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 FF +18 Luz do Desejo

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Adriana R.
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MensagemAssunto: FF +18 Luz do Desejo   Sex Nov 02, 2012 12:03 pm

Olá meninas! Como minha outra fanfic, Mènage com os Twins, está no fim, decidi começar uma outra. Vou postar o prefácio da história e um pedaço do primeiro capítulo e aí vocês me dizem o que acharam, se devo continuar, beleza? Very Happy


Prefácio


Bom, vamos começar. Dispensando apresentações formais, meu nome é Kim . Nasci nos aconchegantes arredores de Campos do Jordão. Claro, por aqui é festa noite e dia, uma farra sem hora nem data para acabar. Você vê e sente o cheiro de tudo o que conhece e não conhece, e seus pais? Bom, somos todos ricos, pai e mãe nunca param em casa, a atenção que nos dão é simplesmente quase zero, então, suprimos isso bebendo e transando. Isso mesmo, transando. Uns suprem com drogas injetáveis, outros com psicotrópicos fortíssimos, mas eu, ah, eu supro transando. Toda festa que vou eu me acabo de tanto beber, assim não me lembro da merda que fiz no dia seguinte. Mas é claro que sempre me contam. Campos é linda, uma cidade diferente de todas as outras de São Paulo, mas poucos sabem do que há por trás dela.

Sneak Peak 1º Capítulo


Por incrível que pareça, nunca catei metade dos frequentadores dessas festas. E naquela noite, um em especial me chamou a atenção. Nunca o havia visto por ali antes. Ele era alto, tinha dreads pretos e um porte físico irresistível. Tinha também um piercing na boca que só de olhar já dava vontade de morder. Arrumei o meu decote, abaixei o vestido e fui até ele. Logo que me viu aproximar, abriu um sorriso de sedutor barato. Claro, ele era mais um desses sedutores baratos, certeza. Recostei-me ao seu lado e passei meu dedo pelo seu braço. Ele se virou na minha direção e aumentou ainda mais aquele sorriso.


Última edição por Adriana R. em Sab Mar 30, 2013 8:45 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Sex Nov 02, 2012 12:52 pm

aplausos

aplausos

Curiosidade define.


Por favor posta hoje pelo menos 2 capitulos u_____________________u




bj

Drikinha


:*-*: hum?



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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Sex Nov 02, 2012 9:50 pm

tem que ter o cap completo mas até então parece ser muito boa!!!rsrsrs
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Adriana R.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Sex Nov 02, 2012 9:54 pm

Nome: Luz do Desejo
Autor: Adriana R.
Classificação: +18
Gênero: Drama/Romance
Beta-Reader: PKaulitz
Nº de capítulos: -------------
Terminada ou não: Não
Teaser(sinopse): Uma garota. Uma vida completamente de cabeça para baixo e um cara que pode mudar tudo. Isso se ela deixar.



Prefácio


Bom, vamos começar. Dispensando apresentações formais, meu nome é Kim . Nasci nos aconchegantes arredores de Campos do Jordão. Claro, por aqui é festa noite e dia, uma farra sem hora nem data para acabar. Você vê e sente o cheiro de tudo o que conhece e não conhece, e seus pais? Bom, somos todos ricos, pai e mãe nunca param em casa, a atenção que nos dão é simplesmente quase zero, então, suprimos isso bebendo e transando. Isso mesmo, transando. Uns suprem com drogas injetáveis, outros com psicotrópicos fortíssimos, mas eu, ah, eu supro transando. Toda festa que vou eu me acabo de tanto beber, assim não me lembro da merda que fiz no dia seguinte. Mas é claro que sempre me contam. Campos é linda, uma cidade diferente de todas as outras de São Paulo, mas poucos sabem do que há por trás dela.

Chapter 1: O início.


Era mais uma noite de festa, e mais uma vez, meus pais não estavam em casa. É difícil ter 18 anos e não ter seus pais presentes. Mas foda-se. Me arrumei como nunca. Colégio? Quem se importa? É mais fácil pegar cola de algum nerd babaca. Repeti o 3º ano por culpa de um menino que me chamou de “burra xexelenta” ao invés de me passar a maldita cola. Quase larguei a escola, mas meus pais me deram um sermão de duas horas e meia. Para isso eles servem, cobrar serviço. Agora para dar atenção, são uns merdas. Mas vamos focar na festa. Naquela noite, fui encontrar minha amiga na porta da fábrica de chocolate. A festa seria uma rua atrás dela, bem escondida, claro. Por aqui pensamos em tudo quando a questão é “temos uma festa para dar certo”.

Chegamos no salão. O “escondido” salão. Havia purpurina por todo o piso, nas paredes haviam máscaras de sex shop e alguns chicotes. A música estava altíssima e as bebidas sendo preparadas. Perfeito.

- Kim, olha ali, o cara que você pegou da última vez. – diz minha amiga apontando para a cara do infeliz.
- Mal me lembro, eu estava tão louca... Lembro-me que ele me jogou na parede e me lambeu por inteiro...
- Amiga você é louca! – grita ela dando pulinhos e rindo feito uma gazela louca.
Raramente me recordo de situações assim, mas, realmente, a última transa foi maravilhosa. Lógico que não vou contar à minha amiga que me lembro de tudo, não sou nem louca. Me lembro bem da hora que ele me amarrou na cama e começou a me lamber debaixo para cima... Ele soube fazer o serviço muito bem. Puxava meus cabelos vermelhos para trás e sussurrava coisas no meu ouvido. Juro, faz dois anos que levo essa vida maluca e não me arrependo. Nunca me senti tão estranhamente completa.

A festa começou a bombar em menos de meia hora. Meninas com minivestidos e outras com vestidos chiques, cheios de paetês e minipregas. Essas são as iniciantes. Pobres coitadas, mal sabem que no fim do dia estarão sem nada. Bebi feito uma porca. Enchi a cara de vodka e whisky. Quando estava quase louca, comecei a caçar meu próximo bofe.

- Novo por aqui? – perguntei sem esperar. Passei a mão pelo seu braço e apalpei seu músculo.
- Cheguei anteontem. Um amigo meu me convidou para essa festa.
- Ora, ora, mal chegou e já fez amizade.
- Não, não, é que estou hospedado na casa dele. Sou aluno de intercâmbio.
- De onde você é?
- Alemanha. Estudei muito português para vir para cá.
- Isso é algum tipo de piada? Pegadinha do Faustão? Cadê as câmeras? – falei enquanto procurava pelo teto algum indício de câmera.
- Falo sério. Esse meu amigo ficou hospedado na minha casa quando foi para a Alemanha e me ensinou português no mesmo tempo que lhe ensinei alemão.
- É, você tem um leve sotaque bizarro. Mas, meu bem, me diga, já experimentou alguma “carne brasileira”?
- Oh, não, evito comer carne.
- Não falo desse tipo de carne, falo do tipo de carne que tem algo a oferecer. – disse enquanto pegava suas mãos e passava pela minha cintura.
- Oh, sim, entendi. Mas dispenso.
- O que?!
- É, não vim para cá tirar proveito de mulheres brasileiras.
- Sério, de que planeta você veio? Gaylândia?
- Não, vim da bom-sensolândia.
- Você não me acha atraente?
- Acho, mas nem por isso vou fazer sexo com você. Mal lhe conheço.
- Nunca fui rejeitada antes...
- Não estou te rejeitando, só quero... Te conhecer.
- Aqui não é a Alemanha. Não somos tão românticos!
- Fale por si própria.
- Insolente!
- Não vou te insultar. Sério, você só se sente completa quando um homem quer transar com você? Quão vazia você é?

Fiquei atordoada ao ouvi-lo dizer aquilo tão sério. Nunca, ninguém havia me dito aquilo antes. Sempre foi tão fácil conquistar qualquer um daquela festa. Fui embora logo após ele me olhar fixamente com aqueles olhos frios e agonizantes. Filho da puta, ele me paga.

No dia seguinte, tive que ir ao colégio. Ou eu passava de ano, ou meus pais me mandariam para um internato em Portugal. Claro, só porque eles têm parentes por lá. Espertinhos. Entrei na maldita classe e sentei no meu lugar, lá no fundão. Joguei os pés na cadeira da frente e aumentei o som do meu celular. Enfiei os fones de ouvido na orelha. Estava ouvindo Smoke on the Water. Sim, odeio funk. Posso ser uma vadia, mas tenho bom gosto musical. Quando mudei de música, sinto alguém dando tapinhas no meu pé. Olho para cima e, Deus, parecia perseguição. Era ele. O cara da noite passada.

