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 - Effects!

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Missy Bardot
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Mar 19, 2013 7:58 am

Ebaaaaaaaaaaaa...haha até que enfim vão parar de implicar um com o outro (ou não)
continua que to viciada study
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AnaCarolina_ff
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Mar 19, 2013 6:56 pm

Me sinto viciada! Já ligo o computador pensando "cara, preciso ir no fórum ver se tem capítulo novo de Effects...", amo/sou I love you
Trégua... hmmmmmmmm
E o que vem agora? Um convide para jantar? Um noite na balada? Acampar na floresta e se pegar loucamente sob a luz do luar? kkkkkkk
Continua!
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feerfigueiredo

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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Mar 21, 2013 12:47 pm

Capítulo 16 - Quero sentir você.


Era estranho, muito estranho.

Eu estava deitada na cama da minha irmã fazia uns quarenta minutos, e não consegui achar nenhum motivo decente para o Kaulitz querer uma trégua.

Tudo bem que nossas brigas estavam começando a ficar chatas e sem motivo, ainda mais porque depois de tudo, nós acabamos por nos beijar duas vezes. Quero dizer, quem se odeia se beija? Não que eu goste do Kaulitz, não é isso. Mas eu acho que não chego a sentir ódio por ele ser tão irritante às vezes, ou tão egocêntrico, ou por me fazer sentir tão intensamente o efeito de cada toque, beijo, briga, sorriso seu. Isso é gay, eu sei.

E como bem sei, ele é um dos meus ídolos. Não tem como se odiar um ídolo. Bom, pelo menos não um que você idolatrava há duas semanas.

Ainda deitada na cama, ainda pensando, ainda sem respostas. Eu estava curiosa sim, e essa trégua não parecia ser algo sem sentido ou sem um motivo.

Franzi a testa e provavelmente estava com uma cara de quem tinha acabado de levar um soco no estômago ao mesmo tempo em que era obrigado a engolir uma centopeia.

— Tudo bem? — alguém perguntou lentamente, coisa que me fez abrir os olhos e dar de cara com Georch, que me olhava como se eu fosse um ser de outro planeta. Não que essa seja uma possibilidade muito distante.

Dei um pulo da cama assim que uma ideia extremamente estúpida se passou pela minha cabeça. Se eu queria saber algo, tinha que perguntar ao Georch, O MELHOR AMIGO DO TOM. E eu sei que era uma ideia idiota, porque sendo amigo do Kaulitz, ele provavelmente não me contaria porra nenhuma, mas o Ge tem a língua grande, ele é um péssimo em manter segredos. Sua necessidade de zoar alguém vai além. Assim como o Kaulitz.

— Georg, anjo da minha vida, rei dos cabelos macios e sedosos — comecei e ele deu um sorriso metido quando falei de seus cabelos. — Precisamos conversar.

— O que é? — Perguntou impaciente. Cara, eu nem comecei a falar e ele já estava com vontade de ir embora? Obrigada, diretor, eu sei que tenho uma voz irritante.

— O que o Kaulitz está aprontando? — Perguntei serrando os olhos e ele arqueou a sobrancelha, se sentando na cama de Agatha e me puxando para sentar ao seu lado. — Ele propôs uma trégua entre nós dois, mas isso é muito suspeito. Digo, é o Tom.

— Sim, o Tom, aquele que te beijou loucamente em cima da mesa da cozinha onde todo mundo come, e que te deu um beijo enlouquecido no seu quarto pouco tempo atrás — falou normalmente e então olhou no fundo dos meus olhos. — É tão sem sentido assim ele querer uma trégua?

— Sim, é — falei como se fosse óbvio, ignorando tudo o que ele tinha falado segundos atrás e me olhou de forma incrédula. — Georg, eu e o Tom não conseguimos ficar sem brigar, e em minha defesa, é sempre ele que provoca — ele riu pelo nariz e então se levantou.

— Chris, se ele está ou não aprontando alguma coisa, eu não sei — levantei também e ele deu um sorrisinho. — Mas não fique martelando— sorriu e deu um beijo em minha bochecha antes de sair do quarto.

No minuto seguinte, antes mesmo que eu pensasse em me jogar na cama e voltar a pensar em algum motivo que fosse ao menos decente para o Kaulitz querer a trégua, Mylena entrou no quarto bufando e se jogou em sua cama com os braços abertos.

Estranho. Normalmente quem bufa sou eu quando brigo com o Kaulitz.

— O que foi? — perguntei, sentando ao seu lado na cama.

— Ele não me deseja — disse de olhos fechados e fez uma cara de dor. — Bill não me quer e por que ele não me quer? — abriu os olhos, jogou a cabeça para o outro lado e fez uma cara de duvida misturada com dor. Foi engraçado, mas eu não podia rir, ela estava triste.

— Como pode ter certeza que ele não te quer? — Perguntei sorrindo e dando um peteleco na ponta de seu nariz. Sim, eu sou uma pessoa carinhosa ás vezes e eu sei dar um sorriso que não seja sarcástico.

— Ele não dá bola, sabe — voltou a fechar os olhos. — Parece que ele nem sabe que eu existo, como se eu fosse só alguém que está passando do lado, ou sei lá. Quando ele me olha, parece que tem alguma coisa, mas então ele vira o rosto e puxa assunto com sua irmã ou Silver.

— Pelo menos ele não briga tanto com você como Tom brigava comigo e vice-versa — falei normalmente, apoiando as mãos no colchão. Mylena abriu os olhos assim que terminei de falar e me olhou como se eu estivesse louca e precisasse ser internada. Foi tão automático que cheguei a me assustar.

— Eu queria que o Bill brigasse comigo do jeito que Tom briga com você — franzi a sobrancelhas e então foi minha vez de olhá-la como se ela estivesse louca. Ela tinha fumado quantos quilos de maconha? — Vocês não apenas brigam vocês se provocam. Brigar é o que nutre o desejo de vocês um pelo outro, isso é visível.

— Você viaja legal, Mylena — falei sincera e ela revirou os olhos, voltando a fecha-los no mesmo instante.

— De qualquer maneira... Eu estou prestes a xingar o Bill, Chris — respirou fundo, como se estivesse se controlando pra não ir fazer isso naquele momento. — Isso está me levando a um ponto, que qualquer coisa que ele fala me dá vontade de ser grossa e chata, assim mesmo, sem motivo aparente. Tenho vontade de avançar nele e bater até ele se tocar, não importa como, de que eu quero aquele corpo desgraçadamente delicioso pra mim! — Ela estava meio muito descontrolada.

— Menina, se controla — falei rindo, meio assustada. Nunca vi Mylena assim. Sabe, ela tem seus desejos, mas desejar alguém desse jeito é algo muito, muito novo. — Nunca vi você desse jeito.

— Chris — ela se levantou, ficando frente a frente comigo e colocou a mão em meus ombros —, promete que se você perceber que estou prestes a explodir e xinga-lo como se eu fosse uma louca, você me puxa e tenta me controlar? Vale até tapa na cara se eu não me acalmar logo.

— Prometo! — Escondi a mão atrás das costas sem que ela visse e cruzei os dedos. É meio infantil, né?!

Enfim, claro que eu não poderia fazer isso. Gosto de ver o circo pegar fogo e sou louca pra ver o Bill meio perdido, ou prestes a perder o controle. Vai que isso ajuda os dois de alguma forma. Não foi a Mylena que disse que "brigar nutre o desejo de Tom por mim e vice-versa"?

Não sou má. Sou esperta.

— E eu vou fazer de tudo pra ficar longe dele — falou meio triste, mas decidida. Agora as coisas estavam ficando mesmo divertidas.

— Meninas! — Bill entrou no quarto animado e andou até onde nós estávamos sentadas. Notei que Mylena fechou os olhos e respirou fundo, muito fundo. Prendi minha vontade imensa de rir naquele momento. — Gordon teve uma ideia bem legal — começou e antes que continuasse, Mylena levantou da cama e saiu do quarto, apressada. —... O que deu nela?

— Nada, ué — dei um sorriso amarelo e ele me olhou com a sobrancelha arqueada. — E essa ideia? — Perguntei e o vi abrir um sorriso.

Bill disse que tio Gordon deu a ideia de fazermos uma fogueira lá fora, porque de noite fazia certo frio na fazenda. Eu até gostei da ideia. Acho que seria a primeira coisa que nós faríamos juntos desde que eles entraram pessoalmente na minha vida. Nem perguntei quem faria a fogueira, pois tinha certeza absoluta de que seria Silver, já que ela foi a mais acampamentos de verão do que eu consigo me lembrar.



Estávamos na parte de frente da casa, há uns três metros do começo da floresta, em volta da fogueira, enquanto a parte "mais velha" estava conversando um pouco mais longe de nós, em volta de uma mesa de madeira.

Cada um de nós se embrulhou em cobertas quentes e ficamos lá, sentados em volta da fogueira, conversando. Tom estava sentado do meu lado, Mylena estava sentada entre Georg e Gustav, com a cabeça encostada no ombro do Listing, que ficava a cada dois minutos perguntando por que ela estava triste. Bill estava sentado ao lado de Agatha e Silver tinha sumido há uns três minutos.

— Tudo bem mesmo, Mylena? — Georg tornou a perguntar e eu revirei os olhos. Minha amiga apenas deu uma risadinha e assentiu com a cabeça.

— OLHA ISSO! É MÁGICA! — Ouvi a voz de Silver falar um pouco distante e todos nós nos viramos para olhar.

Ela estava segurando uma daquelas velas de aniversário, que quando se acende parecem fogos de artificio em uma proporção MUITO pequena. Ela mexia a mão direita pra lá e pra cá, pulava e ria feito uma louca. Ela estava bêbada? Havia um monte de coisas no chão perto dela.

Notei minha irmã passando por mim e indo até o tio Gordon. Os dois conversaram alguma coisa e então ela entrou em casa.

— Vão ficar aí parados? — Silver gritou pra nós e então acendeu um vulcão prata que solta fogos e se afastou.

Todos se levantaram, deixando seus edredons onde estavam e então correram até ela. Olhando de onde eu estava, sentada no chão, parecia câmera lenta. Todos chegaram até ela e então os fogos começaram a explodir e todo aquele brilho prateado iluminou onde estávamos.

Silver pulou nas costas de Gustav e começou a rir feito uma louca. Levantei de onde estava, também deixando meu edredom perto da fogueira, e fui até lá.

Comecei a ouvir a introdução de uma música que eu conhecia bem e me virei em direção a ela, assim como todo mundo. Hiena estava parada perto da porta, o carro do tio Gordon estava ali também, com a traseira aberta e a música tocava alto.

Os fogos pararam.

Silver desceu do colo do Gustav e agachou no monte de coisas que tinha ali perto. Ela pegou uma caixinha colorida e então tirou de dentro dela uma daquelas velas que estava segurando há minutos atrás para cada um de nós. Depois pegou uma caixinha de fósforo, acendeu um, e parou em frente de nós. Agatha já estava ao nosso lado.

— Acendam — falou sorrindo.

Ao mesmo tempo, nós todos colocamos as velas naquela pequena chama e esperamos que acendesse.

Foi meio mágico quando se acenderam.

Parece tão sem graça quando você ouve alguém falar que fez isso, ou quando vê em um filme. Mas é tão divertido quando você está segurando uma coisa que está estourando em suas mãos. E é bonito.

