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 The Lady Vamp.- ultimos capitulos.

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Ana Carolina Telles
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MensagemAssunto: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Qui Set 27, 2012 8:28 pm

Gênero: Romance, Suspense.

Terminada: Não.

O que aconteceria se uma Princesa Vampira se apaixonasse por um Astro do Rock?

Pode acontecer muitas coisa, ainda mais se sua família não aprova esse romance, mas sua melhor amiga torce por essa união,mas ela vai fazer o que o seu coração achar melhor.

Mas o que ouve? você conheceu os outros integrantes da banda, descobre que também tem muito em comum com eles,que está amando eles, que os deseja...

E agora? com qual deles era irá ficar?

Próximos capítulos só depois de três ou mais comentários.

Capitulo 1:Paixão.

Às vezes eu não queria ser como os de minha espécie.

Vivo em um mundo de regras que para os outros, parecem estranhas, até assustadoras: Não podemos sair de manhã, evitamos igrejas e crucifixos e não suportamos alho.

Acho que já deu para perceber que sou uma Vampira, né?
Mas a nossa maior e mais sagrada regra é: não podemos nos apaixonar por um Humano, pois nos alimentamos deles, mas damos as sobras (a carne e os ossos) para os lobisomens, mas só em noites de lua cheia, quando eles se transformam.

E a regra que criei para mim mesma quando fui transformada é: nunca confie na sua família de Vampiros: seu pai, o poderoso Senhor D, o Rei dos Vampiros, e em suas seis irmãs mais velhas, esse pessoal é perigoso, capazes de tudo, até de trair a própria família para ter poder.

Enfim, deixe eu me apresentar: Meu nome é Annielly, e sou a filha mais nova do Senhor D, portanto a única que não pode sair para caçar, só tenho 1.599 anos, e só posso caçar quando tiver 1.600 anos, mas nada me impede de saber quem seria a minha vítima nesse dia, a minha primeira de várias presas.
Foi na véspera do meu aniversário, meu pai tinha reunido toda a família, e eu convidei a minha melhor amiga, Laila a Lobisomem, para saber quem ia ser a minha primeira vítima.

Na tevê de meu pai (programada com os computadores) nós todas as informações de nossas vítimas: Em que dia nasceu tipo de sangue, onde mora, o que faz da vida, etc.

–Muito bem pessoal-disse o meu pai quando todas ficaram em silêncio-Como vocês sabem, a minha filha Annielly fará 1.600 anos amanhã, e finalmente, poderá caçar com suas irmãs mais velhas.

–Muito bem amiga-gritou Laila me dando um abraço de urso (ou seria de lobo?).

–Finalmente você vai deixar de ser a bobinha mana-falou Felícia, minha irmã mais velha, e fazendo todas as outras idiotas rirem.

–Bobinha, bobinha, bobinha- cantavam em coro as minhas irmãs.

–Silêncio-gritou o meu pai-Eu não quero mais ouvir que a Annielly é bobinha, estão me entendendo?

–Sim papai-disseram as minhas irmãs frustradas.

–Agora-continuou o meu pai- vamos ver quem será a primeira vítima de minha filha.

O telão começou a piscar e zunir, enquanto eu ficava pensando como seria a minha presa, eu vi Ele.

Ele era devia ter uns 23 anos, era alto, 1.88 mais ou menos, a pele branca como cal, olhos de uma cor indefinível, não sabia se eram castanhos ou pretos, a boca rosa continha um sorriso angelical, os cabelos eram rebeldes, loiros e pretos ao mesmo tempo, seu corpo exibia uma coleção de tatuagens era bem magro, mas era caliente o bastante para fazer um anjo descer do céu e cometer um pecado.

–Seu nome é Bill Kaulitz-disse meu pai olhando a ficha dele-Ele nasceu na Alemanha, mas atualmente mora em Los Angeles, tem um irmão gêmeo que é dez minutos mais velho que ele, é cantor e tem uma banda com seu gêmeo chamada Tokio Hotel.

–Tokio Hotel? Que nome ridículo-disse minha outra irmã mais velha, Terine, fazendo o meu sangue borbulhar de ódio.

É, admito, acho q eu tinha me apaixonado por um Humano.

Como eu sabia disso? Bem, pra começar, eu não tinha coragem de machuca-lo, quando olhava para a tela e via aqueles olhos, aquele sorriso, eu me sentia tão bem, como se ele pudesse me proteger...

–Annie, você está me ouvindo?- era Laila estralando os dedos na minha frente-você esta bem amiga?

Laila era a minha amiga mais antiga, a conhecia desde que ela era domesticada, e a única que me chamava de Annie, por isso sentia que podia me abrir com ela.

–Laila, posso falar com você a sós?-perguntei sussurrando, pois não queria que ninguém me ouvisse.

–Claro, vamos para o seu quarto-disse Laila, que conhecia bem as artimanhas de minha família.

Quando chegamos em meu quarto, logo confessei a Laila:

–Amiga, acho que estou amando.

–Sério amiga? Quem é o felizardo?-disse Laila, superfeliz por mim.

–É o Bill Kaulitz-eu disse suspirando.

–Ahn? Foi à resposta de Laila.

–O homem da tela-disse sem paciência.

–Haa- foi à resposta de minha amiga loba-E o seu pai não percebeu sua paixão?

–Não- eu disse- E também, eu não sou loca de contar, porque se ele descobrir, vai me matar de novo.

–Por quê?- perguntou minha ingênua amiga.

–Porque uma das regras dos Vampiros é: nunca se apaixone por um Humano-expliquei.

Laila pensou por um bom tempo sobre o que eu disse, e o único conselho que ela me deu foi:

–Cuidado-ela disse- não conte nada para seu pai, e no primeiro momento, não conte ao Bill que você é uma Vampira, até você ter certeza de que ele te ama.

–Por que não posso contar pra ele no primeiro momento?-foi minha vez de perguntar.

–por que ele pode ficar com medo de você- disse Laila.

É, fazia sentido o que ela disse, e a ultima coisa que eu queria era deixar meu amado com medo de mim.

Mas uma coisa ainda me deixava nervosa:

–E seu ficar com fome, o que eu faço? Não posso chupar o sangue do Bill.

–É só você comer outra coisa que não seja sangue-disse Laila, como se “comer outra coisa que não seja sangue” fosse a melhor resposta a se dar a um Vampiro.

–Há é? Tipo o que?-perguntei irônica.

–Que tal comida de Humanos?-perguntou Laila.

–É, pode ser- eu disse pensativa.

–Então está resolvido-disse Laila-quando você vai para Los Angeles?

–Amanhã, antes de o sol nascer- eu disse.

–Quê?-perguntou Laila, que parecia não acreditar no que eu disse.

Depois ela pareceu que ficou triste, ficou quieta por um tempo, ai finalmente disse:

–Vou sentir sua falta amiga-disse com lágrimas nos olhos.

–Eu também vou sentir sua falta amiga- eu disse.

Aí nos abraçamos, quando eu disse:

–Quer dormir aqui esta noite?-perguntei.

–Sério, eu posso mesmo?- perguntou Laila radiante.

–Claro, afinal é a nossa última noite juntas antes de eu conhecer o Bill Kaulitz.

Nós rimos juntas depois disso, e Laila decidiu dormir aqui (claro que depois de falar com os pais dela, por meio de uivos) e ficamos conversando até cairmos no sono.

Depois de um tempo, o relógio despertou, eram 03h00min da manhã.

Hora de arrumar minhas malas e ir para Los Angeles.


Última edição por Ana Carolina Telles em Qui Jun 06, 2013 7:39 pm, editado 7 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Qui Set 27, 2012 10:45 pm

acompanhei pelo nyah e agora por aqui liebe continue bjos
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Ana Carolina Telles
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Sex Set 28, 2012 2:14 pm

Capitulo 2: Encontro.

Já estava com tudo pronto para ir a Los Angeles: mochila com roupas, algumas joias (caso precisasse comprar alguma coisa), Sangue para ir tomando até lá e uma espada para me defender.

Depois fui me despedir da minha família, que parecia não se importar com a minha partida.

–Vou estar te vigiando até você chegar a Los Angeles. -disse o meu pai.

–Por quê?- perguntei curiosa, ele nunca havia se preocupado tanto comigo.

–Para te proteger- ele disse com naturalidade.

Fiquei surpresa com sua preocupação, mas acho que como sou sua filha mais nova, ele se preocupasse mais comigo que com minhas irmãs.

Depois fui me despedir da Laila.

–Tchau amiga-disse ela, pra logo depois acrescentar baixinho-ou eu devo dizer, Senhora Kaulitz?

Eu ri, e prometi que ela ia ser a madrinha em meu casamento com o Bill.

Depois das despedidas, virei um morcego, fui voando para Los Angeles.

Foram doze longos dias que passei dormindo em cavernas e casa abandonadas durante o dia, e voando a noite, quando eu finalmente cheguei a Los Angeles.

Era uma cidade a beira-mar, com pessoas bonitas andando em carros mais bonitos ainda, e celebridades sendo perseguidas por paparazzi.

Eu não sabia onde ele estava ai lembrei que podia sentir o cheiro de seu sangue, então comecei a procura-lo.

