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 Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]

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Meris
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Seg Nov 12, 2012 8:44 pm

Culpa minha é dos vestibulares, não postei antes pois estou me matando de estudar para ver se não pego Cursinho ano que vem. Passando com pressa. Desculpa meninas a lerdeza, brigado pela paciencia aquelas que continuarem lendo e comentando.Não lembro se revizei, então qualquer erro me avisem

.Capítulo 13.




Quer saber Cara? Mulher é realmente tudo louca, louca de pedra mesmo, de um jeito que só não vai para clinica de reabilitação, pois até menos os mais célebres psiquiatras acabam sendo confundidos por elas. Inteligente mesmo foi o homem que disse que mulher é um mal extremamente necessário.
Sério se eu não sentisse tanto asco de veado eu juro que virava gay só pra me livrar de todas essas loucuras femininas. Porém eu nunca conseguiria ser gay, porque sério mesmo sou vidrado numa boa v....., bem vocês me entendem né? Não são que nem o frescurento do meu irmão?

Acho que nunca vou entender o Bill. Serião ele sempre foi estranho e olha que é o meu irmão, ele também deve ter um pouco de Kaulitz correndo naquelas veias. Ás vezes é mais complexo conversar com o Bill do que com aquelas loiras burras de balada, o nível de paciência é quase o mesmo, a única diferença e que não tiro nada de proveitoso quando converso com meu irmão. O meu irmão é um enorme bipolar, tem dia que entra no meu quarto e começa a só falar de sexo, e em outro chega cheio daqueles papinhos tontos sobre não achar certo fazer sexo com a Isadora sendo que não gosta dela. Mano, o meu irmão é o cara mais foda da escola por estar comendo a menina mais galinha da escola, qual é o real problema dele? Não faço a mínima ideia, o bom e que nós últimos tempo o Harry também não vem mais entendendo nada da vida de Bill. Já falei pro Gordon levar o menino para um retiro espiritual, mas ninguém me houve nessa casa.

Odeio conversar sobre amor, do mesmo modo que odeio conversar sobre fantasmas, sabe por quê? Porquê essas palhaçadas não existem, é tudo invenção de um monte de gente que não faz um bom sexo a muito tempo. Qual é se foi pra escola não foi? Você estudou toda Idade Média e tudo antes dela não é? Então naquela época feliz onde não existia nem shoppings ou amor, as pessoas sim eram felizes de verdade, ninguém tinha surto emocional ou queria se suicidar porque levou um pé na bunda.
Se lembro me bem da aula de história da semana passada, o amor surgiu simplesmente assim: Durante a Idade Média um monte de comerciante começou a ficar rico, então eles fundaram as cidades e foram chamados de burgueses. E como todo bom comerciante, eles inventaram o amor burguês para poder cobrar por flores que antes você pegava na rua. Viu só? Uma grande invenção comercial, que por algum motivo ilógico próspera até os dias de hoje. Como tudo na vida o amor também se resume a dinheiro, apenas Money.

Se você não se convenceu depois de toda essa minha argumentação pautada em fatos verídicos e históricos, você deve então se perguntar se os homens não se apaixonam? A resposta é um ótimo é audível: Não. Agora quer saber por quê? Porque amor é quando você gosta de alguém mais do que gosta de cerveja e videogame, por isso os homens não amam. Simples assim. Simples é a melhor palavra para se descrever um homem, nós somos simples, vocês são complexas demais. E mais complexo imaginar uma mulher plenamente feliz do que o inferno. Prova disso é a Bruna Schultz, essa menina é mais confusa do que qualquer outra mulher que já cruzou meu caminho, e olha que achei que ninguém batia a TPM de Ana Luisa, nossa só de lembrar já me arrepio de medo.

Agora se está me achando o machista do mundo né? E porque você não conhece minha pica caramelada, mas vou deixar aqui a opinião de célebres homens sobre as mulheres antes de começar a falar da louca da Bruna Schultz. Como diz minha professora de redação, precisamos fazer intertexto nas nossas redações falando sobre grandes pensadores, se não vira uma redação pobre e não posso fazer dos meus relatos do dia a dia uma redação pobre. Concordo com todas as frases em grau, gênero e número:

1. As mulheres serão a última coisa que o homem conseguira civilizar – Georg Meredith.

2. A mulher foi o segundo erro de Deus – Friedrich Nietzsche – Esse sim foi um grande alemão, só gostaria de saber qual foi o primeiro?

3. Existem duas maneiras de lidar com uma mulher, e ninguém as conhece – Kin Hubbard

4. Amo as mulheres, mas não as admiro – Charles Chaplin.

5. Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem – Friedrich Nietzsche – Pouco foda né?

6. Deus criou a mulher de uma costela, de um osso torto. – Maomé – O resto da citação não vale a pena ler.

7. É mais fácil morrer por uma mulher do que viver com ela. – Lord Byron

8. Sorte é como a mulher; para dominá-la, é necessário contrariá-la. – Maquiavel – Vai duvidar do cara?

9. A mulher que não sabe ser feliz em casa não será nunca feliz. – Léon Tolstoi

Parar na citação nove, antes que comece a me empolgar muito. Eu posso ser tudo nessa vida, menos mentiroso e por isso não posso negar que a casta da Bruna Schultz beija bem pra caramba. Sério mesmo a menina não beija apenas bem, ela esculacha. Arrebentou com todas minhas teorias de virginal da igreja que tinha sobre ela. Na festa ganhamos o engradado de cerveja e a folgada ainda queria me dar apenas uma cerveja, fiquei irritado ou não? Beijo aquela indígena da Tribo Fú e ainda iria sair sem álcool? Nem se ela me fizesse cheirar cocaína. Então quando estava quase recebendo o soco daquela troglodita por pegar o engradado de cerveja o pseudo macho dela chamado Gustav Shäfer apareceu e a fez me dar 3 garrafas, o cara no final não me pareceu ser tão cuzão como meu irmão diz que ele é!

Aliás, Bill ainda não me explicou porque os dois não se dão nada bem, naquele dia do estacionamento só não saíram no soco porque tinha baseado no meio. Nunca havia visto Andreas e o Bill tão possessos.
Depois da festa veio à segunda-feira e realmente pensei em ir procurar a Bruna, sabe ter um papo com a menina, porque qual é a gente tinha praticamente feito sexo oral com a língua na casa da Mandy. Bill mandou também ir conversar com ela, para não iludi-la caso pensasse ter chance com o totoso Kaulitz aqui. Por algum motivo inacreditável acordei naquela segunda-feira antes da minha mãe aparecer armada no meu quarto para me tirar da cama. Fui tomar um banho, escovei bem os dentes, porque vai que a louca não resistia a minha boca de novo? Posso ter fama de tudo menos de bafão e mão leve.

Passei um perfume afinal os Kaulitz sempre precisam estar preparados, aquele dia até dei uma ajeitada no dreads, para que tudo isso? Para ser esculachado na frente de toda escola, sou mesmo um grande otário ás vezes, ou ela que é uma louca. Prefiro a segunda opção.

Fiquei esperando ela durante a entrada, e a avistei sentada no jardim grudada no celular, parecia furiosa, então resolvi deixar para o intervalo. Aquele dia as horas não passavam, eu nem tinha tirado Bruna da minha cabeça nem durante toda aula do pedaço de mau caminho da professora de Educação Física. A Sheila, minha inspiração para o futebol e basquete. Ah Sheila em que encrenca podemos estar metidos agora?

No intervalo a avistei sozinha na fila da cantina, o que facilitava as coisas. À medida que me aproximava percebi o quanto a bandeja da mesma estava lotada e como ela comia mais do que um boi. Sério tem algo mais escroto que menina gulosa e grossa? Não, e ainda tem menino que curte essas loucas.

_Será que podemos conversar? – Perguntei assim que ela saiu da fila da cantina trazendo a bandeja empilhada de comida. Bolsistas não tem comida em casa não? A menina iria comer mais do que um judeu no fim do holocausto.

_Sobre o que? – Respondeu ela grossa e incrédula, claro devia estar assustada por eu estar conversando com ela na frente de tanta gente, também admiro minha coragem, só um homem mesmo tem coragem para se expor do jeito que eu estava me expondo naquele momento. Antes mesmo de eu poder responder ela voltou a andar, aquilo sim me assustou. Ninguém deixa Tom Kaulitz falando com as paredes muito menos Bruna Schultz a nerd.

_Sobre a festa – Disse assustado e a contragosto comecei a andar atrás dela pelo refeitório, algumas pessoas já olhavam confusas para a gente.

_O que sobre a festa? – Respondeu ela com outra pergunta e nem se deu ao trabalho de virar e olhar na minha cara, já estava me irritando aquele jeito dela de me ignorar. Não sou o tipo de cara que gama em desprezo feminino, ninguém avisou a ela que esse jeito não me conquista?

_ Sobre o fato de a gente ter ficado junto e...

_Eu fiquei com você? – Perguntou ela extremamente assustada parando e se virando para me olhar. Agora sim a reação que eu estava esperando desde o inicio, viu ela ainda não acredita em como sou uma pessoa caridosa.

_Ficou, você não lembra? – Perguntei a pergunta mais surreal do mundo, como ela iria esquecer-se da pegada do profissional aqui? E o que se diz: Depois que se experimenta Tom Kaulitz nem mais um negão te satisfaz.

_Não, e preferia continuar não lembrando! – Afirmou ela e voltou a dar as costas para mim e andar. WTF? Ela não tava achando que iria dar uma da bêbada com amnésia para cima de mim né?
Ela sentou-se na mesa dos Losers, bem normal para um Loser, me obrigando assim a se sentar no lugar livre ao seu lado. Ela me olhou de um jeito furioso. O povo da mesa começou a olhar fascinado para nossa cena, realmente ela iria virar uma deusa para eles por ter ficado comigo, são as vantagens de ficar com Tom Kaulitz.

_O que você está fazendo me seguindo? Se ta achando que eu vou aceitar seu pedido de namoro? Fumou quantos baseados antes de vim para escola? – Perguntou ela quase gritando e fazendo as pessoas desviarem ainda mais atenção para nós dois, ouvi algumas pessoas próximas repetindo sem acreditar a palavra namoro. Se elas não acreditavam no que tinha ouvido, imagina eu?

_Quem fumou aqui foi você. NAMORAR COM VOCÊ? FICOU LOUCA? – Gritei para todos ouvirem e nem pensarem em fofocar que já pensei em namorar aquela pirada.

_TA GRITANDO POR QUAL MOTIVO? ALÉM DE MÃO DE DONZELA AINDA É SURDO? – Berrou ela levantando-se ao meu lado.

_O QUE VOCÊ FALOU SUA DEMENTE? – Perguntei já sentindo a fúria tomar conta de mim.

_PESSOAL ATENÇÃO AQUI EM MIM QUE EU TENHO UM COMUNICADO A FAZER – Gritou ela e subiu na mesa antes de bater palmas conseguindo atenção de todos. Naquela hora até menos as amigas bonitas dela sentadas na mesa do povo legal um pouco mais na frente começaram a prestar atenção. Cecília olhou para mim envergonhada como se pedisse desculpa, porque essa menina sempre fica assim comigo? Mandy olhava incrédula e Juliana parecia começar a divertir-se – UM AVISO A TODAS AS MENINAS QUE SE PREZAM DESSA ESCOLA. QUANDO FIZ A BURRADA DE BEIJAR TOM KAULITZ, A LÍNGUA DELE NÃO PARAVA DE DAR VOLTAS NA MINHA BOCA PARECIA ATÉ QUE EU ESTAVA SENDO BEIJADA POR UMA CENTRIFUGADORA.

Naquele momento sim fiquei sem reação, o que fiz para essa menina? Ela falou que nem se lembrava de nada e agora fica inventando essa mentira.

_TOM CENTRIFUGA – Gritou alguém de algum canto do refeitório.

