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 Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]

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Meris
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MensagemAssunto: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qui Jul 19, 2012 11:47 pm

Hi. Estive sumida do fórum por um tempo, porém já postei fic aqui há muito tempo atrás. 2009? Por ai devo ter começado.

Estou de volta - assim espero, e resolvi já vim encher o saco com um fic minha. Bem espero que gostem. Antigamente as pessoas costumavam gostar, espero que as coisas não tenham mudado tanto.

Escrevi essa fic para relatar um pouco do meu último ano do Ensino Médio, alguns fatos são reais e pessoas também, mas foram alterados. Capítulos geralmente grandes, bem grandes.





Nome: Fuck School.
Personagens: Tom, Gustav, Bill, Georg, Andreas,Leandro, Juliana, Bruna, Amanda, Cecília.
Classificação: +18.
Autora: Meris.
Terminada: Não.
Avisos: Sexo, Álcool, Heterossexualidade.
Gênero: Romance, Comédia, Drama Adolescente, Amizade.
Capítulos : Sei Não.
Beta-Reader : Word?

.Sinopse.

Quem passasse na frente da tradicional escola Goethe, realmente acharia que aquela aparente e calma escola, merecia ser considerada a melhor de Berlim. Entretanto só quem vivia a semana toda andando pelos corredores marrons, sabia os verdadeiros problemas daquele velho, elaborado e complexo de prédio.
4 amigas, cada uma com suas características distintas, iram mostrar junto com 4 fabulosos rapazes, seu ponto de vista sobre a tradicional entidade de ensino alemã.

Numa escola onde concursos e fofocas intrigam os corredores, onde bolsas Luis Vitton são largadas no meio do pátio, amassos são frequentes nos laboratórios de química, e estacionamento e um lugar para se fumar um baseado. Graças a insistência de um professor pode surgir uma pequena banda mundial, que acaba reunindo caracteres extremamente diversos.


.Capítulo 1.




Primeiro dia de aula e como sempre todos se abraçam e gritam como se mundo fosse acabar, até parece que pensaram realmente ás férias inteiras um nós outros. As garotas que ficaram ano passado todos se chingando, e fofocando sem parar uma da outra, agora se abraçam e contam todas as novidades, tentando uma esfregar na cara da outra o quanto sua viagem foi muito mais interessante. Tentando mostrar o quanto seu professor de mergulho era muito melhor em amassos do que o das amigas. Meninas do Colégio Goethe nunca mudam.
Não que eu seja uma dessas meninas que querem ver todos mortos pelo pátio da escola e odeia voltar às aulas, eu apenas nunca fui muito boa em lidar com falsidades. Juliana sempre me diz que se todos nós fossemos bonecos como o Pinóquio eu séria a única excluída de nariz normal. Mas tem gente nessa escola que ignorar se torna a única coisa possível a se fazer.

Sabe nesse um ano vivendo nesse colégio aprendi a amar menos, o que é uma pena, aprendi a ser mais cínica com a vida, o que também é uma pena, mas necessário. Viver pra sempre tão boba e perdida teria sido fatal nesse escola, onde todo mundo quer puxar o tapete do outro a todo minuto. Apenas aprendi que não tenho mais tempo para fragilidades. Felicidade baixinha é melhor, ninguém rouba, ninguém sente inveja.
Como sempre o pátio está lotado, as pessoas procuram sem parar por rostos conhecidos. Vejo os novos alunos do 1º ano perdidos e acuados nos cantos, sem saber o que fazer no meio daqueles aproximadamente 700 corpos esbeltos, bronzeados e mais velhos que se chocavam fortemente. O cheiro de Channel nº5 já toma conta do local, misturado com o típico Hugo Boss dos meninos. Olho para os novatos e me lembro de que ano passado, eu era a tonta tímida perdida naquela imensa multidão.
As paredes onde se localizam as listas com os nomes e suas respectivas salas estão lotadas, como sempre a do 3º ano esta grudada na parede lateral da escada, a do 2º ano na pilastra central, e a do 1º ano na enorme parede entre o banheiro feminino e o masculino. Sim os novatos sofrem muito aqui dentro.
Todos se abarrotam perto das listas, tentando descobrir quem serão seus próximos “amigos” de sala pelo ano inteiro, conviver o ano inteiro com pessoas insuportáveis pode realmente fazer você pensar em como seria bom poder andar armada. Digo isso porque não sei como consegui sobreviver ao 1ºE, mas para minha sorte aqui estou viva.

Assim que cheguei à escola, avistei alguns rostos conhecidos no qual apenas abracei e conversei rapidamente. Enquanto enfiava meu fone de ouvido dentro da bolsa, Bill Kaulitz passou por perto de mim deixando um rastro de nicotina e Channel nº5 no ar, realmente não sei como ele consegue namorar Isadora Sanches, a mesma estava enroscada no outro lado do corpo dele, e isso me obrigou a subir a rampa para o pátio vendo os dois praticamente se comendo o caminho todo. Putos.

Cecília me ligou ontem, logo depois de ter como sempre seu rápido encontro mensal com seu pai, a mesma como de costume estava puta por conta dele nunca querer resolver o assunto sobre a apresentar a família dele.
Vivo imaginando como deve ser barra para ela ver todos os dias os irmãos gêmeos por parte de pai correndo pela escola, e nem ao menos poder informá-los que sempre poderão contar com uma irmã mais velha para protege-lós. Cecília é filha de mãe solteira, sua mãe na juventude se apaixonou por Robert Berlitz que na época era apenas um garoto legal do curso de Direito, e hoje em dia é o sócio majoritário do Bayer de Munique, um grande nome no mundo dos esportes, patrocinador de muitos atletas de elites da Alemanha, eu mesma já havia ouvi falar dele antes de conhecer Ceci. De um romance rápido entre eles nasceu Cecília, pelo menos o mesmo nunca deixou a faltar nada.
Depois de ela reclamar sem para sobre o pai, a mesma me garantiu que chegaria cedo para garantir poder ver os irmãozinhos brincando e também para garantir ser a primeira a ver se entraria algum novo aluno bonito. Entretanto ainda não a encontrei em lugar nenhum, também a escola e tão grande que seria perda de tempo ficar a procurando, apenas encontrei Juliana, mas a mesma estava com Leandro e sua turma de retardados, isso me fez não me demorar muito com eles. Porque tem gente nessa escola que nem ignorar é o suficiente.

_Lembra ano passado era você que estava perdida nessa loucura sem conhecer ninguém! – Afirmou Gustav surgindo do nada e estampando um imenso sorriso naquele lindo rosto, os braços dele se fecharam na minha cintura, nossos corpos logo se uniram, fechei meus olhos e senti rapidamente ele levantar meus pés do chão, enterrei meu rosto no ombro dele desfrutando daquele ótimo cheiro natural que o corpo dele sempre exalou, Gustav fungou meu pescoço profundamente antes de cessar com o abraço.

Dizer que não sinto nada por Gustav, seria uma enorme mentira, adoro ás carícias que temos um com o outro, sim ele meche extremamente comigo quando me abraça desse jeito. Entretanto as carícias não chegam nem aos pés do que sinto quando Bill Kaulitz apenas olha pra mim, sempre sinto uma enorme onda de calor me percorrendo. Pode ser apenas uma enorme fantasia da minha cabeça, mas sempre que olho para Bill, sinto que algo realmente profundo nós conecta, entretanto esses tipos de pensamentos eu deixo guardado na parte mais profunda dos meus pensamentos. Se dependesse apenas da minha vontade muita coisa já teria acontecido entre mim e ele.

_E você foi meu salvador, naquele primeiro dia nesse imenso colégio.

Gustav está deslumbrante, o bronzeado adquirido nas férias em Los Angeles serviu apenas para destacar ainda mais seus lindos olhos, os braços realmente parecem mais musculosos, mas nada perto daqueles horríveis corpos fisiculturistas que alguns meninos do 3º ano têm. Mesmo estando no 3º ano, ele não faz a onda de cara do 3º ano, pra começo de conversa Gustav não fica se gabando sobre sua condição social ou sobre quantas meninas comeu no apartamento de seus pais em Los Angels nas férias, e mesmo sendo muito bonito, ele prefere passar a maior parte do tempo estudando música no teatro da escola. Afinal das contas o que ele ganharia sendo igual aos outros? Apenas tenho certeza que ele me perderia se fizesse isso.
Nessas férias de fim de ano foi difícil passar 2 meses com um oceano me afastando desse meu bostinha, entretanto a distância serviu apenas para nós aproximarmos mais ainda, quantos dias não fiquei acorda até tarde apenas conversando por horas com ele pelo Skype. Ele logo que as férias começaram foi para Los Angeles, por conta de um curso de bateria super foda que aconteceria na Sony Music, deixando eu, a mãe dele, e Sarah a irmãzinha dele de 6 anos morrendo de saudades.

_Olha trouxe algumas coisinhas que comprei pra você – Disse ele me entregando uma mochila que o mesmo segurava na mão direita.

Assim que recebi a mochila percebi o quão pesada ela estava, o que ele tinha colocado lá dentro uma bomba? Porém parei de pensar quando vi o símbolo da all star estampado no tecido cinza claro da mochila. A mochila tinha um bolso pequeno na frente e outro maior para poder guardar os livros e cadernos atrás, o pano que a constituía é extremamente maleável, os zíperes estavam com chaveiros que era miniaturas perfeitas dos tênis da marca. Simplesmente a minha cara.

_Gusti muito obrigado, se não precisava ter feito isso por mim, apenas um chaveiro da Califórnia já estava de bom tamanho. Agora não precisava colocar uma pedra do Grand Canyon aqui dentro. - Digo depois de abraçar rapidamente ele em agradecimento.

_Só coloquei dentro da mochila algumas besteiras que comprei pra você, nada muito relevante, até porque meus pais não me liberaram tanta grana, sabe né eles já estavam pagando o curso que era super caro, sem contar os gastos com as minhas saídas noturnas, os passeios, o transporte, comida, a empregada diária no apartamento deles e outras coisas. Nem deu pra comprar tudo que eu realmente queria. Bem apenas espero que você goste – Afirmou ele daquele jeito acanhado e tímido que sempre o deixa extremamente lindo.

_Que pobreza em Gustav, a construtora Shäfer já teve seus dias de glória, ainda bem que a Bruna tem a mim para encher ela de bons presentes – Disse Cecília praticamente se teletransportando para o meu lado esquerdo.

Assim que olhei direito pra ela me assustei, as férias haviam a modificado inteiramente, só que como Gustav, ela estava 10.000 vezes mais deslumbrantes do que antes. Será que sou a única a continuar com a mesma pele floco de neve nessa escola? Olha que achava impossível Cecília ficar mais bonita do que sempre foi, Victor Busselini também deveria estar pensando nisso, porque ele encarava Cecília sem nem ao menos piscar.
Ela estava radiante, o corpo totalmente deslumbrante parecia ter sido esculpido por um artista, a pele estava num moreno ideal de praia, a barriga totalmente reta no estilo tábua de passar roupa o que serviu apenas para realçar ainda mais seus enormes peitos, nunca achei que teria uma forma de fazê-los parecerem ainda maiores, mas eles pareciam ter dobrado de tamanho. A bunda parecia estar torneada assim como as coxas e as panturrilhas. Ibiza e as praias espanholas onde ela passou as férias com a mãe e suas tias, realmente pareceram aumentar ainda mais o contagiante humor dela. Entretanto a mudança dramática havia ocorrido nos cabelos, Ceci que sempre se orgulho de seus encaracolados cabelos loiros de anjo, está com o cabelo castanho e totalmente liso.

