Fórum Oficial do Tokio Hotel no Brasil - TH BRASIL OFICIAL FÓRUM
 
InícioPortalRegistrar-seLoginIr para o site@THBRASILOFICIALFacebook

Compartilhe | 
 

 - Effects!

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte
AutorMensagem
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Ago 30, 2012 8:51 pm

Continua
Voltar ao Topo Ir em baixo
feerfigueiredo

Fã


Número de Mensagens : 63
Idade : 19
Data de inscrição : 28/10/2011

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Buscador

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sab Set 01, 2012 5:18 pm

03 - Longos dois meses.


- Christine, acorda. – alguém me chacoalhou.
- Não mãe! Hoje é sábado, me deixa dormir. – resmunguei, virando o rosto para o outro lado.
- Que mãe o que, garota! – ouvi o tal alguém esbravejar. – Levanta dessa cama! – ordenou.
Não me movi e não disse mais nada. Seja lá quem for o ser humano que está tentando me acordar, vai ficar só na tentativa. Porque eu NÃO vou levantar. Quando pensei que tivessem desistido, senti uma coisa grande e pesada caindo sobre mim, e quase me matando sufocada.
- Mas que porra é essa? – grunhi. – Sai de cima de mim! – esbravejei, mesmo sem saber quem era.
- Vai acordar? – Tom?
- Que merda você quer? – perguntei, sentindo o peso sair de cima de mim. Lentamente abri os olhos, e olhei o relógio em cima da mesinha de cabeceira. – Você está zoando com a minha cara? – arregalei os olhos, e me virei para o idiota do rapper, sentando na cama. – São quatro horas da manhã!
- Eu não consegui dormir, tá legal? – tentou se justificar.
- Foda-se! – quase gritei. – Tinha que vir me acordar por isso? – pensei um pouco – Por que diabos, você me acordou? – passei a mão fria pelo rosto.
- Vamos jogar! – disse simplesmente. – Se veste logo, e desce pra sala. – andou até a porta.
- Como é que é? – o encarei incrédula, e ele se virou pra mim. – Você me acordou em plena quatro da manhã, pra jogar? – revirei os olhos. – Sonhe! – deitei na cama, e puxei o edredom para cobrir meu corpo todo... O que não é difícil sabe, eu não sou lá muito grande.
- Christine, se você não levantar e jogar comigo, eu vou ficar aqui no seu quarto, pulando na sua cama, até você vomitar o café da manhã de domingo passado. – disse chegando mais perto.
- É Chris, porra! – burburinhei com raiva – Azar o seu! Eu não tomei café da manhã domingo passado. – resmunguei, ainda debaixo das cobertas.
- Está com medo de perder? – provocou, e eu saí de debaixo das cobertas.
- Isso não vai funcionar comigo. – cocei os olhos.
- Eu não vou conseguir dormir, enquanto não jogar com você outra vez. – grunhiu. – E meu humor não é lá muito bom quando não consigo dormir. – tentou me intimidar.
- Ah, é? – perguntei sarcasticamente, e o encarei nos olhos. – Nem o meu.
- Só uma vez! – quase gritou. – Eu juro que se você ganhar, coisa que não vai acontecer... – soltei um riso debochado. – Eu paro de te encher com isso.
- Ok, eu jogo com você. – dei-me por vencida. – Mas, eu posso, pelo menos, ir ao banheiro primeiro? – arqueei a sobrancelha.
- Pode. – respondeu. – Vou colocar o jogo pra nós dois. – saiu do quarto, fechando a porta com “delicadeza”, para não acordar ninguém. Ninguém além de mim, né, seu cachorro?!
Fui ao banheiro, olhei no espelho e quase tive um ataque do coração. Meu cabelo estava parecido com o de uma tia minha do Brasil... Uma vez disseram que eu era parecida com ela, e eu comecei a chorar. Sabe, ela não é uma coisa muito bonita, e o cabelo dela então, nem se fale.
Prendi o cabelo em um rabo de cavalo, escovei os dentes e fiz minhas necessidades... Sabe, eu fiz xixi.
Desci para o primeiro andar da casa, onde o Kaulitz já me esperava, sentado no sofá, apenas me esperando.
- Vai ser que música? – perguntei, sentando ao seu lado.
- B.Y.O.B do System Of A Down. – respondeu simplesmente, e eu ri.
- A essa hora da manhã? – arqueei a sobrancelha olhando para ele.
- Medo? – provocou, me olhando também.
- Sua bunda. – olá educação.
Ele revirou os olhos, e os desceu para a minha roupa... Eu estava com um short de tecido preto e curto que eu uso pra dormir, e um blusão do Piu-Piu.
- Para de me olhar. – disse olhando para frente, e sentindo as bochechas corarem. – Coloca logo isso, porque eu quero dormir. – ordenei, e ele riu.
A música tinha quatro minutos, e em um, todos estavam acordados, xingando Tom e eu de todos os nomes feios possíveis. Viram? Acordar cedo os faz esquecer até a educação com as fãs.
- Qual é o problema mental de vocês? – Silver perguntou, sentando um uma poltrona, e cruzando as pernas, igual índia.
- Pergunta isso pra ele, não pra mim. – disse concentrada no jogo.
- A culpa não é minha! – ele tentou se defender. – Eu não estava conseguindo dormir. – justificou-se.
- E só por isso, tinha que acordar todos nós? – Georch perguntou irônico, e se sentou no sofá atrás de mim e do Tom. – Adorei o short, Chris. – comentou e eu corei violentamente.
- Também gostei dele, Georg. – o Kaulitz disse rindo. Oh, Deus amado, estou sendo bulinada.
- Isso vai demorar? – minha irmã apareceu coçando os olhos, com Bill e Gustav atrás dela.
- Não. – Tom respondeu. – Em dois minutos eu irei ser o vencedor. – respondeu normalmente, como se fosse mesmo vencer.
Dois minutos depois, a música acabou, e por três pontos, eu perdi. Nem preciso dizer, que o Kaulitz ficou cantando vitória, né?! Ele começou a fazer uma dancinha, apontando o dedo na minha cara, e cantarolando: “Quem é o babaca agora, hein?”. Ridículo.
- Parabéns! – disse entediada, revirando os olhos em seguida. – Agora se me dão licença, eu vou voltar a dormir. – passei por todos eles, e subi para o quarto.
Sim, eu fiquei realmente muito puta de ter sido acordada às quatro da manhã pelo Kaulitz mais tonto, só que eu fiquei ainda mais puta da vida, em ter perdido pra ele. Melhor dormir, e pensar na minha próxima vitória! Porque esse não foi nosso último jogo! Pode apostar que não.

Acordei era duas e meia da tarde. Oh Kurt, poderia estar acordando mais tarde, só que quando você fica ouvindo gritos e passos para lá e para cá na sua casa, é impossível ter paz.
E é aí que você pensa: “Nossa, a Chris sempre está de mau humor”. Ah, é porque tu não estás na minha pele, porque se estivesse, ha há, não duraria dois dias com as pernas inteiras! Certeza! E sim, eu poderia ter acordado de bom humor nessa linda tarde – olá ironia, de novo por aqui? – de sábado; mas, algum filho da puta, cujo nome eu não quero citar, mas já citando, é Tom Kaulitz; acordou-me em plena quatro da manhã, pra jogar Guitar Hero.
Fui para o banheiro, escovei os dentes, prendi o cabelo em um coque frouxo, e como todos sabem e fazem também, fiz xixi.
Coloquei um short preto, uma blusa larga cinza, e calcei meus tênis, e logo depois, desci para o primeiro andar. A fome tinha começado a apertar.
- Bom dia, Chris. – Agatha cumprimentou, passando por mim e sentando-se a mesa da cozinha, com um prato de macarrão instantâneo.
- Só se for pra você. – resmunguei, sentando de frente pra ela, que deu um risinho baixo por conta do meu humor matinal. – Ninguém fez comida nessa casa hoje? – perguntei, sentindo meu estômago roncar.
- Não... Se você quiser comer, procura alguma coisa no armário ou na geladeira. – disse simplesmente. – Chris, ligaram hoje da... – Agatha começou a falar e uma mosca parou ao lado do meu braço... Ela é tão pequena, parece um coco de rato, e é feia... Será que fede? Tenho pena de moscas! Elas são desprezadas por todos; não querem elas na comida, no refrigerante, na pele, no cabelo, na roupa... Em lugar algum. Por que não podemos simplesmente dar carinho á elas, como damos aos cachorros e gatos? Só porque ela é pequena, voa e faz cócegas?! Será que moscas têm sentimentos? Eu me pergunto isso, porque se tiverem, devem ser depressivas pra caralho. – Chris? Chris? – minha irmã chamou, e eu levei um susto, junto com a mosca, que saiu voando... Deve ser por isso que não gostamos de moscas... Elas nos abandonam! Traidoras. – Você ouviu o que eu falei? – olhou pra mim com a sobrancelha arqueada.
- Não! – respondi, e levantei da cadeira, indo até a geladeira procurar alguma coisa pra comer.
- Bom dia! – Bill entrou na cozinha sorridente. – Finalmente acordou hein, Chris. – riu, passando por mim, e se sentando em um dos banquinhos que ficava em volta do balcão.
- Poderia ter acordado mais cedo, se seu irmão doente mental, não tivesse me acordado quatro horas da manhã pra jogar Guitar Hero. – resmunguei, pegando uma garrafa de coca na geladeira e a fechando. – A propósito, boa tarde! – sorri, e peguei um pote de Pringles de queijo no armário, e fui me sentar logo depois.
- Christine, eu achei seu celular ali em cima da mesinha da sala. – o Kaulitz mais burro apareceu na cozinha, com meu celular na mão.
- É Chris, porra! – grunhi nervosa. – E me dá essa merda aqui! – estiquei a mão.
- Olha, tem alguém ligando. – olhou a tela do celular. – Oi, Kyle. – atendeu meu celular. O FILHO DA PUTA DO TOM ATENDEU MEU CELULAR. – A Christine? Não, ela não está no momento. Esqueceu o celular aqui em casa essa noite. – prendeu o riso, e eu o olhei com os olhos queimando de tanto ódio. – Liga mais tarde... – deu uma pausa. - Tchau. – desligou. – Acho que ele não vai ligar. – pensou um pouco olhando para o celular.
- Cor-re! – silabei bem devagar, vendo o Kaulitz correr para sei lá onde, e eu, obviamente, fui atrás.
- Vão ser longos dois meses. – Bill disse para minha irmã, que riu, e concordou.
- EU VOU ME VINGAR DE VOCÊ, TOM! – gritei correndo atrás dele, e creio que minha mãe ouviu lá do fim do mundo.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sab Set 01, 2012 5:44 pm

Continua yaya yaya yaya
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sab Set 01, 2012 5:44 pm

Continua Smile
Voltar ao Topo Ir em baixo
feerfigueiredo

Fã


Número de Mensagens : 63
Idade : 19
Data de inscrição : 28/10/2011

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Buscador

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Set 06, 2012 6:43 pm

04 – E é Chris, Kaulitz.