Quando eu estava prestes a subir naquela mesa agarrar ali mesmo, a fazer gemer meu nome igual na festa, senti Bill e Andreas me segurarem pelo braço. E o Shafër apareceu e a jogou em seus ombros a tirando dali. Homem sensato ele, porque do jeito que eu estava às coisas só tendiam a piorar.

Ainda preciso dizer como foi o resto da minha semana? Um saco, o pessoal só parou de me chamar de Tom centrifuga quando a pirada da Juliana saiu no tapa com uma amiga dela no meio do pátio e acabou levando um belo sermão do professor Georg e uma semana de suspensão. Sério menina mais pirada do que essa não conheço, uma fera ainda indomada, mas me divirto para caramba com ela. Juliana Winble é das minhas, das minhas garotas, ela apenas ainda não se tocou sobre isso, mas pelo jeito que as coisas andam não vai demorar muito.

_Tom será que você podia me ajudar carregar essas bolas para sala? – Pediu a professora de um jeito maliciosa para mim depois de dispensar a sala um pouco mais cedo da aula de educação física. Ah Sheila assim você pira com o papai.

_Claro! – Afirmei tentando parecer o mais másculo possível e peguei a maior quantidade de sacos com bola dentro, a deixando apenas com a planilha de aula para carregar. Vai ser gostosa assim na minha humilde residência.

Fui andando na frente, a sala onde ficam os materiais de esporte da escola fica atrás dos banheiros masculinos e femininos do ginásio. Entrei antes, coloquei num canto os sacos com bola, assim que me virei me deparei com o próprio inferno. Sheila havia soltado o cabelo, não sei como passado um esmalte vermelho nos lábios extremamente provocante, e me olhava de uma forma que se continuasse logo meu membro iria dar sinal de vida por cima do tecido. Respirei fundo, sempre fui a fim de comer a Sheila, aliás, que homem dessa escola não é? Mas ela é minha professora, e naquela hora achei ser tudo mera ilusão da minha cabeça. Ás vezes me subestimo tanto, sempre fui muito humilde.

_Não acredito no que andam falando a seu respeito na escola! – Afirmou ela vindo em minha direção, serpenteando-me como uma cobra prestes a dar o bote.

_Sobre o que professora? – Perguntei dando uma de ingênuo, já tinha percebido onde toda aquela conversinha curta iria parar.

_Sobre você não ter pegada. Sabe você segura as bolas de um jeito tão másculo quando está praticando algum esporte – Afirmou ela parando na minha frente e começando a passar aquela unha no meu ombro, me provocando divinamente. Adoro mulheres treinamento.

_ Eu vou te comer aqui mesmo! – Afirmei indo direto ao ponto, alguém precisava parar com aquela ladainha toda.

_E quem vai te dar essa permissão? – Perguntou ela fazendo uma cara de fingindo estar ofendida.

_Eu não preciso da sua permissão para te fuder bonito! – Afirmei e em seguida segurei a mão dela que passeava com a unha pelo meu pescoço.

A puxei para perto com força, ela sorriu aprovando, subi a mão esquerda para nuca dela e sem aviso prévio a beijei com vontade. Ela começou adentrar a mão por dentro da minha blusa e arranhar minhas costas enquanto eu agarrava segurando forte na sua bunda. Sheila gemeu quando a pressionei contra a parede do local. Numa selvageria louca nossas línguas entendiam-se. Naquele momento eu era o professor, o macho alfa o controlador. Ainda nós beijando enfiei as duas mãos na calça legging dela super colada no corpo, puxei a calça para baixo e descobrir que a mesma estava sem calcinha, pois quando fui puxar a calcinha dela minha mão encontrou com a vagina já aquecida da mesma. Ela mesma de alguma forma tirou o resto da calça de seu corpo, mantendo o fogoso beijo. Usando suas táticas de ginásticas ela subiu na minha cintura, entrelaçando suas pernas atrás da minha costa. Eu prensava o corpo dela entre o meu e a fria parede e a mesma delirava. Quando estava quase sem ar ela cessou o beijo ofegante.

_Meu Deus Tom. Tom Meu Deus – Sussurrava ela ofegante no meu pescoço, sorri vitorioso. Claro que algumas coisas são sempre mentiras.

_Você ainda não viu nada professora! – Afirmei não tão ofegante como ela.

Sheila voltou a colocar os pés no chão, e nós inverteu, colocando-me contra a parede fria. Ela se ajoelhou no meio das minhas pernas e eu já sabia o que esperar, e sorri em aprovação o que fez a mesma puxar minha bermuda junto com a cueca para tudo no chão.

A boca dela abocanhou com tudo meu já ereto pênis. Ela estava ali toda submissa a mim me pagando um boquete triunfal, fazia ótimos movimentos com a língua me levando a loucura, queria gritar, mais se alguém aparecesse? O sinal do intervalo já tinha batido? Foda-se só conseguia pensar em como a boca dela não devia nunca mais sair da onde estava. Ela lambia, sugava, levava até o fim da garganta e tremia as cordas vocais numa forma que me deixava fora de mim, as mãos trabalhavam na área que a boca não estava, uma sincronia triunfal. Quando não estava mais conseguindo aquentar meu gozo, segurei firme no cabeço dela e comecei a fazer enfiar e tirar com força me membro de sua boca. Sim iria gostar na boca dela, só não gozo na boca de uma mulher quando a respeito de alguma forma, e a vadia da minha professora pelo visto estava louca pra eu abrir caminhos dentro dela.

Num jato quente, rápido e forte ejaculei em toda boca dela. Ela sorrindo maliciosa levantou–se e aproximou se para me beijar, eu ainda estava muito ofegante e nunca curti muito meu gosto.

_Engole tudo vadia – Mandei voltando a controlar meu corpo, ela me olhou com cara de não, então peguei minhas duas mãos e bati com tudo na bunda nua dela, ela pulou de prazer. Conheço bem mulher fácil. As mulheres hoje em dia são assim, não curtem ser capachos na cama. E o que eu digo, tem como entender a mente feminina? Lutara por igualdade e na hora do vamos ver adoram ser submissas – Engole tudo, se não nem rola sexo.

Ela engoliu tudo de imediato com cara de desejo, e assim que aproximou para unir nossos lábios de novo eu a empurrei para trás, fazendo o corpo da mesma se chocar com a tampa da mesa vazia que havia ali.

_Agora eu vou te comer e você vai se segurar para não gemer alto e ninguém entrar aqui entendeu? – Perguntei puxando a parte importante do corpo dela para fora da mesa.

_Você vai conseguir me fazer ter um orgasmo sem uma preparação antes? – Perguntou ela me olhando duvidosa. Tava louca se achava que eu iria fazer sexo oral nela. Sexo oral também é só nas especiais, me garanto só com meu pênis.

_Acredite em mim, olha você já esta toda olhada! – Afirmei quando apertei com força toda vagina dela com minha mão direita, ela se retorceu de prazer na mesa. Se tivéssemos tempo eu iria sim brincar um pouco com meus dedos dentro dela, entretanto a qualquer momento alguém poderia entrar naquela sala. Adoro ver as mulheres implorando pelas minhas investidas. – Você toma algum anticoncepcional? E que eu estou sem camisinha.

_Pode meter com força, sou casada e operada – Disse ela maliciosa.

Abri bem as pernas dela, me deparando com aquele paraíso bem depilado. O marido da professora Sheila sim é um cara de sorte, imagina poder fuder com essa vagina toda noite? Um sonho, um grande sonho. Sorri para ele e a penetrei com tudo com meu pênis, ela fechou os olhos, arqueou as costas, contorceu-se de prazer e mordeu firmes os lábios para não berrar de prazer. Minhas estocadas foram ficando cada vez mais intensas e profundas, ela se remexia provando de um prazer novo, do meu prazer bruto. Como já sei segurar meu orgasmo, esperei ela ter seu primeiro para começar a investir no meu.

_TOM – Gritou ela e gozando em cima do meu pau, sorri e depois a estoquei de novo com força, ela delirou e fez os lábios sangrarem com tanta força que os mordeu. Agora é minha vez professora. Seu liquido quente havia escorrido por toda mesa e chão, dando aquele cheiro gosto de sexo ao ambiente.

– Vai, vai me arrebenta.

_Chupa meu dedo que nem chupou meu pinto – Mandei dando a mão esquerda para ela e assim a mesma fez. Boa menina. Já estava prestes a gozar quando ela despejou novamente seu liquido quente em cima do meu pinto, por aquela eu não esperava. Ela parou de chupar meus dedos, e apenas deitou-se na mesa estirando os braços, estava sem força até para me mandar parar. Mesmo que pedisse para parar eu não iria para até gozar dentro dela.

Mais algumas estocadas e gozei dentro dela, joguei meu corpo sobre o dela em cima da mesa. Nossas respirações ofegantes, quando estava prestes a me levantar, olhei para o lado deparei-me com Bruna Schultz vestida com aquele sexy uniforme de vôlei e com um enorme headfone no ouvido.

Bruna nos olhava perplexa na porta e aquilo fez todo meu sorriso orgulhoso sumir e dar lugar a um sorriso de pânico. Meu pênis ainda estava dentro da professora. Sheila virou o rosto, então ficou pálida quando viu quem observava a nós dois. Quanto ela estava ali? Não sei, nem tinha ouvido a porta ser aberta. Entretanto aquele olhar na face de Bruna deixava claro que ela estava ali tempo suficiente para ver o que não devia. Entre todos da escola, porque tinha que ser justo ela a me ver comendo a professora Sheila?



Continuo com a tortura?Espero estar solucionando as duvidas da fic, e não enchendo a paciencia de ninguém nem entediando o dia - Bem espero


Última edição por Meris em Sab Dez 01, 2012 12:31 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qua Nov 28, 2012 2:26 pm

-TOM CENTRÍFUGA ~~ gente, morri de rir com essa ~~


Como o Tom é um pervertido Shocked pegando a professora de Ed. Física. E o pior de tudo é que a Bruna viu.

Claro que continua Meris Surprised



Ops scratchscratch :
Citação :
. Sheila havia soltado o cabelo, não sei como passado um esmalte vermelho nos lábios extremamente provocante,
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Ilana
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qua Nov 28, 2012 8:00 pm

Demorei demais, mas cheguei!!
OMG, o que foi isso? Tipo sem palavras kkkkkk Na verdade eu tenho três: Tom Se Fudeu! kkkkkkkkkkkkkkkkkk
O capítulo ficou bem legal, mas eu espero que o Tom não sinta nada pela Bruna, porque na boa, quero ela com o Bill kkkkkkkkkkkkk
Enfim, amei, e novamente desculpe-me pela demora, prossiga logo!!
_____

Citação :
O meu é um enorme bipolar
Faltou irmão né?
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qui Nov 29, 2012 3:41 pm

Chegeeei,
Nossa to mais atrasada que o novo CD do Tokio Hotel.

Tom se ferrou, aposto que a Bruna vai contar para a escola inteira.
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qui Dez 20, 2012 1:52 pm

Continua \_o_/
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qui Dez 27, 2012 10:07 pm

Oh meu Deus! Morri affraid !!!!!

Capítulo brutal!!! Claro que continua!
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sex Dez 28, 2012 12:49 am

agora eu quero ver o quê vai acontecer ,continua Shocked
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Meris
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sab Dez 29, 2012 5:57 pm

Nossa meninas muito feliz, não sabia que tinha tanta gente pedindo a fic. Brigado novamente pelo apoio incondicional de vocês, e desculpem a demora. Nossa sempre demoro né? Por conta disso um capítulo enorme para vocês. Espero ter ficado bom, já o revisei, mas qualquer erro me avisem. Sejam bem-vindas Ana Carolina e Kadinha Kaulitz. Brigado Jacqueh e Ilana por serem minhas betas de um capítulo, espero contar sempre com ajuda de voces e todas minhas leitoras. Joyce vc pediu né? Continuando.