Não só eu, como todos nós ali começamos a ir com a mão de um lado para o outro e pular como se fossemos idiotas, com sorrisos certamente idiotas no rosto. Era meio engraçado, porque Gustav, Bill, Georg e Tom eram tão... masculinos, não sei. Era engraçado de uma forma doce e meio boba. Era como um grupo de amigos se divertindo intensamente, uma diversão sincera e sem sentido, e eu me sentia parte daquele grupo. Sentia que todos ali faziam. Não sobrava ninguém, não faltava ninguém.

Quando nossas velas se apagaram, olhamos um para cara do outro e começamos a rir. Então Agatha e Silver, uma ao lado da outra, ficaram nos olhando com olhares ternos e aquilo foi estranho, meio desconfortável, pra mim, pelo menos.

— Pessoal, tem muito disso aqui — Silver falou com um sorrisão e apontou para o montinho de coisas que eu ainda não tinha conseguido decifrar o que eram. — Mas queremos falar uma coisa pra vocês antes — apontou para si mesma e Agatha.

— Podem falar, coisas chatas — Gustav falou carinhosamente e nós rimos.

— Vocês são lésbicas? — Georg perguntou surpreso e nós caímos na gargalhada.

— Não, Agatha estava se pegando com o Gustav outro dia — Tom falou normalmente e depois arregalou os olhos, se tocando de que ninguém sabia disso, só nós dois.

— Certo, podemos falar? — Silver falou rindo enquanto minha irmã ficava mais vermelha que um tomate maduro. Todos nós assentimos e ambas respiraram fundo.

— Nós vamos pra França amanhã — hiena falou com um sorriso esperançoso e todo mundo ficou de queixo caído.

— Fazer o que lá? — Bill perguntou e Mylena o olhou de canto.

Silver e Agatha nos explicaram que a Schäfer estava namorando um francês e isso já fazia dois meses - legal ela não ter me contado. Então, o namorado a chamou para ir pra lá com Agatha, e elas aceitaram. Elas não são loucas, ok? Eles já tinham se conhecido antes. Minha irmã estava indo porque ela começou a conversar com o irmão do namorado da Silver e ele queria conhecer ela e blá blá blá. Toda aquela coisa de filme adolescente, sabe? Parecia mentira.

E pior: eu não sabia de nada disso. Eu nem desconfiava. Onde minha cabeça foi parar nesses dois meses? Talvez eu tenha ficado vidrada quando minha mãe falou “você vai passar dois meses com o Tokio Hotel”. E um mês e meio depois eu fiquei concentrada nos quatro garotos que começaram a frequentar minha casa, mas especificamente em um deles, que me fazia querer cometer assassinado a cada palavra que dizia.

Não sei, talvez tenha sido isso.

Depois de ficarmos chocados, meio tristes por elas irem embora e voltar a ficar chocados por mais cinco minutos, as duas começaram a falar que nós tínhamos que aproveitar nossa última noite com elas, e que tinha que ser uma noite memorável. Continuando com toda aquela merda de filme adolescente.



POV's Mylena

Eu estava querendo implorar pra ir junto com Silver e Agatha para a França. Não sei mais quanto tempo aguentaria olhar para o Bill sem ter vontade de arrancar a cabeça dele com meus dentes.

Estava me segurando para não gritar: “me coloquem na mala e me deixem ir junto”.

Eu estava com um pouco de raiva dele sim, e era uma raiva totalmente sem sentido. Irritava-me ver ele me olhar nos olhos de um jeito maluco e depois voltar a me ignorar como se eu fosse ninguém. Isso é possível? Nós conversamos os dois dias que eu fiquei na casa da Chris, ele parecia interessado em mim. Então, de repente, BUM! Não me quer mais.

Bipolaridade, oi.

Olhei para ele e o mesmo estava tentando dançar com Gustav e Agatha, mas ele não sabe dançar, isso foi provado naquele minuto. Olhei para o outro lado, e Tom estava tentando ensinar Chris a "dançar" rap. Os dois levantavam a mão, depois abaixavam, e então o Kaulitz levou uma das mãos à boca e a outra pra cima, dando algumas mexidas. Ver Bill tentando dançar não era tão estranho comparado a Tom e Chris "dançando" rap.

Silver estava dançando com Georg, então ele me olhou, se levantou e veio até onde eu estava.

— Para de ficar triste, essa é uma noite alegre — falou tentando me animar e eu dei um meio sorriso. — Se quiser, amanhã eu deixo você encharcar minha camisa com lágrimas, mas agora você vai dançar comigo e Silver.

Olhei para aquele monte de coisas que estavam com Silver quando ela estourou aquele vulcão de prata e vi algumas garrafas de vidro muito interessantes.

— Oba! Álcool! — gritei animada, me desvencilhando das mãos de Georg e indo até as garrafas, assim como todos fizeram logo em seguida.

O que os mais velhos pensam? Onde eles estavam pra nos corrigir? Não sei, nem estava a fim de saber.



POV's Chris

Quarenta minutos depois, bastante álcool no organismo, e todos ali já estavam mais animados, inclusive eu. Não estávamos bêbados... ainda. Mas estávamos mais soltos.

Foi então que a música parou, dando lugar para uma muito melhor, que me fez abrir um sorriso sem vergonha e balançar a cabeça com o ritmo que ela tinha. She's a genius era uma das músicas que mais me animavam.

Tom e eu começamos a dançar como dois babacas bêbados... Quando começou o solo de guitarra da música, automaticamente, nós dois fingimos que estávamos tocando guitarra.

Parei de me mexer e dei uns três passos, ficando muito próxima de seu corpo. Tom abaixou o rosto para me olhar, fazendo com que nossos rostos ficassem muito próximos, então me aproximei de seu ouvido e cantei junto com a música:

Love is when you wanna kiss and you get bit — mordi seu pescoço bem de leve e me afastei logo depois, lhe lançando um sorriso maroto e me virando de costas, jogando as mãos pro alto e voltando a dançar.

Então a música mudou, andei até Mylena e ela até mim. Era inside of you e nós duas simplesmente amávamos aquela música. Ergui as mãos para cima e ela também, cruzamos nossos dedos e começamos a dançar com as mãos para cima.

Só bebendo pra dançar mesmo, porque eu, e com certeza Mylena também, não dançaria sóbria nunca. É uma coisa quase impossível de acontecer. Como disse, não estava bêbada a ponto de não me lembrar de meu nome ou onde estava, mas estava animada a ponto de dançar.

Soltei as mãos de Mylena e andei até onde Bill e Georg estavam. Mylena se virou para nós, jogou as mãos para o alto, fechou os olhos e voltou a dançar sozinha no ritmo da música. Estávamos a apenas um metro de distância dela.

Bill andou até onde ela estava, passou o braço por sua cintura e a puxou para si, colando seus corpos. Ela abriu os olhos meio assustada. Ui, Bill com pegada. Fotografem isso, senhoras e senhores.

Eu e Georg não estávamos dançando, apenas olhando para os dois e então, Tom estava ao nosso lado, também prestando atenção nos dois. Sim, somos três fuxiqueiros mesmo.

— Por que você está me ignorando? — Perguntou em seu ouvido, mas foi alto o suficiente para que nós, os três fuxiqueiros, ouvíssemos. — Estou tentando falar com você há uns trinta ou quarenta minutos.

— Eu não estou — ela falou normalmente, tentando se afastar dele. Sem sucesso. — É só impressão sua — levantou a cabeça para olhar seus olhos.

— Você está mentindo — afirmou. Não pude ver seu rosto, porque ele estava de costas pra mim e os outros dois, mas eu poderia imagina-lo com um sorriso de certeza no canto dos lábios. Ele e Tom eram parecidos em muitas coisas. O ego enorme era uma dessas coisas.

— Eu ignoro pessoas que me ignoram — ela falou afiada e ele afrouxou o aperto, dando tempo para ela se soltar de seus braços e andar até nós.

Aquela realmente doeu em mim. Poderia ter dormido sem essa, né Bill? Como minha prima Holpe falava, depois de uma dessas, eu cuspia no chão e saía nadando. Eu sempre ria disso. Como sou doente.

Voltei a mexer meu quadril levemente e a música já estava no finalzinho, então senti uma respiração em meu pescoço e depois uma mordida leve, mas um pouco dolorida em meu pescoço.

— Quero sentir você — ouvi a voz de Tom sussurrar muito baixa e lentamente em meu ouvido. Aquilo me arrepiou. Não apenas sua voz, mas imaginar de que forma ele queria me sentir. Meu coração deu um pulo.

Quando fui me virar para olhar o Kaulitz, um celular tocou. Era o de Georg. Virei-me para olhar e Tom colocou a mão na minha cintura, como se estivesse me abraçando por... por uma simples vontade.

Georch encarou o celular e fez uma careta, então nos lançou um sorriso e se afastou de nós, colocando o celular no ouvido logo em seguida.

Mylena apenas me olhou, lançou uma piscadela e um sorriso maroto, e então saiu de perto do Kaulitz e de mim, indo dançar com Gustav e Silver.

Virei-me para Tom e ele estava com um sorriso diferente. Um sorriso que eu vi poucas vezes em seu rosto. Era um sorriso terno, meio confuso, um pouco transtornado. Ou eu realmente tinha bebido mais do que deveria e começava a imaginar coisas.



Tom via olhava aquela garota baixinha em sua frente e ficava se perguntando como um homem como ele, de 23 anos, poderia se sentir tão atraído por ela, uma simples garota de não havia nem descoberto as "coisas boas" da vida.

Os olhos dele mostravam a confusão que pairava em sua mente e ele torcia para que ela não notasse. Afinal, o que era que ele sentia por ela? Porque não gostava nem de imagina-la com alguma outra pessoa? Por que foi tão bom ver um filme de terror abraçado com ela? Por que dormiu tranquilo quando estava abraçado com ela, coisa que não fazia há tempos? Por que seu jeito meio marrento e o sorriso infantil e perverso chamavam tanto sua atenção? Eram tantos por quês sem resposta.

Aos olhos do Kaulitz mais velho, o mundo pareceu sumir e ali só tinha os dois. Sem pais, sem amigos, somente os dois. Ele levou sua mão direita para o pescoço de Christine, sem estragar o contato visual que eles mantinham. Acariciou a bochecha dela com o polegar e colocou a outra mão em sua cintura. Eles se aproximaram e mesmo com a diferença de altura, seus rostos ficaram muito próximos.

Sem pensar direito, sem se importar com quem estaria ou não vendo, Tom juntou seus lábios com os de Chris. Foi somente um encaixar de lábios, só pelo sabor, pelo toque. Eles queriam muito mais, isso era visível... Mas isso era o máximo que podiam fazer ali e por hora, parecia ser o suficiente.




— Pessoal — Georg gritou um pouco longe e eu me afastei de Tom.

Ele se aproximou de nós dois e os outros, que estavam um pouco mais afastados, caminharam até nós também, para ouvir o que Georch queria falar.

— O que foi? — Mylena perguntou e depois me olhou pelo canto de olho. Pude ver um sorriso perverso nascer em seu rosto.

Merda, ela viu!

— Era o David no telefone — Ge falou, chamando minha atenção para o assunto e voltando a olhar para ele. — Ele nos quer em Los Angeles ainda essa semana — concluiu, dirigindo suas palavras a Tom, Gustav e Bill.
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Steph MADA
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Mar 21, 2013 12:54 pm

Não vão não
bua
Não deixem a louca da Christine em paz!
Nem a louca da Mylena.
Continua.
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Mar 21, 2013 1:20 pm

Ahhh tu para numa hora crucial dessas???maldosa....
Cara,logo agora que o Tom e a Chris estavam se acertando Sad
Continua liebe study
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Mar 21, 2013 4:52 pm

KD? bua
Isso é tortura! Com elas e comigo! Como você pôde parar logo agora?
Tom in love é sempre muito lindo *-*
Pfvr, continua! Pfvr, pfvr!
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Dom Mar 24, 2013 12:15 am

Capítulo 17 – Maybe this time.