Cheguei à porta de uma balada, sabia que ele estava lá dentro, mas não quis me arriscar a entrar, então o esperei do lado de fora.

Algum tempo depois, ele saiu acompanhado de um homem que usava tranças no cabelo, “o cheiro do sangue dele é igual ao do Bill” pensei, portanto aquele homem devia ser seu irmão gêmeo.

Fiquei surpresa, pois o homem era idêntico ai Bill, só que usava tranças, e era tão lindo, sexy e maravilhoso quanto meu amado Bill.

Fiquei pensando em como me aproximaria deles sem assusta-los, ai decidi, “seja natural” pensei.

Se eu tivesse um coração, ele iria estar disparado, então voltei ao normal, andei até onde eles estavam, mas ai eu senti algo de errado, minha visão embaçou, meu estomago doía, devia ser porque fazia uma semana que não comia, por que meu Sangue acabou no meio do caminho, e eu não quis caçar outros Humanos por pressa de chegar a Los Angeles.

Eu estava fraca, quase desmaiando, só tinha forças para gritar por ajuda, vi que o Bill e o Irmão dele se viraram para ver o que estava acontecendo, quando eu desmaiei. Depois disso, não me lembro de mais nada.

Acordei com o latido de cachorros, me sentei, minha cabeça doía, ai que eu notei: eu estava em uma cama, olhei ao redor, parecia que estava em um quarto, era bem bonito e grande na verdade, como deve ser uma casa de Humanos ricos, então ouvi passos no corredor, fingi que estava dormindo, então ouvi alguém entrar no quarto, e colocou a mão quente sobre minha testa.

–Ela é tão fria, não acha?-disse uma voz.

–É sim, é de se admirar que ela esteja viva-disse outra voz.

Abri os olhos para ver quem estava falando.

Um dos homens eu reconheci, era o Bill, e o outro era um homem de cabelos compridos lisos, e olhos verdes, eu senti o cheiro do sangue dele, e não era nem um pouco parecido com o do Bill.

O homem de cabelos compridos estava me dando algo pra comer, era quente e liquido, pensei que era Sangue, mas o gosto era diferente, muito melhor.

–Olha só quem acordou-disse o homem de cabelos compridos.

–Olá-disse o Bill-você consegue me ouvir?

–Minha cabeça... Dói... -eu respondi.

–Acho que é normal, pelo jeito que você estava-disse o Bill.

Ai olhei para o outro homem e perguntei:

–Quem... É... Você?

–Quem sou eu? Ele riu e perguntou-você nunca ouviu falar de mim?

–Não-respondi fraca.

Ele me deu outra colherada daquele líquido quente e respondeu:

–Então, me desculpe, meu nome é Georg.

“Georg” pensei e fiquei a observa-lo, como ele era lindo, sensual, com aqueles olhos verdes que nem safiras, seu sorriso tão lindo, se eu tivesse um coração, ele estaria disparado.

Bill notou o meu repentino interesse no Georg, pareceu que ele ficou bravo, por que disse:

–Então, qual é o seu nome?

–É Annie-respondi.

–Annie, que nome lindo-disseram juntos.

Eu sorri, ai eles ficaram quietos por um tempo, ai o Bill disse:

–É impressão minha ou você tem presas?

Eu não sabia o que responder, sabia que, se eu respondesse que era uma Vampira eles iriam ficar com medo de mim, mas decidi me arriscar:

–É que a verdade, eu sou uma Vampira, ou melhor, uma Princesa Vampira.

Eles ficaram um tempo em silencio, ai o Georg disse:

–Tá falando sério?

–Tão sério quanto as minhas presas -eu disse- mas eu nunca seria capaz de machuca-los, vocês salvaram a minha vida, e eu serei eternamente grata.

Claro que não contei a parte de estar apaixonada, por que eu não tive coragem.

–Por favor, acreditem em mim-disse baixinho.

Eles ficaram quietos, e se entreolharam, então finalmente disseram:

–Acreditamos em você-disseram em coro.

–Serio?- eu disse sorrindo.

–Claro, pelo seu olhar, sei que você não mente-disse o Bill.

–E, além disso, se você quisesse nos machucar, já havia feito isso-disse o Georg.

–É verdade-eu disse rindo.

Nós três rimos quando ouvi, mas passos no corredor, ai entraram ouros dois homens no quarto, e um tinha o Sangue do mesmo cheiro que o Sangue do Bill.

–Oi gente-disse o Georg.

–E ai? Que é a nossa visitinha?-disse o homem de tranças com uma certa malícia na voz.

–Annie, estes são o Tom e o Gustav, e o Tom é o meu irmão gêmeo-disse o Bill.

“Tom, Gustav” pensei e fiquei olhando pra eles do mesmo jeito que olhei para o Georg, eu prestei atenção neles, os admirando, me apaixonando.

Bill percebeu meu interesse no Tom e no Gustav, ai ficou bravo de novo, pelo jeito que respondeu:

–E ai, vocês sabiam que a Annie é uma Vampira?-perguntou.

–Sério?-perguntaram juntos-Que legal.

Acho que ele não esperava essa resposta, pois fechou a cara, e o Tom percebeu.

–O que foi Bill? Está com ciúmes da Annie?-ele disse.

Ciúmes, nunca tinha ouvido essa palavra, não sabia o que era, mas não quis perguntar por medo de eles me acharem doida.

–Hey gente, vamos deixar a Annie descansar- disse o Georg.

Ai eles saíram do quarto, e percebi o quanto estava cansada, mas demorei a pegar no sono, neste tempo em que fiquei de olhos fechados, os meninos vieram me visitar, o Tom, o Georg e até o Gustav entraram no quarto deram um beijo na minha bochecha, mas quando o Bill veio fazer isso, eu disse:

–Bill, deita aqui comigo.

–Hã, você quer que eu faça o que?-ele perguntou.

–Não quero ficar sozinha, fica comigo, não precisamos fazer nada- eu disse.

Então ele resolveu deitar comigo, ele me abraçou forte, podia sentir seu coração acelerado dentro do peito, ai ele disse:

–Annie, já que estamos juntos assim, sabe o que eu queria fazer?-ele disse.

–O que?-perguntei.

–Isso.

Ele me beijou, e eu o correspondia, afinal, fui pra Los Angeles para isso.

Ele passava a mão por meu corpo, eu passava a mão pelo corpo dele, sentia o seu sangue correndo pelas veias, então ele começou a tirar as alças de meu vestido, e eu deixava, afinal, eu estava curiosa pra saber o que ele ia fazer comigo.

Ai ele tirou a camisa, depois abriu o zíper da calça, ai ele tirou minha calcinha e meu sutiã, e então tirou a cueca, ai ele se deito em cima de mim.

Então comecei a sentir uma sensação estranha, parecia que havia algo dentro de mim, se mexendo, e junto com isso, sentia um prazer inimaginável, eu não queria que ele parasse, nuca havia sentido isso em 1.600 anos de vida.

Então, depois de um tempo ele parou, e me olhou, parecia preocupado, ai disse:

–Annie, de desculpe, eu não sei o que deu em mim.

Eu não entendi, mas o Bill parecia que sabia, mas ele estava parecia nervoso, pegou as roupas dele, disse “eu preciso ir” apressado e saiu do quarto.

Não entendi o que foi aquilo, ele sabia de algo que eu não sabia, mas eu ia descobrir, por bem ou por mal.
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Laíse
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Qui Out 18, 2012 3:35 pm

Continua *
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Seg Out 22, 2012 1:19 pm

Capitulo 3: Descoberta.

Já haviam se passado duas semanas deste o ocorrido com o Bill, ele ainda parecia meio preocupado com o que tinha rolado toda vez que perguntava sobre aquilo, ele me olhava estranho, então ficar quieta.

Tenho que dizer que o que eu fiz com o Bill, também fiz com o Tom, o Georg e o Gustav, por curiosidade, e na esperança que eles me contassem o que era aquilo, mas eles saíram do quarto do mesmo jeito que o Bill: meio nervosos, receosos, como se tivessem feito algo grave, não entendia como me fazer sentir aquele prazer inimaginável podia ser tão ruim.

Soube que havia ficado desacordada por duas semanas, e todo esse tempo, os rapazes ficaram cuidando de mim, me dando comida e verificando se eu estava viva, e que, pelo visto, eles haviam se apaixonado por mim.

Não que eles tenham me contado esse detalhe, simplesmente sabia, pelo jeito que me olhavam, o quanto cuidavam de mim, nos momentos em que podia abraça-los, sentia o coração deles acelerando dentro do peito.

Depois de um mês, comecei a me sentir estranha, meio tonta, às vezes ate vomitava, os rapazes acharam estranho, mas continuavam cuidando de mim, até que um dia, ouvi a conversa deles:

–Ela esta meio estranha-disse o Tom.

–O que o faz pensar assim?-perguntou o Georg.

–Ora, ela esta se sentindo estranha, às vezes passa mal, e vocês notaram que ela esta ganhando peso?-disse o Tom.

–Tom, pelo estado que ela estava, é ótimo que ela tenha ganhado peso-disse o Bill.

“Eu? Ganhando peso?” Olhei para minha barriga e, realmente, estava meio gordinha, mas nada exagerado era até bom pra quem quase morreu de fome.

–Mas Bill, não é esse tipo de gordinha que eu estou falando-disse o Tom-Tenho medo que ela esteja... Vocês sabem.

