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 - Effects!

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Milena Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Abr 01, 2013 2:13 pm

feerfigueiredo escreveu:
Atenção! Comunicado importante: Georg Listing é conhecido como baixista da banda Tokio Hotel e o ser humano mais diabólico já criado nesse mundo. Suas ideias vão de maliciosas à perigosas. Dele, pode-se esperar, sai qualquer ideia. Tem uma lábia fatal, ou seja, não importa quão estranha sua ideia seja, ele te faz aceitar.

Ri tanto nessa parte rsrsrsrsrsrs

Que capítulo foi esse menina!! affraid Muito bom Wink

To louca pela continuação yaya yaya yaya

Vê se não demora, viu? lol!
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Steph MADA
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Abr 01, 2013 2:44 pm

Citação :
Bêbado é uma desgraça mesmo.
Cara, ri tanto...
Razz
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feerfigueiredo

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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Abr 01, 2013 5:11 pm

Hey liebes, o que estão achando de Effects até agora? Então, queria dizer que esse é o penúltimo capítulo da fanfic, pois depois tem o último e pra finalizar, o epílogo. Estou escrevendo o último agora que, na minha humilde opinião, vai ficar melhor que esse rçrç. Enfim, agora só tem capítulo novo no sábado ou no domingo e o epílogo só na outra semana. Beijos, espero que gostem! Boa leitura! <3

Capítulo 21 - Somente minha


Abri os olhos devagar e com bastante dificuldade. Minha cabeça doía e ainda rodava. Flashes da noite passada vinham na minha mente e eu não sabia se gostava ou não das coisas das quais estava me lembrando. Talvez não, talvez sim. De alguma maneira, me incomodavam. Mas eu sorria quando lembrava e provavelmente isso me transformava no rei dos estúpidos.

Tentei me mexer e só então percebi que estava preso em alguma coisa. Ou melhor, abraçado a alguém. Abaixei a cabeça devagar, notando que estava com um dos braços por baixo de Christine, a puxando para mim e a fazendo deitar em meu peito. Ela respirava devagar e calmamente, seu cabelo preto estava solto, espalhado pela roupa de cama branca. Eu poderia me acostumar com aquela visão, era prazerosa.

O que? Não! De que merda eu estou falando?

Olhei pra baixo e percebi que estava usando apenas uma boxer, e então olhei pra cima, percebendo só agora que Christine estava sem blusa. Tom, seu jumento. Para o meu alívio, ela estava usando um short jeans - que era exageradamente pequeno, em minha opinião - e isso denunciava que nós não tínhamos feito nada além de dormir. Eu acho.

Seria um enorme castigo se tivesse acontecido alguma coisa entre nós dois e eu não conseguisse me lembrar.

Tentei ser o mais delicado possível, mas eu acho que não adiantou, pois quando consegui tirar meu braço debaixo do seu corpo, ela grunhiu baixinho e virou para o outro lado da cama, abraçando o travesseiro. Louca.

Desci - de cueca mesmo - até o primeiro andar e comecei a fuçar nos armários. Eu tenho que certeza que Bill tinha falado alguma coisa sobre "a solução para as suas bebedeiras está na cozinha". Merda, aonde na cozinha? Tenho que me lembrar de falar para minha cópia que ela tem que dar informações completas.

Na última gaveta em que eu procurei, encontrei um pacotinho de farmácia com meu nome escrito, e dentro, duas cartelas de comprimidos brancos. Deviam ser esses.

Tomei um comprimido a seco e peguei uma das cartelas junto com uma jarra de água e um copo vazio, e levei tudo para o meu quarto, colocando na mesa de cabeceira ao lado da Christine, que ainda dormia calmamente, mas agora estava de conchinha no canto da cama, quase exprimida.

Será que estava com frio?

Peguei um cobertor na parte de cima do guarda-roupa já que, como não sou acostumado a dormir com cobertores, Amélia - o amor eterno do Bill, que foi contratada por nós para deixar as coisas em ordem por aqui - só colocava um lençol fino na cama. Desdobrei o cobertor e joguei por cima de Christine que foi se aconchegando aos poucos.

Quando percebi que eu deveria estar parecendo um retardado parado no pé da cama e olhando Christine como se fosse um maníaco sexual - o que, na cabeça da baixinha, eu realmente era -, virei de costas pra ela, puxei minha toalha em cima da poltrona preta e fui para o banheiro.

O animal que disse que o chuveiro é o melhor lugar para se pensar estava completamente errado. O melhor lugar para se pensar é enquanto dirige um carro igual ao meu, e conversa com um irmão igual ao meu. E depois, sai pra beber com amigos iguais aos meus.

Esse é o melhor jeito de pensar.



— Eu só gostaria de entender você — Bill falou respirando fundo e me olhando com certa preocupação.

Depois de tomar um banho um pouco demorado demais, me trocar fazendo um barulho do caralho, Christine não deu nem sinal de que iria acordar cedo, para a minha sorte. Então joguei Bill dentro de um carro comigo e saímos andando por aí. Eu precisava conversar com alguém, e eu acreditava que ele iria me explicar as coisas, esperava que ele ao menos conseguisse me entender.

Eu estava errado.

— Eu falei por mais de uma hora, Bill — apertei as mãos no volante e acelerei mais um pouco. — Não sei como posso te fazer entender.