Eu estava de boca aberta. Mylena estava do mesmo jeito. Tom, Bill e Gustav estavam com caras confusas e Georch com uma careta. Agatha e Silver... não consegui descrever suas expressões faciais. A única coisa que tinha certeza naquele momento era que todos nós estávamos chocados.

— Legal — falei baixinho.

Quer dizer que todo mundo ia me abandonar? Bom, pelo menos a mim e a Mylena. Silver e Agatha iam viver seus romances franceses na própria França, os meninos iam para Los Angeles - Georg e Gustav também, para a minha surpresa - e Mylena e eu ficaríamos naquela casa de campo, sozinhas - porque companhia de gente velha não é das melhores, nada contra gente velha, claro - e sem ter nada pra fazer.

Mas, era tudo que eu queria, não era? Ficar longe deles logo, desde o primeiro dia em que os vi na minha casa fiquei torcendo para que eles se mandassem logo. Se era o que eu tanto queria, por que uma coisa estranha tomava conta de mim agora? Quero dizer, era meio confuso. Como se eu tivesse me apegado e não quisesse ficar longe. Eu, justo eu.

Eu não queria que eles fossem embora.

— Duas semanas — pensei alto e todo mundo me olhou. Ergui a cabeça, encarando aqueles quatro seres humanos consideravelmente mais altos do que eu parados em minha frente. — Vou me livrar de vocês mais cedo do que eu imaginei — tentei sorrir, mas deve ter saído mais parecido com uma cara de quem acabou de cheirar lavagem.

— Olha só que legal, aguentei vocês por uma semana — Mylena falou dando um sorriso fraco e levantando os olhos.

Todo mundo ficou olhando pra nós duas com uma expressão de pena. Argh, como eu odiava aquilo. Só por que nós vamos ficar nesse fim de mundo, sozinhas com três casais de velhos que pensam que ainda são adolescentes e ficam se agarrando em todos os cantos?

— Nem pensar — Georch se prontificou em dizer e andou até Mylena e eu, parando no meio de nós duas e passando os braços em nossas cinturas e nos apertando forte contra seu corpo. — Vocês não vão se livrar de mim tão cedo, nem mortas.

Listing era totalmente diferente do que eu imaginava como fã. Era engraçado, muito engraçado. Mais que o Tom, aliás. Era do tipo de pessoa que gostava de te animar em vez de falar "pode chorar". Era mais impaciente do que eu esperava e era muito esperto.

— E isso quer dizer? — Perguntei meio confusa.

— Vocês duas vão com a gente, oras — ele falou e eu arregalei os olhos, erguendo meu rosto para encara-lo. — Nos comprometemos a cuidar de você por dois meses, Chris. E a Mylena é nosso brinde — Mylena soltou uma gargalhada melodiosa.

— Sim, é uma ótima ideia — Tom falou animado. — Tenho certeza que seus pais vão deixar, Chris — adicionou antes que eu pudesse abrir a boca pra protestar.

— A gente vai, claro que a gente vai — Mylena falou com um sorriso de orelha a orelha e depois olhou para o Kaulitz, dando uma piscadela para ele, que lhe lançou um sorriso igualmente aberto.

— Que legal — Bill falou animado, dando alguns pulinhos e batendo palmas. Quase pude ver o garoto de dezoito anos quando ele fez isso. — Vocês vão ficar na nossa casa... em Los Angeles — seu sorriso se abriu mais e então ele lançou um olhar pra Mylena, que fingiu não notar e olhou pro outro lado. Eu ri baixinho e quando olhei pra Tom, percebi que ele também tinha notado aquilo, e também ria disfarçadamente.

— Não vamos parar de nos divertir, então — Silver gritou e levantou a mão que estava segurando uma garrafa de vodca para cima.

Georch sorriu e tirou seus braços em volta de mim, me dando um beijo demorado na bochecha e indo dançar com a baixinha número dois.

Virei e comecei a ir em direção a casa, quando ouvi alguém me gritar:

— Chris — olhei para trás e era Agatha. — Está indo onde?

— Banheiro — respondi dando os ombros e ela assentiu.

Segui meu caminho.


Não gostava de ficar me olhando no espelho, isso me irritava porque eu percebia o quão sem graça e sem sal eu era. Mas eu estava lá, escorada na bancada de madeira do banheiro, olhando no espelho e tentando achar algum sinal de pavor ou discórdia no meu olhar. Não achei porra nenhuma.

Droga! Eu queria ir para Los Angeles.

Abri a torneira, e pela primeira vez em cerca de quinze minutos, desgrudei os olhos do espelho e fiquei apenas olhando para minha mão. Joguei um pouco de água no rosto e depois voltei a olhar no espelho. Horrível. Se uma pessoa já é feia à seco, com o rosto molhado então... chega a ser deprimente.

Puxei uma toalha de rosto que estava pendurada um pouco atrás de mim e sequei meu rosto, jogando a toalha em cima da bancada logo depois.

"Quero sentir você"... Essa frase me torturava. Três palavras normais, que quando são ditas pela pessoa "errada", causam danos e efeitos perigosos. Por que Tom tinha falado aquilo pra mim? E por que selou nossos lábios daquele jeito? E por que motivo eu tinha gostado de ouvir?, de sentir?

Bêbada. Eu só podia estar bêbada. Bem, eu esperava por isso. Mas eu sabia que não estava, eu sabia que tudo que eu estava fazendo era consciente... apenas estava com mais coragem. E eu também sabia que me lembraria de tudo no dia seguinte.

Virei-me para sair daquele banheiro, e quando abri a porta, dei de cara com um Kaulitz curioso que estava, provavelmente, com os ouvidos colados na porta, pois quando a abri, não caiu por pouco. Ele me deu um sorrisinho sem graça.

— A curiosidade matou o gato, Tom — falei baixinho. Palmas para mim. Tanta coisa útil ou pelo menos interessante para falar e eu fui falar de uma porra de um gato que eu nunca conheci e que nem sabia se era real só porque minha mãe falava que ele morreu curioso. Parabéns, Styles.

— Eu queria falar com você — começou meio sem graça, passando a mão pela nuca e olhando para o chão... então voltou a me olhar — a sós — completou, brincando com o piercing em seu lábio inferior. Deus, o que era aquilo? Christine Louise Styles perdendo a razão em 3, 2, 1...

— Falar o que? — Perguntei respirando fundo e tentando colocar juízo nessa minha cabeça que não serve nem pra aprender a fazer macarrão instantâneo. Será que dava pra notar que eu estava tremendo ou dava pra ouvir meu coração batendo forte? Talvez. Espero que não.

Tom não falou nada, só foi chegando um pouco mais perto e a cada passo que ele dava para frente, eu dava um para trás, até que senti que estávamos dentro do banheiro, os dois. E ele fechou a porta com o pé.

Continuei indo para trás, até sentir o vidro gelado do box do banheiro bater nas minhas coxas e nas minhas costas. Ele encostou seu corpo de leve no meu, e isso quase fez minhas pernas cederem e eu cair. Tom não tinha percebido que eu estava prestes a perder o controle? Eu sei que ele sabia os efeitos que causava nas mulheres... e em mim.

Eu era muito baixa perto de Tom, tanto que tinha que erguer a minha cabeça para poder encara-lo e ele tinha que abaixar a dele para me olhar nos olhos.

Suas mãos passaram pela minha cintura, ele me ergueu e eu passei minhas pernas em volta de sua cintura. É meio automático, experimentem e vocês verão. Sua mão esquerda foi para o meu pescoço e sua mão direita continuou em minha cintura. Seu corpo fez força contra o meu, para ter certeza de que eu ficaria presa entre ele e o box do banheiro. Meu coração quase saía pela boca.

Seus olhos castanhos claros, quase mel, estavam grudados com os meus E então desceram para meus lábios, voltando aos olhos segundos depois.

Meu coração batia descompassado, minha respiração estava tudo menos calma e eu esperava que o Kaulitz só atacasse meus lábios com todo aquele jeito que ele tem. Mas Tom não parecia ter pressa.

Sua mão que estava em meu pescoço começou a descer de forma leve e tanto os meus olhos, quanto os seus, acompanhavam os movimentos que ela fazia. Passou pela alça fina da blusa e então desceu. Tom recuou um pouco, mas então continuou descendo e a parou em meu seio direito - aquilo me fez fechar os olhos por um segundo e ter a oportunidade de delirar com teu toque quente mesmo por cima do pano da blusa -... Imagino que ela tenha ficado se perguntando se deixava ela ali ou não, e então, quando foi descê-la mais, eu tomei uma atitude.

Veja bem, ele estava me torturando. Eu queria aqueles lábios nos meus e eu queria seu toque cada vez mais. Eu queria sentir ele também.

Minha mão direita, que até aquele momento estava fazendo nada, foi até sua mão esquerda e a manteve em meu seio direito, incentivando para que Tom fizesse mais força. Isso espantou Tom, fazendo-o erguer os olhos e me olhar. Minha mão esquerda subiu para sua nuca e puxou seu rosto para que ficasse mais perto do meu e sem pensar em mais nada, juntei nossos lábios.

No começo era só aquilo. Meus lábios grudados aos seus. Não sei se era porque Tom estava espantado demais por eu ter tomado uma atitude, ou se era porque ele só estava me atiçando mas não queria que fosse além de provocação.

Sua mão esquerda não se manifestou debaixo da minha, mas sua mão direita me apertou mais forte na cintura ao mesmo tempo em que ele movimentou seus lábios e pediu passagem em minha boca com a língua. Eu cedi.

Era um beijo lento, poderia até dizer que era sensual se não fosse eu naquela situação. Não tirei minha mão de cima da do Kaulitz, impossibilitando assim, que ele tirasse sua mão de cima do meu seio... na verdade, ele só apertou com certa força, mas de uma maneira muito prazerosa. Soltei um gemido baixo, quase inexistente, contra seus lábios.

Tirei minha mão de cima da sua e a levei até o seu pescoço também, forçando para que ele ficasse ainda mais perto... mas isso era impossível, desafiava a ciência. Estávamos o mais perto possível... mas não o suficiente.

Explorei sua boca com vontade, do mesmo jeito que ele fazia comigo. Seus lábios eram macios, eram viciantes. Eu poderia ficar ali por horas e horas. Sua língua era ágil, era esperta. Eu queria, eu precisava de mais.

Por falta de ar, separei nossos lábios, mas Tom não desgrudou de mim. Joguei a cabeça para trás, ofegante e o Kaulitz distribuiu beijos e mordidas por todo meu pescoço e colo. Ele desceu as duas mãos para minha cintura e apertou meu corpo contra o seu fortemente, fazendo nossas intimidades se tocarem, eu arquear as costas e desgrudar meu corpo do box de vidro.

Ele beijou, mordeu e lambeu na parte dos meus seios que a blusa permitia que ele atacasse. Era pouco, mas era muito, muito bom.

