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 Skin - Epílogo.

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Anne Lander
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MensagemAssunto: Skin - Epílogo.   Qua Maio 30, 2012 11:40 am

Hey, aliens :3

Bom, estou com um novo trabalho, chamado Skin, tem uns 15 capítulos postados do Nyah! e bom, eu quis vir aqui compartilhar com vocês, minhas queridas <3

Então, vou deixar a sinopse e e o prólogo, quero que vocês me digam, se eu poderei continuar!

_____________________________




Nome: Skin.
Personagens: Nina, Tom, Georg e Bill.
Classificação: +18 (Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Desvirtuamento de Valores e Violência).
Gênero: Romance.
Capítulos: - - -
Finalizada: - - -
Autor: Anne Lander (annebk).
Beta-Reader: - - -

Sinopse.


Eu era tão boba, quando me deixei levar por aquele sorriso bobo, aquela conversa que fluía tão bem... Agora eu sei que aquele desejo de vingança escorre pelos meus olhos toda vez que flashes de cada noite surgem na minha memória como facadas em meu peito.
Eu tinha esse desejo, eu o iria fazer implorar por tudo que ele me fez. Eu sofri nas mãos dele, mas agora é a vez dele pedir pela minha pele.

Personagens.


Bill • Nina • Tom • Georg



Aqui estou eu, acabei de acordar, era uma fria segunda-feira.

O barulho das folhas batendo na janela, me assustou, assim que abri meus olhos e sentei-me a beira da cama, senti uma brisa gélida pairar sobre meu corpo. Nem me preocupei em checar se ele estava lá, ele nunca estava.

Ergui-me, apanhei o roupão de seda rosado acima da poltrona vitoriana e o vesti. Corri meus olhos pelo cômodo vazio, porém algo capturou minha atenção. Um papel esbranquiçado, mal dobrado estava em cima da mesinha próxima a porta.

Caminhei bocejando até tal objeto, preguiçosa e um pouco curiosa, captei o objeto e segui até próximo a varanda que dava para o estacionamento. Abri um pouco das cortinas de seda bege e verifiquei se o carro de luxo dele permanecia no local, e como sempre, não estava. Fechei os olhos desejando profundamente que ele morresse, essa raiva toda fez com que eu amassasse o papel e lembrasse que ele ainda permanecia em minhas mãos.

Abri-o com cuidado para não amassar-lo mais e o observei. Eram as letras dele, sabia disso, aquele primeiro cartão que ele me deu com o número dele, não nega. Sentei-me da confortável poltrona e o li, na esperança de que algo diferente estivesse escrito ali.

Espero que não conte isso para seu irmão, você sabe o que isso irá acarretar para você! Não quero perder meu brinquedinho, te vejo a noite. Tom.

O de sempre.

Enfurecida, como em todas às vezes, passei pela lixeira e o joguei fora. Suspirei, caminhei até o banheiro, eu deveria ter feito isso antes, tirar aquele perfume nojento de mim. Deslizei em passos preguiçosos até o banheiro, retirei o roupão no curto caminho que segui e joguei-o no chão, sem me importar.

Abri tediosa a porta do banheiro, fechei-a. Esqueci que tinha uma banheira, mas eu queria ir embora dali o mais rápido possível, não me prezaria a esperar-la encher. Mirei a ducha, não pensei duas vezes e caminhei até a mesma.

Aquela ducha era tudo que eu precisava. Sentir a água escorrer pelo meu corpo, era um ato prazeroso. Deixar a mente vazia, apenas sentir. Era quase como se eu tivesse me entregando a ele, mas a ducha não me traia ou me ameaçava. Ela era tranqüila como a brisa que invadia meu corpo todas as manhãs que deixava o Grand Elysee Hamburg. Um hotel que sempre nos encontrávamos.

O mesmo quarto, a mesma cama, o mesmo corpo e o mesmo desejo. Sentir-me possuída por ele. Pois é, por mais que eu me amaldiçoe todos os dias por ter esse sentimento guardado em mim, eu ainda o amo.

Mesmo que o perfume dele não permanecesse mais em meu corpo, as partículas de ar do ambiente estavam cobertas pelo perfume dele, aquilo me matava por dentro.

Peguei a toalha felpuda e sequei-me rapidamente, enquanto apreciava o vapor de um bom banho quente que estava pairando sobre o ambiente, o doce perfume do sabonete impregnado no vapor varia delicadamente o perfume dele do quarto, por um instante me fez sorrir.

Enrolei a toalha envolta do meu corpo e segui de volta ao quarto. Cacei por minhas roupas pelo chão do ambiente, quando achei peguei uma por uma e coloquei-as sobre a cama de lençóis desalinhados.

Comecei pelas roupas íntimas, coloquei o vestido com um pouco de dificuldade, zíperes. Os sapatos estavam perto da porta, eu já os tinha avistado antes, mas dei uma olhadela para checar. E lá estavam eles.

Caminhei rapidamente até o espelho e chequei meus cabelos, peguei a toalha e sequei-os o máximo que consegui, quando chegasse a casa daria um jeito neles. Oh droga, quando eu chegasse a casa teria que inventar mais uma boa desculpa para meu irmão, mas ele me entenderia. Casa de amigas é! Boa idéia.

Peguei o casaco em cima da poltrona e o vesti, observei a vista da fresta da cortina que deixei aberta. Cidades em dia de segunda-feira estão sempre movimentadas, trabalhos, estudos, reuniões... Pois é, eu tinha que me arrumar para o trabalho ainda.

Hoje eu tinha plantão, então era melhor correr para conseguir passar na cafeteria e conseguir um bom café sem açúcar, antes do horário. Desci apressada e caminhei até a cafeteria próxima, pegaria um táxi após.

Na minha vida ele já vasculhou e conseguiu mexer com ela, mas em meu trabalho, eu nunca permitiria.

_____________________________

Obs.: O hotel citado, existe, clique aqui para ver as fotos. São fotos maravilhosas, e este local, será palco de diversas partes da vida dos protagonistas.

Posso continuar? :3


Última edição por Anne Lander em Ter Nov 06, 2012 9:51 am, editado 29 vez(es) (Razão : Epílogo.)
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Qua Maio 30, 2012 2:17 pm

Continua Liebe I love you
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Qui Maio 31, 2012 2:06 pm

DEVE!
senti uma dependência doentia aí.......... adoro!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Qui Maio 31, 2012 4:48 pm

Patty Back diz:
Citação :
DEVE!
senti uma dependência doentia aí.......... adoro!!!!!

Estou aqui só pra ler essa mana ^^
Continue *-*
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Qui Maio 31, 2012 9:11 pm

Acho que vai rolar algo muito sério aí!
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Sex Jun 01, 2012 12:13 pm

Continue claro. Adorei esse ar de suspense.
Vi as fotos do hotel, realmente sao maravilhosas. Luxo .
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Sab Jun 02, 2012 10:39 am

Oi!

Bom, desculpem a demora, minha internet me deixou na mão e fiquei sem alternativas, mas bem, vamos lá!

A fanfiction é dividida em três fases, a primeira começa aqui e durará alguns capítulos, quando trocar, eu aviso a vocês e outra, cada capítulo, tem uma música significativa, vocês podem até ouvir, se quiserem, mas não é obrigatório, quando for, eu aviso, provavelmente, será no capítulo 8.

Bom, boa leitura.

__________________________
Fase I - Take my breath away.
(Tire o meu fôlego)

Música: Home (Glee Version).


Eu tenho um segredo que quero te mostrar.



– Senhor, por favor, um café sem açúcar – pedi, sorrindo.

E lá estava eu na cafeteria do aeroporto, esperando por meu irmão.

Eu havia acabado de chegar de uma viagem, eu morava a cinco anos em Paris e após esse tempo todo sem ver-lo, eu iria poder abraçar-lo.

Em Paris, eu estudava medicina. Pois é, eu desde pequena gostaria ser uma grande médica veterinária e carreguei isso até a minha juventude. Aos 17 anos deixei Hamburgo em busca de novos sonhos em Paris, onde meu pai estava residindo, para isso, abandonei minha mãe e meu irmão em Paris. Ele começava a faculdade de psicologia e nos finais de semana fazia parte de uma banda de rock de seus amigos nos quais nunca tive a oportunidade de conhecer.