— Ah, que você é um idiota, eu entendo — ele revirou os olhos. — Não entendo porque você quer continuar sendo. Mesmo depois de ela tentar ir embora por sua causa, mesmo depois de ela ter perdido o melhor amigo dela e você tê-la confortado, mesmo depois de ela ter quase ficado com você... Mesmo assim você continua negando, Tom. Mesmo depois de ficar com ciúmes, mesmo depois de admitir que quer ela, mesmo depois de sentir que quer somente ela.

— Você não entende mesmo.

— Entendo sim! — Bill quase gritou. — Você nunca sentiu isso antes, você nunca acreditou no amor, você está quase explodindo de tantas duvidas, mas continua querendo ela. Você não sabe o que fazer, você não entende como perde tanto o controle perto dela e não entende como consegue amar tanto isso. Você se estressa facilmente quando o assunto é ela, assim como se anima. Você pensa nela o tempo todo. E sabe por que é tão inquietante assim? — Ficou calado por um tempo e eu rapidamente o olhei pelo canto de olho, esperando que ele respondesse. — Porque por dentro, você não vai relaxar até ter certeza de que ela é só sua.

Fiz uma curva rápida, entrando na garagem e Bill pareceu surpreso ao perceber que já estávamos em casa. Soltei o sinto de segurança e me virei para meu irmão gêmeo, que apesar de mais novo - só dez minutos, mas isso não importa -, parecia mais inteligente que eu.

— Você me deu sua lição de moral — provoquei. — Mas não vejo você sendo homem o suficiente e admitindo o que sente pela Mylena.

Não sei o que se passou pela cabeça do Bill, mas ele bufou de raiva e saiu do carro batendo a porta. Gritei seu nome, mas ele só continuou andando. Desci do carro e gritei seu nome mais uma vez.

Pensei que ele continuaria me ignorando, mas quando estava perto da porta de entrada, deu meia volta e andou de pressa até onde eu estava, colocou uma mão de cada lado do meu casaco e me empurrou no carro com certa violência.

— Você está certo — falou bem perto de mim e eu fiquei meio assustado. — Mas eu vou mudar isso hoje, porque não quero acabar do mesmo jeito que você caso continue agindo assim. Porque se você não sabe, Christine não vai esperar você pra sempre.

Ele falou tudo olhando no fundo dos meus olhos e eu nunca senti tanta verdade e profundidade nas palavras do meu irmão em toda minha vida. Bill me soltou e virou, deu dois passos e então voltou a se virar pra me encarar.

— Eu só quero o seu bem, Tom — sua voz e seus olhos eram mais calmos agora. — Mas parece que o único jeito de te fazer entender, é do pior jeito — virou e deu mais alguns passos, então entrou em casa e me deu uma última olhada antes de fechar a porta.

Bill tinha razão.

Droga, eu era um babaca.

Se dependesse de mim, ficaria sozinho para o resto da vida. Por seu um estúpido que não sabe o que fazer quando as coisas complicam. Um idiota que foge quando as coisas começam a ficar intensas de verdade.

Guardei as chaves do carro no bolso da calça e entrei em casa. Não tinha ninguém na sala, e o resto da casa estava aparentemente silencioso. Eu tinha certeza de que pelo menos Bill estava em casa. Não o vi saindo.

Andei em direção às escadas para procurar alguma alma viva no andar de cima, até que vi Gustav saindo da cozinha com um saco de batatinhas na mão direita e uma garrafa de Coca-Cola na mão esquerda.

— Por que está tudo tão quieto? — Perguntei para ele.

— Georg levou as meninas para passear um pouco — respondeu se sentando no sofá e colocando os pés em cima da mesinha de centro. — Elas disseram que vão mudar o "visual" para voltar pra Alemanha — negou com a cabeça enquanto ria.

Alemanha? Como assim? Elas ainda iam demorar pra voltar. Ouvi as duas conversando sobre fazer faculdade por aqui, ou alguma coisa assim.

— Como assim?

— Como assim o que, Tom? — Gustav se virou para mim com uma careta.

— Elas já vão voltar pra Alemanha? — Arregalei os olhos e ele me olhou estranho.

— Claro! Amanhã mesmo, e... — não deixei que ele continuasse e subi às escadas correndo.

Entrei no quarto com pressa e bati a porta com força. Comecei a andar de um lado para o outro igual a uma barata tonta, tentando ter uma ideia para que Christine não fosse embora. E se ela fosse? Quando nos veríamos outra vez? Será que se eu dissesse que estou apaixonado por ela, ela ficaria?

Eu tinha que fazer alguma coisa. Eu precisava fazer.

Ela não ia pra longe de mim, eu não ia permitir.

Christine era minha e seu lugar era ao meu lado.



Estava andando de um lado para o outro fazia cerca de uma hora, quando ouvi o barulho da porta de entrada e então alguns gritos. Ouvi Bill e Gustav praticamente gritarem um "oh meu Deus" e então a gargalhada esquizofrênica do Georg e um "eu sei que fiquei mais gostoso do que antes" do mesmo.

Saí do quarto quase correndo e parei no topo da escada quando Christine se virou para mim com um sorriso divertido no rosto. Eu posso jurar que ela se moveu em câmera lenta.

Ela estava linda. Mais do antes. Seus cabelos continuavam na cintura e enrolados nas pontas, mas agora uma franja comprida era jogada para o lado e a metade debaixo do cabelo estava pintada de um azul evidente. Ela estava vestida de um jeito diferente do normal - até porque foram pouquíssimas as vezes que eu a vi sem os shorts de pano e os blusões. Christine usava um short jeans todo desfiado que deixava suas coxas bem torneadas a vista, uma camiseta preta do Kiss, um par de all star vermelho de cano médio, e uma camisa xadrez vermelha muito maior que ela. Estava tão... Christine, tão perfeita.