_Ceci, você está linda- Afirmei me recuperando do impacto antes de Gustav, que ainda a encarava assustado.

_Brigado, é uma pena meu novo visual ainda não combinar com esse uniforme cinza horrível – Disse ela olhando perversamente para o short cinza, como se quisesse o matar. – Tive que cortar esse short para ele ficar menos ridículo.

_Não se esqueça de que nada combina com esse uniforme cinza e branco, mas pode acreditar que com essas pernas sua a mostra ninguém vai ligar para o short.

_Seu cabelo virou uma visão melhorada do cabelo da Bruna – Disse Gustav e o que fez nós duas olharmos de imediato uma o cabelo da outra e depois checarmos os nossos, apôs uma pequena análise ambas negamos com a cabeça e rimos baixo em seguida – Bem eu acho parecido, vou ver se acho os Luca e os meninos, depois eu encontro vocês.

_Não acredito que ele ainda esta assim tão a fim de você – Disse Ceci enquanto nós duas o observávamos sumir na multidão – Sabe achei que depois dele pegar tantas americanas, ele iria voltar diferente, mas em fim deixa pra lá – Bufou ela – O que tem dentro dessa trouxa velha?

_Mais respeito com os meus presentes.

_Vocês não sabem quem caiu na mesma sala – Disse Juliana logo grudando no braço de Ceci, essas duas vivem tanto tempo juntas que é capaz de irem de mãos dadas para a cova.

_Vocês duas? – Perguntei quase gritando já que a barulheira por algum santo motivo havia aumentado rapidamente, todos deviam apenas querer apreciar os últimos minutos restantes.

_Lógico que não, seria muita bondade para nossa querida diretora – Afirmou Juliana ainda mantendo aquele sedutor sorriso, o que fez um menino do 1º anos quase bater a cara na pilastra. Buff. Novatos.

_Vocês duas estão juntas no 2ºC – Disse Juliana mais eufórica com o fato do que nós duas – Mudando de assunto vocês já viram o Bill hoje?

_Que Bill?

_Ai Ceci você é tão lerda ás vezes, o Bill o amor da Bruna, o misterioso que dizem as boas línguas ser ótimo entre 4 paredes – Disse Juliana dando um tapa de leve na testa de Ceci, o que fez a mesma sorrir depois de ligar o nome à pessoa.

_Ele não é meu, apenas o acho bonitinho – Após eu dizer isso as duas riram baixo. Conhecem-me melhor do que eu mesma – Porém existem milhares de homens mais bonitos nesse mundo – Bufei tentando cessar as risadas das duas.

_Tá, não vamos discutir por isso no primeiro dia de aula! – Afirmou Juliana o que fez Ceci parar de rir – O negócio e que vocês viram como o irmão gêmeo dele é lindo? Vocês sabem que o Bill está adiantado, mas parece que o irmão dele repetiu lá no Hamburgo College, antes de vim para cá, entretanto...

Então o sinal tocou, resolvi abrir minha mala antes de subir para sala e não poder nem ver por cima o que tinha lá dentro, rapidamente Juliana e Ceci sumiram. Vasculhei rapidamente pelas coisas e realmente não acreditei que Gustav tinha comprado um negócio daqueles pra mim. Enquanto ainda olhava para aquela mochila não acreditando no que estava vendo, todos já se dispersavam indo para suas salas. Senti uma mordida leve sendo dada na parte de cima da minha orelha esquerda, quando olhei vi Gustav sorrindo pervertidamente para mim, e aquilo foi o que bastou para saber que ele havia comprado aquilo de propósito para mim. Eu podia esperar tudo dentro daquela mochila, menos isso que ele comprou.

_Senhorita Schult está esperando o que para ir para sua sala? – Perguntou Jones o coordenador do segundo ano, foi ai que percebi que havia ficado muito tempo sozinha ali observando minha mochila incrédula, tempo suficiente para todos sumirem do pátio.

_ Claro já estou indo! – Afirmei fechando minha nova mochila e tentando me lembrar do caminho para minha nova sala, o 2ºC, mas minha mente não parava de pensar em Gustav, o presente e o sorriso malicioso, ele ainda vai ter que me explicar toda essa história.




Posto outra tortura?

[b]


Última edição por Meris em Seg Set 08, 2014 7:46 pm, editado 28 vez(es)
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Maril MS
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sex Jul 20, 2012 12:59 am

Olá!!
Não nos conhecemos ainda, mas bem-vinda de volta!
Adorei a fic! Ja virei leitora ok? me fez lembrar o tempo de escola kkkkk só que agora eu vivo numa fuck college afff
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sab Jul 21, 2012 5:12 pm

Maril MS escreveu:

Adorei a fic! Ja virei leitora ok? me fez lembrar o tempo de escola kkkkk só que agora eu vivo numa fuck college afff
Continuaa Like a Star @ heaven

+1

Oh God,o que será que tem dentro da mochila? O.O KKKKKKKKK
CONTINUA (:
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Danielle K
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sab Jul 21, 2012 9:13 pm

Opa posta mais!
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Joyce Kaulitz th
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sab Jul 21, 2012 9:38 pm

Very Happy gostei muito dessa fic posta mais
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Meris
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MensagemAssunto: Fuck School FF+18 {On: Capítulo 2}   Seg Jul 23, 2012 3:41 pm

Ai que bom que gostaram, espero que continuem gostando, sejam todas bem vindas. Leitoras tem coisa melhor que isso? Não.
As fotos da capa não contradizem com as pessoas, meramente ilustrativas.
Acham melhor eu diminuir os capítulos?


.Capítulo 2.




Tudo é uma grande porcaria, porcaria, porcaria de aula, porcaria de família, porcaria de esmalte saindo da unha, entretanto isso já se tornou algo normal para mim que sempre tive uma porcaria de vida.

Falta ainda 1 hora para poder me livrar de toda essa porcaria escolar. Sexta-feira da primeira semana de aula e já sinto falta das minhas fabulosas férias no Caribe.
De vez de lindas praias com areias douradas, vejo apenas mais e mais paredes marrons em todo canto, meus guias viraram garotos patéticos que nem saíram das fradas, a maioria ainda deve sujar a privada na hora de mijar, ao invés de discutir política com importantes empresários amigos dos meus pais, tenho que ouvir essa terrível aula de Biologia, com um professor novo retardado. Pelo menos tenho Bruna, Amanda e principalmente Cecília para me ajudar aquentar esse inferno. Sem contar o Léo que parece estar babando no caderno. Desejo sorrisos. Desejo amor. Desejo paz. Desejo felicidade. Desejo abraços. Desejo sorrisos. E dores. E amores. E lembranças. E risadas. E tombos. E vergonhas. E músicas. E passeios. E pessoas. Desejo mais. E muito mais. Desejo tudo, menos essa entediante aula.

Assim que o professor adentrou na sala me espantei. Ele é extremamente novo e tem a bunda mais linda que já vi, sem contar os cabelos pretos brilhantes e extremamente cuidados. As meninas se ajeitaram melhor na cadeira, pensando em como seria ótimo dar mole e puxar o saco do novo pedaço de carne com curso superior. Já os meninos bufaram imaginando que aquele seria seu pior inimigo, o tipo de professor que adora ficar abraçado com as alunas, e as ver se inclinando com seus decotes para frente para pedir uma explicação, e que por tabela sempre trata os meninos rudemente.
Entretanto Georg Listing se saiu totalmente ao contrário do que todos nós imaginávamos. Ele explica quase toda matéria de genética fazendo piadas de duplo sentido, nem quero saber como o troglodita vai dar aula de reprodução e anatomia. Os meninos e meninas o adoraram, eu realmente pareço ser a única ofendida com seu linguajar tão julgar para um professor.

Aprendi com o tempo a não me iludir com um beijo, um sorriso, uma fala, um olhar, melhor não me perder por esse caminho.
Não acredito que demitiram realmente o velho e competente Senhor Charles, ele sempre foi tão inteligente e divertido, sempre adorei ficar conversando sobre política e sociedade com ele.

Esse Senhor Listing só pode ter tirado a seca da diretora, porque ele é totalmente um incompetente, pode ter 22 anos, porém a mentalidade e pior do que desses babuínos dessa escola. Odeio homem mais velho e sexy que não tem maturidade maior que de uma ervilha, a beleza até some com tanta besteira que o mesmo fala sem parar. Por que é tão difícil ser feliz nessa escola?

_Cadê o sorriso? –Perguntou Leandro me fazendo despertar de meus pensamentos, realmente ele finge muito bem que esta dormindo.

_Cadê o motivo? – Respondi friamente, minha paciência estava já tão esgotada que comecei a descontar no Léo, ainda bem que não estou em casa, se não já estaria trancada no quarto pagando penitência.

_Cadê a boa educação? – Perguntou ele rindo sarcasticamente.

_Por favor, não espere que eu seja sempre boa, agradável e amável...

_Pois como sempre tem momentos em que você é fria, inconsequente e difícil de entender. – Disse ele antes de voltar a se deitar em cima dos seus cadernos.

Antes mesmo de eu poder voltar para dentro da minha mente, Ludmila se virou me despertando com aquele intenso batom laranja na boca, desde que um estilista francês falou para ela que laranja seria a cor desse verão, ela parece uma laranja ambulante.

_Você ganhou novamente! – Afirmou ela que senta na minha frente como no ano passado, por algum motivo a escola cisma em sempre deixar eu, Ludmila e Leandro na mesma sala. Lud me passou o Iphone e voltou rapidamente sua atenção para o babaca máster.

A porcaria do resultado do concurso, e em segundos todos começaram a receber mensagens em seus celulares. Toda primeira semana de aula, os meninos do Ensino Médio se reúnem e votam classificando algumas meninas em diversas categorias e fazem uma votação extremamente democrática, esse concurso ridículo já é tradição entre os alunos, meu irmão Valentino de 34 anos diz que existe desde a época dele. Ano passado eu fiquei super feliz em ganhar como terceiro lugar como mais fácil, primeiro lugar em faço o que quero, e segundo lugar em mais sexy. Nem preciso dizer como minha futilidade era extrema, não é?

Entretanto foi nesse mesmo concurso em que conheci Amanda. Ela era a garotinha loira com cara de menina que ficava isolada no fundo da sala e estudava ali desde o oitavo ano, mesmo assim nunca havia notado ela antes, entretanto logo a garotinha que ouvia Rock num canto, tornou-se o xodó da sala. De quebra conquistou o coração do Andreas, um dos meninos mais perfeitos, chapados e populares do 2º ano na época. Logo no começo das aulas todos a acharam super fofa, por conta disso a mesma acabou também ganhando o concurso.
Menos de um mês ela conseguiu o carinho e atenção de toda escola, o tipo de pessoa que consegue agradar gregos, troianos e putas – porque sim elas são uma raça a parte. Por conta da proximidade entre nossos pais, Amanda começou há passar mais tempo na minha casa. Logo eu, ela, Bruna e Cecília viramos confidentes. Por conta de morarmos no mesmo condomínio, Amanda sempre fazia o motorista desviar o caminha para minha casa.

