-Acabaram de chegar mais duas fichas, temos outros dois casos parecidos com esse.

-Pelo visto temos um serial killer a solta.

-Eu não diria um serial killer, talvez sejam stalkers, ou alguém que definitivamente não gostava de nenhum deles. E também tem outra coisa.

-o que é agora Allan.

-O quarto membro da banda ainda continua vivo.

-o que quer dizer....

-que se fosse mesmo algo contra a banda esse cara já devia estar morto como os outros, só não está porque talvez não seja o alvo. – Yuki interrompeu o chefe fazendo-o o olhar estreito para si pela inteligência da mesma. Odiava competir com mulheres.

-Ou talvez ainda não tiveram tempo para mata-lo... – Completou Allan.

-certo, Louis, Clara e Allan encontrem-no e o coloquem na proteção. Seja quem for terá que passar por nossa vigia para acertar conta com ele e é aí que pagaremos o infeliz. – Carl pegou logo seu terno vestiu-o, ele iria até a área de proteção.

-Não acredito que seja o infeliz Carl, você sabe que quem ligou foi uma garota.

-Yuki querida, talvez ela apenas estivesse passando no local e viu as crianças presas e nos avisou.

-Carl, ela estava na cena do crime, não acho que seja apenas mera coincidência.

-Já chega Yuki, temos que fazer algo pela vida do outro membro da banda, somente através dele poderemos achar o verdadeiro culpado. Agora chega de tantas especulações e vá fazer seu trabalho.

-Ok pessoal, cadê as fichas dos outros dois membros. – Questionou Yuki logo vendo Eric com elas na mão.

Primeira vítima: Tom Kaulitz, 22 anos, morto no estacionamento próximo ao universal ás duas e meia da manhã. Ele teve as mãos decepadas, a cabeça amputada e os genitais cortados, todos os cortes foram feitos por uma lâmina afiada e comprida, o modo de usa-la se adequou a de um profissional.

Segunda Vítima: Georg Listing, 25 anos, morto no banheiro de um clube de strip-tease ás três e vinte e cinco da manhã. Georg teve seus genitais decepados e morreu aparentemente de hemorragia.

Terceira e ultima vítima até agora: Bill Kaulitz, 22 anos, morto ás duas horas da manhã – assim como os outros- na estrada 66, teve inúmeros cortes no corpo e morreu quando a lâmina atravessou seu baço e atingiu a coluna. Teve também seus órgãos genitais decepados mesmo depois de ter entrado em óbito.

-Temos alguma prova? – indagou Clara que adentrava o recinto pesado novamente.

-Não, não há fio de cabelo, digitais, pegadas, nada. Não temos nada.

-Um crime perfeito. – concluiu Allan.

-Ok, que características eles têm em comum? Todos são altos, quase tem o mesmo estereotipo, todos são músicos, possuem uma banda, algo mais relevante que isso? – Perguntou Eric. Yuki ainda olhava atentamente para as fichas de cada um postas sobre sua mesa.

-Todos eles estudaram na mesma escola.

------------------------------------------------
E então, estão gostando da fic? Estamos na reta final.
Será que Gustav vai ser pego?
Beijinhos^^
Continuo?
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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Qua Maio 16, 2012 7:35 pm

WOW!Bill!!!!!!!!!!!Cara,essa eu não espera MESMO!
Eu fiquei um pouco chocada,só falta o Gustav,mas será que o Gustav tá nessa?Agora me deu esse pensamento.....não sei por que....
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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Qua Maio 16, 2012 8:40 pm

Tomara que não atinja o Gustav!
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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Qua Maio 16, 2012 8:56 pm

Lady.Spooky escreveu:
WOW!Bill!!!!!!!!!!!Cara,essa eu não espera MESMO!
Eu fiquei um pouco chocada,só falta o Gustav,mas será que o Gustav tá nessa?Agora me deu esse pensamento.....não sei por que....

Eu falei pra ela não fazer isso com o Bill!
Sério, eu pensei que você não faria isso com ele Ally.
Enfim, esperando pelo próximo capítulo.

Viu, lembrei de comentar u.u
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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Qui Maio 17, 2012 12:03 pm

Hallo girls!!!!!
Bom esse é o penumtimo capitulo, eu estava revendo algumas coisas e acabei diminuindo um cap.
Bom divirtam-se, tá acabando ^^
E mais um declina haha
Boa leitura




Capitulo 5: A Totally Liar, A Dead Liar.