– Aqui moça – o senhor na bancada, entregou-me o copo enorme com café.

– Obrigado – agradeci e lhe entreguei o dinheiro necessário para pagar a bebida, recebi um sorriso de volta e me encaminhei para onde havia deixado minhas malas.

Sentei-me na cadeira de madeira, coloquei meu copo lá e ajeitei as malas. O ponto de encontro marcado era a cafeteria, eu era apaixonada por café. Era meu néctar dos deuses do dia-a-dia, quando eu sentava tranqüila para relaxar, bebia um bom café quentinho e sem açúcar.

Enquanto apreciava o calor que o copo emanava, observava ao redor se nenhum garoto de cabelos sedosos e compridos e olhos curiosos estavam passando, eu mal podia ver a hora de nos encontrarmos. Eu ansiava por isso! Meu carinhoso irmão mais velho.

Beberiquei um pouco mais da bebida quente e assim que voltei meus olhos para cima, o avistei chegando, sorridente e visivelmente empolgado. Num pulo, ergui-me diretamente em seus braços.

– Georg! – gritei uma vez em seus braços.

Ele me rodopiou algumas vezes, eu não conseguia conter o sorriso que rasgava meus lábios de tão grande, eu estava extasiada, quase que eu não o reconheço. O abraço durou mais alguns segundos, eu não queria me desgrudar dele nunca.

– Como a minha irmã está linda – disse ele, após me soltar, acarinhando meus cabelos com suas mãos macias.

– E meu irmão está divino – eu disse, sorrindo meiga.

– Você está bem? Chegou bem? – perguntou, apanhando minhas malas.

– Eu estou bem, só estava com saudades de você e da mamãe – respondi, apanhando minha mala de mão e meu café.

Caminhamos conversando coisas bobas da viagem até o estacionamento, onde estava o carro dele. Lá ele organizou tudo e abriu a porta para mim, eu comentei.

– Educado – ele riu.

– Com a minha princesinha, sim – falou meigo.

Aquilo me derreteu por dentro, esperei dentro do carro com um sorriso enorme, era assim que ele me chamava quando pequena.


Era um dia nublado, a Senhora Listing havia decidido levar os filhos ao pequeno parque próximo de casa mesmo assim, já que não estava frio e nem parecia que ia chover, só não tinha sol dentre as nuvens.

As duas crianças correram empolgadas quando avistaram o local, já havia algumas crianças conhecidas por lá, então o pequeno casal de irmãos felizes, seguiram até eles correndo.

A pobre moça disse:

– Não corram! – mas já era tarde demais.

A pequena caíra no chão e imediatamente começara a chorar. O pequeno se desesperou ao ver a menor no chão chorando e retomou seus passos pequenos até ela. A mãe já estava chegando, desesperada, enquanto o pequeno a ajeitou no chão pegou o lencinho que ela usava nos cabelos e limpou o machucado que se localizava na perninha branquinha dela. A mãe assistia tudo, mas já preparada para ajudar quando o heróico moçinho terminasse de acalmar a menor que apenas soluçava.

– Agora tudo vai ficar bem, princesinha – eles se abraçaram.



– Posso saber o porquê esse sorriso? – perguntou, enquanto ele colocava os cintos de segurança.

– Lembrei de quando eu despenquei no parquinho e você cuidou de mim – respondi, virando para ele, enquanto colocava os cintos de segurança.

– Aquele dia você me deu um susto – ele emendou – Nina, você deveria ter me chamado para a sua formatura! – aquilo soou como uma bronca.

– Ai Georg, eu tenho as fotos, ainda vou me especializar aqui, vai ter outra e você vai – disse observando a expressão de frustrado que ele fazia, ele era tão meigo e eu custava a acreditar que estava de volta.

Continuamos conversando dentro do carro até quando chegamos a casa. Aquelas áreas distantes da cidade, onde habitavam famílias em busca de tranqüilidade, eram os melhores lugares para morar. Árvores, jardins flóridos, a calmaria que pairava no ambiente. Como eu sentia falta daquilo!

A casa onde eu morei desde pequena fora reformada algumas vezes, mas ela sempre parecia à mesma. Aquele cheiro de bolo invadia as minhas tardes, o quintal onde tinha um espaço para os brinquedos agora era uma o local da piscina. Aquele ambiente me agradava muito!

As ruas estavam calmas, algumas crianças brincando, enquanto seus pais cuidavam dos jardins, algo simples e corriqueiro da vida. Quando Georg entrou com o carro na garagem, pude ouvir os gritos histéricos da minha mãe. Ela devia ter visto a nossa chegada, como eu ansiava por ver a minha musa.

– Vai lá ver ela, eu levo suas malas para seu quarto – disse ele, sorrindo.

– Tudo bem – falei ansiosa, segurando o copo vazio.

Joguei-o no lixo que tinha na garagem e corri para o quintal, onde ela esperava.

E ela estava ela, mais linda como nunca. Georg sempre dizia que ela parecia mais comigo do que com ele. Eu era mais branquinha, tinha olhos azuis e cabelos mais escuros, assim como a mamãe. E Georg não era pálido como eu, tinha belos e invejáveis olhos verdes e cabelos mais claros. A altura de ambos eram quase a mesma, Georg era um pouco mais alto que eu.

Corri para abraçar minha querida mãe, sentir aqueles braços quentes e aquele perfume de lavanda me adornar outra vez era quase que estar no céu. Fiquei por alguns minutos ali, ela não conseguia me soltar e muito menos eu. Ela falava algumas coisas atrapalhadas e eu pude sentir que ela estava em prantos e cada vez mais parecia me sufocar.

– Calma, mãe, eu voltei – falei com a voz calma, arrumando os cabelos bagunçados dela – Voltei para ficar!

– Pertinho da mamãe, assim que eu quero! – disse ela, limpando as lágrimas.

Ela pegou em minhas mãos e me fez dar uma volta, sorridente ela analisou-me como estava.

– Como a minha moçinha cresceu, está uma linda mulher! – disse ela, sem tirar aquele característico sorriso dos lábios – Agora Georg vai ter mais ciúmes da nossa moçinha, não é filho? – perguntou quando ele nos observava duas da varanda do meu quarto.

– Para, o papai já espantou todos meus namorados – falei fazendo bico.

– E aqui não vai ser diferente – comentou-o, antes de sair.

– Droga – zombei – Mãe, tem bolo? – pedi.

– Sim minha pequena – ela me abraçou de lado e caminhamos para dentro de casa.


Horas depois, em um restaurante.


Num canto onde estava a janela, localizavam três rapazes, um mais diferente que o outro, mas aparentemente amigos e estavam se divertindo tomando seus drinks e conversando, quando o outro chegou.

– Georg, que demora é essa? – perguntou o moço de cabelos negros e olhos tediosos.

– Eu tive que buscar minha irmã no aeroporto – respondeu descompromissado, sentando ao lado do amigo de cabelos negros e olhos tediosos.

– Epa, desde quando você tem irmã? – perguntou o moço de roupas largas.

– Ué, Tom, desde sempre – respondeu analisando o cardápio.

– E nunca nos contou? – perguntou o moço de cabelos negros e olhos tediosos.

– Eu não queria ninguém dando em cima dela – olhou diretamente para Tom, o moço de roupas largas.

– Hei – sentiu-se ofendido – Mas se ela é sua irmã, eu não precisaria dar em cima, beleza não é seu forte Georg – ele brincou, todos riram.

– Pois é, zombe à vontade – disse desinteressado, ele sabia que sua irmã era linda e não só aos olhos dele, todos a admiravam tanto pela beleza, quanto pela simpatia da moça.

– Você podia muito bem nos apresentar a ela não é? – perguntou o rapaz de cabelos negros e olhos tediosos que agora estavam mais para curiosos.

– Que tal amanhã trazer ela para almoçar conosco? – sugeriu Tom.

– Pode ser, mas se eu souber de alguém dando em cima da minha irmã, eu mato – Georg ameaçou, todos assentiram medrosos – Acho que você vai gostar dela Bill – afirmou, direcionando para o moço de cabelos negros e olhos tediosos.

– Por quê? – perguntou curioso.