Mandy – apelido meu para ela- tem por volta de 1,60m, e isso lhe garantiu logo de cara o apelido de pequena. Rosto fino com bochechas rosadas, os olhos com um tom extremamente diferente de castanho, meio que verde. O tipo de pessoa que é magra naturalmente, sempre come mais que Andreas, detalhe o mesmo é simplesmente o goleiro principal do time da escola. Herdará do pai com toda certeza a postura ereta. Já os cabelos extremamente loiros e com cachos na ponta conseguirá com a mãe. Por conta da postura sempre intacta, sempre conseguiu ficar exuberante com um vestido de gala, e ao mesmo tempo deslumbrante com um jeans usado, all star, e blusa de banda.

Enquanto ser perfeita nunca foi minha praia, nunca foi algo que eu soube fazer de melhor, pelo contrário. Eu sou a pessoa mais defeituosa que alguém poderia conhecer. Haja paciência comigo, haja suspiros e sorrisos. Sabe aquelas garotas que você ganha num estalo de dedos? Não sou assim. Você não vai me conquistar em alguns minutos, você não terá a dádiva de receber minha confiança. Sou uma pessoa muito sufocada, presa em seus pensamentos e planos, nada acontece como eu planejo ou quando quero. A sociedade fala que sou difícil, já eu acho que não, eu me valorizo, é diferente. Não sou uma pessoa complicada, mas você vai demorar certo tempo pra me entender. Um poço de misturas. Não sou democrática, em certos termos, eu não serei o que a sociedade quer que seja. Quem me aceitar, vai me aceitar do jeito que sou, com qualidades e defeitos. Já cansei de fingir para poder ser aceita.

_Cecília ganhou de novo! – Afirmou Ludmila se virando totalmente para trás, esquecendo-se pela primeira vez do professor.

_Qual? – Perguntei devolvendo o Iphone dela, no qual eu mesma nem olhei.

_Apresentaria para minha família, educada ao extremo e menina dos olhos de ouro. Mandy ganhou em mais fofa novamente e posso confiar meus segredos. Bruna ficou com o segundo lugar com nerd ao extremo e terceiro lugar com garota mistério. A onde se vai? Ainda temos 35 minutos de aula – Disse Ludmila quase sussurrando porque toda sala ainda estava concentrada naquela porcaria de aula, as pessoas nem davam atenção paras mensagens em seus celulares. Foram apenas poucos minutos de animação e logo a sala voltou ao normal. Pelo visto não foi só a mim que o sol da América modificou.

Joguei meu estojo e as outras coisas que estavam na mesa para dentro da minha bolsa de qualquer jeito. Fechei o fichário.

_Te encontro no pátio, essa aula está um porre – Disse para Leandro, o mesmo parecia estar dormindo realmente agora. Apenas o velho Leandro Alves.

Assim que caminhava em direção á porta, percebi que todos me encaravam e não prestavam mais atenção naquela insuportável explicação.

_Eu sei gente que a Senhorita Juliana é muito mais bonita que eu, mas não se esqueçam de que sou eu quem corrijo as provas! – Afirmou o professor voltando a ter a atenção da sala apenas para ele. - Posso saber onde a Senhorita acha que está indo?

_Embora.

_Posso saber por quê?

_Por que sua aula é uma porcaria. Você tem 22 anos, mas se comporta como um garoto de 13 anos no começo da puberdade. Não vou ficar aqui ouvindo seus absurdos, sendo que posso ouvir uma música lá em baixo – Afirmei enquanto pegava meu celular dentro da bolsa.

_Mais alguma crítica? – Perguntou rindo sarcasticamente de mim.

_Vê se cresce! – Afirmei me virando para sair dali, entretanto ele segurou firme em meu braço. Virei-me e ele ainda mantinha aquele sorriso irônico, aquilo me tirou do sério, quem ele acha que é pra me segurar assim?

_ Seja mais prudente na hora de falar comigo, se coloque no seu lugar Senhorita Juliana – Afirmou ele ainda segurando firme em meu pulso, a sala parecia nem ao menos respirar.

_Na vida existem coisas mais importantes que prudência! – Afirmei tentando manter meu sorriso irônico.

_Pare com esse teatro de menina mandona, sei que alguma coisa boa vai sair de você até o fim do ano, agora se sente e espere assim como todo mundo o sinal tocar. – Ordenou ele, acho realmente que a diretora esqueceu-se de avisar pra ele que ninguém rela em mim nessa escola, muito menos me trata desse jeito, pelo jeito precisarei ter uma conversa séria com ela.

_Ninguém me manda fazer nada...

_Para sua infelicidade eu sou autoridade máxima dentro dessa sala, e se mandei você se sentar você vai se sentar – Disse ele firmemente ainda segurando meu braço.

_Se eu fosse você não falava assim comigo, sou Juliana Winble se não te avisaram sobre isso.

_Prazer sou Georg Listing seu professor de Biologia – Disse ele sinicamente me largando e me estendendo a mão, o que arrancou risada de todos. Filho de uma puta, eu vou cuidar pessoalmente da demissão dele.

_Você já está passando dos limites, eu vou sair da sua sala sim, ninguém manda em mim, ou me ordena fazer alguma coisa, vou ligar agora mesmo para o meu pai e você vai se arrepender de tudo isso. – Digo digitando rapidamente o número do escritório do meu pai.

_Ai como você é infantil, papai precisa resolver tudo? – Disse ele o que arrancou mais risada de todos, eu naquela altura já estava vermelha de raiva. Foi quando senti meu celular sendo arrancado do meu rosto assim que Beth a secretária atendeu. Tudo passou num piscar de olhos, o filho da mãe do professor louco simplesmente tacou meu celular pela janela do terceiro andar. Ouvi gritos abafados de surpresa de todos assim que ouvimos meu celular se espatifando no chão.

_Seu filho da puta, você fumou maconha antes de vim pra escola? Que merda você acha que é para tratar uma pessoa do meu nível assim – Afirmei avançando para cima dele, mas logo senti as mãos de Leandro na minha cintura me puxando para ele, o mesmo me conhece muito bem e sabia que eu estava preste a dar um belo muro na cara daquele retardado.

_Garota pare de viver no mundo das fantasias, você é apenas uma mimadinha da Porra, o mundo não gira ao seu redor Juliana de nada – Disse ele ainda sorrindo ironicamente e me provocando de propósito, qual é desse professor?

_Isso vai ter volta, escreve o que estou falando, eu vou acabar com a sua vida, pode começar a ir juntando suas coisas, porque até o fim do dia você já vai estar demitido! – Gritei enquanto Leandro me puxava para fora da sala, Ludmila pegava minhas coisas que estavam no chão mais a mochila dela e de Léo.

Eu tentei me livrar dos braços de Leandro, mas foi em vão, logo já estávamos fora da sala os três.

_ Léo se viu o jeito que ele me tratou? Quem ele acha que é? – Perguntei aos berros enquanto esbravejava de raiva.

_Calma Jú, a gente vai colocar ele no lugar, nossos pais vão saber desse episódio, vai dar tudo certo – Disse ele me abraçando o que me acalmou, e sempre bom estar nos braços firmes e quentes de Léo, como sempre esquecemos que Ludmila estava ali segurando nossas mochilas gentilmente.

_Vocês não acham que estão exagerando? – Perguntou ela meio receosa. O que me deixou ainda mais puta, quem ela acha que é pra bater de frente comigo e com o Leandro? Se não fosse pela gente ela não seria nada nessa escola.

_Ludmila nós deixe em paz! Nossos pais são praticamente donos dessa escola, ninguém tem o direito de ficar regulando ou batendo de frente comigo e com a Juliana, sempre foi assim é sempre será, você entendeu? Se você quer ficar do lado desse professor de merda, vai lá e fica com ele mesmo, agora nem pense em sentar perto da gente de novo, se não vai sobrar também pra você. – Esbravejou Leandro, e acho que ele só não bateu de frente com Lud, porque estava muito preocupado em me acalmar.

_Calma Léo, desculpa eu falei apenas da boca pra frente – Afirmou ela assustada.
Acho que por conta dela ter sempre medo dele, o Léo nunca gostou muito dela. Leandro só gosta mesmo de quem não se amedronta com esse jeito durão dele e o enfrenta. Loucas, tipo eu!

_Vai volta pra aula, e agora deixe a gente paz – Afirmou ele pegando minha bolsa e a dele bruscamente da mão de Ludmila. – Toma você esta precisando disso – Recebi o maço de cigarros que estava na calça do uniforme dele, rapidamente o mesmo acendeu o meu cigarro e eu acendi o dele enquanto caminhávamos até a escada, com nossos corpos grudados pela lateral já que ele passou a mão por trás das minhas costas e a pousou na minha cintura.

Mas naquele momento nem mesmo o cigarro conseguiu me acalmar. Então um sorriso maligno se estampou na minha face, meu rosto se iluminou assim que percebi que Léo havia nós levado até a sala da diretora. Léo retribuiu com um sorriso perverso, sim sempre gostamos de fuder com a vida dos que nós irritam. Georg Listing diga adeus a sua vida como professor de Biologia. Apagamos nosso cigarro e o jogamos no vaso de flor de fora da sala, Léo entregou minha bolsa e beijou minha cabeça antes de bater na porta. 15 minutos e só disso que precisamos para acabar com o senhor Listing. Ai a vingança é sempre tão boa. Pelo menos ele ainda é jovem e pode fazer outra faculdade.

_Quanto mais fudido ele ficar melhor, certo? – Perguntou ele e fiz que sim com a cabeça sorrindo pervertidamente antes da secretária da diretora abrir a porta sorridente para nós entrarmos.



Posto +? Continuo? Gente todas essas dúvidas e encrencas serão solucionadas quando os envolvidos forem narrar seus capítulos de novo. Espero que gostem e continuem comentando.

Querem mais tortura?
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Seg Jul 23, 2012 4:47 pm

Eita, essa Juliana é trabalhada no capeta hein! KKKKKKKKK parece comigo -q
adorei esse cap. e o Georg foi muito folgado - realmente - u.u merecia uma porradas -q kkkk
Apesar de sempre ler do meu serviço e ter vontade de pedir capitulos um pouco menores, a minha vontade de ler não deixa u.u Então,por mim você continua com capitulos longos sim \õ/


Última edição por kiinha kaulitz em Seg Jul 23, 2012 4:49 pm, editado 1 vez(es) (Razão : capeta)
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Seg Jul 23, 2012 9:09 pm

Estou amandooo =D

Leitora nova o// mas é claro que continuaa liebe.
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Seg Jul 23, 2012 9:36 pm

Continua
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Ter Jul 24, 2012 8:03 pm

essa juliana uma ....adorei a fic continua
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sex Jul 27, 2012 2:43 pm

Brigado pelo apoio meninas. Colocando em 2 parte porque esse é realmente grande. Seja bem vinda Jacqueh' ::TH:: 483.
kiinha kaulitz , tipo ela é um capeta e ele um folgado, nem vai dar problema né? Brigado pelo incentivo animador.
Valeu pelos comentarios Joyce e Danielle.



.Capítulo 3.