A manhã daquele dia era cinzenta, não só por ser o ápice do inverno como também por estar de frente aos caixões de seus melhores amigos. Ele ainda se perguntava o porquê de tudo aquilo e principalmente quem seria o desalmado a ter causado tanta dor as suas famílias e entes queridos e também naqueles que tanto os amavam mesmo nunca tendo os vistos, ou os conhecido verdadeiramente. A chuva fina caia sobre todos os presentes naquele fúnebre momento. Era triste, mais não tanto quanto estava sendo revoltante. Ele sentiu uma vontade incontrolável de acabar com o assassino com as próprias mãos, porém sabia que seria difícil já que além de estar na proteção do FBI, tinha certeza de que ele seria o próximo. Talvez fosse loucura ou um presságio ruim passageiro, mais ainda assim sabia que provavelmente seria procurado. E internamente confiava nisso, queria que fosse procurado, pois assim lutaria com todas as suas forças para entregá-lo a policia. Isso claro depois de convencê-los que não estava envolvido nesse crime.

O funeral transcorreu sossegado, não havia haters, não havia stalkers, nem ninguém que quisesse ‘comemorar’ a tragédia, apenas eram ouvidos orações, soluços e lágrimas silenciosas. Talvez a Alemanha estivesse em festa pelo ocorrido, já que para eles, sua banda era pop e isenta de talento. Ainda assim uma parte de si começou a ficar com medo do silencio, é sempre nessas horas que algo muito ruim costuma acontecer. Logo os caixões foram abaixados em seus devidos túmulos e foi erguido o memorial, a mão que repousava em seu ombro o apertou um pouco. Era hora de ir e então ele entrou no carro e voltou para casa com a escolta de agentes do FBI. Sua casa era monitorada vinte e quatro horas por dia. Qualquer pessoa que tentasse entrar ali seria capturada pela inúmeras câmeras em seu portão, nos jardins e no raio de vinte quilômetros até lá. Ninguém passaria despercebido.

Cansado, entrou em casa sendo recepcionado pelos agentes, dois deles encontravam-se grampeando as linhas de telefone e outros quatro estavam sentados na sala prontos para interrogar-lhe.
-è Gustav, certo? – certificou-se Clara- a jovem de cabelos ruivos e olhos mais verdes que ele já vira na vida - que estava a frente da organização de proteção.

-Sim, sou Gustav Schafer.

-Eu sei que o momento é difícil, sei que deve ser uma barra o que esta vivendo agora, mais eu preciso de sua colaboração para encontrar os devidos responsáveis por esse crime, posso contar com você? – Gustav apenas balançou a cabeça fazendo um gesto para que ela continuasse. – Bom, eu vi as fichas de seus amigos e comparei com uma fornecida por você na noite anterior, todos vocês estudaram na mesma escola, é isso?

-Sim senhora, nós estudamos apenas um ano juntos, os gêmeos estavam na oitava série, eu no primeiro ano e Georg no segundo.

-Então, foi apenas um ano. Vocês não eram da mesma sala.

-Foi apenas um ano, porque Bill e Tom eram odiados na escola. Ninguém gostava deles.

-Mas como? Porque eram tão odiados?

-Questão de estilo. Bill e Tom não usavam roupas ‘normais’ por assim dizer, cada um tinha seu próprio estilo. Bill gostava de roupas diferentes enquanto Tom das roupas largas. O fato de Bill usar maquiagem e Tom rastas foi a gota d’água na escola.

-Aconteceu algo?

-Sim, foram ameaçados muitas vezes, o padrasto deles tinha que ir busca-los na escola e por conta disso ele levava consigo um taco de baseball.

-o padrasto deles chegou a agredir alguém?

-Nunca, só levava como forma de defesa, na verdade ele ficava mais exposto, somente para que vessem que se tentassem contra a vida de um deles, alguém sairia machucado. Mais felizmente isso nunca aconteceu.

- E porque eles deixaram a escola?

-Eu não me lembro de exatamente como aconteceu, só me lembro de um cara que chegou com uma camiseta preta escrita kill Bill, depois daquele dia nem Tom nem Bill voltaram mais para escola.

-Mias podia ser uma apologia ao filme.

-Georg e eu também achamos isso, mas não conseguimos mudar a idéia deles e logo também atingimos a fama.

-Então eles não terminaram a escola?

-Sim, só que através da internet.

-Acho que todo mundo naquela escola é suspeita então.

-Não acho que seja da escola, senhora Clara.

