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 Teenager - AVISO IMPORTANTE.

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Anne Lander
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MensagemAssunto: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Qua Set 19, 2012 10:36 am

Hey you Like a Star @ heaven

Então, como eu havia dito em Skin, com a nova regra do Nyah! eu vou voltar as origens, ou seja, postar todas as minhas fanfictions aqui. Vocês já conhecem a nova regra a já estão carecas de saber sobre, então eu não vou enrolar muito re-explicando, pois bem vamos a fanfiction?

-

Na verdade era para eu ter postado ela ontem e o primeiro capítulo hoje, mas ontem estava muito quente e eu estava passando mal, então só arrumei os links para postar hoje.

A história conta sobre a fase adolescente dos personagens e finaliza com as consequências dos seus atos durante a adolescência, tendo como cenário uma escola pública no suburbio alemão. Os personagens tem características distintas e uma história de plano de fundo acontecendo. E começa com um flashback explicando e criando mistérios sobre a continuação da história.

Eu comecei a escrevê-la a algum tempo, porém só a poucas semanas comecei a postar no Nyah! e em breve iria postar aqui, mas como tive minhas asinhas cortadas, vim logo para cá o mais rápido que pude, e bom, quem estava lendo lá, pode vir para cá ou aguardar até que eu poste no meu blog.

De resto, vamos aos princípios da história?

***



Nos filmes, a adolescência é um período de descobertas, onde a garota se apaixona perdidamente pelo garoto e assim eles vivem uma história de amor com final feliz. Mas na vida real nunca é assim. Temos um pedaço do mapa da vida em mãos, o restante do caminho fará parte das escolhas e das situações que todos viveram, e de certa forma, a juventude, a adolescência, é uma fase de transição para a vida adulta. Onde os problemas aparecem e você tem que lidar com isto de alguma forma até que você descubra o verdadeiro sentido da vida... Que é viver cada detalhe com fervor.
Classificação: +18.
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance.
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo.

Personagens primários


Tom Kaulitz • Megan Castillo • Kate Morris • Bill Kaulitz

Personagens secundários


Lívia Martinez • Gustav Schäfer • Georg Listing • Emma Harris • David Carter

Observações sobre os personagens


¹ - Faltou o Andreas, mas acho que vocês sabem que ele é, eu não tenho boas fotos dele no meu computador, então qualquer coisa se tiverem, me passem, acho ele um gato.
² - Vale ressaltar que, as informações sobre os personagens secundários estarão disponíveis em meio a história, quaisquer dúvidas, só comunicar-me.
³ - A ficha completa dos personagens com data de nascimento e entre outros se encontra neste link.


E as notas da história são grandes e importantes de se lerem, ou seja, cliquem aqui para saber sobre elas.

__________________

Disclaimer: Bill, Tom, Georg e Gustav não me pertencem por se tratarem de pessoas reais, o nome "Tokio Hotel" também não. Apenas os personagens, a história e caracterização (personalidade, laços familiares, ambientes e entre outros) dos mesmos que me pertecem.

Postava no nyah com este link.
E postarei no meu blog. O resto é plágio, denunciem.



Depois de quase uma hora tentando organizar tudo, ufa, posso dar continuidade as postagens? king

Beijinhos,
Anne Lander.


Última edição por Anne Lander em Sex Maio 03, 2013 11:15 pm, editado 16 vez(es) (Razão : AVISO IMPORTANTE)
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Qua Set 19, 2012 11:00 am

Let's go...sou sua fã vou ler sim hahaha study
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Qui Set 20, 2012 3:04 pm

Continua, gostei da historia *-----*

Bem que eu disse XDD que as escritoras do NYAH, viriam aqui para o fórum depois dessa regra banal :/

Pois bem liebe, pode me esperar por aqui pelos proximos capitulos =)

Parabêns pela organização.
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FranKaulitz'

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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Sex Set 21, 2012 8:05 am

Ow, posta, eu vou ler!
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Anne Lander
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Sex Set 21, 2012 12:43 pm

Olá :3

Pois é, gente. Eu estava voltando aos poucos para cá, por que para quem não sabe, eu comecei a escrever por causa do fórum mesmo, eu via as meninas escrevendo e aquilo foi me instigando e foi assim que eu comecei... Mas pois bem, vamos ao primeiro capítulo? Ele é grande, só para começar.

Ele é grande devido a uma aposta comigo mesma de que faria um capítulo maior de que 3000 caracteres, tem 3012 eu acho, bom consegui \o\

Boa leitura study


_______________________________________



Capítulo 1 – You shine just like the stars.

(Você brilha como as estrelas).


Casa da família Smith, sábado, 15 de agosto de 2009.

Às 22h10min.

Tem-se algo que eu odeio fazer, é fazer algo por obrigação.

– Meg, me desculpe, é que eu não queria ficar sozinha – Kate tentava se desculpar entre passadas entre as pessoas, quase que implorando. Isso por que ela repetia a mesma frase desde que saímos do carro, há pelo menos 5 minutos. E claro que aquilo estava me irritando.

– Tudo bem, mas você está me devendo uma – falei passando as mãos por entre meus cabelos despenteados. Consequência da minha despreocupação com como e o que eu vestiria para essa festa, estava apenas com uma calça jeans surrada com cara de eu comprei no brechó e blusa de moletom por cima da minha camiseta de banda, sem resquício algum de maquiagem, ao contrário de Kate, que estava linda em um vestido curto dourado com saltos altíssimos, os cabelos dela eram louros, eles estavam lisos com as pontas enroladas e os lábios estavam cobertos por uma fina camada de batom vermelho e os olhos azuis invejáveis cobertos por uma listra fina de delineador. Ela parecia uma princesa, como sempre pareceu aos meus olhos.

– Claro, é só você me falar o que você quer – falou calma - O que você quer? – questionou, enquanto nós duas caminhávamos até a entrada da casa.

– Não por hora. Agora eu só vou beber um refrigerante e assistir a estupidez e falsidade alheia – respondi, suspirando expressando a minha má vontade, voltando minha atenção para a gola da jaqueta de moletom que eu estava usando, ela estava me incomodando, não achei a jaqueta de moletom com touca, droga.

– Quem vê, nem imagina que as pessoas te adoram e você é uma cheerleader – ironizou, gargalhando. Era comum ela fazer esse comentário, quando eu dizia que as pessoas, não todas, que estavam em meio às líderes de torcida ou parte da escola, eram interesseiras em suas próprias popularidades. E eu não estava mentindo, por que realmente era. Poucos se salvavam, o restante apenas me enojava. E pode até parecer clichê de filmes adolescentes, mas acontece, em todo lugar, eu diria.

– Eu faço isso por que eu gosto e não por popularidade como muitos – a respondi. E realmente, eu sempre admirei as líderes de torcida, quando eu estava no ensino fundamental, principalmente que na minha escola não havia programa de líderes de torcida, então só me restava à admiração. E eu as admirava tanto pelo talento, quanto pela força de vontade ao torcer pelo time de futebol da escola ou em competições, nas quais eu sempre assistia com os olhos brilhando, os saltos, as roupas... Tudo. E agora, há pelo menos seis meses estudando no ensino médio, eu sou líder de torcida desde que começaram as aulas, durante o período de inscrição nas aulas extracurriculares e eu fui escolhida e elogiada. Enquanto eu não podia ser uma, eu passava horas treinando para quando eu pudesse ser uma e isto me rendeu experiência e elogios; eu não sou capitã, até por que isso pouco me importava, deixo para as mocinhas que ficam desfilando com o uniforme corredor a fora, quando nem ao menos é necessário. Para que, céus? Só para dizer eu sou popular, eu mando em você! Típico de filmes adolescentes.

Ela se calou, pois avistou alguns colegas e logo fomos cumprimentá-los. Senão, viria o sermão de você tem sorte, não tem do que reclamar, e eu que nem consegui tornar-me uma líder de torcida?

Família Smith, era a família empreendedora de Hamburg. Administrava diversas fábricas, e por isto, mantinham muitas fortunas e moravam em um casarão afastado da cidade. Os herdeiros, Lauren e Erick Smith eram gêmeos, a garota, era a capitã das cheerios e vivia tentando mandar em mim – coisa que eu não admitia e aturava, mas ela se forma esse ano. E Erick era um dos típicos valentões, que amedrontava os novatos, mas o carro importado e o dinheiro que o tirou da cadeia três vezes depois que completou 18 anos partiu dos pais dele. Ou seja, mais um mimadinho típico.

Eu sei que a maioria depende do dinheiro dos pais para viver, mas usar e abusar da fortuna só demonstrar o quão estúpido e imbecil você é, já é demais. Ao invés de usar o dinheiro para algo bom, como os estudos, por exemplo. Mas eles gostam de ser o que eu costumo chamar de um claro exemplo de jovem cabeça oca.