Até semana passada eu ainda procurava por alguém de olhar calmo e profundo, de sorriso encantador. Alguém de falar manso e lábios gentis, porém de beijos ardentes, de um andar relaxado e gestos simples. Procurava alguém que goste de ficar em casa e de ver filme abraçadinho e que goste de beijos roubados. Alguém bobo é inteligente ao mesmo tempo, de riso fácil e humor crítico. Alguém que sabe o que dizer na hora certa, e se cala quando não sabe o que dizer, mas que me apoie. Tava procurando alguém para me fazer bem, que saiba ler nas entrelinhas, meu olhar e minha alma. Alguém que ouvindo música lembre-se de mim, goste de mim exatamente como sou até mesmo meus defeitos. Entretanto há uma semana descobri que homem assim existe, e ele se chama Tom Kaulitz.
Tom, Tom, Tom.

Nas últimas duas semanas esse é o único nome a passar todo segundo pela minha mente. Não é apenas seu nome que invade toda hora meus pensamentos. Seus 1,82 cm, seu cabelo moreno cheio de tranças, seus olhos caramelos (me fazendo sempre lembrar-me do colar o qual a mãe da Juliana usou no meu aniversário de 15 anos), principalmente seu sorriso fofo e fascinante também não saem da minha mente. Uma perdição para um lugar com terras tão férteis.

Hoje de manhã quando cheguei à escola, meu humor estava tão alto quanto o forte verão que trouxe consigo uma intensa onda de calor e elevados picos de temperatura. Assim como essa onda de calor cisma em derreter em alguns minutos os sorvetes de todas as crianças, meu coração todo dia derrete logo de manhã quando de costume o vejo sentado nos degraus da papelaria localizada na frente da escola. Todo dia de manhã, ali está ele junto com o irmão e os amigos, ficam apenas jogando conversa fora, esperando o sinal de dentro do colégio tocar.
Como sempre subi a rampa tranquilamente, o perdendo de vista e dando de cara com o imenso pátio que a cada dia parece menor e mais amontoado. O dia mal começou e o colégio todo já se encontra divido em seus costumeiros grupos, cada um em seu canto subjulgando o outro sem nenhum motivo concreto. Será que é pedir muito para um dia fazermos uma grande interação? No final todos acabaríamos nós dando muito bem. Estou cansada dessas intrigas, traições e fofocas amontoando os corredores. Sim, sim, sim, realmente acredito num mundo melhor, então não me venha com falsos clichês de que não temos mais salvação. Estou farta de ouvir isso nas aulas de Determinismo.

Logo avistei Jú sentada num banco sozinha do jardim. Isto me assustou. A essa hora da manhã, ela costuma passar o tempo todo se divertindo com Leandro, não me pergunta como ela consegue. A mente de Jú sempre será um enigma para mim.
Mais ao fundo vi Amanda e Andreas sentado juntinhos debaixo da cerejeira. Esses dois se completam tanto que não tem como invejá-los por serem tão perfeitos juntos. Espero ainda um dia poder ter uma conexão assim tão forte com um namorado. Desejo muito ter um namorado tão bonito, carinhoso, gentil, leal, sincero, compreensivo, engraçado, solidário, fofo, cuidadoso, alegre, e animado quanto o Andreas. Ele impressionantemente consegue ser bonito por fora e totalmente perfeito por dentro. Amanda não poderia encontrar um namorado melhor, da pra perceber no olhar dos dois o quanto a conexão os unindo é extremamente forte e verdadeira.

Caminhei então calmamente até a onde Jú estava. Passei pelo imenso e ao mesmo tempo claustrofóbico pátio, como sempre lotado de desconhecidos. Nessa escola são tantas as pessoas que se veem todos os dias e nem se dão ao trabalho de se conhecer melhor.
Eu e Jú mesmo nunca teríamos ficamos amigas, se um dia ela não tivesse do nada começado a conversar comigo na aula de Matemática quando estávamos no último ano do Ensino Fundamental. Se não fosse por aquela entediante aula, talvez eu nunca tivesse mudado meus conceitos sobre minha melhor amiga.

Já fazia 2 anos que estudava no Goethe, as pessoas com quem eu conversava nessa época, hoje em dia mal me olham na cara. Algumas até chegaram a me chamar de falsa e mentirosa depois de eu ter virado amiga da Jú. Antes de conversar com a Juliana de verdade, eu a julgava ser uma menina: Metida, mimada, enjoada, fresca, protegida, oferecida, fácil e mandona. Claro, ela demorou um bom tempo para sumir com esses defeitos, alguns como a mania de mandar em tudo ainda prospera até hoje, mesmo ela negando ferozmente. A determinação também não mudou em nada, mas não vejo nada de mal nisto.
Nunca achei pode ser um dia amiga de uma menina tão cheia de atitudes, decidida e bonita quanto ela. No começo toda minha raiva se dava por conta de inveja. Inveja dela ter o irmão mais velho mais lindo do mundo, uma irmã dona do melhor closet da cidade, um melhor amigo para a defender de tudo. Mesmo Leandro sendo um babaca de letra maiúscula. Sem contar que ela sempre teve e terá todos os meninos aos seus pés. Na minha velha cabeçinha muito influenciada, pelos meus amigos daquela época, eu tinha todos os motivos do mundo para odiar Juliana Winble, sem nem ao menos ter a cumprimentado. No primeiro ano em que estudei no Goethe a gente acabou caindo na mesma sala. Na minha mente aquele ano também era outro motivo para não gostar dela logo de cara. Entretanto assim que a conheci, percebi como havia me enganado em tudo sobre ela. Nunca pensei que uma menina como a Juliana poderia ter uma vida tão incompleta.

Ela tinha tudo que eu queria ter: Uma família enorme na qual a mesma era a filha mais nova. Antes de conhecê-la realmente achava que ela recebia todos os conselhos possíveis das irmãs mais velhas, Fabiana (22 anos) e Natalia (27 anos). Imaginava as três à noite se reunindo pra ver um filme romântico e ficar fofocando sobre a vida, rindo dos homens que esnobaram. As três em época diferentes deslumbraram suas tão diferentes belezas pelo colégio, os meninos do Goethe há 15 anos não têm do reclamar. As meninas puderam por 17 anos aproveitar os belos atributos de Valentino (34), Pablo (28) e Caio (20). Também antes de conhecer ela, idealizava os três lindos irmãos sendo superprotetores. Sem contar os pais de Jú que sempre apareciam nas revistas, demonstrando ser o casal mais apaixonado do país. Porém em questão de família, Jú nunca deu sorte.

Diferente do que todas as revistas do país mostram o clã Winble não é assim tão unido é feliz quanto parece. Os pais se Jú tem amantes que fazem mais parte da família do que os próprios filhos. Todos os filhos estão extremamente desempenhados em ficar com a maior parte da herança possível. Resumindo o clã Winble na vida real está longe de ser uma família grande e feliz. Aliás, mesmo meu pai não me assumindo, quando converso com ela percebo o quanto tenho uma ótima relação familiar com minhas tias Anas e minha mãe, já que somos nós uma família compostas só por mulheres extremamente unidas.

_Bom dia Ceci, dormiu bem, sonhou com os pintinhos? – Perguntou Juliana assim que finalmente consegui chegar até ela no jardim. Mesmo longe de Leandro, a mesma parece manter seu nível de putaria intacto.

_Haha engraçadinha, dormi bem sim Juliana, o que houve? – Perguntei já que humor sarcástico dela é um forte indício de que alguma coisa deu errado ontem.

_Vamos pro ginásio? Preciso te contar uma merda que aconteceu ontem lá em casa. Se nem pode imaginar o filho da puta que apareceu ontem para conversar com meus pais...

Suas palavras se dispersaram em minha cabeça quando, atravessando o pátio e indo em direção as escadas para o ginásio, ele passou a apenas alguns metros do meu lado direito. A perfeição da beleza, meu príncipe estava com um sorriso tão sincero e feliz estampado na face, eu daria naquele momento simplesmente tudo para pode sorrir junto com ele, pegar em sua mão e fugirmos para vivermos felizes para sempre! Daria meus minutos de internet, minhas poucas horas livres no fim de semana ou meu mouse de chocolate só para poder mexer em seu cabelo sedoso. Queria tanto que ele soubesse da minha existência, me olhasse com aqueles olhos, aiii, que me deixam a-p-a-i-x-o-n-a-d-a! Além disso, tudo olhe aquele corpo escultural, aquele peitoral marcado pela...

_Cecí – Reprendeu me Juliana após perceber eu babando ovos e caramelos por Tom Kaulitz logo à frente. O susto que levei me fez bater com a cara na pilastra.

_Onde você esta com essa cabeça?

_Eu nunca estou aqui nesse mundo, você sabe disso. Ai, ai, tá doendo! – Disse colocando a mão sobre minha testa onde havia batido com tudo na pilastra.

_Você tem que ser a sonhadora de sempre né?! Aposto que nem ouviu nada.

_Sabe acabei me dispersando numa pequena parte – Dei uma última olhada, o que não devia ter feito, pois Jú viu e logo nós duas ficamos viradas para aquela “rodinha dos Vips”, sentados sempre perto da pilastra central. Ta bom, a maioria dos “Vips” são meus amigos, mas não consigo me sentir 100% eu quando fico com todos eles.

De onde estávamos não dava para ele nos ver, mas eu o conseguia ver perfeitamente junto com o irmão e os amigos do irmão que parecem já ter tornado seus amigos.
Porque motivo eles tiveram justo hoje vir antes para dentro do colégio? Justo hoje que a Jú está mal, e preciso tentar ajudá-la o melhor possível. Jú continuou falando enquanto nós acomodávamos no ginásio e eu apenas inerte nos meus pensamentos.

Bill irmão de Tom é o extremo oposto dele, mesmo os dois sendo gêmeos, parecem ter vindos de mães diferentes. Qual é. O Bill é loiro, fumante, todo musculosinho, nerd, mas do tipo nerd safado, exemplo disso: ele namora Isadora Sanches. Séria tudo tão mais fácil se ele estivesse com a Bruna. Primeiro porque isso facilitaria muito de eu ter uma primeira conversa com Tom. Segundo porque a Bruna já a um bom tempo fica babando por ele, mesmo aquela cabeça dura fique negando firmemente. Os dois andam muito com o Josh, o menino mais retardado de toda escola, consegue superar o Leandro, mas quando os dois estão juntos ai não tem pra ninguém em questão de basbaquice. Tenho certeza de que foi ele quem fez aquele buraco expiatório no banheiro feminino das quadras, os únicos com chuveiros da escola, foi o Josh! E ainda culparam o Tom, aquele lindo! Não acredito nessas injustiças. Só tenho uma palavra para descrevê-lo: NOJENTO. Outro motivo para eu odiar o Josh, ele e o Gustav não se dão bem.
Nem havia percebido quando o assunto mudou para o meu amor, apenas estava apenas área, respondendo tudo automaticamente.

_Então quem é o tal? E o Marcelo? Renato? Eduardo? Leandro? – Enquanto Jú falava todos os nomes dos meninos da nossa rodinha, fiquei refletindo se já era ou não a hora certa de contar para ela. Qual é, ela me mostrou ele pela primeira vez, sem contar que é minha melhor amiga do mundo, meu oposto, mas minha melhor amiga.

_Calma! Ta esquentando.

_Hum... Já sei! Sem dúvida e o Bill!

_Não! Sem contar que seria mancada gostar dele depois de ver a Bruna ficar um ano todo suspirando por ele pelos cantos. – Foi um quase, mas resolvi não dar mais nenhuma dica.

_Não, é o Josh? Aquele escroto...

_Não! Você tá louca? O Josh não é pra mim, ele é nojento! Faltou só um.