– Ela fez veterinária – respondeu, escolhendo algo dentre os diversos pratos oferecidos no local – Ela vai se especializar cirurgias em gatos. É a paixão dela – Bill sorriu.

– Sério, que bacana – comentou feliz, Bill estava no último ano de veterinária.

– Então teremos dois veterinários – comentou Tom, rindo.

O almoço seguiu tranqüilo como todos os dias.


__________________________

Sim, essa especialização de veterinária existe, achei muito legal quando eu pesquisei até por que eu amo gatos e esses quatro rapazes ficou bem claro que são os garotos da banda né? (: E na história, a banda é meio banda casual, cada um segue uma profissão diferente que ficará claro durante a história. E bem, a narração é toda pela Nina, porém, só nesse que foi preciso esse "terceiro olhar" sobre a história, bom, até mais!


Última edição por annebk. em Ter Jul 10, 2012 9:53 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Modificação na posição das informações adicionais do capítulo.)
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Sab Jun 02, 2012 7:30 pm

Adoreeei . Que escrita perfeita e bem narrada moça ^^
Eu não tenho irmão, mas posso imaginar o ciumes, que alias bem explicito no Georg né
Após essa conversa dos guris da banda, sinto mts conflitos não so com 1 pessoa.. hmmm
continuuuuue sua fic é mt viciante. Disperta a vontade de ler
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Dom Jun 03, 2012 11:21 am

Continua Liebe yaya yaya
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Dom Jun 03, 2012 7:01 pm

Veterinária só de gatos?estou precisando de uma.
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Ter Jun 05, 2012 11:13 am

Amei esse primeiro cap. *-*
continue e logo,por favor (((:
Tom como sempre, safado u.u kkkkkkk
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Ter Jun 05, 2012 9:30 pm

Oi meninas, tudo bem? :3

Obrigado por acompanharem <3

Obrigado Pâmela! Eu tento aprimorar a cada fic :3
Danielle, pois é, eu também! haha
Né Kinha? :B Tom não sendo safado, não é ele! HAHAHA

É válido toda vez que aparecer algum link no meio da história, vocês clicarem e verificar, como, por exemplo, nesse capítulo temos a foto do quarto da Nina e da roupa que ela usou :3

Bom, boa leitura!


_________________________________

Música: Best friends, right?




Ninguém sabe fazer com você do jeito que eu sei.

Era uma bela manhã de sábado, já fazia um dia que eu havia chegado. Essa cidade parecia não ter mudado nada, eu me lembrava de cada cantinho como se esses cinco anos não fossem nada.

Em Paris, eu estava acostumada a acordar cedo, tomar café na confeitaria, já que quase sempre meu pai estava fora e eu ficava apenas com a dama de companhia que ele pagava para ficar comigo. Era quase que uma babá, apenas mudava o nome e o tratamento, mas o sentido era o mesmo.

O nome dela era Agnes Laurent, tinha 37 anos e era uma dama de companhia. Ela dava aulas de etiqueta quando eu saia para estudar e até me deu algumas aulas.

Ela era pequena, magra e muito elegante. Tinha os cabelos médios, claros numa ondulação bem definida. Suas roupas eram limpas, sempre de cores claras e quase nunca usava algo que demonstrasse vulgaridade. Ela sempre me dava bronca quando eu saia de mini-vestido ou short. Mas ela era muito simpática, sempre me ouvindo contar das histórias de quando eu era menor e ouvia sem reclamar, às vezes até comentava.

Meu plano era continuar morando com meu pai em Paris e ficar por lá mesmo, mas meu amor pelo meu irmão e minha mãe me fez voltar para casa. Agnes agora teria que procurar outro emprego, mas ela iria achar com certeza, existem muitas moças que necessitam de companhia assim como eu, com um pai ausente por conta dos negócios. Fiz bem em voltar para casa, minha mãe trabalhava, mas ela quase sempre estava em casa cozinhando ou tricotando, eu teria que desacostumar da vida de ausências para a de presenças. Do meu querido irmão e de minha amada mãe.

Eu sentiria falta de Agnes, ela fez parte da minha vida e vai sempre estar presente na minha memória.

Assim que me levantei, minha mãe avisou-me que o café-da-manhã estava servido e seguiu para acordar Georg.

Eu abri meus olhos e custava a acreditar que aquele lugar me pertencia. As paredes cor de rosa, bem delicadas combinavam perfeitamente com os móveis branquinhos de madeira. Na parede a frente da cama, tinha alguns quadros com fotos minhas e quem as escolheu fora Georg, aliás, ele quem ajudou minha mãe a reformar meu quarto. Até por que ele me conhecia melhor que ninguém.

Eu sorri. Aquele cheiro de bolo, minha mãe fazia os melhores! Nem nas confeitarias de Paris, eu conseguia encontrar algo tão parecido. Era insubstituível.

– Bom dia mana! – Georg falou saltando sobre minha cama.

Ele me deu um abraço apertado, quase sufocante e seguido de um beijo na bochecha.

– Assim você me quebra todinha – comentei, abraçando-o mais calma.

– Eu nem acredito que você está aqui – disse ele, incrédulo.

– Nem eu... Georg, obrigado por ter ajudado a decorar aqui, ficou muito bom – eu disse, nos braços dele.

– Você sabe que eu te conheço como ninguém – ele soltou dos meus braços e logo após ajeitou carinhosamente uma mecha de meus cabelos atrás da minha orelha.

– Obrigado – encostei minha cabeça no ombro dele.

– Hey vem minha preguiçosa, vamos comer – eu só tive tempo de gritar, Georg me pegou no colo e foi comigo assim até a sala de jantar.

Quando nós chegamos à sala de jantar, nos deparamos com aquela velha mania da mamãe de encher a mesa com comidas caseiras saborosas.

Da ponta da mesa contrária onde eu estava disposta uma jarra com suco, aparentemente, de laranja, o bule com café e outro com um visível chá de ervas, que penso ser colhidas no jardim de casa. Mais a frente no centro da mesa, pedaços de bolo de chocolate, torradas caseiras, pão doce e geléias uma de morango e outra de framboesa e na frente das quatro cadeiras, pratos, xícaras e copos enfeitados dispostos para nós.

– Pronto, chegaram – disse ela, chegando com alguns pães de queijo em uma travessa – Carlos, teve que ir trabalhar mais cedo hoje – disse ela, quando percebemos a ausência dele.

Bom, ele era nosso padrasto. Havia se casado com mamãe há pouco tempo, era dedicado e carinhoso e trabalhava em um hospital, era neurocirurgião.

– Que pena, eu nem vi ele ontem, saudades do Carlão – brinquei.

Georg me pôs sentada na cadeira, mamãe apenas gargalhou diante da cena e ajeitou à travessa de pão de queijo no pouco espaço que sobrava da mesa, eu sorri diante de tantas guloseimas e minha barriga pedindo por comida.

A manhã foi bem tranqüila, me alimentei ali, contando uma das minhas várias histórias na universidade ou de quando fugia dos olhos de Agnes.

Depois do café-da-manhã, eu fui tomar um banho e parei em frente ao closet para escolher algo para vestir. Enrolada na toalha, eu abri a cortina de tecido nobre esbranquiçado e avistei o tempo, analisei o tempo e o sol brilhava doce no céu. Eu decidi então por um short jeans com a barra dobrada, uma blusinha cor-de-rosa leve de mangas médias e um salto preto. Coloquei um colar básico e meus óculos escuros.

Não arrumei meus cabelos e nem fiz maquiagem, eu apenas ia dar uma volta na cidade e procurar algum emprego. Por isso, sai de casa caminhando e com um jornal e uma caneta em mãos. Não é por que vou continuar estudando que vou ficar parada em casa, eu nunca fui de ficar muito tempo sem fazer nada, não é do meu feitio.

Continuei andando pelas ruas de Hamburgo, era quase 10 da manhã, o sol estava fraco, mas já aquecia. As ruas estavam movimentadas, era dia de semana, a maioria estava indo para seus trabalhos ou apenas aproveitando o dia como eu.

Depois de ter visitado alguns lugares, eu parei em frente à Starbucks. Pedi um Caramel Macchiato, pra mim, essa bebida é o néctar dos deuses. Continuei caminhando distraída, tomando minha bebida, quando esbarro em alguém.