.Capítulo 14.




Então acordo numa segunda-feira e penso: Nada mais pode ferrar com meu dia, então um grande otário chega me dá dois tapas na cara e me chama de burra antes de sair saltitando pelos meus escuros pensamentos. É Bruna com certeza você não nasceu com sorte, mas deixa para lá se eu começar a reclamar da vida não paro.

Não espere de mim compaixão e romantismo com a vida, já encarei os olhos da morte de perto algumas vezes, então prefiro não perder tempo com besteiras. Não sou fria e um pouco egocêntrica como a Jú. Não vivo numa redoma de vidro feita pelos meus pais como a Amanda, deve ser por isso que não sou tão solidária e generosa como ela. Mas também não sou meiga é ingênua igual à Ceci. Sou apenas Bruna Schultz a bolsista que evita ao máximo arrumar confusão com os ricos e afortunados mauricinhos do Goethe. Na minha vida não existe cartão de credito sem limite, meus pais não tem apartamentos em New York ou mansões em Ibiza, meu maior passatempo não é ferrar com a vida dos outros, mas sim arrumar formas de melhorar o meu futuro. Apesar de parecer tediosa minha vida não é nada calma. Isso se dá por conta da minha totalmente nada convencional família.

Minha família só tem maluco, assumo. Alguns muito inconsequentes, me fazendo morrer diariamente ou quase isso. Sabe toda bateria precisa de pilha, pois é eles são os responsáveis por colocar para funcionar meu circuito elétrico. Sim eu os amo e odeio, na maior parte do tempo os amos. Sim, sim 10.000 vezes sim, a minha família é sim a coisa mais importante da minha vida, não tem nada que não faça para eles. Família não é só papai, mamãe, titia, mas podemos incluir ai primos, primos, tios, papagaios, irmão, cães e gatos (prefiro o labrador da minha tia avó á ela). Eles são meu começo, meio e fim. Minha família por parte de mãe é totalmente fora do comum (a do meu pai é um pouco mais equilibrada, lê-se: Quase Nada) e é este fato que parece manter todos tão unidos. São tantas histórias, atos inconsequentes, acontecimentos totalmente pirados. Só de lembrar um sorriso espontâneo já toma conta da minha face.

Não trocaria meus primos por nada, eles são meus trezes falhos escudeiros, 13 possessivos e inconsequentes protetores leais. Mesmo sendo a caçula de 13 primos homens, sempre fui a mais responsável, quero dizer a única. Fui criada por esses trezes desajuizados sem nenhuma outra prima para dividir o fardo comigo, então posso dizer: Aprendi a andar de skate antes de aprender a passar batom. Minhas primas, as únicas qual possuo são por parte de pai, sempre moraram longe ou talvez apenas eu tenha morado sempre perto demais.

Minha mãe e minhas tias criaram eu e meus primos nós ensinando a sempre confiar uns nos outros, como se o resto do mundo não importasse, colocando sempre a família a cima de tudo e todos. Também nós ensinaram a resolvermos sozinhos nossas brigas internas, assim acabamos sem perceber aprendendo a nós proteger muito de todos os problemas quais a vida nós causava e também a escondermos as burradas uns dos outros. Criamos uma família dentro da própria família, e não me arrependo nem um pouco deste fato.

Tenho problemas demais fora da escola, para correr atrás de arranjar uns dentro dela. Mesmo fugindo de encrencas escolares, vivo sendo colocada em grandes confusões. A maioria se dá por conta da Jú ou Gustav, porém ás vezes eu consigo arranjar sozinha e sem intenção um bom barraco. Exemplo minhas discussões rotineiras, no treino do time de vôlei, com a enojada da Isadora Sanches ou minhas brigas insuportáveis com Tom Kaulitz. Não sei como Bill e a Cecília suportam por mais de dois segundos esses dois, eles até riem perto deles, como? Ainda não virei adivinha. Ceci e Isadora são amigas, pois são coordenadoras do grupo religioso de jovens da escola. É simplesmente assustador ver a puta mor da escola ajoelhada rezando, nessas horas concluo: Realmente ninguém deseja ir para o inferno, não deve ser legal passar o sono eterno ao lado do capeta.

Depois de esculachar com Tom no meio do refeitório, fiquei mal, eu sabia que havia passado dos limites. Odeio cometer qualquer tipo de injustiça, mesmo sendo a injustiçada máster da escola. Precisava me desculpar com ele, mas não estava nem um pouco a fim de pensar em como tão cedo, achei melhor deixar a poeira baixar. No dia do bate boca na cantina eu estava extremamente e preocupada com meu primo Vitor, acabei descontando no primeiro a me encher a paciência naquela manhã. Pelo menos acabou sendo com Tom Kaulitz e não uma pessoa descente. Passei os outros dias da semana tentando conversar com Tom, entretanto era impossível já que ele gastava todo seu tempo livre fumando um baseado ou se comendo com uma menina qualquer. Nunca achei que alguém poderia ter uma rotina escolar tão sem conteúdo.

Na segunda-feira da outra semana eu havia decidido que iria conversar com ele, iria o procurar e fazer ouvir minhas desculpas, todavia nunca imaginaria o encontrar daquela forma. Todo primeiro intervalo, já é costume ter um jogo entre as meninas do time de vôlei da escola, como sempre fui buscar as bolas na sala de ginástica. Estava ouvindo The Kooks no último volume do meu headfone (um dos presentes de Gustav), nem parei para cumprimentar as meninas, acabei indo direto pegar o que faltava para o jogo começar. Costumo ouvir música alta antes do jogo, pois ajuda a liberar meu nervosismo e me deixar mais ligada.

Abri a porta da sala calmamente e acabei me deparando com a cena mais grotesca do mundo. Ali estava Tom Kaulitz comendo a professora Sheila, minha professora de educação física. Pisquei milhares de vezes enquanto pedia internamente para aquele ser um pesadelo, porém era real não adiantou nada eu ficar piscando como uma retardada. Eu estava atônita, os dois ali tão perto de mim fazendo sexo, o mais puro sexo selvagem. Não, não, não, não mesmo, não, eu nunca tinha visto ao vivo duas pessoas fazendo sexo. Não vou negar já li muito sobre o assunto e assumo também algumas passadas na TV a cabo durante a madrugada, meu máximo era ter masturbado meu último namorado. Purinha? Com certeza meu ex discordaria disto. Sou curiosa? O que tem demais isso? Vai me dizer que nunca viu nem se sentiu tentada a ver um filme pornô? Não? Que tipo de pessoa você é? Até o filho de 4 anos do meu primo Gabriel já sabe o que é acasalamento.

Apesar da minha presença ali, os dois continuaram seus movimentos de ginástica sexual, dava para ser assim tão elástico? E eu continuei ali congelada vendo tudo, eu até queria sair, mas meu pé e o chão pareciam ter virado um só, minha boca já estava mais do que aberta àquela altura do campeonato. Perplexa? Assombrada? Apavorada? São palavras pequenas para descrever o que estava sentindo naquele momento. Então terminaram tudo exaustos, suados e felizes. Hello, a bolsista consegue realmente ser tão invisível? Todavia a alegria se evaporou do local assim que os dois notaram minha presença. Uma palavra: Aleluia, não estava preparada para uma segunda rodada. Ele então resolveu sair de dentro da professora, assim me mostrando todo seu conteúdo, aliás, o único conteúdo que consegue ter direito. Um pênis de um tamanho normal, entretanto era tão grosso, não tinha como eu não o encarar enquanto vestia as roupas. O negócio e paranormal perto do conteúdo do meu ex. Naquele momento olhando para o avantajado membro dele, eu era a única no ambiente área ao o que ocorria á minha volta.

_Conversa com ela! – Afirmou a professora passando apressada por mim e arrumando seu cabelo em um alto rabo de cavalo.


Tom fechou suas mãos em meus pulsos, puxou-me para dentro da sala e fechou a porta atrás de mim, apenas me deixei ser conduzida como uma boneca. Ali estava eu sendo capacho de Tom Kaulitz. Deprimente, totalmente deprimente.

_Eu posso explicar! – Afirmou ele tentando parecer clamo, mas ali parado na minha frente notei o medo, preocupação presente naquele corpo, ainda exausto pelo fim do sexo.

_Eu vi tudo, não precisa de explicação – Disse sem raciocinar, tinha como pensar naquele momento? Se conseguisse pensar já estaria longe daquele corpo e não pressa sozinha com ele numa sala mal iluminada.

_Não vi nada demais...

_Só se for para você que é um depravado! – Afirmei irritada sentindo-me ofendida ao extremo, ele acha que por acaso sou a cunhada dele?

_Era só o meu pênis... Vai dizer que nunca viu um? – Perguntou ele com uma naturalidade. Naquele tom de voz até parecia que eu tinha visto dois patos num lago e não o amor platônico da minha melhor amiga fazendo sexo com minha professora.

Corei ao extremo, o riso dele me fez voltar furiosa a realidade. Ele ria ao notar minha vergonha, porque não posso andar armada na escola? Vida cruel.

_Sério mesmo? Nenhum? – Perguntou ele divertindo-se comigo – Quantos anos você tem?

_Haha como sou otário e meu nome é Tom criança Kaulitz. Não vou perder aqui meu tempo com você, tenho um jogo.

Dei meia volta irritadíssima, precisava jogar para aliviar toda minha raiva socando umas bolas na cara da Isadora, a amada cunhadinha dele. Sim, os dois se dão extremamente bem, não sei por que isso ainda me espanto. Minhas mãos já estavam na maçaneta da porta, quando senti meu corpo ser virado com força. Por não ter cedido facilmente àquela puxada, acabamos os dois caindo juntos em cima de um monte de colchão de ginástica que estavam por ali, fiquei por cima enquanto ele segurava firme na minha cintura. Meu Deus qual é o problema desse retardado?

_Me solta seu otário – Mandei e em seguida dei um soco forte no ombro dele, aquele meu ato o fez reclamar de dor. As mãos dele saíram da minha cintura e começaram então a segurar forte os meus dois pulsos.

_Você está ficando louca? Odeio quando você me trata assim, porque não consegue agir normalmente comigo? – Perguntou ele extremamente irritado. Afinal o que era aquele papinho tonto? Algum tipo incompreensível de discussão de relacionamento?

_Porque você é um otário, tarado, folgado, lesado, prepotente...

_Pintudo – Completou ele e riu ainda segurando meus pulsos com força, evitando assim de receber outros bons socos. Minha fúria a partir daquele instante começou a controlar totalmente o meu corpo. Como Dona Simone conseguiu ter dois filhos tão diferentes? Um é um perfeito homem o outro o mais puro troglodita, como dois seres assim podem ter saído da mesma barriga?

– Você não me chamou dessas coisas enquanto estava me beijando na festa da Amanda.

_Você não esquece aquela noite não é? Caramba Tom, foi só um beijo, nada demais e tudo de menos.
Após aquelas palavras saírem da minha boca, ele começou a encarar no fundo dos meus olhos, parecia desiludido e decepcionado. WTF? Sério que tipo de baseado esse menino anda fumando?

_E foi mesmo um péssimo beijo! – Afirmou ele grosso e me jogou para o colchão ao lado. Tom se levantou rapidamente e furioso saiu da sala, me largando ali sozinha, como se a culpa fosse minha é não dele. Qual o problema dele comigo? Mas aquilo ali ainda teria volta.

Os dias passaram e eu não perdi meu tempo pensando no ocorrido com Tom Kaulitz na segunda-feira de manhã. Para minha sorte ele também fez questão de se afastar ainda mais de mim, o que era bom e ruim. Bom pelo fato de não ter que fingir suportar a presença dele. Ruim, pois assim Bill acabava se afastando cada vez mais e a Ceci se culpava achando de alguma forma ter decepcionado seu “príncipe encantado”, pois é Tom também se afastará das minhas amigas. É lógico que eu não podia contar para Ceci e nem para ninguém o ocorrido na sala de ginástica. Talvez apenas para minha amada diretora Marisa.