Parei de babar um pouco na minha Christine, e prestei atenção em Mylena por alguns minutos. Ela havia cortado o cabelo um pouco abaixo do queixo, fez uma franja para o lado e vestia uma calça de cós alto, um par de botas de salto e uma blusinha curta. Estava bem diferente. Bill com certeza devia estar babando naquele momento.

Olhei para Georg e fiquei muito mais surpreso do que esperava ficar, já que imaginei que ele não fosse mudar nada nele. Mas ele mudou. O Listing tinha cortado o cabelo! Cortou tudo! Deu tchau para todo aquele cabelo que ele tinha e amava tanto.

Voltei a olhar Christine, que ria enquanto Bill e Gustav faziam perguntas ao mesmo tempo sobre o cabelo do Georg.

O sorriso da Styles quando não era sarcástico, presunçoso, provocativo ou sexy, era ainda mais bonito. Havia certa inocência naquele jeito que ela tinha de sorrir e eu não sei por que reparei tanto.

Pisquei algumas vezes e desci às escadas devagar, me lembrando do motivo de eu estar tão desesperado para que ela chegasse minutos atrás. Assim que cheguei perto de Christine e me tornei visível para todo mundo, lancei um rápido olhar para Bill e sorri. Ele só franziu as sobrancelhas e ficou prestando atenção em mim.

— Podemos conversar? — Perguntei baixinho no ouvido da Styles, desviando meus olhos de Bill.

Christine levantou os olhos para me olhar e assentiu com a cabeça. Nós dois subimos às escadas juntos e ninguém sequer percebeu. Mylena e Georg estavam ocupados demais tentando convencer Gustav que um tinha sofrido mais que o outro para cortar o cabelo... talvez Bill tivesse visto. Esperava que ele estivesse cruzando os dedos por mim.

— Então — Christine se jogou na minha cama assim que fechei a porta do meu quarto —, o que foi? — Se apoiou nos cotovelos e ficou me encarando.

Ela não fazia ideia de como aquilo a deixava mais sexy e desejável do que o normal.

— Eu não sei como começar — confessei sem graça, baixei os olhos sem coragem de encara-la e comecei a coçar a nuca. Aquilo era um evidente sinal de que eu estava nervoso, mas duvido muito que ela soubesse disso.

— Você está nervoso! — Afirmou e percebi que ela se levantou e aos poucos foi chegando perto de mim. Levantei o rosto e a encarei a um metro de distância.

Fiquei encarando ela por algum tempo e durante todo esse tempo, Christine ficou em silêncio, sustentando nosso olhar.

Sei que havia prometido a mim mesmo que tinha que dizer tudo o que sinto, que tinha que pedir para ela ser minha namorada e não se afastar de mim e se, depois de tudo isso, ela aceitasse ser só minha, então eu a beijaria. Mas eu havia esquecido o quão difícil era ficar tão longe daquela boca quando estávamos juntos.

Dei passos lentos em sua direção e quando estávamos perto o suficiente um do outro, coloquei uma mão em seu pescoço e a outra em sua bochecha.

Meu coração já disparava, meu subconsciente já gritava de vontade de ter sua boca na minha, meu corpo pulsava de vontade de tê-la bem perto, seja num abraço ou no ato de dois amantes. Mas eu a queria. Cada parte de mim a queria.

Aproximei nossos rostos e selei seus lábios com os meus de forma calma. Nunca em toda minha vida tinha sentido tanto prazer em apenas um encostar de lábios. Senti suas mãos em minha cintura, apertando firmemente. Contornei seus lábios com a ponta da língua lentamente, para então explorar sua boca mais intensamente, para que enfim nossas línguas se encontrassem e dançassem juntas na mais perfeita sincronia.

Desci minhas mãos para sua cintura e a apertei firme contra mim. Suas mãos subiram lentamente por meu peito e apertaram meus ombros com firmeza, até chegar à minha nuca e brincar de me arrepiar por ali.

Nosso beijo era lento, sensual e provocativo. Estava aproveitando cada segundo daquele beijo, estava desfrutando da sensação de ter nossos corpos colados um no outro daquele jeito.

Apesar de ser um beijo lento, não só o meu, como também o fôlego de Christine havia desaparecido completamente, fazendo com que nos separássemos para conseguir respirar.

Encostei minha testa na sua, fechei os olhos e respirei fundo algumas vezes, sentindo o hálito quente de Christine se chocar com o meu de forma descoordenada.

— Você não queria dizer alguma coisa? — Christine perguntou baixo, com sua voz rouca e sua respiração descompassada.

Sorri.

— É difícil falar com você tão longe de mim daquele jeito.

Abri os olhos e percebi que Christine me encarava com seus grandes olhos azuis. Tinha me esquecido de que estávamos tão próximos daquele jeito. Afastei meu rosto do seu, mas não deixei que nossos corpos se afastassem um único centímetro. Ela continuava me encarando, esperando que eu falasse alguma coisa.

— Queria dizer que você me deixa completamente louco, completamente fora de mim — respirei fundo, fechei os olhos por alguns segundos, e então voltei a abri-los. — Queria dizer que eu nunca senti nada assim antes, que nada nunca foi tão forte desse jeito. Queria dizer que nunca quis ter uma pessoa só para mim, nem nunca quis ser de uma só pessoa... até agora. Queria dizer que meu coração acelera quando você chega perto e meu corpo pega fogo quando está perto do seu — respirei fundo outra vez e Christine me encarava de olhos arregalados, surpresa. — Queria dizer que eu te amo, e que nunca desejei tanto alguém como te desejo. Queria pedir para que você fosse minha namorada. Você quer? — Perguntei, mas não dei tempo para que ela respondesse. — Só, por favor, não vá para longe de mim.