-Tem idéia de quem pode ter sido?

-Somos famosos, muitas pessoas podem tentar fazer isso e também somos odiados.

-o que quer dizer com isso Gustav?

-Da mesma forma que temos fãs, temos anti-fãs.

-Sendo assim pode ser que a pessoa já esteja longe, vasculhem os aeroportos em busca de alguém que tenha entrado ou saído do país com uma espada ou lança, sei lá. Procurem.

-Na escola, como vocês se comportavam?

-Éramos na medida do possível normais, porém as pessoas nos excluíam por isso.

-Vocês por um acaso chegaram a fazer mal a alguém? – Gustav sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha. Fazer mal? Eles haviam feito uma coisa qu ... mas não era nada, ou era? Deixa pra lá. O passado jamais seria remexido, se três levaram para o tumulo o segredo, não seria ele a contar.

-N-não, nunca. - Clara, o analisava profundamente. Gustav não havia se dado conta, mas ela já havia percebido qual era sua jogada. Clara era a melhor no quesito "pessoas mentirosas" e jamais havia encontrado alguém que mentisse tão bem a ponto de ser tão natural, da mentira lhe soar como verdade e da convicção que ele possuía ao contá-la.

-Ok, Gustav por hoje é só. Descanse. Nossa equipe ficará do lado de fora em volta de sua casa, portanto se sair ao jardim não estranhe os agentes andando por ele e as câmeras, ok?

-Obrigada senhora.

Clara logo levou sua equipe com ela assim retornando a cede do FBI.

- E então como foi? – Questionou Carl com uma pasta de arquivos em mão.

-Eu acho que ele tem algum problema. – Afirmou ela remexendo no cabelo.

-Clara todos têm problemas. – Carl retrucou como se fosse a coisa mais obvia.

-Não Carl, não é esse tipo de problema de cotidiano, mas sim problema mesmo, o laser que detecta mentiras, detectou várias. È como se fosse uma história arquitetada. Como ele não percebeu nada, as suas expressões tentariam nos convencer.

-E convenceu?

-A impressão que demos a ele foi de que sim, mas eu ainda acho que ele está envolvido.

-Ele tem noção de quem possa ter sido?

-Ele diz que não, mais ao mesmo tempo tem todos os alunos da escola e também os fãs. Eu mandei fazerem uma busca no aeroporto e nas câmeras de segurança de lá.

-Não é o suficiente.

-eu sei Carl, mas não temos nada, não temos para onde correr ou uma pista ao menos.

-Como é a casa do senhor Schafer?


-Totalmente organizada e sem nada fora do lugar.

-o típico estereotipo de nerd, daquele tipo de pessoa que tem muito a esconder.

-ele é totalmente fora dos padrões das outras vitimas, ele é quieto, cabisbaixo, com pose de nerd. Acha mesmo que pode ser o próximo?

-Não, não acho. Tenho certeza, Clara.


A noite logo chegou, nada fora detectado pelas câmeras ou pelos agentes de elite que ali se encontravam. Estava tudo no mesmo lugar, menos uma coisa.
Arthur o agente que ficou responsável por vigiar Gustav havia acabado de entrar na casa, tudo parecia normal. Procurou o jovem de cabelos loiros em todos os lugares daquele local, só não imaginava a cena que o aguardava.

Todos os alarmes foram acionados, pela centésima vez naquela noite as câmeras estavam sendo reviradas, não havia nada de errado. Não havia ninguém. Mas então, como havia acontecido?

-Como são incompetentes! – esbravejou Carl assim que adentrou o enorme jardim. - Como puderam ficar somente aqui fora? Eu avisei para alguém ficar dentro da casa, não avisei? Bando de ignorantes.
-calma Carl, ninguém podia prever isso.

-Como calma Yuki? Debaixo de nossa guarda, dentro de nossa proteção e você ainda pede que eu tenha calma? – Yuki revirou os olhos continuando a vasculhar a casa.

-Senhor já tenho as informações que queria.

-Félix esse também foi castrado? – Questionou Yuki, arrancando alguns risos e a ira de Carl sobre ela. -Certo Félix, continue.

-Gustav Schafer, 25 anos, morto com uma lâmina pontiaguda de extremo corte e afiação atravessada em seu corpo, um corte que atingiu o intestino e a coluna cervical. Morreu de hemorragia e trauma às quatro horas manhã. Após morto, teve seus olhos removidos.
-Como é que é? – indagaram Yuki e Carl em uníssono.