_Ta brincando? O ... Tom?

_É sim, ele não é lindo!?

_Calma, calma, ainda não caiu à ficha, como você pode gostar do Tom? Ele é...


Posto mais?


Última edição por Meris em Qui Ago 02, 2012 8:56 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sex Jul 27, 2012 4:18 pm

não acredito que você parou bem nessa parte, cara, sem graça ): kkkkkk
Amei a descrição da Cecí pro Tom, (concordo plenamente :9) Essa juuh é doidinha,coitada -q

CONTINUA,RÁPIDO *-*
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sex Jul 27, 2012 9:17 pm

Opa eu quero dar aula nessa escola!
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sex Jul 27, 2012 9:20 pm

Omg, como voce parou nesta parte? O Tom é ... O que me diga !!

Quanto misterioo AHH

Estou adorando a fic em todos os aspectos, a personalidade de cada personagens, como a fic está sendo desenvolvida, a sua escrita Smile
Parabens!!


Continuee liebe =D
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qui Ago 02, 2012 8:54 pm

kiinhakaulitz não me mata, postando agora. Ju pirada? Calma que ainda vai ser pior.
Danielle K brigado pelo apoio e pelo comentario de sempre.
Jacqueh' terminando o misterio agora. Briigado por estar gostando da fic, e por elogiar minha escrita, que bom que esta percebendo a diferença dos personagens, para mim o mais impossivel de escrever ate a agora foi o Bill.
Demorei para postar porque estava esperando o comentario da Joyce Kaulitz, mas como acho que não deve esta mais lendo, então estou postando. O que é uma pena perder leitora, mas nem quero pensar se não começo a escreve ainda pior e perdendo mais leitoras, e não posso.




.Capítulo 4.




_Ta brincando? O ... Tom?

_É sim, ele não é lindo!?

_Calma, calma, ainda não caiu à ficha, como você pode gostar do Tom? Ele é...

_Perfeito? Lindo? Olhos que lembra os colares da sua mãe?

_Não, mas... – Naquele momento senti que ela queria me falar algo. Será que ela também estava gostando dele? Minha melhor amiga? Não pode ser já faz um ano que a Juliana não fica com caras com menos de 25 anos. Bom não quero saber, ele é meu, mas ela é minha melhor amiga, não seria justo!

Okay, se fosse esse o problema, eu abriria mão dele para ela, mas amo tanto ele, quer dizer, e se ele conversar mais com ela? Ele simplesmente nunca conversou comigo. Entrando em surto modo On. Vou perdê-lo para sempre? Nossa que ciúmes besta, o quero apenas pra mim! Ele é um fofo, meu fofo. Se ele ficar entre mim e a Jú, ela ganha fácil, afinal, ela tem mais personalidade, beleza, atitude, sensualidade, sem contar é mais atraente. Além disso, o que as minhas tias Anas pensariam caso eu disse que estava ficando ao invés de namorar? Será que elas aceitariam? Claro que não, quem eu quero enganar! Voltamos a caminhar caladas.

_Jú, mas porque você diz isso? Ta a fim dele?

_Não, pelo visto essa batida na pilastra realmente te afetou! – Afirmou ela enquanto andávamos pelo corredor lateral do ginásio. – Só não se apaixona por um cara que nem o Tom, porque ai fode!

_Olha a boca querida, recebemos educação de nossos pais- Disse a repreendendo de imediato, e recebi o típico olhar de estou pouco me fudendo.

_Só você Ceci, falar palavrão é uma dádiva divina! Acaba com toda aquela angústia do coração sabe? Te liberta de tudo.

_Sou contra esse tipo de liberdade, Marrie sempre me ensinou os 15 mandamentos da educação.

Marrie é minha babá, não babá não, ela é minha confidente, já foi minha babá, melhor, Marrie é meu anjo da guarda. Ela cuida de mim desde que eu era apenas um zigoto dentro da barriga da minha mãe. Quando minha mãe descobriu que meu pai faria o estilo pai totalmente ausente e covarde. Ela junto com Marrie e minhas tias Anas (são as irmãs da minha mãe) sempre ajudaram muito na minha criação. São elas: Ana Maria, Ana Clara, Ana Luisa, Ana Beatriz, Ana Paula, Ana Júlia, minhas 6 amadas tias Anas, já minha mãe a excluída se chama Sueli.
É meio contraditório o nome dela ser Marrie né? Bom, é que ela veio do México, tem a típica cor alaranjada mexicana, e fala com um sotaque que me fazia rir na infância. Já que minha mãe sempre esteve muito engajada em fazer seu escritório de direito prosperar. Marrie virou “minha dama de companhia” e responsável por tudo comigo. O nome da Marrie na verdade é Maria Abençoada Conceição, mas com uma afrancesada acabou virando Marrie.

_Eu vou te apresentar para ele, Ceci.

_Não, se fumou? – Já estava falando igual à Bruna. Céus.

_Vou sim, é ponto final!

_Não vai não, Juliana Winble você não vai fazer nada.

_Vai continuar ai suspirando de longe por ele?

_Não é isso. É... Só... É só... Que... É só que... Não teria... É só que eu não teria assunto para falar com ele – Desembuchei depois de gaguejar de medo em pensar em conversar com ele, só faltava essa agora, e se eu ficasse gaguejando na hora de falar com ele? Só de pensar naquilo me arrepiei instantaneamente de medo. Com certeza ficaria gaguejando na frente dele.

_Calma não precisa ficar tão nervosa, apenas vou apresentar você para ele, não é nada demais, quem sabe ele não tem um irmão de uns 26 anos para mim?

_Não Jú! Agora não! Por favor, eu te imploro.

Antes que ela pudesse falar o sinal tocou alto no ginásio, resolvemos subir as escadas do ginásio para depois atravessar os corredores dos laboratórios e irmos cada uma para sua sala, onde eu como de costume já encontraria Bruna sentada no seu lugar a minha frente. Talvez ela fosse mais solidária comigo quando soubesse que estou a fim do Tom, talvez pudéssemos nós ajudar, assim nós duas conseguiríamos o coração dos dois irmãos mais lindos atualmente nesse colégio.
Como de costume a aula foi extremamente normal, fiquei sentada na terceira carteira ouvindo tudo e não entendo nada, como sempre os meninos da sala ficaram um bom tempo me irritando com aqueles apelidinhos ridículos de purinha, santinha, princesinha, nerdizinha, menininha, fofinha, típico deles, apenas finjo não estar ouvindo as típicas brincadeiras infantis.

Porque aturo tudo isso calada? Do que adiantaria ficar implicando? Ai sim que as coisas seriam terríveis. Tudo isso prá que mesmo? Ah é, tem hora que eu até esqueço. Aturar tudo isso, porque almejo uma boa universidade de medicina, onde ficarei por 6 anos, começar a ganhar meu dinheiro para virar uma mulher. Orgulhar a todos que sempre acreditaram em mim, desde Marrie, minha mãe, minhas tias Anas, até o meu tão ausente pai.
Explicar meu pai é quase impossível! Ele é daquelas pessoas que você fica uma hora conversando, porém não conversam sobre nada. Nossa relação sempre foi um tanto complicada, e pioraram quando há dois anos descobrir que o mesmo há anos vinha me escondendo dois irmãos gêmeos. Os filhos que ele teve com a sua atual mulher. Eu gosto dele, apesar do seu lado extremamente ganancioso e egocêntrico.

Imagine anos 80. Um homem alto, sarado, moreno de olhos caramelos. Com aquele perfume de homem que te enlouquece. Com aquela jogada sedutora, seu cortejo impecável igual a de um mestre sala. Não sei como minha mãe conseguiu resistir por dois anos os gracejos do meu pai na faculdade. Então uma noite numa festa da faculdade. Minha mãe uma linda loira, olhos castanhos, imatura e inconsciente de seus atos cedeu, sim ela cedeu aos instintos que já viam fraquejando há muito tempo.
9 meses depois nasci, uma menininha chorona. Meu pai nunca me assumiu, porque desde aquela época já estava noivo de sua atual a mulher. Ele prometeu para minha mãe pagar todas minhas despesas desde que ela não o fizesse assumir a criança publicamente. Minha mãe não tinha outra saída, ou era isso ou largar a faculdade e trabalhar num emprego vagabundo para poder me sustentar com ajuda das minhas tias Anas. Minha mãe nunca deixou de amar meu pai, ele superou uma falta dela com a imensa herança que começou administrar assim que casou com Paula, sua mulher e mãe dos meus dois irmãos que infelizmente nunca saberam da minha existência. Para Roger Berlitz (meu pai) nada é mais importante do que dinheiro. Saio com ele uma vez por mês, sempre vamos algum hotel e ficamos por algum tempo conversando, então ele me entrega o cheque com o valor necessário para todas minhas despesas e sempre termina a reunião quando começo a falar de assuntos mais pessoais. A palavra família e o que basta para ele se lembrar de uma reunião superimportante. Mesmo eu tentando me enganar, sei bem que ele nunca vai querer me apresentar como sua filha, para sua atual família ou amigos.

As aulas passam rapidamente, nem me lembro ao menos a cor da camisa sempre extravagante do professor de Física.
O almoço chega e ele como sempre se resume a algo mais ou menos assim. Imagine uma savana africana com 24 leões é apenas uma pequena fonte de água e comida. Agora imagina o desespero dos leões para conseguir? É assim que os meninos dessa escola se comportam quando o restaurante da escola resolve fazer lasanha, como se fosse muito barato ter que pagar 17 euros para poder comer a gororoba dessa escola. Apesar de todos aqui serem muito bem criados, todos parecem se divertir em descer correndo as escadas e se matar na fila do restaurante da escola, parece não comerem a séculos, todos deixam a boa educação estampada nas capas de revistas ao lado dos pais. É ridículo, vários meninos se machucam.

Como sempre fui ao Riko’s almoçar com a Jú. Fiz meu costumeiro prato de saladas, Jú lotou seu prato com batatinhas e churrasco. Comemos, conversamos sobre as aulas tediosas. Enquanto esperávamos na fila para pagar, meus olhos encontraram com aqueles olhos caramelos hipnotizantes. Começei a tremer por dentro, torcia para Jú não perceber a presença dela. Castigava-me por não ter demorado mais pra comer, ou porque não ter ido almoçar com a Bruna. Então Juliana percebeu meus olhares furtivos, ela riu e aumentou o tom de voz. Porque mesmo que não fui almoçar com a Bruna?

_Cecí. Olha só quem está aqui, ele pelo visto não é muito chegado em comida italiana – Disse ela praticamente aos berros, fiquei roxa, rosa, lilás, amarela, todas as cores de uma vez. Minha única sorte foi ele estar muito entretido conversando com um amigo. Jú ao perceber isso, tocou no braço dele o fazendo se virar. Porque não fui almoçar com a Bruna? Bruna nunca iria puxar assunto com um desconhecido na fila do caixa do restaurante.

_Oi meninas – Afirmou ele com a voz perfeita, meio rouca, mas sedutora.