Tom virou o corpo bruscamente e começou a andar em direção a saída do banheiro, comigo ainda em seu colo, com as pernas entrelaçadas em sua cintura. Enquanto ia em direção ao nosso quarto, alcancei seu pescoço e dei beijos e mordidas no mesmo, enquanto meus dedos passeavam levemente por sua nuca, fazendo-o se arrepiar.

Quanto entrou no quarto, ele sentou na primeira cama, me fazendo ficar sentada em seu colo, com uma perna de cada lado. Ele voltou a me beijar.

O beijo agora era mais urgente. Tom agora me apertava mais forte pela cintura, com a intenção de colar ainda mais nossos corpos, e eu o apertava pelos braços. E que braços, devo dizer.

Separamos nossos lábios por míseros segundos, apenas para tirar sua camisa e então voltamos a nos beijar com o mesmo fogo e um pouco mais de desejo. Agora seus braços estavam nus e eu aproveitei disso. Arranhei, apertei, finquei as unhas. Desci as mãos para seu peito e arranhei por ali também. Também fiz um belo trabalho em suas costas.

Ele, por sua vez, desceu suas mãos até minha coxa, as apertou com força e depois as puxou para que eu ficasse ainda mais colado em seu corpo. Suas mãos subiram até a barra da minha blusa e mais uma vez nos separamos apenas para nos livrar de uma peça de pano. Quando voltamos a nos beijar, suas mãos foram automaticamente até meus seios, que ainda estavam cobertos pelo sutiã preto, e os apertou com força, fazendo-me soltar um gemido de dor e prazer contra sua boca. Tom sorriu quando ouviu.

Eu estava muito animada. Sentia meu corpo pulsando por mais. E sabia que Tom também estava, porque eu sentia isso. Um short fino e uma calça de moletom não chegavam nem perto de ser suficientes para que eu não sentisse sua animação e com ela, me animasse ainda mais.

O Kaulitz levou suas mãos até minha cintura e começou a fazer força para que eu me movimentasse, fazendo-me rebolar em seu colo conforme suas mãos ditavam. Entrei no ritmo daquela dança e comecei a me movimentar por mim mesma, fazendo Tom e eu soltarmos alguns gemidos baixinhos enquanto nos beijávamos.

Ouvi um barulho atrás de mim, mas não dei muita atenção para isso. Sabe né, Tom estava com as mãos na parte de dentro da minha coxa e eu só conseguia pensar atenção nisso, apenas nisso.

Suas mãos foram subindo aos poucos, se aproximando cada vez mais da minha intimidade, mas algo, ou melhor, alguém conseguiu atrapalhar aquele momento.

— Eu não quero mesmo ver isso — ouvi uma voz grossa atrás de mim e me virei para ver de quem se tratava.

Não era apenas UMA pessoa. Eram duas. Mylena e Bill estavam parados na porta, nos olhando atônitos, meio incrédulos pela putaria que eles tinham presenciado.

Dei um sorrisinho amarelo e voltei a ficar de costas pra eles, escondendo meu rosto, que devia estar mais vermelho que um morando maduro, na curva do pescoço de Tom.

Levantei a cabeça e olhei para os lados, pegando a primeira camiseta que eu vi pela frente, que por acaso, era a de Tom e a vesti. Levantei do colo do Kaulitz e fiquei de frente para os dois seres que ora estavam de bem, ora ignoravam um ao outro.

— Então... — comecei, mas não terminei, porque minhas bochechas pegavam fogo e eu fiquei com receio de que se eu abrisse a boca, ela iria explodir.

Mylena olhou para a cara de Bill, e o mesmo estava olhando fixamente para Tom bem atrás de mim. Olhei para Tom e ele também encarava Bill sem quebrar contato.

— Vamos descer, Chris — Mylena disse, andando até mim e me puxando pelo braço para sairmos do quarto.


Bill ficou encarando Tom com os braços cruzados até não ouvir nem vozes, nem passos no corredor, então logo desatou a falar:

— Qual seu problema, Tom? — tentou não gritar, mas talvez não tenha tido tanto sucesso. — A Christine tem 17 anos, ela é sobrinha do Gordon... De que mundo você é pra ser capaz de pensar em dormir com ela por uma noite e depois esquecer tudo, fingir que não aconteceu?

— E quem foi que disse que é só por uma noite? — Tom falou se levantando de supetão. O Kaulitz mais novo arregalou os olhos de surpresa e deu um passo para trás.

Tom baixou os olhos, sem coragem de encarar o irmão. Sua cabeça estava confusa e ele sabia que estava errado. Estava errado por desejar loucamente uma garota seis anos mais nova que ele, errado por saber que perdia o controle perto dela, errado por sentir algo tão forte desse jeito, errado por se deixar levar, errado por aceitar errar. Na cabeça do Kaulitz, todas essas coisas eram erradas. Amar era errado. Mas era apenas medo, ele só não sabia disso.

— Eu nunca senti coisa parecida antes, Bill — sussurrou baixinho e voltou a se sentar na cama. — Eu sei que é errado, ok? Eu sei que eu sou um idiota, estúpido por sentir algo tão... anormal assim por ela — voltou a encarar o irmão, possibilitando que o mesmo visse a confusão que seus olhos transmitiam.

Bill sorriu todo abobado, então andou até a cama e se sentou ao lado do Kaulitz mais velho, passando a mão pelas costas do irmão. Bill sabia o que ele sentia.

— O que é isso, Bill? — Tom perguntou feito um adolescente de 15 anos na primeira vez que se apaixona e sente uma dor cortante ao ver sua "paixonite" com outra pessoa. Nem parecia o homem de 23 anos independente que ele era.

Tom Kaulitz não achava possível estar apaixonado. Afinal, para ele, o amor não existe, não é mesmo?
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Dom Mar 24, 2013 11:14 am

ARGH! Toda vez alguém chega pra atrapalhar! Tem que ver isso ai ein
Amei a descrição, amei tudo! Por favor, continua study
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Mar 25, 2013 9:04 am

continuaaa...tá bem legal study
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Mar 25, 2013 1:16 pm

dead
Tom, cai na minha vida. :anjo:
Meu amor...
Continua!
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Mar 25, 2013 5:01 pm

LEITORA NOVA!!!

Awwwwn, Tommy tá apaixonado <3

E a Chris também *---*

A questão agora é o orgulho que eles tem, e também tem a diferença de idade (apesar de eu achar caras mais velhos bem mais atraentes e tudo mais XD)

Ah eu nem sei o que comentar direito. Só sei que estou simplesmente viciada nessa fic, fico lendo e rindo sozinha quinem uma retardada. Meus pais ficam tipo Shocked com eu rindo sozinha no pc ¬¬' Mas fazê o que, a Chris é engraçada, principalmente quando se machuca (a parte da queda na escada e o desmaio foi o melhor, sem falar da parte das "necessidades" ashuasuhashu)

Continua Liebe Wink
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Ter Mar 26, 2013 9:24 pm

Capítulo 18 – Para todo sempre, melhor amigo.


Oito dias depois...


Eu queria mesmo poder dizer que estava me divertindo ao máximo, que Los Angeles era uma cidade incrível e que ficar ali era mil vezes melhor do que ter ficado na casa de campo com os velhotes. Mas eu simplesmente não podia.

Havíamos chegado fazia uns sete dias e eu estava praguejando os sete ventos por estar naquela cidade, com eles. Eu não só estava decepcionada, pois obviamente esperava me divertir, como também estava meio triste.

Bill e Mylena estavam conversando agora e ele era muito ele mesmo com ela, ou seja, se comportava como o ser humano fofo e gentil que ele era. Mas, era impressionante como que quando ela conversava com Georg, ele virava a pessoa mais grossa do planeta. Em minha opinião, aquilo era puro e evidente ciúme, mas na opinião de Mylena, Bill era um babaca bipolar que precisava levar umas porradas na cara. Talvez fosse os dois.

Gustav e Georg resolveram fazer moradia na casa dos Kaulitz só pelo tempo que nós fôssemos ficar lá.

E Tom... bom, ele mal falava comigo.

Todas as noites, desde que chegamos, ele saiu. E só voltava depois das três da manhã. Nunca bêbado. E eu sempre sabia porque não conseguia dormir. A trouxa ambulante aqui, ficava encostada da parede do lado de fora do quarto de hóspedes e quando ouvia a porta da frente ser aberta e depois fechada, entrava no quarto e só sossegava depois de ver e ouvir a porta do quarto da frente ser aberta e depois fechada. E sim, nossos quartos eram, infelizmente, um de frente para o outro.

Todo mundo fingia que não via Tom sendo seco comigo. Aliás, ele nem tinha oportunidade de ser seco, ele nem falava comigo direito.

Confesso que me magoava. Sei como ele é e tenho certeza que em todas essas noites ele "pegou", pelo menos, uma garota. E isso não é problema meu, afinal não tinha nada com ele... mas me incomodava o fato de ele não falar comigo. Quero dizer, qualquer garota ficaria magoada se tivesse um... momento como o que eu tive com ele e depois fosse completamente ignorada.

Mas, no fundo mesmo, eu sabia que a burra era eu. Aquele era Tom Kaulitz, afinal. O que eu poderia esperar dele?

Fechei a tela do notebook e respirei fundo. Estava com minha mãe no Skype. Disse pra ela que queria ir embora e para a minha sorte, ela me disse que já estava na Alemanha... Também falou pra eu pensar um pouco melhor e se no dia seguinte ainda estivesse com essa ideia na cabeça, era pra eu chegar em um dos meninos e falar pra ele me comprar uma passagem, que depois ela Anna acertava tudo.

— Você não vai embora! — Ouvi uma voz firme e grossa falar atrás de mim. Senti um calafrio percorrer minha espinha. Eu conhecia muito bem aquela voz... aquela maldita voz.

Virei-me devagar e me deparei com Tom há poucos passos de distância de mim. Eu nem imaginei que ele estava em casa. Se soubesse, teria deixado a conversa para o dia seguinte, quando ninguém pudesse ouvir.

— Como se fizesse muito diferença pra você — falei monótona e ele fez uma careta, como se não tivesse entendido. — Você não fala comigo há dias, Tom... Não vai fazer diferença eu ir embora ou não — levantei do sofá e passei por ele, subindo as escadas e indo em direção ao "meu" quarto.

Senti que ele vinha atrás de mim e antes de conseguir tocar a maçaneta do quarto de hóspedes, ele puxou meu braço e meu corpo para perto de si, e entrou em seu quarto... me levando junto.

— Não quero que você vá embora — ele falou, encostando-me à porta, mas mantendo certa distância de mim.

— Bom, desde que cheguei você age como se não quisesse nem que eu tivesse vindo.

Um silêncio se instalou no quarto, mas foi logo quebrado pelo toque do meu celular, que se fez irritante para o Kaulitz.

Peguei o celular na mão e olhei para a tela. Franzi as sobrancelhas com certa preocupação ao ver o nome da mãe de Luke, Terry, piscando na tela. Apertei aquele o verde e levei o celular ao ouvido.

— Chris, que bom que atendeu! — A sua voz era de certo alívio. — Liguei em sua casa e sua mãe me disse que você estava em Los Angeles.

— Ah é, pois é — estava meio constrangida por estar conversando no celular na frente de Tom, e mais constrangida ainda com a curiosidade que ele emitia. — Aconteceu alguma coisa? — Preocupei-me.

— É bom que você esteja em Los Angeles — Terry falou delicadamente —, pois Luke quer te ver, ele precisa te ver.

Aquilo não poderia ser uma coisa boa.

— Pode me passar o endereço? — Perguntei mais do que rapidamente. — Tom, anota aí pra mim — ordenei e ele fez uma careta, mas logo a desfez quando o olhei com certa fúria.



Não demorou muito para que chegássemos á um dos hospitais de Los Angeles, aquele em que Luke estava, e logo que entrei, dei de cara com Terry, que parecia tensa e desolada... mas mostrou alegria em me ver. Ela e Luke eram duas das pouquíssimas pessoas que eu tratava com carinho.

A abracei fortemente e sem se preocupar em perguntar quem era o homem alto que estava junto comigo, Terry me puxou pela mão e ficou em silêncio enquanto me levava delicadamente por um corredor.

Paramos em frente a uma porta branca, com um pequeno quadrado de vidro no meio, que me permitia ver o paciente deitado na maca. O paciente, no caso, era Luke.

Respirei fundo, coloquei a mão na maçaneta e antes de gira-la, olhei para Tom, e por algum motivo, ele me encarava com um olhar e um meio sorriso encorajador... E foi o que me fez criar coragem para abrir a porta e entrar no quarto.

— Pensei que nunca te veria de novo, baixinha — disse o garoto deitado na cama. Sorri com ternura e andei até ele, puxando uma cadeira e me sentando ao lado da cama.

— Como você está? — Perguntei, passando a mão por sua cabeça, que agora não tinha mais os fios dourados e lisos que eu tanto amava. Meus olhos se encheram de lágrimas. Mas isso não mudará nada. Ele continuava lindo.

— Oras, quero falar de você — falou com um sorriso que me fez sorrir de volta. — Você sabe como estou. Agora me fale como você está. Como vai sua vida, seu coração.

Eu não tinha nem vontade de discutir e por isso, comecei a lhe contar como minha vida estava ultimamente. Conversamos por mais de meia hora, acredito. Falei sobre Tom, sobre como as coisas estavam tensas e difíceis, falei que Mylena estava possivelmente apaixonada - o que o chocou bastante - e finalmente, admiti em voz alta que eu também estava.

— Mas o sentimento não é recíproco, meu anjo — falei tristemente e ele me olhou com o sorriso mais caloroso que alguém poderia dar e com aquele par lindo de olhos verde esmeralda.

— Isso você não sabe.

O silêncio se fez presente e ficamos apenas desfrutando da companhia um do outro. E isso era bom, era muito bom. Por mais que algo dentro de mim estivesse quase explodindo de angústia por saber que aquela visita significava um adeus, eu estava feliz em estar ao seu lado naquele momento.

— Falar sobre isso não te incomoda nem um pouco? — Perguntei cautelosa e ele soltou uma gargalhada melodiosa.

— Lembre-se sempre, querida Christine... — começou delicadamente. — Antes de namorados, sempre fomos e seremos amigos.

Uma lágrima teimosa escorreu pelo meu rosto e, lentamente, Luke ergueu a mão e a secou de modo carinhoso, delicado e paciente.

Sua voz estava um pouco mais fraca e seu rosto mais pálido do que o normal. Aquilo definitivamente não era um bom sinal e eu já tinha noção do que esperar.

— Você se lembra de quando assistimos click, pequena? — Perguntou baixo e lentamente. Assenti com a cabeça e me aproximei um pouco mais.

Quando ainda namorávamos e a doença de Luke - câncer nos pulmões - estava sob controle, nós assistimos a um filme muito engraçado e muito bonito. E, tinha um diálogo curto, com apenas duas falas, que sempre, toda vez mesmo, que assistíamos nos emocionava. O homem do filme entregava um pequeno papel para a sua (ex) mulher, escrito "ainda vai me amar amanhã de manhã?" e ela respondia "para todo sempre, querido". Então, mesmo namorando, Luke disse que o nosso seria parecido, mas diferente... por causa da sua doença e da nossa amizade.

— Ainda vai se lembrar de mim amanhã de manhã? — ele perguntou com a voz rouca, me tirando das lembranças.

Meus olhos se encheram de lágrimas e eu senti meu coração apertar. Não queria responder, sentia que aquilo seria o adeus e eu não queria me despedir do meu melhor amigo assim. Não tão cedo, não desse jeito.

— Para todo o sempre, melhor amigo — respondi, não conseguindo mais segurar minhas lágrimas.

Levantei da cadeira e lhe abracei, sentindo sua respiração quase inexistente em meu pescoço. O ouvi sussurrar algo em meu ouvido, mas não consegui entender o que era. Então, não sentia mais sua respiração e um barulho irritante e cortante invadiu meus ouvidos.

Ouvi o barulho da porta e saí do abraço do meu eterno melhor amigo, olhando para cima completamente desolada e vendo Tessy correr até o filho, o único, e o abraçando fortemente, deixando soluços altos escaparem.

Andei lentamente até a porta e encontrei Tom ali, parado, me olhando de uma maneira indecifrável e então, antes que eu pudesse abrir a boca para tentar falar alguma coisa, ele me puxou para si em um abraço confortável e acolhedor, e ali eu me desmanchei em lágrimas.

Meu melhor amigo se fora, meu eterno anjo da guarda, o ser humano mais forte que tive a oportunidade de conhecer. Lutou contra um pai alcoólatra desde os onze anos e depois, com quatorze, contra uma doença maligna. Que sempre esteve ao meu lado, que me protegeu e que embora todas as coisas, sempre encontrava a solução de tudo e sempre me dizia a coisa certa e na hora certa.

E ali, nos braços do Kaulitz mais velho, lamentando a perda do meu melhor amigo, consegui finalmente entender a frase que Luke cantarolou em meus ouvidos. Ele se foi, mas não sem antes mostrar que continuaria sendo meu anjo.

No, Love is not a fight, but its something worth fighting for (não, o amor não é uma luta, mas vale a pena lutar por ele).
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qua Mar 27, 2013 8:09 am

bua que capítulo......emocionante liebe, que triste isso coitada da Chris.
Continua please, sua fic é muito linda study
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qua Mar 27, 2013 1:11 pm

bua
Tadinho dele...
Chorei lendo.
triste
Triste ... continua!
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qua Mar 27, 2013 2:10 pm

Ah Liebe, você me fez chorar :'(

Tenso a história do Luke..

Tadinho.. bua

Tom, seu cavalo, dá para tratar a Chris direito?! p*t* Depois dizem que o Bill é que é bipolar ¬¬'

E o azar da Chris? Estranho, ele subiu O_o

Talvez seja o efeito do Kaulitz mais velho Smile

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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qua Mar 27, 2013 2:37 pm

Coitado do Luke Crying or Very sad chorei
Achei que o Tom fosse dar uma de babacão ciumento quando a Chris foi ver o Luke... Também achei que agora que ela ta na casa dele finalmente algo ia rolar, nem fosse uma troca de juras de amor sabe... não esperava tanta cavalice. Mas parece que me enganei, duas vezes .-.
Por favor, prossiga Wink
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Mar 28, 2013 6:23 pm

Capítulo 19 – Quanto mais perto chego de você.


Tom estava sentado no sofá da sala e eu estava aninhada em seu colo como um bebê. Suas mãos estavam envolta da minha cintura e ele me apertava forte contra seu peito. Eu estava com a cabeça afundada na curva se seu pescoço e com as mãos agarradas a sua camiseta.

— Nós éramos namorados há dois anos — falei baixinho, dando uma fungada e lutando contra as lágrimas. A camiseta branca que o Kaulitz estava usando havia ficado completamente encharcada por causa do todo meu choro. — Mas sua doença se agravou ainda mais e ele teve de vir para Los Angeles para melhores cuidados — continuei e senti Tom me abraçar com mais força ainda. — Ele também era meu melhor amigo... ainda é, aliás.

Um silêncio se formou no cômodo e novamente, as únicas coisas ouvidas eram minhas fungadas e os gemidos baixinhos que eu dava enquanto chorava. Estava doendo. Muito.

— Me arrependo por não tê-lo visitado nesses últimos anos — minha voz não passava de um sussurro. — Se arrepender é uma coisa muito ruim, Tom. Quando você sabe que tinha tanto pra falar, mas simplesmente... se manteve quieto — soltei um sorrisinho. — Luke sempre me dizia que não ser sincera comigo mesma e com os outros era a pior coisa que eu poderia fazer.

O Kaulitz continuou quieto, sem falar absolutamente nada e eu fiquei um tanto agradecida por isso. Não porque não queria ouvir sua voz, mas porque estava desabafando. Em certos momentos, ser ouvido é tudo o que uma pessoa precisa. Sem julgamentos, sem opiniões, sem conselhos.

Levantei meu rosto e fiquei encarando os olhos de Tom. Ele me encarava com uma ternura possível de ser notada a quilômetros, mas seu olhar transbordava alguma... dor.

— Não gosto de te ver chorar, pequena — admitiu baixinho colando sua testa na minha e roçando nossos narizes de forma doce.

Eu não disse nada, apenas fechei os olhos e respirei fundo. Inclinei a boca para frente, desencostando nossas testas, e selando nossos lábios com força, doçura e sinceridade o bastante. Desencostei nossos lábios e voltei a afundar meu rosto na curva de seu pescoço.

Era bom ficar ali. Eu me senti protegida.


Uma semana depois...


A semana passou mais rápido do que eu imaginei. O enterro de Luke foi três dias depois de sua partida. Mylena e eu fomos, e apesar de quererem muito estar ao nosso lado nesse momento, os meninos não puderam ir.

As coisas mudaram um pouco... Tom voltou a falar comigo e agora estávamos praticamente grudados um no outro. Bill deu um ataque de ciúmes e ignorou Mylena por um dia. Isso não foi uma boa escolha, porque agora ela está ignorando ele... E as coisas voltaram à estaca zero.

Mas o bom é que os meninos tomaram vergonha na cara e resolveram nos levar a uma boate, finalmente. Estávamos lá há duas semanas e ainda não tínhamos conhecido praticamente nada em Los Angeles. Eu, no caso, conheci o hospital e o cemitério... Mylena só conheceu o cemitério. E tenho que dizer, preferia não ter conhecido.

— O que acha desse vestido? — Mylena perguntou segurando um cabide com um vestido de alças preto e brilhante pendurado nele. O vestido era curto e simples, mas bonito.

— Bonito — respondi. — Vai ficar bem em você — acrescentei e comecei a fuçar nas gavetas que Tom e Georch fizeram questão que eu enchesse com as minhas roupas. E a mesma coisa com as de Mylena no outro quarto.

Como eu não gosto nem nunca gostei de usar vestidos, me recusei a usar um nessa noite. Peguei um short jeans claro curto rasgadinho e desfiado que ganhei de presente da Holpe, uma blusinha preta simples com uma mais curtinha e soltinha por cima, cheia de brilhos e escrita "Las Vegas"... Legal, sou uma demente que anda em Los Angeles com uma blusa com o nome de outra cidade.

Mylena fez questão de me emprestar uma bota preta de salto e cano curto. Ela também fez questão de fazer minha maquiagem e dizer mais de uma vez "não mecha no seu cabelo, está perfeito assim... como o meu". Pois é, ela tem tanto orgulho do seu cabelo como Georch tem do dele.

— Uau! — Exclamei na frente do espelho e depois soltei uma gargalhada. — Nem está parecendo que sou eu.

Mylena fez um trabalhão no meu rosto. Abusou bastante da maquiagem preta. Meus olhos pareciam bem maiores do que realmente são e mais chamativos. Minha boca estava com um batom vermelho sangue, mas eu não notei muita diferença nessa parte. Eu me achei bonita, confesso.

Ela não estava com uma maquiagem tão forte quando a minha, pois disse que seu vestido já chamava atenção por si só. Sem sombra nenhuma, só fez aquele olho de gatinho que eu nunca consegui fazer porque não tenho coordenação motora em nenhuma parte do corpo. E passou um batom vinho nos lábios.

Os meninos estavam sentados no sofá vendo qualquer coisa na TV e nos esperando porque éramos duas atrasadas.

— Estamos prontas — Mylena gritou animada enquanto descíamos as escadas.

Todos eles se viraram para nós e ficaram nos olhando meio bobos. Parei quando faltavam uns dois degraus para chegar ao chão, pois percebi que o Kaulitz estava olhando para o meu corpo de cima até embaixo. Quando terminou de me "inspecionar" - coisa que não demorou muito - arregalou os olhos e levantou do sofá depressa, vindo até mim.

— Você não vai sair assim nem morta, Christine — falou subindo no degrau abaixo do meu e me abraçando pela cintura de forma protetora para que ninguém visse o tamanho do meu short. Desnecessário, afinal, já tinham visto. — Se você virar de costas, eu tenho certeza que consigo ver sua bunda.

— Me solta, Tom — falei rindo e dando um tapa em seu ombro. Como eu estava de salto e um degrau acima dele, estávamos da mesma altura, então cheguei perto de seu ouvido e sussurrei baixinho: — Pensei que você fosse gostar.

O Kaulitz e eu estávamos em uma coisa meio muito estranha em que um ficava provocando o outro com toques, palavras, gestos... mas nenhum tomava uma porra de iniciativa e agarrava o outro logo.

Apesar da frase que Luke sussurrou em meu ouvido, eu não estava pronta para dizer ou fazer alguma coisa ainda.

— Você pode ir assim — ele falou afrouxando o aperto em minha cintura e olhou em meus olhos, dando um sorriso muito malicioso. — Mas não vou te deixar sair de perto de mim.

O Kaulitz me soltou e virou para os meninos, que estavam nos olhando com um ponto de interrogação quase visível em seus rostos. Mylena estava rindo com a cabeça abaixada.

— Vamos? — Georch perguntou se levantando do sofá, sendo seguido por Gustav e Bill. — Ou o Bill vai brigar com a Mylena por ela estar muito gostosa e desejável nesse vestido também? — Falou em tom sarcástico e Tom, Gustav e eu caímos na gargalhada, enquanto Mylena ficava mais vermelha que latinha de Coca-Cola e Bill respirava fundo algumas vezes, tentando controlar seus nervos.



A boate estava bem cheia... cheia de mulheres lindas, provocantes e putas, porque nunca vi olhar com tanta fome para homens como olharam para os meninos quando nós chegamos. Mas, em compensação, também estava cheia de homens altos, lindos e desejáveis. Infelizmente, o único que eu realmente queria estava ao meu lado, olhando para as loiras e ruivas que passavam sem parar em nossa frente.

Achei estranho ninguém ter reconhecido eles ou não ter nenhum paparazzi na entrada da boate, mas achei muito bom também. Ninguém precisava saber que Mylena e eu existíamos, não é mesmo?

Mylena não fez nem questão de sentar com a gente no bar e já foi correndo para a pista de dança, onde rapidamente achou um parceiro para dançar muito bonito, fazendo Bill quase ter um colapso. Eu até poderia dizer que isso era ridículo e que eles se comportavam feitos dois bebês fazendo isso, mas cadê a minha moral?

Gustav ficou ao lado de Bill no bar, tentando segurar a risada com cada bufada que o Kaulitz mais novo dava enquanto olhava Mylena dançar e tentando faze-lo se acalmar... ou parar de ser tão idiota e ir agarrar ela logo.

Eu fiquei sentada entre Tom e Georch, e enquanto eles tomavam whisky, eu tomava uma bebida muito gostosa, doce e colorida. Era óbvio que tinha álcool, mas foi o Kaulitz quem me deu, então eu ia beber mesmo.

Georg olhava para a pista de dança com olhos famintos, como se estivesse procurando a "refeição" da noite. Tom apenas ficou conversando comigo sobre nada de interessante e às vezes fazia perguntas pessoais, que por algum motivo eu respondia instantaneamente, sem nem pensar.



Bill ficou olhando Mylena dançar com aquele cara alto, forte e atraente e sentiu que estava próximo de perder seu controle. Respirou fundo várias vezes e embora estivesse tentando não prestar atenção, ele sabia que era praticamente impossível não olhar aquela garota e ficar alucinado, maluco. O jeito que o vestido subia quando ela descia e subia devagar, a forma como sua cintura balançava de forma envolvente, praticamente chamando por ele... suas pernas bem torneadas quase nuas por inteiras. Era impossível se controlar com aquilo.

Interrompendo qualquer coisa que Gustav estivesse falando, Bill colocou o copo de vodca, agora vazio, em cima do balcão e andou em direção à garota de cabelos negros que dançava com as mãos pra cima, de olhos fechados e com um homem envolvendo sua cintura de maneira que só Bill poderia fazer.

Ele puxou Mylena pelo braço, desvencilhando-a das mãos daquele tarado, segundo as definições mentais de Bill, e a colou em seu corpo, passando uma mão em sua cintura e a outra em sua nuca. Ela encarava-o assustada, com os olhos arregalados.

— O que está fazendo, Bill? — Perguntou ofegante.

Sem responder, o Kaulitz mais novo puxou seu rosto, fazendo-os ficarem ainda mais próximos um do outro, e colou seus lábios aos dela... meio receoso, com medo da rejeição. Mas, ao contrário do que ele mesmo esperava, ela não fez nada. Não rejeitou seu beijo. Pediu passagem com sua língua e ela logo cedeu, deixando-se levar pela sensação dos lábios do cantor aos seus e de suas línguas dançando em suas bocas de forma lenta e sensual.

Ambos estavam satisfeitos e muito felizes. Esqueceram o quão idiotas e infantis estavam sendo nesses últimos dias e se entregaram ao desejo que sentiam no momento em que se viram pela primeira vez.




Uma garota ruiva, alta, com um corpo deslumbrante e vestindo uma roupa um pouco diferente da minha se sentou ao lado de Georch. Ele automaticamente virou o rosto para ela com um sorriso enorme. O Kaulitz me cutucou e nós ficamos prestando atenção nos dois.

— Olá — o Listing cumprimentou com um sorriso e ela sorriu, se virando para ele. — Qual é o seu nome? — Perguntou.

— Care — respondeu e então deu um gole em sua bebida.

— Caramba, Care... você tem uma boca muito linda, só tem um defeito... — elogiou e ela olhou pra ele, arqueando uma sobrancelha e dando um sorriso divertido. — Está muito longe da minha — completou e se aproximou mais dela.

— Você é um cara muito bonito, parece ser muito legal — começou e então tomou o resto de sua bebida com um único gole. — Mas tem que deixar de dar essas cantadas idiotas, ou vai parecer um otário — sorriu e girou o banquinho, saltando da cadeira e desaparecendo no meio das pessoas.

Como Tom e eu somos dois filhos de uma boa mãe que riem da desgraça alheia, é claro que caímos na gargalhada. Foi um fora tão gentil, mas ao mesmo tempo tão... cavalinho.

— Vamos jogar um jogo? — O Kaulitz propôs com a boca próxima ao meu ouvido assim que Georg nos olhos emburrado e saiu andando.

— Que jogo? — Perguntei.

— Eu faço uma pergunta e você tem que me responder e depois fazer uma pergunta pra mim, eu respondo e pergunto... e assim vai — explicou e eu assenti.

Dei um último gole na minha bebida e coloquei o copo em cima do balcão.

— Eu começo — Tom falou animado e eu assenti rindo. — Quantos caras você já beijou?

— Vinte e dois — respondi envergonhada e ele sorriu. — Com quantas garotas, no máximo, você dorme por noite?

— O máximo foram duas — respondeu me surpreendendo. — Com quantos homens... ou garotos, você desejou passar a noite?

— Um — você, completei mentalmente. — Já se apaixonou?

— Digamos que sim — respondeu e eu arregalei os olhos. — E você?

— Também — respondi. — Está com algum desejo agora?

— Sim e você?

— Também! Qual é o seu?

Agarrar você e te fazer minha — falou diretamente e eu senti meu coração dar um pulo, a ponto de sair pela boca. — E o seu?

Ser sua — respondi ofegante.

Não perguntei mais nada. Não estava em condições de fazer qualquer pergunta.
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Qui Mar 28, 2013 6:54 pm

Ok, esse capítulo me levou de um extremo a outro tão rápido! Primeiro eu chorei pelo Luke, depois eu ri do Georg e agora eu estou beeeeem animada pela Chris e o Tom Twisted Evil
Será que dessa vez eles consegue chegar a "algum lugar? Hmmm
Prosegueeeee *-*
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sex Mar 29, 2013 8:07 pm

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Por que você para justo agora?!?!

Isso é maldade No

Hahahaha Toma Georg


Essas cantadas realmente são muito ruins Rolling Eyes

Continua Liebe Wink
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.JH.
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sex Mar 29, 2013 8:33 pm

Continua, quero ver como vai ser o próximo cap 66'
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sex Mar 29, 2013 9:51 pm

Toma Georg que hoje tá difícil!
Eta eta, Chris e Tom.
Só nas putarias. Twisted Evil
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sab Mar 30, 2013 8:20 pm

Capítulo 20 - Body Shot


Eu estava ofegante. Minhas pernas bambas, eu tinha sorte em estar sentada, ou então cairia no chão por conta das minhas malditas pernas moles. Meu coração batia descontroladamente. Mil e um pensamentos rodavam em minha cabeça. Eu sei o que eu queria... eu queria Tom. E eu queria naquele momento. Queria de um jeito que nunca pensei querer alguém. Meu corpo queimava por ele. Meu coração acelerava por ele. Minha respiração falhava por ele.

Eram os efeitos que só ele me causava.

Ele não parecia estar muito diferente de mim. Sua respiração também estava acelerada e seus olhos não desgrudavam os meus. Queríamos um ao outro. Era evidente. Sentia as pessoas nos olhando estranho enquanto passavam, mas não me importei nem um pouco.

Parecia exatamente o que era.

Eu estava explodindo de desejo. Desejo de sentir aquela boca na minha mais uma vez. Da forma doce e brutal que seus lábios quentes se juntavam aos meus frios. Do choque que isso provocava em mim. Suas mãos passeando por minha cintura, coxa... e onde mais ele quisesse.

O Kaulitz não falou nada. Apenas desceu do banco em que estava sentado, passou uma mão de cada lado da minha cintura e me desceu do banquinho. Encostou-me no balcão, e pude ouvir os copos de vidro sendo arrastados por suas mãos e meus cabelos. Ele prensou seu corpo contra o meu, e mesmo meu salto nos deixando quase da mesma altura, precisei levantar a minha cabeça e ele abaixar a dele para que finalmente nossos lábios pudessem saciar o desejo que sentiam um pelo outro.

Ao encostar nossas bocas, Tom entreabriu os lábios e respirou fundo, fazendo-me sentir seu hálito quente e doce. Então ele não se moveu mais. Ficou com as mãos em minha cintura, enquanto as minhas estavam soltas, impotentes; com nossos lábios grudados.

Mas eu queria mais. Muito mais.

Entreabri os lábios, ergui minhas mãos até seu pescoço e o puxei pela nuca de um jeito suave e selvagem ao mesmo tempo. Então eu invadi sua boca com a minha língua primeiro, sentindo a língua dele invadindo minha boca no segundo seguinte, e como se acordassem de um sonho, suas mãos ficaram mais ousadas e rodearam minha cintura, descendo um pouco mais e apertando minha bunda de leve, fazendo força para cima. Soltei um gemido entre seus lábios ao perceber a intenção por trás desse gesto.

Apesar de estar em público, totalmente sem fôlego e tremendo de desejo, eu não tive coragem de soltar o Kaulitz. Do mesmo modo que ele não me soltou.

Senti sua mão direita passar pela lateral do meu corpo e então encontrar uma brecha para ficar no meio de nossas pernas. A mão do Kaulitz foi subindo mais, até o botão do meu short e quando me dei conta, ela já estava entrando por dentro do short.

Tom separou nossas bocas e eu o olhei com os olhos arregalados. Ele me encarava com um sorriso malicioso nos lábios, e enquanto sua mão esquerda se mantinha firme em minha bunda, sua mão direita estava passeando pela linha da minha calcinha. Provocando-me, atiçando meus instintos.

Tom Kaulitz sabia como provocar alguém.

Ninguém poderia ver, eu sabia disso e ele também sabia. Estávamos no canto do balcão, que era o lugar mais escuro, ninguém ao nosso lado e nossos corpos mais colados o possível. Mas aquilo ainda era uma loucura.

Seus dedos então passaram delicada e lentamente por minha intimidade, por cima do tecido da calcinha, que para a minha vergonha estava um tanto... molhada. Mas isso só o fez aumentar ainda mais seu sorriso malicioso. Sua mão voltou a passar por minha intimidade, mas dessa vez continuou ali. Subindo e descendo, provocando o máximo de excitação em mim. Como se estar louca de desejo já não fosse o suficiente, agora eu mordia os lábios com força para não gemer de prazer.

— Tom? Chris? — Ouvi a voz do Kaulitz mais novo chamar e olhei pelo ombro de Tom, vendo Bill fazendo esforço para nos enxergar naquele cantinho escuro.

O Kaulitz rapidamente tirou sua mão direita de dentro do meu short e soltou minha cintura, virando de frente para Bill e ficando de costas para mim. Sentei-me no banquinho tentando fingir que não tinha acontecido nada ali.

Ou eu estava completamente paranoica, ou Bill Kaulitz sempre aparecia para acabar com as putarias entre Tom e eu. I-M-P-R-E-S-S-I-O-N-A-N-T-E.

— O que foi, Bill? — Tom perguntou, tentando parecer calmo.

— Acredita que a Mylena me deu um fora? — falou nervoso, bufou e então se sentou na cadeira ao meu lado, apenas com Tom entre nós. Passei as mãos pelo rosto e respirei fundo. — Primeiro ela me beija, então a gente dança e aí quando eu tento outro beijo, ela simplesmente... sai andando.

Desci do banco, ainda ofegante, e deixei Bill reclamando um pouco com seu gêmeo. Andei até a parte mais clara do bar, onde muitas pessoas estavam sentadas e bebendo, e me sentei em um dos banquinhos vagos ali.



— Que merda é aquela? — Mylena perguntou para Tom, batendo os braços no balcão e praticamente esgoelando para que o barman desse a ela mais uma dose de vodca pura. — Por que Bill está dançando com aquela loira sem sal? — Se virou para a pista de dança e apontou descaradamente para o casal.

— Acho que é porque você deu um chega pra lá nele depois de iludir o garoto com um beijo de cinema — o Kaulitz respondeu dando os ombros.

Aquela era, para Mylena e Tom, uma ótima noite para encher a cara e reclamar da vida um com o outro. Ambos não tinham a menor noção se iriam lembrar ou não das coisas ditas e ouvidas, mas não estavam com um pingo de preocupação com isso. Eles também não tinham do que reclamar. Mas o que faz sentido para os bêbados? Isso mesmo, nada.

— Por que aquela garota é assim? — Tom choramingou, quase jogando seus braços por cima do balcão. — Por que ela tem que me tirar do sério? Droga de Styles! Eu não tenho o mínimo de controle perto dela. Eu sou capaz de fazer loucura atrás de loucura. A gente estava ali no canto e eu...

— Por que seu irmão é tão covarde? — Mylena perguntou com a voz embargada pelo álcool, interrompendo Tom. — E por que é tão bipolar? Uma hora ele me quer e quinze minutos depois ele quer aquela loira ossuda ali — apontou para a loira que ainda dançava com o Kaulitz mais novo.

— Ela tem que parecer tão provocante o tempo todo? E as bochechas dela tem que ficar tão coradas quando ela fica nervosa? E por que, porra, ela tem que ter uma boca tão carnuda e chamativa daquele jeito? — Tom falou, levantando as mãos para o alto e sacudindo. Tomou um gole de seu whisky e suspirou. — Fiquei excitado só de lembrar.

— Olha aquilo, não sabe nem dançar — Mylena falou alto, ainda apontando para loira. O Kaulitz olhou também e concordou com a cabeça. — Não acredito que ele a prefere... Parece à encarnação do capeta de tão esquizofrênica. Olha o tamanho daquele nariz. E por que ela tem os olhos tão juntos assim? Parece que um está lutando pra ficar perto do outro.




— CHRISTINE! — Ouvi a voz de Tom gritar e me virei para trás, vendo aquele homem de 1,88 de altura cambalear em minha direção com um copo de bebida em mãos. — Você tem que cuidar de mim! Vamos, cuide!

— Mas que porra é essa? — Murmurei baixinho e ouvi alguém soltar uma risadinha baixa ao meu lado. Nem me preocupei em olhar quem era.

Levantei do banquinho e andei até o Kaulitz, sendo praticamente obrigada a abraça-lo pela cintura já que ele se jogou em cima de mim e quase caí para trás com todo o peso dele.

Mas que merda tinha na cabeça daquele garoto? Por que bebeu tanto? Ele sumiu da minha vista de repente. Uma hora estava conversando com Bill e quando eu voltei a olhar, tinha sumido. E o Kaulitz mais novo dançava na pista de dança com uma loira esquisita.

— Não, espera aí, meu amor — falou pra mim e eu arregalei os olhos, ficando meio paralisada pelo “meu amor”. Tudo bem que ele não estava em perfeitas condições - estava em péssimas, na verdade -, mas isso mexe com o meu psicológico.

Tom se soltou de mim e começou a andar meio torto até a pista de dança, logo ele estava ao lado de Bill e da loira que estava dançando com ele, cutucando o irmão sem parar. Revirei os olhos e fiquei olhando aquela cena. Era engraçada... e meio ridícula.

— Ei, garota! — Tom gritou para a loira, que se soltou de Bill e ficou encarando-o com a sobrancelha arqueada. — Esse rapaz aqui — colocou a mão no ombro de Bill — é meu irmão. E ele tem uma namorada, ok? É aquela ali que está subindo em cima do balcão pra dançar — apontou e eu segui seu dedo, vendo Mylena ser ajudada por um homem forte a subir em cima do balcão do bar.

Bêbado é uma desgraça mesmo.

Bom, pelo menos Tom não falava com a voz arrastada.

Bill arregalou os olhos e correu até Mylena, que já começava a dançar em cima do balcão e já com um pequeno grupo de homens se aglomerando para assisti-la. Bill puxou Mylena pela perna e a jogou em seus ombros como um saco de batatas. Aproximei-me dos três – já que Tom tinha seguido Bill.

— Vai lá dançar com a sua ossuda, Bill — reclamou e deu uma leve esperneada em seus ombros. — Ou a gente pode ir pra sua casa e nos divertir juntos — falou maliciosa e então soltou uma gargalhada.

Bill não deu atenção ao que Mylena falou, pois sabia que ela não estava falando coisas sensatas por conta da bebida, e andou até uma das mesinhas que ficavam entre o bar e a pista de dança, colocando-a sentada em um dos banquinhos e se sentando ao seu lado logo depois.

— Meu amor, fica sentadinha aqui — Tom falou me empurrando pela cintura e me sentando em um dos banquinhos, de frente para Bill e Mylena. — Eu vou pegar alguma coisa no bar pra gente e já volto.

Era óbvio que Tom estava mais pra lá do que pra cá. Mas ignoremos esse fato.

O Kaulitz saiu andando em direção ao bar e me deixou ali só com Bill e Mylena, enquanto Bill me olhava com uma sobrancelha arqueada, como se perguntasse "que porra é essa?". Ahá, como se eu pudesse mesmo responder.

Mas sério, que merda era aquela de "meu amor"?

Olhei para trás e vi que Tom falava animadamente com o barman, que ria de vez enquanto e me olhava algumas vezes com um sorrisinho - estranho, eu sei. Georg estava ao seu lado esquerdo e Gustav ao seu direito. Menos de cinco minutos depois, os três se viraram para a mesa, com dois copos cada e começaram a andar até onde eu, Bill e Mylena estavam.

— Aqui, meu anjo — o Kaulitz falou próximo ao meu ouvido, me entregando um copo de bebida igual ao seu e dando uma mordida leve em meu pescoço. Leve, puff, tá bom. Tão leve que arrepiou até onde não deveria.

Gustav entregou um copo de bebida para Mylena, que pegou como se fosse uma criança pegando algodão doce, e Georch entregou um copo para Bill.

— Não sei não — Bill falou com o copo de bebida na mão e eu assenti, concordando que beber talvez não fosse uma boa ideia, já que nós já tínhamos bêbados demais por ali.

— Só um copinho — Tom falou com voz de criança alcoólatra, fazendo um biquinho muito fofo, quase irresistível, e levantando o dedo indicador pra cima, indicando a quantidade de copos. Mylena assentiu com a cabeça e fez exatamente a mesma coisa que o Kaulitz.

Tem como serem mais iguais? Tom é gêmeo da pessoa errada.



— Vira, vira, vira — Tom, Mylena, Bill, Georg, Gustav e mais metade da boate gritava enquanto eu pegava um por um dos dez copinhos de tequila em cima da mesa e bebia de uma vez.

Coloquei o último copinho de tequila - agora vazio - em cima da mesa com força e levantei os dois braços. Todos em minha volta gritaram e jogaram as mãos para cima também, fazendo-me soltar uma gargalhada.

— É agora que nós vamos embora — Gustav falou rindo pela animação de todos a sua volta só porque eu consegui beber os dez copinhos de tequila. Nós dois éramos os únicos que não estavam bêbados ali... não totalmente.

Bom, nós dois conseguíamos andar direito, não estávamos falando arrastado e sem dúvida estávamos lúcidos o suficiente pra não fazer merda nenhuma e nos lembrar de tudo o que aconteceu no dia seguinte. Os outros quatro... bom, não posso afirmar com certeza a situação de cada um.

— Ah não, Gust — Mylena falou fazendo beicinho e se jogando nos braços do baterista. — Vamos ficar mais um pouquinho.

— Vamos pra casa sim — Tom falou sério e então um sorriso malicioso foi se abrindo em sua boca aos poucos. — Eu tenho uma ideia ótima.

Olhei para o Kaulitz mais velho e o mesmo me encarou, mantendo o sorriso malicioso nos lábios. E pela primeira vez, mesmo que Tom não fosse se lembrar disso mais tarde, eu também lhe lancei um sorriso muito malicioso. Era a bebida fazendo um efeito mais forte, possivelmente.