- Me diz uma coisa, o que faz aqui? – perguntei apontando o dedo na cara dele.
- Vou estudar, afinal, não foi para isso que vim para o Brasil?
- Você é desprezível.
- Obrigado. – diz ele abrindo um sorriso e se sentando na cadeira logo de frente para mim.
- Espera, você não vai ficar na minha frente, vai?
- E qual é o problema?
- Você.
- Tudo isso só por que...
- Cala a boca! – gritei pulando da cadeira e dando um tapa na cara dele.
- Eu vou ficar aqui, gostando ou não. Agora controle-se, a aula já vai começar.
Imagine como foi gostoso passar o dia todo atrás do cara que me rejeitou. Me senti tão pequena e insignificante quanto quando meus pais vão viajar. Preciso suprir o que houve ontem à noite, e que se dane esse cara.

Na hora do intervalo, ele se sentou ao meu lado no refeitório. Juro, eu quase soquei as bolas dele.

- Na sala, aqui, não tem como você ser um pouco menos egoísta? Me deixa. – disse com a cabeça baixa.
- Não. Eu já disse, quero te conhecer melhor.
- Mas eu não quero! Inferno era só você transar comigo e pronto! Tem alguma dificuldade nisso?
- Tem, eu não nasci aqui e não gosto disso! E outra, você é tão bonita, porque faz isso consigo mesma? – respondeu ele batendo na mesa, fazendo seu copo de suco e esparramar por toda a mesa.
- Não é da sua conta.
- É sim. Me diz.
- Não. Some daqui. – pedi olhando para o outro lado, vazio.
- Eu não vou desistir.
- Foda-se, por mim você pode insistir o quanto quiser que eu não irei contar.
- Veremos. – então ele sai da mesa e vai se sentar em outra isolada, perto da janela.

Chegando em casa, me joguei na cama e desabei em lágrimas. Aquele cara conseguiu me tirar do sério. Quem é ele para querer saber da minha vida? Liguei para minha melhor amiga e a chamei para a minha casa. Ela chegou em quinze minutos, toda esbaforida.

- Você me ligou... Chorando... Desesperada... Vim o mais rápido que pude. – diz Elizabeth esbaforida, apoiada na porta.
- Entre.

Elizabeth e eu nos conhecemos desde criança. Ela cresceu assistindo de camarote todos os meus problemas com os meus pais. Sempre me ajudou muito, mas eu invejo a vida dela. Ela vive uma vida feliz com seus pais, estão sempre viajando juntos.

- O que houve? – pergunta Elizabeth ao se sentar no sofá.
- Um menino, um desgraçado! Pena você não ser da minha sala este ano, amiga. Pena eu ter repetido. Você faz falta. Quis matá-lo hoje!
- O que ele fez de tão grave para você?
- Me rejeitou ontem à noite. Hoje de manhã foi estúpido comigo, me tratou como se eu fosse um nada! Além de tudo, quis saber da minha vida.
- Como é o nome dele?
- Nem sei. Ele é intercambista, vem da Alemanha, fala muito bem português. Sabe, ele é lindo... Mas é um babaca!
- Ih, tô vendo que isso é dor de cotovelo.
- Hã?
- É, de ter sido rejeitada. Aceite, nem todos os homens do mundo irão querem comer você.
- Estão todos contra mim, é isso? Pois bem, que vocês todos vão pra casa do caralho!
- Epa, epa! Sou sua melhor amiga, tenho o direito de te dizer a verdade. Aceite-a!
- Todo mundo quer dizer muita verdade. É muita verdade pra pouca preocupação minha com a mesma!
- Não vim até aqui ouvir besteiras, vou embora...
- Não, não! – gritei e segurei o braço de Elizabeth, que já estava se levantando. – Espere. Tive uma ideia.
- Qual?
- Quero me vingar dele.
- Ah, me solta! Não tenho cara de idiota! Me larga! Quando você sair da paranoia, me liga.

Ela saiu andando e bateu a porta. Fiquei parada, olhando ela ir embora. Minha melhor amiga não me ajudaria. Não há vingança sem uma parceira para ajudar.
No dia seguinte, lá estava ele. Sentado na cadeira, ereto, em uma pose clássica com o dedo apoiando o queixo. Estava concentrando lendo um livro. Passei do seu lado com a mochila arrastando tudo.

- Ei, olha por onde anda, estou lendo. – disse ele levantando os braços após eu ter derrubado seu livro.
- Desculpa. – disse eu com a voz mais cínica que consegui fazer – Não foi a intenção. – e abri um sorriso.
- Olha, você me odeia, não é?
- Você é um tapado mesmo.

Na escola eu não falo com ninguém. Tudo bem, eu falo com alguém. Converso com minha amiga de ir à festas. Mas dispenso todos os “moleques”. São imaturos demais para mim.

Naquele dia, no intervalo, ele insistiu em vir sentar comigo no refeitório.

- Inconveniente, você. – falei enquanto beliscava meu pão com nutella.
- Como é o seu nome? – perguntou ele ignorando o meu comentário.
- Kim. Agora sai daqui.
- Quer sair comigo hoje à noite?
- Que? – fiquei surpresa. Ele quer sair comigo mesmo depois de eu o ter destratado.
- Isso. Vamos?
- Nem sei seu nome.
- Tom. Tom Kaulitz. Te pego que horas?
- Eu não vou.
- Não me faz essa desfeita. Vamos, juro que vai ser legal. Melhor do que ir às festas que você vai.
- Ok, vamos. Busque-me às sete.
- Certo. Até mais tarde! – ele se levantou e foi até uma mesa vazia.

Essa seria a minha chance de me vingar dele. Sabe lá onde ele me levaria, eu faria daquele lugar um inferno. O pior encontro de sua vida. Mas, claro, eu iria o mais bela que conseguisse ficar. E sexy também.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Sex Nov 02, 2012 10:16 pm

LOL!

Kim MAL COMIDA LITERALMENTE! TROLOLOLOLO!

u_________________________________________u

Tomelo de bom moçoilo... Hm...

Quero mais? Cadê o outro 'caps', Maga da Perversão (KKKK)?!

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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Sex Nov 02, 2012 10:19 pm

Surprised/: Essa Kim é uma vadia lixa
Pobre Tom =)


CONTINUA

Digo: Dou 2 horas para o Próximo cap. estar pronto
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Sab Nov 03, 2012 12:43 am

Chapter 2: A surpresa


Imagine uma mulher com desejo de vingança. Imaginou ? Agora imagine essa mesma mulher saindo com o fruto de sua vingança. Pior, não é? Pois é. Alisei meu cabelo e joguei as mechas para a trás, dando um ar sensual. Coloquei um vestido preto, que ia até metade da coxa. Ele era colado no corpo até a cintura e depois ficava soltinho. Coloquei um sapato de salto, me maquiei e fiquei esperando ele. Às sete em ponto ele foi me buscar. Pontualidade britânica para um alemão, irônico, não? Enfim, minhas filosofias à parte, ele estava lindo. Vestia uma camisa social branca e calça semissocial. Quando me viu, apoiou o braço no carro e abriu um sorriso. Ele tinha prendido os dreads para cima, e incrivelmente aquilo combinou com seu look.

- Linda, como sempre. – disse-me ele.
- Bajulador, como sempre. – respondi ignorando seu elogio.
- Vou te levar a um restaurante de comida alemã que achei por aqui. Vou te apresentar minha cultura.
- Pode ser.

Entrei no carro. O “cavalheiro” abriu a porta para mim. Por favor, ele só está fazendo “onda” comigo. Tudo isso para, no fim, me comer? O bom é que ele é bonito. Mas antes eu me vingo dele. Depois, consigo o que mais quero. Deus, eu ainda quero transar com ele. Isso não é normal.

Cheguei no restaurante e me encantei com a forma como tudo estava organizado. Cada coisa em seu devido lugar e limpo. E, claro, vários alemães. Todos branquíssimos e loiríssimos. Fiquei me perguntando se alguém ali falava a minha língua.

Sentamos e o garçom trouxe o menu. Não conhecia nada dali.