Naquele momento eu tremi feito louca, deveria estar tendo um AVC internamente. A cena foi muito rápida e ele começou a falar com Juliana, os dois conversavam algo sobre batatas, não conseguia ligar as ideias na minha cabeça. Então quando estávamos saindo do restaurante os três, não me pergunte a onde o amigo dele se meteu, porque eu estava apenas área tentando seguir Jú e Tom que conversavam e riam animadamente sobre batatas. Como ela consegue um sorriso dele com um simples assunto de batatas? Leandro se juntou ao grupo, mas também ficou do meu lado mais atrás, me falando algo inútil de como havia perdido sua grana para comprar seu baseado semanal. Bruna daria um soco na cara dele se estivesse ali. Não entendo nem nunca vou entender essa mania que o Leo tem de ficar puxando assuntos tontos comigo, apenas sorri para ele fingindo prestar atenção, mas na real eu queria que ele ficasse calado para eu poder ouvir o entusiasmante papo entre a Jú e o Tom.
Chegamos à escola e ficamos os quatro conversando. Como era um saco ter aulas à tarde, foi então que a diretora com o seu megafone subiu no palco que existe no fundo do pátio.

_Boa tarde meus incríveis alunos do colégio Goethe, antes de todos voltarem para suas aulas da tarde, gostaria de fazer um anúncio sobre algo muito importante! – Afirmou a diretora antes de fazer sua costumeira pausa dramática.

_Não acredito que irão demitir ele na frente de todos os alunos – Afirmou Leandro rindo sinicamente enquanto recebia um abraço forte de Juliana, esses dois quando se juntam sai de baixo porque não tem pra ninguém. Então percebi o professor Georg de pé ao lado da diretora, mas ele sorria. Não tanto quanto Leandro e Juliana.

Não que eu não gostasse do professor Georg, para mim a primeira aula dele foi totalmente indiferente, talvez tenha ocorrido isso por conta de eu estar apenas pensando em Tom que agora está parado na minha frente ouvindo atentamente as palavras da diretora. Ele fica tão lindo quando faz essa cara de concentração, as sobrancelhas se levantam, o queixo se contrai. Perfeito.
Mas todos os alunos da escola o adoraram desde a primeira aula e sentiram muito sua falta depois daquela sexta-feira quando o mesmo teve a coragem de enfrentar Juliana. Naquele momento que ele jogou o celular dela pela janela, todos já sabíamos: Logo ganharíamos mais um daqueles monótonos e arcaicos professores de Biologia.

_Venho com muito orgulho anunciar a vocês, que a partir de amanha o professor Georg de Biologia retornar a dar aulas nessa escola, nos horários....

Então antes da diretora terminar de falar, todos uivaram de aprovação. Eu apenas virei meu rosto para Juliana e Leandro, os dois se olhavam perguntando se haviam fumado demais ou se estavam realmente ouvindo aquelas palavras saindo da boca da diretora. O palco ficou lotado de alunos alvoroçados abraçando Georg, alguns até se deram ao atrevimento de beijar a diretora no rosto.

_Jú, mas você não falou que ele havia sido demitido? – Perguntei já que estava perdida naquela confusão, semana passada Juliana me deu certeza de que nunca mais seriamos obrigados aturar as aulas de genética do professor Georg.

_Ceci você realmente não ouviu nada que te falei hoje de manhã né? Esse veado esteve ontem à noite lá em casa, e pelo visto consegui manipular a cabeça dos meus pais. Mas isso vai ter volta pode ter certeza! – Afirmou ela saindo furiosa dali, apenas puxando Leandro pelo braço, com certeza os dois estavam furiosos com tudo aquilo. Juliana odeia quando algo sai do seu controle.

Foi ai que percebi que estava sozinha com Tom. Não um simples Tom sim Tom Kaulitz.

Continuo? Posto mais? Muito feliz pelo apoio. Próximo capítulo só semana que vem porque ele esta na casa da minha irmã de alma, minha grande amiga e só vou lá no sabado, então ate revisar e tudo. Sad Garanto isso: Quanto mais coments mais rapido eu reviso e posto.
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qui Ago 02, 2012 9:11 pm

continua
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Joyce Kaulitz th
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qui Ago 02, 2012 9:55 pm

VOLTEI a fic tá ótima continua Very Happy
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Adriana R.
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sex Ago 03, 2012 6:03 am

Tá esperando o que? posta logo!! *-*
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kiinha kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sex Ago 03, 2012 3:47 pm

[AAAAAA] preciso de mais!!!!!

Estou aguardando *u*
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Joyce Kaulitz th
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sab Ago 04, 2012 11:18 am

ahhh não maltrata a gente NÃO triste continua
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Meris
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Seg Ago 06, 2012 9:32 pm

Brigado pelo apoio meninas, apenas Jacqueh que sumiu, ainda bem que a Joyce apareceu de novo. E valeu mesmo pelo MP de incentivo Joyce, não some em se não fico louca husaashuahua. Tomara que a Jacque volte.
Passando rapidamente, preciso digitar outra fic. Qualquer erro perdão depois corrijo, apenas li uma vez essa capítulo.
Bem vinda Adriana R. Espero que goste e comente sempre.


.Capítulo 5.



Sabe aquelas típicas palestras infernais sobre regras e deveres escolares? Sabe palestras escolares que acontecem todo começo de ano? Aquelas palestras carregadas de ladainha, lembrou? Onde a diretora sempre nós reúne, apenas para entediar ainda mais nosso tempo. Palestras que exaltam as velhas regras da escola, no caso do Goethe só são obrigados a seguir aqueles cujos pais não são nada influentes. Estou em uma dessas nesse exato momento, o tempo não passa e Andreas parece dormir tranquilamente com a cabeça encostada no meu ombro. Há 48 minutos minha turma o 2ºA e o 3ºA ocuparam as poltronas, do como sempre reformado teatro. Todos nós bufamos quando a diretora Marisa começou seu longo discurso. Porque não cabulei a aula com a Juliana e o Leandro? Porque meus pais estão quase morrendo no Egito para eu poder estar aqui. Bendita interminável primavera árabe, já estamos no inverno!

Os minutos iniciais foram gastos com boas vindas, desnecessárias. Ocupei meu tempo respondendo os sms de Juliana sobre os preparativos da festa. Como sempre tudo para Jú tem que sair mais do que perfeito, entretanto após alguns minutos ela parou de me responder, com certeza o professor Georg aprendeu novamente o celular dela. E claro, ela deve estar extremamente irritada nesse momento. Juliana nós últimos dias se não esta pensando nela ou na festa fica apenas planejando algo para acabar de vez com a vida do professor de Biologia.
Já tem alguns minutos que a diretora fala orgulhosa das punições e regras, a velha já fez essa palestra tantas vezes que nem ao menos olha os slides projetados no imenso telão.

_Amor você vai almoçar com as meninas hoje? – Perguntou Andreas sonolento, devia ter acabado de despertar. Nem sei como ainda estou acordada.

_Vou almoçar com a Bruna, vai comer com o Bill? – Pergunto enquanto observo a diretora. Com sempre ela é a única animada com suas tediosas palavras.

_Minha mãe vai chegar hoje de viagem, então vou almoçar em casa. O motorista vem me pegar, não quer vir? – Propôs ele tirando a cabeça do meu ombro e se sentando ereto – Minha mãe adoraria ter sua presença no almoço.

Eu não podia ir com ele, precisava conversar com Bruna sobre uma decisão importante que irei tomar na minha vida, não irei dar esse passo antes de ouvir a opinião dela, então apenas sacudi negativamente a cabeça. Com esse rápido movimento, avistei Bill Kaulitz sentado duas fileiras na minha frente. Está de costas brincando de passar a caneta por entre os dedos da mão direita, já a outra mão parece estar pousada na perna de Isadora Sanches. Mesmo estudando na mesma escola há anos, os dois na minha mente sempre foram aquele tipo de casal impossível de se formar.

Desde o ano passado Isadora e Bruna se odeiam nitidamente. Durante o torneio de vôlei do ano passado, Bruna de propósito sacou forte uma bola na casa de Isadora para se vingar de todas as fofocas e mentiras que ela vivia fazendo dela e de Juliana, desde então as brigas e provocações nunca mais cessaram. A bolada foi tão forte que rendeu um enorme olho roxo no rosto de Isadora, ficou roxo o tempo suficiente para fazê-la não acompanhar o namorado no baile de formatura do 3º. Deixando seu ex-namorado formando e ex-capitão do time de Lacrosse da escola, a trair com todas as mulheres do local. Para infelicidade de Brubs, os Kaulitz e os Sanches tornaram-se vizinhos nas férias, depois de dois dias Bill tratou de visitar e fazer tremer diariamente a casa de Isadora.

Mesmo namorando ainda sei reconhecer quando vejo um homem bonito e Bill Kaulitz se encaixa totalmente nessa categoria. Bill o típico garoto nerd naturalmente. Descolado. Usa roupas que em qualquer outra cara ficariam ridículas, mas nele dão um ar de mistério e sensualidade. Não usa boné em hipótese nenhuma, raridade entre os meninos dessa escola. Anda e conversa apenas com quem o interessa, não puxa o saco de nenhum tipo de pessoa. Independente. Assim como nunca tira o tênis vans do pé, também vive no fundo do ginásio fumando. Têm umas duas tatuagens espalhadas pelos seus 1.86 cm de altura. Magro daquela magreza natural que todas as meninas morrem para ter. Laterais do cabelo loiro foram cortadas recentemente, o que acabou formando um topete no qual o mesmo arruma no seu próprio estilo. Tem pinta de skatista porque anda de skate. Houve música boa, temos o mesmo gosto musical. Alto, cabelos naturalmente loiros e lindos, olhos castanhos simplesmente hipnotizantes, um físico ideal, levantador e capitão do vencedor time de vôlei masculino do Goethe. Uma áurea misteriosa gira em torno dele, o que intriga e fascina todo corpo estudantil feminino, até mesmo Juliana que só se interessa com mais de mais de 25 anos. Ele pode não ter músculos tão definidos como do seu irmão gêmeo, porém ambos são singularmente charmosos. Sem contar o fato de Bill ser um gênio, motivo este para ele estar adiantado um ano e ainda ser um dos dez melhores alunos do terceiro ano.

Enquanto Bill é o típico cara apático, Isadora é a típica boneca Barbie com silicone na cabeça. A menina é tão burra que só passou de ano por ser muito rica. Isadora é loira, com o corpo perfeitamente desenhado por horas na academia desde os 12 anos de idade. Aquela garota que vive cercada de amigas por toda escola, entretanto acaba sempre guardando seus segredos para si mesma. Já dormiu com todos os meninos pegáveis que saíram ano passado da escola. Não sei muito da vida dela além dos boatos. Sempre mantém um sorriso safado estampado na cara, e mede todo mundo de cima abaixo, desde que chegou ao terceiro ano se acha o último grão no saco de feijão.

_Preparada para o domingo? – Perguntou Andreas segurando meu rosto com aquelas duas enormes mãos. O encarei tentando não demonstrar o medo e a incerteza dentro de mim.

_Sim – Sorriu tentando parecer o mais convincente possível. Ele solta meu rosto me deixando voltar a olhar a diretora, mas não demora muito e logo sinto um beijo calmo ser depositado na lateral direita de meu pescoço. Um prazer pequeno e gostoso me invade.

Ele sente um imenso prazer em fazer carinhos nos meus pontos fracos quando estamos em público, gosta de testar meus limites. Respiro fundo controlando meus instintos ou pelo menos tentando. Mas quando ele começa a lamber, sugar em seguida e finalizar puxando minha pele, sem fazer muito barulho gemo oca, acabo cedendo e pedindo por seus lábios nos meus, logo meu desejo e atendido. Por deliciosos minutos me aqueço com a quente língua dele se enroscando na minha, infelizmente ele cessa nosso momento e sorri antes de voltar a deitar no meu ombro. Faço cara de emburrada e ele morde meu ombro por cima da blusa, rimos cumplicimente antes de cessarmos os ânimos.