[...]


Fiquei brincando com a borda do copo vermelho cheio de refrigerante, enquanto Kate me alertou que iria ao banheiro retocar a maquiagem, isso há pelo menos meia hora, pelo que eu constei no visor do celular. Eu fiquei esperando-a; e cansada de esperar e fitar aquelas pessoas dançando em meio a uma música chata e de que, de fato, eu não suportava nenhum pouquinho, eu decidi ir à busca dela, talvez ela tivesse se perdido ou encontrado algum conhecido e não me avisou.

Sem largar o copo e bebericando-o entre uma passada e outra, eu percorri as salas e entreolhei portas semiabertas à procura de Kate. E não a encontrei de imediato, e assim, eu suspirei e cansada de tentar procurá-la, e me sentei numa poltrona vazia próximo à sala de estar onde algumas pessoas encontravam-se conversando animadamente entre gargalhadas e copos e mais copos de bebida alcoólica.

Sacolejei o líquido dentro do copo, ouvindo sussurros e estalos de beijos, assim que voltei minha visão para o casal a minha frente. E eu avistei minha melhor amiga aos beijos com um garoto qualquer, completamente desconhecido. Eu tive que rir, pois eu acreditei que ela estava realmente retocando a maquiagem ou perdida, e pelo sumiço, afinal, ninguém retoca a maquiagem em 30 minutos, eu levo pelo menos 10 minutos para isto! Pois bem, eu concluí que ela queria a minha presença até que ela encontrasse um garoto para passar o restante da festa acompanhada, enquanto eu saísse de fininho. Se fosse como as outras vezes, eu ia aproveitar a festa, mas justamente hoje, eu estou sem nenhum pingo de paciência para festa alguma, eu só vim acompanhá-la mesmo, e pelo visto, meu trabalho aqui já foi concluído.

Apesar de sozinha, as garotas que ficam acompanhadas, de certa forma chamam mais atenção. Se uma garota está sozinha, algo de ruim aconteceu para que ela estivesse assim, o que espantava os futuros pretendentes. Essa era uma lição que minha mãe me ensinou nas férias anteriores. Minha mãe era, podemos dizer uma especialista em relacionamentos.

Claro que eu não iria ficar ali assistindo ao andar do relacionamento dos dois, pois ao que tudo indicava, principalmente, em minha feição de nojo, era que aquilo tendia a piorar. Levantei-me, levando meu copo vazio junto. Eu caminhei de volta a onde eu peguei o refrigerante, na sala de jantar, onde havia uma mesa com diversas bebidas, claro que eu tinha um receio de pegar algo batizado, eu não tenho problemas com álcool, mas prometi a minha avó que eu chegaria à casa sóbria ao contrário da última vez que demorei dois dias para recuperar-me da bebedeira subsequente e o pior de tudo é que eu não me lembro de nada, nada mesmo daquela noite, e nem Kate que como sempre bebeu demais e dormiu com qualquer um. Kate é tão charmosa, inteligente e especial, mas não sabe usar sua toda a sua inteligência para relacionamentos, assim qualquer um facilmente a ilude e mesmo com avisos e conversas constantes após diversos fins de namoro, ela não me dá ouvidos e faz besteiras do tipo. E por fim, assim que avistei a garrafa de refrigerante, eu enchi o copo.

Eu decidi sair um pouco de cena totalmente levada pela minha falta de vontade de festejar. Então eu passei por entre as pessoas que estavam dançando e segui até sair da casa, avistando o jardim a frente da mesma. Havia algumas pessoas ao redor do gramado, aos beijos ou em conversas em frente à residência assim como na sala de estar anteriormente. Eu nem me permiti prestar atenção em tais, afinal, completamente inúteis em minha vida. Andei pelo caminho de pedra até o portão, e assim, sai do local. Sentei-me no meio-fio, eu estava a fim de ficar a sós comigo mesma, sem ter a perturbação alheia em meus ouvidos.

Beberiquei o refrigerante, avistando os carros que chegavam, enquanto ao menos, eu vim de carona com o irmão de Kate. A maioria, os mais velhos já possuíam direito a habilitação e usavam e abusavam disto com seus carros indo para a escola e se exibindo no estacionamento como se aquilo fosse um troféu. Até hoje, acho que só eu não fiquei inteiramente ansiosa para completar a idade necessária e poder ganhar um carro ou aprender a dirigir. Meu pai desde que eu era pequena tenta me incentivar ao amor pela direção ou carros como se eu fosse um menino, mas é um pouco impossível para mim, prefiro andar a tentar dirigir.

Fui retirada do meu pequeno devaneio, quando eu ouvi um barulho à distância, mas mesmo assim, parecia ser de algo se chocando no meio das árvores e arbustos da rua. Eu me virei e vi um rapaz caído e uma moto, e instantaneamente, seguindo meus instintos, larguei meu copo no chão e corri até onde ele estava. Deveria ser algum convidado já alterado pelo álcool ou uma pessoa de muita má sorte completamente distraída.

– Maldita! – ouvi-o exasperar, ele tentou se levantar falhamente e até então, eu não havia visto seu rosto.

– Você está bem? – questionei preocupada tentando ver o seu rosto, já que o mesmo estava de capacete – ainda bem, senão o resultado disso poderia ser bem mais grave do que o que pode ter acontecido, afinal, estava escuro e eu não consegui avaliá-lo como eu faria se estivesse mais de dia. Já que ele não conseguiu levantar, continuou sentado, retirou o capacete e, em seguida, continuou retirando as pequenas folhagens que ficara em suas roupas visivelmente largas, deveria ser um daqueles rapper.

– Acho que... – ele ia continuar a falar, mas viu o estado que estava sua mão e braços, que estavam arranhados, não extremamente, mas se não bem cuidado, poderia causar uma grave infecção e aquilo sim teria proporções graves. Então, instantaneamente após esperar alguns segundos de que ele começou a falar, não obtendo resposta alguma, eu sugeri.

– Melhor você vir para dentro, eu te ajudo, vem – chamei-o dando a mão cuidadosamente para que ele pudesse se levantar. Claro que ele era mais forte do que eu, mas mesmo assim ele não dispensou a minha mão.

Quando ele se levantou, eu pude perceber que ele era um pouco mais alto que eu e as roupas largas, apesar se serem um pouco esquisitas de primeira vista, agora pareciam até um charme. Ele era todo diferente, mas de um jeito tão único.

Meg ele está ferido, pense em outra coisa como, por exemplo, ajudar ele, por favor?

Ele levantou a moto, reclamando de dor, o que fez com que eu tentasse ajudá-lo, o que foi completamente desnecessário, mas e, em seguida, travou-a mesmo sentindo dor. Apanhou a jaqueta de moletom que estava em algum lugar da moto que eu não pude avistar e assim nós dois seguimos para dentro da casa, deixando a moto para trás. Eu dei a mão para ele e ele não pestanejou em entrelaçá-las mesmo com sua mão machucada. Algumas pessoas questionavam umas as outras quem era ele, enquanto eu mesma que estava ali de mãos dadas a ele, não questionei nada, além dele ser um completo desconhecido e inofensivo rapaz machucado, eu não iria perturbá-lo com questões, não agora, talvez depois.

Meu primeiro objetivo era procurar Lauren, afinal, na ausência de seus pais, a residência pertencia a ela e do irmão, mas para receber cantada barata, era melhor eu encarar a princesinha. Ela deve saber onde eu poderia encontrar alguma caixa de primeiros socorros, para assim eu fazer algum curativo nesse rapaz. Ele não pode ficar assim e pela carinha fofa de dor que ele fazia, não estava nada confortável.

Ela estava na sala de estar, rindo com alguns amigos, postada em seu vestido curto repleto de paetês num salto que com certeza deveria ser mais caro que todos os meus all-star juntos. Ela era bonita, porém muito vadia. O que me causava nojo.

– Lauren! – chamei-a em meio aos amigos dela sem me importar com bons modos, afinal ela estava em meio à conversa, e seria deselegante chamá-la dessa forma, mas quem disse que eu me importo mesmo? Largando sua taça de champanhe sob a mesa de centro, ela logo acenou para eles como forma de dizer que já retornava e veio em minha direção, avistando o garoto ao meu lado.

– O que aconteceu? – ela questionou espantada vendo o estado dos braços e mãos dele.

– Ele caiu de moto – respondi – Você não teria algo para eu cuidar dessas feridas? – questionei apontando para os braços dele.