-Então, além de se infiltrar sabe lá como pelas barreiras que eu impus...

- o que será que fez o assassino mudar de modo? – Yuki perguntou cortando a concentração de Carl que olhou feio para ela.

-isso eu não sei, só sei que... – pelo visto hoje era o dia dele ser interrompido, coisa que Carl mais odiava.

-Chefe, achei uma coisa. – gritou Allan do porão. Logo seus passos foram ouvidos e ele chegou a sala ofegante e suado. – isso não estava em um lugar comum, estava dentro de um fundo falso numa espécie de cofre. È uma fita.

-O que será de tão importante para ser escondido dessa forma? – Carl pensou alto demais fazendo os demais o ouvirem.

-Caro Carl, algo que de fato ele não queria que alguém visse.

-Ok, vamos terminar aqui primeiro, alguém achou algo? – todo mundo balançou a cabeça indicando que não. – droga, como isso esta acontecendo?

-Se vai continuar dizendo que esse crime foi perfeito, esqueça.

- o que quer dizer com isso Yuki?

-Que eu acabei de achar um fio de cabelo. – Carl olhou para ela estático que apontou para baixo, especificamente no meio de seus pés, logo ele viu no chão marrom um risco grosso. Rapidamente abriu sua maleta e retirou a pinça e a luz azul, logo a mirou no pé de sua agente localizando o fio de que ela falara, retirou-o com a pinça e o colocou num saco plástico.

Após se darem conta de que essa fora a única pista encontrada, todos recolheram suas coisas retornaram ao escritório. Porém uma surpresa os aguardava.

---------------------------------
E então, qual será o verdadeiro motivo por trás disso tudo? Quem se arrisca?
o próximo é o último!!!!
Bejinhos^^


Última edição por Ally Kaulitz em Qui Maio 17, 2012 2:24 pm, editado 1 vez(es) (Razão : add video)
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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Qui Maio 17, 2012 1:11 pm

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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Qui Maio 17, 2012 2:26 pm

PQP!!!!!Será que foi o Gustav??????????????
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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Qui Maio 17, 2012 3:41 pm

Hallo girls, decidi postar hoje o ultimo capitulo dessa fic antes que alguém me mata, né Vitta? huaahuaauhauah
Enfim, espero que gostem
Boa leitura




Capitulo 6: The Truth Through Time


Já passava do meio-dia quando todos retornaram a cede, a papelada e toda discrição ainda era mantida longe dos repórteres e mexeriqueiros que ali se encontravam. Todos queriam uma explicação, porém ela ainda estava longe de vir.

A mídia divulgava inúmeros absurdos e especulações um tanto sugestivas em relação aos assassinos de uma das bandas alemãs mais famosas no momento, no entanto nem o FBI seria capaz de alegar tal fato. A revolta dos fãs ficara evidente quando se começou uma espécie de processo lá fora, mais isso já não importava para eles. Faltava muito pouco para desvendar o mistério e o profissionalismo exercido nas mortes daqueles quatro garotos aparentemente frágeis.

Yuki subiu a frente do ‘chefe’ e se encarregou de levar o videocassete e convocar os demais da equipe.

-Algo me diz que tem algo de extrema revelação nessa fita. – disse Allan saltitante.

-Está falando isso, porque ela não estava na prateleira de filmes não é? – Indagou Clara sentando-se na cadeira.

-Clara que motivo você acha que ele teria em esconder essa fita do mundo, dentro de um cofre e ainda por cima abaixo de um fundo falso? Essa fita tem algo.

-Ok crianças deixem de birra, se realmente tiver algo será ótimo senão ainda temos aquele fio de cabelo. – Alertou Carl fechando a porta.

-E se a fita não tiver nada e o cabelo também não valer, nós estaremos na estaca zero e ai o chefinho poderá dizer que o crime foi perfeito. – completou Yuki ironizando o chefe.

Carl ignorou o que sua agente disse e colocou a fita para rodar, torcendo para que ela ao menos desse uma luz nessa conturbada investigação.

E de fato a fita clareou a idéia de todos, eles só não achavam que seria algo tão cruel e assustador. Jamais imaginariam que aquela fita fosse tão absurda.