Saí andando pela casa, com a vista embaçada, e trombando em alguns móveis. O telefone estava tocando em plena sete da manhã, e como ninguém é capaz de levantar pra atender, e eu não consigo dormir com o barulho irritante que ele faz... Que é tão alto que eu consigo ouvir do meu quarto; tive que levantar pra atender.
- Alô? – ronronei me jogando no sofá, com o telefone no ouvido.
- Chris? – minha mãe perguntou. – Nossa, você, acordada tão cedo assim? Isso é novo. – AH NÃO! Ela teve essa cara de pau?
- Culpa sua. – grunhi. – Por que você ligou? Lembrou que tem filhos? – perguntei ironicamente.
- Liguei pra saber como estão às coisas por aí. – respondeu. Posso até imaginar que ela estava com um sorriso de deboche no rosto.
- Está uma merda, se você quer saber. – respondi honestamente. – Tom Kaulitz me acordou às quatro da manhã ontem pra jogar Guitar Hero, e ainda ganhou; ele atendeu meu celular e acabou com todas as minhas chances de sair com Kyle, e quando eu fui mata-lo, ele me jogou na piscina e eu bati a cabeça na escadinha. – comecei a listar as mil e trezentas coisas que ele tinha feito comigo em três dias, mas ela me cortou.
- É bom saber que os dois continuam vivos. – Anna disse rindo.
- Não por muito tempo. – disse sarcasticamente, e com um plano diabólico contra o Kaulitz se passando em minha cabeça; soltei uma risadinha.
- Bom, eu também liguei pra fazer uma proposta, que você vai gostar. – disse animada. Por que eu sentia que não ia gostar?
- Por que eu sinto que não vou gostar tanto assim? – perguntei retoricamente, e minha mãe fez questão de ignorar.
- Quero saber se você, Agatha, Silver e os meninos, querem vir pra cá, daqui a duas semanas?! – disse meio que perguntando.
- Er... Não! – respondi rapidamente. – E por que eu iria gostar disso? – perguntei confusa. Era mais do que óbvio que a minha resposta seria não.
- Porque você não teria que ficar só com os meninos da banda. Você mesma disse que não queria. – respondeu, parecendo meio decepcionada.
- Mãe, se eu for, vou continuar tendo que conviver com eles. – disse como se fosse óbvio. E era. – E pior... Vou ter que conviver com eles no meio do nada. – revirei os olhos, mesmo que ela não pudesse ver.
- Não é só você que decide isso. – disse meio séria. – Tem que perguntar pros meninos e pras meninas também!
- Eu tenho certeza que eles não vão querer. – disse cansada, e ela tentou falar algo, mas eu a interrompi. – Mãe, eu quero mesmo ir dormir... Tchau pra você. – não esperei que ela respondesse e desliguei.
O telefone voltou a tocar, e eu o tirei da tomada. Ultimamente, as pessoas estão gostando de me acordar viu. Coisa de louco.
Andei até a ponta da escada, segurei no corrimão e comecei a subir. Mas, como sabem: minha sorte e meu equilíbrio não são grandes fãs meus, e essa escada jurou ódio eterno pra mim desde o dia em que fomos apresentadas; então quando cheguei na metade, tropecei em um degrau, e rolei escada abaixo, ainda tendo a maldita sorte de bater a cabeça pela 46562785 vez, em uma mesinha.
Minha cabeça estava latejando, e eu acho que meu sono e minha preguiça eram tão grandes, que eu não consegui levantar. Então fiquei lá, deitada na ponta da escada, com uma possível cratera na cabeça; esperando que alguém tivesse ouvido o barulho ou ficasse com fome, e me ajudasse.
(...)

- Mas o que é isso? – ouvi uma voz dizendo bem baixinho. – O que a Chris faz deitada aqui? – estranhou.
- Vai ver ela é sonambula, Georg. – disse a outra voz. – Ou ela caiu, bateu com a cabeça e entrou em estado de coma. – tentei abrir os olhos, mas uma luz forte veio, e eu os fechei.
- Cala a boca, Tom. – Georg disse, e eu senti uma mão na frente do meu nariz. – Ela ainda está respirando.
- Melhor acorda-la. – Tom disse, parecendo preocupado. Ah tá, até parece, ele estava mesmo era segurando a vontade de rir, certeza!
Eles começaram a me chacoalhar e dizer “Chris acorda”. Mas eu não conseguia abrir a porra dos meus olhos. Então, pra mostrar que eu estava viva, murmurei qualquer coisa sem sentido.
- Bom, sabemos que ela continua burra o suficiente pra não conseguir falar. – Tom disse. Ah, como ele é amável, chego até a ficar emocionada, não concorda Kurt?
- Chris, abre os olhos. – Georch disse, colocando uma mão por debaixo da minha cabeça, e levantando.
- Não dá. – grunhi. – Essa porra de luz é muito forte. – disse e ele riu.
- Ela está normal. – comentou com Tom, rindo.
- Vamos levar ela pro quarto. – o Kaulitz disse. – E depois cuidar disso! – colocou o dedo na minha testa e eu senti arder.
Algum dos dois me pegou no colo, e eu creio que foi Georch, porque Tom não seria tão simpático assim. Cerca de um ou dois minutos depois, me colocaram em uma cama, e se afastaram.
- Vou ver se a Agatha já acordou, pra cuidar daquele machucado. – um dos dois disse, mas como estavam um pouco longe, não consegui distinguir a voz.
- Pode abrir os olhos agora. – Tom disse, sentando ao meu lado, e eu abri os olhos. – Georg foi chamar a sua irmã... Sabe, pra cuidar do machucado. – disse me olhando.
- Está doendo. – reclamei.
- Eu imagino. – riu baixinho. Idiota. – Como você deu conta de fazer isso? E mais importante, por que estava dormindo no chão?
- Eu caí. – respondi simplesmente, fechando os olhos, pra não ter que ver a cara de deboche que ele ia fazer.
- Não machucou em mais nenhum lugar? – perguntou normalmente.
- Ué, não vai rir? – abri os olhos, estranhando.
- Vou ter tempo pra isso. – riu me olhando, e depois levantou. – Georg está demorando. – comentou. – Vem aqui. – me pegou no colo de novo, e me levou ao banheiro, e foi quando eu percebi que não estava no meu quarto.
- Esse é seu quarto? – perguntei enquanto ele me colocava em cima da pia.
- É. – respondeu, se enfiando no meio das minhas pernas. – Joga um pouco a cabeça pra trás. – disse baixinho, e eu joguei.
Meu Deus! Estávamos mesmo conversando sem ter vontade de arrancar a garganta um do outro? Isso aconteceu rápido. Não! Deve ser o efeito das milhares de pancadas que eu levei na cabeça... Daqui a pouco passa Chris. Acalme-se, por favor.
- O que vai fazer? – perguntei, e fechei os olhos. Força do hábito; tenho certeza que não sou a única que sempre quando joga a cabeça pra trás, fecha os olhos.
- Vou cuidar desse seu machucado. – disse normalmente, e colocou a mão direita em meu pescoço (sabia que meu pescoço é meu ponto fraco? Pois é), depois aproximou seu rosto, para poder olhar o machucado com mais nitidez, eu creio. Abri os olhos, e quando vi sua mão esquerda indo para a direção do meu machucado com um algodão molhado com alguma coisa; a segurei e ele me olhou.
- Você sabe fazer isso? – perguntei assustada.
- Lógico né, Christine. – respondeu revirando os olhos. – Todo machucado que Bill fazia quando era mais novo, eu quem cuidava. – respondeu, soltando seu pulso de meus dedos, e colocando o algodão no meu machucado.
- Isso arde. – grunhi, forçando os olhos. – E é Chris, Kaulitz. – acrescentei.
- Fica quietinha aí, vai. – disse rindo. Tirou o algodão do meu machucado, e jogou ali do lado. Depois, deu uma sopradinha pra secar, e fez um curativo. – Pronto. – riu. E colocou a mão na minha cintura, olha quanta intimidade. – Ficou bonito... Eu sou bom nisso. – e aí volta Tom Kaulitz e seu superego.
- Dá pra me tirar daqui agora? – perguntei, abaixando a cabeça e olhando pra ele. Estávamos quase da mesma altura.
- Não vai nem me agradecer? – perguntou se fazendo de ofendido.
- Nem se o inferno congelar e o capeta ficar bonzinho. – respondi, dando um sorriso docemente sarcástico.
- Eu sei que você me ama. – disse rindo. Pegou-me pela cintura, me ergueu e me tirou de cima da pia, me colocando no chão novamente.
- Sonhe. – revirei os olhos e fiquei encarando ele.
- Chris, que bom que o Tom já cuidou de você. – minha irmã apareceu do além, e chegou bem perto de mim. – Esse curativo ficou muito bom. – elogiou, e o Kaulitz deu um sorriso todo convencido.
- Chris, você está viva. – Silver apareceu de algum lugar que eu não vi, e me deu um abraço bem forte. Oh Jared, precisa mesmo disso?
- Pois é... Estou viva. – respondi sorrindo amarelo.
- Chega de tititi no meu banheiro. Vamos comer, estou com fome! – reclamou o Kaulitz, e começou a me empurrar para fora do banheiro. Quando saímos do mesmo, tanto eu quanto Tom, voltamos para fechar a porta, e ele acabou pisando no meu dedinho do pé, com aquele sapato gigante.
- Ai! – gritei. – Meu dedo! – choraminguei. – Você esmagou meu dedo, Kaulitz! – gritei nervosa, apontando o dedo em sua cara.
- Cala a boca! – ele disse rindo. – Foi só um dedo, você ainda tem nove... Vamos logo! – disse, e eu permaneci parada onde estava, com a cara fechada. – Ok então, Christine. – sem dar tempo de eu perceber seus movimentos, o Kaulitz me pegou no colo e me jogou por cima de seus ombros feito um saco de batata. Eu nem esperneei, não tinha chances de ele me soltar mesmo.
- E é Chris, Kaulitz. – disse brava, cruzando os braços e fazendo bico; enquanto ele me carregava pra cozinha.
É isso aí senhoras e senhores, em três dias, eu tenho um machucado no braço, um machucado na cabeça e um dedinho esmagado. Daqui á quatro dias, eu vou estar sem uma perna ou sem um braço, ou sem os dois né. E até o fim desses dois meses, não existe mais Chris. Tokio Hotel é, definitivamente, a maior onda de azar que já me atingiu.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Set 06, 2012 8:13 pm