— Por que eu iria para longe de você? — Christine perguntou cautelosa, e sua voz suou macia, calma e reconfortante.

— Gustav me disse que você e Mylena vão embora amanhã de manhã — falei tentando manter a calma, mas com certeza meus olhos denunciavam meu desespero. Apertei mais seu corpo contra o meu. — Foi só então que eu percebi que não podia deixar você ficar longe de mim, que não podia permitir que você fosse de outra pessoa, que eu só quero você. Percebi que você causa efeitos desgraçadamente poderosos em mim.

— Tom... Você se esqueceu? — Ela perguntou contendo um sorriso. — Você presta atenção nas reuniões com a banda?

— Quase nunca, meu amor — respondi rindo e senti seu corpo petrificar diante do meu. Se Christine não fosse tão branca, poderia dizer que ela estava muito pálida.

— Bem — ela pareceu voltar à realidade depois de alguns segundos e de uma profunda tomada de fôlego —, pois então preste mais atenção. — Sorriu. — Porque vocês vão voltar para a Alemanha com a gente, meu amor.
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Abr 01, 2013 9:55 pm

POR QUE FAZ ISSO COMIGO????????? No
Não pode acabar! Mas já? E eu, como fico? I can't...
Cara, que lindo o Tom, que fofo, que tudo! Dá ele pra mim pfvr *-*
Eu vou morrer se tiver que esperar até o fim de semana. E vou desabar quando essa fanfic acabar ):
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Abr 02, 2013 7:59 am

Feer...volta aqui não faz isso não, você para numa hora tão, tão mágica haha que coisa linda o Tomzinho se declarando,ah que amor viu!
É realmente uma pena que tá no final...já to me segurando pra não chorar porque o final concerteza será PERFECT,não demora muito tá?!
study
PS: Você perguntou o que estamos achando da fic...hmmm..dexa pensar tipassim to amando cara é d+ essa história eu rio e choro com ela Very Happy
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Milena Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Abr 02, 2013 3:00 pm

Não, não, não!!


A fanfic não pode estar acabando


Passamos tantas emoções juntas, e agora.. estamos em contagem regressiva..


Fazê o que né?? Continua então..
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Dom Abr 07, 2013 10:40 pm

Capítulo 22 - Meu amor.


Dormir cedo era o que eu pretendia. Revirar-me na cama em plena uma da manhã era o que eu estava fazendo. Dormir nunca foi tão difícil pra mim. Eu simplesmente caía na cama e acabou. Sempre gostei de dormir, qual era o problema agora?

As coisas que Tom me disse flutuavam na minha mente como plumas leves e macias, mas fortes, que davam socos no meu estômago a cada cinco segundos. Uau, quando foi que fiquei romântica assim? Conseguia ouvir uma vozinha na minha cabeça gritar "ele me ama, ele disse que me ama, oh, ele me ama". Um sorriso estúpido insistia em não sair do meu rosto e alguma coisa em mim insistia em soltar longos suspiros de uma boba apaixonada.

Ergui meu tronco, ficando sentada na cama e meu sorriso cresceu ainda mais quando lembrei da parte em que ele disse "Queria dizer que eu te amo, e que nunca desejei tanto alguém como te desejo. Queria pedir para que você fosse minha namorada. Você quer?". Coloquei o rosto entre as mãos, me achando a maior idiota do mundo por sorrir tanto daquele jeito. "Foi só então que eu percebi que não podia deixar você ficar longe de mim, que não podia permitir que você fosse de outra pessoa, que eu só quero você."

Tom não me deixou falar nada depois que disse que ele também iria para Alemanha, ele apenas arregalou os olhos, me deu um selinho e saiu correndo para o andar debaixo, brigando com Gustav por ele não ter dito que eles também iriam pra Alemanha.

Eu precisava falar alguma coisa, eu queria falar. Ele me disse tanta coisa, me deixou muito surpresa, quase fez meu coração saltar pra fora, me deixou incondicionalmente feliz. Ele precisava saber o que eu sentia, o que eu queria. E eu devia uma resposta a ele.

Joguei o cobertor para o lado e desci da cama. Corri até a porta e a abri, coloquei a cabeça para fora do quarto e cheguei o corredor, para ter certeza de que estava vazio e que ninguém me veria saindo do quarto. Usando apenas uma camiseta enorme dos Ramones, e andando em passos cuidadosos, fui para o quarto da frente.

Abri a porta devagar e me surpreendi ao sentir a melodia baixa que soava no quarto invadir meus ouvidos. Uma música na versão instrumental estava tocando baixinho, mas enchia o quarto com o som. O Kaulitz estava meio deitado e meio sentado na cama, com as pernas esticadas na cama e os pés cruzados, usando apenas uma bermuda de pano, suas mãos estavam repousadas atrás da cabeça, seus olhos: fechados; sua expressão: serena.