O ambiente era sujo, molhado e um pouco escuro. Ao fundo as gargalhadas. A câmera se ajustou e logo apareceu, Bill, Tom e Georg com uma garota. Todos estavam vestidos de colegiais. Os meninos estavam com uma camisa branca de botões e calças negras, já a garota trajava a camisa, a saia xadrez e botas de salto. Era muito bonita. Sua pele branquinha contrastava com o cabelo e os olhos negros como a noite. A garota estava muito acanhada enquanto os outros três animadinhos demais. O quarto garoto pela voz Clara deduziu ser Gustav, ele estava filmando tudo.

Logo as coisas parecerem mudar, Georg pegou a garota e a prensou na parede enquanto os outros dois a amarravam com cordas bem fortes, um vacilo deles e a garota chutou a canela de Tom que logo lhe deu um soco fazendo-a bater no concreto sujo do muro. A garota rapidamente se recuperou e começou a tentar lutar contra o que lhe era feito.mesmo com as mãos atadas.Bill deixou que os dois fizessem o que queria com ela e foi se sentar sobre um caixote de madeira, ele não sorria apenas algumas lágrimas caíram de seu rosto. Gustav tirou o foco que havia posto em Bill e voltou na garota, ela gritava pedindo ajuda enquanto os outros dois tiravam suas roupas. Eles levantaram a saia da garota e tirara sua calcinha, quando estavam começando abrir a blusa dela, a menina simplesmente deu uma coronhada na cabeça de Georg fazendo-o ir ao chão. Tom pegou-a pelo cabelo e começou a agredi-la, desferiu inúmeros tapas em seu rosto fazendo-a ficar de cabeça baixa enquanto o sangue escorria manchando a blusa da garota. Georg havia se recomposto e voltava agora para terminar o serviço, ele puxou o cabelo dela com força fazendo-a gritar enquanto erguia a cabeça, quando viu que era ele, ela simplesmente lhe desferiu chutes por onde conseguia alcançar. Cansado das gracinhas dela, ele lhe acertou na cabeça com força fazendo-a embater o pescoço no muro. Tom ria da cena enquanto Bill chorava, Georg caminhou até ele e o fez secar as lagrimas, tom veio em seguida e livrou seu irmão de sua calça e sua roupa de baixo. Era evidente que Bill estava sendo forçado a fazer aquilo, não só ele como a garota. Tom pegou ela por um pulso e Georg por outro, quando a viraram para fazer um sanduiche notaram que ela não respirava mais.

-ai meu deus, nós matamos ela. – advertiu Bill em voz alta. Gustav que filmava ainda ria da cena.

-Gustav, caralho para de rir, ela não tá respirando. – Gritou Georg.

-e agora o que vamos fazer? Se nossa mãe souber disso, ela vai nos matar. – choramingou Tom que logo vestiu toda a sua roupa.

-A culpa é sua. – Georg gritou apontando o dedo na cara de Tom. – se não tivesse batido com tanta força.

-Eu? Olha quem fala você deu o último golpe nela. Você a matou. - acusou Tom. -Nós temos que nos livrar do corpo.

-mas como? Eu não tenho coragem.

-engraçado que foi você que trouxe-a para cá, para nós darmos umazinha com ela e agora você me diz que não tem coragem?

-Cala a boca Tom.

-Chega os três. – Gritou Gustav. – è bem simples, peguem o corpo dela e amarrem, depois coloquem no fim da corda um bloco de concreto e joguem no lago. Como ele é fundo irá engolir ela e ninguém achará o corpo.

-Ai nós queimamos este lugar, e tudo que há nele. – Alertou Georg colocando a gravata.

-Gustav e você destrói essa fita. – Exigiu Bill que ainda tentava limpar as lágrimas.


Só que Gustav, psicopata como era, jamais destruiu a fita.

Após o termino da filmagem, a TV rangia mais eles não se incomodaram. Tudo havia ficado claro, principalmente as partes que fora cortada do corpo de cada um deles.

-Agora eu consigo entender porque castraram três e o ultimo ficou sem seus olhos, foi justamente por causa das ações deles nessa fita. – Disse Yuki enquanto tentava tomar um copo de água, tudo aquilo que continha na fita era demais para ela, já que a mesma passou por uma situação semelhante.

-Tom, teve suas mãos, seus órgãos genitais e sua cabeça decepados por bater nela e tentar estupra-la. Georg teve seu membro decepado por também tentar estupra-la. Já Bill teve o corpo todo retalhado e o membro decepado, no caso dele eu não entendo porque, ele não fez nada com ela, ele somente se arrependeu, porque ela não o deixou viver? Acho que ele era inocente. – questionou Allan logo sendo interrompido por clara.

-Porque ele viu tudo e não tentou impedir.

-Eu discordo Clara, você ouviu um deles dizer que havia dopado a garota, poderia ter sido o Bill. – especulou Yuki.

-Ok, chega de especulações. A questão é, passaram-se oito anos desde esse acontecimento, porque só agora o acerto de contas? – Perguntou Carl coçando a cabeça.

-vai ver alguém viu e resolveu fazer justiça, isso se não fosse algum parente ou amigo da garota. – concluiu Yuki, ainda tentando dar um gole no copo de água em sua mão.

-a questão não é nem a pessoa, mas sim o tempo que se passou. Porque só depois de oito anos?

-Chefe não complica, se nós não temos idéia do assassino imagina do porque se vingar depois de oito anos. – Carl riu Allan às vezes era uma figura, mais ele tinha razão.

-mas a questão nem é pelo tempo.

-como não Yuki?

-Ninguém aqui pensou se eles se livraram ou não do corpo? A fita parou nessa parte.

-isso é verdade, se fizeram devem ter feito bem feito, já rastreei tudo que podia em relação a alguma noticia desse crime e não achei nada, é como se não tivesse acontecido.

-certo, certo, então vamos começar por....

-Chefe, já temos o resultado do DNA do fio de cabelo que a Yuki achou.

-fale logo Félix, quer matar todo mundo aqui de curiosidade.

-Ok chefe, o fio pertence a Joyce Bellecher, 16 anos e aqui está o atestado de óbito dela.

-Ah não! – gritaram todos na sala.

-Ah não o que? O que vocês escondem? – indagou Félix colocando sobre e mesa os inúmeros papéis e pastas que traziam consigo.

-Esse era o nome da garota que eles mataram durante essa filmagem. – Yuki pegou o controle e ligou a TV mostrando a fita para Félix.

-só que gente, o DNA desse fio de cabelo não só nos dá o nome do assassino como também é recente, foi fresco. Aquilo não estava lá por um acaso. – Alertou Félix já deixando a sala.

-Então ela queria que nós soubéssemos. – concluiu Carl.- ok, Mart pegue uma foto dessa garota e faça um esquema pelo computador envelhecendo-a, aposto que os fãs deles vão adorar nos dar a cabeça dessa garota.

Um mês depois

O caso Tokio hotel foi fechado pelo FBI por falta de provas, as mortes foram feitas através de uma espada, essa, porém nunca fora encontrada, Bill, Tom, Georg e Gustav foram mortos por causa de uma vingança. Os agentes do FBI dizem que esse crime fora perfeito e o apelidou de lâminas da vingança. Por dias vagou no mundo todo a foto de uma garota que era a assassina dos integrantes da banda, mas a mesma nunca fora achada.

Fazia exatamente um mês que eles se foram, mas quem caminhava a noite pelo cemitério próximo ao memorial deles podia ver que uma garota com uma espada banhada em sangue caminha em círculos e na manhã daquele belo dia de sol, aquela espada estava cravada sobre o memorial e escrito a sangue fresco estava a seguinte frase: Queima de arquivo, aproveitem o inferno.


FIM

--------------------------------------
e então o que acharam?
Ficou muito ruim?
Quero comentários sinceros viu?
Beijinhos e até uma próxima fic^^
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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Qui Maio 17, 2012 3:58 pm


Peraí que tipo...to tentando processa tudo..PRONTO!
Tudo que eu pensei foi errado!E tava tãooo obvio!
Gente,os meninos fizeram algo horrível e mereceram!Como a Joyce conseguiu escapar da morte?
Vish !!!!!!!!!!
Bom demais,como sempre Ally,cê é foda D+ sua linda :3
Esperando ansiosamente pela próxima!!!
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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Qui Maio 17, 2012 8:22 pm

Para tudo! Como eles puderam fazer isso com a garota?
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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Sex Maio 18, 2012 7:33 pm

Até que fim eu li o final de uma fic da Ally!E que fic ,em?
Não foi nada do que eu pensei, nada mesmo! E eu pensei que um iria ficar vivo. Ally malvada matou todo mundo.
O cometário da Lady.Spooky me deixou confusa, a Joyce não morreu? Pra mim ela era um fantasma que voltou pra se vingar.
Enfim, ta ótimo como tudo o que você escreve.
Parabéns! E já pode começar a postar outra Fic u.u
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MensagemAssunto: Re: Blades Of Revenge - FIM   Hoje à(s) 2:51 pm

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