– Oh, me desculpe – eu pedi assustada.

– Não se preocupe – aquela voz.

Aquela voz veio de um... Homem, muito bonito por sinal. Seus olhos pareciam tão surpresos quanto os meus moldados num castanho divino. Ele deu um sorriso quase imperceptível, enquanto recolhia o jornal que caiu no chão, observando-me.

– Obrigado – agradeci assim que ele me entregou.

Eu retirei os óculos e coloquei-os como se fosse uma tiara na cabeça, aproveitei para observar-lo melhor, enquanto partia.

Confesso que fiquei encantada por ele. Nem sabia seu nome ou de onde veio, mas que ele é incrivelmente bonito, ele é.


Horas depois.


– Nina, ontem meus amigos pediram para eu te levar para almoçar conosco, você vai querer? – perguntou Georg, quando me viu sentada na borda da piscina.

– Vou sim, eu já até ia pedir isso, além de eu querer conhecer-los, você sabe que mamãe não faz almoço, então – sorri como forma de sim – Eu só preciso trocar de roupa – falei me observando.

– Nem precisa, está linda do jeito que está e outra nós estamos atrasados – falou inquieto.

– Ok – foi à única coisa que eu disse, após me erguer para calçar os sapatos que tirei para por os pés na piscina.

Ele me guiou animado até o carro dele na garagem e de lá disse que me pagaria o almoço, eu disse que não precisava, mas foi em vão. Também eu brinquei e disse que ia comer a coisa mais cara, ele apenas riu.

O caminho como sempre fora muito tranqüilo, eu Georg nos dávamos muito bem para perder nosso tempo com brigas. Foram cinco anos fora, nós tínhamos tanta coisa para compartilhar um com o outro que nem em uma semana faríamos tudo, o lado bom é que os motivos para eu estar perto dele são maiores, não que eu precisasse, mas ele anda tão ocupado com o trabalho. Cada momento perto dele, pra mim é tudo de bom.

Chegamos, ele estacionou o carro, fez todos os procedimentos de segurança e segurou em minha mão para irmos até o interior do restaurante que parecia ser um lugar bem agradável. Entramos e Georg soltou das minhas mãos, para acenar para seus amigos no canto do lugar.

Os garotos à frente, se ergueram e tímida segui atrás do meu irmão. Assim que chegamos avistei os três de perto e incrivelmente meus olhos aumentaram juntamente do garoto de olhos divinamente castanhos que esbarrei na rua mais cedo.

– Hey, a menina do jornal – brincou ele, mais simpático.

– O que? – perguntaram os três.

– Eu fui caminhar mais cedo e esbarrei nela, sem querer, lógico – dialogou.

– Que coincidência – eu disse, ainda surpresa.

– Bom, essa é a minha irmã que eu falei para vocês ontem – ele me apresentou rápido, eu sorri – Nina, esses são Tom – apontou para o rapaz dos olhos castanhos – Bill – o outro, que lembrava um pouco Tom e tinha um cabelo preto tão bonito – Bill, é irmão gêmeo do Tom – Georg se apressou em dizer – E Gustav – apontou para o moçinho quieto de óculos e cabelos curtinhos e loiros.

Eu dei um beijo na bochecha e um abraço rápido em cada um e sentei na cadeira a frente de Tom, Georg se sentou ao meu lado.

– Então, você é a misteriosa Nina – brincou Bill – Bem que Georg falou que você é bonita – senti aquilo mais como um elogio do que uma forma galanteio.

– Obrigado Bill – sorri para ele.

A garçonete chegou com os cardápios, até que por fim, decidimos todos pedir uma pizza, acho que escolhemos uns três sabores. Os gêmeos eram vegetarianos, então só pedimos uma de calabresa, uma Marguerita e uma de mussarela. Bill pediu uma salada também. De bebidas pedimos cerveja e coca-cola, enquanto pedíamos, fiquei sabendo que é comum s meninos ficam perdendo a tarde inteira se divertindo na hora do almoço e a noite toca ali, mas isso, só na folga de Georg e quando os meninos não vão para a faculdade.

A conversa teve um sentido animado, não sei ainda se estávamos falando ou se estávamos gritando, quando a comida chegou, todos gritamos. Eu me sentia dentro do grupo de amigos, por mais que os assuntos fossem diferentes, sempre parava em algo que eu entendia muito bem: zoar o Georg. Eles deliravam com as histórias! Mas Georg também tinha umas boas histórias minhas, eu até perdi a conta de quantas vezes eu engasguei gargalhando.

Eu pude perceber que Tom não parava de me olhar, e não é sendo pretensiosa, mas aquilo chegou a me incomodar. Ok, eu também estava de olho nele. Ele parecia ser muito atraente, seus olhos tão atraentes parecia me chamar para ficar com ele.

Sem querer, ao cruzar as pernas, encostei-me às dele. Ele me deu um olhar assustado, assim como eu, mas eu fui mais rápida ao disfarçar, mesmo percebendo que ele ainda estava me observando.

Você está brincando com o meu delírio.

Dividi minhas atenções entre a comida, a conversa e os olhares de Tom, até que o toque do celular de Georg me assustou. Rapidamente, ele atendeu se afastando de nós, indo para fora do lugar, educado.

Aproveitei que ele saiu, dei uma última olhadela e chamei a atenção dos três.

– Hey, eu sei que vocês são extremamente ligados a Georg, e sabem que o aniversário dele é semana que vem. Hm, vocês gostariam de fazer algo? Eu queria fazer uma festa surpresa, agora que eu estou aqui – comecei – Vocês têm alguma idéia? – perguntei a espreita.

– Ele adora o Barney’s, é um bar aqui perto, eles têm um sistema de festas, alugamos no dia e levamo-lo – disse Bill, empolgado com a idéia.

– Chamamos a Helena, a menina que ele está apaixonado – brincou Gustav, gargalhando.

– Sim, ele me falou dela – todos riram - Hm, combinados? – perguntei, vendo que Georg estava voltando.

– Sim – responderam animados.

Apesar de tudo, não deixava de ser uma festa, eu me interagir mais com as pessoas daqui, conhecia a tal Helena e me divertia. Afinal, quem não curte uma boa festa?

– Do que estavam falando? – perguntou Georg, interessado e um pouco desconfiado.

– Nada demais – dissemos quase juntos, o que deu a entender que tinha algo mais ali.

_________________________________

A bebida que ela pediu na Starbucks, de acordo com a própria Starbucks é "Um original da Starbucks. Leite vaporizado com espresso e essência de baunilha, coberto com uma distinta calda de caramelo. Doce, cremoso e intenso."
Eu nunca provei, mas este seria o primeiro <3

Bom, comentem! :3


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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Ter Jun 05, 2012 10:06 pm

O Tom já começou a botar as manguinhas de fora!
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Qua Jun 06, 2012 8:57 pm

Parece que ela ja esta cheia das "amizades" né :p
Hm, estou curiosa sobre esta Helena hmm...
1 duvida: Quando a Nina estava na França ela ja conhecia o Tom, aí quando eles se esbararam eles não se reconheceram??
continuaaa que a historia ta ficando boa
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Qua Jun 06, 2012 10:02 pm

essa cena do café da manhã me deu uma fome que você não faz ideia anne!!! UAHEUAHEH *-----------* bolo com café! torrada com geleia de morango! aaaaaaaaaaaah doce

hhhm, tom não perde tempo mesmo hein UAHEUAHEUHE3 quero ver o georg dando uns esporros nele hahahaha

continua guria *-----* yaya
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Sex Jun 08, 2012 12:44 pm

Citação :
hhhm, tom não perde tempo mesmo hein UAHEUAHEUHE3 quero ver o georg dando uns esporros nele hahahaha
+1
vai ser muito engraçado mesmo KKKKKKK

"Leite vaporizado com espresso e essência de baunilha, coberto com uma distinta calda de caramelo. Doce, cremoso e intenso."