- Salada de arenque, arenques com creme de leite... Isso tudo é bom? – perguntei indecisa.
- Quer que eu escolha os pratos? Prometo que não irá se arrepender.
- Você quem sabe.
- Tudo bem. – disse ele acenando para o garçom. – Iremos querer como entrada sopa de cerveja...
- Hã? Vai me embebedar com uma sopa? Que nojo!
- Não fala besteira. Então, continuando, como prato principal iremos querer...
- Lembrando que não como carne.
- Obrigado por avisar. Iremos querer charutos de repolho, só que sem o peito de frango picado e o caldo de frango. Substitua-o por algum caldo vegetariano. Como acompanhamento nós beberemos um vinho de uvas Syrah. Pediremos a sobremesa depois.

O garçom assentiu e seguiu com os pedidos até a cozinha. Fiquei abismada com o conhecimento que ele tinha da culinária de seu país. Tudo bem que estava tudo no menu, mas ele combinou tudo com muita certeza do que estava pedindo.

- Olha, você, por acaso... Estudou gastronomia ou algo parecido?
- Não, não. Tenho 18 anos, nem tive tempo para isso. Minha mãe era uma cozinheira perfeita e eu aprendi tudo com ela.
- Interessante... Bom, meus pais são donos de empresa e nunca param em casa. Viajam o tempo todo. Fui praticamente criada pela empregada da casa. Ela sim é uma ótima mãe.
- E você nunca conversou sobre isso com os seus pais?
- E eles por acaso têm tempo? Aliás, porque estamos falando disso? – comecei a levantar meu pé entre as pernas dele. Estávamos de frente um para o outro. Ele sentiu o meu pé e o parou com a mão.
- Para com isso. Vamos conversar decentemente.
- Você é tããão políticamente correto.
- Já disse, fui criado assim.
- Blá blá blá... – gestuei com as mãos. – Vou ao banheiro.

No banheiro, joguei na pia um pote de nutella e uma colher. Me olhei no espelho e disse para mim mesma:

- Agora eu me vingo dele.

Fui para a mesa e quando me sentei, abri o pote de nutella e comecei a comê-lo.
- O que você está fazendo?! – perguntou ele abismado.
- Ora, matando a fome enquanto a “gororoba” não chega. – e joguei os pés em cima da mesa.
- Tira isso da mesa! – gritou ele acenando para os meus pés.
- Shh, não é educado gritar em restaurante chique.
- Olha, ou você para com isso, ou...
- Ou o que? Vai me enxotar daqui? Pobrezinho. – disse-lhe fazendo biquinho.
- Por favor, tire os pés da mesa e guarde este troço que você está comendo.
- Tudo bem. Mas, ops! – tropecei propositalmente no pé da mesa e derrubei nutella na mesa.
- Olha.O.Que.Você.Fez.- disse ele arregalando os olhos.
- Ora, foi sem querer!

Nisso chega o garçom com dois pratos de sopa.

- Aqui está sen.. O que houve aqui? – pergunta o garçom atordoado.
- Longa história... O senhor pode, por gentileza, trazer um pano ou algo para limpar essa sujeira? – pergunta Tom em um tom de voz envergonhado.
- Claro, senhor.
Quando o garçom se vai, Tom bate na mesa na mesa e pergunta à mim:
- Posso saber qual foi a palhaçada infantil que você planejou para hoje?
- Planejei transformar sua noite em um terror. Começando por essa sopa. Sabe o que você fará com ela?

Ele me encarou com um olhar assustado. Peguei os dois pratos de sopa e joguei nele.

- Tome-a pelo olho do seu rabo. Vou indo. Passar bem. – e saí orgulhosa do meu feito. Olhei para trás e ele ainda estava imóvel na cadeira. Encarei-o da porta de entrada por uns dez minutos e ele continuou imóvel. Comecei a me sentir culpada.
- Ah, deixa disso, Kim. É hora de ir embora, você fez o que tinha de ser feito. – disse eu para eu mesma.

Desci as escadas. Quando estava no último degrau, senti uma mão no meu ombro. Virei-me e era Tom. Estava com o olhar mais vazio e furioso que eu já havia visto.

- Olha, sei que você estava furiosa porque eu não quis transar com você aquela noite, mas não era para tanto. Eu quis te deixar alegre te levando para sair, conversando com você. Percebi que você tinha algum problema com seus pais, ou consigo mesma, e estava disposto a te ajudar. A te conhecer. A te fazer pensar melhor no que faz. Mas você é impossível. Sabe o que eu deveria fazer? Cuspir na sua cara, de tão desprezível que você é. Isso mesmo: D-E-S-P-R-E-Z-Í-V-E-L.
-E quem você pensa que é para querer mudar algo em mim? Acha que poderia vir aqui e me bajular com um jantarzinho e pronto, eu mudaria? Caia na real, você não passa de um estrangeiro egocêntrico.
- Cala a boca, você não sabe o que fala. Ainda não cresceu o suficiente.
- E você – falei colocando o dedo no peito dele – é o cara mais sem noção que já conheci. – e dei de costas.

Ele me puxou e me prensou contra a parede. Fiquei imóvel, com o rosto dele na frente do meu.

- Me diz, o que se passa na sua cabeça! É impossível saber o que você pensa, quer ou acha!
- Quero você longe de mim. Isso basta?
- Não!
- Me solta, está me machucando.
- Não!
- Ou me solta ou eu grito.

Ele, aos poucos, me soltou. Sai andando e peguei um táxi. Quando cheguei em casa, me sentia culpada pelo o que tinha feito a ele. Ora, mas ele havia merecido! Mas eu havia exagerado... Será que eu era tão vazia por dentro como ele tinha dito? Bom, naquela noite eu ainda tinha uma festa para ir. Não perderia por nada.
Fui do jeito que estava para a tal festa. Logo na entrada tinha um garçom servindo cerveja e peguei logo de cara três copos.

- Alguém aqui quer radicalizar hoje! – gritou minha amiga de festas.
- Quero esquecer uma coisa. Só isso.
- Então beba, amiga! Beba!

Bebi tudo o que vi pela frente. Vomitei, dancei, enlouqueci. Peguei o primeiro cara que vi. Ele era alto e bonito, e isso bastava. Joguei ele no chão do sótão do salão e tirei a roupa. Ouvi ele gritar de felicidade e lhe dei um tapa na cara.

- Radical. – é o que me lembro de ele ter dito depois do tapa.

Ele começou a me beijar e rasgou minha calcinha. Me jogou no chão e meteu em mim com toda sua força. Me lembro de gritar de dor e prazer. Com o tempo, só gritei de prazer. Ele me amarrou no pé de uma mesa velha e me fez chupar seu pênis. Fiz isso com o maior prazer que pude. Depois disso, não me lembro de mais nada.
Acordei com alguém me chacoalhando. Mal conseguia abrir os olhos.

- Kim! Pelo amor de Deus acorda! – gritava a voz não muito estranha para mim.
- Ahm... Para de gritar... Eu estou bem... Quem é? – perguntei com as mãos nos olhos.
- Sou eu, o Tom. Ah, o que você fez consigo mesma, está toda rasgada!
- Rasgada? Então a noite foi boa...
- Não diga besteira!
- Como me achou aqui? – perguntei me levantando.
- Após você ter ido embora, fui para casa. Passei a noite rolando na cama de um lado para o outro, pensando se você tinha ido para casa. Se estava bem. Então me lembrei que meu amigo me disse que teria outra festa hoje, no mesmo lugar da anterior. Eu sai de casa era 5 da manhã. Cheguei aqui e a festa ainda estava rolando. Te procurei por todo canto, mas foi em vão. Esperei a festa acabar, todos irem embora, para te procurar. Vi a escada que dava para cá e desci e, então, te encontrei jogada, sozinha. Agora me diz, quem foi o canalha que fez isso com você?
- Não lembro... Mas ele era bonito.
- Garota sua perna está toda roxa! Principalmente perto da virilha... Meu Deus, vamos para o hospital agora!
- Não! – gritei me levantando num pulo. – Nem pensar!
- Então vou te levar para sua casa. Tem alguém por lá hoje?
- Não, minha empregada foi viajar...
- Então vamos. Você me mostra o caminho. – disse ele enquanto me pegava no colo.

Ele me levou até seu carro e me colocou deitada no banco de trás. Me cobriu com o seu casaco. Fui dizendo à ele onde eu morava. Chegando na minha casa, ele me retirou do carro.