– No meu quarto tem uma caixa, dentro da segunda gaveta do criado-mudo branco. Pode usá-lo, só não mexa em nada – a sua última frase saiu completamente provocativa, por que ela adora me inferiorizar perante os outros, e pelo visto, ele estava mais preocupado com a dor do que acreditar nas mentiras dela.

– Tudo bem – eu falei respirando fundo acalmando-me, em outro caso eu puxaria os cabelos dela e arrastaria ela pela calçada - Claro que eu não vou mexer, não tem nada que me interesse mesmo – concluí piscando para ela, em seguida. Como eu me virei, nem vi o que e como ela me respondeu, até por que não me interessava no momento.

O garoto não disse nada, continuou quieto e apenas me seguiu. Talvez ele nem devesse conhecê-la e se conhecesse, era dos meus que sabia o quão idiota e petulante ela é. Subimos as escadas, onde até então era proibido para os convidados, e adentrei o quarto cor-de-rosa dela.

O quarto era grande, praticamente do mesmo tamanho que o meu quarto só que com dois detalhes. Tons rosados e organização nos mínimos detalhes, algo que definitivamente eu nunca teria ou faria. Gostava da minha simplicidade e desorganização, só a minha avozinha que me enchia as paciências para arrumá-lo algum dia. Era uma tremenda de uma suíte, a cama, com certeza, eu dormiria por horas confortavelmente, o televisor em frente à mesma estava acoplado à parede, assistiria minhas séries pela madrugada com perfeição. Tinha uma penteadeira também, mas eu ainda prefiro a minha que era velha, mas tinha muito valor sentimental e eu não a trocaria por nenhuma outra, mesmo com vaso de rosas decorando-a.

Caminhamos até a cama.

– Sente-se – falei. Enquanto eu procurava a possível caixa de primeiros socorros que ela disse que estaria no tal criado-mudo branco ao lado da cama.

Ele não falou nada, apenas me obedeceu, sentando-se na cama largando a jaqueta de moletom que estava em suas mãos na mesma. Achei a caixa e levei-a para a cama, arrastando a cadeira da penteadeira para ficar frente a frente com ele. Na caixa continha algodões, alguns remédios cicatrizantes e esparadrapos.

– Você é quietinho assim mesmo? – perguntei divertida, para descontrair o ambiente silencioso, enquanto passava o algodão embebido em soro fisiológico em seus braços e mãos, para limpar as feridas e evitar futuras infecções.

– Não muito. Estou apenas vendo até onde você está sendo cuidadosa comigo – ele respondeu. E agora, mais tranquilos, eu pude prestar atenção no tom de sua voz – E a propósito, eu nem sei o nome da minha enfermeira – rimos.

– Megan – eu respondi sem retirar a atenção do que eu estava fazendo – E o seu?

– Tom – respondeu calmo – Eu espero que você queira seguir alguma profissão na área da saúde, por que eu não estou sentindo dor alguma com você cuidando – ele falou sorridente.

– Minha avó sempre cuidava de mim, quando eu me machucava e olha que isto acontecia com muita frequência. E foi só prestar atenção no que ela fazia, afinal, é sempre bom estar a cuidados quando alguém se machuca como você – falei, o observando com mais calma.

Eu havia tido em mente que ele era bonito, mas não tão quanto ele realmente é. Ele tinha uma feição inocente, de menino que apronta, mas logo faz aquela carinha de pura inocência para se safar rapidamente. Os olhos castanhos pareciam ter um detalhe especial, e confesso que eu estava com uma vontade enorme de morder aquelas bochechas! Nos lábios, piercing. Os cabelos, dreads. E tudo isso somado ao jeitinho único que ele parecia ter. De fato, ele deveria ser uma pessoa especial.

– Então você era muito arteira? – ele questionou, com um sorriso malicioso no canto dos lábios.

– Tenho cara? – devolvi a pergunta, rindo, lembrando-se das peças que eu pregava quando menor.

– Hm – murmurou analisando-me - Um pouco – ele respondeu acanhado, talvez ele quisesse dizer outra coisa e por vergonha não comentou.

– Digamos que eu além de aprontar, eu tinha propensão ao desastre. Vivia caindo, aliás, isso acontece ainda, você teve sorte de eu não tropeçar no meio do caminho – falei enquanto preparava outro algodão com antisséptico – Tom, esse vai doer – alertei.

– Sou forte, pode mandar ver – ele falou todo machão, o foi completamente impossível não rir.

– Mas se doer não precisa ter vergonha – falei rindo, ele não me respondeu, então eu me preparei para passar o algodão com o medicamento.

Eu passei delicadamente o algodão sobre os ferimentos do braço esquerdo e, em seguida, de sua mão. Ele não esboçou reação alguma, parecia até não estar sentindo dor alguma – ele realmente era forte – por que se fosse eu, já estava escandalizando.

– Outro lado – ele esticou o braço direito, e com outro algodão eu fiz o mesmo do braço esquerdo – Está doendo? – questionei preocupada.

– Um pouco – ele respondeu quase que num sussurro, é estava doendo.

Finalizei os curativos, cobrindo os braços com os esparadrapos, como nas mãos estavam apenas arranhadas, coloquei alguns band-aids. E assim, era questão de tempo para que tudo cicatrizasse e não passasse de uma má memória.

– Acabei – falei, ele parou, fitou-me e sorriu.

– Obrigado – agradeceu com um sorriso sincero.


– Continua.

_______________________________________

Obrigado meninas, espero que vocês gostem, essa história tem muito de mim e promete ser ótima.
Espero que se sintam dentro da história, pois adolescência é um inferno, mas também é um período divertido!

E vale lembrar que a foto de fundo e menor é o personagem no flashback, no caso, Tom de dreads loiros, e a maior, é eles no decorrer da história.
O flashback dura os 3 primeiros capítulos.

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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Sex Set 21, 2012 8:41 pm

Oh, God!
Muito bom esse capítulo, você escreve muito bem! Parabéns!
Eu adorei ', quero mais!!

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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Sab Set 22, 2012 5:04 pm

FranKaulitz' escreveu:
Oh, God!
Muito bom esse capítulo, você escreve muito bem! Parabéns!
Eu adorei ', quero mais!!


+1
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Sab Set 22, 2012 5:09 pm

FranKaulitz' escreveu:
Oh, God!
Muito bom esse capítulo, você escreve muito bem! Parabéns!
Eu adorei ', quero mais!!


+1

menina, posso virar sua fã? Tive uma boa primeira impressão com Skin. I love you
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Dom Set 23, 2012 6:11 pm

Eu estava tentada a ler sua fic, bom, e cá estou eu.
Muito boa, por favor, prossiga!
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Dom Set 23, 2012 6:52 pm

Anne estou aqui \o/ de novo

Owwn porque não cai aqui na frente de casa (?) dai eu ficava cuidando *-*

Adorando loucamente a fic <3 #sérioo

Continuuue
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Anne Lander
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Dom Set 23, 2012 9:53 pm

Hey!
Obrigado meninas <3

Aqui está o segundo capítulo, espero que gostem.

Boa leitura study

____________________________________



Capítulo 2 – Wir wollten nur reden.

(Só queríamos conversar).


Logo após me agradecer verbalmente, ele me abraçou em forma a retribuir todo o carinho e cuidado que eu tive com ele, um completo desconhecido que se fosse outras pessoas sem o mínimo ou mesmo caráter que o meu ou aquelas que simplesmente só entreolharam ele e não lhe deram nenhum auxílio, deixariam ele se virar sozinho em meio a machucados e grama e só Deus sabe o que poderia ter acontecido.

Durante o abraço agradável e quente, eu pude sentir seu doce perfume. Carinhosa, eu recostei o rosto sobre seu ombro, sentindo o mesmo fazer isto em mim. Fiz um movimento com as mãos em suas costas, sentindo o calor que o corpo dele emanava sobre o meu, e ali eu concluí que por mim, eu não sairia dali, daquele delicioso abraço, tão cedo.

Aquilo me fez lembrar-me de uma frase que minha avó falava muito quando eu conversava com ela sobre relacionamentos, nos quais ela simplesmente era a pessoa mais compreensiva desse mundo em relação ao assunto, até mais do que minha própria mãe, talvez por que eu conviva muito pouco com a minha mãe, então.

Um abraço é o encontro de dois corações.

E com certeza aquela frase ganhava significado naquele momento, principalmente, por que o abraço durou mais do que o comum, tornando-o um abraço mais do que especial.

– Eu vou ao banheiro lavar meu rosto, tudo bem? – ele avisou, se levantando, após nos separarmos do longo abraço.

Eu apenas assenti.