Obrigada Anne, agora preciso ir urgentemente no Starbucks. KKKKKKKK *-*
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Sab Jun 09, 2012 12:47 pm

To mega curiosa*_*
continua yaya yaya
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Sab Jun 09, 2012 10:41 pm

Meniina que escrita maravilhosa, descreve tão bem os sentimentos e os lugares !
Posta mais Wink
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Dom Jun 10, 2012 7:01 pm

Olá *-*

Obrigado pelos comentários, lindas <3

Pâmela, eles não se conheciam na França, eles se "conheceram" de vista no momento em que esbarram um no outro e depois no restaurante! Wink

Vixe Patty, esses dois vão aprontar bem debaixo das fuças do Georg e ele nem vai perceber, mas quando perceber... Sai de baixo! HAHAHA

Nem me fale Kiinha, meu sonho é ir lá x)

Já está aqui Marla! <3

Obrigadão Heloisa! Estou me aperfeiçoando mais nisso, gosto de me apegar aos detalhes, para todos se sentirem no local!

Enfim, boa leitura meninas!


______________________________________

Música: Kisses don't lie!


O dia amanheceu tão rápido quanto à noite se passou.

Eu estava ansiosa pela festa que preparamos para Georg, e ontem, enquanto ele trabalhava, eu fui tentar alugar o local, mas me disseram que era o dia livre, ou seja, era um dia de festa comum com música e muita bebida, então, conversei com Bill – peguei o telefone dele no celular do Georg, enquanto ele estava tomando banho – e de qualquer forma combinamos todos de ir para lá, inclusive a Helena.

Acordei mais cedo do que o comum, principalmente por nós sermos tão dorminhocos, eu queria ir ao shopping procurar algo para usar à noite e comprar algo para Georg também.

Assim que me levantei, fiz minha higiene básica, passei um pouco de maquiagem devido à feição de sono que pairava sobre meu rosto e vesti algo confortável, eu nem havia pensado em tomar café-da-manhã, até por que minha mãe não prepara aos sábados, ela também dorme até tarde, somente prepara o almoço, que sempre é muito bem farto.

Então, peguei minha bolsa e sai.

Fui caminhando mesmo, eu ainda não tinha carro e obviamente eu não queria incomodar o aniversariante, que estava dormindo como um bebê, ah sempre desastrado, deixou a porta aberta de seu quarto, eu o vi quando passei pelo corredor. E outra caminhar faz bem, qualquer coisa eu chamo um táxi.

Cheguei à cidade em poucos minutos, logo caminhei dentre o centro comercial, analisando as lojas e provando algumas roupas. Algumas horas haviam se passado desde então, até que eu parei em frente ao shopping. Suspirei antes de passar pela porta, aquele lugar era incrível, e eu não queria gastar muito, mas sabia que não ia me conter.

Fiz uma pequena prece para que topasse com Tom novamente. Eu queria ver-lo, ter uma oportunidade de conversarmos a sós, acho que aquele almoço não foi suficiente. Pensei nele, enquanto caminhava dentre os corredores brancos e frios do lugar, até que o vestido cor-de-rosa na vitrine me chamou atenção. Ele era curto, na parte de cima ele era liso e tomara-que-caia, a partir da faixa preta que passava sobre o mesmo, ele era todo em babados.

Não pensei duas vezes em analisá-lo de perto, assim que eu o fiz, a moça, que deveria ser atendente, veio em minha direção.

– Bom dia, eu posso ajudá-la? – a moça loira questionou, educada.

– Têm esse vestido – apontei para o mesmo – Em tamanho M?

– Temos sim, me acompanhe – respondeu ela, após dar uma olhadela rápida na vestimenta.

Eu a segui, percebendo que também tinha vários modelos de sapatos também. A moça pediu que eu a esperasse ali, onde ficavam os estofados para experimentar os sapatos, foi quando eu bati os olhos em um peep-toe preto, imediatamente chamei-a de volta e pedi um par tamanho 38 para que eu pudesse experimentar junto do vestido.

Se eu soubesse que eu me sentiria tão bela nesse vestido e sapato, eu teria vindo nessa loja imediatamente. Não esperei mais nenhum segundo para passar no caixa.

Sai daquela loja completamente satisfeita, dei mais algumas voltas e encontrei uma loja masculina, lá rodeei algumas vezes até achar a jaqueta de couro perfeita de cor marrom, simplesmente a cara do Georg. Não hesitei em levar-la, pois saberia que ele iria amá-la!

E mais uma vez, sai de uma loja satisfeita.

Rodeei os olhos pelo shopping, procurando o grande relógio que tinha por lá, quando o achei constatei que se passava das 13hrs e eu não havia comido nada. Nesse instante meu estômago se manifestou, eu sorri sozinha enquanto caminhava em direção a praça de alimentação, aproveitei para ligar para casa, avisando que eu ia comer fora e avisar onde eu estava também, afinal, quando eu deixei a casa, todos estavam adormecidos.


Horas depois.


Os meninos haviam combinado de vir buscar-lo as 21hrs, então, quando eu percebi que era 19h30min, eu tratei de bater na porta do quarto dele, onde ele permaneceu o dia todo, já com a caixa com o presente em mãos, sendo que eu passei o resto do dia ignorando-o, a surpresa ficaria melhor, não é?

– Georg – chamei baixinho.

Ouvi os passos dele se aproximando da porta, assim que ele abriu, aliás, mal esperei, pulei em seus braços, equilibrando a caixa.

– PARABÉNS, SEU LINDO – gritei, eu acho que os vizinhos se assustaram.

– Obrigado, meu amor – agradeceu ele, me abraçando e logo após me colocou no chão, eu entreguei a caixa para ele e vi que ele deu aquele sorriso dele, seus olhos chegaram a brilhar – Eu pensei que você ia se esquecer – se mostrou decepcionado.

– Eu estava te ignorando mesmo, senão ia acabar com a surpresa – eu disse, arregalando os olhos.

– Que surpresa? – ele perguntou curioso.

– Se arruma bem, passa perfume, ajeita os cabelos, escolhe aquela roupa matadora – falei – Usa o presente – sussurrei – E me encontra lá na sala 21hrs, ok – falei rápido.

– O que você está aprontando? – perguntou, cerrando os olhos, analisando-me.

– Você vai ver! – respondi, dando uma gargalhada maléfica – Até, meu querido aniversariante.

Antes de deixar-lo, mandei beijos e ele retornou.

Voltei para meu quarto, mais animada. Coloquei um CD no som, Good girl gone bad da Rihanna e passei até a terceira faixa Don’t Stop the Music. E fui tomar banho. Aquele longo, perfumado e relaxante banho.

Eu estava cansada, eu passei o dia todo andando, depois do shopping, eu ainda fui comprar mais algumas roupas e alguns chocolates para a mamãe que amava. Encostei as costas na parede, sem me preocupar com o piso gélido, a água me deixava mais relaxada e eu sai daquele inferno em Paris para relaxar aqui com minha pequena, mas feliz família. Aqui eles não te reprovam se você usa um vestido colorido ou sair para festas. Até por que, assim, dávamos uma folga para mamãe ficar com seu maridinho em paz ou saírem também! Ela passou parte da vida cuidando de mim e do Georg, agora é hora dela se divertir, enquanto ainda é jovem e linda como sempre foi e sempre será. É de família isso!

Ali estava ele, meu lindo vestido cor-de-rosa. Assim que sai do estado de êxtase que aquele banho me proporcionou, segui para vestir-lo, não antes de uma sessão de cremes e maquiagem. Assim que o coloquei, senti-me bem. Não sei se era a roupa ou... Pensar no Tom.

Isso é muito sério, ele não sai da minha cabeça de forma alguma! Georg me disse em uma conversa qualquer, que procurar o Tom em uma festa era a mesma coisa que procurar agulha em palheiro, mas eu me vesti especialmente para essa noite. Pelo menos uma boa impressão eu quero deixar.

Passei uma maquiagem leve, eu não queria ter que ficar me preocupando se borrou ou não, essa noite eu quero me divertir. Quando dei por mim, faltavam menos de 20 minutos, apenas passei uma boa escova nos cabelos deixando-os naturais, um perfume bem doce e sedutor e meus saltos amáveis.

Peguei a bolsinha preta que comprei mais cedo e desci. Mamãe já havia saído com Carlos, só havia Georg e eu em casa. E o mesmo já estava na sala, me esperando, andando para lá e para cá, ansioso.

– Hey – falei, descendo as escadas, ele se virou impressionado.

– Que linda – comentou, enquanto eu dava uma voltinha.