- Calma, eu posso andar. – menti. Minha virilha doía demais, mas me esforcei e consegui andar. Abri a porta e cai no chão de dor. Tom logo me pegou e me colocou no meu sofá. Em seguida, ele foi fechar a porta. Foi até minha cozinha e pegou pedras de gelo no freezer e um pano na gaveta. Fez uma compressa de gelo e a colocou na minha virilha.
- Ai! Isso arde! – gritei.
- É porque está muito machucada a sua virilha. Deixe por uma hora essa compressa.
- Porque se importa tanto comigo? Eu sou um lixo.
- Não, não é. Não diga isso.
- Então me diz o que eu sou. Vamos, diz.
- É uma menina de opinião própria. E linda.
- Linda? Isso aqui é linda? – gritei apontando para minha virilha e pernas.
- Você é linda, e machucados saram. Seus pais voltam hoje? Empregada?
- Não, nem amanhã, por quê?
- Vou passar o dia e a noite aqui. E não adianta reclamar.
- Mas...
- Sem mas.
- Você não precisa fazer isso. Posso me virar sozinha.
- To vendo. Toda machucada, despenteada e fedendo a bebida alcoólica.
- Olha, eu...
- Shh. Durma um pouco. Ah, e me perdoa pelo o que te disse ontem.. Você não é desprezível.
- Está perdoado.

Nunca, ninguém havia se preocupado tanto comigo a não ser Carlota, minha empregada. Me senti na obrigação de obedecê-lo. Dormi profundamente.

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sam.sousa

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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 04, 2012 12:41 am

muitooo boa a FF continua logo !!!
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 04, 2012 1:10 pm

Vamos lá Driks.

Isto vai ser a próxima Avenida Brasil das fics U.U
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Ana Carolina Telles
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 04, 2012 1:57 pm

FantasyTrue escreveu:
Vamos lá Driks.

Isto vai ser a próxima Avenida Brasil das fics U.U
KKKKK eu ri da ideia da pessoa posta rápido liebe.
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Joyce Kaulitz th
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 04, 2012 2:12 pm

muito boa sua nova fic continue aplausos
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Adriana R.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 04, 2012 3:57 pm

Chapter 3:


Acordei às 17 da tarde. Senti um cheiro inebriante de café fresco e pão quentinho. Fui até a cozinha e Tom estava preparando um delicioso café da tarde. Café, pão quente, queijo, manteiga... Tudo e mais um pouco estava ali.

- Nossa... Quanta coisa. – murmurei.
- Boa tarde! Dormiu bem? – exclamou ele feliz.
- Sim. Consegui descansar, pelo menos isso. E não sinto mais dor.
- Bom, agora coma um pouco.
- Você entende de café da tarde?
- Ora, meu amigo me explicou que vocês, brasileiros, adoram um café da tarde!
- Bacana... Esse seu amigo parece-me ser uma pessoa muito legal. – falei enquanto me sentava na cadeira e pegava um pedaço de pão
- É, ele é quase como um irmão para mim. Nos damos muito bem.
- Eu também tenho uma amiga-irmã. É a Elizabeth.
- Chame-a para vir aqui hoje, eu chamo meu amigo também.
- Não sei se é uma boa ideia...
- Porque não?
- Discutimos outro dia.
- É uma oportunidade de fazerem as pazes!
- Verdade... Bom, vou tentar.
- Mas depois de comer, ok? – ordenou ele com um sorriso no rosto.
- Tudo bem.

Comi pão, tomei café, peguei um pedaço de goiabada e um pedaço de bolo de laranja. Caramba, ele era bom com quitutes para café da tarde. Estava tudo quentinho e fresco, com exceção da goiabada, que eu já tinha na geladeira. Ele só tomou café puro e beliscou um pedaço de pão com queijo. Terminei de comer e fui para o telefone. Liguei para Elizabeth. Ela atendeu. Chamei-a para vir até minha casa, expliquei toda a situação e meio a contragosto, ela aceitou o convite. Fiquei feliz de ela ter aceitado. Fui correndo avisar Tom e na mesma hora ele ligou para o seu amigo. Diabos, nem por telefone ele falava o nome do cara. Chamava ele de “irmão”.

Às sete da noite Elizabeth bateu na porta. A atendi com um sorriso enorme no meu rosto machucado, e ela me deu um olhar torto.

- Cara, você só se fode. Olha para a sua cara, toda ferrada.
- Esquece isso, vamos. Entre, entre! – gritei feliz da vida.

Logo que fechei a porta, outra pessoa bateu. Devia ser o amigo do Tom. Atendi e, Deus, quase caí para trás. Alto, robusto, com uma camiseta branca semiaberta, calça azul-marinho jeans e um cabelo “moicano caído” platinado. Ele abriu um sorriso enorme, deixando seu piercing nos lábios em evidência.

- Olá, você deve ser a...
- Kim. Prazer, você é?
- Bill. Bom, o Tom deve ter falado de mim para você.
- Um pouco, mas nunca citou o seu nome.
- Mania dele falar dos outros sem dizer o nome.
- Bom, entre.

Ele não andava, flutuava. Era tão calmo, parecia não se abalar com nada. Estava sempre sorrindo e mexendo no cabelo loiro-platinado. Tinha o olhar mais penetrante que eu já havia visto. Sem contar que ele e Tom se pareciam. Deve ser a convivência um com o outro.

- Bill que bom que você veio! – animou-se Tom ao ver o amigo. Deu-lhe um abraço apertado, comum entre amigos homens, e fez sinal para ele se sentar no sofá. Elizabeth estava isolada, na poltrona do outro lado da sala, fitando o nada. Fui até ela e me agachei ao seu lado.
- Olha, pelo outro dia... Me desculpa.
- Você foi uma perfeita babaca.
- Eu sei, me perdoe.
- Tudo bem, tudo bem.
- Vamos lá para o sofá?
- Vamos, né.

Puxei-a para o sofá e a joguei logo ao lado do amigo de Tom. Ele a encarou e ela pediu desculpas. Sentei-me do lado dela e comecei a puxar assunto. Começamos a papear e nem percebemos que os meninos tinham parado de conversar e prestavam atenção na nossa conversa. Quando nos demos conta, eles caíram na risada.

- Bill, você ensinou tudo sobre o Brasil para o Tom, né? – perguntei-o meio tímida.
- Sim, e ele me ensinou tudo sobre a Alemanha. O Tom cozinha melhor do que eu.
- É, eu vi hoje de tarde. Ele fez um café... Maravilhoso.
- É porque você não comeu a feijoada dele. É maravilhosa ao extremo!
- E você já comeu a “feijoada” dele, não é? Safadinho. – disse Elizabeth sarcasticamente com um sorriso nos lábios.
- Ora, ora, se quiser eu como a sua! – exclamou Bill, caindo na gargalhada.

Elizabeth ficou tão vermelha e parecia que estava a ponto de explodir. Bill passou os dedos pelos lábios dela e disse:

- E depois, posso chupar sua laranja.

Elizabeth caiu na gargalhada e dessa vez quem ficou vermelho foi ele. Ela caiu, se curvou e começou a gargalhar, enquanto seus ombros seguiam o ritmo de seus risos altos. Não soube onde enfiar a cara. Fiquei com vergonha por Bill. Eu conheço minha amiga, sei que ela sempre ri desse tipo de comentário. Tom colocou a mão no queixo e abriu um sorriso tímido. Ele me encarava e ria baixinho. Eu estava com a mão na boca e os olhos arregalados.

Depois de quinze minutos rindo, ela parou. Voltou em sua posição ereta no sofá e encarou Bill.

- Desculpe-me – pediu ela – Mas é que foi engraçado.
- Você curte uma gracinha nas horas vagas, não é? – perguntou ele arqueando uma sobrancelha.
- Depende da pessoa. Se for um tarado platinado, posso pensar no caso. – disse ela rindo.

Eu e Tom só observávamos aquela troca de cantadas entre eles. Saímos de fininho e deixamos os dois à sós. Fomos para o meu quarto, que ficava no andar de cima. Não sei porque fomos para lá, só saímos andando e acabamos no meu quarto. Tom parou na porta enquanto eu entrava.]

- Entra. – disse-lhe.
- Não... Melhor não. – respondeu ele coçando a nuca.
- Não vou te morder, entra logo. – e puxei-o.

Ele se sentou na minha cama e ficou me observando abrir o guarda-roupa. Meu quarto é enorme, cabem dois banheiros de luxo e um sofá dentro dele, para ter uma ideia. Tirei três vestidos e perguntei a ele:

- Qual fica melhor em mim? O roxo, o vermelho ou o preto?
- Não sei... Talvez todos.
- Ah, vamos! Vou experimentar todos e você me diz o que achou. Não posso ficar com essa roupa fedida o resto da noite.
- Tudo bem.
- Você se importa de eu me trocar na sua frente?
- Olha, é que...

Ele mal terminou de falar e eu já tinha tirado o vestido que eu estava antes. Fiquei nua. Eu estava sem calcinha e sem sutiã, e ele começou a gaguejar. Eu ainda tinha o plano de transar com ele, e não desistiria tão cedo. Me olhei no espelho e dei graças a Deus por não estar mais tão roxa quanto antes. Consegui me sentir sexy novamente. Passei a mão pelos meus seios e perguntei a ele:]

- Acha-os grandes demais? Caídos?
- Sim, não, quer dizer, é que, bom... Eles são perfeitos, não que eu queira transar com você, mas é que, bom...

Comecei a rir e disse:

- Sei que você gosta deles assim. Posso sentir. Bom, vou experimentar o roxo. – Comecei a vesti-lo. Ele era super curto e deixava meus seios em grande evidência. Me vesti virada de costas para ele, e quando virei, Tom quase caiu da cama. Andei e parei na frente dele. Me curvei e perguntei:

- Então, fiquei bonita?

Ele paralisou. Olhava fixamente para os meus peitos. Levantei a cabeça dele e ele só gaguejava.

- Não... É que... Nossa.
- Nunca viu tão grandes?
- Não. Para ser bem sincero.
- Quer... Tocar?
- Melhor não... – resmungou ele virando a cabeça.

Peguei as mãos dele à força e as coloquei nos meus peitos. Desci a alça do vestido e ele naturalmente desceu as mãos sobre os meus seios. Ele começou a apertá-los delicadamente .

- Sentiu? São macios, redondos... E são naturais.
- Senti... Senti... Perfeitos.

A voz dele estava mudada. Estava mais grossa, sexy. Comecei a me curvar mais, e dei um passo para trás. Foi nesse passo que tropecei no meu sapato e cai em cima dele, deitando ele na cama. Meio sem jeito, comecei a me levantar, mas ele me puxou de volta e me beijou. Ele era quente, seus lábios tinham gosto de desejo. O beijo era molhado e envolvente. Suas mãos desciam sobre o meu corpo e tremiam ao chegar à minha cintura. Eu me agarrei nos dreads dele e com a outra mão apalpei sua coxa. Ele colocou sua mão em minha bunda e a apertou. Com a outra mão segurou meus cabelos, acariciando minha nuca. Fiquei atordoada com o calor daquele momento, e quando tentei tirar a calça dele, ele me segurou. Disse para irmos com calma. Alguma coisa me dizia que eu ainda ia beijar muito aquela boca. Eu me levantei e comecei a me ajeitar. Fui para o outro lado do quarto e vesti uma calça e uma blusa normal. Chega de sedução. Ele arrumou seus dreads no meu espelho e ajeitou sua roupa. Quando passei do lado dele, ele me agarrou pela cintura e me abraçou por trás. Lambeu minha orelha e sussurrou:

- Como, me diz, como você conseguiu me fazer sair do meu controle?
- Segredo. – respondi soltando as mãos dele e me virando para lhe dar um beijo.

Puxei ele para a porta e descemos a escada. Ouvimos uns estalos de beijo e fomos até a sala. Sabia. Bill e Elizabeth estavam se beijando. Ele tentava passar a mão nela e tirar a roupa dela, e ela segurava a mão dele e a empurrava. Dei uma pigarreada e os dois se soltaram num piscar de olhos.

- Basta sairmos um minuto e vocês já se enroscam? – perguntou Tom rindo.

Elizabeth ficou vermelha e foi para a cozinha. Bill começou a se abanar e jogou uma almofada em cima de sua calça. O safado estava excitado! Olhei para Tom e ele ficou vermelho de vergonha. Bill bufou. O clima ficou estranho e resolvi quebrar o gelo.

- Quem quer ver um filme? – perguntei.

Péssima ideia. Bill revirou os olhos e Elizabeth nem deu atenção. Decidi eu mesma colocar um filme. Tom concordou com a cabeça. Escolhi o mais picante. Era aquilo ou minha noite ia para a “casa do chapéu”.


Última edição por Adriana R. em Dom Nov 04, 2012 4:32 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 04, 2012 4:24 pm

Gostei deste capítulo, continua. Very Happy
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 04, 2012 4:35 pm

No


No


No


bounce VAMOS. como assim ele nao me...não comeu a Kim?



Suspect

Quero outro capitulo .

Tipo: AGORA bj
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 04, 2012 7:57 pm

Todo mundo se pegou.... Muahahaha! safado

E cadê o próximo capítulo, produção?
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 04, 2012 9:54 pm

Chapter 4:


Peguei o filme e Bill segurou minha mão. Me disse “Não coloque este filme. Não hoje. Não tem mais clima” Tom, sem entender nada, ficou olhando aquela situação. Eu olhei para Bill com cara de “só hoje” e ele negou com a cabeça. Tudo bem era um filme muito picante, mas o que custa? Só para... Esquentar o momento. Tom veio ver o que estava acontecendo e também negou com a cabeça sobre o filme. Não soube onde enfiar minha cara de sem graça. Só Elizabeth que não tinha visto nada, ela estava beliscando alguma coisa na minha geladeira. Bill pegou um filme de comédia e o sacudiu na minha cara.

- Esse, vamos ver esse. É hora de darmos umas risadas hoje, só para quebrar o gelo.

Era o filme “Se eu fosse você”. O bom é que essa comédia brasileira é realmente engraçada. Colocamos o filme e chamei Elizabeth. Ela veio com um pacote de Doritos que ela pegou no meu armário. Sentamo-nos na seguinte posição: Tom, Eu, Bill e Elizabeth. Pulei os trailers e fomos direto para o filme. Quando começou, Tom sussurrou no meu ouvido que era o primeiro filme de comédia brasileira que ele assistia, e que ele esperava que fosse realmente bom. Após dizer isso, ele me deu um beijo na bochecha e lhe dei um sorriso. Eu não entendi mais nada. Afinal, nos conhecíamos há quatro dias e ele já estava todo romântico comigo? Sério, eu estava me sentindo dentro do filme “Crepúsculo”, só faltava ele virar um vampiro todo brilhante.
Na metade do filme, estávamos mijando de tanto de rir. Tom batia palmas toda vez que ria, e toda vez eu me afastava meio metro dele, porque ele quase me dava tapas toda vez que fazia isso. Em um momento eu me esqueci de afastar e levei uma dedada no olho.
Quando o filme acabou, Bill e Tom choravam de tanto rir. Fui até a geladeira e peguei uma garrafa de suco de laranja Ades e quatro copos no armário. Me servi e servi todos eles. Tom virou o copo de uma vez só. Bill ficou admirando a beleza do copo, olhando o líquido alaranjado. Juro, quase fiz a mesma coisa que fiz com a sopa na noite passada.

- Bom – disse Bill após finalmente beber o suco –, é hora de ir embora.
- Tá cedo, fica mais um pouco. – pedia a ele.
- Não, não. Já são 2 horas da manhã.
- Mas amanhã é domingo.

Tom me cutucou e eu olhei para ele. Ele apontou discretamente para a mão de Bill, e ela estava sobre a perna de Elizabeth. Ao que tudo indicava, minha amiga teria uma noite delirante com Bill. Eu mal acreditava. Acreditem se quiser, mas ela nunca havia transado com ninguém, e nunca lhe faltaram oportunidades. Sorri para eles e disse:

- É uma pena que não fique. Você também vai, Beth?
- Sim... Amanhã tenho que acordar cedo. Bill vai me dar uma carona.
- Tudo bem, eu abro a porta para vocês.

Fui até a porta com Tom e os outros dois atrás de mim. Abri-a e sorri para eles gentilmente. Agradeci por terem vindo e acenei. Quando ligaram o carro, fechei a porta. Esperei até o carro arrancar e cai na gargalhada. Tom ficou me olhando sem entender, mas logo depois também começou a rir.

- Do que... Você... Está... Rindo... – perguntou ele enquanto gargalhava.
- Deles dois... Da cara deles... Ai, meu pâncreas! – e rolei no chão de rir.

Quando parei, me levantei e puxei Tom. É, eu não sabia o que fazer.

- É... Bom, eu vou para o meu quarto, trago as coisas para você dormir no quarto de hóspedes. – falei apontando para o quarto, ficava no mezanino da minha casa. Sai andando mas Tom segurou o meu braço.
- Quero ficar contigo no seu quarto.
- Como você mesmo disse, melhor irmos com calma.
- Juro que não farei nada. Só quero... Ficar no mesmo quarto que você.

Realmente, aquilo parecia o “Crepúsculo”. Porque eu não tinha um Jacob também? Enfim, assenti com a proposta dele. Subimos até o segundo andar e fui para o banheiro.

- Você não vem? – perguntou ele apontando para o meu quarto.
- Antes vou... Tomar banho.
- Sem levar calcinha e pijama? E não tem um banheiro do outro lado do seu quarto?
- É... Acho que vou no do meu quarto, lá tem todas as minhas calcinhas e meus pijamas.

Abaixei a cabeça e apertei o passo até o banheiro do quarto. Entrei e fechei a porta. Tirei a roupa , abri o chuveiro e me joguei debaixo da água extremamente quente. Lavei os cabelos, me ensaboei. Ouvi a porta abrir num determinado momento, mas foi eu abrir a porta do Box que ela se fechou. Danado, tava me espiando escondido. Quando saí, me enrolei na toalha e fui até a gaveta de pijamas. Deus, eu não tinha nenhum pijama comprido, só curto. Extremamente curtos. Escolhi um preto, que tinha escrito na camiseta “Ponto de partida” e tinha uma seta apontando para baixo. Penteei os cabelos e sai. Ele tinha apagado a luz do quarto e ligado a televisão. Estava todo esparramado na minha cama assistindo o programa “Altas Horas” na rede Globo. Na hora em que ele me viu, me mediu dos pés à cabeça e abriu um sorriso safado ao ler minha blusa.

- Posso começar minha corrida por esse ponto de partida? – perguntou ele apontando para a minha blusa. – Prometo ser rápido.
- O que houve com o Tom recatado e cavalheiro de até hoje de manhã?
- Ficou na sua cama hoje mais cedo, quando nos beijamos.
- Pois traga-o de volta, sinto falta do jeito diferente dele.
- Parecia que você o odiava.
- Claro que não, e vamos parar de falar de você como se fosse outra pessoa. Por favor, sinto falta daquele Tom que queria ser meu amigo.
- Amigo? Certo, amigo...
- Sim, amigo. Oras, nos conhecemos há 4 dias!
- Sim, eu sei. E te corrigindo: já faz 5 dias. Não posso gostar de você?
- Isso é surreal! Em tão pouco tempo! E fui uma calhorda com você!
- Eu sei, mas gostei de você. E venha aqui comigo, não precisa ficar a essa distância de mim.

Percebi que estava ainda na porta do banheiro. Fui até a cama e me acomodei ao seu lado. Conforme eu me sentei, meu short se encurtou ainda mais. Na verdade, ele virou uma segunda calcinha. Tom olhou para minhas pernas e disse:

- Olha, eu sou um cavalheiro, mas não tenho sangue de barata.
- Desculpa, eu não tenho nada mais comprido.

Joguei o cobertor por cima de minhas pernas e ele riu. Quando dei por mim, estava dormindo no colo dele. Senti ele me dar um leve beijo na bochecha.
Acordei e não vi Tom no quarto. Sai gritando seu nome pela casa e o encontrei na cozinha. Estava preparando um café da manhã. A cozinha cheirava a café fresco.

- Bom dia. – falei ao passar do seu lado.
- Bom dia. – disse ele me puxando e me beijando na bochecha.
- Você está bastante abrasileirado, não acha? Já dá beijo na bochecha com facilidade... Que evolução.
- Acho bacana dar beijo da bochecha.
- Ah, um aviso, não usamos “bacana” o tempo todo.
- Eu sei, é que gosto de usar.
- Tudo bem.

Virei-me para a mesa e lá estava o resto do bolo de ontem, pão quentinho da padaria, uma jarra de suco de maracujá e a garrafa de café que ele estava colocando. Sentei e comecei a me servir. Só para variar, servi café para Tom. Ele agradeceu com aquele sorriso encantador.

- Onde vamos hoje? – perguntou-me ele.
- Não sei. – respondi – Aonde você quer ir?
- Gostaria de conhecer a capital de São Paulo.
- Demora muito ir até lá, vamos no próximo feriado. Podemos ir ao museu de xilogravura.
- Não, quero ir a algum lugar calmo.
- Vamos até a Pedra do Baú. Já foi até lá?
- Não, mas me disseram que ir a pé é perigoso.
- Bobagem, já fui até lá a pé. É só tomar cuidado.
- Pois bem, vamos!

Tom deu um pulo da cadeira e correu ir se trocar. Me levantei e fui logo em seguida.
Saímos de casa às 11 horas da manhã. Fomos de carro até o estacionamento perto da pedra e fizemos o resto do percurso a pé. Foi ficando cada vez mais alto, e eu comecei a me preocupar se Tom estava se sentindo bem. Olhei para trás e ele estava admirando a bela paisagem verde.

- Vamos parar por aqui, já está muito alto. – pediu-me ele.
- Sem problemas.
Me sentei ao lado dele na pedra e ele passou seu braço envolta de mim.
- É lindo aqui. – balbuciou ele.
- Eu sei, é encantador. Quando eu era criança, vinha até aqui a pé toda vez que me sentia sozinha.
- A pé?
- É, eu tinha muito fôlego. Gostava de sentar aqui e ficar vendo os pássaros, as árvores. Meus pais nem ligavam, então eu fazia o que eu queria.
- Caramba... E eles não sentiam sua falta?
- Falta? Meus pais só ligam para o dinheiro. Principalmente o meu pai. Este compra um carro a cada 6 meses. Idiota.
- Não vamos falar de coisas tristes, quero te ver com um sorriso no rosto.
- Está certo. Hoje tem uma festa, vamos?
- Aquela lá? Eu não vou.
- Ah, eu não perco por nada!
- Ei, amanhã você e eu temos colégio. – lembrou-me ele, colocando o dedo na ponta do meu nariz.
- Eu sei, eu sei, mas não perderei essa festa. Amo ir a elas.
- Caramba, você viu como ficou da última vez que foi e ainda quer ir.
- Fiquei daquele jeito porque abusei da bebida.
- E transou com um gorila.
- Não precisa me lembrar do que aquele monstro fez...
- Certo, certo, me desculpa. Mas me prometa que não vai àquela festa hoje.
- Vamos comigo, então. Por favor.
- Ok, eu vou. Mas voltarei cedo, e te trarei junto.
- Certo, e você vai dormir na minha casa!
- Mas meu material está na casa do Bill.
- Passamos lá pela manhã e o pegamos. Que tal? – pedi batendo palmas.
- Minha companhia é tão boa assim?
- Sim, é sim.
- Fico feliz em saber. – e beijou minha boca levemente.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 04, 2012 10:07 pm

affraid

Surprised/: Vem cá Tomeloooo

Vamos fazer concinha na cama babies :anjo:



bua só tem capitulo para a semana


dead Mundo?

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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 04, 2012 11:23 pm

aaaa ta maravilhosamento otima essa FF continua logo!!! aplausos doce safado
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Seg Nov 05, 2012 12:21 pm

continua aplausos
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 11, 2012 12:10 am

Chapter 5: If it hurts you, it hurts me too


Nunca fiquei tão animada para ir àquela festa. Já devo ter dito isso umas mil vezes desde que comecei a frequentá-la, mas é que desta vez é verdade. Ter a companhia de Tom me deixou mais segura, tenho menos medo de ir lá e me deparar com outro que me faça o mesmo que aquele cara da última festa. Aliás, Tom tem se demonstrado um perfeito cavalheiro. E como ele cozinha bem.
De noite terminei de me arrumar primeiro do que Tom. Como aqueles dreads dele dão trabalho. Entendo, ele ama aquele cabelo. Depois de meia hora, ele terminou. Fomos para a festa e ao sairmos do carro, ele pegou minha mão e me puxou para perto dele:

- Hoje você está acompanhada, nada de taradices por aí. – sussurrou-me ele com a voz séria.

Dei-lhe um sorriso e ele entendeu que aquele aviso havia sido desnecessário. Entramos no salão e minha amiga veio correndo falar conosco. Melhor, comigo.

- Amigaaaaa, vem dançar! – gritou ela me puxando pelo braço. Refutei e empurrei a mão dela.
- Não. Estou acompanhada hoje, não viu?
- Aaaah ele não se importa, não é mesmo? – perguntou ela abrindo um sorriso e cutucando Tom.
- Me importo sim – respondeu ele -, aliás, hoje ela é minha.
- Amiga, o que houve com o seu lema de “transar sem amar”?
- Pois é, dessa vez encontrei um que soube gozar direitinho. Foi paixão à primeira gozada. – falei sarcasticamente.

Minha amiga ficou sem graça e deu-nos de ombros. Tom deu uma leve risada e me abraçou. Senti-me confortável e protegida. Fomos até o bar e pegamos duas Big Apple. Enquanto bebíamos, chegaram Bill e Elizabeth. Elizabeth. Numa festa. Onde eu estava. Alguém aqui converteu a “santinha” de Campos para “não tão certinha assim”. Isto segundo as concepções dela, claro.

- Beth, milagre você aparecer aqui. – cumprimentei-a.
- Ele me arrastou. – disse ela apontando para Bill – Eu nem estava afim de vir.
- Oras, agora aproveite a noite Beth! Preciso falar com você, vamos até o banheiro?
- Vamos.

Dei um selinho em Tom e fui com Beth até o banheiro. Entramos e sentei em cima da pia. Ela se recostou na parede e já disparei várias perguntas:

- Como foi a noite passada? Transou muito? Ele é bom de cama? Gozou muito? Por quanto tempo ficaram fazendo sexo? Gostou? Irão repetir a “dose” ?
- Calma, calma! Uma de cada vez!
- Vai, responde! Estou curiosa!
- Ok! A noite foi ótima, nós transamos demais! Ele é perfeito na cama, quase um expert. Tão bom que gozei o tempo todo. Ficamos exatamente 3 horas transando, sem parar. Se gostei? Porra, gostar foi pouco! Sim, esta noite iremos repetir a dose.

Comecei a gritar histericamente de felicidade e dei-lhe um abraço fortíssimo. Beth correspondeu o abraço e começou a rir, sem entender o porquê da histeria. A Elizabeth é daquelas sarcásticas que não perdem uma oportunidade para te zuar. Isso faz dela uma ótima amiga. Me ajuda sempre que preciso e, Deus, ela precisava transar. Estava na “seca” há 1 ano, quase subindo pelas paredes.
Saímos do banheiro e estavam os dois rindo. Não sei de que, só sei que Tom batia palmas e ria incessantemente. Paramos um pouco atrás deles e ficamos rindo do jeito como eles se divertiam. Passados cinco minutos eu senti uma mão no meu ombro. Virei-me, assim como Beth fez. Era um cara alto e branco, com um sorriso malicioso no rosto. Eu o conhecia de algum lugar... Foi quando ele disse:

- Se recuperou da noite passada? Queria tanto sentir seu corpo nas minhas mãos de novo...

Foi ele. Ele quem me machucou toda na última festa. Filho da puta. Lancei-lhe um olhar furtivo e ameaçador e joguei sua mão com toda a minha força do meu ombro. Ele me deu um safanão e me mediu. Elizabeth se postou na minha frente e começou a gritar com ele. Foi quando ele lhe deu um tabefe na cara, fazendo-a cair de bruços no chão. O “brutamontes” pegou o meu braço e me puxou para o balcão do bar. Nisso, Tom e Bill haviam visto tudo e já estavam se dirigindo como dois loucos até nós. Tom parou-nos na metade do caminho até o bar e esmurrou o rosto do “brutamontes”. Bill levantou Beth do chão e a colocou no banco do bar. Em seguida, foi até o homem que havia nos batido e o jogou no chão. Tom veio por cima e lhe deu um pisão no rosto e Bill um chute nas costelas. Uma roda se formou em volta deles e não consegui terminar de ver a briga. Só vi mãos para o alto e Bill levando um soco no queixo. Elizabeth ficou alucinada quando o viu apanhando e quis entrar na briga, mas a segurei. Entrei em desespero e liguei para a polícia. Fui atendida por uma agente policial que ignorou o meu desespero e me disse que “eles tem mais o que fazer do que vir tratar de briga de marmanjo”. Desliguei o telefone e ouvi o disparo de um tiro. Todos ali saíram correndo, menos Bill, Tom e o outro. Fiquei gelada e saí correndo. Tom estava caído no chão e o braço dele sangrava. O filho da puta tinha atirado nele! Bill entrou em desespero e tentou tirar a arma da mão do “brutamontes”. Foi quando um cara veio na porta e gritou:

- Ô Georg , sujou, sujou! Chamaram a polícia!

Georg. Este era o nome do maldito. Que saiu correndo assim que o amigo o chamou.

- Tom, Tom! Fala comigo! – gritei desesperadamente enquanto tentava reanimá-lo.

Ele sangrava sem parar. Debaixo de seu braço havia se formado uma poça de sangue vermelho vivo e quente. Bill saiu correndo porta afora gritando que estava indo pegar o carro. Beth começou a chorar e foi correndo pegar gelo com o barista, que estava desmaiado. Tom foi acordando, mas gemia de dor. Levantei sua cabeça do chão e percebi que o sangue havia se espalhado até sua nuca. Ele estava pálido e gelado. Comecei a chorar de desespero. Bill apareceu na porta com dois policiais.

- Ali, é ali. Ajudem-no, eu lhes suplico! – pediu ele em meio às lágrimas. Os dois policiais vieram com uma maca e o colocaram nela. Beth veio correndo e abraçou Bill. Parei na frente deles e avisei que eu iria à ambulância com Tom. Eles concordaram. Corri porta adentro e só vi Beth chorando enquanto entrava no carro de Bill e vieram logo atrás de nós. Tom começou a gemer e segurei sua mão.

- Calma, estamos chegando no hospital. Aguenta firme. – e lhe dei um beijo na testa.

Ele estava branco e o sangue ainda escorria. Menos do que antes, mas escorria. Sua boca havia perdido toda a cor. O olho estava arroxeado e seus dedos do braço esquerdo pareciam luxados. Sabia que tudo aquilo era culpa minha, e nada me fazia mudar de ideia. Queria sentir o abraço dele agora. Queria ouvir sua risada histérica. Queria- o bem, não naquele estado.

Por um breve momento, senti medo de perdê-lo. Ele havia perdido muito sangue.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 11, 2012 12:21 am

bua TOM



bua1 Meu boo

*Lágrimas all over*

Driks meu baibe vai ficar Bem não é?
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 11, 2012 12:23 am

:oO:

Produção, como assim?!
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 11, 2012 10:13 am

Pô Georg, que vacilo, merece apanhar também bravo
Continua.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 11, 2012 5:16 pm

nossa continua logo que agora a coisa ficou seria como assim tomzinho tem que ficar bem tadinho !!! bua
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 11, 2012 10:30 pm

Chapter 6:


Nunca um hospital me pareceu tão longe. Demorou meia hora até chegar. As mãos de Tom perdia a força conforme o tempo se passava. Quando ele entrou na emergência, fui obrigada a deixá-lo. Tive que ficar agonizando na sala de espera. Em seguida, entraram Bill e Beth. Ambos estavam abalados demais para trocarem uma só palavra. Me apoiei nos joelhos e adormeci sem perceber.
Mais tarde, não sei que horas eram, acordei com Beth me chamando. Levantei e senti minha coluna latejando de dor. Bill estava agachado na minha frente.

- Cadê ele? Cadê o Tom? – perguntei assim que despertei.

- Então... Vão tirar a bala do braço dele e o deixarão em observação. Ele perdeu um pouco de sangue e precisará ficar em repouso. – avisou-me Bill.
- Mas ele está bem, não está?
- Sim, ele está. E quer te ver.
- Posso ir lá?
- Pode, mas fique pouco. A cirurgia será daqui 45 minutos.

Levantei-me num pulo e corri porta adentro da emergência. Perguntei na recepção qual era o quarto dele e me disseram o número. 483. Entrei no quarto e ele sorriu para mim.

- Que bom te ver bem! – gritei.
- Shhh, não pode gritar aqui. Fico feliz em te ver. – e abriu um sorriso enorme.
- Está melhor? Teu braço ainda dói?
- Um pouco, mas me sinto melhor.
- Fico feliz em saber. – falei enquanto passava a mão pelos dreads dele.
- Obrigado por ter me socorrido.
- Obrigado por ter me defendido. Nunca nenhum garoto fez isso por mim.
- Você sabe que eu te defenderia. – disse ele acariciando o meu rosto com o braço bom.
- Bom, agora tenho que ir. Daqui a pouco você tirará essa bala do seu braço.
- Agradeça aos outros dois por mim. – pediu ele segurando na minha mão.
Sai do quarto feliz por tê-lo visto bem. Na sala de espera, Bill e Beth me encheram de perguntas sobre ele e os acalmei.
- Caaaalma! Ele está bem. Um pouco pálido ainda, mas bem melhor do que antes. – acalmei-os.
- Mas e a operação? – perguntou Bill.
- Acontecerá daqui a pouco. Vamos esperar.
Esperamos durante duas horas até a operação acabar. Quando por fim terminou, o médico veio nos avisar. Foi um sucesso! Ele já estava bem. Só ficaria em observação aquela noite porque havia perdido muito sangue.

- Que alívio que tudo deu certo. – suspirou Bill.
- Digo o mesmo. – respondi dando-lhe um sorriso.
- Eu entrei em desespero quando o vi sangrando... Achei que tivesse sido algo... Realmente... Horrível. Achei que tivesse sido atingido no coração. – murmurou Elizabeth.
- Quando vi o tiro, achei isso também... Cara, que noite horrível. Eu não devia ter ido àquela maldita festa! – enervei-me.
- A culpa não foi sua, você não iria adivinhar que aquele idiota apareceria. – confortou-me Elizabeth.
- Mas... Ele queria que eu não fosse... Eu... Me sinto... Um lixo. Culpada pelo o que houve com ele.
- Kim, escuta, você não pode se culpar tanto. Acalme-se. – disse Bill.
- Vou tentar. Preciso ir tomar ar fresco, vou um pouco lá fora. – e levantei-me.
- Vou contigo. – disse-me Elizabeth.

Bill não quis ir e permaneceu na sala. Saí e me agachei na grama do jardim do hospital. Eu estava estarrecida. Aquilo tudo havia consumido minhas energias, minha calma. Eu só queria poder voltar para casa com Tom. Tom. Agora eu dizia que queria voltar com ele para casa. Estranho. Até outro dia eu não tinha ninguém que voltasse comigo. Meus pais voltam somente mês que vem. Carlota não sabe se volta, pois a irmã está muito doente. Estou sozinha. Meus pais acham que o dinheiro que eles me mandam supre a falta que me fazem. Que ignorância. Agora, meu único apoio é Tom. E o conheço há poucos dias, só para ter uma noção do meu estado sentimental.

Me levantei, após pensar muito, e Elizabeth estava parada ao meu lado, fitando o azul do céu.

- Sabe, parece que Tom pode realmente fazer milagre. – falou ela enquanto se sentava na grama. Olhei-a, sem entender aquele comentário e sentei-me ao seu lado.
- Você não entendeu nada, não é? – disse ela me decifrando. Ela tinha esse dom.
- É, não mesmo.
- Você, em poucos dias, mudou da água para o vinho. Parece mais responsável.
- Por enquanto, só pareço. Continuo sendo a mesma merda que sempre fui. Amarga, fria e calculista. Posso até ser uma sociopata.
- Não fala besteira, por favor. Você sabe que é mentira tudo o que acabou de dizer.
- Não, não é.
- É sim. Você já parou para pensar sobre si mesma após tê-lo conhecido? Não? Então pense.
- E quer que eu chegue a qual conclusão?
- A conclusão de que ele é, digamos, o seu anjo. Seu salvador, chame-o como quiser.
- Mas o conheço faz...
- Para com isso. Pare de contar o tempo e deixe tudo fluir.
- Mas...
- Sem “mas”. Me ouça, pelo menos uma vez na sua vida.

Beth se levantou e foi para dentro do hospital. Fiquei ali, sentada, pensando no que ela havia acabado de dizer. Ela tinha razão. Ou pelo menos parecia ter. Eu devia mesmo deixar tudo fluir.
Após algum tempo sentada na grama, levantei-me e fui ver como estava a sala de espera. Só Elizabeth estava ali.

- O tempo passou tão rápido que só agora percebi que já são oito da manhã. – disse-me ela.
- É, percebi a mesma coisa. Sabe, pensei em tudo o que você me disse e... Bom... Você tem razão.
Elizabeth deu-me um sorriso amigo e me abraçou. Nisso entrou o médico e nos avisou que havia dado alta para Tom.
- Vamos lá buscá-lo! – animei-me.
- Vá que vou avisar Bill lá na cantina. – e Beth saiu correndo.

Fui acelerada para o quarto de Tom e o encontrei se levantando. Se movia com calma, e seu braço estava todo coberto de faixas. Haviam-no enfaixado o braço.

- Calma, eu te ajudo. – e fui ajudá-lo a pegar suas coisas.

Ajudei-o a se vestir. Sim, eu o vi nu. E não, não fiquei excitada. Fiquei animada por estar finalmente tirando-o daquele lugar.

Em casa, Tom se esparramou no sofá. Ele não tinha posição para ficar por conta do braço, e ficava se mexendo o tempo todo. Peguei uma cadeira e fiz sinal para ele apoiar o braço ali quando se deitasse. É, deu certo.
Naquela tarde dormimos todos em casa. Bill e Beth dormiram no quarto dos meus pais, enquanto eu e Tom dormimos na sala. Claro, eu dormi em um colchonete que joguei no chão e Tom no sofá.

Por volta das oito da noite acordamos eu e Tom. Tom já moveu seu braço e percebi que estava melhor.

- Sente-se melhor? – perguntei-lhe.
- Sim, o médico avisou que eu ficaria bem ainda hoje. Vou tirar essa merda do braço, tá me incomodando.
Comecei a rir da cara que ele fazia enquanto desenrolava as faixas. Todo atrapalhado, xingando em alemão.
- Scheiße!
- Calma, quer que eu te ajude? – perguntei enquanto ria.
- Bitte! Digo, por favor! Esta merda não sai!
Desenrolei tudo em menos de um minuto e ele ficou me olhando espantado.
- Bruxaria? – perguntou ele apontando para as faixas caídas no chão.
- Não, chamamos de paciência em português. – respondi rindo.
- Você merece umas mordidas no pescoço agora.
- Nãããão, você ainda está se recuperando.
- Ah, que maldade! Só algumas mordidinhas!
- Nãão, nãão. Mais tarde, quem sabe. Amanhã... Depois...
- Engraçadinha, não vou esperar tudo isso. Não estou aleijado. – disse ele rindo.
Levantei-me e fui até a cozinha. Ambos ríamos das bobeiras que havíamos dito. Peguei no armário um pacote de miojo e fui preparar.
- Miojo? Caramba, ficar doente não me rende nem mordiscadas nem comida decente. Quero minha mãe!
- É o que tem para hoje!
- Pelo menos esse miojo é de tomate?
- É sim, seu chato!
- Ah, menos mal!
Preparei o miojo e servi em dois pratos. Comemos na sala enquanto assistíamos à novela “Salve Jorge”. Depois de comermos, lavei os pratos – algo que nunca faço – e sentei-me com ele. Bill e Beth acordaram logo após isso.
- Estamos indo para casa, pombinhos. – avisou-me Beth.
- Para qual casa? Sua ou do Bill?
- Hoje vamos cada um para a sua respectiva residência. – disse Bill.
- “Respectiva residência”, sua bichona! – brincou Tom com o amigo.
- Pelo menos não vou ter que aprender a bater punheta com o braço esquerdo. Quebradinho!
- Olha que consigo bater punheta com os dois braços e ainda fumar charuto com os dedos dos pés! – respondeu ele rindo
- Que conversa mais produtiva! Vamos, continuem! – ironizou Elizabeth.
- Ah, agora perdeu a graça. – disse Tom fazendo biquinho.
- Bom!! Agora vamos embora, minha bicha. – disse Beth a Bill.
- Vamos, fofurinha.
Ambos rimos e fui levar os dois até a porta. Esperei até que entrassem no carro e fechei a porta. Fui até o sofá e Tom não estava mais lá. Fui até o meu jardim e lá estava ele. Estava com as mãos no bolso, fitando as estrelas.
- Psiu, está se escondendo? – perguntei.
- Não, estou só tomando um ar. Sabe, aqui é muito bonito.
- Eu sei. Pretende ficar aqui até quando?
- Não sei... Depende...
- Depende de que?
- Nada, esquece. Ficarei por tempo indeterminado.
- E quando seu prazo por aqui acabar, o que fará?
- Não sei... Mas darei um jeito. E ainda tem tempo, esquece isso.
- Você pretende ficar aqui comigo até meus pais voltarem ou vai voltar para a casa do Bill?
- Vou ficar aqui com você. Posso?
- Seria ótimo! – e lhe dei um abraço forte.

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