Então chegou a bendita quinta-feira, foi o dia que serviu para eu esquecer totalmente da existência do insuportável Kaulitz. Aquele era além do primeiro dia da suspensão da Juliana - Motivo? Jú quase matou a Ludmila no tapa na aula do último sábado. Por quê? Porque Lud acabou com todo plano tão bem estruturado contra o professor Georg -, naquele dia eu também estava preocupada com o fato de precisar me livrar de uma arma. Uma arma de verdade estava na minha mochila da escola. Lê-se: Cuidado Isadora Sanches. Brincadeirinha.

Assim que entrei na minha sala na manhã daquela quinta-feira, após Gustav acompanhar eu e Ceci, sentei no meu costumeiro lugar, segunda carteira da segunda fileira do lado da janela, a vontade de terminar logo o dia era imensurável e a aula ainda nem havia começado. Na minha sala tirando a Ceci, todo resto é o resto. O 2ºC (minha sala) com certeza a sala mais cheia de falsos e bajuladores, não tem como reunir mais hipócritas no mesmo ambiente. A sala mais teatral de todas, ainda não sei onde se esconde os Oscar, conseguimos enganar todos com nosso falso amor, companheirismo e espírito de equipe. Os professores amam minha sala, a diretora é só elogio, mas no final não passamos de uma bem elaborada farsa, uma palhaçada bem desenvolvida. Por esse motivo minha sala é a que mais tem alunos no grupo de teatro da escola, são 8 no total –Ceci também participa. Um sorriso falso parece estar grudado na face de todos os alunos do 2ºC, melhor sorrir do que sair na briga como os alunos da sala do Bill. Somos os falsos anjos da escola.

Voltando ao assunto. Sentei no meu lugar e enquanto via a Cecília arrumando suas coisas na mesa, meu celular começou a tocar num barulho ensurdecedor. Com certeza meu irmão devia ter mudado o perfil do celular, o peguei rapidamente do bolso da calça do colégio. Uma mensagem, porém nunca poderia esperar uma mensagem daquele nível. Uma mensagem do meu primo William que tinha dormido na noite anterior da minha casa. Ele chegará de madrugada totalmente assustado, mesmo achando estranho respeitei a decisão dele em não falar no assunto. Conversamos e dormimos, ele saiu de casa antes do meu pai ir trabalhar. A mensagem continha 7 palavras que fizeram o poder de me despertar imediatamente:

Cuidado tem uma arma na sua bolsa. Livre-se dela.


Depois de ler aquilo milhares de vezes, mesmo não acreditando no alerta do meu primo, eu resolvi abri a mala um pouco e olhei por uma fresta. Congelei ao ver uma arma realmente ali dentro. Sentei ainda mais ereta na cadeira e praticamente lacrei a bolsa, olhei para todos os lados diversas vezes, até parecia que eu era a criminosa, respirei aliviada ao perceber que todo resto da sala estava totalmente entretida em seus Iphone apenas esperando o professor chegar para começar toda palhaçada rotineira. Quando Ceci virou-se para trás para conversar o professor entrou na sala, ainda bem porque eu não estava pronta para falar nada com ninguém. Respirei fundo, pedi caneta e papel emprestado para Daniela, ela senta do meu lado esquerdo, inventei ter esquecido tudo em casa, ela pareceu ter caído no meu conto do vigário, pois logo eu tinha um material para fingir prestar atenção aula.
Passei a aula toda pensando em como me livrar daquela arma, afinal meu primo pedirá aquele favor. Como? Demorei toda aula para achar uma solução. Mandei milhares de mensagens para o celular de William, mas como sempre ele já devia ter se livrado daquele celular, ele iria ouvir muito de mim quando nós encontrássemos. Já livrei meu primo de várias confusões, mas como ele teve coragem de colocar uma arma na minha bolsa? Eu nem sabia se a arma estava ou não carregada. O que seria da minha vida se aquela arma disparasse? Com certeza iria dormir na cadeia. Onde quer que meu primo esteja ele me deve ainda um enorme favor, e é bom pagar estando salvo para ouvir minha bronca.

_Brubs, vamos? – Chamou Ceci já de pé me esperando para podermos descer ate o pátio. As meninas do time deveriam estar me esperando também.

_Ceci, to com muita cólica, vou ficar aqui, desce lá para encontrar a Amanda – Pedi fazendo uma cara de dor, meu plano estava já feito e eu precisava ficar sozinha na sala.

_Vou ficar aqui com você, para que vou ficar segurando vela entre a Amanda e o Andreas? Saudades da Jú – Disse ela e apenas movi levemente a cabeça. Ceci precisava sair da sala, de jeito nenhum eu diria para ela que estava com uma arma na bolsa. Era capaz de ela desmaiar – Quer que eu pegue água para você?

Balancei positivamente a cabeça, ela sorriu e saiu da sala. Aqueles eram os únicos minutos que eu teria sozinha na sala, nem me ligue para o fato da porta estar aberta. Coloquei rapidamente a arma dentro do meu moletom, deixei ela encostada na minha barriga, pelo menos não era grande, porém estava gelada. Antes de poder a ajeitar melhor, Gustav e Ceci entraram na sala preocupados com minha falsa cólica. Não demorou muito e Amanda também estava ali cuidando de mim, ela e Gustav mal se olhavam, realmente perdi alguma discussão entre os dois, logo descobriria.

Para minha sorte logo o sinal tocou, assim que começou a aula de História eu esperei sete minutos até me levantar. Estampei a melhor face de dor no meu rosto, coloquei as mãos na barriga para segurar a arma e fingir estar morrendo de cólica.

_Professora eu posso ir à enfermaria? Estou com muita cólica – Pedi me contorcendo com uma falsa dor.

_Tem certeza que não dá para esperar até o intervalo? – Perguntou ela me olhando com dúvida. Fiz que não com cabeça e ela apenas sorriu desanimada permitindo minha saída.

Sai apressada da sala, como todos estavam conversando enquanto a professora escrevia a matéria na lousa, ninguém notou nada na região da minha barriga. No final do corredor estava minha salvação, o banheiro feminino, entretanto assim que me aproximei pude ouvir a vozes vindo de lá de dentro. Droga. Porque as mulheres precisam ir tanto ao banheiro?

Sem nem pensar ao menos uma vez, passei pela passarela larga que liga os dois corredores do terceiro andar, praticamente corri ate o final do corredor, nem me ligando para o barulho dos meus passos apressados. E daí se algum professor reclamasse de mim para diretora? Naquele momento eu estava armada e extremamente aflita. Entrei no banheiro masculino. Por quê? Afinal não é no banheiro onde descarregamos tudo que esta dentro de nós? Por que então eu não podia jogar aquela arma fora ali? Aquele era meu único plano.

Entrei com meu ridículo plano todo na cabeça, o lugar estava deserto e com um intenso cheiro de urina como de costume. Não podia me demorar muito e se algum menino entrasse ali? Bem pelo menos eu tinha como me defender de qualquer espertinho. Virei de costas para entrada e fiquei analisando minhas possibilidades, o lixo ou o vaso sanitário. Os tubos de esgoto da escola, por serem antigos, são extremamente grandes e largos.

_Bruna o que você está fazendo aqui? – Perguntou aquela tão carinhosa voz masculina vinda de trás de mim. Estava próxima de mais, como conseguir ter autocontrole naquele momento? Nós dois sozinhos no banheiro, para que? Eu já havia imaginado nós dois sozinhos nos mais diversos ambientes, porém ali naquele momento era real.

_Bill o que você está fazendo aqui? – Perguntei sentindo minha mão suar e em seguida me virei para ele. Bill ficou pálido ao ver a arma em minhas mãos trêmulas. Sim com ele ali eu esqueci totalmente meu objetivo naquele banheiro masculino. Ele havia tirado todo medo de dentro de mim em questão de segundos.

_Porque você está armada? – Perguntou ele um pouco mais alto sem perceber, seus olhos estavam ainda maiores e bonitos. Por que aumentar o tom de voz? Bill, por favor, não me faça ter que calar sua boca.



Continuo? Próximo capítulo é com a Ceci, novamente me desculpem pela demora.
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sab Dez 29, 2012 8:02 pm

Eu pensei que o lance da arma fosse zoeira. Caralh* q capitulo doido
Citação :
_Porque você está armada?
Como ela vai responder isso, se nem sabe ao certo o motivo daquilo estar alí.


Imagina do nada uma arma aparece na sua bolsa? Eu enlouqueceria KKK'
Eu só espero que o Bill pelo menos ajude ela a se livrar disso o mais rápido possivel, imagina se ele abre a boca, putz. Q idéia foi essa de despachar a arma no banheiro? É muito desespero mesmoo!!


Gostei desse cap. conheci mais sobre a Bruna | Tom, sem comentarios para você hehe

Continuaa!!

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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sab Dez 29, 2012 8:05 pm

ai MERIS demorou mas o capitulo ficou perfeito , como ela vai explicar o motivo de estar armada ,CONTINUA
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sab Dez 29, 2012 9:05 pm

Bom demaaaaaais aplausos
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Dom Dez 30, 2012 9:02 pm

continua, por nós vai
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Meris
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Dom Dez 30, 2012 10:05 pm

Gente ainda estou escrevendo, quando terminar eu juro que posto, mas vai demorar. Tenho que fazer segunda fase da Usp esses dias. Sério depois que terminarem as segundas fases dos vestibas eu juro que vou pegar firme na fic.
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Dom Dez 30, 2012 10:26 pm

está bem e BOA SORTE pra você
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Seg Dez 31, 2012 5:44 pm

Meris escreveu:
Gente ainda estou escrevendo, quando terminar eu juro que posto, mas vai demorar. Tenho que fazer segunda fase da Usp esses dias. Sério depois que terminarem as segundas fases dos vestibas eu juro que vou pegar firme na fic.


Okay, sem pressa o principal sempre em primeiro lugar =D. Boa Sorte!!
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sex Jan 18, 2013 8:16 pm

LEITORA NOVA
ABRAM ALAS! :anjo:
To amando, é claro.
dead
Posta logo!!!!!!!
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Meris
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Dom Jan 20, 2013 11:09 pm

Sei que todo mundo quer saber o destino da arma, mas antes disso precisva postar um capítulo da Ceci, porque ela andava muito sumida e não gosto de deixar nenhum personagem em off. Sentindo falta do sumiço da Ilana , kiinha kaulitz e na Ana Carolina Telles, cadê vocês meninas? Sumidas apareçam, não desaparecam como eu faço. Brigado e um grande abraço para todas minhas amoras que comentara, vou parar de digitar e deixar vocês lerem, próximo capítulo é com o Bill. Capítulo grande para aquelas que gostam, para tentar compensar o atraso. Steph MADA seja muito bem-vinda.

.Capítulo 15.




Tem coisa melhor do que passar o sábado inteiro no clube com suas amigas? Está bem existe e é passar um dia frio enrolada debaixo das cobertas com um perfeito namorado, mas como não tenho namorado só me sobra o dia ensolarado de verão para me divertir. Num dia frio Tom Kaulitz seria melhor do que cobertor, não acha?

Entretanto aquele sábado estava muito quente para desperdiçá-lo tomando sol na piscina da casa de qualquer uma das meninas. Como Jú havia dormido em casa, tentando evitar outro possível castigo de seus pais, acordamos e Marrie já havia colocado nosso café da manhã na mesa. Tem coisa melhor do que flores na mesa logo cedo? Absolutamente não. Tomamos café junto com minha, sempre divertida, tia Ana Paula. Como de costume ela não ligava para o fato de estar atrasada para o encontro com seu namorado, se não fosse tão bonita e simpática com certeza minha tia já estaria solteira de novo.