Enquanto ele foi ao banheiro da suíte para lavar o rosto, a desejo do mesmo, eu coloquei a cadeira de volta em seu lugar de origem, na penteadeira, e logo após isto, eu arrumei rapidamente tudo de volta à caixa, separando os algodões sujos do restante do material, caminhando para o banheiro, não antes de batucar na porta perguntando se eu podia entrar. Com a confirmação que sim, eu entrei e joguei-os na lixeira do banheiro.

Parei para observá-lo, enquanto ele vestia a jaqueta de moletom, assim cobrindo os curativos em seus braços com praticidade, quem visse, nem imaginaria que ele acabara de sofrer um pequeno acidente (exceto pelos band-aids em suas mãos) que poderia ter sido pior se ele estivesse sem o capacete, provavelmente essa hora alguém estaria a caminho do hospital, mas ainda bem que ele é responsável. Eu confesso que adoraria vestir aquela jaqueta de moletom, provavelmente com aquele perfume agradável dele, para dormir tranquilamente no frio ou para assistir algum filme com pipoca e coca-cola. Minha imaginação ia longe!

– Pronto? – perguntei, assim que ele terminou de ajeitar-se.

– Acho que sim – ele respondeu fazendo uma careta, logo notei que havia algo de errado com ele - Mas eu acho que bati a minha perna, está doendo um pouco – concluiu fazendo uma careta ao tocar na mesma.

– Deve ter ficado roxo, então, senta um pouco na cama para eu dar uma olhada – sugeri sem más intenções - Vai saber se não machucou também? – concluí um pouco atrapalhada, afinal eu não sabia muito que fazer. Ele ia querer que eu avaliasse suas... Pernas? Isso é um pouco íntimo.

Ele não respondeu verbalmente, apenas assentiu e passou a caminhar mancando até a cama, eu toquei em seu ombro, guiando-o para a cama vendo a pequena dificuldade que ele tinha para caminhar. Ele sentou-se e checou se havia algum machucado que não avaliamos anteriormente, mas só um roxo nos joelhos, nada tão grave quanto os ferimentos dos braços e mãos que necessitaram de curativos.

– Quando você for para sua casa, passe um pouco de gelo, vai ajudar – sugeri novamente, cruzando os braços, eu estava em pé à frente dele.

– Posso te contratar como enfermeira? – perguntou ele, com um sorriso malicioso nos lábios, fitando-me.

– Claro, eu adoraria ser a sua enfermeira – respondi em meio a um sorriso bobo que logo foi retribuído por outro vindo por parte dele.

– Meg – ele me chamou - Senta aqui comigo? – pediu, batendo com a mão esquerda sobre o espaço vazio da cama ao seu lado, como eu estava de pé e meus pés estavam começando a doer, eu o obedeci me sentando ao seu lado.

– Posso te fazer uma pergunta? – questionei extremamente curiosa.

– Claro – ele respondeu sem problemas.

– Você estava vindo para cá, quer dizer, para a festa?

– Sim. Erick que me convidou – ele respondeu, enquanto ajustava uma bandana verde que ele estava usando.

– Então você o conhece? – indaguei ainda mais curiosa.

– Não muito, eu já conversei com ele algumas vezes assim que eu entrei no colégio que ele estuda – pela cara que ele fez, não gostava do Erick, assim como eu também não.

– Você estuda lá? – questionei novamente.

Ele assentiu então eu continuei empolgada.

– Eu também! Segundo ano?

– Yeah – ele respondeu de forma divertida – Eu sou novo naquela escola, eu entrei esse ano.

– Hm, por isso que eu não havia o visto.

– E você estava aqui na festa também? – ele questionou.

– Eu vim acompanhar uma amiga. Mas ela já está aos beijos com outro rapaz e claro que eu não ia ficar assistindo a eles, não é? – respondi desapontada, claro que eu não gostaria de ficar sozinha, mas aqui estou eu.

– Chateada? – ele indagou se mostrando preocupado com o meu tom de voz de chateação.

– Acostumada, define o que eu sinto – respondi suspirando, e logo mudei de assunto para tirar aquele clima ruim que se estabeleceu no ambiente – Sabe Tom, é estranho para eu estar no quarto da garota que eu nunca suportei e que também nunca me suportou. Lauren sempre implicou comigo, por tudo – conclui rindo ironicamente.

– Lauren é irmã do Erick? – ele indagou.

– Gêmeos – respondi enquanto brincava com os meus próprios pés.

Ele apenas assentiu e então o silêncio predominou por algum tempo, até que eu me virei, fitando-o, ele logo se aproximou, acarinhando meu rosto, deslizando o dedo indicador sobre meus lábios, logo retomando a acarinhar meus cabelos, passando as mãos por entre meus cabelos consequentemente acarinhando a minha nuca, enquanto ao menos eu consegui tirar o sorriso bobo que se fixou em meus lábios devido ao ato carinhoso que ele estava fazendo, carinhoso e prazeroso.

Vi-o passar a língua sobre o piercing, um ato completa e absurdamente sexy que me instigou muito. Talvez essa seja a artimanha dele para conseguir o que quer com as garotas, somada ao olhar lúbrico como se dissesse essa noite, eu quero você e mais nada.

Nossos rostos se aproximaram perigosamente, iniciando um beijo deleitoso e apaixonado. Seu braço esquerdo deslizou até a minha cintura, trazendo-me para mais próximo dele, praticamente entrelaçando nossas pernas, enquanto o seu braço direito deslizava sobre os meus joelhos até a parte lateral da minha coxa, o que comumente, eu não permitiria, principalmente sendo o primeiro beijo de uma pessoa até então desconhecida, mas o mesmo seguia tão gostoso e agradável que eu dei de ombros e o agarrei me entregando ao mesmo.

Após quebrar momentaneamente o beijo, me movimentei sobre ele até eu fiquei de joelhos na cama tendo entre as minhas pernas, as pernas dele. Minhas mãos apoiaram em seus ombros, enquanto eu senti as mãos dele se apossarem da parte interna das minhas coxas, subindo lenta e provocantemente. Eu suspirei, fechando os olhos e erguendo o rosto, sacudindo meus cabelos que estavam me atrapalhando, logo voltei minhas atenções para ele, retomando ao beijo que fora instantaneamente ganhando força devido ao calor do momento.

As mãos dele estavam subindo, parando nos quadris, dando um suave aperto durante o beijo e assim subiu mais até a minha cintura, eu pousei meu corpo sobre o dele, relaxando o peso do meu corpo de meus joelhos, e depositando esse mesmo peso sobre seu corpo. Os beijos dele tinham um gosto agradável de bala de menta, e eu adoro bala de menta.

– Sabia que você não ia se segurar, vadia. Se entregando para qualquer um – ouvi a voz de Lauren ressoar sobre o cômodo num tom hostil, separando-nos.

Eu não sentia culpa alguma, afinal, por mim, eu faria amor com ele ali e nem me importaria com o fato de ser a cama que provavelmente ela traz qualquer um para a mesma ou mesmo sendo a cama dela, mas ela tinha que vir verificar se eu não havia remexido em suas coisas ou não estava aos beijos e amassos com ele, o que segundo a segunda opção estávamos fazendo.

– Estava verificando se ele machucou a boca – falei irônica, quase rindo da minha própria piada, por entreolho o vi também rir disto, voltando a sentar do lado dele, passando o dedo indicador sobre o meu lábio inferior como se eu estivesse limpando algo.

– Sei muito bem – ela falou jogando os cabelos para o lado – Vamos, a festa é lá em baixo. Eu não quero saber de casal se pegando no meu quarto, principalmente na minha cama. Tem espaço lá em baixo para vocês fazem quantos filhos quiserem, mas não aqui.

Nós dois não falamos nada, apenas de canto eu conseguia avistar um sorriso de moleque nos seus lábios o que me fazia sorrir igualmente também. Ele não estava nem ai para ela e para a pseudobronca que levamos, assim como eu. Nós apenas seguimos para o andar de baixo, enquanto, eu pude ouvir o bater da porta no batente, deixando um sinal bem claro que aquele lugar estava terminantemente proibido de ser visitado, principalmente por mim.

Mas o que importa? Temos uma festa nos esperando no andar de baixo com música alta, pessoas engraçadas dignas de horas de riso, aperitivos, e agora, se ele quisesse, nós poderíamos curtir a festa por um bom tempo.

Enquanto nós descíamos as escadas, ele deu as mãos para mim e assim caminhamos até onde a concentração de pessoas estava maior, no salão, aliás, o andar de baixo inteiro era a festa, muitas pessoas e muitas bebidas, se antes eu estava sem animo para aguentar a festa e iria esperar horas até a minha querida amiga desgrudar do rapaz desconhecido que estava com ela, meu ânimo veio de moto e está de mãos dadas a mim agora, com nome. Tom.