Não sei bem o porquê, entretanto começo a pensar em Bruna. Não me lembro de quando vi aqueles lindos, longos e brilhantes cabelos castanhos pela primeira vez, também não me recordo quando nossa amizade se tornou algo tão especial para mim. Somos muito diferentes e parecidas ao mesmo tempo. Eu a garota magricela ela dona de um lindo corpo, no qual só descobrimos ano passado quando ficamos as quatro o dia todo na piscina da casa de Juliana.

Naquele dia na casa da Jú, Bruna nós mostrou pela primeira vez aquele exuberante corpo que vive escondido atrás de roupas que o desvaloriza. O biquíni apenas valorizava ainda mais suas curvas. Diferente de mim, Cecília e Juliana, Bruna não tinha conseguido aquele corpo gastando horas na musculação. As panturrilhas ficaram torneadas por conta da mania dela de andar de skate para todo quanto é lado. Já a coxa e o bumbum ficaram duras, graças às trilhas que o pai sempre a leva para fazer, os quatro anos sem tomar cerveja ou refrigerantes também contribuíram. A barriga sarada e sem nenhum pneuzinho se deu por conta dos anos que treinou no semiprofissional de vôlei e natação. Os bumbuns e os peitos ela herdou da parte latina da família de sua mãe.

A família de Bruna faz parte da típica classe média alemã. Seus pais se conheceram por terem amigos em comuns e logo se casaram, tiveram ela primeiro e depois de quatro anos nasceu Patrício. Seu pai e um economista e sua mãe bancaria, trabalham no banco do pai do Leandro. Só viajou uma vez para fora do país, entretanto parece conhecer todo mundo, apaixonada por fotografia. Bolsista é uma das alunas mais inteligentes, compete pela escola nas olimpíadas estudantis, nos campeonatos de xadrez, vôlei, natação e esgrima. Dona de um gênio extremamente forte, não suporta mentiras ou falsidades e gente se conteúdo, por conta disso ou você a ama ou odeia.

No fundo acho que muitos alunos da escola a invejam, mesmo não tendo nada ela tem tudo. Uma família extremamente unida a dando apoio e ajuda, primos que a protegem de todo o mal possível. Eu daria tudo para ter um relacionamento que nem ela tem com seus primos e familiares. Por conta da profissão dos meus pais eu mal os vejo. Mesmo não tendo tanto dinheiro como os outros alunos, Bruna não é puxa-saco, falsa ou interesseira e por conta disso fascinou muitas pessoas, entretanto ela é extremamente grossa e não faz nada para agradar quase ninguém. Sem contar que tem o garoto nota 1000 aos pés dela.

_Amanda você poderia vir aqui, por favor? - Pediu a diretora me despertando.

Levantei em um pulo assustada e caminhei até o imenso palco, todos me olhavam e Bill estava de pé ao lado da diretora. Nem ao menos havia visto ele se levantar. Olhei para o telão e me espantei com o que estava escrito em letras garrafais: Relação Sexual na Adolescência. Engulo seco apôs ler e começar a imaginar as possibilidades, porém subo as escadas e já é tarde demais para sair correndo. Paro ao lado de Bill, sorrimos antes de olhar para Andreas que parece estar em dúvida se dorme ou não. Bill e Andreas são extremamente amigos, por isso na última terça-feira fui obrigada aturar Isadora na hora do almoço.

_Sexo é sobre isso que quero conversar com você. Os ensinar! – Afirmou a diretora o que fez todos a encarar incrédula, afinal de contas ela ainda não era virgem? Logo sussurros tomaram conta do local.
Essa escola realmente esta saindo totalmente fora dos eixos. Primeiro contratam um professor super sedutor, divertido, com 22 anos e que só fala besteira. Pela primeira vez em 150 anos de Goethe finalmente os alunos poderão planejar a formatura. E agora essa novidade da diretora querer falar sexo com a gente, será que ela deu essa palestra para os novatos do primeiro ano? Dúvido muito.

_Você namora não é Amanda? – Perguntou Marisa e encurralada apenas faço que sim com a cabeça, as palavras parecem pressas na minha garganta seca. Tomara que ela não comece a fazer perguntas da minha vida sexualmente inativa. Vejo meu namorado se ajeitar melhor na sua poltrona, talvez esteja pensando em uma forma de me tirar dessa. – Como andam as coisas entre você e o Andreas?

_Bem – Respondo meio rude tentando colocar um fim nesse assunto. Porque justo eu?

_ A minha vai espetacular! – Afirmou Bill antes de a diretora abrir a boca. Uma onda de pequenos risos percorre rapidamente o local, assim desviando atenção de todos para ele. Vou mandar fazer bolo de chocolate quando ele for de novo a minha casa com o Andreas.

_Tudo devidamente seguro com a Isadora?

Desvio assim como todo meu olhar para Isadora, ela como eu parece não estar gostando nem um pouco do rumo dessa palestra. Mas diferente de mim, ela parece não ter gostado muito da atitude de Bill.

_Sempre devidamente escapado!

_Façam sexo, mas façam sexo seguro e em todas as posições possíveis – What? Eu devo ter ouvido errado – Em todas as posições possíveis! – Afirmou a diretora novamente fazendo todos os papinhos acabarem, assim como eu todos parecem estar assustado demais para pensar em dizer algo.

Então quando menos espero a diretora começa a perguntar aos alunos aleatoriamente as posições preferidas de cada um. Cadê uma saída de emergência? Não posso estar realmente presenciando algo assim. Se ela perguntar algo para o Andreas? Congelo por dentro. Os meninos começaram assim como Bill a responder animadamente. Para o meu desespero Marisa apontou para Andreas e perguntou em qual posição ele preferia. Meu namorado ficou sem fala assim como eu. Isso não pode ser real.

_Ele não sabe professora já que nunca fez nada com a intocável da namoradinha! - Afirmou o babaca do Josh Richer. Quem mandou abrir essa boca? Realmente Cecília esta certa por odiá-lo tanto. Ainda preciso dizer por que não suporto metade dos amigos do meu namorado?

_Melhor esperar a hora da namorada do que dar marcha ré no kibe, não acha Josh? – Perguntou Bill sarcasticamente o que fez todos rir.

Ri ao lembrar-me do episódio fatídico de Josh. Ano passado ele foi encontrado no quarto da faculdade de um ex-aluno da escola. Quem esteve na festa afirmou que todos dançaram ao som dos gemidos loucos, frenéticos e implorantes de Josh. Dessa vez Isadora parece ter apoiado Bill com atitude.

_Engraçadinho de novo, já não basta à sala de aula? Pelo menos não estou já há um ano sem comer uma menina! – Afirma Josh e sinto uma vontade louca de bater nele e em Andreas. Meu namorado e louca de ficar contando essas coisas para um amigo retardado com o Josh?

Abaixo a cabeça, então sinto Bill me puxando para ele e tudo acontece muito rápido. Só sei que de repente ele fecha os lábios e pousa seus lábios nos meus depois de levantar meu rosto suavemente. Todos fazem vozes assustada, Bill de olhos fechados mantém os lábios imóveis sobre os meus, mantenho incrédula meus olhos abertos. Estou tão assustada que não consigo me afastar. O que está acontecendo nessa escola?


E agora o que vai ocorrer? Continuo? Gostando?


Última edição por Meris em Sab Fev 02, 2013 9:08 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Ter Ago 07, 2012 12:57 pm

COMAÇIM BILL BEIJOU AMANDA? o.o porque ele fez isso? GOD! CONTINUA RÁPIDO,PRECISO DE MAAAAIS
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Ter Ago 07, 2012 7:57 pm

Me desculpe Meris, eu não comentei o cap anterior, porque eu cortei o dedo, e estava muito dolorido não consegui escrever, mas deixo claro que eu li o cap.

Hoje estou um pouco melhor e voltei o/ uhuuu

Essa diretora é maluca? KKK se ela perguntasse pra mim, eu diria TODAS, menos de ponta cabeça!!!

CONTINUE

Eu quero ver no que vai dar, esse beijo do Bill
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qua Ago 08, 2012 9:56 pm

adorei a parte da diretora cara sem explicação essa fic demais continua quero ver no que vai dar danke
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sab Ago 11, 2012 8:07 pm

Meio triste porque só 3 pessoas comentarem. Cadê Dannielle K e Adriana R? Essa semana só irei postar novamente se as sumidas aparecerem. Por conta de ter aula na escola das 7:00 as 16:30 e cursinho das 19:00 as 22:30 tenho pouco tempo livre e com pouco comentários ai que não me animo para escrever. Sem contar que essa semana vai acontecer - se tudo der certo - a passeata pelo veto da Dilma sobre as cotas na Paulista e como povo da minha escola esta todo metido na organização também vou ocupar meus intervalos com isso. Então só vou postar se realmente tiverem comentarios suficientes para me animarem a achar tempo. Se alguém e de sp e quiser saber mais do Projeto Educação, me avisa em? Manda MP, quanto mais gente melhor. Brigado pelos comentarios meninas de sempre Jacqueh - espero que tenha melhorado, Joyce e Kiinha

.Capítulo 6.



“Tem bunda? Tem peito? É realmente mulher? Se todas as respostas forem sim então é só partir para o abraço!” Essa é e sempre será a frase da vida de Harry, já a ouvi tantas vezes que também virou a frase da minha vida.
Eu, Harry e Bill nós conhecemos há uns 13 anos, desde o primeiro dia de aula do maternal, a partir daquela época começamos a apavorar com as mulheres do Hamburgo College. No começo nós 3 (mais eu é Harry) apavorávamos com a vida das professoras, porém o tempo passou e com isso ocorreu o surgimento de peitos e bundas, então como bons homens mudamos logo nossos alvos, foi nessa mesma época que a frase surgiu. Aprendemos juntos que cada obstáculo é uma lição. E que precisamos estar juntos para poder superar todos eles.

Nós três sempre fomos extremamente unidos, mesmo que em diversas vezes a prudência de Bill o fizesse amarelar. Já aprontamos tantas para chegarmos ao nível máster de hoje em dia. Com 6 anos inundamos todo banheiro masculino do primeiro andar durante o intervalo. Aos 7 anos fizemos a sala da inspetora virar uma nuvem, com água e todo papel higiênico que vínhamos guardando a aproximadamente 1 mês. Aos 8 anos colocamos lachante no lanche de Sarah Benet e sua gangue, anos mais tarde Sarah se tornou namorada de Bill. Foi aos 9 anos de idade que nós 3 demos nosso primeiro beijo na mesma garota, Barbara Fontes uma menina 2 anos mais velha, ela queria apenas ficar com Bill, entretanto eu e Harry ameaçamos dedurar eles caso ela não nós beijasse. A única coisa que me lembro daquele dia foi o fato dos lábios dela terem gosto de geleia de framboesa e a língua ser extremamente grande, não me lembro se tive ou não ânsia de vômito por conta daquele línguão. Com 10 anos roubamos pela primeira vez o gabarito de uma prova. 11 foi quando aprendemos as verdadeiras malandragens da vida, juntos descobrimos a utilidade dos mercadinhos chineses, no começo eram apenas bebidas, entretanto não demorou muito para Bill e Harry se transformarem em fábricas ambulantes, nunca curti muito cigarro, na real acho que não aprendi a hora certa para se soltar a fumaça.

