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 A Filha de Poseidon.(+18)

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Com quem você acha que a Annie devia ficar?
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Ana Carolina Telles
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MensagemAssunto: A Filha de Poseidon.(+18)   Qui Set 27, 2012 8:31 pm

Gênero:Romance, Aventura e um pouco de Hental.

Fiz essa fict para as minhas duas maiores paixões na vida: Tokio Hotel e os livros do Percy Jakson e os Olimpianos.

Terminada: Não

Gente, aviso que vou postar os próximos capítulos depois de pelo menos 3 comentários.

Sinopse::A vida não é facil quando se é um meio-sangue,principalmente para Annie, filha de um dos Tres Grandes deuses que não podem ter filhos.
No começo, ela pensa que se trata de um terrível destino, pois os monstros e deuses estão contra ela, mas com a ajuda de novos amigos, um irmão mais velho experiente e a volta de seus quatro amores, ela vai ver que ser a Filha de Poseidon não é tão ruim quanto parece.


Capitulo 1: Encontro inesperado.

Definitivamente eu odeio ser uma meio-sangue.

Descobri que era assim depois que uma séria de eventos aconteceram em meus Shows: primeiro eu fiquei nervos com minha guitarrista e veio uma onda ENORME vinda de sei-lá-onde e nos molha todos.

Depois um monstro tenta me comer no meio de uma musica.

Comecei a ficar com medo, medo de verdade, muito dos meus fãs ficaram machucados ou morreram nesses ataques, então resolvi fugir pra poupa-los de mais monstros.

Então enquanto fugia mais monstros me atacavam me escondi em uma caverna, me perguntando:

–Por quê? Porque estão me atacando?

–Acho que posso responder-disse alguém.

Virei-me e vi que era um homem de uns 20 anos, moreno de olhos verdes e tinha uma espada na mão.

–Quem é você?-perguntei.

–Annie é o seu nome?- perguntou o homem.

–Sim-respondi.

Ele sorriu, e disse:

–Bem Annie, estava te esperando por muito tempo, preciso te levar ao Acampamento.

–Que Acampamento? Esta louco? E quem é você?-surtei.

–Eu me chamo Percy Jackson e sou seu irmão. - Ele disse.

–Engano seu, eu não tenho irmão- eu disse.

–Tem sim, por parte de Pai- disse o Percy.

–Meu pai já morreu há muito tempo-eu disse triste.

Ele Apenas sorriu e disse:

–Annie, nosso pai não morreu, ele é Poseidon, o deus dos mares.

Fiquei quieta, já havia lido sobre filhos de deuses, mas só em livros de Historia.

–Sério isso?-perguntei.

–Sim Annie, você é como eu, é uma meio-sangue, meio humana, meio deusa, por isso os monstros te perseguem.

Então ele começou a me contar a historia dele, como ele descobriu que era um semideus, e todos os perigos que enfrentou.

Eu só fiquei quieta, não tinha coragem de dizer que ele era louco, mas ai me lembrei: eu tinha um livro preferido, onde o protagonista tinha o mesmo nome que ele, onde ele narrava as coisas que me contava agora.

Comecei a ficar com medo, mas disse:

–Quer dizer que todas as coisas que li são verdade?-perguntei.

–Sim irmã, você só vai estar segura no Acampamento meio-sangue.

Assim, eu resolvi ouvi-lo, e fomos para o Acampamento.

Estava pensando nisso, enquanto seguia meu irmão nomeio do mato, perseguidos por uma Hidra de oito cabeças (é, sem querer, cortei a cabeça dela, Percy havia me dado uma espada igual à dele), quando tropecei em uma raiz.

–Aaaaaiiii-gritei.

–Annie, você esta bem?- perguntou o Percy preocupado.

–Meu tornozelo, acho que quebrei. - falei desesperada.

–Não se preocupe irmãzinha, eu te protejo-disse o Percy.

–Nos vamos morrer por minha culpa- eu disse chorando.

Era o fim. Íamos morrer e eu ainda tinha que tropeçar e quebrar o tornozelo. Que beleza.

Então quando tudo parecia perdido, eu vi uma seta indo na direção do mostro.

A flecha o atingiu bem no olho, a Hidra sibilou e se dissolveu em pó.

Percy olhou pra mim e disse:

–O que foi isso?

–Não sei, eu é que não fui- disse.

Então, de trás de uma arvore, surgiram quarto homens, um deles tinha barba e os cabelos eram loiros, o outro tinha tranças, o outro tinha cabelos compridos, o ultimo deles, usava óculos e todos carregavam arcos.

Percy ficou surpreso por um momento, mas parecia conhecer os homens, pois os cumprimentou e disse:

–Caras, não sabem o quanto eu estou feliz em vê-los, Bill aquele tiro foi incrível, salvou minha vida.

–É eu ando praticando-disse o homem loiro, o Bill.

– Perai, você se chama Bill, para se exata, Bill Kaulitz?-perguntei.

–é esse é o meu nome- ele disse, mas ai arregalou os olhos e continuou- Perai, eu conheço você.
–Nós também, disse o homem de cabelos compridos.

Sim, a verdade é que eu os conhecia, Bill Kaulitz, Tom Kaulitz, Georg Listing e Gustav Shiafer, quando adolescente, eu queria ser cantora, só para poder conhecê-los, e admito: no fundo, eu os amava, por isso queria conhece-los.

–Perai, de onde vocês se conhecem?-perguntou meu irmão, sem acreditar, afinal, eles eram bem mais famosos do que eu.

–Sim, ela é aquela cantora que desapareceu, vimos na teve-disse o Tom, mentindo.

A verdade era que eu já sairá com eles, já fiquei com eles, eu até já dormi com eles, eles me amavam, e eu também amava eles, mas para não partir seus corações, eu não escolhi nenhum.

–Annie, porque você fugiu?-perguntou Percy.

–Longa historia-respondi.

–Mas agora, vamos cuidar do seu tornozelo, você consegue andar?-disse o Percy, me ajudando a levantar.

Coloquei o meu pé no chão, mas foi só fazer um pouco de pressão, que eu via estrelas.

–Não consigo, está doendo muito-eu disse.

–Talvez possamos ajudar- disse o Georg.

–Vocês?- eu disse surpresa.

–Claro, afinal somos filhos de Apolo-disse o Gustav.

Nossa essa eu não sabia, “será esse o segredo da beleza deles?” pensei.

Bill me ajudou a sentar em uma pedra, então começou a cuidar do meu tornozelo (e dos machucados que ganhei naquela luta com a Hidra), passando ambrosia, que segundo meu irmão, era o néctar dos deuses que tudo cura.

Então ele fez algo que eu nunca pensei que ele faria: começou a cantar.

O mais estranho é que eu me sentia melhor, mais feliz, esquecia a dor.

Então o Bill parou de cantar e cambaleou um pouco, parecia meio tonto.

–O que foi Bill?- perguntei preocupada.

–Nada não Annie, a magia só me deixa um pouco cansado, nada demais-ele disse.

Enquanto o Bill se recuperava, Tom enfaixava o meu pé, depois de pronto, ele disse:

–Prontinho, até amanha vai ficar melhor.

–Até amanha? Quer dizer que vamos dormir no meio do mato?-perguntei.

–Não se preocupe Annie, sei que há uma caverna aqui por perto, vamos nos esconder ali- disse meu irmão.

Ele guiava o caminho, Bill, Tom e Georg iam atrás com os arcos prontos, e o Gustav me levava nos braços, já que não podia andar.

Chegamos a tal caverna, enquanto o Gustav me acomodava no lugar menos úmido, Percy pediu para o Tom, o Gustav e o Bill o ajudarem a achar comida.

Eles foram me deixando sozinha com o Georg.

Ele sentou ao meu lado, e resolveu puxar assunto:

–E ai? Como esta o tornozelo?

–Um pouco melhor agora-eu disse.

Silencio constrangedor, afinal, eu não falava com o Georg desde que terminara com ele.

–Annie, porque você não quis namorar comigo?-perguntou o Georg.

Respirei fundo, afinal, eu não tinha nada a esconder dele.