Continua yaya yaya yaya
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kamila Schafer

Fã


Número de Mensagens : 233
Idade : 19
Localização : the city of shit ;@
Data de inscrição : 25/06/2011

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Site TH BRASIL

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sex Set 07, 2012 2:34 pm

Foi mal's não ter comentado no capitulo anterior u.u
Continua, to adorando!
Bj bj
Voltar ao Topo Ir em baixo
Thaís

Fã


Número de Mensagens : 183
Idade : 20
Localização : Luziânia - Goiás
Data de inscrição : 07/01/2009

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Amigos

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sex Set 07, 2012 7:25 pm

Shuashuashuashua
Chris+Tom=Amor disfaçado com provocações.. love
Voltar ao Topo Ir em baixo
Missy Bardot
Mega Fã
Mega Fã


Número de Mensagens : 1011
Idade : 24
Localização : Santa Catarina
Data de inscrição : 19/06/2012

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Buscador

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Set 10, 2012 9:04 am

Kamila Schafer escreveu:
Foi mal's não ter comentado no capitulo anterior u.u
Continua, to adorando!
Bj bj
study
Voltar ao Topo Ir em baixo
kiinha kaulitz
Ao extremo
Ao extremo


Número de Mensagens : 2401
Idade : 22
Localização : São Paulo
Data de inscrição : 30/05/2009

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Amigos

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Set 10, 2012 12:12 pm

OH MY FUCKING GOD. Eu dei uma bela sumida,mas não esqueci de ler sua fic viu liebe? E só pra constar: Estou amando-a. Você escreve perfeitamente bem e estou mais do que ansiosa para os próximos capitulos. A Chris é tão eu *-* e ela tem sorte - mesmo não admitindo,rs - de ter o TH e o Kaulitz mais velho aos seus pés ♥___♥

CONTINUE!!!
Voltar ao Topo Ir em baixo
feerfigueiredo

Fã


Número de Mensagens : 63
Idade : 19
Data de inscrição : 28/10/2011

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Buscador

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sex Set 14, 2012 5:20 pm

05 – Ai Gustav, seu tesão.

- Chris, por que está rindo tanto? – Bill perguntou assim que entrou na sala, e me viu sentada no sofá, rindo até as tripas.
- Esse filme! – apontei pra TV rindo, com a mão na barriga. – Já assisti trocentas vezes, e sempre rio.
- É comédia? – perguntou sorrindo, e eu assenti com a cabeça. – E como chama? – o olhei.
- Exorcista. – respondi e voltei a encarar a TV.
- Chris, esse filme é de terror. – Gustav disse, entrando na sala. – Como pode não saber?! – se surpreendeu, sentando ao meu lado, com um pacote de jujubas.
- Sério? – perguntei surpresa, encarando ele rapidamente, que assentiu; mas logo sem seguida, voltei a olhar a TV; e não pude evitar soltar uma gargalhada estilo Bill Kaulitz... A garotinha estava virando a cabeça. Ai meu pâncreas. – Ei, Gustav, eu quero jujuba. – protestei, parando de rir, e o encarando.
- Vai ficar querendo, minha jovem. – disse abraçando o sacão de jujubas. Awn, tinha das vermelhas... Eram minhas favoritas.
- Para de ser mesquinho, garoto! – impliquei, e tentei arrancar o saco de jujubas de sua mão, mas o resultado foi eu tropeçar nas minhas pernas, por estar sentada como índia; e cair do sofá, com a cara no chão. – Valeu Gustav. – agradeci ironicamente, enquanto ele e Bill, que havia se sentado ao meu lado também; riam sem parar.
- Sinto fome! – ouvi a voz do Kaulitz pela casa, enquanto levantava do chão. – Vamos lá pra cima, Christine. – disse todo abusado, assim que me viu levantar completamente do chão.
- Você está ficando louco? – arregalei os olhos, e peguei uma almofada, ameaçando joga-la. – Eu nunca faria isso com você! – afirmei nervosa. – E pensa que é assim? Chega e fala “vamos lá pra cima”, que está tudo ganho? – comecei a tagarelar e ele apenas revirou os olhos enquanto Bill e Gustav riam. – E é Chris, Kaulitz. – acrescentei.
- Garota, vê se para de ser louca. – ele disse, me olhando nos olhos. – Eu nunca ficaria com alguém como você. – disse na lata. Apesar de odiá-lo e saber que eu também nunca ficaria com alguém como ele, meu coraçãozinho de farofa deu uma leve pontadinha; eu não era tão feia assim, né?! E o Kaulitz era bem do tipo que pegava qualquer coisa com peitos e um buraco nas pernas. – E eu te chamei, pra fazer um curativo novo, já que você não tem essa capacidade. – completou.
- Ok. – respondi seca, passando por ele, e subindo as escadas bem devagar, pra evitar acidentes, sabe?!
Entrei no quarto dele, assim que ele também entrou, e se dirigiu ao banheiro, assim como eu fiz, segundos depois. Parei na porta, e sem poder dizer qualquer coisa, ele se virou pra mim, pegou na minha cintura, e me sentou na bancada do banheiro mais uma vez.
- Não está tão feio. – ele disse depois de tirar o curativo que havia feito ontem. – Acho que se você usar mais hoje e amanhã, já está ótimo. – disse sorrindo e me olhou, e eu apenas murmurei “uhum”.
Tom pressionou minha cabeça pra trás, e colocou a mão esquerda na minha nuca, como ontem. Passou um algodãozinho com alguma coisa que ardia pra caralho, e depois passou uma pomada bem de leve, pra eu não sentir dor. Voltou a colocar um gaze no machucado, e depois puxou minha cabeça pra cima, como um sinal de que eu poderia levanta-la, que o “serviço” já tinha acabado.
Acontece que não foi tão simples assim. Não! Quando ele puxou meu pescoço, para que eu voltasse a ficar com a cabeça direita; nossos rostos se aproximaram, e por dois centímetros, minha boca não estava colada na sua.
- Pode me descer daqui, Kaulitz? – perguntei revirando os olhos. O que? Pensou que algo aconteceria, foi?! Nunca.
Ele me puxou pela cintura, e em vez de me colocar no chão, me colocou em seu ombro, e foi descendo comigo pra cozinha. Oh Jared, tinha mesmo necessidade de tudo aquilo? Não, né.
- Precisa mesmo disso, Tom? – perguntei revirando os olhos, e tanto leves tapas em suas costas. Só pra irritar mesmo.
- Precisa Christine. – respondeu. – Não estou a fim de ter que fazer outro curativo em você. – começou a descer as escadas.
- Quantas vezes eu vou ter que falar que é Chris, Kaulitz?! – perguntei estressada, e ele soltou uma gargalhada, fazendo seu corpo se mexer.
- Você não precisa falar nenhuma. – disse maroto. – Eu ignoro quando você fala, então, não gaste saliva. – Não dá vontade de bater?! Eu sei que dá.
Quando chegamos à cozinha, estava todo mundo reunido, decidindo o que íamos comer na janta. Bill e Gustav queriam Big Mac; e Silver, Agatha e Georg queriam pizza. Acabou que eu e o Kaulitz mais burro, optamos por Big Mac, e ficou por isso mesmo.
- Quem busca? – Gustav perguntou, se jogando no sofá; coisa que eu fiz minutos depois.
- Eu não. – Bill, Silver, Gustav, Agatha e Georg gritaram, e eu fiquei boiando; foi quando eles começaram a rir. – Tom e Chris, vocês vão. – Georg disse rindo, e sentando ao meu lado.
- Ah, mas não mesmo! – eu disse rindo irônica. – Eu não saio sozinha com esse ninfomaníaco nem a pau. – fiz bico.
- Ah, mas você vai sim. – o Kaulitz disse, e eu o encarei incrédula. O jogo era eu o odiar, e ele me odiar também. E não eu odiar, e ele ficar me irritando.
- Vai logo, Chris. – Gustav pediu, passando a mão na barriga. – Já sinto a fome dentro de mim se manifestar.
- Novidade. – murmurei baixo, mas foi alto o suficiente para todos ouvirem e começarem a rir. – Ok, eu vou. – andei até a porta, e calcei meus tênis. – Na próxima, vão outros.
No carro eu e o Kaulitz ficamos brigando por que eu disse que ele e os meninos da banda me davam muito azar, já que, desde que chegaram à Alemanha, meus tombos tinham se tornado muito piores do que o normal. E de fato, era verdade. Então ele começou a falar que eu quem tinha dado azar pra ele. Não entendi, e ele não quis dar explicações.
Quando chegamos ao Mc’ Donalts, fizemos os pedidos, mas sem entrar... Pedimos dentro do carro, por aquele treco que eu não sei o nome, e isso não vem ao caso agora. Nossos lanches não demoraram pra ficar prontos, e já fomos pra casa. Claro, sempre discutindo. Dessa vez, ele começou a falar que eu tinha ganhado aquela partida do Guitar Hero por sorte, e a prova disso, foi quando ele me venceu.
- Tom, eu estou te falando, a gente vai jogar de novo e... – eu dizia, quando eu e o Kaulitz entrávamos em casa, ele estava na frente, e com um movimento rápido, interrompeu o que eu falava, e me prensou na parece, tapando minha boca com uma mão, e fazendo sinal de silêncio com a outra.
Bem devagar ele foi tirando a mão da minha boca, e segurando minha mão, me puxando devagar para a porta, onde eu pude ver a cena que ele não queria interromper. Oh gosh.
Fazia uns SEIS DIAS que os meninos haviam chegado da Alemanha, e olha só, Gustav já estava pegando a minha irmã. No sofá. E Georg, Silver e Bill não estavam ali.
Eu ia começar a rir, mas Tom tapou minha boca com a sua mão mais uma vez, e depois me puxou, me prensando na parede de novo. Eu comentei que ele ficava colando nossos corpos, não?! Pois bem, contei. Desnecessário isso, né diretor?
- Vamos lá. – ele sussurrou no meu ouvido, e eu entendi o que ele quis dizer; então permiti que um sorrisinho malvado saísse da minha boca, mesmo que estivesse sendo tapada.
Andamos até um lugar que dava para vê-los, mas eles não nos viam; estavam ocupados demais em colocar a língua na garganta do outro. Hm, Gustav não é nada do que eu pensava. Ele é safadinho. E as mãos dele são espertas, se é que entende. E claro, antes de tudo, Tom tirou fotos.
- Ai Gustav, seu tesão. – Tom gemeu alto, e tanto Gustav quanto Agatha se assustou, e Gustav caiu do sofá assustado. Nem eu, nem o Kaulitz aguentamos e caímos no chão de tanto rir.
- Meu Deus, isso foi incrível. – eu disse em meio a gargalhadas, e o Kaulitz concordou comigo, rindo também.
- Vocês deram de amiguinhos agora? – Agatha perguntou, com a cara amarrada, mas, eu sabia que ela só estava com essa cara, porque ficou morrendo de vergonha do que eu e o Tom vimos.
- Não, mas foi divertido. – o Kaulitz disse ainda rindo, e ergueu a mão pra mim, que bati no mesmo instante.
- Oh, meu Deus, vocês não vão acreditar! – Silver apareceu na sala saltitando de felicidade com Bill e Georg atrás, e nós quatro disfarçamos. – Tenho uma notícia que vocês vão amar.
- Diz logo, mulher. – Gustav apressou, e ela sorriu para o primo.
- Nós vamos para a casa de campo. – abriu um sorriso de orelha a orelha e todos comemoraram. Menos eu... E o Kaulitz.
- O que? Por quê? – Tom e eu perguntamos em coro, e depois olhamos um para o outro, fazendo careta.
- Relaxem, vai ser divertido. – Bill sorriu. – Isso se vocês não brigarem tanto. – acrescentou, lançando um olhar irônico para o Kaulitz e para mim.
- Impossível. – Tom e eu dissemos juntos, mais uma vez. – Para de fazer isso! – grunhi. – E nós não queremos ir. – disse apontando para o Kaulitz e eu.
- Nós vamos amanhã. – Silver disse, nos ignorando. – E se vocês dois, não quiserem ir. – olhou para Tom e eu. – Ficam os dois em casa, sozinhos. – sorriu maliciosamente. Eca!
- Não, a gente vai! – eu disse quase gritando, e Tom riu baixinho do meu lado. Não me perguntem por que, pois eu não sei.
- Ótimo! – Georg comemorou. – Tom, você dirige. – acrescentou, e Tom ficou com cara de puto.
Gustav andou até nós, e pegou os lanches, indo para a cozinha, com todo mundo... E o Kaulitz e eu fomos logo atrás, suspirando pesadamente por ter que aceitar essa viagem. Pelo menos isso nós tínhamos em comum.
- Dois meses, no meio do nada, com você. – Tom suspirou pesadamente, mas depois vi um sorrisinho nascer em seu rosto. – Eu vou me divertir. – passou por mim.
Ah, pronto. Fodeu de vez. Legal a vida, né?!
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sex Set 14, 2012 5:53 pm