Andei devagar até a cama, meus passos eram mudos. Tentei subir na cama sem fazer nenhum movimento muito brusco e engatinhei para perto do Kaulitz. Quando já estava ajoelhada ao seu lado, passei uma perna para o outro lado de seu corpo, ficando assim, sentada em sua cintura. Tom abriu os olhos meio assustado, abaixando os braços rapidamente, mas logo sua expressão mudou para surpresa em me ver ali. Coloquei minhas mãos em seu peito, apoiando meu corpo, e abaixei meu tronco aos poucos. Colei minha boca em seu ouvido direito, e sussurrei devagar:

— Você nem me deixou falar nada quando se declarou pra mim — ouvi um longo suspiro vindo dele. — Eu queria muito te dizer que estou louca por você, que fico cada dia mais surpresa com a intensidade dos meus sentimentos por você — corei violentamente ao dizer aquilo.

Fiz uma pausa. Respirei fundo, tomando coragem. Voltei a falar:

— Você disse que percebeu que eu causava efeitos poderosos em você... Bem, eu sempre soube dos efeitos mágicos que você causa em mim.

Eu não sei de onde veio tanta coragem para falar tudo aquilo. Minhas mãos tremiam, minha respiração estava acelerada, meu corpo estava arrepiado, um desejo estranho e poderoso tomava conta de mim cada vez mais.

— Note Tom, estou completamente arrepiada, simplesmente por tocar em você — sua respiração agora estava descompassada, assim como a minha. Podia ouvir meu coração batendo forte e acelerado, e tenho certeza de que Tom também podia. — Você não faz ideia de como minha pele está queimando por você nesse momento... — Senti suas mãos tocarem a lateral do meu joelho e então subirem por minha coxa e por debaixo da blusa, pararem firmemente em minha cintura. Meu corpo se arrepiou ainda mais. — Você não tem a menor noção de como eu desejo ser sua agora... — Beijei sua mandíbula lentamente, fechei os olhos e respirei fundo, sentindo seu perfume natural adentrar minhas narinas. Voltei ao seu ouvido. — Eu te amo, Tom. E quero ser sua... Sua garota, sua pequena, sua namorada.

Se eu já estava corada antes, agora sentia minhas bochechas pegarem fogo. Aquele quarto agora parecia mais quente, minhas mãos estavam soadas, porém não tinha coragem de tira-las do peito de Tom, que eu sentia arder como fogo. A única coisa que conseguia ouvir agora eram nossas respirações descontroladas misturando-se uma com a outra e nossos corações batendo forte.

das mãos de Tom saiu da minha cintura e subiu até minha nuca, afastando um pouco meu rosto de seu ouvido e fazendo com que ficássemos encarando um ao outro. Tom puxou meu rosto para perto do seu e juntou nossos lábios com desejo. Sem esperar muito, já conseguia sentir nossas línguas se encontrando e travando uma batalha ardente uma com a outra.

Tom ficou com o tronco ereto e eu fiquei sentada entre suas pernas abertas, ainda com uma perna de cada lado de sua cintura. Suas mãos se direcionaram para minhas coxas e massagearam aquela área com carinho e sensualidade, embora nosso beijo fosse ardente e desesperado. Minhas mãos, que antes estavam em seu peito, subiram até seus ombros, desceram pelos braços. Apertei aqueles braços fortes com vontade, puxando seu corpo para mais perto do meu, então subi minhas mãos até sua nuca e enquanto uma delas brincava com seu cabelo comprido, a outra arranhava suas costas.

As mãos de Tom subiram um pouco mais e seus braços rodearam minha cintura, ele me puxou para cima com força, fazendo-me sentar em seu membro coberto pela bermuda e colando nossos corpos o máximo possível.

Ao que me pareceram segundos, eu já estava ofegante, e separei meus lábios com o de Tom, buscando desesperadamente por ar. Ele desceu sua boca pelo meu queixo, dando selinhos molhados ali. Joguei a cabeça para trás, deixando meu pescoço totalmente vulnerável para que pudesse ser atacado pelo Kaulitz. Seus lábios exploraram aquele lugar com vontade, com desejo, enquanto eu arranhava suas costas e suspirava de prazer, sentindo meu corpo pedir por mais.

Tom passou suas mãos por debaixo da blusa e as subiu até minhas costas, depois desceu as mãos, trazendo-as para frente e começou a acariciar minha barriga, enquanto ainda beijava meu pescoço de modo provocante. Suas mãos foram subindo lentamente e depois do que me pareceram séculos, chegaram aos meus seios e os apertaram firmemente. Mordi o lábio, fechei os olhos, arfei. Tom conseguia me levar a loucura com muito pouco. Não fazia ideia do que esperar. Ele tirou suas mãos de debaixo da blusa e separou seus lábios da minha pele, levantei a cabeça, recebendo seu olhar caloroso e cheio de paixão.

Ele colocou suas mãos em meus joelhos e foi subindo-as, passando pela coxa, pela cintura, pelas costelas e levando minha blusa junto. Quando a blusa cobria apenas dos meus seios pra cima, levantei meus braços, ainda sem quebrar nosso contato visual, e deixei que Tom a arrancasse, me deixando apenas com uma calcinha fina de algodão.

Senti suas mãos em minhas costas outra vez, e aos poucos, Tom foi me deitando no colchão. Ainda enfiado no meio das minhas pernas, ele abaixou o tronco lentamente, deu um selinho em meu ventre, e foi fazendo um caminho de beijos e mordidas até chegar em meus seios. Uma de suas mãos foi até meu seio direito e apertou com força, enquanto meu seio esquerdo era chupado e mordido por seus lábios ágeis e macios. Eu suspirava alto de satisfação e prazer.