_Nossa estou muito atrasada agora, o Bruce deve estar me esperando furioso – Disse minha tia tranquila se levantando da mesa onde tomávamos o café da manha, deixando assim apenas eu, Jú e Marrie comendo. Independente da hora que eu acorde Marrie sempre me espera para tomar café da manhã, tem como eu tratá-la como uma empregada? Ela é meu anjo da guarda. – Encontro vocês hoje á tarde no clube?

_Tia, eu estava seriamente pensando em passar o dia todo...

_Enfurnada no quarto conversando com o tal Harry – Disse ela completando minha fala do seu jeito o que fez Jú e Marrie rirem baixo. Sou péssima em não ser um livro aberto, conto tudo da minha vida para todo mundo. Sou sentimental, sei disso. Sou dependente e boba, sei disso também. – Que tipo de tia você acha que eu virei? Hoje vai ter um amistoso de Rúgbi no clube, tem coisa melhor do que tantos homens sexys e suados juntos? Só mesmo o Brad Pitty na minha cama coberto de chocolate ou o Bruce me pedindo em casamento – Suspirou ela olhando para o teto – Vejo vocês duas no clube, você vai se ver comigo se perder essa oportunidade, ouviu Ceci? Jú, eu te vejo lá também.

Ela então saiu correndo do nosso apartamento, não sei como não tropeça com aqueles saltos. Eu sei andar de salto, mas não correr ou pular encima com eles. Como no meu prédio tem apenas um apartamento por andar, meu lar ocupa os últimos três andares, minha tia logo desapareceu depois de descer a escada. Precisa-se de uma casa grande quando se tem 9 mulheres solteiras e extremamente consumistas morando no mesmo local. E tanta roupa que dá para abrir uma loja de departamento.

_Você ouviu a Ana Paula não foi? – Perguntou Jú sorrindo malandramente e logo digitando algo em seu celular. Com certeza estava chamando todo mundo para o clube, se a rainha manda as abelhas obedecem. O clube na maior parte das vezes é uma continuação da escola, onde ninguém toma conta, as meninas usam minúsculos vestidos para se exibirem e os meninos ficam a tarde jogando futebol ou qualquer coisa que os permitam mostrar os músculos.

Bufei antes de me levantar, desci as escadas para o andar debaixo onde ficam os quartos. Jú já é de casa, não precisa mais que eu fique perto dela todos os momentos a guiando. Com certeza ela ainda iria ligar e avisar todo mundo antes de descer para se arrumar no meu quarto, modesta parte minha amiga é ótima em coordenar tudo um dom que deve ter pegado do pai. Ao entrar no meu quarto a cama ainda estava bagunçada, abri bem as janelas de onde pude ver o pequeno parque na frente do meu prédio. Diferente da maioria das minhas amigas, eu moro no centro de Berlim não em enormes condomínios nas áreas mais calmas da cidade. Todas as minhas tias e minha mãe trabalhavam ali perto de casa, nenhuma delas nunca trocaria algumas horas de sono para ficarem pressas no trânsito diariamente. Após observar um pouco a agitada Berlim, me despi e entrei no banho.

Não estava nem um pouco animada para ir para ao clube, mas se não fosse com certeza iria ouvir muitas reclamações de todas minhas tias sobre eu não estar aproveitando à juventude que elas se esforçam para me dar. Juventude que as mesmas nunca puderam aproveitar, a família da minha mãe precisou trabalhar muito para conseguir dinheiro. Assim que sai do banho entrei no meu closet e espalhei todos os biquínis no chão, alguns tão velhos que deveriam ter estado na minha doação anual para a igreja. A onde estavam meus biquínis usados nas praias espanholas? Com certeza no armário das minhas tias, mas são tantos para procurar que desisti antes de começar.

Depois de experimentar todos disponíveis, escolhi dois e achei melhor pedir a opinião de Jú, uma hora ela teria de voltar para o meu quarto. Afinal onde mais ela se arrumaria?

_Já confirmei com todo mundo, todo mundo que vale a pena. Liguei para o clube e eles já vão deixar nossas cadeiras no local certo. Leva sua roupa de tênis e me empresta uma também. Meu irmão marcou de jogar tênis com os deslumbrantes amigos dele, hoje o Victor Hugo não me escapa. A Bruna não estava a fim de ir, mas aceitou quando a Amanda falou sobre a dar uma carona. A onde você acha que vai com esses trapos? – Perguntou Jú assim que viu meus biquínis em cima da cama – Me diga que são da sua mãe, por favor?

_Na verdade estava pensando em usar um e te emprestar o outro! – Afirmei sorrindo sem graça meio de lado. Lógico, o biquíni tinha tecido demais para minha melhor amiga, aquilo era como uma burca em um dia de sol.

_Que parte de o lindo, gostoso, sexy e másculo do Victor Hugo vai estar lá você não entendeu? Nunca vou aparecer no clube vestida de freira. Vem vamos procurar algo no closet da Ana Paula e das suas tias Ana Julia e Ana Beatriz.

No final coloquei um biquíni que na palma da mão se escondeu. Quando chegamos ao vestiário do clube para trocar de roupa, eu não acreditava como Jú havia me convencido a usar aquele minúsculo biquíni da minha tia Ana Beatriz. Minha tia havia comprado aquele biquíni para ir o México, já viu o tamanho dos biquínis das turistas mexicanas? Pois é não dá para ver de tão pequeno. Depois de muito tempo sai do banheiro junto com Jú, não antes de vestir meu short jeans. Ao chegarmos à área da piscina, nossas esteiras já estavam colocadas no local certo, as bolsas de Brubs e Mandy estavam como de costume nas esteiras delas.

Nós duas estendemos calmamente nossas toalhas sobre as esteiras livres, o sol estava do jeito ideal, o vento batia calmo como uma brisa.

_Acredite em mim o Tom vai amar seu biquíni, me avisaram que ele esta jogando bola com os amigos, depois vamos lá dar uma olhada – Disse Jú como sempre comandando tudo. – Isso se ele não vier até nós quando descobrir o tamanho do seu biquíni.

Fingi não ouvir o último comentário dela enquanto a mesma tirava calmamente sua saída de praia. Deitei-me, depois de tirar o short, e então localizei as duas que estavam faltando. Amanda estava ensinando para Bruna alguns saltos de cima dos trampolins do clube, as duas sempre se divertiam muito juntas nas nossas vindas ao clube. Um dia essas duas ainda criam juízo. Um dia. Não tem que ser agora. Assim que notaram que eu as observava as duas sorriram e começaram a caminhar na nossa direção. O clube já estava cheio, mas não insuportável.

_Não vão mesmo entrar na água hoje? Está muito quente para ficar apenas tomando sol – Disse Mandy toda molhada sentando na esteira vaga ao lado da esteira onde Jú já tomava sol.

_Não agora! – Afirmou Jú meio grossa mostrando não estar nem um pouco interessada em ficar ouvindo os pedidos de Mandy e Bruna para entrarmos na água, com certeza ela não estava fazendo charminho. Eu conheço bem minha amiga, para saber que de jeito nenhum ela iria estragar o cabelo dela antes de se encontrar com o tal amigo do irmão dela.

_Alguém está a quase três metros acima do céu de tão feliz – Murmurou Mandy fazendo todas menos Jú rirmos, ela pareceu não gostar muito da brincadeira.

_Não fala desse filme que a Cecília já começa a encanar achando que é a protagonista e o Tom o tal do motoqueiro inconsequente – Disse Jú após revirar os olhos.

Jú odeia quando nós três começamos a discutir sobre nosso amor incessante pelo o filme e o livro: Três Metros Acima do Céu. Bruna gosta bastante. Amanda já leu o livro milhares de vezes, foi ela que nós apresentou ao amor incontrolável entre Babi e o H. Eu simplesmente acho o romance de Federico Moccia melhor que Romeu e Julieta.

_Acho que o único presente descente que o Andreas já meu deu foi esse livro, se não fosse por ele ter confundido o nome do autor...

_Eu não teria descoberto o lindo do Mario Casas. Mi casa es su casa – Disse Brubs fazendo uma cara de devassa o que fez todas nós rirmos um pouco alto demais. A cara falsa de safada dela é algo totalmente indescritível, ela passa a língua nos dentes e depois de se inclinar para frente fazendo a cara de assanhada mais hilária já presenciada na face da terra. Bruna é ótima em caretas, não tem como alguém não rir. Já a mandei fazer um teste para o grupo de teatro, seria ótimo ter uma das minhas melhores amigas fazendo teatro junto comigo.

_Posso saber por que as garotas estão se divertindo tanto? – Perguntou Gustav surgindo atrás de Bruna, ela logo parou de rir quando a mão dele pousou firme na cintura dela unindo a lateral do corpo dos dois. Quem não os conhecesse, com certeza não veria nada demais naquele excesso de intimidade entre os dois.

Bruna sorria meio amarelo, não estava à vontade com a situação, Jú bufou com desprezo e começou a ler a Vogue daquela semana que ela tinha pegado do banheiro da minha casa antes de sairmos. Para minha surpresa, Amanda levantou de imediato e aquilo me assustou completamente, mas Bruna e Gustav não pareciam tão chocados. Qual é a Amanda era a melhor amiga do Gustav até um tempo atrás, algo muito sério estava ocorrendo, mas Mandy não se abriria comigo, entretanto se Bruna e Jú soubessem de algo logo elas me contariam. Antes mesmo de eu poder ficar ali segurando um tipo estranho de vela, Gustav pegou Bruna no colo e se jogou com ela com tudo na piscina, qual o problema desses dois em ficarem juntos? Se dão tão bem. Bem que dessa vez poderia dar certo, né? Não acho que Bruna e Bill combinem tanto assim como ela suspeita combinarem.

Antes mesmo de eu poder começar a conversar com minha amiga, eles surgiram no meu campo de visão. Como sempre estavam lindos, vindo em minha direção Nicolas e Guilherme meus irmãos mais novos. Os dois pareciam conversar algo sobre a piscina, pois apontavam para o trampolim. Suas sungas de cor vermelha não era o único fato igual nos dois, se eu não passasse tanto tempo na escola os observando nunca saberia os distinguir tão rapidamente. Ambos loiros, assim como eu herdaram os olhos azuis do nosso pai, diferente de mim, eles possuíam a alta estatura tão característica do clã Berlitz, muito magrelos e ativos. O sorriso e o formato do rosto haviam pegado da mãe, assim como a simpatia. A mãe dos dois, Andressa Berlitz, caminhava um pouco atrás dando as coordenadas para as duas babás.

Realmente eu tenho tudo para odiar Andressa Berlitz, por conta dela e de todo dinheiro da família da mesma meu pai largou minha mãe, ás vezes eu acho que meu pai realmente nunca amou minha mãe. Entretanto Andressa é uma ótima mãe e dedicada esposa, diferente das outras mulheres, ela realmente gosta de passear com os filhos no shopping e ir os buscar diariamente na escola. Por ela ser uma grande amiga da mãe da Jú, e diretora da ONG que todas as mães dos meus amigos participam, vivo me encontrando com minha madrasta. Ela sempre é muito simpática, gentil e educada comigo. Fico imaginando como ela me trataria se soubesse que sou filha bastarda do seu marido, talvez não com a mesma gentileza. Com certeza não com a mesma gentileza.

Meu pai tem e sorte da minha mãe ser uma mulher equilibrada e estar mais preocupada em alavancar seu escritório de advocacia do que planejar festas de caridades, já posso até imaginar a bronca que levaria da mesma se descobrisse o quão perto gosto de ficar da outra parte da minha família.