Continua yaya
Voltar ao Topo Ir em baixo
Thaís

Fã


Número de Mensagens : 183
Idade : 20
Localização : Luziânia - Goiás
Data de inscrição : 07/01/2009

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Amigos

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sab Set 15, 2012 9:57 am

Menina,to adorando a fic.Muito boa!!
Continua study
Voltar ao Topo Ir em baixo
kiinha kaulitz
Ao extremo
Ao extremo


Número de Mensagens : 2401
Idade : 22
Localização : São Paulo
Data de inscrição : 30/05/2009

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Amigos

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sab Set 15, 2012 8:20 pm

Thaís escreveu:
Menina,to adorando a fic.Muito boa!!
Continua study

Mal posso esperar!!! *___*
Voltar ao Topo Ir em baixo
Missy Bardot
Mega Fã
Mega Fã


Número de Mensagens : 1011
Idade : 24
Localização : Santa Catarina
Data de inscrição : 19/06/2012

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Buscador

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Set 17, 2012 8:49 am

kkkkkkkk essa fic é demais....tá nascendo um romance aí hein...anciosa pro próximo cap. study
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kamila Schafer

Fã


Número de Mensagens : 233
Idade : 19
Localização : the city of shit ;@
Data de inscrição : 25/06/2011

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Site TH BRASIL

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Out 11, 2012 10:33 am

Cara, quase mijei de tanto rir do Gust UHSDFSÇLHFSLH LFHG
OMG, essa fic ta cada vez mais foda *o*
É Chris, tenho que revelar uma coisa: SÓ VOCÊ É UMA DEMENTE EM ACHAR QUE FICAR SOZINHA NUMA CASA COM O TOM SERIA A MORTE... ai se fosse eu LKJHSDGDHFGDHFGDLFG
Sinto que Tom Kaulitz esta planejando algo MUAHAHAHAHAHA-cof cof, ou talvez ele só pode estar feliz por 'supostamente' estar apaixonado, né? *kamila levando uma pedrada* Ok ok, eu paro de tirar conclusões precipitadas u.u LKFJKLÇDLKJSLKDFJ

Missy Bardot escreveu:
kkkkkkkk essa fic é demais....tá nascendo um romance aí hein

E não é, menina? JSDHFSHDFJSDJFHSLDJFHS
Sinto que isso vai ficar melhor do que já estaá!
Continua, Feer!
Voltar ao Topo Ir em baixo
feerfigueiredo

Fã


Número de Mensagens : 63
Idade : 19
Data de inscrição : 28/10/2011

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Buscador

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Dez 11, 2012 12:38 am

Capítulo 06 - Minha prima insana está de volta.