‘O que? O que eu tenho? “pensei preocupada.

–O que foi Tom? Por acaso você fez algo com ela?-perguntou o Gustav irônico.

Ele ficou quieto por um tempo, o que fez eles ficarem desconfiados.

–Fala logo Tom, você fez algo com a Annie ou não? Disse o Georg.

–Tá, tá legal eu admito, eu fiz “aquilo” com a Annie-ele disse.

“O que, como assim “aquilo”? aquilo o que?” eu gritava por dentro.

–Tom não acredito que você fez isso com ela- gritou o Bill- Será possível? Ela não estava bem, e você vai lá e fica com ela a noite.

“Ora, não foi tão ruim” pensei “Ele só deitou comigo, me beijou e me fez sentir aquele prazer incrível, nada de mais”.

O Tom também começou a gritar com o irmão:

–Não me venha com essa de “é minha culpa” não, senhor Bill Kaulitz, que você também fez aquilo com ela que eu sei.

–O que? Disseram o Georg e o Gustav ao mesmo tempo.

–Não se façam de idiotas, que vocês também ficaram a noite com ela- disse o Tom.

–E como é que você sabe?- perguntou o Bill.

–Ora, eu vi vocês saindo do quarto dela com uma cara de culpados, então pensei: “coisa boa eles não fizeram com ela”, simples assim.

–Estava nos espionando?- perguntou o Georg indignado.

–Nada disso, eu estava cuidando da Annie-disse o Tom na defensiva.

–Espionando é a palavra certa Tom-zombou o Bill.

Ai eles começaram a gritar, um acusando o outro, um botando a culpa no outro, até que o Bill disse:

–Olha, eu só sei que a Annie devia ir ao médico, e se der positivo, eu vou assumir.

“Ir ao médico por quê? Eu não estou doente” pensei.

–Que Mané você assumir o que Bill? Esse filho é meu-disse o Tom.

“Filho? Que filho? Do que eles estão falando?” pensei.

–Rárara, vai sonhando Tom, eu sei que sou pai dessa criança-disse o Georg.

–Como assim “eu sou o pai dessa criança” Georg? O pai sou eu- disse o Gustav.

–Não, o pai sou eu- disse o Bill.

–Não, sou eu- disse o Tom.

–Sou eu. -disse o Georg

–Eu- disse o Gustav.

E assim eles começaram a gritar um com o outro de novo, até que não aguentei e entrei na sala, dizendo:

–Pelo amor de Deus, parem de brigar, por que isso agora? O que vocês fizeram comigo? Por que estou ganhando peso? Que filho é esse que vocês tanto falam?-fui dizendo quase sem respirar.

Eles ficaram quietos na hora, dava pra ouvir um alfinete caindo no chão, esse silencio começou a me irritar, então perguntei:

–E então? Não tenho o dia todo.

Eles ficaram se entreolhando, provavelmente pensando o que iriam falar pra mim, ate que o Bill disse:

–Annie, podemos conversar a sós?-ele perguntou olhando para o Tom, o Georg e o Gustav, que saíram da sala aliviados de poderem sair do fogo cruzado.

Eu e o Bill nos sentamos, no sofá, ai ele começou a dizer, passando a mão no meu cabelo:

–Annie, você esta assim, meio gordinha, porque você... Bem... Você dormiu conosco, e lembra quando eu tirei a sua roupa? Eu também tirei a minha, e quando, bem, eu estava em cima de você, eu talvez tenha te engravidado, e o Tom, o Georg e o Gustav fizeram o mesmo com você.

–Que? Você me engravidou?-eu disse não acreditando no que ouvia.

–Eu disse talvez Annie, vou levar você no médico, só ele pode dizer se você esta grávida ou não.

Eu não estava acreditando, eu grávida, como minha família, a Laila iriam reagir...

“Perai” “ pensei” Se meu pai descobrir que eu estou grávida de um Humano, ele vai surtar, me deserdar, me matar de novo”.

–Annie?-perguntou o Bill-Tudo bem?

–Tudo bem sim-menti-Quando é que eu vou ao médico mesmo?

–Assim que der minha flor-ele disse.

Depois de um mês, o Bill me levou a um médico que os Humanos chamam de Ginecologista, mas estava com medo, eu era uma Vampira não uma Humana, sinceramente não entendia como podia ter engravidado, se os Vampiros se reproduzem por meio da nossa mordida. Mordeu, virou um Vampiro.

Eu entrei sozinha no consultório, Bill resolveu me esperar do lado de fora, eu estava com medo, o Doutor percebeu e me perguntou:

–Por que esta com tanto medo?

–É que eu nunca fiz isso antes-respondi-De onde eu venho, não tem essas coisas.

Ele não disse nada, provavelmente me achou maluca, mas só perguntou:

–E o que você tem?

–Eu acho que estou grávida Doutor, mas não sei como uma criança entrou dentro de mim, se eu não vi, nem senti nada.

–Você não sabe mesmo?-ele perguntou.

Então fiz uma coisa inimaginável para um Vampiro: contei ao Doutor o que eu era por isso não sabia nem metade daquilo que ele estava falando.

Ele por incrível que pareça, ele acreditou em mim (acho que por causa das presas, que apareciam enquanto eu falava), e me contou com eram feitos os bebes Humanos.

Eu entendi tudo, e ele me pediu uns exames de Sangue, eu os fiz achando graça, porque normalmente, eu tiraria o Sangue dos Humanos, e não o contrario.

Eu saí do consultório, outra Vampira mais esperta, mais madura, menos inocente.

–E ai? Como foi?-Bill me perguntou.

Eu ri e disse:

–Melhor impossível.

Contei a ele o que tinha acontecido lá, ele riu também, e ficamos assim até chegarmos em casa.

Um mês depois, eu recebi os exames, estava ansiosa pelo resultado, então chamei os rapazes para ver comigo.

Bill abria o envelope como se desarmasse uma bomba, então tirou o papel e começou a ler, depois ele ficou sem palavras, como se estivesse em choque.

–O que foi Bill?-disse o Tom.

–Veja você mesmo-ele disse.

O Tom leu, depois foi o Georg e por ultimo o Gustav, todos não pareciam acreditar então o Bill olhou pra mim e disse:

–Annie, como você fez isso?-perguntou.

–O que?-perguntei e peguei o papel.

Olhei o que estava escrito, eu estava mesmo grávida, mas o que os surpreendeu mesmo foi o que estava escrito na ultima linha:

“O feto apresenta quatro tipos de códigos genéticos diferentes, mas que se completam”.

–O normal seria só um-disse o Georg- como você fez isso Annie?

–Eu... Eu não sei-respondi pasma.

–Então, quem é o pai dessa criança?-perguntou o Gustav.

–Acho que somos todos nós-disse o Bill.

–Mas essa criança só vai poder chamar um de nós de pai-observou o Tom- e é claro que vai ser eu.

–Como é?-perguntaram Bill, Georg e Gustav juntos.

–Meninos, não acham melhor que depois que o meu filho nascer, fazer um exame de DNA pra saber que é o pai?-perguntei, prevendo uma nova briga.

–É a Annie tem razão-disse o Tom.

–Ok então vai esperar essa criança nascer e fazer isso- disse o Bill.

Mas sabia que a tensão estava no ar, eles ainda se olhavam como se dissessem “eu vou ser o pai dessa criança”, então resolvi ir para o meu quarto, e dormir sabendo que em alguns meses, eu seria mãe, e desde que eu soube, já amava essa criança mais que minha própria vida, um amor que eu nunca havia recebido de meu pai, e eu sabia que, de alguma forma, Bill, Tom Georg e Gustav eram “pais” dessa criança, e iriam ama-la assim como eu, não importando que ele fosse nascer meio-Humano.
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Bia...kaulitz

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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Seg Out 22, 2012 6:01 pm


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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Seg Out 22, 2012 7:13 pm

Capitulo 4: Raiva.

Havia se passado uns quatro meses desde que fui ao médico e descobri minha gravidez, os rapazes estavam mais fofos que o normal, cuidando de mim e do meu bebe durante esse tempo, quando eles saiam para o trabalho, à noite eu saia para dar umas voltinhas, me transformando em morcego, eu via a agitação de Los Angeles, e me encantava cada vez mais com essa cidade, no tempo que estive aqui, nunca ataquei ninguém, mas às vezes entrava em mercados e tomava todo o Ketchup que havia no estoque.

No mês passado, eu havia feito o que os Humanos chamam de “Ultrassom”, que vê como estava o meu filho, e fiquei sabendo que eu estava esperando Gêmeas idênticas, eu fiquei tão feliz, queria logo que minhas filhas nascessem, queria mostrar o mundo dos Humanos e dos Vampiros para elas, queria que elas soubessem o quanto seriam amadas, não importando o que elas decidissem ser Humanas ou Vampiras, já que elas eram as duas coisas.

Os rapazes ficaram tão felizes quando souberam disso, me abraçaram e me beijaram, eu senti que finalmente eu ia ser feliz de verdade, as coisas em minha vida finalmente se acertariam.

Então um dia, quando estava dando as minhas voltas noturnas, vi o Tom andando na rua e resolvi segui-lo.