_Olha ele vindo, faz tudo o que te falei no caminho para cá! – Afirmou Jú me fazendo desviar atenção de meus irmãos que esperavam impacientes as babás passarem protetor solar. Desvie meu olhar para o lado e Tom, Bill e Andreas se aproximavam, todos muito suados, estavam jogando futebol com toda certeza. Bufei, não queria colocar em prática nem um dos conselhos de Jú, até porque já desconfiava o estrago que eles podiam fazer.

As táticas de conquistas da Jú são totalmente diferentes da minha, prefiro ficar esperando o cara dar os primeiros sinais de vida e não atacar descaradamente. Mas como minhas táticas não estavam dando frutos com Tom, porque não tentar arriscar? Deve ser porque não podemos fingir ser o que não somos, mas naquele momento enquanto me arrumava eu não estava pensando nisso.

_Boa tarde meninas – Disseram os três juntos sorrindo. Andreas mantinha seu sorriso de chapado no rosto, Bill sorria genuinamente como se realmente estivesse feliz sem se esforçar, mas Tom sorria maliciosamente devorando nossos corpos praticamente nus. Bem eu estava me sentindo nua mesmo.

_Cadê a Amanda? – Perguntou Andreas depois de olhar ao redor e não notar a presença dela por ali. – Não veio com vocês hoje?

_Ela foi ao banheiro e disse que te esperava lá! – Afirmou Juliana logo despachando Andreas dali, Bill logo também seria dispensado de algum modo por ela. Jú estava decidida a deixar eu e Tom sozinhos, até porque eu não teria coragem de colocar o plano dela em prática na frente do irmão dele. Afinal o que o Bill pensaria de mim? Uma coisa é o Tom me achar devassa, outra bem diferente é o Bill achar isso de mim.

_A onde está a Bruna? Preciso falar com ela – Explicou-se Bill me espantando completamente, desde quando ele tinha algo para falar com a Bruna? Tirando o fato dos dois terem diversos amigos em comuns e nunca conversarem e serem titulares no time de vôlei da escola, mas nada os unia. Jú pareceu surpresa também, porém não demonstrou ao apontar para piscina. Jú é outra que deveria fazer teatro, uma ótima atriz.

Bruna estava coma boca cheia de água e eu sabia exatamente o que ela iria fazer. Nós quatro começamos a encarar a piscina, Bruna ia se aproximando sensualmente de Gustav o seduzindo vagarosamente. Como uma serpente o hipnotizava.

_Eles estão juntos? – Perguntou Tom olhando fixamente para os dois cada vez mais próximos.

_Observe em silêncio e terá sua resposta – Respondeu Jú que assim como eu já imaginava onde acabaria todo aquele jogo de sedução.

Brubs entrelaçou suas pernas na cintura de Gustav, se inclinou para trás fazendo charminho, ele então a puxou com força e desejo para perto. Quando os lábios de ambos estavam extremamente próximos, ela jogou toda água na sua boca no rosto dele o que fez todos nós rirmos muito, até Gustav pareceu ter se divertido, pois logo em seguida estava de novo com ela em seus braços a afogando de brincadeira.

_Eles não deviam brincar assim, é perigoso – Alertou Tom sério enquanto se sentava na espreguiçadeira de Bruna ao meu lado, facilitando assim as coisas.

_Gustav nunca faria mal a ela, seria pior do que fazer mal a ele mesmo. Ele cuida dela e ela dele. – Defendi meus amigos e ele apenas deu de ombros, mostrando claramente que aquele assunto não o interessava mais.

_Vou falar com ela antes que meu irmão fiquei mais preocupado – Disse Bill debochando um pouco do irmão antes de começar a caminhar até próximo da borda da piscina onde estavam Gustav e Bruna conversando brevemente após cessar a sessão afogamento.

Bill chamou Bruna, quando ela foi se aproximar Gustav a segurou pelo braço, mas de nada adiantou porque ela puxou seu braço e foi nadando até a beirada da piscina. A mão estendia de Bill serviu para ajudá-la a sair da piscina, os dois então começaram a caminhar em direção aos vestiários. Seja lá o que estava acontecendo, Bruna me devia diversas explicações. Ela não se livraria tão facilmente de mim e minha curiosidade.

_Vou lá pedir uns sucos, vocês dois querem algo? – Perguntou Jú depois de colocar sua saída de praia e seu chinelo. Nós dois negamos com a cabeça e ela se afastou.

Poucas vezes eu havia estado sozinha com Tom e nessas raras ocasiões o silêncio prevalecerá, por conta da minha extrema timidez e do fato dele não se incomodar com o silêncio, mas naquele momento eu estava decidida a fazer diferente.

Sentei no final da minha espreguiçadeira, me inclinei para frente o dando uma visão privilegia dos meus fartos seios que o mesmo encarou por alguns segundos. Senti-me mal e satisfeita ao mesmo tempo por estar me jogando em cima dele como um pedaço de carne, mal por aquele não ser meu jeito de agir e satisfeita ao ver que de alguma forma ele me desejava.

_Sabe o que eu quero mesmo? – Perguntei o fazendo encarar curiosos meus olhos luxuriosos, tinha treinado por todo caminho. Tom fez que não com a cabeça sorrindo maliciosamente, ele sabia exatamente o que veria em seguida – Você.

_Nossa essa foi direta! – Afirmou ele fingindo estar assustado enquanto fazia charme. As mãos dele se postaram firmes embaixo de minha espreguiçadeira e a puxaram para mais perto, minhas pernas ficaram dentro das pernas abertas dele. Próximo demais, entretanto eu tinha plena noção que não queria se agarrada por ele naquele momento, estávamos em publico, mas Tom Kaulitz não ligaria para aquele fato. – Você não precisa agir assim para me conquistar!

_Agir como? – Perguntei espantada, toda aquela tensão sexual havia desaparecido do ambiente rapidamente. O olhar dele não era mais de malícia e seus olhos não encaravam meus peitos, mas sim meus olhos.

_Se oferecer para mim como todas as garotas que eu fico fazem. Esse não é o seu jeito Ceci, você é a garota certa para mim, porém não agindo assim. Sabe por que não dou em cima de você? Porque quero te guardar para o momento certo, o momento em que estarei pronto para me comprometer completamente com alguém! – Afirmou ele sincero e acariciou levemente meu joelho exposto como se pedisse desculpa, antes mesmo de poder raciocinar sobre as palavras ditas por ele um grito invadiu meu ouvido vindo do meu lado direito.

Assim que me virei, vi meu irmão Nicolas se afogando na piscina e ninguém parecia se mexer. Sem pensar duas vezes, sai do meio das pernas do Tom e pulei com tudo na água nem pensando em meu cabelo. No momento em que segurei meu irmão firme em meus braços, nada parecia ter importância a não ser o tirar dali o mais rápido possível, mas estava difícil por algum motivo nadar até a borda.


Continuo? Próximo capítulo com o Bill explicando tudo que ficou pendente da parte dele. Brigado pelo carinho de sempre aquelas que sempre me incentivam comentando.
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Seg Jan 21, 2013 12:17 am

minina!
o Tom... está me asssustando (não corrige os 'eses')
ai que fofa, eu sou uma Ceci, sabia?
mas deixa eu parar e vc contenua!
cha
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qua Jan 23, 2013 1:35 pm

Continua por favoooor Surprised/:
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qua Jan 23, 2013 2:33 pm

CONTINUE Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Qua Jan 30, 2013 3:29 pm

Sinto-me culpada agora, pensei que tivesse avisado aqui que viajaria e ficaria sem net...
Mas bem, desculpe-me mesmo, fiquei no intuito que eu tivesse avisado... Cheguei ontem e só vi que estava enganada agora.

Voltando a fic...
Que foda o capítulo da Bruna!!! Tipo, nem sei bem o comentar, então vamos ao capítulo da Ceci.
Achei fofo o Tom ter dito aquilo, só não achei que a Ceci, daquele jeito tímida, deu a entender que gostasse dele.
Enfim, curiosa para o capítulo do Bill né? Aliás, bem estranho esse "papo" que ele e a Bruna foram ter... - e bem peculiar esse incomodo do Tom com a Bruna e Gustav... (Ri com a brincadeira dela)

Então prossiga linda, e desculpe-me por minha distração.
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Sab Fev 02, 2013 10:27 am

Leitora nova
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Dom Fev 03, 2013 7:33 pm

Nossa agora vou mesmo matar vocês, capítulo enorme, leiam em pequenas partes. Postando ele agora, pq vou vagabundiar no carnaval em Floripa, então sem capítulo no carnaval. Acabei de fazer a segunda revisão, mas me avisem sobre erros pois costumo revisar 4 vezes antes de postar, mas só iria postar na quarta se fosse revisar mais duas vezes. Seja Bem-Vinda Marla!TH, espero ter sempre sua presença por aqui. Brigado meninas pelo apoio de sempre é muito importante, sentindo falta da Jaqueh, mas que bom que a Ilana voltou : ) Feliz mesmo. Agora deixar vocês lerem as quase 5.000 palavras, cansei de escrever ler também.

.Capítulo 16.




A semana de prova da escola é algo totalmente insuportável, são cinco dias onde ficamos trancados nas quadras do subsolo fazendo mais e mais intermináveis provas. Todos os dias temos direito á 04h30minh para fazermos duas provas, no outro dia a rotina se repete. Na semana de prova não há aulas, todos os alunos vão para escola apenas para realizar os exames e depois podem ir para casa estudar ainda mais para o outro dia. No subsolo do prédio ensino médio existem diversas quadras onde em dias normais são liberadas para práticas de exercícios, mas em uma semana de cada mês é lá onde se aplicam as avaliações. Um antigo estacionamento transformado em um torturador de conhecimento.

As quadras ficam lotadas de mesas onde devemos nós sentar e fazer as malditas provas, o lugar é dividido em setores que variam de A até I. Para evitar qualquer tipo de cola os professores circulam entre as fileiras lotadas de alunos. A primeira fileira é do primeiro ano a segunda do segundo a terceira do terceiro e depois essa ordem volta a se repetir, sendo assim um aluno do terceiro ano tem sentado do seu lado direito sempre um aluno do primeiro ano e do esquerdo um aluno do segundo.

A distribuição dos alunos em cada fileira é algo totalmente humilhante, o sistema ajeita os alunos em cada fileira de acordo com suas notas, então todos os alunos que estão na sua frente são mais inteligentes que você e os atrás o contrário. Entretanto sempre penso como é a vida de alguém que não tem ninguém sentado atrás, a escola inteira sabe que você é a pessoa mais burra do seu ano. No fundamental as coisas são iguais. Como sento no setor A é tenho apenas 5 pessoas sentadas da minha frente, não sei o que é ter vergonha de ir se sentar no lugar de prova. No ano em que entrei no Goethe me sentia ofendido ao notar todos me olhando por ir sentar na primeira carteira do setor A, então com o tempo aprendi a errar algumas coisas na prova e me manter longe dos olhares de todos.

Sentado a onde eu estava eu conseguia ver as costas de Bruna, ela estava sentada a minha esquerda há quatro cadeiras na frente concentrada fazendo sua prova. Bruna que até umas semanas antes era uma garota totalmente indiferente, a cada dia mais adentrava no meu cotidiano, sutilmente estávamos entrando um na vida do outro. A garota que antes era apenas a grande amiga da Mandy logo criou vida e uma nova personalidade na minha mente.

Bruna não é apenas uma garota inteligente, bonita, divertida, fria, grossa, gueta e misteriosa, mas também é totalmente diferente das meninas do colégio, afinal que outra menina leva uma arma para escola? Só ela. Não é a garota mais bonita, nem a que mais me interessa, entretanto algo nela á destaca das demais. Bruna está longe de ser a garota dos sonhos de qualquer homem. Tirando o pirado do Gustav Shäfer, nenhum outro menino da escola dá em cima dela, o que é meio estranho já que ela não é nem um pouco feia e nem pertence algum tipo de religião muito severa, muito menos usa anel de castidade.