– Quer beber um refrigerante? – ofereci enquanto guiava-o até onde eu busquei o refrigerante anteriormente – Eu acabei perdendo o meu quando eu fui te socorrer – falei.

– Refrigerante? – ele perguntou em tom de deboche gargalhando.

– É... – comecei indecisa - A não ser que você queira cerveja...

– Refrigerante só em casa com a família – ele falou gargalhando.

– Ok, então o senhor que manda! – falei batendo continência sorrindo - Aliás, você tem certeza que está bem? – perguntei preocupada.

– Uma dor aqui, outra ali, nada que uma boa festa e a minha enfermeira particular comigo, resolva – respondeu, fazendo-me sorrir, visto isso, ele selou um beijo rápido em meus lábios enquanto nós caminhávamos até a cozinha em busca de cervejas, eu o guiava até a cozinha tendo em vista que a sala onde continua as bebidas estava vazia.

Na cozinha vi uma garota desconhecida apanhar cervejas na geladeira para abastecer a mesa, deveria ser a assistente da Lauren, e assim, nós pedimos duas garrafas que logo foram entregues. Com um abridor que estava ali na pia, nós abrimos as nossas garrafas e demos o primeiro gole na bebida.

E assim fomos para a onde à festa estava começando a ficar agitada, curtir ela e nos curtir.


[...]

Eu já havia perdido a noção do tempo em meio a garrafas de cerveja, aperitivos, danças e muitas gargalhadas.

Nem sinal da Kate dentre as pessoas, deixando bem claro que ela provavelmente estava com o mesmo rapaz em situações mais íntimas, uma pena por que eu adoraria apresentar Tom para ela, principalmente por que estamos nos dando tão bem. Mas estava tudo bem, eu estava me divertindo muito com as outras pessoas, até as amigas de Lauren que na escola são extremamente insuportáveis aqui estavam tão divertidas que eu nem as reconheceria, Tom inclusive conhecia algumas, principalmente os rapazes, então ele logo se enturmou e todos estavam adorando-o.

Depois de um tempo sentados na sala de estar onde eu encontrei Lauren anteriormente, entre uma conversa ótima e gargalhadas, todos decidiram voltar à pista de dança improvisada no salão da casa. Principalmente, por que há meia hora o DJ queridinho da Lauren havia chego com todo material e as músicas necessárias, ou seja, as músicas melhoram significantemente em sua qualidade, o que sim me instigava a participar das danças com o pessoal animado da festa.

Antes de sair da sala, eu retirei minha jaqueta de moletom, devido ao calor que dançar por algum tempo poderia causar e deixei junto às chaves da moto dele sobre o sofá, assim como os outros estavam fazendo com os seus casacos. Nós nos misturamos as outras pessoas, enquanto dançávamos alegremente ao som da música.

Tom era uma pessoa tão divertida que eu juro não queria que aquela noite acabasse. Eu poderia ficar com ele a noite inteira que eu não iria me importar, a presença dele é extremamente agradável. O que me consola é que ainda temos dois anos e meio para curtir outras festas e nos esbarraríamos no corredor da escola durante as aulas e poderíamos conversar no intervalo. Já que essa noite teria que acabar uma hora ou outra, por que eu ficaria remoendo isto? Vou aproveitar enquanto ele está aqui e enquanto a festa dure!

Ele tocou em minha cintura, aproximando-me a ele, sem parar os movimentos ao som da música, enquanto eu entrelacei meus braços ao redor do seu pescoço acarinhando a sua nuca, o beijo facilmente se iniciou entre nós. Seguindo o ritmo da música, eu quebrei o beijo, me virando de costas para ele, sentindo suas mãos acarinharem meus quadris subindo devagar passando sobre a minha cintura, enquanto seu rosto se afundava em meu pescoço num afago que se assemelhava a uma cócega gostosa.

Eu me virei novamente, ficando de frente a ele, após ficar na posição contrária por alguns minutos seguindo e aproveitando o ritmo da música, e cacei pelos seus lábios suaves, entrelaçando-os aos meus, novamente num longo e apaixonado beijo, logo, após o beijo gostoso ser quebrado por mim, eu fitei seus olhos.

Desde que nos vimos pela primeira vez, seus olhos castanhos pareciam ter um brilho especial, mas agora, eles nunca pareceram tão brilhantes e eu sentia que algo ia acontecer, só não sei o quê, mas estou louca para saber.


– Continua.



____________________________________

Gostaram do beijinho dos dois?

Ah, outro detalhe, o casal fixo da fic vocês só ficarão sabendo no decorrer da história! Até por que ainda tem muita gente envolvida na história. Sabiam toda vez que eu escrevo um capítulo novo, eu releio os primeiros pelo menos umas duas vezes? Dá um trabalhão, mas é bom, assim garanto a vocês e a mim mesma uma ótima e bem feita história.

Ah e obrigado meninas, a cada mais eu tenho melhorar a minha forma de escrever, espero que gostem :3

Bezos.
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Seg Set 24, 2012 7:25 pm

Continua, estou amando!
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Seg Set 24, 2012 8:52 pm

Wow, isso quer dizer que o Tom e a Meg não são exatamente o casal principal? Talvez uma ligação para o real casal?
Por favor, não estou confusa, só as minhas conclusões estão!

Prossiga logo!

Ah é, eu gostei sim dos beijos q
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Ter Set 25, 2012 10:03 am

Opa, já estou aqui de novo.
Poxa, que cap. esse hein, porque nunca aparece um cara caído da moto assim na minha vida? ): SUIAHSIAUSHAUI'
Estou adorando a fic liebe - sem novidades né? rs -

Continue *-*
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Ter Set 25, 2012 10:56 am

Um abraço é o encontro de dois corações...que lindo isso!!!
Desculpe não comentar no capítulo anterior,mas estou amando a fic...esse primeiro encontro deles foi tão fofo *-*

Continua liebe study
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Ter Set 25, 2012 11:50 am


to amando a sua FanFic Liebe!
continua, continua, continua.....
yaya yaya yaya yaya yaya
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Qua Set 26, 2012 10:12 am

Olá, princesas <3

Muito obrigado pelos comentários, vocês são umas fofas!

Alguém de vocês é fã da Rihanna? Estou há uma hora surtando com a música nova dela, AAAAAA enfim, vou explicar para vocês sobre a coisa "do casal ou shipps" como vocês preferirem falar. Sim, não tem casal fixo por hora, só no decorrer da história que vocês vão descobrir eles. Eu não falo agora, por que senão perde completamente a graça, a fic, EU ACHO, é um pouco maior do que as outras que eu faço (assim, eu espero), e talvez tenha até uma continuação! Bom, eu só posso dizer uma coisa que vocês vão ficar de queixo caído no final do capítulo :::: tudo pode mudar.

Vocês estão preparados para embarcar nessa aventura?

Finalmente, o flashback inicial, chega ao fim.

Boa leitura study

_________________________________________



Capítulo 3 – Kiss me hard before you go.

(Beije-me forte antes que você vá).


Saída casa da família Smith, domingo, 16 de agosto de 2009.

Às 1h40min.


Eu não me importava com horários desde que minha avó não os limitou rigidamente para mim.

Minha avó sempre me dava passes de confiança e eles funcionavam assim: a cada festa que eu iria, se eu voltasse bem e no horário, ela aumentava o meu limite de horário e assim foi até que aos 15 anos, meu limite é até as 02h30min. Creio que estou no horário.

Existem muitos jovens que moram com os avós e foram criados por eles, e bom, eu faço parte dessa estatística. Minha história não é tão complicada de explicar quanto parece. Claro, uma descendente de latinos viver em meio a pessoas branquinhas dos olhos claros, é uma pequena comédia, mas eu nunca cheguei a sofrer tanto com isto, por que eu era diferente e todos me amavam por isto e viviam cheios de perguntas para saber como é a praia, as paisagens e tudo mais, mas claro que quando eu era menor, algumas crianças eram maldosas, mas meu avô sempre me ensinou a me defender verbalmente, e com o tempo muitas outras pessoas descentes como eu foram surgindo e a diversificação foi ficando maior.

Numa viagem a trabalho, meu pai um alemão educado; de belos olhos claros e rosto de modelo de capa de revista conheceu minha mãe uma cozinheira tímida de mão cheia e belos cabelos longos e negros e ali eles iniciaram um romance de verão que teria um fim assim que ele fosse embora para continuar com a sua vida na Alemanha, se não fosse à notícia de que eu viria ao mundo, fato que só os uniu ainda mais, mas meus avós não queriam que eu tivesse uma educação americanizada, principalmente em Los Angeles, onde eu nasci, e eles julgaram que eu poderia viver na Alemanha até eu atingir a maior idade tendo uma boa convivência com as pessoas, tendo uma ótima educação e ocasionalmente eu viajaria para os Estados Unidos para visitar meus pais e vice-versa. E no fim, eu decidiria se eu moraria nos Estados Unidos ou na Alemanha, e eu não me decidi.