Ele ficou andando por um bom tempo, então ele ficou esperando alguém em frente a uma casa noturna, então vi uma mulher ruiva, eles se beijaram e entraram na boate.

Eu comecei a me sentir estranha, com vontade de chorar, de matar aquela Humana, de matar o Tom, nunca senti isso em minha vida, então pensei: ”deve ser esse tal de ciúmes que os Humanos tanto falam”.

Depois de um tempo, eles saíram da boate, e foram conversando e rindo ate a casa dela, eu que os segui esse tempo todo, queria cravar minhas presas no pescoço daquela vaca.

Então, na porta da casa dela, eles ficaram conversando, ai ele disse algo que ela não gostou, ela ficou triste, ai o Tom olhou nos olhos dela, disse algo, a beijou e foi embora.

Nunca havia sentido tanta raiva em minha vida, então voei ate a janela da casa dela entrei no quarto e fiquei esperando ela entrar.

Ela entrou no quarto, me viu lá sentada na cama dela, perguntou:

–Quem é você?

–Eu que pergunto Humana, que é você?-eu disse.

–Meu nome é Ria, mas que é você?-perguntou com medo na voz.

–Alguém que você nem imagina- eu disse, mostrando minhas presas.

Ai neste momento, eu a ataquei, a Ria gritou, eu cravei minhas presas em seu pescoço, ela gritava, eu sentia seu sangue na minha garganta, e depois silencio.

Só então me dei conta do que tinha feito, fiquei desesperada, “o que eu fiz?” pensei.

Então tirei o corpo da Ria do quarto, seu corpo parecia o de uma boneca de trapos, levei para a rua e assoviei para o nada.

Segundos depois, uma multidão de morcegos apareceu, afinal, os seres da noite obedecem aos Vampiros.

–Quero que façam um favor para mim- eu disse- Levem esse corpo para a Laila junto com esse bilhete:

“Laila, por favor, se livre deste corpo para mim, essa mulher é a amante do Tom, no momento de raiva eu matei ela, se ele descobrir o que eu fiz nunca mais vai me perdoar, não dá tempo de explicar quem ele é, e, por favor, venha me visitar o mais breve possível que eu te explicarei tudo

Ass.: Sua amiga, Annie.”

Depois os morcegos foram embora, levando o corpo e o meu bilhete para a Laila.
Eu estava com medo, mas resolvi ir para casa, afinal, não queria deixar o Bill, o Georg e o Gustav preocupados.

Quando cheguei em casa, eu estava cansada, queria ir para o meu quarto chorar, mas adivinha quem estava me esperando?

Isso mesmo, o Tom Kaulitz, ele parecia preocupado comigo.

–Annie onde você estava? Estava preocupado com você- disse o falso.

–Jura, não parecia- eu disse irônica.

–Como assim linda?- disse o Tom.

Foi ai que eu explodi:

–Não se faça de idiota Tom Kaulitz, eu sei que você anda saindo com uma tal de Ria, Tom você não me ama é isso? Eu sou só um brinquedo, você dorme comigo, ai engravido e você simplesmente me larga assim?

O Tom ficou assustado com a minha raiva, ele parecia estar chocado e confuso ao mesmo tempo.

–Annie, eu posso explicar... - ele começou.

–Eu não quero ouvir o que você tem a dizer entendeu?- eu disse já chorando- eu te odeio Tom Kaulitz, nunca mais fale comigo.

–Annie, espera eu... - ele começou a dizer, mas eu já tinha ido embora pro meu quarto.

E fiquei lá, chorando por um bom tempo, pensando aonde tinha errado, por que ele fez isso comigo? Coloquei a mão em minha barriga, podia sentir minhas filhas se mexendo, seus corações batendo, cada parte de seus corpos se formando, fiquei triste ao pensar que talvez o Tom não aceitasse minha gravidez, e por isso me traiu, ai ouvi a porta do quarto se abrindo, e ouvi uma voz:

–Annie?

–Bill?-perguntei.

–Sim, sou eu Annie, mas o que aconteceu? Por que você esta chorando?

Ele sentou na minha cama, e eu contei o que tinha acontecido, até a parte em que eu matei a Ria sem querer, Bill ficou quieto, não brigou comigo, não me julgou, quando acabei de falar, ele só me abraçou e disse:

–Eu vou falar com o Tom ok? Só não quero ver você triste.

–Ele não me ama né?-eu disse.

O Bill suspirou e disse:

–Não sei Annie, sinceramente não sei o que se passa na cabeça dele, mas eu vou falar com ele se isso te fizer feliz.

Sorri para ele, mas ainda me sentia triste, então ele me abraçou e disse:

–Porem, eu te amo mais que tudo nessa vida, e também amo essas pessoinhas que estão ai dentro- disse enquanto passava a mão em minha barriga.

Ficamos um tempo em silencio, então o Bill disse:

–Vem comigo, quero te mostrar uma coisa.

Eu o segui até um estúdio que eles tinham na casa, ele fechou a porta, me deu fones de ouvido, eu os ajustei e ai ele apertou um botão e uma musica começou a tocar.

Falava sobre uma paixão que parecia impossível de se realizar, mas o amor que ele sentia por ela foi maior que tudo, e eles ficam juntos.

–É linda Bill- falei devolvendo os fones.

–Fiz para você- ele disse.

Eu sorri para ele, foi à coisa mais linda que alguém já havia feito para mim, eu o abracei e o beijei, e ficamos nos beijando até que alguém abriu a porta.

–Annie? Você esta ai? Eu... -era o Tom, ele estava falando algo, mas parou quando me viu beijando o Bill.

Ele ficou meio sem reação, então foi embora, parecia que estava fazendo força para não chorar, então olhei para o Bill querendo dizer “vai falar com ele, por favor”.

Ele foi, e ficou conversando com o irmão por um bom tempo, então ele voltou para falar comigo.

–E então? O que ele disse?-perguntei.

–Porque você não pergunta pra ele?-disse o Bill, e saiu para me dar privacidade com o Tom.

Eu não conseguia olhar em seus olhos, estava magoada, então o Tom disse:

–Por favor, Annie, me ouça, esta certo que eu saí com a Ria, mas era a ultima vez, eu estava me preparando para dizer a ela que eu não queria mais nada, mas foi mais forte do que eu. Eu disse pra ela que eu ia ser pai, ela não gostou, mas eu disse que eu quero esses bebes, e que eu queria ser só amigo dela.

Olhei para o Tom, ele estava sendo sincero, sentia isso, ele estava arrependido, então ele pegou minhas mãos, olhou em meus olhos e disse:

–Annie, eu te amo, faria qualquer coisa por você, eu até te perdoo pelo que você fez com a Ria, mas quando eu vi você beijando meu irmão, achei que não queria mais nada comigo.

Olhei em seus olhos, ele estava sendo verdadeiro, eu sentia que seu coração estava sendo sincero, então disse:

–Eu perdoo você Tom, mas tem que me prometer que não fará isso de novo.
–Eu prometo- ele disse -mas você também tem que prometer não atacar Humanos de novo por causa de ciúmes.

–Eu prometo, daqui em diante, só ketchup-eu disse.

Nós rimos ai o Tom me deu um buque de flores, e eu lhe dei um beijo de agradecimento.

É tenho que admitir: foi um final perfeito para um dia não tão perfeito assim.
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Seg Out 22, 2012 9:09 pm

TODOS OS CAPITULOS SÃO ÓTIMOS adorei study continua
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Ter Out 23, 2012 11:00 am

adorei continua! Very Happy
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Ter Out 23, 2012 2:07 pm

Leitora nova aqui!! Adorei continua Very Happy
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Ter Out 23, 2012 2:22 pm

Capitulo 5:Chegada.

Já haviam se passado três meses desde o incidente com a Humana, mas neste meio tempo, muitas coisas aconteceram.

Para começar, minha amiga Laila, veio me visitar, ela ficou surpresa com o fato de eu estar gravida, mas depois do choque, ela ficou muito feliz por mim.

–Que coisa boa amiga -ela disse me abraçando- o seu pai já sabe disso?

–Não, e você não pode contar pra ele, senão, diga-se de passagem, que eu nem sei o que ele iria fazer.

Laila pensou por algum tempo, então disse:

–Você esta certa Annie, é melhor não contar nada para ele por enquanto, mas mudando de assunto, tem carne moída nessa casa?

Também conheci a minha sogra, a Simone, ela pareceu gostar de mim, os gêmeos contaram minha historia para ela, que no inicio não pareceu acreditar muito, mas quando mostrei minhas presas, ela acreditou, e aceitou o fato de que ia ser avó.

–Eu aceito o fato de que vou ser avó Annie- disse depois que viu que eu estava chocada- Afinal, uma benção como essa não se recebe todos os dias, e como eu gostei de você Annie, vou te ajudar a cuidar dessas crianças por algum tempo.

Também teve o dia em que os rapazes saíram em turnê.

–Vocês vão demorar muito dessa tal de turnê?-perguntei.

–Não muito Annie- disse o Bill-por mais que eu queira ficar com você, eu tenho fazer isso, pra alegrar nossos fãs.

–Vou sentir sua falta- eu disse triste-sua e dos outros rapazes.

Bill sorriu e me deu um ultimo abraço.

–Prometo que volto logo-ele disse.

Então ele correu para o avião.