Dentro de uma escola as conversas podem surgir em diversos lugares como: Na garagem fumando baseado, na escadaria cabulando a detenção, na fila da cantina, na biblioteca para os atrasados, na sala de aula, no almoxarifado, no ginásio, nas quadras do subsolo, esperando a carona na saída. Entretanto o banheiro masculino não é um local onde se começa um assunto, porém foi nesse local onde eu e Bruna conversamos sozinhos pela primeira vez. Se bem que aquilo talvez não tenha sido realmente uma conversa. Assim que entrei no banheiro do último andar não acreditei ao ver Bruna armada ali.

_Porque você esta armada? – Perguntei incrédulo enquanto observava aquela cena totalmente inusitada, nunca nem mesmo quando durmo depois de tanto usar Twister Azul eu imaginária encontrar uma menina armada no banheiro. Segurando uma arma de verdade, com gatilho, silenciador e bala.

_Eu preciso me livrar dessa arma – Respondeu ela nem ao menos ouvindo minhas palavras. As mãos dela suavam e o corpo da mesma tremia um pouco. Naquele momento eu podia até estar assustado, mas Bruna estava em pânico total e aquilo me assustou ainda mais. Das poucas vezes que havia parado para observá-la, ela sempre tinha se mostrado uma mulher equilibrada e centrada, principalmente durante as provas e os treinos de vôlei. O lado frágil dela me surpreendeu de imediato.

_A onde você arrumou essa arma? – Perguntei novamente tentando me manter firme, alguém precisava continuar calmo e equilibrado para evitar o pior se por ventura viesse a ocorrer. Respirei fundo expulsando toda vontade de sair dali correndo no mesmo instante.

_Para o seu bem é melhor você não saber – Alertou-me ela e deu dois passos para trás apontando a arma para o chão.

_Me dá essa arma – Mandei autoritário estendendo minha mão. Eu sabia bem as responsabilidades que estava assumindo com aquele ato. Podia até parecer heroico, entretanto eu estava morrendo de medo de algo dar errado e as chances de isso ocorrer eram enormes. Se alguém encontrasse uma arma na minha bolsa, podia dar uma imensa confusão, porém precisaria apenas que Gordon desembolsasse uma grana para todos esquecerem o assunto. Mas se a arma fosse encontrada na bolsa de Bruna a mesma seria expulsa e perderia todas as chances de ter algo nessa vida. A vida é assim quem tem dinheiro, por mais errado que seja nunca se ferra no final. Na vida real só se ferra quem não tem dinheiro o suficiente para arcar com seus erros.

_O QUE? – Perguntou ela arregalando ainda mais aqueles intensos olhos pretos e nem percebendo o quanto aumentará automaticamente o seu tom de voz. Só faltava um inspetor entrar no banheiro e ferrar ainda mais com tudo, desgraça quando vem aparece em bonde.

_Vai me dá essa arma, você não sabe como se livrar dela, mas eu sei – Menti sério a encarando no fundo dos olhos. Bruna era uma das grandes amigas da Amanda, e se uma amiga da Amanda precisava de mim eu não posso simplesmente virar as costas. Porra é a Amanda, não uma menina qualquer.

_Bill essa arma pode te colocar em encrencas, pode ferrar sua vida – Disse ela preocupada se aproximando.

_Não mais do que pode te prejudicar! Eu posso te ajudar! – Afirmei tentando ao máximo passar segurança para ela e de alguma forma deu certo, pois Bruna me entregou a arma quase que imediatamente. - Sai antes e depois eu vou.

_Muito obrigado – Sussurrou ela enquanto me abraçava em agradecimento antes de sair apressada dali.
Precisei pensar muito até achar uma solução para me livrar daquela arma, naquele mesmo dia quando cheguei em casa a guardei no fundo falso da minha cama. Se um dia a Dona Simone descobre aquele lugar, no mínimo uns dias sem dinheiro nenhum e por tabela cigarro ou drogas.

Depois de longos minutos encarando Bruna de costas fazendo sua prova, ela se virou sorriu e voltou à atenção para sua avaliação. Não demorou muito e logo terminei minha prova de Biologia e Física Elétrica. Na hora da prova sempre me bate uma enorme vontade de fumar uns cigarros. O fato de não poder fumar aumenta ainda mais meu desejo por umas fortes tragadas, porém ao contrário de Andreas não vou fumar no banheiro durante a duração da prova. Porque não faço isso? Porque ele sempre é pego e mãe dele acaba sendo chamada sempre na escola, não imagino como minha mãe reagirá quando descobrir que fumar para mim não é algo apenas para diversão. Sorte tem o meu irmão que ainda não sente essa necessidade diária. A cada semana de prova a mãe do Andreas, Dona Melissa, desembolsa uns 5 mil para fazer a diretora esquecer os cigarros.

Após terminar os exames do dia guardei todo meu material rapidamente no estojo, coloquei minhas provas na mesa do fundo das quadras onde elas devem ser colocadas. Assim que estava subindo rapidamente as escadas, pensando em chegar em casa e ficar o dia todo no meu computador ouvindo as mesmas músicas, parei ao ouvir a voz de Amanda e Cecília. Por conta das escadas serem feitas em intermináveis L, o local onde eu fiquei parado dava apenas para ouvir o assunto entre as duas.

_Você não entende né? Ceci, você não gosta do Tom. Todo ano é assim, você acha tem que está apaixonada pelo homem mais galinha do colégio. Você gosta de insistir no cara errado, não muda. Faz isso porque acha que pode mudar o menino, ou algo parecido. Tom Kaulitz não vai largar a vida de babaquices dele assim tão fácil – Disse Mandy parecendo reprender Cecília enquanto descrevia em poucas palavras a personalidade do meu irmão. A conversa parecia séria, pois o tom de voz estava um pouco alto e exaltado para aquele lugar.

Desde a semana anterior quando Cecília se declarou para o meu irmão, tornou-se meio incômodo almoçar com as meninas. E nas últimas semanas por algum motivo Amanda vem dispensando ao máximo a presença de Andreas por perto. Como meu amigo fica a maior parte do tempo chapado ele nem ao menos sabe me explicar bem o que ocorreu entre os dois. Resumindo, nós últimos tempos eu mal venho me encontrando com as meninas, restando apenas Isadora como presença escolar feminina na minha rotina, o que não é de todo mal algumas vezes.

_Eu gosto sim dele...

_Não gosta, gosta da ideia de conseguir conquistar o mulherengo da escola. O Tom não gosta de você, ele deixou claro no clube que não quer nada com você!

_Ele não deixou nada disso claro! – Afirmou Cecília realmente parecendo se aborrecer com as palavras ditas por sua amiga, ela ainda tentava se prender naquela falsa esperança presente em todas as mulheres. Eu ainda não conversei com meu irmão sobre Cecília, entretanto com certeza ele não esta interessado nela se não já teria dito algo. Tom não é do tipo que guarda as coisas apenas para si mesmo, esse sou eu. Talvez ele tenha falado algo com o Harry. – Eu não quero conversar com você sobre isso. Nem te dei abertura para começar essa conversa.

_Ele não quer ficar com você. Você devia gostar de quem realmente gosta de você – Sugeriu Mandy abaixando o tom de voz. Pelo tempo que as duas pareciam estar ali discutindo, era muito estranho estarmos apenas nós três por ali. Afinal só existe aquele caminho do subsolo até o pátio da escola, a outra escadaria vive interditada por motivos incompreensíveis aos solteiros da escola.

_Tipo ficar sozinha então?

_Você devia procurar o Harry.

_Já falei que não quero mais saber de quem se esconde de mim, não quero me apaixonar por algo que talvez nem exista! – Afirmou ela me deixando totalmente perdido. Eu nunca pensei antes em ter visto Cecília dando mole para o Harry Stile, do time de basquete. Afinal que outro Harry poderia ser? Duvido muito que seja o nerd da computação, se for ai sim eu irei me assustar ainda mais.

_Você tem que parar de ouvir somente o que a Jú fala. A Juliana não é nenhum tipo de vidente, ela não pode decidir o rumo da sua vida. Você só se declarou para o Tom porque ela insistiu muito. Eu e a Bruna deveríamos ser ouvidas ás vezes também, só para variar sabe? – Perguntou Mandy extremamente ácida sendo até mesmo um pouco irônica. Eu nunca havia antes presenciado uma discussão entre as meninas, até achei que talvez elas nunca brigassem, mas até mesmo nas mais sólidas amizades existem suas desavenças. A diferença e que quando brigo com meu irmão, Harry ou Andreas nós não ficamos discutindo e dissecando tão seriamente o assunto, muito menos lavando toda roupa suja em uma conversa só.

_Que engraçada você, não é? Você me manda parar de ouvir a Jú sendo que você só deu para o seu namorado depois de escutar os conselhos dela. Você acha que eu não sei? – Perguntou Cecília muito mais sarcástica, mesmo não podendo ver as cenas eu imaginava as expressões faciais nada boas de cada uma das duas.

_Sabe do que? – Respondeu Amanda com outra pergunta tentando parecer firme, entretanto ela havia fraquejado com medo no final.

Esse é o ruim de conhecermos tão bem as pessoas, percebemos logo todos os sentimentos dela sem nem ao menos precisar olhar. Cecília parecia conhecer assim Mandy, pois deve ter sorrido satisfeita antes de subir as escadas novamente. Cecília com certeza devia ter compartilhado um olhar cúmplice com Amanda, se não ela não teria subido as escadas pisando tão firme nos degraus. Com certeza Cecília sabia algo que não devia saber da vida de sua amiga, do contrário Amanda teria a seguido e encarado ao invés de ficar parada a onde estava. Voltei a subir as escadas apenas após ouvir o barulho do tênis de Mandy contra os degraus.

Ao chegar ao pátio me deparei com uma enorme aglomeração de pessoas em torno da pilastra central, me aproximei calmamente e logo me deparei com o cartaz sobre o festival de música da escola. Todo ano alguns alunos do colégio treinam o ano todo para a apresentação final no festival de música. O evento é algo realmente sério, como alguns pais de alunos são donos de gravadoras ou artistas talentosos já ocorreu de alguns alunos prodígios do Goethe começarem sua carreira musical por causa de suas apresentações deslumbrantes. Klaus Meine do Scorpions estudava no Goethe quando foi descoberto. A filha mais nova dele estuda na sala da Amanda, Giulia Meine era amiga da Bruna até o ano passado, por algum motivo as duas se desentenderam e nem se falam mais. Viu toda hora Bruna entrando na minha vida.

O festival ocorre em um único dia no ginásio da escola, juízes são contratados para o evento. Qualquer um pode participar, precisa apenas preencher a ficha de inscrição e treinar muito para não fazer feio, acredite todos participantes levam a competição muito a sério. Alguns até mesmo pagam a profissionais para escreverem uma música e os treinarem. As canções variam desde música clássica até rock pesado. Algumas apresentações são realmente gigantescos espetáculos com direito a músicas inéditas compradas, dançarinos contratados e um ótimo show de luzes, tudo isso por um troféu de plástico. Gosto de música boa, canto no chuveiro como todo mundo e às vezes componho uns rabiscos, entretanto nunca me imagino participando e cantando na frente de tantas pessoas, essa vontade de aparecer foi toda pegada pelo meu irmão quando estávamos na barriga da minha mãe. Certeza que Tom irá querer participar do festival assim que perceber a magnitude que ele tem e como influencia na vida dos alunos durante todo o ano até o dia do evento. Grande loucura né? Quando chega perto da data, o colégio fica insuportável por conta da padronização do assunto. Fico com vontade de faltar todos os dias da semana do festival.

_Vamos lá? – Perguntou Andreas me fazendo desviar atenção do cartaz para ele de pé ao meu lado. Com certeza ele não havia parado no meio da prova para fumar escondido no banheiro, se não ainda estaria nas quadras fazendo as provas.