E cá estou eu, falando alemão e inglês fluentemente e um pouco de espanhol, mais parecida com a minha mãe do que o meu pai e amando desde sempre a convivência com os meus avôs mesmo sem a presença de irmãos. O que, aliás, eu nunca senti falta da existência deles por que eu tive muitos primos e vizinhos da mesma faixa de idade e eles sempre viviam no jardim de casa brincando e agora adolescentes, vivíamos em festas, pequenas reuniões ou estudando.

Nós nos despedimos de algumas pessoas e logo pegamos nossas coisas e fomos para fora, Tom havia se oferecido para me levar para casa, por pura insistência, por que eu não precisava da carona mesmo, procuraria por Kate e ela ligaria para o irmão assim como o combinado antes do pequeno, aliás, grande imprevisto chamado Tom.

– Eu me diverti muito com você hoje – ele falou assim que nós saímos da mansão de mãos dadas.

– Eu também – falei dando um sorriso fraco por que uau aquela festa tirou todas as minhas energias, eu poderia cair na cama que dormiria rapidinho e teria um sono dos deuses.

– Você está bem? – ele questionou visivelmente preocupado com meu tom de voz e expressão.

– Estou cansada – respondi suspirando.

– Eu vou te levar e rapidinho você está em sua casa dormindo – ele falou como se fosse à coisa mais simples do mundo.

– Moto de quem? Carteira de motorista? 15 anos? – questionei - Tom não precisa – insisti.

– A moto é do meu padrasto, eu não tenho carteira de motorista e sim, eu tenho 15 anos – ele me respondeu de forma natural como se realmente não importasse aquelas normas que eu citei - Mas rapidinho eu te levo, sem fiscalizações hoje. Por isso eu vim de moto – ele falou insistindo me abraçando.

– Isso por que você quase sofreu um acidente grave hoje – falei assobiando irônica, em seguida, ainda em seus braços.

– Eu fiquei pensando se eu ia encontrar uma garota tão linda quanto você na festa – ele falou beijando-me rapidamente nos lábios.

– Ah, cala a boca – falei após o beijo, logo rimos.

Então nós caminhamos até a moto, como só havia um capacete e quatro quadras até a minha casa, ele decidiu que eu ficaria com o mesmo, claro que depois de mais uma pequena discussão sobre quem iria ficar com ele. Ele disse que queria zelar pela minha segurança e somada à desculpa de que o caminho era curto e não iria acontecer nada.

E realmente, o caminho foi tão rápido. Acho que por causa das brincadeirinhas bobas que fazíamos durante o mesmo que nem vimos o tempo passar. E tudo ocorreu bem durante o caminho, sem fiscalizações ou acidentes.

Havíamos acabado de chegar a frente a minha casa. Cuidadosamente, eu levantei da moto primeiro, retirando o capacete e arrumando a consequente desordem capilar que meus cabelos com certeza estavam, enquanto ele travava a moto e saia da mesma.

– Você chegou à segurança em sua casa, senhorita Megan Castillo – falou divertido.

– Muito obrigado, senhor Tom Kaulitz – falei fazendo uma pequena reverência o que rendeu boas gargalhadas, logo ele me puxou carinhosamente pela cintura, aproximando-nos perigosamente.

Seu rosto ficou próximo ao meu, fazendo-me sentir o calor da sua respiração se mesclando com a minha e com o ar frio típico das madrugadas alemãs. Seus lábios tocaram os meus em mais um beijo gostoso e logo estávamos abraçados aos beijos, algo típico de filmes americanos, o garoto se despedindo da garota após um encontro com um beijo romântico.

– Nos vemos na escola segunda? – questionei após quebrar o beijo, mantendo minhas mãos adornadas em seus ombros.

– Claro, nos esbarramos por lá – respondeu todo sorridente.

– Então, hora de dizer tchau – falei fazendo bico.

– Fica bem, tá? – ele desejou, num tom de voz meigo e cuidadoso.

– Sim meu amor, você também viu? – e ele selou um beijinho em minha testa e, em seguida, em meus lábios e após um curto abraço de despedida, deixou-me e seguiu para sua moto, não antes de acenar e colocar o capacete.

Acenei de volta e o vi sumir na primeira esquina da rua em que eu residia. O que, realmente, me consolava era segunda-feira, nos veríamos e tudo ficaria bem. O que praticamente é amanhã, ou seja, eu tenho apenas um dia para suspirar apaixonada pelo completo estranho lindo e simpático que eu conheci numa festa que eu fui completamente emburrada.

Caminhei até o pequeno portão, o abri e fechei atrás de mim, em silêncio segui até o pequeno lance de escadas e saquei as chaves de debaixo do tapete tradicional escrito Willkommen. E por fim, rapidamente abri a porta.

Entrei em casa, já sentindo o tradicional cheiro de biscoitos com café com leite, típicos de quando havia visitas. Depositei a chave no penduricalho de chaveiros e assim que me virei novamente notei que o abajur estava aceso, ou seja, minha avó estava acordada como sempre me esperando. Ouvi vozes e risadinhas vindas da cozinha, então eu segui-as para saber de quem eram, e logo, notei que eram de Kate e de minha avó que estavam à mesa da cozinha comendo biscoitos e tomando café com leite. No meio da mesa estava um bule com café, pelo odor, e outro com leite quente, pelo odor e no centro e em seus pratos cookies que só a minha avó sabia fazer com um odor maravilhoso e gosto sem iguais.

– Você chegou minha querida – minha avó disse se erguendo vindo me abraçar, o cheiro de biscoitos permanecia nela, quer perfume melhor do que esse? Isto quanto ela não remexia nas flores do jardim e ficava com perfume de rosas nas mãos – Veio com quem mocinha?

– Com um amigo que conheci na festa, ele me trouxe até aqui – respondi após abraçá-la, ir até a tigela de biscoitos no centro da mesa.

– Se não fosse tarde, poderia ter convidado-o para entrar. Adoraria conhecer o rapaz – falou carinhosa, pegando um dos pratos da pilha de pratos sobre a mesa assim colocando os biscoitos para mim.

– Ele ia adorar! – falei sorrindo ao lembrar-me dele – E você Kate, o que faz aqui? – questionei mordendo um pedaço do biscoito, ainda de pé.

– Vim te procurar, já que você sumiu da festa! – ela se expressou preocupada.

– Sumi? Eu estava me divertindo com os amigos da Lauren – respondi após quase engolir o pedaço sem mastigar.

– Então já que você está bem. Vou ligar para meu irmão para que ele me buscar – ela falou se erguendo.

– Durma aqui mocinha! – minha avó sugeriu de imediato – Pela manhã você retorna mais sossegada.

– Ah, se vocês não se importarem – ela disse dando de ombros com um enorme sorriso nos lábios.

– Claro, tem espaço suficiente na minha cama – falei dando uma piscadela, as duas riram – Vamos? Eu estou um caco! – reclamei bocejando.

– Vamos sim – ela falou bocejando também.

Antes de subir, nós levamos duas xícaras de café com leite e biscoitos para comer antes de dormir e por a conversa em dia. Kate sendo minha melhor amiga era mais do que obrigação ela ouvir sobre a minha noite maravilhosa com o Tom, assim como eu a sempre ouvia de suas relações amorosas pós-festa e das suas paixonites escolares.

Certifiquei-me que minha avó estava confortável em sua cama, e depositei um beijo carinhoso em sua bochecha rosada e logo dei a volta na cama para repetir o ato no meu querido avô que apenas resmungou algo que me fez rir, como todas as noites em que eu fazia isto.

E assim, eu deixei o quarto fechando a porta suavemente para não incomodá-los e muito menos acordar meu avô.

Cheguei a meu quarto encontrando Kate comendo seus biscoitos e tomando sua xícara de café quente sentada a beira da cama, enquanto os meus biscoitos e xícara de café estavam pousados sobre a escrivaninha.

Esse quarto no qual eu passo a maior parte do meu tempo, um dia fora de meu pai, antes dele se apaixonar e amar perdidamente a minha mãe, e consequentemente, o espaço era enorme, quando eu era menor, usava-o para construir casas de bonecas e shoppings para elas se divertirem, é eu tinha uma imaginação extremamente fértil. Conforme eu fui crescendo e tomando gosto próprio por decoração, meus avós sentaram comigo para discutirmos como eu queria que meu quarto fosse, e assim, iniciou a reforma que resultou no que ele é hoje.