Adolescência chegou apenas para nossos amigos aos 12 anos, porque a maioria das coisas que eles começavam a fazer naquela época, nós já havíamos feito aos 9 anos. Nessa época nós três ficamos ainda mais unidos por conta de andarmos com os meninos de 14 anos, e também isso ocasionou novamente uma amadurecimento mais rápido, nessa época descobri também que não preciso de certas pessoas, apenas preciso das pessoas certas.
Lembro-me de tudo daquela sexta-feira ensolarada de verão. Já fazia um tempo que nós três estávamos juntando aquela grana, nossas mãos se encontravam calejadas demais por conta das aulas de guitarra e horas a fio trancados no banheiro com as nossas divertidas revistas dos mercadinhos chineses. Digo isso por mim e Harry, Bill com toda sua boiolagem fazia aula de canto, a mão dele nem estava tão ferrada, entretanto até ele já estava cansado de ouvir os caras do nosso grupo tirando uma com a nossa cara e falando a hora toda das meninas comidas depois pagamento. Por incrível que pareça a ideia de dividir uma puta veio do meu irmão gêmeo.

Então resolvemos ir para a tal casa de perdição, chegando à frente do velho sobrado amarelo estávamos todos cagando de medo, entramos rapidamente depois de horas checando a rua deserta. Uma velha simpática nos atendeu e avisou que Roberta teria 30 minutos com cada um de nós, a partir daquele momento eu não ouvi mais nada, fiquei pensando em como uma punheta de 5 minutos iria poder durar seis vezes mais. Nem percebi quando Harry subiu as escadas para o segundo andar, eu só olhei pro chão pensando em um modo daquilo durar mais tempo, o dinheiro parecia uma pedra no meu bolso. Fiquei imaginando primeiro minha mãe trabalhando para conseguir aquela grana e eu e Bill torando o salário dela com prostitutas, então a imagem da minha mãe adentrando naquela sala furiosa tomou conta dos meus pensamentos, ela fazendo um barraco ligando pra polícia, levando eu e meu irmão pelas orelhas como dois meninos de 4 anos. Para minha infelicidade pensamentos piores começaram a expulsar as imagens da minha mãe, e a mãe de Harry surgiu no lugar, aquilo sim poderia ser pior do que se todo lugar pegasse fogo. Dona Clara sempre odiou eu e Bill, ela sim era capaz de mandar a polícia nos prender sobre suspeita de desvio de conduta da vida do Harry. Minha mãe e a mãe de Harry nunca se deram bem porque sempre acharam que o filho da outra e que tirava o seu filho do caminho do bem, na real elas sempre fizeram isso para tirar a culpa das próprias costas. Gente estúpida misturada com gente estúpida. Que se estupidifiquem entre eles.
Harry desceu sem ar das escadas, com um sorriso de orelha a orelha, se sentou do meu lado ainda sorrindo, ele sorria com a alma mesmo, aquele sorriso capaz de expulsar o mau humor, aquele tipo de sorriso que contamina. Antes de Bill se levantar eu já estava subindo as escadas, não iria nem fudendo pagar para pegar resto de puta já comida.

O quarto era velho. A cama rangia. Roberta era uma delícia. Fiquei nervos. Minha mão suava e não conseguia parar. Apenas fui comandado. Esqueci a porra da camisinha, mas pra minha sorte Roberta era limpinha. Bem é só isso que me lembro daqueles 30 minutos. E eu consegui fazer a porcaria durar. Tudo no final aconteceu do jeito que tinha que acontecer.
Bill subiu correndo e o filha da puta fez a Roberta gemer tanto que até mesmo a velha se espantou. Depois de 1 hora lá dentro o desgraçado saiu com a puta no cangote sorrindo malandramente, Roberta deixou tudo por conta da casa, para comemorarmos torramos tudo em Heineken e Malboro. Bill ficou um ano sendo praticamente um prostituto de luxo de Roberta. Ele mal tinha completado 13 anos. Ela trabalhava pra agradar ele, então numa sexta à noite a mina morreu numa overdose de cocaína. No enterro estava cheio de amigas de profissão, nós três ficamos no fundo cheirando um pouco em compaixão com a falecida, que além de iniciar nossa vida sexual, também mostrou as drogas ilícitas para o meu irmão aos 13 anos, que logo apresentou para mim e Harry.

Com 14 anos Bill começou a namorar Sarah Benet, a primeira menina que o ajudou a esquecer de Roberta na cama. Harry tinha um rolo com Fabiana Gritir, sabe meio vamos nós pegar agora na sala da diretora. E eu conheci Natasha Keller, uma namoradinha que tive. Mas odeio ficar relembrando nossos momentos juntos. No fim dos meus 14 anos, tentei recuperar tudo que havia perdido por conta daquela desgraçada menina e fudido relacionamento. Bebi demais, zoei demais, fumei demais, cheirei demais, fiz sexo demais, aprontei demais, colei demais, estávamos os três ainda mais unidos nós últimos meses de aula do ensino fundamental. Por incrível que pareça aquele ano ficamos mais unidos com o povo da nossa idade. Numa jogada infantil de 3 idiotas bêbados, invadimos o sistema de avaliação da escola e mandamos as provas de fim de ano para todo mundo. Aquela foi à única burrada que fez a gente se ferrar de verdade, a diretora estava determina a expulsar nós 3 se ninguém assumisse a culpa, então resolvi assumir toda responsabilidade.
Sabe não fiz isso porque era trouxa, apenas porque Bill e Harry não podiam se fuder de jeito nenhum. Se meu irmão se ferrasse ele nunca teria entrado no Goethe e toda sua nerdisse seria jogada no lixo, sem contar o fato que nossa mãe iria matar ele por fazer isso. Harry não podia se ferrar, porque a mãe dele já tava louca para mudar de cidade depois que o pai resolveu ficar com a secretaria gostosa, então se meu amigo se ferrasse com certeza Dona Clara iria mudar. Nunca pude pensar em imaginar algo da minha vida sem Harry. Então só sobrou pra mim, os meninos ficaram putos e tudo mais, entretanto a diretora resolveu apenas me punir, porém não me expulsou da escola. Fez-me repetir o ano, ela fez mais isso para não me encontrar de novo fazendo sexo com a filha dela no sofá da casa dela. Com isso aprendi que o que importa é clareza na ideia, pureza no coração. Sentimento como guia, honestidade como religião. Sinceramente, é isso irmão!

E agora aqui estou no Goethe, esse foi o preço que tive que pagar por repetir um ano, minha mãe nem me deixou argumentar sobre nada e me mandou pra essa escola totalmente sem lógica nenhuma. O povo daqui é tudo meio louco da cabeça de tanto estudar.
As meninas daqui são tão bonitas que dá raiva, o meu tipo de menina: cabelos loiros, corpo curvilíneo, cara de safada, estilo patricinha, short pequeno, blusa colada e batom nos lábios, voz de mimada, jeito de não me rele. Mas o problema das meninas dessa escola é não seguem a regra, no Hamburgo todas as meninas do terceiro ano davam e ponto, aqui a maioria mesmo sendo super bonitas nunca deram. Véi na boa isso assusta e me brocha ao mesmo tempo.
Garotas, eu simplesmente posso viver por elas, altas, magras, loiras, morena, ruivas, chatas, legais, engraçadas, entranhas, todas são garotas do Tom aqui. Como diria um poeta ai: Temos que possuir primeiro para contemplar depois. Mas no fundo coração de mulher é tudo igual, parece feito de palha, incendeia-se com facilidade, produz muita fumaça, mas em cinco minutos é tudo cinza que o mais leve sopro espalha e desvanece.

Sempre procuro muito a alegria porque ela é a única coisa perfeita que existe. Alegria principalmente quando as meninas não me chamam para ir ao shopping, sério mesmo odeio shopping até mesmo se for para pegar menina, se acontecesse de todas as mulheres do mundo de trancarem num shopping, eu iria ficar do lado de fora me divertindo com as velhas e guardadas revistas dos mercadinhos chineses. Porra, eu odeio shopping. Como eu odeio shopping. Não tem coisa mais odiosa que uma porra de um shopping. Ter, tem, mas nesse momento, o que eu mais odeio na vida é shopping. É uma puta barulheira, criança correndo e batendo com a testa no teu joelho, um monte de lojas coloridas e… Velhas, cara. Muitas velhas. Ainda se fossem só velhas, mas são velhas dondocas que passam à tarde tediosa fazendo compras. Como eu odeio shopping.

No Goethe como em toda escola, existe a menina dos olhos de ouro de todos os meninos, sabe a menina perfeita? Bem toda escola tem uma que os meninos resolvem adorar e idolatrar, e Cecília Noll Berlitz desempenha esse papel por aqui. Ela é bem bonita, nós primeiros dias até que me animei com a ideia de começar a dar em cima dela, mas logo Bill me fez desistir. Parece que faz o tipo de menina melosa, grudenta, sonhadora, idealizadora e deseja casar com o primeiro namorado. O tipo de mulher sonhadora demais em minha opinião. Gosto de menina mais pé no chão, que tem noção que está ficando com um galinha e por isso depois não pode chorar desiludida. De princesinhas na minha vida já basta minha priminha Giulia de 5 anos. Cecília foi logo riscada da minha lista, só não foi riscada antes da amiga dela Bruna sei lá do que, aquelas duas são extremos opostos, enquanto uma é um cisne de vidro a outra é o globo de ferro, sério mesmo a menina é tão estúpida que me assusto – a tal Bruna claro.
Sabe aquele tipo de menina que finge ser forte para não se machucar? Então essa é Bruna, aposto que lê revistas de adolescentes escondidas em casa. Bruna tem todos os defeitos reunido das mulheres: Não passa maquiagem, não vem de bolsa pra escola e sim com uma mochila, anda de skate, fica te encarando, não sorri, não faz fofoca, tem o cabelo castanho, um olhar sinistro. Infelizmente a desgraçada tem um corpo perfeito, mesmo tentando disfarçar usando roupas largas, da pra perceber que o corpo dela é perfeito. Entretanto para minha felicidade ainda existe nessa escola meninas com corpos tão perfeitos quanto o da Bruna.

Mas sempre tem aquela menina que foge do comum, que se garante e sabe que pode mexer com todos como bem entender, aquela que é linda, mas que não da bola para meninos da escola. Sem contar ser o tipo de menina madura que vai me chamar pra fazer outras coisas de vez de ficar desfilando comigo pelo shopping. E por isso aqui no Goethe alguém vai ter que avisar a Juliana Winble que ela é a nova vítima de Tom Kaulitz. Apenas a avisem para não desperdiçar seu tempo gostando de mim, preocupando-se, ou algo assim. Eu simplesmente não me importo com menina nenhuma. Sinto muito. Tom Kaulitz não é o tipo de cara para se apaixonar. Assumo: Não presto.


Continuo? Quantos mais comentarios mais facil de mim postar essa semana de novo, então se você le deixe sua opinião mesmo que seja apenas um continue, se não vai ficar um tempo sem capitulo. Tipo pelo menos 1 semana.


Última edição por Meris em Sab Ago 11, 2012 10:33 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   

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Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]
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