Eu estava mais corajosa. E tarada, talvez. Holpe dizia que a bebida despertava o lado obscuro das pessoas. Vai ver meu lado obscuro era uma ninfomaníaca.



— Body shot? — Perguntei assim que todos nós estávamos entrando na casa dos gêmeos. — Que porra é essa? — Me pendurei no pescoço de Tom, fazendo-o perder o equilíbrio e cair por cima de mim no sofá. Ambos caímos na gargalhada por nada.

Talvez a bebida me deixasse um pouco mais idiota do que o normal. Mas não era tão fraca ao ponto de não me lembrar de porra nenhuma no dia seguinte, como já disse antes. Tipo o Bill, Georg, Mylena e Tom. Bill Kaulitz era uma das pessoas mais fracas pra bebida que eu conhecia... bebeu menos que eu e não consegue nem ficar com os olhos inteiramente abertos.

— É a coisa mais simples do mundo, Chris — Mylena falou com a voz embargada, cambaleando até achar um lugar para sentar... que no caso era o tapete.

— E a mais divertida também — Bill falou malicioso. Sim, por mais estranho que isso possa parecer, Bill Kaulitz usou um tom malicioso pra falar aquilo.

Depois de uns dez minutos tentando me explicar, já que todo mundo queria falar ao mesmo tempo e suas vozes estavam parecidas com a de um doente bêbado, eles finalmente conseguiram me falar o que era o tal do body shot. Bom, body shot era nada mais nada menos que lamber bebida... no corpo de outra pessoa. Para explicar melhor, Georg quis me "ensinar". Mas o Kaulitz protestou e disse que a única pessoa que iria me ensinar coisas sensuais era ele.

— Tira a blusa — Listing ordenou e eu arranquei a blusa segundos depois.

— Preciso deitar, não? — Perguntei já me aprontando pra me deitar.

— A gente vai fazer de pé — Tom falou malicioso e deu um sorrisinho depois.

Esse "a gente vai fazer em pé" pegou mal só na minha cabeça? Mas, o que importa? Que fizéssemos em pé, então!

Tom pegou a garrafa de tequila da mão de Gustav e andou até mim - ele não estava cambaleando tanto agora, deu só uma cambaleada pra chegar até mim. Sem falar absolutamente nada, ele ergueu o braço e jogou a bebida no meu colo. Muita bebida mesmo. Que foi escorregando por dentro do sutiã e se espalhando em minha barriga. Sinceramente, tomei um banho de tequila.

Tom se agachou em minha frente, colocou uma mão de cada lado da minha cintura e começou a lamber minha barriga. Ele foi se levantando aos poucos, sem desencostar a sua língua da minha pele, e então, quando chegou ao meu sutiã, não parou como eu pensei que faria, ele apenas continuou.

Por mais estranho e nojento que isso possa parecer, é muito bom. Tom não simplesmente lambia minha pele por causa da bebida, ele brincava com sua língua, explorando cada pedaço que podia de Christine. E eu não pude deixar de pensar como seria em outros lugares. Suas mãos firmes em minha cintura me deixavam com uma sensação muito estranha... mas muito boa.

Quando não tinha mais nenhum vestígio de tequila em meu colo ou barriga, deu um chupão perto do meu seio esquerdo. Aquilo, eu tinha certeza, deixaria uma marca.

— Oba! — Mylena falou rindo assim que Tom se afastou de mim. Ela levantou do chão e andou até onde eu estava. — Eu quero também — deu pulinhos e bateu as mãos.

— Eu tive uma ideia melhor — Georg falou traiçoeiro.

Atenção! Comunicado importante: Georg Listing é conhecido como baixista da banda Tokio Hotel e o ser humano mais diabólico já criado nesse mundo. Suas ideias vão de maliciosas à perigosas. Dele, pode-se esperar, sai qualquer ideia. Tem uma lábia fatal, ou seja, não importa quão estranha sua ideia seja, ele te faz aceitar.



— Eu não sei se isso é uma boa ideia — Gustav falou quase engasgando de tanto rir. Comilão safado.

Bill estava com as mãos amarradas atrás das costas, em pé no meio da sala. Sem camisa. Era um paraíso. Embora eu quisesse levar o Kaulitz mais velho pro quarto e deixar que ele me amarrasse e fizesse como Mylena iria fazer com Bill nos minutos seguintes. E isso prova, mais uma vez, que meu lado obscuro é uma ninfomaníaca.

Mylena desceu as escadas correndo e agora tinha se livrado do vestido preto, usando apenas um sutiã vermelho e um short de pano preto. Mas não tinha tirado o salto alto. Talvez para ficar do mesmo tamanho que Bill.

Ela andou até Georg com uma bandana preta e se virou de costas pra ele, colocando as mãos para trás, esperando que ele amarrasse. Mylena bêbada topa qualquer parada, principalmente aquilo.

Tom se levantou do sofá e andou até Bill, o empurrando pelas costas logo em seguida, até chegar onde Mylena estava. Georg analisou os dois e juntou mais os corpos, fazendo-os ficar um de frente para o outro. Mylena e Bill.

Posicionei-me ao lado de Tom e Gustav ao lado de Georg, para assistir àquela cena memorial. Listing ergueu a mão com a garrafa de Everclear, posicionou sua mão no meio dos dois, e virou a garrafa, fazendo o líquido se despejar pelos seios de Mylena e o peito forte e tatuado de Bill, e descer por seus corpos.

— Mylena primeiro — Gustav falou rindo e deu um gole em sua bebida.

Mylena ergueu o olhar do corpo colado ao seu e encarou o dono dele com um sorrisinho malicioso. Ela se agachou e embora estivesse visível que ela estava odiando estar amarrada por não poder colocar suas mãos em Bill, começou a lamber sua barriga lentamente. Aos poucos, Mylena foi levantando com um pouco de dificuldade. E quando já estava lambendo a bebida do peito de Bill, ficou olhando para ele enquanto fazia aquilo.

Bill Kaulitz estava quase gemendo. Cara, essa brincadeira é divertida.

Mylena afastou sua boca do corpo de Bill com um sorriso maroto. Olhei para Tom e ele estava com uma cara muito engraçada. Estava amando aquilo, era óbvio. Todo mundo estava achando a cara do Kaulitz mais novo divertida. E Georg estava com a boca escancarada, talvez se xingando por não estar no lugar do Bill.

Georg deu um passo para frente, colocou uma das mãos no ombro de Bill e aproximou seu rosto.

— Aproveite muito, meu amigo — falou descaradamente e então piscou para o Kaulitz mais novo. —... Por nós dois — se afastou.

Bill se ajoelhou e com a ponta da língua brincou na pele de Mylena. E em vez de lamber, ele sugou - tem mesmo uma diferença? - toda a bebida da barriga dela, deixando algumas marcas nos lugares em que chupava com mais força. Eu não sei bem como me sentia olhando aquilo. Era divertido sim, mas era estranho. Digo, era minha melhor amiga ali. Quase fazendo sexo com Bill, e eu parada olhando... como se ela já não tivesse visto pior entre eu e Tom.

Aos poucos, o Kaulitz mais novo foi se levantando e eu poderia bater nele ou julga-lo pelo que ele fez no minuto seguinte. Mas ele estava bêbado, então perdoei. Ele simplesmente enfiou a língua por dentro do sutiã da Mylena. Todos, eu repito, TODOS ali ficaram surpresos e com os olhos quase saltando para fora.

Não é que fosse uma coisa anormal ou saliente demais. Mas era o Bill ali. Digo, ele tem aquela fama de ser o mais certinho da banda... mesmo que eu não acredite nisso, porque na minha cabeça ele sempre foi o mais tarado, só que um tarado contido. E acabo de provar isso. Apesar do que Tom e eu fizemos nessa mesma noite, não foi na frente de nossos amigos. Foi no cantinho escuro da boate...

... Bill foi pior. Eu acuso!

— Eu acho melhor todo mundo ir dormir agora — Gustav falou dando risada e afastando Bill de Mylena, porque nenhum dos dois teve a decência de fazer isso.

Mylena não se incomodou em subir para o quarto, ela deitou no sofá da sala e caiu no sono segundos depois de fechar os olhos. Bill deitou no sofá ao lado e também não demorou muito para pegar no sono. Georg subiu para o meu quarto, dizendo que ia dormir lá já que tinha certeza que eu dormiria no quarto de Tom.

Tom sentou na poltrona preta do lado esquerdo da TV e ficou observando enquanto Gustav e eu levávamos as garrafas vazias até a cozinha.

— Eu vou dormir no quarto que a Mylena está usando — Gustav falou assim que colocamos os pés na cozinha. — Vai dar conta dele? — Apontou para Tom, que estava recostado na poltrona, com os olhos fechados e a cabeça jogada para o lado.

Acenei com a cabeça e então Gustav colocou uma mão de cada lado do meu ombro e me deu um beijo na testa antes de subir as escadas em direção ao quarto que Mylena estava "hospedada".

— Vamos pro quarto, Tom — falei rindo só por olhar aquela carinha de anjo que ele definitivamente não tinha nem quando estava sereno.

O Kaulitz abriu os olhos e me lançou um sorriso. Ele não estava mais tão animado, estava cansado. Passava das quatro da manhã e ele já tinha gasto toda sua energia natural e alcoólica. Ele se levantou e andou até mim, passando o braço esquerdo por meu ombro e me carregando junto com ele escada acima.

Subir as escadas foi realmente uma coisa difícil. Eu ainda usava um salto alto, ainda tinha problemas de coordenação motora e o Kaulitz, para melhor tudo, estava pendurado em mim e mal conseguia andar. Cansaço, sono e bebida não são grandes amigos. Juntos só dão problema. Estava quase acreditando que iríamos rolar escada abaixo.

— Vem, vamos dormir... meu amor — o Kaulitz falou assim que estramos no quarto, tirou a camiseta, os tênis e a calça jeans e se jogou na cama, como se não tivesse problema eu estar ali. Fiquei meio vermelha ao reparar naquele corpo forte e quase nu deitado na cama. — Vem, Christine.

Tirei o salto alto e me deitei na cama cuidadosamente. Tom me puxou para ele assim que eu me deitei completamente. Aconcheguei-me ao seu peito e respirei fundo, fechando os olhos, pronta para cair no sono e acordar bem tarde.

Não tem como disfarçar que estou apaixonado por você, não é Christine? — Ouvi sua voz rouca e calma sussurrar antes de pegarmos no sono.
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AnaCarolina_ff
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sab Mar 30, 2013 8:45 pm

Ahhhhhhhhhhh ele admitiu yaya
Amei! Amei o capítulo, amei as pegações, amei a brincadeira, amei tudo! Pode tratando de continuar BEM rápido viu? Será que o Tom vai lembrar que se declarou finalmente?
E, Christine querida, ou eu sou muito fraca ou você é a deusa dos cachaceiros da naite, porque aguentar 10 doses de tequila e NÃO ficar bêbada a ponto de ser feliz e correr pelada não é pra qualquer um ein filha just saying
Continaaaa Razz
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Sab Mar 30, 2013 9:00 pm

Ah, que lindo!
Twisted Evil Sexy hexy também!
doce
Claro que não tem como disfarçar!
Continua!
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Missy Bardot
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Seg Abr 01, 2013 9:01 am

AnaCarolina_ff escreveu:
Ahhhhhhhhhhh ele admitiu yaya
Continua liebe não demore study
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MensagemAssunto: Re: - Effects!   Hoje à(s) 2:53 am

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