A começar que, a casa sendo de família grande com muitos irmãos e irmãs, o espaço era consideravelmente grande. E à medida que os filhos foram saindo de casa, os quartos, no total de cinco, foram transformados em locais uteis da casa, como por exemplo, o quarto do meu tio Charles fora transformado agora em o tão sonhado atelier da minha avó, onde ela costura e dá aulas de costura para outras moças e para meu avô o escritório onde ele administra as duas fazendas que ele tem no interior. E o único restante virou quarto de hóspedes.

Abri a gaveta da cômoda ao lado da cama onde eu guardava todos meus pijamas desde os azuis aos rosados separados por cor. No canto, eu deixava os pijamas para a Kate usar quando ela viesse me visitar. Ao fim apanhei o pijama rosado escolhido e escolhi uma peça íntima na gaveta abaixo.

– Vou tomar um banho e já volto – avisei assim que as roupas já estavam devidamente separadas – Depois você vai e escolhe um pijama na gaveta – falei apontando para a mesma, ela apenas assentiu já que estava de boca cheia para responder.

Então eu fui para o banho tranquilo, relaxar a mente e lembrar-me cada detalhe daquela maravilhosa noite que eu tive com Tom, extremamente maravilhosa.

[...]

Após as duas estarem de banho tomado e devidamente alimentadas pelo lanchinho da vovó, nós nos sentamos à cama. Ela estava deitada mexendo as pernas como se estivesse deitada na esteira em uma praia e eu sentada coberta por um lençol. E assim a conversa seguia tranquilamente até o sono surgir. Eu contei em poucos detalhes sobre ele, já que ela queria pedir minha opinião de imediato sobre o relacionamento estranho que ela tem com um rapaz da escola que até então é desconhecido para mim, pois nunca os vi juntos e ela muito pior me apresentara a ele.

– Eu gosto do Harry, ele sempre me pareceu ser uma boa pessoa, apesar de estar sempre próximo aos amigos dos gêmeos¹. - Kate falou, suspirando – Mas eu tenho um namorado.

– Ah claro, um garoto que vive ficando com outras garotas e você com outros garotos. Eu não sei como você pode chamar, aliás, vocês dois podem chamar isto de namoro – falei rindo da ideia absurda dos dois.

– É um relacionamento aberto – ela respondeu-me séria ao contrário da minha feição divertida.

– Se eu for namorar, eu quero fidelidade, só vocês mesmo com essa ideia absurda, se minha avó houve, ela te estapeia – ri novamente - Mas eu ainda quero conhecê-lo um dia.

– Segunda te apresento ele – ela falou toda orgulhosa, devia estar se lembrando dele.

– Me diz pelo menos qual é o nome dele? – perguntei visivelmente curiosa.

– Tom. Tom Kaulitz.

E por um segundo senti meu coração parar.


– Fim do flashback.


¹ – Os gêmeos que Kate se referiu, são os irmãos Lauren e Erick.


_________________________________________


E ai? Vale lembrar que, no próximo capítulo, terá se passado um ano após isto, então, tecnicamente vocês AINDA não saberão o que aconteceu com o Tom e a Megan, sabe por que? Por que eu sou má MUAHAHAHAHA -n mentira, é por que eu tenho que seguir uma cronologia que instigue a curiosidade de vocês, mas logo vocês saberão, ok?

Beijinhos :3
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Qua Set 26, 2012 10:37 am

Sim você é má...kkkk menina até meu coração parou agora affraid como assim?

Respondendo sua pergunta anterior gosto muito das músicas da Rihanna principalmente a nova "Where have you been" tem uma letra genial!!!

To curiosa para o próximo capítulo,será que elas vão virar sócias?kkk
study prossiga...
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Qua Set 26, 2012 8:36 pm

Gott, chocada!! 'o'
Tava até estranhando todo esse romantismo do Tom rsrsrs
Quero logo o próximo capítulo!!

Citação :
Bom, eu só posso dizer uma coisa que vocês vão ficar de queixo caído no final do capítulo :::: tudo pode mudar.

Nem me deixou curiosa kkkkkkkkk
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Seg Out 01, 2012 9:28 am

Missy Bardot escreveu:
Sim você é má...kkkk menina até meu coração parou agora affraid como assim?

OMFG!! Como assim cara? To passada..
Que coisa feia, deixar se passar 1 ano só pra gente não saber o que rolou entre eles, estou #BOLADA com essa notícia ):
SUIAHSUIAHSIA

Continue o mais rápido possível,obrigada! u_ú
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Seg Out 01, 2012 10:07 am

Olá :3
Obrigado pelos comentários, adoro vocês!

Calma, que logo terá um flashback explicando coisas sobre esse capítulo! Capítulo que vem, Bill aparece.

__________________________________




Capítulo 4 – I hate that I love you so.
(Eu odeio te amar tanto assim).


Depois que a inspetora veio avisar que o professor do período havia faltado, eu aproveitei o durante o período vago de aulas para estudar. Eu decidi me afastar da sala de aula onde encontravam algumas pessoas indesejáveis em sua presença e que com certeza, tirariam a minha concentração para as tarefas pendentes que eu tenho a fazer, e na biblioteca, onde o silêncio é obrigatório, eu conseguiria me concentrar nas coisas que eu realmente preciso fazer.
Sentei-me em um local isolado das outras mesas, próximo a enorme janela de vidro espesso que de fora, através das persianas, conseguia-se ver as nuvens típicas do final do inverno no céu e as árvores com finas camadas de gelo se balançando a brisa gélida que possivelmente estava do lado de fora do local, à pequena transição do inverno para primavera, início de aulas e muito trabalho a fazer, por que ainda me faltam dois anos nessa bendita escola.
Suspirei, depositando meus livros e cadernos que se encontravam dentro da minha mochila sobre a mesa. Do estojo de flores que minha querida avó comprou dizendo que eu era uma, eu retirei uma caneta e remexi nas folhas do livro, procurando a tal página indicada da tarefa a ser feita, e assim, eu passei meus próximos 40 minutos realizando as tarefas de geografia europeia.

[...]

– MEGAN! – chegou Kate aos gritos e atrapalhadas, correndo e empurrando algumas pessoas que estavam na fila para pegar suas fichas, causando “shii” revoltoso da bibliotecária atrás de sua bancada entregando às fichas as pessoas que estavam esperando-as.
– Silêncio, Kate! – pedi, observando-a de soslaio, rolando os olhos, em seguida, devida a desatenção às regras que ela tinha propensão a ter.
– Meg, você tem algum compromisso para amanhã à noite? – perguntou ela, sentando-se a minha frente, colocando sua bolsa sobre a mesa.
– Definitivamente, não... Por quê? – questionei-a, sem voltar minha atenção a ela, continuando a fazer minhas tarefas.
– Bom, o irmão do Tom – quando ela citou tal nome, revirei os olhos novamente – Chegou há poucos dias e semana que vem ele começa a frequentar aqui, e de alguma forma, eu quero dar as boas vindas a ele com uma festinha!
– Tom? Só de ouvir esse nome, eu tenho ânsia de vômito – falei, pondo o dedo próximo a minha língua, simulando um vômito, ela sabia muito bem da minha aversão a ele, só não sabia o porquê dessa aversão e vivia me questionando, claro que eu não iria dizer, poderia ser a terceira guerra mundial.
– Claro, ele é meu namorado, dã – falou, como se aquilo, ele, fosse o seu prêmio.
– Bom, vou pensar no seu caso – falei, sacudindo a cabeça, rolando os olhos para tal afirmação.
– Eu quero muito que você vá! – ela implorou juntando as mãos como se estivesse em uma igreja rezando – O Georg vai! Ele conhece o Bill – ela insistiu, usando meu melhor amigo de infância para isto.
– Quem raios é Bill? – perguntei já irritada.
– O irmão do Tom – ela respondeu imediatamente.
– Então eu vou, pode deixar – falei, tocando em suas mãos, para acalmá-la, seu abraço empolgado foi instantâneo após tal resposta.
O sinal não tardou a tocar, então eu dei de ombros, assim que ela me soltou, lembrando que ainda restavam algumas questões para responder e recolhi meus livros, pondo-os na mochila novamente, hoje à noite eu terminá-los-ia. E sai da biblioteca, junto dos outros que seguiam para seus armários, afinal, agora era o intervalo principal e eu precisava guardar meus livros no armário e ir comer.
Conversávamos sobre um assunto qualquer, enquanto eu depositava os livros que eu não usaria por hoje no armário, e Kate, pegava os seus no armário ao lado.
– Você faz ideia de que, ano que vem, vamos graduar? – falou pasma.
– Claro e ainda bem. E vamos para Los Angeles, baby! – ela me interrompeu em seguida.
Batemos as mãos e rimos, em seguida.
Eu já havia me decidido, e mesmo amando a convivência com meus avós, eu prefiro passar mais tempo ao lado dos meus pais e fazer algo em Los Angeles, eu amo aquele lugar!
Então, após termos recolhido tudo que necessitaríamos, caminhamos em direção ao refeitório.