Então fui para casa, acompanhada de Laila e de Simone.

Estava em casa naquele dia, vendo uns filmes de terror com Laila (e rindo deles) quando senti uma dor muito forte.

–O que foi Annie?-perguntou Laila preocupada.

–Nada não -disse depois de alguns segundos, quando a dor passou.

Duas horas depois, senti a mesma dor, desta vez mais forte e durou mais.

–Annie, você esta bem mesmo?-perguntou a Laila, preocupada.

–Estou sentindo uma dor muito forte, não seu porque-respondi.

–Melhor falarmos com a Simone-ela disse.

Então a chamamos, e eu contei o que estava sentindo.

–Há meu Deus, você esta em trabalho de parto Annie-ela disse nervosa.

–Trabalho de que?-eu e Laila perguntamos juntas.

–Trabalho de parto, temos que te levar para o Hospital agora- ela disse me levando para o carro.

Chegamos ao Hospital, eu tive que esperar em quanto Simone falava no balcão, e minhas dores só pioravam.

Fui levada há um quarto estranho, cheio de equipamentos esquisitos, vi que muitos deles eram pontudos e logo senti medo.

Deitaram-me na cama estranha, então um médico apareceu e me pediu para relaxar.

–Como vou relaxar se sinto que vou parir uma melancia enorme?-perguntei nervosa.

–Calma Annie, ele só quer te ajudar-disse Laila.

–Eu quero morreeer!-gritei.

–Mas você já esta mortaaaaaa!-Laila disse no mesmo tom de voz.

O medico apenas riu, e me disse que eu estava dilatada-seja lá o que isso fosse- e que iriam fazer um parto normal, então ele me mandou empurrar.

Eu sentia uma dor insuportável, eu “empurrava” e a dor aumentava, empurrei por uma boa meia hora, depois a dor foi indo embora e ouvi um choro de criança.

–Muito bem Annie, uma já foi agora falta à outra-disse o médico.

–Vai lá amiga, você consegue-Laila tentava me animar.

Comecei a empurrar de novo, e dor voltou, então dez minutos depois, ouvi outro choro de criança.

Estava exausta, queria dormir, chorar, gritar, então Laila me abraçou.

–Oh Annie, elas são lindas, parecem com você-disse a minha amiga.

Eu queria falar algo, mas estava muito cansada, então Laila disse:

–Descanse, eu vou cuidar para que nada te aconteça.

Eu queria protestar, queria dizer: ”não quero descansar, quero ver minhas filhas”, mas me toquei que realmente estava exausta, fechei meus olhos e dormi instantaneamente.

Algum tempo depois, Laila me acordou.

–Annie, tem uma enfermeira vindo para cá, com suas filhas.

Eu me ajeitei na cama, esperando a mulher.

Ela entrou no quarto, carregando dois bebes nos braços, olhei para eles e pensei: “como são pequenininhas, será que vou conseguir cuidar delas?”.

–Olá Annie-disse a enfermeira- esta na hora de suas filhas comerem.

–Como?-perguntei.

Ela me disse que eu tinha que dar o leite que estava em meus seios para elas.

–Como faço isso?-perguntei.

–É só dar o peito para elas, que elas fazem o resto-disse a enfermeira, me ajudando.

Eu dei, e minhas filhas mamavam com vontade, “como são esfomeadas” pensei.

Depois, a enfermeira as pôs para dormir em dois bercinhos perto da minha cama.

Eu fiquei as admirando, pensando que até pouco tempo, elas estavam em minha barriga, agora estava lá, dormindo como anjos, então comecei a pensar “Será que elas eram aquele prazer inimaginável que o Bill, o Tom, o Georg e o Gustav me deram? Um prazer momentâneo, para eu aprender a amar?”

Sorri pensando nisso, e olhando minhas filhas dormirem lembrei-me de uma historia que minha irmã mais velha, Aquamarine, (sim, ela tinha o mesmo nome daquela sereia enjoada do filme) vulgo Aqua, me contou uma vez, sobre uma sereia que, para poder ficar perto de seu amado, ela cortou a língua, para com ela fazer uma poção e se transformar em Humana, e se outra pessoa se casasse com o seu amado, ela morreria, mas um tempo depois, ela deu a luz a uma filha com esse Humano, a criança sobreviveu, mas ela virou sereia de novo, porque ele se casou com outra.

“É por isso” disse Aqua “que é proibido aos seres mágicos se apaixonarem pelos Humanos, os Humanos fazem coisas terríveis com eles e conosco irmãzinha”.

–Oi-disse Laila entrando no quarto, seguida de Simone- viemos ver como você esta.
–Estou bem-eu disse- estava pensando em umas coisas.

Simone se aproximou dos berços, e disse:

–elas são lindas- disse fazendo carinho na bochecha de uma delas-quais vão ser seus nomes?

Eu não havia pensado nisso, então me lembrei de dois nomes que eu achava lindo, e que seriam perfeitos para elas:

–Crystal e Shantal-falei.

–Que nomes lindos- disse Laila- mas qual é qual?

–A mais velha é a Crystal- eu disse, olhando as pulseirinhas que elas haviam ganhado quando nasceram.

Dois dias depois, eu fui embora para casa com as gêmeas, Crystal estava linda em um tip-top preto com uma caveira estampada, e Shantal estava muito bonitinha em um tip-top inteiro cor-de-rosa.

Quando chegamos em casa, me lembrei de uma coisa:

–E os rapazes? Alguém ligou para eles para contar a novidade?

–Sim Annie, eu liguei para eles ontem-disse Simone-eles estão muito felizes, e querem ver logo as filhas.

Fiquei feliz, agora que as gêmeas nasceram eles vão voltar mais cedo para casa.

Simone e Laila me ajudaram a cuidar das gêmeas, enquanto os rapazes não voltavam da turnê, e um dia percebi que seus olhos tinham uma estranha e linda combinação de cores: tinham os olhos de uma cor indefiníveis do Bill e do Tom, os lindos olhos cor de safiras do Georg, e os olhos cor de mel do Gustav, as cores se completavam, na luz eram cor de mel, quando elas estavam felizes ficavam entre o preto e o castanho, e quando choravam, ficavam verdes.

A cada dia que passava as gêmeas, cresciam um pouco, ficavam cada dia mais lindas.

Um dia, eu estava dormindo, as gêmeas ao meu lado na cama, dormiam também, então fui acordada com um beijo na bochecha.

–Oi Annie-disse a voz.

–Bill?-perguntei meio zonza de sono.

–E nós-disseram outras vozes.

Eu me sentei, esfreguei os olhos e vi meus meninos sorrindo, Bill estava sentado na cama e me abraçava, sentia seu coração acelerado dentro do peito.

–Soube que agora eu sou pai- ele disse me abraçando mais forte.

–Como é Bill?- disse o Tom.

Bill revirou os olhos e disse:

–Está bem, que nós somos pais-ele olho para o Tom-melhorou agora?

–Esta melhor-respondeu o Georg pelo Tom.

–E ai? Como elas são? Perguntou o Gustav.

–Vejam vocês mesmos, elas estão aqui-eu disse pegando a Crystal no colo e dando ao Gustav.

Pequei a Shantal e dei para o Tom segurar.

–Elas são lindas-disse o Tom aninhando Shantal nos braços.

–Precisam ver os olhos delas, são mais lindos ainda-eu disse.

Descrevi a cor dos olhos das gêmeas, e os rapazes ficaram curiosos.

–Queria poder ver isso-disse o Bill quando entreguei a Crystal a ele, e dando a Shantal para o Georg segurar.

–Você vai ver Bill, quando elas acordarem- eu disse.

–Será que elas vão achar normal der quatro, pais?-perguntou o Georg ainda segurando a Shantal.

–Não sei Georg, mas quando elas crescerem mais um pouquinho, ai explicamos a elas- eu disse.

–E como nós vamos explicar isso pros nossos fãs?-perguntou o Tom.

–Não sei, mas vamos dar um jeito-disse o Bill me dando a Crystal.

Enquanto eles conversavam, fiquei os olhando, e olhando para as gêmeas, e fiquei feliz, porque eu finalmente tinha uma família, que me amavam e me respeitavam do jeito que meu pai e minhas irmãs nunca me fizeram sentir.
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Bia...kaulitz

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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Ter Out 23, 2012 10:16 pm

Que lindo! c o n t i n u a! !
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Qua Out 24, 2012 1:04 pm

Bia...kaulitz escreveu:
Que lindo! c o n t i n u a! !


+1
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Qua Out 24, 2012 8:08 pm

aaahh que encantador esse capitulo quero mais CONTINUA Very Happy
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Ana Carolina Telles
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Seg Out 29, 2012 5:57 pm

Desculpem a demora para postar, meus amigos tinham pego meu caderno onde ponho minhas historias antes de ir para o computador, e só agora devolveram.

Eu me empolguei bastante neste capítulo, por isso ta meio longo.

Capitulo 6:.Revelações.

Esses dias eu estava muito feliz, minhas filhas que tinham acabado de completar 4 meses, estavam mais lindas do que nunca, com o tempo percebi que cada uma tinha um estilo bem diferente da outra: Crystal adorava ouvir o Bill cantar pra ela na hora de dormir, e até tentava imita-lo, pegando a colher do pratinho dela e tentando cantar como ele.