_A onde? – Perguntei não prestando atenção no meu amigo, pois a alguns metros atrás dele no jardim Amanda e Cecília pareciam ter continuado a conversa da escada.

_Comprar as ervas hidropônicas. Já fumou hoje? – Perguntou Andreas em seguida deu uma rápida chave de fenda no meu pescoço – Lembra vamos trocar a arma que você me entregou semana passada pelas ervas para festa na casa do Leandro, está com amnésia?

_Se ainda não se livrou daquela arma? Você falou que tinha se livrado dela com o seu traficante semana passada! – Afirmei extremamente irritado me afastando, se continuássemos perto eu que iria o enforcar de raiva. No sábado passado eu tinha garantido para Bruna, no clube, que havia dado um sumiço naquela arma. Naquele momento só não gritei ou o empurrei para trás porque iria chamar muita atenção.

_Calmo Bill, eu tentei vender para o meu traficante, mas ele falou que não troca droga, só vende. Então ele me deu o endereço de uns homens que fazem essas trocas, de hoje não passa. Confia em mim você nunca mais vai ver essa arma. Tranquilo – Disse Andreas com a maior calma do mundo, realmente ele não tinha entendido o tamanho da encrenca quando eu o falei do ocorrido no banheiro com Bruna ou talvez ele não se preocupasse tanto com a grande amiga de sua namorada. Qual é! Não dava para entregar uma arma para o Andreas sem me explicar antes, era bem capaz dele achar que eu estava envolvido com a onda de assassinatos que andam ocorrendo nós últimos dias na cidade.

_Ouve bem Andreas, você e eu vamos à sua casa pegarmos essa arma ir até lá pegar as drogas e se mandar, entendeu? Cara eu não acredito que você mentiu para mim sobre algo tão sério. Vamos logo que amanhã é sexta e ainda temos prova.

Por conta de estarmos na semana de prova, todos podem sair e entrar na escola na hora que bem entendem, menos nas quadras do subsolo. Peguei minha mochila, enfiei o estojo lá dentro e rápido eu e Andreas já estávamos na rua andando até o apartamento dele, por sorte ele mora perto da escola e a chance da Dona Melissa estar em casa era muito pequena. Por conta da mãe do Andreas ser juíza e o padrasto um folgado, a casa dele se torna um ótimo lugar para cabular aula. Ao chegarmos ao apartamento como de costume estava vazio, tirando a presença dos silenciosos empregados. Colocamos a arma na minha mochila e logo saímos os dois dali.

_Você não acha melhor a gente ir para lá no sábado à noite antes da festa? – Propôs Andreas assim que entramos no metrô na estação que fica a um quarteirão da escola. Entramos no último vagão o mais vazio de todos e estava ainda mais vazio por conta do horário, ali ninguém nós reconheceria.

_Caralho Andreas você não entende a gravidade da situação? Você é filho de juíza e estamos armados, sem contar que não vou para aqueles lados da parte oriental da cidade à noite nem armado muito menos se tivermos apenas eu e você.

_A gente devia ter esperado o Tom, ele vai ficar irritado quando souber que fomos comprar tudo e não o chamamos.

_Não vou enfiar meu irmão nas nossas roubadas ele mal chegou à escola, já basta tudo que ele aprontou no Hamburgo não precisa começar mal no Goethe também. Esse assunto já devia estar todo resolvido.

_Você acha que emagreci? Eu não posso emagrecer, vou perder acabar jogando fora todo trabalho duro da academia! – Afirmou ele um pouco aborrecido mudando totalmente de assunto, enquanto analisava seus braços. – Melhor eu fazer menos sexo com a Amanda.

_Caralho o que sexo tem haver com academia? – Perguntei sem entender que rumo àquela conversa havia seguido, parecia até que já tínhamos usado drogas para mudar tão repentinamente de assunto.

_Meu cada trepa de 40 minutos você perde umas 400 calorias, um orgasmo perde 100 calorias, uma punheta de 30 minutos umas 150 calorias. Caralho cada noite de sexo eu perco umas 700 calorias, sem contar as que o álcool ajuda a queimar, dessa forma não vou conseguir acumular massa para definir! – Afirmou ele extremamente sério o que me fez rir imensamente. Só o Andreas mesmo para me divertir depois de quase o matá-lo.

_Se consegue ficar 30 minutos batendo uma? – Perguntei ainda rindo, realmente não dava para levar aquele assunto a sério.

_Eu não, essa tarefa é da Amanda! – Afirmou fazendo assim os dois voltarmos a rir ainda mais. Mais cuzão com mulher do que o Andreas só o Tom e o Harry.

Assim que desembarcamos na estação mais perto do local aonde iríamos, parecia até que havíamos saído de Berlim. O lado ocidental da cidade já costuma ser feio por conta das ruínas e tudo mais, mas a onde estávamos era muito pior. Todos os moradores com caras fechadas acompanhavam nós dois que praticamente corríamos pelas ruas, senti que deveríamos ter trocado de roupa na casa do Andreas, com certeza estavam pensando em nós roubar assim que fosse possível. O uniforme cinza horrível do Goethe é reconhecido em toda cidade. Ou não apenas roubar, um sequestro podia valer muito mais a pena. No caso do Andreas se soubessem que a mãe dele é juíza nós dois teríamos morrido antes de sair da estação do metrô. Nós perdemos umas 5 vezes até encontrarmos a rua certa, lógico que tinha que ser a mais sinistra de todas daquele bairro.

_Acho que é aqui! – Afirmou Andreas assim que paramos na calçada na frente de uma casa praticamente caindo aos pedaços, não dava para se saber a cor por conta da tintura estar totalmente desbotada. Três homens estavam de pé na velha varando olhando para nós atentamente, todos eram negros enorme, imigrantes ilegais vindos da África. – Estamos procurando o Bob.

_Quem os mandou aqui? – Perguntou um dos enormes negros usando seu péssimo alemão. Nunca entendi o fato de bandido gostar sempre de usar nomes americanos ou apelidos. Assim como eu, Andreas também estava com dúvida de como sairíamos vivos daquele local vivos, talvez se déssemos alguma grana para o tal Zac ele podia obrigar um dos seus capangas a nós acompanhar até o metrô. Ligar para minha mãe ir nós pegar ali não era uma opção, e nenhum dos nossos amigos conhecia aquela parte da cidade para podermos pedir uma carona. Duvido que alguém da escola já tenha estado num bairro como aquele.

_O Zac! – Afirmou Andreas tentando mostrar que sabia do que estava falando.

Os três homens falaram algo baixo uns com os outros, até um deles entrarem, não demorou muito e esse mesmo cara voltou. Ele sinalizou para o seguirmos e assim fizemos, eu não sabia quanto tempo mais ficaria naquela rua sem ouvir outro barulho de tiro ou moto acelerando rapidamente. A casa por dentro era realmente um lugar para se vender drogas, por todo lado pedras e plantas e diversos produtos químicos usados no refinamento, um enorme maquinário, mulheres horríveis seminuas e drogadas pareciam fazer o trabalho. O imenso negro ia entrando por dentro da casa e nós apenas o seguimos, logo estávamos entrando no abafado e mofado porão da casa. Ali no porão se via diversas armas e dinheiro e drogas por todos os cantos, com certeza dariam pouca grana por aquela arma. O tal Bob parecia ser o chefe, pois o mesmo estava sentado na mesa do chefe, fumava um charuto, com certeza era russo, pois tinha aparência de russo e jeito de russo. O homem que nós acompanhou até lá embaixo parou ao lado da mesa do chefe, por incrível que pareça não havia mulheres no local.

_ O que trás os dois fedelhos aqui? – Perguntou Bob se dirigindo a nós. O local inteiro tinha um cheiro terrível e para todo canto diversos capangas armados fazendo qualquer um se sentir encurralado.

_Viemos trocar uma arma por algumas mercadorias – Respondeu Andreas tentando mostrar que já tinha feito aquilo antes, como se alguém tivesse realmente acreditando na falsa experiência dele.

_Eu vejo a arma dou minha oferta e vocês decidem se aceitam ou não! – Propôs Bob como se nós realmente tivéssemos chance de negar uma proposta vinda dele naquele lugar. Eu estava quase dando de graça a arma para ele e ainda pagando para sair dali, com certeza Andreas também pagaria muito para sair dali se fosse preciso. Nós dois mexemos positivamente a cabeça aceitando a “irrecusável” proposta dele – Me deixem ver a arma.

Tirei minha mochila das costas e a coloquei no chão, com cuidado andei um pouco e pus a arma em cima da mesa, voltei para o meu lugar ao lado de Andreas. Bob não se mexeu ao ver a arma, ele a encarou por longos minutos me deixando ainda mais tenso, será que aquilo ali não valia nada? Ai sim nós estaríamos ferrados eu tinha apenas 200 reais na carteira e Andreas devia ter apenas Ecstasy e camisinha.

_A onde vocês conseguiram essa arma? – Perguntou Bob agora nós olhando furioso, ele havia até mesmo levantado da cadeira dele. Ele olhava para nós com uma cara de não estar para amizades, como se eu já não tivesse percebido isso no momento que entrei naquele porão. Todos moradores daquele bairro pareciam odiar nossa presença ali, motivo? O uniforme cinza.

_Achei na rua – Menti o mais rápido possível não sendo nem um pouco convincente. Por precaução dei alguns passos para trás, mas logo senti duas mãos se fecharem firmes em cada um dos meus braços, assim me impossibilitando de mexer um fio de cabelo. Naquele momento agradeci não termos levado Tom, do jeito que ele é estressado, aquela altura nós três já estaríamos mortos de tanto apanhar.

_Mentira, da onde vocês conhecem o William? – Perguntou Bob ainda mais irritado e perdendo rapidamente a pouca paciência. Rapidamente outro imenso homem também segurou Andreas pelo braço, dali ninguém mais podia fugir. Se pelo menos eu soubesse quem era o tal o William, e o que ele havia feito para deixar Bob tão furioso, eu teria contado tudo na hora, prezo muito a minha vida.

_POLÍCIA – Gritou alguém do andar de cima e logo senti meu corpo ser jogado com força no chão, antes que eu pudesse me levantar direito todos já estavam saindo apressados da sala.

_Eu vou atrás de vocês dois ainda! – Declarou Bob antes de subir as escadas com seus capangas deixando eu e Andreas sozinhos naquela casa com a polícia chegando. Ta legal, parecíamos ter dado algum motivo para aquele traficante nós odiar. Demos ao filho da puta um motivo para ir atrás da gente.
Olhei apavorado ao redor procurando Andreas, a gente precisava sair daquele lugar, e no momento menos inóspito para isso o burro estava colocando drogas dentro da minha mochila.

_Vamos sair daqui seu veado, depois você compra essas merdas! – Afirmei pegando minha mochila e subindo as escadas o mais rápido possível. Eu não iria me ferrar por conta do amor de Andreas por cocaína. Assim que terminamos de subir as escadas, quando estávamos indo para sala, ouvimos o barulho da porta sendo arrombada. Senti apenas Andreas me puxando para o lado oposto ao de onde havíamos entrado. Ferrados? Só um pouco, precisando nós livrar de um traficante louco e da polícia de Berlim.


Continuo? Juliana narra o próximo. Gente como está a fic? Espero não estar decepcionando, se tiver tediosa ou complicada me digam em, tento sempre escrever o melhor para vocês minhas amoras.


Última edição por Meris em Qua Fev 13, 2013 5:50 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Seg Fev 04, 2013 1:13 pm

Continua
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   Seg Fev 04, 2013 6:34 pm

Continua.
Que encrenca Bill foi se meter!
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MensagemAssunto: Re: Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]   

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Fuck School FF+18 [ On: Capítulo 29 ]
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