Você vira pra um lado, vira pro outro lado, mas ainda tem um bando de filho da puta que não te deixa dormir direito. É frustrante. Por que as pessoas insistem em falar tão alto em plena... onze da manhã? É falta de respeito comigo, porque eu dúvido que mais alguém esteja acordado.
Levantei da cama com um bico maior do que o meu azar, e fui em direção as escadas. Assim mesmo, com roupa de dormir, o cabelo todo desgrenhado - isso é uma coisa que nem pentiando resolve -, a cara amaçada e um bafo de gambá.
Apoiei a mão no corrimão, e comecei a descer as escadas bem lentamente. Se acordada eu já caio, imagine com a visão embaçada e o mau humor da manhã reinando em mim!
Por alguma obra de Ozzy, eu não rolei escada abaixo e muito menos caí no último degrau da escada. Nem sequer bati o pé naquela maldita mesinha que insistiam em deixar ao lado daquela escada desgraçada. E sabe o que tudo isso significa? Vem merda por aí. Pode parecer paranóia minha, mas não é. Quando o meu "azar natural" não ataca, significa que vem coisa muito pior por aí e a vida não consegue ser tão má comigo, ao ponto de me fazer passar por tudo junto.
Risadas, vozes e muitas vezes gritos de empolgação - suponho que fossem da híena - vinham da cozinha. Andei devagar até lá, e só pra me lembrar de que eu continuo sendo a Chris, bati o pé no sofá... É, talvez nada de mais fosse acontecer.
Quando parei na porta da cozinha, e vi aquelas SETE cabeças conversando animadamente, eu quase tive um ataque cardíaco. Pra falar a verdade, não foi quase... Senti meu coração acelerar e o pavor tomar conta de mim.
Você já teve aquele tipo de prima que fica meses sem aparecer, sem dar notícias ou até mesmo sem respirar o mesmo ar alemão que você? Bom, se não, sorte a sua, porque eu tenho.
Holpe é um tipo sinistro e óbvio de pessoa. Ela some por meses e meses, e quando aparece na minha casa, a gente já sabe que vai dar merda. Eu lembro das últimas três vezes que ela esteve aqui. Uma vez eu pulei de bang-jump, na outra eu nadei com tubarões e na última ela me embebedou e me fez jogar strip poker com mais seis rapazes. Eu só tinha 16 inocentes anos.
E ela também é mais bonita que eu - mas isso não é uma coisa muito difícil de se conseguir. Cabelos castanhos até a cintura, grandes olhos azuis e brilhantes, peitos e bunda maior do que a minha casa e pra acabar de me humilhar, 1,70 de altura.
— CHRIS! — Holpe gritou assim que me viu, e se levantou pra me abraçar. Eu até tentei fugir, mas é uma coisa meio que impossível fugir de um abraço de Holpe Styles, sabe.
Minha prima não era chata... Ela só era exagerada demais, gritava demais e pra piorar, aprontava demais. E sempre gostou de aprontar pra mim. O primeiro beijo que eu dei, foi porque ela arrumou. Eu beijei uma garota, porque ela praticamente me obrigou, alegando que eu tinha que experimentar novos horizontes.
— Meu Deus, que saudades eu estava de você — ela falou animada. — Tanto coisa aconteceu em Las Vegas, você não faz nem ideia.
— Você estava em Las Vegas? — Perguntei, e ela assentiu sorrindo. Só eu que ouço falar que Las Vegas é a cidade da putaria? Porque se for realmente verdade, é o lugar perfeito pra minha prima.
Eu sabia! Mas, eu tinha certeza que a vida estava sendo boa demais comigo essa manhã. Holpe tinha que voltar bem quando os meninos estão aqui... E pra piorar, ela voltou de Las Vegas. L-A-S-V-E-G-A-S. É a cidade do pecado, a cidade dos loucos. Sabe quando você sente que tem merda vindo? Sentia isso.
— Chris, talvez você devesse subir pro seu quarto, tomar um banho, melhorar essa cara — Agatha falou, e aí que eu me lembrei minha situação catatônica. — Ah, e Tom — olhou pro Kaulitz, que arqueou a sobrancelha —, aproveita e sobe com a Chris pra fazer um novo curativo na testa.
Virei as costas e saí andando até a escada, e senti que o Kaulitz vinha logo atrás de mim. Ainda pude ouvir o comentário completamente desagradável e desnecessário de Holpe: "Eles formam um belo casal".
Coloquei o pé no primeiro degrau da escada, e apoiei a mão direita no corrimão pra poder começar a subir, mas antes que eu pudesse pensar em me mover, senti os braços do Kaulitz passarem em volta da minha cintura e erguer meu corpo do chão. Ok, aquilo já estava começando a me irritar.
— Você tem mesmo que fazer isso toda vez que eu vou descer ou subir a escada? — Perguntei revirando os olhos, assim que ele me colocou no chão novamente. Mas já estávamos no segundo andar.
— Se eu estiver por perto, sim — falou simplesmente, e depois me puxou pela mão, me levando até meu quarto. Assim que entramos, ele me soltou, foi até minha cama e se jogou nela. — Toma banho logo pra eu poder fazer esse curativo — "mandou" e tirou o celular do bolso, começando a mexer nele. Revirei os olhos.
Andei até meu guarda-roupa, e peguei bem disfarçadamente minhas roupas intímas. Depois peguei um short jeans preto e uma camiseta preta qualquer que estava dobrada no fundo da minha gaveta. Fui até o banheiro, e fechei a porta, trancando a mesma.
Tomei um banho obrigatóriamente rápido, porque em 15 minutos, o Kaulitz bateu umas 7 vezes na porta perguntando se eu ainda estava viva e me mandando ir rápido porque ele não tinha o dia todo. Argh, garoto ridículo.
Sequei-me bem rápido, e coloquei a roupa. Ou metade dela. Quando desdobrei a camiseta e vi sua estampa, me castiguei mentalmente por ser tão estúpida a ponto de ainda não ter jogado aquele lixo fora.
A camiseta era lisa nas costas, e tinha uma estampa com duas fotos na frente. Acontece que não eram quaisquer fotos. Uma era do Tokio Hotel, quando o Bill ainda tinha o famoso penteado leãozinho, e a outra era uma do Tom mordendo o piercing no lábio inferior. Eu mandei fazer especialmente pra mim, porque eu queria ter um modelo único. Como se mais ninguém pudesse fazer a mesma coisa, tsc tsc.
Olhei envolta do banheiro, e não tinha nenhuma outra roupa ali. Estava vazio, só tinha eu e o vapor denunciando meu banho quente a poucos minutos atrás.
— Hm, Tom? — Chamei, parando bem perto da porta, com as mãos e o ouvido direito encostados na mesma. Ouvi um barulho e depois passos rápidos até a porta do banheiro.
— Que foi? — Respondeu bem perto da porta, como se estivesse bem colado a ela, como eu estava.
— Pode pegar uma blusa pra mim no guarda-roupa? — Perguntei sem graça.
— Pensei que você já tivesse pego uma — falou sem entender.
— Ela tem um rasgo na frente — menti e o ouvi soltar uma gargalhada.
— Sinto muito, não vou fazer isso por você... Seria interessante te ver com uma camiseta que tem um rasgo bem na frente — falou sacana e senti que ele se afastou da porta aos poucos. Argh, canalha desgraçado.
Virei e encostei as costas na porta, encarando bem a camiseta em cima da pia. Andei até ela, a peguei e joguei dentro da gavetinha do banheiro, fechando a mesma em seguida. Peguei a toalha pesada e úmida pendurada na porta de vidro do chuveiro, e enrolei envolta do meu busto.
Abri a porta bem devagar e coloquei a cabeça pra fora, olhando dentro do quarto. Parei meus olhos na cama, e vi Tom deitado, me olhando com a sobrancelha arqueada e um sorrisinho sacana nos lábios. Abri a porta por inteira e o Kaulitz arregalou os olhos quando viu que eu estava só com a toalha e um sutiã cobrindo os seios.
— Vai logo — falei, virando de costas e parando em frente a pia do banheiro. Tom andou até onde eu estava, e como das outras vezes, me agarrou pela cintura e colocou-me sentada encima da pia.
Fiquei segurando a toalha bem firmemente. Tom colocou a mão direita na minha bochecha, e com a outra, tirou o curativo do dia anterior. Encarou por algum tempo, e depois fez uma careta.
— Não está tão ruim, mas não é muito atraente — falou debochado e eu apenas revirei os olhos, segurando o sorrisinho pela piada sem sentido e sem graça. Aquilo nem era uma piada. Por que eu queria rir?
Tom abriu a gaveta do lado, e ficou olhando por um tempo, não consegui ver o que ele tanto procurava, porque bem, ele ainda segurava meu rosto com a mão direita.
— Ei, o que é isso? — Perguntou, finalmente soltando meu rosto, e tirando um tecido preto de dentro da gaveta aos poucos. Aquilo parecia a... A CAMISETA!
— Devolve isso onde estava, Tom — ordenei, tentando pegar a camiseta de suas mãos, sem soltar a toalha. Ele então ergueu as mãos lá em cima e quando ameaçou desdobrar a camiseta, eu soltei a toalha e também ergui a mão.
Começamos uma batalha pra ver quem pegava a camiseta. Foi então que aconteceu: A toalha caiu.
Agora imagine a cena: eu sentada em cima da pia, sem blusa, com as pernas entrelassadas na cintura do Kaulitz e o mesmo com a cara praticamente no meio dos meus peitos, pelo esforço que eu estava fazendo para erguer o corpo e pegar a camiseta. Fora a parte em que eu estava quase pendurada em Tom por estar me debruçando cada vez mais para pegar aquele pequeno pedaço de pano.
— Atrapalhamos? — Ouvi a voz de Silver, e lentamente tanto eu quanto o Kaulitz viramos o rosto para encarala, e a surpresa foi grande ao ver todos, TODOS MESMO, parados na porta olhando a situação em que eu e Tom nos encontrávamos.
Sem pensar duas vezes, Tom soltou a camiseta, que caiu em meu colo, e abaixou as mãos, puxando minha toalha e tapando o que meu sutiã não era bom o suficiente para tapar.
— Não, eu só estava fazendo o curativo na Chris — Tom respondeu, voltando a encarar todo mundo com um sorrisinho amarelo e ainda segurando minha toalha.
Bill me encarou com um sorrisinho safado, e então olhou para as minhas pernas, que eu tirei da cintura do Kaulitz no mesmo instante.
— Desce a Chris da pia, e pode deixar que eu faço o curativo agora — Agatha falou segurando o sorrisinho sacana que queria nascer em seus lábios.
Tom me encarou, e deu uma mexidinha na toalha. Entendi o que ele quis dizer e a segurei, voltando a enrola-la em volta do meu busto. Abaixei a cabeça, e o Kaulitz passou as mãos por baixo da toalha, segurando minha cintura e me colocando novamente no chão. Quando fez isso, a camiseta caiu em nossos pés, mas ele pareceu nem perceber, pois deu um sorrisinho, virou as costas e saiu andando, assim como os meninos da banda.
— Meu Deus, Chris! — Silver falou rindo, e eu lhe encarei com uma interrogação visível no rosto. — Que momento foi esse que nós flagramos?
— Você ficou louca? — Perguntei assustada. — Vocês não flagraram nenhum "momento" entre nós... Estávamos brigando, e minha toalha escorreu por acidente, foi só.
— Sei... — Agatha falou com um sorrisinho de pura malícia no rosto. Revirei os olhos e encarei Holpe, que tinha aquele sorriso de "tive uma ideia" que só ela tem e que me deixa com calafrios.
— Por que está com esse sorrisinho no rosto, Holpe? — Silver perguntou, já esperando uma resposta com ideias cabeludas.
— Eu tive uma ideia... Uma ideia pra uma brincadeira — Holpe respondeu, sorrindo sacana. — E vocês são as pessoas perfeitas pra ela.
Sabe quando naqueles filmes de terror sinistros, a mulher malvada - que normalmente é uma velha com a pele mais seca que maracujá e o cabelo todo branco parecido com vassoura de palha - diz alguma coisa com aqueles típicos sorrisinhos psicopatas no rosto, que te faz arrepiar os pelos da nuca? Era assim que eu me sentia em relação a Holpe e suas ideias.
Voltar ao Topo Ir em baixo
kiinha kaulitz
Ao extremo
Ao extremo