–Eu amo você Georg, mas também amo o Bill, o Tom e o Gustav, é difícil para mim escolher um só, e como eu não queria magoar vocês, eu não quero namorar ninguém.

Nossa, desabafei legal.

O Georg apenas sorriu e disse:

–Você notou que disse tudo no presente?

–É?-perguntei.

–Sim, quer dizer que você ainda nos ama?-perguntou o Georg.

Fiquei quieta por um tempo, doía, mas eu tinha que dizer:

–Sim Georg, eu anda amo vocês, e muito-confessei.

Então o Georg passou a mão em meu cabelo e disse:

–Era só isso o que eu queria ouvir.

Ele começou a chegar mais perto de mim, mais perto, e quando de dei conta, estávamos nos beijando, Georg passava a Mao pelo meu corpo, e u pelo corpo dele, estava relativamente feliz, tinha me esquecido como era gostoso beijar ele.

Começou a chover, uma chuva forte, então ouvi passos vindos em nossa direção, parei de beijar o Georg e perguntei:

–O que é isso?

–Isso o que?-ele perguntou.

Então ele também ouviu o barulho, pegou o arco e a flecha e disse pra mim:

–Fique ai, vou ver o que é.

Ele saiu, demorou para voltar, então vi um vulto vindo em minha direção.

Não pensei duas vezes, peguei minha espada e disse:

–Quem esta ai?
–Sou eu Annie.

–Percy? O que ouve?-perguntei.

–Um monstro enorme, os rapazes estão lutando contra ele, mas precisam de ajuda.

Não pensei duas vezes: peguei minha espada e fui para a luta.


Última edição por Ana Carolina Telles em Sex Nov 09, 2012 7:32 pm, editado 9 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Qua Out 03, 2012 9:49 pm

Ana Continue '-' proximo capitulo (?) =)
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Ter Out 09, 2012 4:09 pm

Gente, esse capitulo está meio longo.

Essa é a primeira vez que escrevo um Hental, então se estiver estranho, não briguem comigo.

Pra quem conhece os livros do Percy Jakson, Boa parte da fict vai se passar no livro dois da série.


Capitulo 2: Uma Noite Agitada(Demais).

Lá estava eu, em uma luta que parecia perdida, meu tornozelo doía muito, mas eu tinha que salvar meu irmão e meus... Hum... Amigos.

Estávamos lutando contra o Minotauro, meu irmão já o matou (matou não, mandou para o Tártaro) duas vezes, mas parece que ele simplesmente não gostava dos filhos de Poseidon.

Percy tentava enfiar a espada nele, mas o minotauro já tinha pegado as manhas dele, Bill Tom, Georg e Gustav tentavam enfiar flechas nele, mas o monstro usava armadura.

Enquanto isso, eu pensava “vamos todos morrer”, mas ai eu tive uma ideia.

Por algum motivo, eu sabia o que fazer: larguei minha espada e andei em direção ao monstro.

-Está maluca Annie? Que você vai fazer?-perguntou o Bill.

-Confie em mim- eu disse.

Andei até o monstro e disse:

-Pare.

Ele parou, não acreditei que tinha dado certo, então continuei:

-Va embora, deixe-nos em paz.

O Minotauro se virou e foi embora.

Eu estava exausta, com meu tornozelo doendo ainda mais, sentei no chão.

Todos estavam perplexos, mas foi o Tom que falou:

-Como você fez aquilo?

-Não sei-respondi-eu só sabia que fazendo isso, ele iria embora.

-Mas e agora? Como vamos para o acampamento?-perguntou o Bill.

-Eu sei como- respondeu Percy-Só preciso do mar.

-Percy, estamos no meio do mato, não há sinal algum de mar aqui-disse o Georg.

-Que belo plano-disse o Gustav irônico.

Continuamos andando pelo mato, mas parecia que por mais que andássemos mais perdidos ficávamos.

Uma hora, encontramos uma Manticora dormindo, Percy disse para ficarmos quietos, mas, de novo, eu sabia o que fazer.

Andei até a Manticora e disse:

-Acorde.

Ela acordou, parecia perplexa, mas quando me viu, mas pareceu gostar de mim, porque ela ficou lambendo meu rosto.

-Ok garoto- eu disse- Eu preciso que você dê uma carona para mim e meus amigos, para um lugar chamado Acampamento Meio-Sangue.

“Sim Senhora” ele disse, e u fiquei perplexa: desde quando podia ouvir o que os animais falavam e diziam?

Subi nas costas da Manticora e falei pros meninos:

-E ai? Vocês vêm ou não vem?

Como não tínhamos escolha, eles subiram nas costas da Manticora.

Ele correu para tomar impulso, então me vi voando perto das nuvens, meus cabelos ao vento, as cidades lá embaixo tão pequenas, que pareciam pequenos formigueiros, era tudo muito lindo, pena que os meninos não estavam aproveitando o voo, Percy não podia voar senão Zeus o explodiria em pedacinhos,então olhava apreensivo para o céu, o Tom estava em pânico, tinha medo de altura, e o rosto do Bill, do Georg e do Gustav estava da cor de Guacamole.

Chegamos ao acampamento em duas horas de voo, e me surpreendi com a beleza do lugar.

Deveríamos estar na costa de Long. Island, porque da enorme varanda uma casa Grande ate o vale seguia ate a agua, a paisagem era pontilhada de construções que lembravam a arquitetura grega antiga- um pavilhão a céu aberto, um anfiteatro uma arena circular- só que pareciam novos em folha, as colunas de mármore branco reluzindo ao sol. Em uma quadra de areia próxima, uma dúzia de crianças e de seres meio humanos e meio bodes- meu irmão disse que se chamavam sátiros- em idade escolar jogavam vôlei. Canoas deslizavam por um pequeno lago. Crianças com camisetas laranja-claro corriam umas atrás das outras em volta de um agrupamento de chalés que me faziam lembrar o símbolo do infinito. Algumas praticavam arco-e-flecha em alvos. Outras montavam cavalos em uma trilha arborizada, e a não ser que tivesse ficando louca, alguns cavalos tinham asas.
A Manticora (que eu dei o nome de Jasão) pousou no meio de uma trilha ótima para uma corrida de carros ou cavalos, assustando umas ninfas e sátiros.

Desmontamos, meus amigos pareciam estar meio tontos por conta da viagem.

-Vamos Annie, temos que falar com Quíron e o Senhor D- disse o Percy.

Caminhamos até a Casa Grande, muitos campistas pararam o que estavam fazendo e ficaram nos observando, alguns cochichavam entre si, outros apontavam para mim e meu irmão, mas do nada, ouvi um grito feminino meio empolgado demais.

-BILLL!-fez a voz e vi que era de uma jovem ninfa.

Ela devia ter a minha idade, uns 18 anos ou menos, tinha feições de elfo, mas era muito bonita, seus cabelos era azuis, e sua pele era azul-claro e ela usava um vestido de seda branco, e não gostei do modo como ela abraçou o Bill, com MUITA empolgação.

-Bill, que saudade, estava preocupada com você- disse para depois encher a bochecha dele de beijos.

Bill parecia surpreso, mas depois suspirou e disse:

-Bom ver você também Astrid.

-E ai? O que vamos fazer hoje?-perguntou Astrid, o jeito como ela falava parecia que ela tinha exagerado na cafeína- que tal passearmos pelo bosque? Ou que tal montar os Pégasos? Já sei, que tal nadarmos nus na lagoa?

-Como é?-perguntei indignada pela ultima sugestão da ninfa.

Bill se soltou dos braços dela e calmamente disse:

-Astrid, essa é a Annie, ela é filha de Poseidon, Annie essa é Astrid, a ninfa das águas.

-Serio que você é filha de Poseidon?-Astrid perguntou surpresa- Então quer dizer que você é irmã do Percy? Que legal então vamos nos dar superbem.

-É mesmo- disse sem um pingo de animosidade na voz.

Eu admito: estava com ciúmes de Astrid com o Bill, como assim ele me trocou por uma ninfa idiota e hiperativa? Que ódio daquela ninfa vaca, que ódio.