-Essa vai ser vocalista quando crescer-dizia o Tom.

Já a Shantal adorava o solo de bateria do Gustav, e ultimamente, esta dormindo abraçada com um par de baquetas dele que ela pegou sem ele ver.
-Porque ela tinha que pegar as minhas baquetas favoritas?-se queixava o Gustav.

-Gust, você tem um monte de baquetas, e, além disso, elas são mais especiais que o sorriso da sua filha?-perguntei.

Ele olhou para a Shantal, que ria enquanto brincava com as baquetas.

-É, acho que você tem razão Annie-disse ele sorrindo.

Mas um dia, o Bill disse que precisava falar comigo.

Fiquei curiosa: “o que será que ele quer comigo”?

Ele pediu que eu fosse ate o quarto dele, porque a conversa era particular.

-O que foi?-perguntei.

-Annie, eu estava querendo ter essa conversa com você há dias-ele disse.

Ele parecia ansioso, eu não entendia por que.

Ele suspirou e disse:

-Annie, você sabe o quanto eu te amo, amo mais do que qualquer um dos doutros caras...

Pausa, então ele continuou.

-Naquela noite em que eu te salvei, não sei como, mas eu sabia que era você a mulher que eu sempre procurei, te amei desde o instante em que te conheci.

Então ele me deu uma caixinha de veludo.

-Espero que você aceite meu pedido.

Eu abri: era um anel dourado, com algumas pedras preciosas.

-Pra que isso?-perguntei.

-Annie, quer se casar comigo?-ele perguntou.

Não acreditava nisso, desde que eu o conheci, queria ser sua esposa, já podia até imaginar a cena:

“A Princesa Annielly entra na igreja, todos se viram para olha-la, estava magnifica em um vestido branco longo de cetim, sua coroa brilhava a luz da capela, seu pai estava orgulhoso, até chorava, suas irmãs estavam felizes por ela, mas no fundo, tinham inveja, porque elas jamais achariam um marido tão lindo quanto o dela.

Ela chega ao altar, o padre começa o casamento, no fim ela aceita, e ele também, e os dois saem da igreja em direção ao lindo dia que fazia em homenagem a eles...”

Pausa. Vampiros não podem entrar em igrejas. Vampiros não podem chegar perto de padres. Vampiros não podem sai à luz do dia.

Saio de meus devaneios, e digo ao Bill:

-Bill, isso é lindo, mas eu não sei...

-Quer dizer que você não aceita?- ele perguntou magoado.

-Não é isso-falei- é só que essa coisa de casar, é meio perigoso para um Vampiro.
-Por quê?- perguntou o Bill.

-Bem... Eu tenho um certo probleminha com padres, igrejas e afins-eu disse.

-Há às vezes eu me esqueço de que você é uma Vampira-ele disse.

-Sério?-perguntei.

-Sério, você esta ficando cada dia mais Humana, é claro, com uma ajudinha minha e dos rapazes-ele disse rindo.

Ri também. Eles estavam tentando me ensinar os “Hábitos Humanos” para mim, eu até me arrisquei a comer verduras, por insistência do Bill e do Tom.

-Vai pelo menos prova-disse o Tom.

-É você pode gostar-disse o Bill.

Depois de muitas insistências, tentei comer um brócolis que estava no prato, cravei minhas presas nele, mas logo em seguida o cuspi em um guardanapo, era o mais próximo de uma mordida de verdade que eu consegui chegar.

-Mas, e o nosso problema?-ele disse parando de rir.

Mas então me veio uma sensação estranha no peito, nunca havia sentido essa sensação antes, bem talvez antes de eu virar Vampira, um pressentimento.

-Espere ai, eu já volto- falei e fui correndo para o meu quarto.

Eu ainda tinha a mochila que trouxe quando vim para Los Angeles, e a peguei.

“Cadê... Cadê... Cadê...” pensava enquanto procurava em cada bolso da mochila.

-Achei- eu disse- não acredito que vou voltar a usa-lo- e corri de volta ao quarto do Bill.

-O que foi? -Ele perguntou quando me viu entrando.

-Sei de algo que pode me ajudar com meus problemas Vampirescos-eu disse.
Mostrei a ele um colar com um pingente de ferro e forma de morcego.

-Era da minha mãe- eu disse triste.

E contei a historia a ele: Minha mãe era uma “Vampira Branca” ela não chupava sangue, e meu pai era um jovem príncipe, mas apesar dele chupar sangue, eles se amavam.

Eu e minhas irmãs éramos filhas dela realmente, mas não com meu pai, então um dia ficamos gravemente doentes, porque Vampiros Brancos são mais frágeis que os outros.

Meu pai disse que para nos curar, ele teria que nos morder para sermos iguais a ele, minha mãe entendeu, ele mordeu minhas irmãs, mas antes de me morder, mamãe me deu seu colar com pingente.

“Ele vai te proteger no futuro” ela disse “ Não se preocupe, como minha filha, ele não lhe fará mal”.

Quando ela o pôs em minha mão, senti uma sensação de segurança.

Então meu pai me mordeu, senti tudo apagar por um tempo, então abri os olhos, eu estava curada, assim como minhas irmãs, mamãe havia sumido, de deixando apenas com seu colar e uma vontade estranha de enfiar meus dentes pontudos estranhos em algum pedaço de carne crua.

-Eu sempre guardei esse colar, nunca usei por medo de perdê-lo eu disse chorando- eu sinto tanto a falta dela.

Bill estava comovido com a minha historia, então ele me abraçou.

-Calma Annie, não chore, ela teve um bom motivo para sumir assim-ele disse.
-Acho que você esta certo-eu disse fungando- chegou a hora de usar o colar de minha mãe.

Coloquei-o, me sentia mais forte, como se nenhuma fraqueza de Vampiro pudesse me atingir.

Então resolvi fazer um teste: eu iria lá fora, se eu não virasse pó, queria dizer que o colar realmente funcionava.

Enquanto eu corria para a porta, o Tom e o Georg estavam na cozinha dando comida para as gêmeas.

Georg me viu e disse:

-Aonde você vai?

-Fazer uma loucura-eu disse.

Quando cheguei à porta que dava o quintal, parei por instinto.

-Ficou louca?-disse o Tom com a Chantal no colo- você sabe que não pode ir lá para fora.

-Não antes, agora eu posso- eu disse.

Fechei os olhos e andei, ouvi o Tom e o Georg gritando o meu nome, mas ignorei.
Comecei a sentir o calor do sol em minha pele, e me senti em pânico, esperando me dissolver em pó, mas nada aconteceu.

Abri os olhos, o sol não me machucava mais, me senti tão feliz que deitei na grama e fiquei rindo.

Os meninos pareciam chocados.

-Mas como é que... -Começou o Georg.

-Esse colar me protege- expliquei a eles ainda deitada na grama.

Bill apareceu na porta, não acreditando também.

Então esse é o poder do colar da sua mãe?- ele perguntou.

-Sim-eu disse- parem de ficar fazendo essas caras de bobos, agora eu sou uma Vampira Branca, posso fazer tudo o que não podia antes, como me divertir aqui fora.

Eles não resistiram a minha empolgação, e deitaram na grama e as gêmeas também.

Bill ficou me abraçando, e me beijava também.

Depois de um tempo ele perguntou:

-Annie, a sua mãe cantava para você?

-Sim-eu disse- umas três vezes pelo que me lembro.

-Que musica?-disse o Tom pegando a minha mão- Nós conhecemos?

-Não sei- eu disse.

-Cante pra gente-disse o Gustav-por favor.

-Esta bem-eu disse por fim.

E comecei a cantar:

I'm so tired of being here
Suppressed by all my childish fears
And if you have to leave, I wish that you would just leave
'Cause your presence still lingers here
And it won't leave me alone

These wounds won't seem to heal
This pain is just too real
There's just too much that time cannot erase

When you cried I'd wipe away all of your tears
When you'd scream I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me

You used to captivate me by your resonating light
Now I'm bound by the life you've left behind
Your face it haunts my once pleasant dreams
Your voice it chased away all the sanity in me

These wounds won't seem to heal
This pain is just too real
There's just too much that time cannot erase

When you cried I'd wipe away all of your tears
When you'd scream I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me

I've tried so hard to tell myself that you're gone
But though you're still with me
I've been alone all along

When you cried I'd wipe away all of your tears
When you'd scream I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me

Quando parei, eles olharam para mim chocados.

-O que foi?-perguntei insegura.

-Annie, a sua mãe cantava essa musica pra você?-perguntou o Georg.

-Sim. Perguntei não entendo aonde ele queria chegar.

-Annie, essa musica é de uma cantora chamada Amy Lee- disse Bill.

-Serio?-perguntei.

-E a sua voz lembra a dela-disse Gustav.

-E você a lembra um pouco-disse o Tom.

-E como ela é?-perguntei curiosa.

-Vamos ver umas fotos na internet-disse o Bill.

Levantamo-nos, Georg pegou a Crystal e o Tom a Shantal, que estavam sujas por brincarem na lama.

-Nós damos banho nelas-disse o Tom- vão ver as fotos.

Fui atrás do Gustav e do Bill ver as tais fotos.

Quando eles mostraram as fotos, e alguns vídeos dela cantando, minha ficha começou a cair.

“Vampira Branca... a semelhança com as fotos... fato do meu nome se parecer com o dela... Lembranças antigas da voz cantando pra mim e minhas irmãs...”.

-A Amy Lee é a minha mãe-eu disse chocada- mas porque meu pai nunca me contou?

-Vai ver ele queria te proteger-disse o Bill.

Quase ri disso: Meu pai, me proteger? Mas talvez o Bill estivesse certo.

-Mas então, vamos convida-la para o nosso casamento Bill-eu disse.

-Que historia é essa Annie?-perguntou o Gustav.

-Eu pedi a Annie em casamento, porque a amo, amo mais que vocês três juntos, algum problema?-perguntou o Bill zangado.

-Sem nos consultar?!-gritou o Gustav.

-Desde quando preciso da permissão de vocês para fazer as coisas?!-gritou o Bill mais alto.

-Parem com isso- mandei, ai tive uma ideia- e se nós...

Fui falando a minha ideia, e os meninos pareceram surpresos.

-Tem certeza que isso vai dar certo?-perguntou o Bill.

-Vai sim, confiem em mim- eu disse.

-E alguma vez não confiamos?-disse o Gustav sorrindo.

Eu iria contar minha ideia para o Tom e o Georg, e esperava que eles concordassem, e o melhor, que a ideia desse certo.

A letra da musica tirei do site Vagalume.
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Sab Nov 03, 2012 10:03 am

continua Liebe yaya
eu quero saber qual é a ideia!
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PandinhaKaulitz

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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Seg Nov 05, 2012 9:37 pm

haha eu sei grande parte da fic liebe continue estarei acompanhando por aqui viu beijos
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Ana Carolina Telles
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Qui Nov 15, 2012 2:18 pm

Capítulo 7: União.

Eu não acreditava, eu uma Vampira, iria me casar, em uma igreja de verdade, com todos os perigos que um Vampiro corre.

Mas eu não ligava, estava protegida com o colar de minha mãe, mesmo que não estivesse, era um risco que aceitava correr.

Eu estava linda com um vestido longo de cetim branco, como em meus devaneios, estava me sentido a Bella daquele filme Crepúsculo, só que mais bonita.

Laila estava comigo, me esperando para irmos á igreja.

-Ainda não acredito que você vai fazer isso-ela disse.

-Nem eu-respondi colocando minha coroa- mas eu estou protegida com o meu colar-mostrei o colar de minha mãe.

-Acha mesmo que essa coisa vai protegê-la?-ela perguntou.

-Sim, funcionou antes-contei a ela sobre meu teste com o sol.

-Incrível-ela falou impressionada- esta coisa funciona mesmo.

-Não é uma “coisa”, é um colar protetor-eu disse brava.

-Ta que seja- ela disse.

-O que deu em você?-perguntei-parece tão... Fria.

-Não gosto desta historia amiga, sinto que algo vai acontecer.

-Tipo... –perguntei me olhando uma ultima vez no espelho.

-Seu pai e suas irmãs-ela disse.

Fiquei tensa, não, eles não podiam, ou melhor, não deviam saber que me casaria com um Humano.

-Eles sabem?-perguntei com medo.

-Eles desconfiam de algo, você não voltou mais para casa, e estamos perto do feriado Humano que eles mais odeiam...

-Você quer dizer o Natal?- eu disse.

Vampiros não eram muito fãs de feriados cristãos, como natal, pascoa e afins.

-Sim, eu tinha me esquecido o nome-disse Laila- eles querem que você volte para casa, acham esse feriado perigoso, sabe, rezas, cantorias, felicidade, etc. e tal.

-Sei disso-eu falei tremendo: mesmo sendo uma Vampira Branca, ainda tinha um pouco de medo que algo me aconteça.

-Então, porque ainda insiste nisso?-ela perguntou apontando para o meu vestido.

-É um risco que aceito correr-falei.

Ela sorriu e disse:

-O amor é algo que nunca vou entender.

Ri e me encaminhei até a porta, hora de ir ao meu casamento.

Eu iria me casar humanamente com um, agora vampiramente, era outra historia.

Consegui convencer os rapazes a fazer isso, um ritual dos Vampiros, que envolvia Sangue, mas pensando bem, não tinha coragem de fazer isso, não podia machuca-los.

Chegamos à igreja, meu coração batia forte, estava com medo, mas tentei ser forte.
O tempo todo eu fiquei com medo de algo acontecer, quase não prestei atenção na cerimonia, olhava para tudo na capela.

Só acordei quando o padre disse:

-Annie, aceita Bill Kaulitz como seu legítimo esposo?

-Hã, Sim claro-eu disse.

-E você Bill Kaulitz? Aceita Annie como sua legitima esposa?

Ele olhou para mim, sorriu e disse:

-Mas é claro que sim.

E me beijou, todos, até o Tom, o Georg e o Gustav aplaudiram.

Depois de uma festa incrível (não tão incrível quanto às da realeza dos Vampiros, mas dava para o gasto) fomos para casa, às gêmeas iriam ficar um pouco mais com minha sogra, não queria que elas vissem o ritual apesar de ainda serem pequenas, estavam com 6 meses.

Eu já estava com tudo pronto para o ritual: uma vasilha para pegar o Sangue, agua para misturar com o Sangue e para lavar a ferida, uma pomada para fechar as feridas, gaze, e outros produtos.

Mas o que, mas assustava era a faca que eu segurava, era branca como a lua, e cortava que era uma maravilha.

Não queria fazer isso, mas era o único jeito de tê-los comigo, eu tinha que ser forte, ter sangue frio.

-Oi Annie-disse o Tom-tudo pronto?

-Sim-falei.

Bill olhou para as coisas e disse:

-Tem certeza de que é seguro?

-Não sei-confessei- isso nunca foi feito em um Humano.

-Não vamos perder as esperanças gente-disse Georg.

Então começamos o ritual, eu dizia algo que na língua Humana seria a junção das almas, o Sangue se unindo, vidas se completando.

Eles apenas me observavam, não sentiam medo, repulsa nada.

Então chegou a hora que para mim, era a mais difícil.

-Bill, venha, por favor-eu disse.

Ele veio, segurei seu braço, posicionei a faça e cortei seu braço.

Ele fez uma careta de dor, o Sangue jorrava da ferida, peguei a vasilha e deixei o Sangue pingar, depois favei a ferida e coloquei a pomada e gaze.

Fiz o mesmo com o Tom (cortei sua perna) com o Georg (cortei o braço esquerdo) e com o Gustav (cortei um pouco a cintura).

Depois me cortei, meu Sangue se misturou com o dos rapazes, hora de fazer a poção.

Fiz a dita-cuja e disse para eles beberem.

-Precisamos mesmo?-perguntou Gustav.

-Sim- eu disse.

Eles beberam, também fiz uma poção para mim com o que sobrou.

Tom foi o primeiro a sentir o efeito da poção.

-Mas que ardência é esta no meu braço?- ele perguntou.

Olhei para seu braço, havia uma espécie de tatuagem, como um sol dentro de uma esfera.

-Deu certo-eu disse feliz- e vocês sobreviveram, são bem fortes para Humanos.

Eles pareceram ofendidos por um segundo, mas então notaram que era um elogio.

Olhei para meu braço, a mesma tatuagem estava lá.

-E o que isso quer dizer-perguntou Bill.

-Que temos uma ligação agora-eu disse- não sei por quanto tempo, talvez até um de nós ceder.

Com ceder, eu quis dizer “morrer”, eles pareceram notar essa palavra, mesmo eu não dizendo, eu era Imortal, eles iriam morrer mais cedo ou mais tarde.

“Mas” eu pensei “isso não importa agora, estamos ligados, e mesmo que eu queira não os transformarei em Vampiros, nunca”.

Há como eu queria voltar no tempo, e dizer a mim mesma que estava profundamente enganada.
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Qui Nov 15, 2012 6:29 pm

noooooooooooooo continua liebe não demora ta beijos
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Ter Nov 20, 2012 5:49 pm

Capítulo 8: Traição.

Era quinta-feira, 20 de Dezembro, devia ser próximo da meia-noite quando tudo aconteceu.

Os Humanos já se preparavam para a festa de natal, que queria daqui a cinco dias, mas Los Angeles já estava lindamente decorada com luzes, cheiro de comida e muita cantoria e presentes.

Duas coisas me chamavam a atenção: as luzes brilhantes e a neve puxa, eu nunca havia visto neve, como era bonita, e gelada.

Eu estava passeando com o Georg, saindo do Shopping, onde aviamos comprado algumas coisas para decorar nossa casa.

-Que floquinhos frios são esses?-perguntei.

-É neve-ele falou.

-Tão lindo-comentei, então pequei um floquinho com a língua- como pude viver 1600 anos sem conhecer essa beleza?

-Não sei- ele disse e pegou em meu braço me apressando- vamos logo antes que esfrie mais.

Decidi não discutir, estava realmente esfriando.

-Oi gente-falei entrando em casa-chegamos.

-Oi-disse Bill tentando evitar que Crystal quebrasse os enfeites que estavam no chão.

-E ai? Compraram tudo que precisávamos?-perguntou Tom com Chantal no colo.

-Sim-disse Georg colocando as coisas no chão.

-Ótimo, então podemos começar-disse Gustav esfregando as mãos.

-O que vão fazer?-perguntei.

-Decorar a arvore-disse Tom olhando dentro da sacola de compras.

-O que tem de legal nisto?-perguntei intrigada.

-Há é, esse é o seu primeiro Natal-disse Bill.

-Sim, por isso não estou entendendo- eu disse.

Bill me contou a historia do Natal, e eu achei bem bonita.

-É por isso que comemoramos o Natal-ele disse.

-E você vai nos ajudar-disse Tom colocando alguns enfeites na arvore.

-Como?-perguntei.

-Já cozinhou alguma vez na vida?-perguntou Georg.

Fiz que não com a cabeça.

-Sou uma Princesa-expliquei -os servos faziam as coisas para mim.

-Entendi- ele me levou até a cozinha- mas aqui Alteza, você tem que ajudar.

Georg colocou algumas coisas na bancada da cozinha, e me explicou como fazer biscoitos de Gengibre.

Eu fiz, mas ficaram meio estranho, eu tive que rir da minha tentativa frustrada.

-Não tem problema-disse Georg tentando não rir- até o Natal você pega o jeito.

Mais tarde fomos dormir, eu não tenho sono (muito) leve, mas sempre fico alerta a qualquer barulho estranho.

Ouvi uma batida bem de leve na janela, então levantei com cuidado da cama para não acordar o Bill (era a vez dele dormir comigo), as gêmeas estavam meio agitadas, como meio-Vampiras, elas deviam estar sentindo aquela presença estranha.

Pequei a minha espada e fui em direção ao corredor escuro, chovia e relampeava lá fora, mas isso não me intimidou.

Cheguei perto da escada, encostei-me à parede e fiquei quietinha, pude ver uma longa esquia sombra vinda em minha direção, e cochichavam algo como “Por Aqui, sinto o cheiro do Sangue dela”.

Quando a sombra se aproximou mais um pouco, ataquei, colocando a espada em sua panturrilha.

A coisa gritou de dor, um grito que eu conhecia de algum lugar, quando saiu das sombras, vi que era minha irmã Felícia.

-O que deu em você?-ela perguntou furiosa.

-Eu pensei que fosse um bandido-eu disse sem me arrepender (muito).

--Estamos aqui para te salvar-disse Terine.

-De que?- perguntei desconfiada.

-Você nunca mais voltou para casa, então papai nos mandou atrás de você-disse Aqua.

-Eu não quis voltar, aqui é o meu lugar-eu disse.

-Podemos saber por quê?- perguntou Ariadne, intrigada.

Sabia que era perigoso, mas contei sobre os rapazes, minhas filhas, o casamento e a união com Sangue.

-Sua louca-gritou Felícia, me empurrando- faz ideia do que você fez?

-Hã, me libertei?-perguntei irônica.

-Isso nunca foi feito, eles podiam ter morrido-disse Terine.

-Eles são fortes, mais fortes que um Vampiro- eu disse ficando cansada daquele dialogo.

-Vamos ver se eles são fortes mesmo-disse Felícia perversa, e minhas irmãs concordaram.

-Só por cima do meu cadáver-intimei.

-Isso vai ser rápido-disse Aqua e pulou em cima de mim.

Ela tentou me morder, mas fui mais rápida e cravei a espada em sua barriga.
Ela gritou de dor e caiu morta no chão.

-Traição- disse Raissa, que até então estava quieta- você vai pagar irmãzinha.

-Mas que gritaria é essa?-Bill saiu do quarto com uma das gêmeas no colo, que chorava Tom Georg e Gustav vieram logo atrás.

Felícia sorriu e disse:

-Vamos ver o quão forte eles são quando estiverem perto da morte.

E atacou Bill que gritou.

-Não-gritei e cravei a espada em seu braço.

Ela gritou de dor e tentou me atacar, mas fui mais rápida e a joguei no chão.

-Fujam -eu gritei para os rapazes, e eles sumiram por uma escada lateral.

Felícia tentou segui-los, mas coloquei a espada perto de seu coração.

-Para traz-gritei para minhas irmãs, que vinham me atacar, e falei para Felícia- vão embora, entendeu?-não quero vê-las por aqui nunca mais.

Felícia rosnou, mas disse as ultimas palavras:

-Você vai pagar caro por isso irmãzinha, ainda bem que seu marido vai morrer primeiro, e vamos nos deleitar com seu sofrimento.

Dito isso, ela virou morcego e foi embora, com minhas irmãs (e o corpo de Aqua).

O que ela quis dizer com isso? Corri para onde os rapazes estavam.

-Annie, o que foi aquilo?-perguntou Georg.

-Explico depois-falei-onde esta o Bill?

-Annie, aqui-Tom acenava apressadamente.

Bill estava horrível: ele estava pálido, respirava com dificuldade, os lábios estavam roxos, e o branco de seus olhos estava preto.

-Maldita seja minha irmã-bati com a palma da mão no chão, ela colocou uma doença de Vampiro no Bill.

-Tem cura?-perguntou Tom aflito.

Neguei com a cabeça.

-Só o transformando em Vampiro-eu disse.

-O que esta esperando? Morde ele então-disse Tom desesperado.

-Não, não posso-eu disse e me afastei.

-Annie, por favor-Tom disse com lágrimas nos olhos.

Eu também chorava, não queria perder meu marido que amava tanto.

Então tomei a pior decisão da minha vida:

-Ok, eu o mordo.

-Cheguei perto de Bill, senti seu pulso, ele estava quase morrendo, era agora ou nunca.

Respirei fundo, cheguei perto de seu pescoço, e o mordi.

Bill gemeu de dor, seu Sangue escorria por minha garganta, era o único jeito de cura-lo.

Ele ficou um minuto imóvel, pensei que era tarde, quando ele abriu os olhos, que estavam dourados, depois voltaram a cor normal.

-Onde... Onde estou?-ele murmurou.

-Você esta vivo- Gustav abraçou o amigo.

-Eu pensei que ia morrer-ele disse.

-A Annie te salvou- Tom disse e sorriu agradecidamente para mim.

Bill se levantou, estava um pouco tonto, mas mesmo assim me abraçou.

-Obrigada meu amor- ele sorriu e vi suas novas presas.

-Bill, você tem presas-exclamei-você é como eu agora.

-É mesmo-disse Georg.

-Mas o que foi aquilo?-Bill perguntou.

Contei a eles sobre minha família.

-Elas são terríveis-disse Tom.

-Você não conhece o meu pai-eu disse e irão voltar para se vingarem de mim.

-Annie, você tem que nos transformar também-disse Gustav.

-O que?-perguntei.

-Só assim estaremos seguros-ele disse-e podemos te proteger também.

-Não, não posso é perigoso-eu disse.

-Então, vamos ter que tomar uma medida drástica- Tom que estava segurando Chantal, a deu para Bill, e foi para o jardim, seguido por Georg e Gustav.

Temendo que eles façam besteira, os segui, assim como Bill.

Georg olhou em volta, e começou a tirar as roupas de firo, ficando só de cueca, assim como Gustav.

Antes que eles ficassem doentes, resolvi morde-los e acabar com aquele tormento.

-E você Tom? Não vai me convencer?

-Há não?-ele tinha uma lamina nas mãos.

-Você não vai... -comecei a dizer.

Ele começou a cortar os pulsos com a lamina, ele gemia de dor.

-Tom, para, neste ângulo você vai... -tarde demais, ele havia desmaiado.

-Mein Gott-Gritou Bill.

-Alguém ligue pro médico-disse Georg.

Os vizinhos, que acordaram com a gritaria ligaram, e em dez minutos uma ambulância o levou para o Hospital.

Mais tarde, voei até o Hospital, encontrei o quarto de Tom, entrei pela janela e voltei ao normal.

-Que ideia foi essa?-perguntei quando voltei ao normal.

-Foi o único jeito de te convencer- ele disse.

Eu olhei para todas aquelas coisas no quarto dele, e deduzi que não eram bons aqueles números.

-Eu tenho pouco tempo, segundo os médicos-ele disse- Annie, por favor...

Não deveria atendê-lo, mas não podia deixa-lo morrer, e o mordi.

Assim como o irmão, seus olhos ficaram dourados e depois voltaram a cor normal.

-Bem melhor- ele disse e sorriu, mostrando as presas recém-adquiridas.

-Vamos para casa Tomi- eu disse.

Expliquei a ele como se transformar em um morcego, e voamos de volta para casa.

-Agora ninguém nos detêm-disse Bill quando contei a ele o que rolou no Hospital.

Mas algo me dizia o contrario, eu sentia isso.
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Sab Nov 24, 2012 2:45 pm

hudihduishiduhsaiudhaiusdhiuahdiuahdusahduh que legal liebe continua ta muito boa a fic em beijocas viu não demore a posta
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Sab Nov 24, 2012 2:51 pm

continua tá boa demais yaya
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Sab Nov 24, 2012 6:56 pm

Continua Ana *---*
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Qua Dez 12, 2012 7:43 pm

Libie continua õ/
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Qua Dez 12, 2012 8:23 pm

continua vaii Very Happy
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MensagemAssunto: Re: The Lady Vamp.- ultimos capitulos.   Hoje à(s) 2:54 pm

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