Número de Mensagens : 2401
Idade : 22
Localização : São Paulo
Data de inscrição : 30/05/2009

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Amigos

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Dez 11, 2012 11:22 am

Meeenina, pensei que você não fosse mais voltar ):

Adorei a Holpe, com certeza ela irá aprontar várias!!! kkk

CONTINUA *-*
Voltar ao Topo Ir em baixo
Joyce Kaulitz th
Fanática
Fanática


Número de Mensagens : 1624
Idade : 21
Localização : no quarto com o th
Data de inscrição : 11/11/2011

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Site TH BRASIL

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Dez 11, 2012 12:34 pm

continua admito tô viciada Very Happy
Voltar ao Topo Ir em baixo
feerfigueiredo

Fã


Número de Mensagens : 63
Idade : 19
Data de inscrição : 28/10/2011

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Buscador

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sab Dez 15, 2012 12:01 am

07 - Sete minutos no céu?


E lá estava eu, como na maioria das vezes, sentada em uma cadeira, de frente para o computador, com os fones de ouvido e um microfone, xingando mais que o caralho a quatro e ouvindo as risadas dos caras que podiam me ouvir; destruindo em battlegrounds, com minha blood elf warrior, que me fez aniquilar um mage ice naquele instante, um paladino healer e um rogue, provavelmente combat. Foi meio difícil derrubar o paladino, mas meu vicio e as cinto horas seguidas jogando foram maiores.

— Eu sou foda, porra! — Gritei jogando as mãos para cima, largando os fones de ouvido em cima da mesa e correndo em direção às outras pessoas que estavam infelizmente na mesma casa que eu, mas que pareciam ter se esquecido da minha existência.

— Não sei por que você está gritando tanto assim — o Senhor Insuportável falou, ficando de costas para a mamãe aqui, que pulou em suas costas, agarrando seu pescoço com os braços (ok, acalme-se, não estava tentando mata-lo dessa vez) e enlaçando as pernas em sua cintura. — Menina, você bebeu? — Perguntou assustado. — Sou eu, Tom. Aquele guitarrista que você odeia e xinga mais que tudo nessa vida — eu ri.

— Eu sou tipo, a jogadora mais foda de WOW nesse momento — gritei de felicidade, e acho que perfurei levemente os tímpanos do Kaulitz, porque o mesmo colocou o dedo no ouvido direito e massageou.

— Acalme-se aí fodona — Georch disse rindo, e eu lhe dei a língua.

— Pirralha, sai de mim! Está parecendo uma macaca pendurada nas minhas costas desse jeito — Tom falou rabugento e reclamão... Como sempre. Mas, isso é uma coisa da qual eu não posso julgar, porque bem, sou igual. Admito.

— Façam o seguinte — Silver começou, jogou um bloquinho de notas, se levantou, e andou até eu e o burro com um papelzinho branco. — Aproveitem que a Chris deu a louca e que vocês são quase como um só agora, e vão ao mercado comprar umas coisas pra gente jantar hoje — terminou, entregando o papelzinho dobrado a Tom.

— Não precisamos disso — falei dando os ombros. — É só alguém pedir pizza pra nós, e está tudo perfeito — sorri de leve. E uma pergunta veio em minha cabeça: por que eu ainda estava "pendurada" nas costas do Kaulitz?

— Chris — hiena chamou e eu a encarei. — Seus pringles, M&M's, macarrão instantâneo, nutela e Coca-Cola acabaram — completou e eu arregalei os olhos.

— Vamos para o mercado, Kaulitz — gritei em seu ouvido, e de sorrateira pude vê-lo fechar os olhos com força e respirar fundo algumas vezes.

Ele passou por todos na sala, lançando um beijo a Georch, que começou a rir e retribuiu da mesma forma carinhosa, melosa e ridícula que Tom tinha feito. Pegou as chaves de seu carro em cima da mesinha de entrada da casa, e saiu comigo ainda pendurada em suas costas.

Assim que chegamos até seu carro, ele desativou o alarme, destravou as portas, abriu a do passageiro, virou de costas, e eu me joguei lá dentro. Ele saiu andando, e nem fechou a porta. Mais grosso que esse, só... Ninguém.

Não demorou muito para que chegássemos ao mercado, pois não era muito longe de casa. E o Kaulitz ficou me perguntando que jogo era aquele que eu havia falado e que eu estava me gabando pra caramba. Bem, eu TENTEI explicar como o jogo funcionava, mas além de lento, Tom era impaciente, então me mandou calar a boca assim que estacionou o carro.

— Toma, empurra esse carrinho — o Kaulitz falou, levando um carrinho de compras até onde eu estava e começou a andar do meu lado.

Enfiei a mão dentro do bolso daquela blusa gigante que Tom estava usando, e tirei o papelzinho que Silver tinha lhe entregado. Era uma listinha de compras, como eu já tinha imaginado, porque estava mais do que na cara.

— É impressão minha, ou essa lista de compras está realmente estranha? — Perguntei, erguendo a cabeça para encarar Tom, que arrancou o papelzinho da minha mão, e começou a fazer careta enquanto lia.

— Isso não tem nada a ver com jantar — ele falou me olhando e eu fiz aquela cara de "a vá, eu nem tinha percebido".

Fora as coisas que eu iria comprar, porque era parte do meu equipamento de sobrevivência, teríamos que comprar chantili, morangos, vodca, barras de chocolate ao leite, mel, e calda de morango e de chocolate (daquelas que se põe em sorvete).

Eu e Tom encaramos o carrinho já cheio, também com as minhas coisas, com a sobrancelha arqueada e a cara mais vermelha que tomate. Sabe, quem olhasse o nosso carrinho, teria a leve impressão de que estávamos planejando uma noite muito romântica, cheia de safadezas. Sério, era vergonhoso.

— E-e-eu... Vou esperar no carro — tentei falar, e quando já ia me virando, Tom me puxou pelo braço, e fez que não com a cabeça.

E eu que achava que o pior era ter que receber os olhares das pessoas que passavam por nós e encaravam nosso carrinho... Era porque ainda não tinha chegado a hora de passar pela moça do caixa.

Não que isso seja ciúmes, longe disso. Mas, a vadia ficou paquerando o Tom. Sabe, todo mundo olhando nossas compras, e pensando que éramos um casal, e a vadia ainda tinha a cara de pau de abrir um pouco o decote e lamber os beiços... Sem olhar pra ele, mas eu sabia que era provocação.

Depois que estava tudo nas sacolas, e o Kaulitz já tinha pagado a compra, saímos andando, mas antes que eu pudesse me afastar do caixa, a moça segurou o meu braço, e eu me virei para encara-la.

— Caso você perceba que ele não é o suficiente pra você — ela falou, me entregando um papelzinho, com um nome e um telefone, e antes de me soltar, lançou-me uma piscadela.

Virei-me lentamente, com os olhos arregalados e comecei a dar passos apressados até onde Tom estava. O filho da mãe ria tanto, que chegava a se curvar. Essa era uma situação mais do que embaraçosa.

— Pro. Carro. Agora. — Falei pausadamente, passando por ele, e saindo daquele mercado antes que a moça resolvesse que não iria esperar e iria me agarrar pelos cabelos e me fazer de escrava sexual. Eu, exagerada? Imagina, quase nada.

O Kaulitz foi o caminho todo rindo. Chegamos em casa e ele continuava rindo. Pegamos as compras e as levamos pra dentro de casa, enquanto ele ria. Eu tinha o leve pressentimento de que ele usaria isso contra mim por um milênio inteiro. Eu estaria lá, descansando em paz no meu caixão, enquanto ouvia a risada do Kaulitz ao meu lado. Por que ele estaria enterrado ao meu lado? Pra continuar rindo de mim.

— Já chega, né Tom — falei emburrada, passando por ele e por todos os outros que estavam na sala e indo direto para a cozinha. Sem responder perguntar, sem prestar atenção em nada, e nem mesmo cair.

Não deu nem dois minutos e todos, exceto Holpe, entraram na cozinha rindo. Provavelmente de mim, porque a língua do Kaulitz não cabe dentro da boca e ele fica falando e falando o tempo todo. Os momentos em que ele não está falando, está comendo ou fazendo sexo. Por favor né, é Tom Kaulitz.

— Onde está a Holpe? — Perguntei, tentando ignorar as risadas de todos, e os cochichos de Georch com Tom que eram tipo: "ela era gostosa?", "imaginou as duas juntas na cama?", "se a Chris não te achar suficiente, eu pego ela"... Essa última lhe rendeu um pescotapa.

— Ela foi embora — Silver falou tranquilamente, andando até as sacolas e começando a desempacotar tudo. Fiquei olhando para ela com uma cara de interrogação. — Ela foi ficar com o namorado dela em Miami — explicou e eu fiz uma cara mais confusa ainda.

— Desde quando Holpe Styles tem namorado? Só me explique isso, e nada mais — falei normal, sentando no meio de Tom e Georch e dando um tapa na cabeça de cada um.

— Desde um ano atrás — hiena falou e eu arregalei os olhos. Olhei para o lado de relance, e vi Gustav escondendo alguns potes de nutela no bolso. Que filho da puta!