A buzina do carro dos garotos me tirou as palavras de agradecimento, apenas peguei nas mãos de Georg e seguimos para fora de casa. Os meninos continuaram buzinando, isso por que a festa só estava começando.

E lá estavam eles bem estilosos em suas roupas, todos perfumados e extremamente animados em uma conversível preta. Bill dirigia, Gustav estava ao seu lado e Tom estava atrás acenando.

– HEY – gritei, assim que eles pararam com o barulho.

– GEORG, GEORG – todo mundo gritou, fazendo bagunça, só vi meu pobre irmão ser atacado pelos marmanjos dando abraços e enchendo-o de parabéns e chamando de velhinho.

– VAMOS MENINOS, PARTY TIME – Gritei empolgada.

Eles se dispersaram, eu reclamei que eu não conseguia entrar no carro, Tom me salvou, me pegando nos braços e pondo dentro do carro. Ele tinha um perfume ótimo, aquilo me fascinava... Ah Tom!

Fomos o caminho inteiro gritando, em tentativas falhas de cantar a boa música alta que tocava na rádio. As ruas de Hamburgo sábado à noite se dividiam em duas partes: as pessoas que curtiam um barzinho em áreas mais tranqüilas da cidade e as pessoas que curtiam uma boa festa. E nós definitivamente fazíamos parte da segunda opção!

Tão rápido quanto eles chegaram, nós chegamos ao tal lugar. Era um enorme espaço, por fora parecia uma grande chácara com um nome Barney’s nos letreiros cor-de-rosa e um drink de símbolo. A música era abafada pelas paredes de madeira grossa, mas parecia estar alta e contagiante. Na parte externa, havia algumas pessoas fumando seus cigarros e se divertindo em seus carros e outras chegando, parece que o lugar estava aberto fazia poucas horas, até que Georg avistou seus amigos nos esperando.

Ao chegarmos, Bill, Tom e Gustav acenaram para os presentes e entraram. Georg me levou até os amigos dele, ele disse que queria me apresentar a eles. Georg ganhou alguns abraços calorosos e algumas bagunçadas sacanas em seus cabelos e depois eu flagrei a ceninha ele beijando uma garota. E na minha frente ainda. Eu sorri e dei de ombros seguindo os amigos dele para dentro do lugar.

Luzes, brilhos, música alta, muitas pessoas dançando e algumas mesas no canto escuro. Não sei como eu consegui avistar os meninos no canto, acho que o grito escandaloso de Bill ajudou um pouco, ele estava só, disse que Gustav e Tom foram buscar umas bebidas, então desandei a conversar com ele, que mais uma vez me cobriu de elogios, ele sempre me deixando sem-graça! Mas Bill era um amor, com certeza. Ele também estava muito bonito, confesso se não fosse minha pequena obsessão com o irmão dele, eu me atiraria nele. Eu estava tão feliz, que para quem me via de fora, parecia que eu estava bêbada.

Meu irmão estava feliz com a namorada dele, eu estava de volta a minha rotina divina de festas e bebidas com pessoas maravilhosas, minha mãe estava linda e apaixonada... O que mais eu poderia querer?

Tom.

E lá estava ele chegando com duas bebidas em mãos carregando um sorriso sacana nos lábios, Gustav que vinha logo atrás trouxe mais duas, simultaneamente Georg chegou com a garota. Nem me atrevi a ter ciúmes, se ele estava feliz, quem era eu para impedir?

– Peguei para você – aquela voz me fez instantaneamente sorrir.

– Obrigado – mordi o lábio, pegando a bebida.

Ele se sentou do meu lado, e como o lugar já estava um pouco apertado, Tom se apertou ao meu lado, colando nossas pernas. Eu sorri de lado e logo mordi o lábio para não demonstrar tal felicidade. Beberiquei um pouco da bebida na qual nem sabia o que era até ele me questionar ao pé do ouvido.

– Gosta de Mojito? – aquele sotaque espanhol forçado e um pouco sexy quando ele falou Mojito me arrepiou inteira.

– Certamente, sim – brinquei.

Bebi todo o conteúdo do copo em um gole só, eu era fraca com bebidas. Um pouco e eu já começava a ficar mais alegre. Como os meninos já haviam pedido mais uma rodada de bebidas, eu não hesitei em pegar mais. A conversa estava boa, a música estava boa, os garotos se divertindo como nunca e eu FELIZ!

DANCE!

– Porra, essa é a minha música – gritei me levantando num impulso.

Sem bebida, eu teria chamado alguém para dançar devido a timidez, mas desinibida do jeito que eu me encontrava, eu fui sem ninguém mesmo. Afinal, era a minha música, era a minha noite, minha felicidade! Ninguém iria ou podia tirar isso de mim agora! Não, não agora.

Joguei-me na pista, remexendo em meus cabelos de forma sedutora, mexi meu corpo ao ritmo da música, subia e descia o vestido sem pudores, deslizava as mãos sobre minhas pernas nuas e meu alvo estava me olhando perfeitamente. Me divertindo com desconhecidos que dançavam em meio a música alta e a energia contagiante!

Eu queria fazer Tom implorar por mim.

This place about to… Blow!


O vi chegar, quando se aproximou, coloquei meu braço direito em seu ombro, me apoiando, desci devagar e subi novamente levando parte do meu vestido com a mão esquerda, as mãos dele discretamente tocaram a parte descoberta da minha coxa. Então eu me virei de costas e não tive pudor ao dançar quase que obscenamente com ele que logo seguiu o ritmo da minha loucura.

Ficamos ali por mais algum tempo. Meus pés pediram por descanso, de mãos dadas voltamos, Bill havia sumido, Gustav estava conversando com uma garota e Georg o mesmo que no começo da festa... Beijando Helena com um copo de bebida em mãos, devia estar alto também.

Instantaneamente, Tom e eu nos olhamos, aquele tipo de olhar que as palavras se tornavam desnecessárias.

Senti suas mãos em minha cintura, enquanto seus lábios procuravam pelos meus. Encaixei minhas mãos em seu pescoço, brincando com a ponta das unhas no mesmo. O beijo fora tranqüilo no começo, aquele beijo embalado por uma música contagiante. Aos poucos fora se tornando frenéticos.

Eu sentia suas mãos puxando-me para mais perto dele, eu tinha vontade de morder-lo, de arranhar-lo, de sentir-lo sobre mim, aquele sentimento animalesco que estava me possuindo aos poucos. Essa sou eu tenho um orgasmo com um beijo.

Tom me guiou até o canto do estofado, apoiei minhas costas na parede, recebendo-o deitado sobre mim. Continuamos nos beijando e nos descobrindo, agora minha afobação havia se passado, eu apenas queria curtir um pouco mais de seu sabor.

Que coisa mais clichê, pegar o amigo do irmão na festa. Pois é, primeira vez que faço isso... E confesso, eu tenho até medo do o Georg vai falar. Se é que ele viu algo que aconteceu entre Tom e eu, ele está num grude só com aquela garota.

Dei uma olhadela em Georg, que havia sumido, somente estava Gustav ali agora também ficando com a garota. Sorri, sentindo os beijos de Tom em meu pescoço, as mãos atrevidas dentro do meu vestido, brincando com as minhas coxas. Minha respiração estava descompassada, seguindo o ritmo dos beijos e por vezes meu corpo clamava por nem que fosse uma singela pausa para respirar.

A nossa sorte... O canto ser completamente escuro, só mesmo uma pessoa que esforçasse a visão conseguiria ver o que estávamos fazendo.

Nossas pernas se embolaram quando eu decidi subir em seu colo. Forcei-o a sentar, enquanto ele afundava os lábios em meu busto. Nossos lábios se encontraram novamente num toque apaixonado, me mexia no ritmo do beijo, sentindo seu membro roçar em minha intimidade.

Ataquei seu pescoço, alternando mordiscadas e beijos delicados e fui balbuciando algumas palavras, tentando dialogar com ele.

– Eu transaria com você aqui e agora – suspirei.

– Então abre essas pernas para mim, agora – ordenou, cravando as unhas nas minhas coxas.

Eu parei o que estava fazendo. Fiquei por alguns segundos observando-o. Não, eu não seria tão fácil assim, eu não iria ceder tão fácil para ele. Por mais que meu corpo implorasse pelo dele, eu não iria ser tão fácil assim. Não para ele, não para ninguém. Se ele me quer mesmo, eu quero saber do que ele é capaz de fazer para ter isso!

Olhei para baixo fazendo-o seguir meu olhar, olhei para um lado e para o outro e ergui uma generosa parte do meu vestido, permiti-o que ele observasse meu lingerie rendada. Perverso, ele me observou. Senti suas mãos em meus quadris, por de baixo do vestido e o peguei desprevenido em um beijo longo, frenético e molhado.

– Eu gosto de provocar – falei em seu ouvido, logo eu me ergui.

Arrumei-me por alguns segundos, pois meus cabelos e vestido se encontravam em pleno estado de bagunça e confusão, devido aos beijos e afagos anteriormente cometidos, aproveitei para observar-lo. Ele se encontrava perplexo diante do que eu estava fazendo. Abandonando-o ali.

Dei-lhe só uma dose de mim.

– Vem Tom – chamei com o dedinho, sorrindo, ele sorriu e imediatamente ele se levantou e me seguiu. Saímos da boate e estava um pouco frio, se passava das 23hrs. Tom me abraçou, ele parecia entender onde eu queria chegar.

– Tom, eu... Eu não sou assim – parei-o no pequeno lance de degraus da boate, como ele estava no degrau de baixo, de alguma forma nivelou nossas alturas, deixando ao meu nível - Quero conhecer-te melhor primeiro, até por que você é melhor amigo do meu irmão. Não quero errar com ele, e muito menos te perder – falei pousando minhas mãos sobre seus ombros, eu senti-o por as mãos em minha cintura.

– Eu te entendo – ele afastou as mechas de meus cabelos que voavam sobre meu rosto e após esse gesto de carinho me beijou docemente.

Logo começamos a andar nas calçadas movimentadas sem rumo até avistarmos uma festa, mas era uma festa aberta. A praça do centro estava tomada por jovens, música alta e bebidas. Um garoto que estava acompanhado da namorada disse para nós dois.

– Todo sábado, todos se reúnem aqui para se divertirem. E hoje vai ter fogos de artifício – eu fiquei impressionada com o que ele me falava.

– Parece que vai começar agora – disse a moça, sorridente.

Eu apenas sorri.

Tom me levou para a pequena elevação que tinha ali e parecia vazia. Ele me ajudou a subir e sentamos um do lado do outro. Era linda a vista dali. Os prédios, as luzes, os brilhos, as pessoas... Sou muito mais esse tipo de cidade do que a romântica Paris. Eu gosto de me divertir!

E aqueles fogos começaram a iluminar o céu escuro. Meus olhos brilhavam com aquilo, principalmente quando senti Tom dar um cheiro no meu pescoço, uma forma doce de carinho, logo ele me aproximou para ele. Apoiei minha cabeça em seu pescoço de forma que pudemos ficar trocando alguns beijos e carinhos, beijos que de tão delicados, pareciam longos selinhos.

E confesso, eu estava gostando daquele romance todo.

______________________________________

Eu adoro essa jaqueta do Georg *-* Por um instante, pensei ter visto coisa, até que eu cacei a foto e achei :3

Essa música que ela cita é Blow - Ke$ha, adoro essa música e quando escrevia esse capítulo, botava ela para repetir!

Beijinhos, até mais!


Última edição por annebk. em Ter Jul 10, 2012 10:05 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Modificação na posição das informações adicionais do capítulo.)
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Dom Jun 10, 2012 10:44 pm

Gostei da jaqueta!e quando o Georg vai flagrar os dois?
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Seg Jun 11, 2012 1:39 pm

Continua I love you
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Seg Jun 11, 2012 9:04 pm

Me identifiquei um pouco com a Nina nesse capítulo KKKKKKKKKK
Aiaiai... Só quero ver o que o Georg vai achar desde romance todo.
Será que o Tom tá sendo sincero? hm hm hm...
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Qui Jun 14, 2012 10:08 am

Olá!

Obrigado pelos comentários meninas <3

Meninas, vai acontecer MUITA coisa até o Georg descobrir! Isso por que eu acabei a terceira parte do capítulo 16 essa semana, ainda tem muita água pra rolar, mas quando ele descobrir...

___________________________

Música: Telephone.



Vamos falar de amor?
Era segunda novamente, já fazia uma semana desde que eu cheguei a meu querido país natal.
Todos aqui em casa estavam em seus devidos empregos novamente, depois de um final de semana gostoso em família e em pura diversão, enquanto eu estava solitária na piscina. Eu já havia conseguido um trabalho há alguns dias, e eu iria trabalhar em uma clínica veterinária, eu não havia esquecido a especialização, mas eu deixaria isso para depois, eu apenas não quero me preocupar com isso agora.
Depois de sábado, eu me peguei sorrindo só algumas vezes para o nada e adivinha qual era o motivo?
Tom.
Agora, cá estou eu, com os pés na piscina, curtindo o feixe de sol que surgia através das nuvens, trajando um short jeans e uma camiseta branca, tomando meu bom e velho café quentinho e sem açúcar e lembrando a noite em que tivemos no sábado passado, uma noite absurdamente gostosa.
Lembro-me de quando ele abriu a jaqueta que ele estava usando, tirando o braço da manga, para eu abraçar a ele e ele me cobrir. Ficamos não sei quanto tempo assim, até por que contar cada minuto ao lado dele, seria uma completa perda de tempo, eu apenas me deixei aproveitar do calor de seu corpo, provar de teu beijo e ouvir tuas palavras doces em meus ouvidos pelo tempo em que o destino permitira.

Aquela fora uma noite inesquecível.

- NINA LISTING – ouvi meu nome ser gritado, pela voz, só poderia ser Georg.
Quando ele gritava assim, geralmente era alguma bronca ou inicio de nossas brigas passadas. Eu já pensei que ele poderia ter descoberto o pior, que eu havia saído com Tom. Dei um pulo assustada, sentindo meu coração bater mais rápido que o normal, então eu me levantei, e quando eu ia adentrar a casa, de onde a voz provinha, ele surgiu na porta da cozinha com uma cara de que ia me matar por eu ter aprontado algo. Pensei em várias coisas erradas que eu poderia ter feito, mas principalmente em sábado.
- Aconteceu alguma coisa? – perguntei receosa ao ver sua expressão. Dei um passo para trás, devido a sua aproximação violenta.
- Aconteceu que eu estou feliz! – respondeu gritando bem alto para quem quisesse ouvir, me pegando nos braços e rodando duas vezes fazendo-me gritar também, mas de susto.
Eu jurava que ia vomitar se ele me rodasse uma terceira vez, então eu agarrei em seu pescoço, tentando conter a tontura que aquilo estava me causando até que finalmente ele me pôs no chão, em segurança, mas sem nos soltarmos, então ele disse:
- Eu estou oficialmente comprometido – falou feliz com um ENORME sorriso nos lábios.
- Sério? – perguntei surpresa dando alguns pulinhos - Com a Helena? – eu perguntei entusiasmada.
- Sim, com ela mesma – ele respondeu mantendo o sorriso de felicidade estampado em seu rosto, então eu simplesmente eu o abracei bem forte demonstrando o quanto que eu estava feliz com a tal notícia.
- Vou sentir um pouco de ciúmes, mas você sabe, se você está feliz, eu também estarei – eu disse, depositando um beijo em sua bochecha.
- Obrigado minha linda – acarinhou meus cabelos, bagunçando-os um pouco, mas eu não me importei, ver-lo feliz, me fazia feliz também.
- O que você faz aqui agora? – perguntei me soltando dele, caminhando para fora novamente com a intenção de voltar a fazer o que eu estava fazendo anterior ao pequeno susto, enquanto ele retirava a jaqueta, já que fazia um pouco de calor.
- Me deram uma folga, então eu vim apenas tomar um bom banho, por que vou buscar a Helena, e depois vamos almoçar com os garotos – comentou, dobrando a jaqueta e pondo-a nos braços.
- Ah sim – suspirei, observando a água limpa da piscina.
Então, ele apenas acenou para mim e após, ele retornou para dentro de casa, e eu fiquei esperando um pouco, olhando o pequeno movimento que a água da piscina fazia quando eu batia meus pés devagarzinho.
É... Agora as coisas estavam tomavam rumo certeiro.
Quando eu era menor, eu sempre brincava, dizia que eu ia casar com Georg, por que eu nunca queria me separar dele e que ele era o homem da minha vida, como eu via nas novelas que a mamãe assistia. Quando crescemos, nossos primeiros amores começaram a aparecer, os ciúmes entre nós era freqüente, eu me irritava toda vez que eu saia com alguém e via Georg, ele sempre dava um jeito de me separar e falava que ele não era pra mim... O mesmo de sempre. E eu fazia o mesmo com ele, já que não suportava ver-lo com alguma garota, todas para mim não eram capazes de fazer-lo feliz, até que alguém tinha que dar um basta nisso, e então eu fui embora... E notei que eu não precisava ir embora, uma hora nós iríamos crescer e iríamos aprender a nos respeitar mais nossas opiniões e escolhas.
Eu sinto como se tudo tivesse escorrido em minhas mãos, como se eu tivesse perdido muita coisa nesses cinco anos. Muitas vezes eu pegava o telefone e não conseguia ligar, apenas ficava ali, estática. Comunicávamo-nos por telefone quase sempre, e às vezes, por web cam. Ele me mandara cartas no meu aniversário e eu também fazia por ele. Eu perdi muita coisa, mas o principal fora isso, seu primeiro amor de verdade, eu perdi absolutamente tudo! Eu só estou começando a ver agora, eu queria ter ajudado a conquistar-la, ajudar ele a comprar os presentes para ela, lembrar das datas... Ele se virou muito bem sem mim, e isso me fazia sentir uma irmã completamente inútil. E se quando ele for se casar, não queira que eu o ajudasse com os preparativos? Ai Meu Deus, não quero nem imaginar como seria tal data sem mim.
Tomada pelo desespero de meus vagos pensamentos, eu tomei em mãos uma toalha alva, que estava ao lado da xícara já vazia, e sequei meus pés na toalha, logo, apanhei a xícara e caminhei para dentro de casa. Depositei a xícara sobre a pia e abandonei a toalha sobre o banco vazio da bancada da cozinha, depois eu dava-lhe um destino melhor para ela, e assim eu subi para o quarto dele para fazer-lhe companhia enquanto ele se arrumava. Era pouco tempo em que eu estava aqui e muita história para ser contada, não quero perder tempo.
- Georg – falei, enquanto batia na porta.
- Pode entrar Nina – ele gritou, deduzi que ele ainda estava no banho – Aproveita e pega a toalha que eu esqueci em cima da cama?
- Ok – rolei meus olhos pelo local para procurar a tal toalha, quando achei peguei-a, entrei no banheiro e deixei sobre a pia, e bom, nós não tínhamos pudores com isso, quando éramos pequenos tomávamos banho juntos, de roupas íntimas, claro, mas eram juntos e quase sempre deixávamos espuma e água para todo lado no banheiro.
- Deixei em cima da pia, meu amor – avisei-o, delicada.
- Ok, meu bem – ele disse todo carinhoso.
Quando eu iria sentar no vaso sanitário para começar conversar com ele, o celular do mesmo tocou em algum lugar dentro do quarto.
- Atende pra mim? – pediu, abrindo parcialmente o vidro embaçado, pude apreciar seus cabelos bagunçados, é muito cômica essa cena.
- Ok – então, eu retornei ao quarto, procurando pelo aparelho.
Então, eu achei o aparelho sobre a cama, apanhei-o e logo atendi, esquecendo de checar o número de quem era no visor.
– Alô.
- Não sabia que o Georg tinha uma voz tão feminina.
- Ah, não é ele não. Ele está no banho, quem é?
- É o Tom – gelei.
- Ah, oi Tom, é a Nina aqui, ele está no banho. Tudo bem com você?
- Estou bem melhor agora... Eu ia pedir teu número para teu irmão, mas já que você está ai – silenciei - Mentira, eu queria falar com ele mesmo, mas já que você está ai, me passa?
- Ok, eu vou passar meu número para você, mas não fale para ele, por favor.
- Pode deixar.
Então, eu passei meu número para ele, e por fim, fui surpreendida pelo Georg, que acabara de sair do banheiro, porém ele não notara nada demais no fato de eu estar falando ao celular com Tom.
- Quem é? – ele perguntou, dando um laço no roupão, que eu apanhei junto à toalha.
- O Tom – lhe entreguei o telefone, dando um sorriso um pouco forçado, devido ao meu nervosismo antecipado.
Eu fiquei sentada na cama, balançando as minhas pernas e observando meu lindo irmãozinho falar ao celular, eu adorava passar horas observando-o, tão mordível.
- Por quê?
-...
- Ah, tudo bem, então até mais.
Georg me devolveu o aparelho, e sem dizer mais nada adentrou o banheiro novamente.
- Aconteceu alguma coisa? – eu perguntei preocupada.
- Tom não vai almoçar conosco hoje, ele têm que estudar para a uma prova final da faculdade, algo assim – respondeu dentro do banheiro, pelo barulho do secador, ele devia estar secando os cabelos.
- Ah – suspirei decepcionada.
Então, ele não ligaria pra mim hoje, como eu esperava que ocorresse.
- Georg, eu vou preparar algo para comer, quando você sair, me avisa – disse eu levantando da cama, ele apareceu na porta e assentiu, logo após me mandou alguns beijos, eu retribui.
Era melhor eu ir, eu não ia ficar enchendo a cabeça dele com as minhas divagações. Ele está feliz agora, não é? Então, agora é a hora de eu procurar a minha felicidade!
E, ela demorou meia hora, mas veio bem rápida.
- Alô?
- Ele já saiu?
- Você deu sorte, ele acabou de sair.
- Ufa.
- Pelo que ele me falou, você ia estudar para uma prova não é?
- Era uma desculpa para ficar no telefone contigo, eu tenho essa prova, mas eu já estudei o suficiente, agora eu quero ficar falando contigo, posso?
- Isso é realmente sério?
- É sim, eu até fiz uma macarronada aqui, eu posso falar contigo na viva-voz e comer, são duas coisas que eu gosto.
- Hm, eu também fiz uma macarronada, eu não tenho muita paciência com a cozinha. E bom, só falta você aqui comigo.
- Eu iria adorar estar contigo, mas eu ainda tenho medo de apanhar do Georg. Ele é muito ciumento quando se trata de você.
- Nós podíamos marcar de sair, sem a presença dos nossos irmãos, não é?
- Bom... Nessa semana eu tenho algumas coisas para fazer, mas se eu tiver um tempinho, com certeza, ele vai ser todo seu.
- Que pena Tomi – apelidei carinhosamente - Semana que vem eu começo a trabalhar, e eu mal posso esperar por isso, eu não gosto de ficar sozinha e essa semana vai ser todinha assim.
- Eu adoraria estar perto de ti nessa semana!
- Eu também.
Eu não me recordo por quando tempo ficamos no telefone, só desliguei-o, quando a maldita bateria do meu celular reclamou e eu fiquei sem alternativa alguma. Até por que era hora dele ir estudar!
Conversamos absolutamente sobre tudo. Sobre música, animais, festas, a faculdade, sobre Paris, o que nós queremos para o futuro e sobre nossos irmãos. Ele é um bom rapaz, um sexy e bom rapaz, tinha assunto e era carinhoso. Acho que Georg não ia se importar, se um dia eu anunciar namoro com ele.

Mas ai, Nina, é sonhar demais.

___________________________

E antes que alguém questione, Tom está no último ano da faculdade de música, só não fica explícito, mas está nas entrelinhas.

Beijos.


Última edição por annebk. em Ter Jul 10, 2012 10:14 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Modificação na posição das informações adicionais do capítulo.)
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Qui Jun 14, 2012 1:19 pm

O Georg conhece a fama do amigo,será que ele vai gostar?
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Qui Jun 14, 2012 7:16 pm

Hmmm.. Esse rolo é sério mesmo (?) Porque tá parecedo..
Agora eu so quero ver a hora que essa bombinha estourar Razz
continue
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MensagemAssunto: Re: Skin - Epílogo.   Hoje à(s) 4:18 pm

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Skin - Epílogo.
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