[...]

Assim que nós pegamos as nossas bandejas com as nossas refeições, nós duas seguimos até à mesa onde estavam nossos amigos e sentamos juntos deles.
David, Lívia, Emma e Gustav. Esses eram meus amigos de verdade, daqueles que você pode contar em todas as horas, nas boas e nas ruins, naqueles amigos que você se diverte sem medo de que eles possam te apunhalar pelas costas algum dia. Eu sei que eu fiz besteira em ficar com o Tom, mas eu não sabia que ele se relacionava com Kate e que muito menos que virariam namorados no dia seguinte, mas agora eu mantenho a maior distância possível dele e ele de mim, mesmo parecendo o contrário em algumas situações.
Sentei-me ao lado de Lívia que me cumprimentara com um beijo na bochecha, já que eu não havia visto durante o inicio das aulas, e Kate que sentara a minha frente, mantendo o espaço vazio que em breve seria ocupado por ele.
– Meg cadê a sua roupa de cheerio? – Lívia questionou observando meu jeans e camiseta básicos.
– Não tem nada hoje que me motive a vir vestida. Segunda que começa os jogos e amanhã tem ensaio, amanhã sim eu venho.
– Então por que aquelas garotas estão vestidas? – Emma questionou.
– Dois anos aqui e vocês ainda não sacaram que elas só usam para ganhar status? Quando eu visto, todos estão a sorrisos para mim, quando eu estou normal ninguém, a não ser vocês, comunica-se comigo.
– É, visível isso – suspirou Lívia – Mas você tem sorte de ser tão talentosa, você deveria ser a capitã quando Lauren se formar.
– Muita responsabilidade para mim, eu acho que não consigo liderar por muito tempo – falei me preparando para comer, quando eu ia dar a primeira garfada no alimento, ouvi sua voz ecoar no ambiente.
– E ai pessoal?! – cumprimentou animadamente os colegas a mesa.
Quando me virei, observei-o. Ele estava muito diferente do que quando nos conhecemos há um ano, é como se nesse meio tempo ele havia amadurecido aparentemente. Seus dreads haviam se convertido em trancinhas, o piercing nos lábios, antes prateado, agora era preto e nas orelhas, alargador; suas roupas haviam se ajustado mais, o que para mim parecia perfeito, eu o achava muito mais bonito assim, mesmo pessoalmente, eu não admitindo isto de maneira alguma, e eu nunca vou admitir, por mais que, em momentos em que estamos a sós, ele tente me forçar a isto com elogios e mais elogios sobre mim, como se nada tivesse acontecido e eu fosse simplesmente a melhor amiga de sua namorada, cujo ele admira, somente.
Todos o cumprimentaram, menos eu, que voltei minhas atenções exclusivamente para a minha refeição para não ter que cumprimentá-lo. Mas claro que a sua inconveniência era tamanha que ele não se contentou com somente o fato de eu estar presente na mesa, já que por muitas vezes deixei de comer com meus amigos por sua causa para comer no pátio externo, estando completamente sozinha, mesmo ele sabendo que, ou percebendo, a minha a aversão a ele, Tom abriu a boca para dizer.
– Oi Meg - claro que ele tinha que falar diretamente comigo e ainda dar ênfase no meu apelido, como o maior dos seus atos de provocação a mim, e assim, me irritando profundamente.
– Oi – limitei-me a dizer completamente híspida.
– Meu amor, seu irmão chegou bem? – Kate interrompeu nossa breve conversa, desviando completamente o assunto para o tal irmão do Tom, quebrando o clima no mínimo estranho que de repente nasceu entre nós.
– Chegou sim, ele deve estar dormindo como sempre. Mas logo a mordomia dele acabará! – brincou, dando uma risada maléfica, em seguida, todos riram juntamente a ele.
– E onde ele estava? – Lívia questionou, suprindo a minha curiosidade de perguntar, sobre o tal.
– Morando com meu pai, em Berlim – ele respondeu – Estávamos lá, antes de eu voltar, nós estávamos empolgados com o fato de finalmente gravarmos um CD e assim trabalharmos no que realmente queríamos, mas com más notas e nossas mães nos nossos pés não conseguiríamos ir tão longe, só Georg tinha sorte de ser formado já – ele explicou, enquanto retirava seu lanche da mochila que carregava no ombro ao se sentar. Gustav, como membro da banda, já havia nos contado essa história, por cima, agora com poucas palavras, ela estava esclarecida.
– Ele não estuda não? – questionou Lívia, ainda mais curiosa.
– Estudava com uma professora particular, mas devido as suas más notas, Simone o obrigou a voltar para ter aulas numa escola de verdade para melhorar suas notas e fazê-lo se socializar com outras pessoas também, ele é meio fechado, mas como meu irmão, vocês vão adorá-lo – ele respondeu mordendo o sanduíche, de boca cheia, claro.
Simone era sua mãe, uma mulher simpática e amigável, porém dizem que pulso firme com seus filhos, bom, para ter os feito desistir, temporariamente, de seus sonhos e virem estudar em escola pública suburbana para ter total educação e se socializar com as pessoas ao redor.
Eu logo percebi que Lívia iria continuar com o seu interrogatório sobre o tal irmão do Tom, o Bill, mas quando eu me virei para fitá-lo e ele já estava aos beijos com Kate. Eu senti uma pontada de ciúme, como sempre quando eles estavam juntos, e continuei minha refeição, mesmo que a contragosto, já que eu havia perdido a minha fome diante de tal cena e tal presença.
Desde o fatídico dia em que eu avistei-os como namorados pela primeira vez, nós dois só conversamos, ou melhor, nós dois discutimos sobre o fato dele ter escondido que estava compromissado com alguém, principalmente mesmo que ele não sabia que Kate era minha melhor amiga, quase que uma irmã, mas ele estava compromissado, eles já eram motivos fortes o suficiente para ele ter me negado a qualquer custo e não ter-me feito apaixonar por ele.
O resto dos dias em que nos encontrávamos a sós, ele tentava me provocar, brincar comigo, fazer eu me ajoelhar a ele e dizer o quanto eu gostava dele, mas eu, apesar de querer fraquejar e sucumbir a ele, era forte e não deixava me entregar ele assim como ele queria. Eu não ia deixar meu orgulho ferido e partir o coração da minha amiga com a fatídica verdade.
E droga, eu estou tão apaixonada por ele, que eu me sinto fraca quando eu estou perto dele, completamente fraca, mas eu não posso deixar-me fraquejar por nenhum instante.

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E ai? Gostaram? :3

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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Seg Out 01, 2012 10:39 am

A M E I !!!
Essa Meg é masoquista?Cara eu no lugar dela tinha mudado de escola,sentar na mesa com o cara e ver ele beijando a melhor amiga é barra...o que a gente não faz pela amizade né?To loka pra ver a entrada triunfal do Bill...hahaha
continua... study
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Ter Out 02, 2012 8:38 pm

Demorei mas cheguei!!

Nossa... Quer apostar quanto que ela vai ficar com o Bill, e mesmo que supostamente ela esteja gostando dele, ela vai meio que usá-lo para magoar o Tom, como ele magoou ela?
Estou supondo demais né? kkkkk

Enfim, prossiga :3
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Ter Out 02, 2012 9:05 pm

Missy Bardot escreveu:
A M E I !!!
Essa Meg é masoquista?Cara eu no lugar dela tinha mudado de escola,sentar na mesa com o cara e ver ele beijando a melhor amiga é barra...o que a gente não faz pela amizade né?To loka pra ver a entrada triunfal do Bill...hahaha
continua... study

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Continua!
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Qua Out 03, 2012 9:28 am

Ilana escreveu:
Nossa... Quer apostar quanto que ela vai ficar com o Bill, e mesmo que supostamente ela esteja gostando dele, ela vai meio que usá-lo para magoar o Tom, como ele magoou ela?
Estou supondo demais né? kkkkk

Enfim, prossiga :3

Eu também acho que ela irá fazer isso.. Bom, continue logo mana ^^
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MensagemAssunto: Re: Teenager - AVISO IMPORTANTE.   Hoje à(s) 2:52 pm

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