— Ei, ei, ei Gustav! — Gritei e ele se assustou, me olhando com os olhos arregalados. — Larga meus potes de nutela onde você achou — ordenei, e ele fez um biquinho fofo. — Você acha que eu caio nisso? Ninguém mandou você me negar comida quando eu pedi — falei, dando uma risada macabra. — Agora tira suas mãos de morto de fome da minha comida.

Olhei para frente e Bill estava sentado na cadeira, olhando para baixo e fazendo algumas caretas estranhas. Ele arqueou a sobrancelha, mordeu o lábio, fez biquinho, fez um barulhinho irritante pra caralho com a boca, fez cara de desdenho, e depois cara de enjoo.

— Bill, você está passando mal? — Perguntei, e ele me olhou. Todo mundo parou o que estava fazendo e ficou olhando para ele.

— Não — respondeu, abrindo um daqueles sorrisos lindos que eu, como uma fã, tenho que dizer... Era mais do que perfeito. — Eu estou pensando no que a Holpe disse — falou normalmente, e eu arqueei a sobrancelha. Tanto eu quanto Tom, olhamos para hiena instantaneamente, e a mesma deu um tapa na própria testa.

— Porra Bill, que boca do caralho, hein — Georch disse revoltado, e o Kaulitz mais novo deu um sorrisinho amarelo.

— Menino — me virei para o Listing —, como ousa falar que a boca do Bill é do caralho? Você me desculpa, mas a sua voz não grava músicas. Só você e suas mãos — fiz cara de metida, e ele escancarou a boca. Bill soltou uma gargalhada estrondosa.

— O que foi que a Holpe disse? — Tom perguntou, e eu olhei para hiena mais uma vez.

— Ela pediu para que nós jogássemos o jogo — Silver respondeu por minha irmã, e meus olhos foram direcionados para ela. — Fez a lista de compras, e deixou um papelzinho falando qual seria o jogo.

— E vocês vão mesmo jogar? — Tom perguntou rindo, e todos assentiram.

— E vocês dois também vão — Gustav falou sorridente, apontando para Tom e eu.

— Por quê? — Perguntei, arqueando a sobrancelha.

— Porque ela quis jogar por causa de vocês dois — Bill respondeu sorrindo.

° ° °

Silver, hiena, os meninos e eu estávamos sentados no meio da sala, em uma rodinha, com uma mesinha do lado, onde estavam todas as coisas que eu e o Kaulitz compramos no mercado.

— Qual é o jogo? — Perguntei para Georch, que estava segurando o papelzinho que Holpe tinha deixado com o nome do jogo.

— Hm... Sete minutos no céu — ele respondeu rindo, arrancando gargalhadas minhas e de todo o resto.

— Isso é sério? — Gustav perguntou, enquanto comia alguns morangos.

— Parece que sim — hiena falou, pegando o papelzinho das mãos de Georg e o analisando. — Além do nome, a única coisa que está escrita aqui é "cada vez que duas pessoas foram para o 'céu', têm que levar um item da lista de compras".

— Vou pegar uma garrafa, então — Georg disse, se levantando, indo até a cozinha e voltando, segundos depois, com uma garrafa de vidro vazia.

— Eu começo! — Bill falou animado, colocando a mão na garrafa e a girando. Ela rodou, rodou, rodou e quando parou, todos nós olhamos para quem ela apontava, e Bill carregava um sorriso muito maldoso no rosto. Estilo Tom Kaulitz.
Voltar ao Topo Ir em baixo
kiinha kaulitz
Ao extremo
Ao extremo


Número de Mensagens : 2401
Idade : 22
Localização : São Paulo
Data de inscrição : 30/05/2009

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Amigos

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Dez 18, 2012 11:19 am

COMO VOCÊ OUSA PARAR BEM NESSA PARTE MOÇINHA? Sabia que eu posso morrer antes mesmo de poder ver a continuação? :c KKKKKKKKKKKK parei de drama G_G mas, quero logo a continuação *u* e descobrir em quem a garrafa parou *pensa*

CONTINUE RÁ.PI.DO
Voltar ao Topo Ir em baixo
Joyce Kaulitz th
Fanática
Fanática


Número de Mensagens : 1624
Idade : 21
Localização : no quarto com o th
Data de inscrição : 11/11/2011

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Site TH BRASIL

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Dez 18, 2012 1:34 pm

como ousa a parar na melhor parte bounce CONTINUA
Voltar ao Topo Ir em baixo
feerfigueiredo

Fã


Número de Mensagens : 63
Idade : 19
Data de inscrição : 28/10/2011

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Buscador

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Dez 18, 2012 11:04 pm

08 - Um jogo é apenas um jogo

Sabe quando você sente desde o começo do jogo, antes mesmo de rodarem a maldita daquela garrafa do capeta que fica no meio da roda, que você ia se dar mal desde o início? Olhei para a garrafa, depois olhei para Georch. Ele sorriu pra mim. E não foi um sorriso amigável ou confortador, não... Foi um sorriso maldoso, cheio de malícia, sacana.

— Então Chris — ele começou. — Você já transou com algum cara? — Perguntou, enfatizando bem o "transou" e eu arregalei os olhos. Silver, hiena, Bill e Gustav riram. Georch e Tom ficaram me encarando, esperando que eu respondesse.

— Eu tenho mesmo que responder isso? — Perguntei incrédula. — Isso é uma coisa pessoal minha e ninguém precisa saber se eu fui pra cama com alguém — cruzei os braços e fiz bico.

— Ou isso, ou você vai ficar trancada comigo por sete minutos — deu um sorrisinho safado e eu estava prestes a considerar essa hipótese, porque convenhamos né, o Georch é um tesão, que pelo amor de Kurt... Mas, alguém tinha que se intrometer.

— Responde logo, Christine — o Kaulitz falou, enfatizando meu nome.

— É Chris, Kaulitz — falei emburrada, e depois encarei o Listing, que esperava minha resposta esfregando as mãos. — Eununcafizissocomninguém — falei rápido e baixei os olhos.

— Ninguém entendeu porra nenhuma, Chris — Bill disse rindo.

— Eu nunca fui pra cama com ninguém — falei fechando a cara. Eu esperava ouvir risadas, mas só ficou o silêncio, nem Tom ria. Levantei os olhos, e todos me encaravam com um sorriso "fofo" no rosto, menos o Kaulitz mais velho, que tinha expressão. — Não vão me zoar?!

— Isso é tão lindo, Chris — Gustav falou, e seus olhos brilharam. — Você é bonita e não é igual a maioria das meninas — sorriu. Dei um meio sorriso para ele.

Coloquei a mão na garrafa e girei. Aos poucos ela foi parando e então parou no entre Tom e Gustav. Quem perguntava era o Kaulitz. Awn, que dó do ursinho. O guitarrista é perverso, senhoras e senhores. Ele judia.

— Gustav, você já fez sexo em banheiro público? — Tom perguntou e o Gustav ficou mais vermelho que um tomate. Ele olhou para o chão, para a luz, para a mesa, para os pés, mas não olhou para nenhum de nós. Todos começaram a rir. — Responde ursinho — o Kaulitz falou com voz melosa.

— Sim, já fiz — respondeu rápido, e rapidamente colocou a mão na garrafa e a girou. Todos riram de Gustav. Acho que mais pela sua vergonha, do que por sua resposta.

E a garrafa apontou... Bill e eu. Por que eu de novo?

— É uma pergunta simples, sem nenhum comprometimento físico ou emocional — ele falou, e eu arqueei a sobrancelha, olhando para ele confusa, assim como todos ali. — O que você mais gosta no Tom? — Perguntou e eu comecei a rir.

— Nada — respondi, ainda rindo. Olhei para Tom, e ele fez cara feia pra mim. Coloquei a mão na garrafa e a girei mais uma vez. Ela indicou... Agatha e Tom.

— E aí guitarrista — ela falou e ele riu. Desde quando ela o chama de guitarrista? Tsc, tsc. Coisa desnecessária. — Então, Tom... Você já se apaixonou? — Perguntou, e todos olharam para ele, inclusive eu. Por algum motivo, talvez curiosidade de fã, eu queria realmente saber a resposta.

— Eu já pensei que sim, mas não — respondeu normalmente e eu dei um sorrisinho fraco. Agatha colocou a mão na garrafa. — Ei, quem gira sou eu — o Kaulitz protestou e ela deu os ombros, girando a garrafa.

A garrafa girou um pouco, e depois apontou para Gustav e Silver. Ele perguntaria. Não sei porquê, mas não consigo imaginar o ursinho fazendo perguntas malvadas. Como se ele fosse um belo anjinho que só pensa coisas legais. Mas, bem, não se podia esperar muito dele naquela noite, afinal, ficamos sabendo que o mesmo já fez sexo em banheiro público, né.

— E aí priminha querida, você já fez... — ele começou, depois pegou o controle da TV, que estava jogado no sofá, e levou até a boca, como se fosse engoli-lo, mas depois afastou. Repetiu o processo umas duas vezes e... Meu Deus! Credo, Gustav.

— Não com o controle — Silver respondeu rindo e todos, menos eu, arregalaram os olhos. Eu sabia das safadezas que essa menina fazia. Parecia a irmã perdida de Tom Kaulitz.

Silver colocou a mão na garrafa e girou. A garrafa parou depois de um tempinho girando, e apontou para Georch e Tom... SÓ EU TINHA A CERTEZA DE QUE SAIRIA MERDA DISSO? Porque vamos combinar, que o Georch só pensa merda, né. Se tiver a ver com o Kaulitz então.