Tom subiu sua boca por meu pescoço, depois por meu queixo, até chegar a minha boca e ataca-la com vontade. Nossas línguas se atracavam de forma selvagem, minhas mãos subiram para seus ombros e fizeram um belo serviço por ali. Mais uma vez, por falta de ar, nossos lábios foram separados.

Ele voltou a ficar ajoelhado no meio de minhas pernas, de frente pra mim e então senti seus dedos brincando com o cós da minha calcinha. Tom sorria para minha calcinha vermelha de modo malicioso. Ele começou a puxa-la lentamente e eu senti minhas bochechas arderem como nunca antes. Quando a calcinha já estava no meu joelho, não sabia mais se meu rosto ainda apresentava alguma parte branca. Ergui os pés timidamente, ajudando Tom a tirar minha última peça de roupa e me deixar totalmente nua.

Seus olhos percorreram todo meu corpo, cada parte, estudando detalhadamente cada centímetro de pele minha. Suas mãos pararam em minha coxa e então senti seu olhar pesar contra o meu.

— Você é perfeita — sussurrou com sua voz rouca, carregada de um desejo evidente. Suspirei com certa dificuldade, sentindo meu coração ficar ainda mais acelerado, se é que isso era possível.

Tom se levantou da cama, abriu a gaveta da mesa de cabeceira e tirou de lá um pacotinho de camisinha. Senti minhas bochechas ficarem ainda mais quentes. Tom desabotoou sua bermuda e a tirou devagar, enquanto eu acompanhava detalhadamente cada movimento seu. Depois ele tirou sua boxer vermelha, e eu mordi os lábios devagar quando o vi completamente nu em minha frente. Abriu o pacotinho de preservativo e o colocou em seu membro.

O Kaulitz voltou a se agachar em minha frente na cama. Ele se inclinou, quase fazendo nossos corpos se colarem, passou o braço direito por minha cintura e me puxou para cima, fazendo-me sentar em seu colo, com uma perna de cada lado, mas sem se encaixar dentro de mim. Ele me olhou com ternura, colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha, e com uma mão me segurando firmemente as costas e a outra segurando delicadamente minha nuca, Tom selou nossos lábios brevemente.

Suas mãos foram para minha cintura, me erguendo de leve e quando ele foi abaixando meu corpo levemente, o senti dentro de mim aos poucos.

No começo senti uma dor incômoda, mas que aos poucos eu me acostumaria com, e começaria a sentir prazer por senti-lo dentro de mim tão íntima e profundamente. Abracei Tom pelos ombros e escondi meu rosto na curva de seu pescoço. Suas mãos foram para minhas costas e me abraçaram firmemente.

Tom fazia movimentos de vai e vem bem devagar para fazer-me acostumar com aquilo. Joguei minha cabeça para trás e ele afundou seu rosto em meu pescoço, respirando fundo várias vezes. Soltei gemidos baixos de dor e prazer, e podia ouvir gemidos baixos vindos do Kaulitz.

Aos poucos, seus movimentos foram ficando mais rápidos, mais fortes, mais profundos e mais desesperados. Agora eu já me acostumara em tê-lo dentro de mim e só conseguia desejar desesperadamente por mais. Nossos corpos já estavam fora de controle e nossos gemidos estavam altos e apelativos, sem forma nenhuma de serem contidos.

Meu corpo queimava de desejo, sentia como se minha pele estivesse pegando fogo. Gostas de suor minha e dele misturavam-se enquanto nossos corpos e intimidades se chocavam e esfregavam no mais profundo e terno prazer.

Arranhei suas costas com força e senti Tom me apertar com mais força ainda contra seu peito. Minha respiração ficava cada vez mais acelerada, assim como meu coração. Sentia sua respiração acelerada e prazerosa em meu pescoço.

Gemi seu nome de modo desesperado, ansioso, assim como ele gemeu o meu. Ouvi-lo gemer meu nome era um dos maiores prazeres que se poderia sentir, além de senti-lo dentro de mim, fazendo-nos ser um só.

Alguma coisa dentro de mim estava prestes a explodir, e isso me causava uma sensação de ansiedade e euforia.

A última forte estocada me fez explodir por dentro e me sentir mole por fora. Fechei os olhos e respirei fundo, ainda sentindo Tom se movimentar lentamente dentro de mim. Ele também parecia mole e cansado. Havíamos chegado ao clímax do momento juntos.

Tom juntou nossas testas suadas e eu abri os olhos. Ele sorria de forma tão doce e sincera que me fez abrir um sorriso enorme. Selou nossos lábios de forma demorada, simples e delicada. Com os braços ainda envoltos nas minhas costas, ele nos virou para o lado e se levantou da cama, fazendo-me colocar os pés no chão e deixar de "senti-lo dentro de mim". Soltou minhas costas levemente, colocando uma mão de cada lado da minha cintura. Beijou-me delicadamente os lábios e depois me virou, fazendo-me ficar de costas para si, me abraçando pela cintura firmemente.

— Vamos tomar um banho, meu amor — falou baixo e rouco, guiando-me para o banheiro de seu quarto.
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Abr 08, 2013 12:12 am

UAU! Você não faz ideia do quanto eu esperei por esse momento yaya
Finalmente minha gente! Tom e Chris, felizes para sempre e muito bem satisfeitos kk
Poxa, é o fim, ta quaaaaaase acabando. Vou chorar No
Não termina não, faz mais pra gente, pfvr
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Abr 08, 2013 9:30 am

AnaCarolina_ff escreveu:
UAU! Você não faz ideia do quanto eu esperei por esse momento yaya
Finalmente minha gente! Tom e Chris, felizes para sempre e muito bem satisfeitos kk
Poxa, é o fim, ta quaaaaaase acabando. Vou chorar No
Não termina não, faz mais pra gente, pfvr
Tirou as palavras da minha boca... study
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Abr 08, 2013 1:57 pm

Missy Bardot escreveu:
AnaCarolina_ff escreveu:
UAU! Você não faz ideia do quanto eu esperei por esse momento yaya
Finalmente minha gente! Tom e Chris, felizes para sempre e muito bem satisfeitos kk
Poxa, é o fim, ta quaaaaaase acabando. Vou chorar No
Não termina não, faz mais pra gente, pfvr
Tirou as palavras da minha boca... study

OMG!

Finalmente eles fizeram!!

Esperávamos por esse momento á tanto tempo


Tão perfeito esse capítulo *------------*

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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qua Abr 17, 2013 1:00 pm

Epílogo


Quatro anos mais tarde...


— Oi Sophie, aqui é o tio Georg — falei para a câmera, enquanto subia as escadas da casa do Tom. — Hoje é um dia muito importante pra nós, porque é o dia que você vai nascer! — gritei, não aguentando a empolgação.

Mylena já estava no hospital há uns quarenta minutos, tendo contrações malucas e, pelo que ela enfatizou em dizer, que doíam pra caralho. Gustav já estava no hospital, assim como a família da Mylena e a família da Chris - contando a Simone. Bill, coitado, estava desesperado, andava de um lado para o outro sem saber o que fazer e quase chorava em ver Mylena gritando de dor. Só faltavam os padrinhos da criança! Christine e Tom, que ainda não tinham dado sinal de vida.

— Acontece que seus padrinhos estão muito atrasados para o seu nascimento, porque são duas criançonas irresponsáveis — falei para a câmera novamente. Respirei fundo algumas vezes, antes de andar mais apressado ainda pelo corredor.

Virei a câmera para frente, a fazendo filmar todo o meu percurso, e quando cheguei até a porta do quarto de Tom, abri sem cerimônias. Bem, talvez eu devesse ter batido antes de entrar.

— Caralho, Georg — Tom gritou, puxando a coberta para cima antes que eu pudesse acender a luz do quarto. — Bate antes de entrar, porra!

Christine ficou vermelha como um pimentão e então começou a gargalhar, apontando para a câmera na minha mão, o que fez Tom me encarar mortiferamente com aquela expressão de "se você filmou minha bunda, eu te mato".

— Se você mostrar isso pra minha sobrinha um dia, eu te arrebento — o Kaulitz mais velho falou, puxando outro lençol que estava na cama e amarrando em sua cintura, saindo de baixo do primeiro lençol, sem deixar que eu visse sequer uma parte da Christine. — Ela não precisa saber o que é fazer sexo tão cedo.

Ele virou as costas e saiu andando, entrou no banheiro, mas não fechou a porta.

— Primeiro, sai desse quarto agora, porque minha namorada está nua de baixo desse lençol e você é um tarado — Tom gritou do banheiro e eu saí do quarto no mesmo instante, fechando a porta e talvez fazendo a maior merda da minha vida: deixar os dois sozinhos outra vez.

— Segundo — Tom gritou para que eu pudesse ouvir com a porta bem fechada —, o que você está fazendo aqui?

— Mylena está no hospital, prestes a ter Sophie — gritei de volta.

Tudo o que eu ouvi foi alguns barulhos bem altos de coisas caindo, e não mais que dois minutos depois a porta foi aberta com força, e Chris e Tom já estavam passando por mim com a maior pressa possível. Eles estavam descabelados, usando roupas amarrotadas e os mesmos sapatos da festa de ontem. Todo mundo saberia que eles estavam transando antes de ir para o hospital, mas deixei que eles pagassem esse mico.

— Daqui a pouco o titio volta, Sophie — falei apontando a lente da câmera para a minha cara de novo. — Porque vamos gravar você depois que tiver nascido — sorri. — Só, por favor, não cresça feia igual ao seu pai e seu tio — acrescentei antes de desligar.

— Vai logo, Georg, inferno — a voz de Christine ecoou pela casa inteira e eu corri em disparada para onde quer que eles estivessem.



Nós três não demoramos muito para chegar ao hospital, já que Tom ficava gritando no meu ouvido para que eu acelerasse cada vez mais e, para a nossa sorte, as ruas da cidade estavam quase vazias, já que era feriado e quase todo mundo havia viajado no dia anterior.

— Nasceu? — Tom gritou afobado, assim que entrou no corredor onde metade da cidade, vulgo a família da Chris e da Mylena, se encontrava reunida.

Gustav foi um dos primeiros a levantar e ir em direção ao casal maravilha, que andava de mãos dadas poucos passos a minha frente.

— Vocês estavam transando? — Perguntou baixo para que só nós ali ouvíssemos, olhando o casal de cima em baixo. Comecei a rir muito alto e com muita vontade, até uma enfermeira passar ao meu lado me olhando com cara de poucos amigos. — Quanta falta de respeito!

— Nasceu ou não, porra? — Chris grunhiu.

— Nasceu, mas ainda não podemos vê-la — Gustav falou baixinho, encolhendo os ombros. — Bill e Mylena sabem os padrinhos boca-suja que vão dar para a filha deles? — cochichou para mim assim que a Chris e o Tom saíram de perto.

— Por que ainda não podemos vê-la? — Tom perguntou para Simone, cheio de preocupação, enquanto a mesma sorria para Chris e depois para o filho.

— Porque ela acabou de nascer, Tom — respondeu carinhosa. — Bill ainda está com Mylena, esperando que ela acorde, enquanto as enfermeiras dão banho na Sophie.

Tom respirou fundo, impaciente, e andou até um dos bancos do hospital, se sentou ao lado de Gordon e puxou Chris para sentar de lado em seu colo, a abraçando pela cintura, enquanto a mesma passava um dos braços por seu pescoço.

— Senhores — uma enfermeira toda vestida de rosa chamou nossa atenção. — Já podem vê-la — anunciou com um sorriso.

Todos nós levantamos e seguimos a enfermeira por um corredor extenso. Ao virarmos para esquerda, avistamos Bill há uns cinco metros de distância, escorado em um vidro, com um sorriso no rosto e lágrimas escorrendo pela bochecha. Quando chegamos perto, ele olhou para Tom e o mesmo correu até ele, lhe dando um abraço apertado e depois olhando para ver a pequena Sophie deitada em uma daquelas caminhas que bebês ficam quando nasce, toda enrolada em cobertores brancos e rosas, dormindo como um anjinho.

— Céus, como ela é linda — Chris falou, colocando as mãos no vidro e mordendo o lábio de leve.

Peguei a câmera outra vez e a liguei, filmando tudo.

— Aquela ali é você, pequena Sophie — falei apontando para a garotinha miúda deitada e dormindo. Virei a câmera para todos a nossa volta, registrando bem a emoção de cada um.

Bill, abraçado a sua mãe e Gordon, sorria feito uma criança feliz. Os pais da Chris também sorriam, mas estavam um pouco mais afastados. Os pais de Mylena riam e apontavam para Sophie.

Tom abraçava Chris por trás, colando seus rostos de lado e olhavam a pequenina Sophie com sorrisos nos lábios e lágrimas nos olhos, mas não foi isso que me fez abaixar a câmera. Tom massageava a barriga de Chris com a mão direita, enquanto sua esquerda estava entrelaçada com a dela. Ele deu um beijo em seu pescoço e então ela virou o rosto, dando um selinho em seus lábios. Os dois sorriram um para o outro, e ela depositou sua mão em cima da dele, e juntos, os dois massagearam sua barriga delicada e significativamente.

— Seu priminho está ali — falei baixo para que ninguém ouvisse, mas alto o suficiente para que a câmera registrasse, ainda apontando a lente câmera em direção à barriga de Christine.
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qua Abr 17, 2013 1:24 pm

NÃO ACABO AINDA NÉ???

Awwwwwwwwwwwwwn que fofo esse capítulo *--------------*

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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qua Abr 17, 2013 3:28 pm

bua
Eu ri tanto do meu Georg!
Ah! Que lindo!
Um filhote de Tom e Chris!
^^
Bem-vinda a louca familia Kaulitz, Sophie!
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qua Abr 17, 2013 5:42 pm

Milena Kaulitz escreveu:
NÃO ACABO AINDA NÉ???

Awwwwwwwwwwwwwn que fofo esse capítulo *--------------*

Ganho o prêmio de "Pôneis & Arco-Íris do Ano" '.'

Muiito liiiindo *----*

Continua Liebe Wink

Acabou sim, liebe :'C
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qua Abr 17, 2013 7:33 pm

Milena Kaulitz escreveu:
NÃO ACABO AINDA NÉ???

Awwwwwwwwwwwwwn que fofo esse capítulo *--------------*

Ganho o prêmio de "Pôneis & Arco-Íris do Ano" '.'

Muiito liiiindo *----*

Continua Liebe Wink

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH CARA QUE COISA LINDA DE DEUS! QUE FOFO, QUE AW doce
Definitivamente essa foi uma das melhores fics ever! Parabéns Fer <333
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Abr 18, 2013 8:40 am

Aêêêê!!!!!!!!!!! que lindo isso cara, quanto amor doce

Esse final é maravilhoso liebe, por favor faça uma "parte 2" pra gente conhecer o filhote do Tom com a Cris, nem sabemos se é menino ou menina Crying or Very sad hahaha
Quanta sensibilidade pra escrever hein, parabéns aplausos

E se fizer outra,me avise que quero ler...
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Abr 18, 2013 1:52 pm

Missy Bardot escreveu:
Aêêêê!!!!!!!!!!! que lindo isso cara, quanto amor doce

Esse final é maravilhoso liebe, por favor faça uma "parte 2" pra gente conhecer o filhote do Tom com a Cris, nem sabemos se é menino ou menina Crying or Very sad hahaha
Quanta sensibilidade pra escrever hein, parabéns aplausos

E se fizer outra,me avise que quero ler...

tudo tão liiiindo



Triste por ter acabado...



Passamos por tantas alegrias juntos.. Daí acabada e ficamos assim, desamparados...



Obrigado liebe por nos presentear com essa maravilhosa fanfic... Ri tanto aqui na frente do pc lendo-a :')

Foram ótimos momentos..



Tá bom, vou parar de chorar



~é sério, eu to chorando mesmo agora~

Já sabe liebe, se resolver fazer uma continuação, estaremos aqui \õ/

Beijokas e Parabéns doce
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qua Abr 24, 2013 1:37 pm

É, quero uma continuação!
Eu quero saber o que vai acontecer com o filhote de Kaulitz mais velho!
Foi a melhor fic que eu já li!
Simplesmente amei!
Está de parabéns!
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