Jasão começou a rosnar para ela, ela gritou e se agarrou no Bill, percebi que ele podia ler minhas emoções, então quanto com mais ela se agarrava no Bill, com mais ódio eu ficava e mais alto e com mais frequência Jasão rosnava.

-Astrid-disse o Bill com a ninfa quase enforcando ele- que tal ver como esta o lago? Podemos nadar depois.

-Podemos nadar nus, como eu disse?-disse Astrid largando o pescoço dele e dando pulinhos de emoção.

Bill ignorou o que ela disse.

-Vá Astrid, temos que falar com Quíron e o Senhor D- disse o Bill.

-Esta bem, até mais tarde gostoso-ela disse depois de dar um beijo na bochecha dele.

E lá se foi ela saltitando pelo bosque.

-Sua nova “amiguinha” Bill?-perguntei roxa de ciúmes.

Bill notou a raiva em minha voz, ou notou que Jasão estava rosnando para ele agora, porque disse:

-Annie, não é nada disso que você esta pensando.

-Há não? Então o que é? -Perguntei.

Tom, Georg, Gustav e Percy que até então estavam quietos, decidiram sair do fogo-cruzado.

-Vamos ver se o Quíron esta ai ok?- disse meu irmão para depois entrar na Casa Grande seguido pelos outros rapazes.

Quando eles se foram, eu disse:

-E então? Não tenho o dia todo?

Bill chegou perto de mim, pegou a minha mão, olhou nos meus olhos e disse:

-Annie, não é nada disso que você esta pensando, a Astrid, bem, eu a salvei a algum tempo atrás, de ser devorada por monstros, eu cuidei dela ate de ela melhorasse, como filho de Apolo, eu fiz essa promessa, mas desde esse dia, ela me enche o saco, me seguindo, e me fazendo propostas como essa, me chamando de nomes constrangedores, achando que eu só a salvei porque amo ela.

-E não ama?-perguntei.

Bill sorriu e disse:

-Claro que não Annie, eu a acho muito chata, insuportável, até porque quem eu amo, bem, eu estou olhando e falando com ela agora.

Eu sorri meio constrangida, que besteira achar que ele me trocaria por uma ninfa, eu o abracei, mostrando que também o amava.

Enquanto estávamos nesse momento fofura, ele cochichou em meu ouvido:
-Além disso, temos “aquele” assunto para tratar.

Eu olhei para ele e perguntei:

-Você ainda se lembra? Já faz tanto tempo que achei que você tinha se esquecido.
-Há, eu e o Tom nos lembramos muito bem da promessa- disse o Bill- Que tal cumpri-la hoje a noite bem depois do toque de recolher?

-Mas e se alguém nos pegar? Vai ser uma vergonha-disse.

-Não se preocupe, eu e o Tom conhecemos este bosque como a palma de nossas mãos- disse o Bill para me acalmar.

Então, meu irmão, o Tom o Georg e o Gustav saíram da Casa Grande, Quirom queria falar comigo a sós.

Vi de relance que os gêmeos trocaram olhares, Bill parecia dizer “Ela topou” e o Tom deu um olhar de concordância que parecia dizer “Ela não vai se arrepender” e sorriram um para o outro.

Conheci Quíron, o instrutor de atividades, ele era um centauro, da cintura para cima, era um homem de meia-idade, cabelos castanhos encaracolados e barba por fazer, da cintura para baixo, era um corcel branco.

Ele estava honrado de me conhecer, uma meio-sangue, filha de um dos três Grandes deuses era raro, só meu irmão teve essa façanha ate agora.

Ele me explicou as regras do acampamento, e se eu precisasse de algo era só falar com ele.

Depois conheci o Senhor D, que seu real nome era Dionísio, o deus do vinho, e não fui com a cara dele, ele parecia um querubim na casa dos cinquenta que bebia e ficava o tempo todo nos cassinos de Las Vegas, ele não gostava do meu irmão, e sempre errava meu nome, em vez de Annie, me chamava de Ana.

Quando finalmente saí da Casa Grande, ouvi uma trombeta em forma de concha, e soube que era hora do jantar.

Sentei-me na mesma mesa que meus irmãos, Percy e Tyson, que era um ciclope, fofo, mas que de relance dava medo, quando ele soube que eu era sua irmã, ele ficou feliz e me abraçou tão forte que quase me partiu ao meio.

Umas ninfas me serviram uma pizza olimpiana, e eu soube que o meu copo podia se encher com qualquer liquido, desde que não fosse alcoólico, e eu desejei suco de tangerina, e imediatamente meu copo se encheu de um liquido laranja.

Também jogamos um pouco da nossa comida no fogo, como oferenda aos deuses, depois do jantar teve uma cantoria ao redor da fogueira, e vi que meus meninos estavam ou cantando ou tocando liras e violões com seus irmãos do chalé de Apolo.
Depois, teve o toque de recolher, e todos deviam voltar aos seus chalés, senão seriam comidos delas Harpias (que também me obedeciam).

Eu fiquei pouco no chalé de Poseidon, só esperei meus irmãos e Jasão dormirem para dar uma escapada para o bosque atrás dos gêmeos.

E lá estavam eles, no começo da clareira, meu coração acelerava, não sabia se queria faze aquilo, mas respirei fundo e fui ate eles.

-Vem comigo-disse o Tom assim que cheguei perto dele- tem um lugar ótimo aqui para cumprimos a nossa promessa.

Eles me levavam através do bosque, até uma área de campina, as arvores atrás de nós, o mar bem à frente, vagalumes brilhavam e a lua estava bem alta no céu.

-É lindo- eu disse.

-Que bom que gostou, pois é aqui que vamos ficar- disse o Tom já tirando a camisa, e o Bill fazia o mesmo.

Meu coração acelerava enquanto eles tiravam as calças, não que eu nunca os tivesse transado com eles-sim- mas só com um ou com outro, nunca com os dois ao mesmo tempo.

Comecei a tirar minha roupa, pra ver no que ia dar, eu estava nervosa, vi que eles tinham um frasco de lubrificante, o Tom usou e depois foi o Bill.

Então tive uma ideia: pequei um lenço no bolso da minha calça e disse que ia vendar meus olhos.

-pra que isso?-perguntou o Tom.

-Para não correr o risco de ficar nervosa ou constrangida- eu disse.
-Porque, você já fez isso conosco-disse o Bill.

-Mas não com os dois ao mesmo tempo-eu disse.

Eles concordaram comigo, ate porque eles também estavam meio nervosos, então me levaram ate onde tinha uma pedra, vi que o Bill tinha se sentando nela, nesse momento vendei meus olhos, respirei fundo e sentei no colo dele.

Ele me abraçava forte, beijava minha nuca, me dizia coisas picantes no ouvido, colocava as mãos em meus seios.

Senti quando o Tom colocou algo gelado entre minhas pernas, gelo, então ele começou a chupar esse gelo, e aproveitava para ir um pouco mais fundo.

Eu gemia de prazer, queria me deitar, mas não podia, ai ouvi o Bill sussurrando em meu ouvido:

-pode deitar um pouco, não vou te deixar cair.

Então comecei a me aconchegar mais no Bill, senti quando ele começou a beijar meus seios, a dar leves mordidinhas nos mamilos, e o Tom fez o mesmo.

Eu voltei a ficar sentada, e sentia que o Bill estava excitado, ele queria me penetrar, mas ouvi o Tom dizer:

-Espera.

Eu senti o Tom, colocando os dedos melados em minha boca, simulando sexo oral.

-Você gosta do meu mel Annie?-ele perguntou.

-Sim, muito-eu disse.

Eu queria mais, então ele sussurrou em meu ouvido:

-Diga Annie, diga que você quer meu leite quentinho, diga que você quer que eu te foda.

-Eu quero Tom, eu quero o seu leite quentinho, quero que você me foda- eu disse.

-Agora diga para o Bill a mesma coisa que você me disse- falou o Tom.

-Bill, eu também quero o seu leitinho, seu mel, quero que você me coma inteirinha-eu disse.

-Era o que eu queria ouvir- ele disse.

Então os dois começaram a me penetrar ao mesmo tempo, eu gritava de prazer, achava que podia sentir os dois se tocando dentro de mim, eu beijava o Tom, arranhava as suas costas, eu o ouvia gemendo de prazer, assim como o Bill.

Ouvi o Bill sussurrar em meu ouvido mordendo o lóbulo da minha orelha.

-Você gosta?

-Sim, muito-eu disse.

-Você quer mais?-ele disse.

-Sim, sim eu quero mais-eu disse.

E eles começaram a me penetrar de novo, e de novo eu gritava de prazer, eu também arranhava o Bill, eu me sentia melada, eles iam e voltavam dentro de mim, e me ouvi dizendo para eles:

-Não parem, não parem.

Acho que fizemos isso umas três vezes naquela noite, em uma dessas três vezes o Tom me penetrou tão forte que eu comecei a sentir dor, sentia o sangue correndo entre minhas pernas.

O Tom também pareceu perceber, porque saiu de dentro de mim e disse para o irmão:

-Olha o que você fez.

-Eu?-disse o Bill-você que a penetrou forte demais.

-Meninos não briguem- eu disse tentando acalmar os ânimos.

-Meninos? Eu vou te mostrar meu menino-disse o Tom com malicia na voz.

-Você já fez isso-rebati- Mas que tal vocês trocarem agora?

Eles concordaram, e ai foi a vez do Bill ir na frente e de eu sentar no colo do Tom.
Fizemos o mesmo de antes, só que eu beijava o Bill e o Tom me abraçava forte enquanto eles me penetravam.

O Bill conseguia ser fofo e safado ao mesmo tempo, ele me beijava, passava as mãos pelo meu corpo, beijava os meus seios, me penetrava.

Teve uma hora em que ele fez o mesmo que o Tom: Colocou os dedos melados em minha boca, só que ele me satisfazia mais que o Tom se é que isso era possível.

-Você gosta do meu mel, não gosta Annie?-ele perguntou.

-Sim, mas o seu e o do Tom misturados são ainda melhores- eu disse pegando mais com os dedos e colocando na boca.

-É mesmo? Pergunta o Tom atrás de mim, me penetrando com força.

-Sim... Mas prefiro elas dentro de mim- eu disse enquanto eu agarrava o Bill para que ele me penetrasse mais forte.

Depois de um tempo, eles saíram de dentro de mim de vez, tirei o lenço dos meus olhos, os gêmeos pareciam exaustos, mas satisfeitos.

Pensei que aquela era uma boa hora de testar o meu poder novo: fui ate o mar e coloquei o meu pé na agua.

A agua subia por meu corpo, e em um segundo me vi vestindo um vestido balonê azul, com uns braceletes azuis e uma rosa azul em meus cabelos.

Os meninos viram o que fiz e perguntaram ao mesmo tempo:

-Como você fez isso?

-Meu irmão me ensinou- eu disse- vem eu mostro pra vocês.

Peguei-os pelas mãos, coloquei meus pés no mar, a agua subia pelo meu corpo em direção os corpos dos gêmeos, e em um minuto o eles estava vestindo camisas azuis, calças azuis, e o Tom usava um boné azul, cada um com seu estilo é claro.

Depois nos sentamos debaixo de uma arvores, observamos as estrelas, o Bill me abraçava, eu brincava com os cabelos do Tom, que estava com a cabeça apoiada em meu colo.

-Confesso que eu senti saudades de vocês-eu disse.

-Nós também Annie-disseram os gêmeos.

-Mas o que foi que aconteceu? Nós éramos tão felizes-perguntou o Tom.

Eu suspirei e disse:

-Não sei Tom, mas prometo que isso não vai se repetir.

Então ouvi um barulho na floresta, estava ficando cada vez mais alto, então perguntei aos gêmeos:

-Estão ouvindo isso?

-Sim- eles disseram pegando os arcos.

O barulho estava ficando cada vez mais alto, ai eu vi algo saltando das trevas, não, algo não, era um monstro, que parecia uma Manticora.

-Jasão, o que esta fazendo aqui?-perguntei.

“Protegendo-te ora”. Ele disse com naturalidade “ouvi você gritando e vim ver o que ouve”.

Quando ele viu que não havia perigo nenhum, ele se deitou perto de uma arvore e dormiu de novo.

Eu dei de ombros, e voltei a me sentar debaixo da arvore, os gêmeos, estavam surpresos com o aparecimento repentino de Jasão, mas nada disseram, e também voltaram a se sentar comigo debaixo da arvore.

Começamos a conversar sobre o que tínhamos feito, Bill perguntou se eu havia gostado, eu apenas ri e falei:

-Sinto que poderia fazer isso com vocês toda noite-eu disse.

-Eu não faria isso se fosse você mocinha-disse uma voz.

Eu levei um susto tão grande, que quando me levantei, bati minha cabeça em um galho da arvore.

-Ai-eu disse colocando as mãos na cabeça.

Bill e Tom também se levantaram, já com os arcos armados, Jasão, agora desperto, rosnava, esperando o meu sinal para atacar o intruso.

-Quem esta ai?-disse o Bill, pronto para atirar.

Vi o ar tremeluzir, ai surgiu uma figura usando um uniforme dos correios, com um chapéu com asas, segurava um caduceu e parecia indignado.

Eu o conhecia, meu irmão já havia me falado sobre ele, então de ajoelhei e disse:
-Lorde Hermes.

Os gêmeos abaixaram os arcos, pareciam estupefatos, então o Tom disse:

-Ta me zuando que você é Hermes.

-Tom-repreendi.

Hermes pareceu sorrir e disse:

-Não se preocupe Annie, esse jovem filho de Apolo não me ofendeu, além disso, eu só vim aqui para conversar.

Ele se sentou perto de Jasão, que voltou a dormir, então ele disse:

-Vim aqui para lhe dar um aviso Annie, sobre seu irmão Percy, mas você e esses jovens estavam meio... Ocupados no momento.

Não sei qual de nós ficou mais vermelho: Eu, o Bill ou o Tom.

-Quer dizer... Que você viu tudo? Nos mínimos detalhes?-perguntou o Tom.

-Sim Tom, eu vi, e acho que os pais de vocês, principalmente o seu Annie, não vão ficar felizes com isso.

-Você não vai contar para eles, vai senhor?-perguntou o Bill, a cor pareceu sumir de seu rosto.

-Não Bill, eu não vou contar, mas estou aqui para dar um aviso para a Annie.

-Que aviso? O que tem o meu irmão? Ele esta bem?-perguntei preocupada.

-Ele Ainda esta bem Annie, mas algo terrível vai acontecer com ele amanhã-disse Hermes.

-Que coisa? Fale Senhor Hermes, estou ficando preocupada-eu disse. Meu irmão era a única família que eu tinha, não queria perde-lo.
-Lembra quando ele te contou que foi a um acampamento romano?-perguntou Hermes.
Sim, eu conhecia a historia, ele fora raptado por Hera, para unir os semideuses gregos e romanos, para derrotar Gaia.
-Acontece que ele não a derrotou totalmente-disse Hermes- ela esta fraca, se não a derrotarem de vez, ela vai destruir o mundo, e o primeiro a sucumbir será o seu irmão.
-Como eu faço para derrota-la?-perguntei já ansiosa.

-Refaça os passos de seu irmão, lute contra o que ele lutou, mas também viva suas aventuras, Percy vai com você, para ajuda-la, e Bill, Tom Georg e Gustav vão por causa do juramento.

-Que juramento?-perguntei olhando para os gêmeos.

-Bem... quando você estava na Casa Grande, seu irmão falou conosco-disse o Bill.
-Ele nos fez prometer que, se você sair em uma missão, que nós iriamos também só para te proteger-disse o Tom.

-Não acredito que o Pecy fez isso, caramba não sou mais criança-eu disse indignada.

-Annie, ele só quer te proteger-disse o Bill.

-E então, você aceita a missão?-perguntou Hermes.

-Sim Lorde Hermes, eu aceito a missão-eu disse.

-Otimo-ele disse sorrindo-Então espero que tenha feito as malas de vocês corretamente, e vocês vão ter que ir para o navio.

-Que navio?-perguntou o Bill.

Hermes apontou, no oceano, havia um navio passando mas já ia embora.
-Ele levará vocês ao Mar de Monstros.

-Mar de que?-perguntei.

-É melhor vocês irem logo, seus amigos vão chegar em três segundos e as Harpias em dez para devora-los se ainda estiverem aqui. Tchau.

E ele foi embora, desaparecendo em uma nuvem de névoa, deixando eu, o Bill e o Tom sozinhos, eu me perguntava se aceitar essa missão foi uma boa ideia.
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Qui Out 25, 2012 10:34 pm

nosssaa que capitulo quente adorei e que confusão CONTINUA
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Sab Nov 03, 2012 9:46 pm

Continua, Continua *-*
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Dom Nov 04, 2012 2:00 pm

LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL. Me gustó! Posta mais!
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Dom Nov 04, 2012 2:15 pm

continua :\o\:
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Dom Nov 04, 2012 4:10 pm

Quando Hermes se foi, eu fiquei na duvida sobre o que fazer em seguida.

De repente, ouvi vozes vindo em nossa direção:

-Annie, Bill, Tom!

-Percy, o que você esta fazendo aqui?-perguntei surpresa.

-Você estava gritando por socorro-ele disse.

-Eu?

-Sim-disse Tyson- você dizia “coisas ruins estão atacando”.

-Ela não disse isso, estávamos com ela esse tempo todo-disse o Tom.

-Ué, então quem... –começou o Georg, então viu as sacolas de viagem- O que...

-Sem tempo para explicar- eu disse- precisamos chegar aquele navio.

-Como?-perguntou o Gustav.

Olhei para o meu irmão em busca de uma resposta.

-É só você pedir para o nosso pai-ele disse- tenho certeza que ele vai te ouvir.

Achei loucura, afinal como um deus poderia me ouvir? Mas decidi não discutir com Percy, e fui à direção do mar.

-Há... Oi pai, quais são as novas?-eu disse hesitante.

-Annie, estamos ficando sem tempo-disse o Bill impaciente.

-Ok... Pai precisamos chegar aquele navio, se você puder ajudar...-eu disse.

Silêncio.

Então vi algo cortando o mar, pareciam cavalos, mas quando eles chegaram mais perto, vi que tinham caudas de peixe.

-Cavalos-marinhos-disse o Tom- são maravilhosos.

O cavalo agradeceu com um relincho.

Notei que um dos cavalos era bem maior que os outros.

-Arco-Iris-disse Tyson abraçando o maior dos cavalos.

Olhei para ele.

-Deu o nem de Arco-íris a um cavalo-marinho?-perguntei.

-Te explico depois-sussurrou Percy-agora vamos, as Harpias já estão chegando.

Ninguém discutiu, pegamos nossos sacos de viagem, montamos nos cavalos e partimos em direção ao mar.

Era incrível montar um cavalo-marinho, eu me sentia livre, poderosa, como se o mar estivesse querendo entrar em meu sangue.

Chegamos a uma escada ao lado do navio, Percy subiu primeiro, pois ele sabia o caminho.

Quando eu ia subir, ouvi um bater de asas.

-De novo Jasão?-eu disse meio indignada.

“Não achou que eu ia te deixar sozinha ia?” ele perguntou.

-Jasão, estamos invadindo um navio, você é muito grande, vai chamar muita atenção- eu disse subindo as escadas.

“Não por isso” ele disse.

E começou a encolher, até ficar parecendo um broche, eu o peguei antes que caísse na agua.

“Quando você precisar, é só tocar nos dois rubis que formam os olhos do broche” ele disse.

Agora que eu me sentia mais segura, cheguei até o deque do navio.

-Onde você arrumou isso?-perguntou Percy, olhando para o broche.

Contei a ele como Jasão virou o broche.

-Incrível-ele disse impressionado.

Andamos até chegarmos a uma porta, Bill consegui arrombar com um alicate e meia dúzia de palavrões em inglês e alemão.

Depois, passamos por um corredor escuro e úmido, parecido com uma garganta de dragão (não me pergunte meu irmão que disse isso).

Depois, passamos pelas cabines, eu senti um calafrio e coloquei a mão em meu colar que podia virar um Tridente(presentinho do meu pai), mas depois tirei: como lutar contra uma sensação estranha?

-Vocês notaram isso?-perguntou o Gustav nervoso.

Percy concordou.

-Parece que não há ninguém aqui-ele disse.

-Como um navio fantasma-eu disse.

Percy assentiu.

-Mas tem vida irmãzinha, só não sei onde, faz muito tempo que não volto aqui.

Depois de muito tempo andando e tomando cuidado, achamos uma cabine aberta.

-Estranho-disse o Tom desconfiado.

Então ele fez um pequeno sol para iluminar o aposento, como filho de Apolo, ele podia fazer essas coisas.

O lugar era lindo: cortinas de veludo nas janelas, camas que pareciam muito confortáveis (e havia chocolate nos travesseiros) uma cômoda de mármore, portas que levavam a outras cabines, em cima da cômoda estava uma mini fonte de chocolate.

-Realmente muito estranho-disse o Bill.

-É como se estivessem nos esperando-disse o Georg.

-Nós vimos, não há ninguém neste navio-disse o Gustav.

-Acho melhor investigarmos amanhã-disse o Percy bocejando- vamos dormir um pouco.

-Dormir-concordou o Tom.

Como só tinham três cabines, decidimos dividir: Bill ficou com o Tom, Percy com o Gustav e o Tyson, e eu com o Georg.

Os gêmeos pareceram não gostar da ideia de eu dividir a cabine com o Georg.
-E lembrem-se- disse o meu irmão antes de ir dormir- não comam nem bebam nada daqui.

-Acha que este lugar é enfeitiçado?-perguntou o Bill.

-Não sei, mas algo não está certo-ele disse.

Então eles fecharam a porta, eu fiquei sozinha com o Georg pela segunda vez em menos de uma semana, o único som entre nós era a mini fonte de chocolate.

Eu me sentei na cama, Georg sentou-se ao meu lado, e começo a me comer com os olhos.

-O que foi?-perguntei.

-Nada, só estou admirando sua beleza-ele disse.

-Você me quer não é?-perguntei sacando quais eram as suas intenções.

Ele ficou vermelho.

-Não é bem assim... É que... -ele dizia sem graça.

Então eu o beijei, mostrando o quanto eu o queria naquele momento.

Ele correspondia, seus beijos estavam cheios de desejos, suas mão, atrevidas, mas eu não me importava.

De repente, tive uma ideia: fui até a mini fonte de chocolate peguei um pouco com os dedos e passei na bochecha do Georg.

-Ei, pra que isso?-ele protestou.

-Xiu-coloquei os dedos na boca dele para cala-lo-você já vai ver.

Comecei a beija-lo aonde tinha posto chocolate: sua bochecha e em seus lábios.

-Minha vez-ele disse e foi até a fonte, pegou um pouco de chocolate, abaixou meu vestido e colocou todo o chocolate que tinha pego em meus seios, minha barriga e em minhas pernas.

Ele realmente sabia como me excitar, ele lambia meu corpo (principalmente meus seios) com muito gosto, e aproveitava para me masturbar.

Eu o arranhava, ele gemia de prazer, e começou a me penetrar, Bill e Tom eram bons, mas o Georg era ÓTIMO.

Ele fazia com força, como se fosse a sua ultima noite, eu queria gritar de prazer, mas se eu fizesse isso, poderia acordar todo mundo, então mordia meus lábios, mas o Georg também me ajudava a ficar quieta me beijando.

Depois ele saiu de dentro de mim, pensei que ele tinha parado, mas ele só queria trocar de lado, então começou a me penetrar por traz, com uma mão ele me masturbava, e a outra ele pôs em meu seio.

Então depois de um tempo, só ficamos deitados, eu estava fresca, não podia me molhar (e suar) a não ser que eu quisesse já o Georg estava suado e cheirava a sexo.

-É melhor você tomar um banho- eu disse- pra não suspeitarem do que fizemos.

-É melhor- ele disse e me beijou- já volto meu amor.

Ele saiu da cama e foi para o chuveiro, que ficava de frente para o quarto, a porta estava entreaberta, então o fiquei admirando tomar banho.

Eu estava exausta, enquanto ele terminava o banho, decidi dormir um pouco.

Senti-o deitando ao meu lado, beijou minha bochecha e disse:

-Boa-noite meu amor- e também dormiu.

No dia seguinte, acordei com uma voz que dizia:

“-Bom-dia passageiros, hoje faz 100 dias que estamos no mar, haverá um bingo de 1.000.000 de dólares e exercícios de estripamento para nossos “hospedes especiais”.

-O que ele disse?-falou o Georg que tinha acabado de acordar.

-Algo sobre exercícios de equipamento- eu disse já me vestindo.

Ouvi uma batida na porta ao lado, abri e era o Bill, reparei que seus cabelos loiros estavam parecendo um ninho de ratos.

-Ele disse: exercícios de estripamento-ele disse.

Bati na outra porta, tentando acordar meus irmãos e Gustav, depois que acordaram (xingando é claro), contei a eles o que o Bill disse Percy logo falou:

-Vamos investigar isso agora.

Mas algo me dizia que não passaríamos mais uma noite a bordo do navio, mesmo com um bingo 1.000.000 de dólares.
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Dom Nov 04, 2012 5:07 pm

OMG *O*, menina continua :p

Citação :
Eu o arranhava, ele gemia de prazer, e começou a me penetrar, Bill e Tom eram bons, mas o Georg era ÓTIMO.
deixa o Tom ouvir isso ú.ú
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Dom Nov 04, 2012 6:26 pm

Gente, agora que eu aprendi a postar fotos de links, posso por algumas desta fict para vocês?(a foto dos personagens do livro principalmente)
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Dom Nov 04, 2012 6:59 pm

Siiim! E continua!
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Sex Nov 09, 2012 7:29 pm

Assim que nos arrumamos, saímos para investigar o navio.

No caminho encontramos alguns passageiros, mas eles estavam com um olhar estranho, como se estivessem em transe.

No caminho para o refeitório, encontramos nosso primeiro monstro.

Era um cão infernal do tamanho de um Pastor Alemão, eu sabia que eram bem perigosos, meu irmão já foi atacado por alguns, e tinha até um de estimação, que se chamavaSra.O’Leary,mas mesmo assim toquei em meu
pingente, já pressentindo o perigo.

O mais estranho não era o fato dele parecer gostar de ovos mexidos, era que havia um casal de idosos atrás do monstro, esperando pacientemente sua vez de se servir dos ovos.

-Eles não veem o monstro?-perguntei a Percy.

Ele negou.

-A Névoa é muito forte- ele disse.

-Acho que não vamos comer aqui-disse Bill parecendo nervoso.

-Não, não vamos- respondeu Tyson.

Então ouvi uma voz sibilante, Percy percebeu do que se tratava segundos antes de mim, porque falou:

-Rápido por aqui-ele nos levou ao banheiro masculino.

Hesitei diante da porta, mas meu irmão me deu um empurrão e depois entrou.

-Você viu aquelesssss dragõessssss?-perguntou uma voz.
A outra voz sibilou e eu podia jurar que era um riso.

-Ssssim, ssssão impressssionatessss- disse outra voz.

-Ossss idiotassss nem sssabem que ssse trata de uma armadilha-disse a primeira voz.

-Ssssim, elessss e aquelesss outrosss sssemideusessss vão virar comida de dragão- disse a segunda voz, e saíram rindo.

-O que foi isso? O que eram aquelas coisas?-perguntei apavorada.

-Eram Dracaenas-disse o Tom verificando se elas foram embora- mulheres-dragão.

-Temos que sair daqui-disse Georg.

-Você acha que eu quero ficar no banheiro dos meninos?-eu perguntei.

-Não por isso Annie, temos que saber de que semideuses elas estavam falando-disse Percy saindo do banheiro.

O seguimos por um longo tempo, sempre que tinha um monstro no caminho, eu mandava que ele saísse da frente.

-E você não viu nada-acrescentava.

“Não vi nada” eles diziam.

Chegamos aporta de uma cabine, era decorada com ouro por fora.

Havia vozes do outro lado, mas eu não conseguia ouvi-la.

-Que coisa, não ouço nada do que estão falando- eu disse.

-Eu ouço- disse
Tyson.

-Sério?-falei- pode nos contar o que eles falam irmãozinho?

Ele assentiu e fechou os olhos.

-É hoje o dia da vingança-ele disse com uma voz feminina.

-Nem vem, não vai haver vingança hoje-ele disse com uma voz masculina com um leve sotaque japonês.

-É o que você pensa Akio- a voz feminina disse- Você e Nico ajudaram Percy, agora Gaia irá se vingar de vocês e todos os amigos dele.

-Podemos comer eles senhora? Perguntou uma voz tão grossa que até assustava.

-Ainda não meus queridos-disse a voz, então parou-ouviram isso?

-Esta vindo de fora-disse uma das vozes assustadoramente grossas.

Percebemos um segundo depois que estávamos encrencados.

Quando íamos fugir, vi uma espada em meu pescoço.

-Ora, ora, ora, quem temos aqui?- disse a mulher, que eu infelizmente conhecia- Percy Jackson, sua irmã vaca, seus amigos babacas e o cachorro do meu ex-namorado.

-Chantelle-disse Tom tentando se esquivar da espada de um dos... Uma mistura de Humanos com ursos- como é que você sabe da Annie?

Ela apenas riu e disse:

-Digamos que não se pode confiar nos amigos Tom- ela disse.

E nos mandou entrar na cabine.

A cabine do capitão era linda e assustadora ao mesmo tempo, a parte linda:
paredes brancas, janelas cor de ouro, um tapete de pele vermelho (do qual Bill e Tom pareceram não gostar muito), uma mesa de mármore polida, com caixas de Pizza, refrigerantes, balas de goma e outras coisas gostosas.

A parte assustadora: perto das janelas havia um caixão de mármore negro, entalhado nele havia dolorosas cenas de morte, e perto dele, havia dois lindos garotos amarrados.

-Porque eles estão aqui?-perguntou Percy revoltado.

-Ora, eles saíram daquele acampamentozinho para procurar vocês, nós o pegamos perto de Miami-disse Chantelle com a maior naturalidade-e como te ajudaram Percy, vão pagar virando comida de dragão.

-Sua vadia, você não pode fazer isso-toquei em meu pingente, ele se expandiu até seu
tamanho real.

Ela hesitou, mas depois voltou a sorrir.

-Acha que um tridente me assusta Annie?-ela falou.

-Acho que não, mas meus poderes sim- e apontei o tridente para Chantelle e lancei um jato d’agua nela.

O jato saiu tão forte que ela foi para do outro lado da sala.

-Ora sua... - ela disse se levantando, mas não conseguiu terminar a frase, pois usei a agua que pingava de suas roupas para enforca-la.

Os dois irmãos ursos tentaram ajuda-la, mas eu disse:

-Vão embora- e eles saíram da cabine.

Olhei para Chantelle e depois para os dois garotos amarrados e disse:

-Solte-os, senão eu vou enforca-la com essas correntes de agua.

Vi o medo em seus olhos, ela concordou, eu a soltei para ela poder desamarrar os dois garotos.

Eles olharam para mim, senti meu coração se acelerar, eles eram mesmo lindos, então se ajoelharam e disseram:

-Obrigado filha de Poseidon.

-Podem me chamar de Annie-eu disse e sorri.

Prazer, eu sou
Nico- disse o primeiro garoto.

-E eu sou Akio- disse o segundo garoto.

Eles ficaram me admirando, então olhei para Chantelle, ela havia sumido.

-Onde ela está?-perguntei.

Então ouvimos um alarme.

-Precisamos sair AGORA-disse o Tom pegando minha mão.

Conseguimos chegar ao deque, estávamos cercados de monstros e semideuses inimigos.

-E agora?-perguntou Nico.

Eu e meu irmão olhamos em volta, então tivemos a mesma ideia:

-Botes salva-vidas- dissemos enquanto tentávamos desamarrar um deles.

Os monstros se aproximavam, estávamos no bote, mas as cordas eram horríveis de se desamarrar.

Então Percy decidiu cortar as cordas, e caímos em direção ao mar.

Ouvi um grito, (acho que foi o Tom), e eu sabia o por que: estávamos caindo de uma altura de 200 metros.

-Percy!-gritei em meio ao barulho-faça alguma coisa.

Ele estão pegou o seu saco de viajem e tirou de dentro: uma garrafa térmica?

Ia perguntar se ele estava louco, quando ele abriu a garrafa, soltando uma enorme corrente de vento, que nos fés descer em diagonal ate a agua.

Os monstros xingavam no navio, então ele foi ficando cada vez mais longe, até parecer um barquinho de brinquedo.

Não fazíamos ideia de para onde estávamos indo.

-Para onde vamos?-eu perguntei ao Percy.

-Para um lugar que eu conheço- ele disse e abriu mais a garrafa.

Passamos por um daqueles barcos de policia, e eles olharam duas vezes, acho que nunca haviam visto um bote salva-vidas indo tão rápido.

Então vi Akio olhando para mim, eu trocara o vestido por um short jeans, tênis de cano alto, e uma regata rosa-shocking.

-Legal o seus poderes- ele disse.

-Obrigada-falei ficando vermelha.

-Você é mesmo impressionante- disse Nico e sorriu.

Ouvi alguém xingar em alemão, quando olhei, vi Bill, Tom, Georg e Gustav estavam fuzilando Akio e Nico, com um ódio que eu nunca havia visto.

-Ei primos, vão com calma nos elogios-disse Percy se segurando para não rir.

Olhei para eles e perguntei:

-Como assim primos?

-Somos filhos de Hades-disse Nico como se não fosse nada de mais.

-Enquanto o meu irmão aqui é o Rei dos mortos-disse Akio apontando para Nico- eu controlo os metais preciosos- então fez surgir um colar de Obsidianas e deu-o para mim.

-Obrigada-eu disse tímida.

Então olhei para os rapazes: era impressão minha ou eles estavam enfiando as flechas no banco do bote com MUITA raiva?

Estamos chegando-disse Percy fechando a garrava.

Tom olhou em volta e perguntou:

-Onde estamos?

O lugar parecia um pântano tropical.

-Virginia Beach - disse Percy.

-Impossível- disse Bill- isso que dizer que viajamos a uma velocidade de...

--530º milhas náuticas-eu disse automaticamente.

Ele olhou para mim e disse:

-Como você sabe?

-Sei lá, eu só sei- eu disse.

Ele pensou por um tempo e disse:


-Annie, qual a nossa localização?
-Trinta e seis graus e 44 minutos Norte, 76 graus e 2 minutos Oeste-disse, e então sacudi a cabeça-perai, como eu sei disso?

-por causa de nosso pai-disse Percy conduzindo o bote até a margem com seus poderes- na agua, temos um senso de direção perfeito.

Não gostei muito disso, não queria ser um GPS humano.

Saímos do bote, o cobrimos com folhas para não chamar a atenção, Percy nos guiou pelo caminho lamacento.

-Não gosto deste lugar-disse Tyson matando os mosquitos que faziam uma fila para jantar em seu braço.

-Achei- ele disse e moveu uma moita... Não, uma camuflagem.

Entramos, o lugar era grande o suficiente até para Tyson entrar, e tinha tudo o que um semideus precisa: afiadores de espadas, aljavas com flechas, cantis com
néctar e Ambrosia, cobertores e uma mini geladeira.

-Lugar legal-eu disse.

-minha namorada quem fez-disse Percy olhando em volta.

-Namorada?- você nunca me contou que namora- eu disse brava.

-Não era importante-ele disse.

-Como não? Eu sou sua irmã, pensei que confiasse em mim-eu disse magoada.

Ele percebeu a tensão e disse:

Acho que vou sair para procurar algo para comermos, vem Tyson?

-Sim-Tyson disse feliz e segui Percy.

Fiquei só com os garotos no esconderijo, Bill, Tom, Georg e Gustav foram abastecer suas aljavas (que só apareciam quando estávamos em batalha) com flechas.

Sentei-me perto deles, e disse:

-Belas flechas- eu disse observando as hastes roxas e verdes.

-São envenenadas-disse o Bill distraidamente.

Era impressão minha ou eles não queriam falar comigo?

Suspirei e disse:

-Meninos-eles olharam para mim e eu me senti constrangida- Escutem, eu...

-Annie, venha aqui-disse Nico me convidando para sentar ao lado dele.

Olhei para os rapazes.

-Pode ir ver o que eles querem não nos importamos-Gustav disse, eu sabia que ele e os outros estavam tristes, vi uma lágrima sair dos olhos do Bill.

-O que foi?-eu disse me sentando ao lado de Nico.

Ele apenas sorriu e disse sussurrando:

-Só queria admirar sua beleza de perto- e colocando sua mão sobre a minha.

-Você faz ideia do quanto é sedutora?- disse Akio tentado me abraçar.

Afastei-me e disse:

-O que é isso agora?

-Nos apaixonamos por você Annie-disse Nico.

-E vamos lutar por você Annie- disse Akio tentando me beijar.

Então eu vi uma flecha quase acertar o membro dele.

Ele gritou de susto, Tom com o arco nas mãos apenas disse:

-Fique longe dela.

-Ora não vai me dizer que você... -ele olhou para os outros rapazes- vocês também a amam?

-Sim, e muito- disse Bill colocando uma flecha no arco.

-O que é isso agora?-perguntou Nico.

-Akio não disse que queria brigar por ela? É isso o que vamos fazer- ele já mirava em Nico.

Eu não estava acreditando, eles seis iriam brigar por mim, eu odiava ser tratada como um premio.

Quando eu ia protestar, Percy apareceu com Tyson.

-Venham rápido-ele disse preocupada.

Bill abaixou o arco e disse:

-O que houve.

-Problemas dos grandes-ele disse e saiu.

O seguimos para saber o que estava acontecendo.
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Qui Nov 22, 2012 7:39 pm

que batalha pra ficar com ela hein o que será que vai acontecer CONTINUA Very Happy
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Sex Nov 23, 2012 10:30 pm

UHUUUU =) continua
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Qua Maio 15, 2013 7:05 pm

Slap, slap, slap.

Esse era o som que ouvíamos, parecia um grande animal andando em poças de lama, o que era verdade.

Vimos o bicho: era uma Hidra, maior do que a que os rapazes mataram, essa tinha cabeça em forma de diamante, olhos pequenos e inteligentes, e usava babadores escritos “Eu sou uma criança Monster Donuts”.

-Mas de onde esse bicho veio?- Tom perguntou preparando o arco.

-Deve ter uma loja de algo por perto- Percy disse baixinho.

-Como assim?- Eu perguntei, não entendendo nada.

-Simples- Percy disse- você nunca reparou em como esses restaurantes surgem?

Em um dia não há nada, e no outro Bum! Surge uma nova casa de Hambúrgueres, uma cafeteria ou o que seja. Elas geralmente estão ligadas a força vital de um monstro.

-Isso faz sentido- eu disse pegando meu pingente de arco.

-Ainda não- Percy disse- ele vai ver o brilho.

Guardei meu pingente, muito monstros têm péssima visão e audição, mas o brilho de bronze celestial atraia a atenção.

Vi que Tom estava tomando distancia para acerta o monstro, quando sem querer pisou em um galho, e o monstro ouviu.

- Corram- Percy disse e foi para um lado, Bill Georg e Gustav foram para o outro e eu no meio do caminho.

O monstro ficou meio indeciso sobre quem atacar, então ele viu o Tom, e por azar, ele continuava parado no mesmo lugar.

-Tom!- eu quis correr até ele, mas então eu vi que Nico e Tyson entraram na frente do monstro para distrai-lo e o Akio o empurrou para tira-lo da frente.

Mas eu sabia que eles não iam segurar a Hidra para sempre, cedo ou tarde, ele ia cometer um deslize e todos iriamos morrer.

Foi ai que eu ouvi um barulho, parecia um submarino com defeito, mas não pude olhar para traz, se me distraísse, poderia ser o meu fim.

Então ouvi vozes:

-Pode disparar capitão- disse o que parecia ser a voz de uma garota.

-Mas Milady, eles estão na frente.

-Dane- se os heróis, agora atirem- a voz disse.

Bill percebeu do que se tratava segundos antes de mim:

-Se abaixem!- ele gritou e me empurrou para o chão, e vi uma bala de canhão indo em direção ao monstro, que explodiu em gosma verde.

-Há eca- eu disse- megaeca.

-Temos companhia- Bill disse e mostrou o barco, que parecia ser da Guerra Civil Americana.

Na proa, havia uma garota que parecia ser três anos mais velha que Percy, usava roupas camufladas, parecia ser meio gordinha, mas isso não a impediria de derrubar um lutador profissional no chão.

-Olha só quem está ai- ela disse sarcástica.

-Clarisse? O que você esta fazendo aqui criatura?- Tom perguntou, surpreso.

-Vocês se conhecem?- perguntei confusa.

-Já tivemos o desprazer- Georg disse ao meu lado, falando por todos.

-E então, os que as maricas estão fazendo aqui?- Clarisse perguntou.

-Indo para o Mar de Monstros- Percy disse, então começou a se afastar- agora se nos der licença...

-Nem pense nisso Jackson, você é meu prisioneiro-Clarisse disse, em seguida apontou para todos nós- e seus amigos também.

-Como é?- percy perguntou.

-Voce ouviu persiana, vamos logo- Clarisse disse e apontiu uma espada para ele.

Como não tínhamos escolha, subimos a bordo.

A primeira coisa que eu vi foram os fantasmas, vários deles, olhando desconfiados para nós, prendi a respiração, não gostava nem um pouco de assombrações.

-Não se preocupe, eles não vão te machucar- Tom disse e pegou minha mão.

Sorri para ele, Tom sabia como me confortar.

Percebi que iriamos passar a noite abordo, pois nos serviram o jantar, eu não queria comer o que aqueles espíritos tinham tocado, mas estava com tanta fome que nem liguei.

Mas o pior do lugar era o alojamento, era muito pequeno, tive que dividir o espaço com o Tom.

-Por que com ele?- Bill perguntou claramente enciumado, os outros fuzilavam Tom com os olhos.

-Porque é o único cômodo que tem dois lugares- Clarisse disse como se quisesse que uma briga começasse, nada mais natural, ela era filha de Ares, o deus da guerra.

-Então vai ter que ser isso- eu disse- boa- noite meninos.

-Até amanha Annie- Bill disse, mas depois sussurrou no meu ouvido:- se ele fizer algo com você, eu o mato.

Eu sabia que ele estava blefando, mas não discuti com ele, apenas desejei boa- noite e fui me deitar.

-Chato o meu irmão né?- Tom perguntou.

-Não acho- eu disse.

-Ele se acha demais, fala a verdade- Tom insistiu.

-O que você quer Tom?-perguntei curiosa, porque ele falaria mal do irmão para mim?

-Quero que saiba que eu estarei sempre do seu lado, não importa o que aconteça.

-Tom, do que você esta falando?- perguntei meio surpresa.

-Eu tive uma visão- ele cochichou- nela um de nós morria, eu não sei quem, só acho que seja alguém próximo demais de você.

Eu estava chocada, como ele podia dizer isso? Eu ia perguntar, mas notei que ele estava cansado, afinal, para um semideus, o simples ato de sobreviver já era um desafio.

Coloquei minha mão em seu rosto, dei-lhe um selinho, e disse:

-Durma um pouco, não se preocupe com nada, ninguém vai morrer.

Parecia que ele queria discutir, mas ele estava tão cansado, que mal deitou na rede e logo dormiu.
Decidi me deitar também, estava muito cansada, queria logo dormir.

Acordei com um vulto me olhando, gritei, e Tom acordou com o meu grito.

-O que foi?- ele perguntou.

-Esse fantasma me assustou- mostrei o espectro me olhando.

-O que ouve?- Tom perguntou.

-Problemas- o fantasma disse- Lady Clarisse quer todos no convés principal.

Ele nem precisou dizer duas vezes: nos levantamos( dormimos com as roupas de ontem) peguei uma bala de menta na bolsa e jóquei na boca para tirar o gosto ruim, e subi.

No convés, vi que os outros estavam olhando para algo no mar.

-O que ouve?- perguntei.

-Estamos indo para Cardibis- Akio falou.

Gelei, Cardibis era terrível- ela sugava tudo que estava em seu caminho e depois cuspia o que não era comestível- só não era pior que Squila, que praticamente “pescava” qualquer coisa comestível e a levava para sua caverna.

-E agora? O que faremos?- Nico perguntou.

-Annie, Percy, façam algo- Tom disse ficando preocupado.

-Não dá- Percy disse- o barulho desconcentra muito.

-Então fudeo- Georg disse.

-E se tentarmos ir para longe?- Perguntei.

-Boa ideia menina- Clarisse disse e gritou para o capitão- desviar de Caridibis capitão.

-Sim Milady- ele disse e acionou os botões.

Senti que o chão embaixo de mim estava ficando quente demais.

-Força demais no motor. Os pistões não vão aguentar- Tyson disse.

-O que?- Percy perguntou.

-Os pistões precisam de concerto- Tyson disse, ele olhou para Percy, ele concordou, e Tyson foi para a sala das maquinas.

-O que ele vai fazer?- perguntei.

-Vai nos salvar- Percy falou.

Neste momento, senti o calor diminuir, e o barco ficar mais forte, mas então ouvi um zumbido assustador.

-Milady- um fantasma pegando fogo veio- os pistões não vão aquentar, vão explodir.

-O que?- Clarisse perguntou, pois o barulho era muito.

Neste momento, senti algo pegando pega gola da blusa, estava tão preocupada com a possibilidade do barco explodir que nem vi que estávamos no território de Squila.

Vi que estava muito alto, o suficiente para gritar de medo, mas o que eu vi me deixou apavorada.

O barco havia explodido, e labaredas de fogo subiam dos destroços que afundavam, vi que tinha dois botes que saíram de lá, e ouvi o som de uma garrava com ventos sendo aberta um pouco demais.

Acertei o monstro no olho com o cabo do meu tridente, ele me soltou e eu cai, de uma altura que devia ter matado qualquer um que não fosse filho do deus do mar, depois disso não lembro de mais nada.


Acordei com o sol na minha cara, e Vi nico tentando ajusta-la.

-Onde estou?- perguntei meio sonsa.

-Que bom que você acordou mana- Percy disse e olhou para Bill- aquela magia ajudou mesmo.

-Que magia?-perguntei.

-Encontramos você boiando perto dos destroços- Gustav falou- você estava viva, mas inconsciente, então o Bill fez uma magica.

Sentei-me, e vi nossos magros pertences: cinco garrafinha de refrigerante, a garrafa de Hermes( agora vazia) e os frascos de multivitaminas.

Passamos o dia dividindo os refrigerantes e tentando ficar na sombra da vela improvisada, até que uma hora, uma gaivota pousou no mastro e jogou um raminho de folhas do colo do Bill.

-Tem terra por perto- ele disse.

Percy se levantou e disse:

-Sim, dá pra ver daqui.

Consegui ver a tal terra, era só um fino fio, mas ia crescendo a medida que íamos chegando pais perto, senti um arrepio de medo, algo me dizia que essa ilha era hostil.
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Sex Maio 24, 2013 10:21 pm

vish! oh terra a vista! a Annie e corajosa! Shocked
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MensagemAssunto: Re: A Filha de Poseidon.(+18)   Hoje à(s) 10:40 am

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A Filha de Poseidon.(+18)
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