— Tom, meu caro amigo — Georch começou e o Kaulitz sorriu. — Conta-me uma coisa... Você já teve sonhos eróticos com a Chris? — Perguntou e... PUTA QUE PARIU, HEIN. TUDO É A CHRIS NESSA PORRA. SÓ A CHRIS SOFRE, SÓ A CHRIS SE FODE. Todos arregalaram os olhos, até o Tom. Ninguém esperava uma pergunta como essa.

— Já — o Kaulitz respondeu prendendo a risada e se controlando para não olhar para a minha cara, que eu tinha certeza que estava vermelha. Só não sei se de raiva, ou vergonha, porque ambas eram muito grandes. — Mas então, você me acordou — Tom falou. E Georch fez aquela cara de "sinto muito, mesmo".

O Kaulitz abaixou a cabeça, e ficou encarando a garrafa de vidro. Ninguém moveu um musculo, e eu estava ocupada demais tentando falar para mim mesma que assassinato iria me deixar anos e anos na cadeia.. Ainda mais por ser em um famoso. O Kaulitz colocou a mão na garrafa e antes de gira-la, levantou os olhos para me encarar. Aquela obra do capeta girou algumas vezes e então parou. A bunda apontava pra mim, e o bico para o Kaulitz.

— Faz tempo que quero perguntar isso, Christine — ele falou, e eu revirei os olhos quando ouvi meu nome. — Quem é seu favorito da banda? — Perguntou sorrindo.

Eu poderia responder tudo. Quantos garotos eu já beijei, que, aliás, não foram muitos; se eu já tive um sonho erótico com o diabo a quatro, se eu já beijei alguma garota, se eu já me masturbei, se eu já virei o capeta... Menos isso. Então você pensa: "Você poderia mentir, Chris". Não, eu sou uma péssima mentirosa. Ainda está pra nascer uma pessoa que minta tão mal quanto eu.

— Eu me recuso a responder essa — falei rapidamente, e o encarei. — Não vou responder isso, nem hoje, nem nunca — disse decidida e ele sorriu.

— Sete minutos, baby — ele falou passando a língua por aquele piercing maldito e eu arregalei os olhos. — E não pode mais voltar atrás — completou.

Abri a boca para falar algumas vezes, mas nada saía e Tom me olhava com um sorriso divertido brincando em seus lábios. Ninguém falou nada, N-A-D-A. Só ficaram olhando para mim e para Tom.

— Onde? — Perguntei contragosto. Todos sorriram - exceto eu - e se levantaram.

— Naquele quarto, do fim do corredor — Silver falou animada, e tanto eu quanto hiena a olhamos com a sobrancelha arqueada.

— Mas, aquele quarto está com a luz queimada a uns dois meses — Agatha falou lentamente, como se estivesse conversando com uma retardada. E bom, de certa forma, estava.

— Por isso mesmo — ela falou sorrindo e hiena tratou de colocar um sorriso de orelha a orelha em seus lábios. Georg, Gustav e Bill também sorriram.

Tom e eu ficamos um ao lado do outro, olhando para todos com aquela cara de "o que vocês estão esperando que a gente faça lá? São só sete minutos para um irritar o outro". Mas, na mente poluída daqueles seis filhos de uma boa mãe, íamos fazer muito mais. Bill voltou até a mesinha, pegou o chantili e entregou para Tom, que riu debochado.

Todos nós subimos as escadas em silêncio, e eu me apoiei em Georch na hora de subir. Sabe, para evitar tombos e possíveis tumores na cabeça. Apenas precaução. Ninguém falou nada quando paramos em frente a porta do quarto, só empurraram Tom e eu para dentro, e trancaram a porta.

Estava tão escuro dentro daquele quarto, que eu não enxergava nada, nem minhas próprias mãos. Virei de costas para a porta e dei dois passos. Acabei trombando com alguma coisa dura, mas macia. Passei as mãos pelo local e acabei notando que esse local tinha músculos e um peito um tanto quanto interessante.

— Tudo bem, eu deixo você abusar de mim — o Kaulitz falou, com uma voz rouca, baixa, sexy e que parecia meio... Provocativa?! Dei uma risada sarcástica.

Tirei as mãos de seu peito, e me afastei. Meu celular não estava comigo, então não conseguia saber quando nosso tempo acabaria, nem conseguia iluminar o quarto. Uma parte bem pequena do quarto era iluminada pela luz da lua. Mas, era uma parte quase que minúscula, na janela.

Andei até a janela, e me apoiei na mesma. Um vento frio batia ali, e senti meu corpo se arrepiar com ele. Meus cabelos soltos eram movidos lentamente pelo vento. Até aquele momento, o Kaulitz não tinha falado nada. Mas, sentia alguém me olhando.

Vire-me e fiquei com as costas encostadas na janela. Tentei achar o Kaulitz com os olhos, mas a escuridão não deixava. Aos poucos fui sentindo que ele estava vindo até mim, então saí de perto da janela e comecei a andar até algum lugar escuro do quarto. Em certo ponto do meu caminho, senti alguém segurar meu braço, e me rodar, me fazendo encostar na parede.

— Você realmente não gosta de nada em mim? — Kaulitz perguntou baixo. Mas, não parecia uma pergunta provocativa, parecia uma pergunta curiosa.

— Por que quer saber? — Respondi com outra pergunta, e ele passou a mão direita pela minha cintura, me desencostando da parede e me colando ao seu corpo.

— Não vai responder? — Perguntou me apertando mais forte e me levantando do chão. Fazendo com que eu ficasse com os pés em cima dos seus. Não que isso fosse o suficiente para nos deixar da mesma altura, mas eu conseguia sentir sua respiração muito próxima. E mesmo que não pudesse enxerga-lo, olhava para cima, tentando ver seu rosto e sentia que ele olhava para o meu.

— E você? — Devolvi a pergunta, com a voz um pouco trêmula. É meio difícil falar quando tem alguém tão perto de você e quando esse mesmo alguém está te apertando fortemente contra seu corpo. Ouvi a risadinha de Tom, e tenho quase a absoluta certeza de que ele passou a língua pelo piercing e mordeu o lábio de forma impaciente. Eu conheço meu ídolo, eu conheço Tom Kaulitz.

A respiração de Tom foi ficando cada vez mais próxima, até o ponto em que eu sentia que ela se chocava com a minha. Senti seu hálito quente perto demais de mim. E eu não sabia porque ainda não tinha nos afastado. Então, ouvimos o barulho da porta e nos separamos bruscamente.

Aos poucos a porta foi sendo aberta, e o quarto era iluminado. Andei até a porta, onde Georch e Bill estavam parados sorrindo.

— Desistimos do jogo — Bill falou, e eu fiz uma cara de alívio; apesar de ser meio estranho. — Vamos assistir a um filme.

— Silver e Gustav estão fazendo pipoca e Agatha está escolhendo o filme — Georch completou a fala de Bill.

— Legal — falei normalmente, passando por eles e seguindo rumo ao andar de baixo.

— Eu nunca vou me cansar de falar que você tem belas pernas, Chris — Georch falou rindo, e eu lhe mostrei o dedo do meio sem me virar, o que só o fez rir mais.

Desci as escadas devagar, e me sentei no sofá. Fiquei pensando na merda que tinha acontecido no quarto. Não tinha sido nada de mais, certo? Ah, mas é claro que não. Olhei para o lado, e o tinha um montinho de cobertores. Peguei um preto, e me enrolei nele.

— Hora do filme — Tom gritou, chamando minha atenção. Virei para trás e estava ele, Bill e Georch andando até a sala. Com um detalhe: ambos só de bermuda.

Georch se jogou no sofá do lado do meu, Bill se jogou em um dos colchões que estavam no chão e Tom... Bem, esse se jogou no sofá em que eu estava, apoiando a cabeça nas minhas pernas, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

— Kaulitz, tira esse cabeção daqui e vai deitar em outro lugar — falei brava e ele apenas revirou os olhos, sem mover um músculo sequer.

Antes que eu pudesse pensar em empurra-lo para que a fuça dele tivesse um encontro com o chão, a campainha tocou. Franzi a sobrancelha e estranhei o fato de alguém estar batendo na nossa porta essa hora de noite.

Bill se levantou, e eu o acompanhei com o olhar, porque eu sou inteligente e ele é gostoso. Não precisa de maiores explicações. Ele então abriu a porta e antes de ouvi-lo dizer qualquer coisa, já tinha uma garota baixinha - um pouco mais alta que eu - entrando na minha casa, puxando duas malas de rodinha e carregando uma maletinha, com a cabeça abaixada e concentrada em puxar as malas.

— Foi uma ótima recepção, Chris — ela falou sorrindo, assim que ergueu a cabeça.

— Mylena? — Falei surpresa e aos poucos, um sorriso enorme foi nascendo em meu rosto.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Steph MADA
Mega Fã
Mega Fã


Número de Mensagens : 758
Idade : 17
Localização : Lins.SP
Data de inscrição : 19/12/2012

Minha ficha
Como conheceu o fórum?: Buscador

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Jan 01, 2013 12:35 pm

^^
Eu li no Nyah!
^^
Estava na parte da casa de campo ^^
MAS,
CONTINUA! Twisted Evil
Voltar ao Topo Ir em baixo
ohannakaulitz

Fã


Número de Mensagens : 74
Idade : 19
Localização : Aracaju - Se
Data de inscrição : 26/05/2012

Minha ficha
Como conheceu o fórum?:

MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Jan 01, 2013 8:24 pm

Eu Acompanhava no Nyah! mas já excluíram a Categoria, bom Continua ele está Perfeita:)

OhannaAlien;3
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: - Effects!   Hoje à(s) 10:38 am

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
- Effects!
Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo 
Página 2 de 5Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte
 Tópicos similares
-
» - Effects!
» Monstro Effects
» Darta Effects Custom Shop
» Effect Loop
» Lakland DJ5 + Effects

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
TH BRASIL OFICIAL - Fórum :: Fan Stuff :: FanFics-
Ir para: