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 FF +18 Luz do Desejo

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Você acha que o Bill deve morrer?
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 11, 2012 10:42 pm

affraid
Muito produtivo...


mais produtivo agora só para a semana bua1
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 11, 2012 10:52 pm

LOL! Vaso ruim não quebra, hein, Tom?

Cadê mais?!

triste
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sam.sousa

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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Nov 11, 2012 11:34 pm

aaa que lindo podia continuar logo podia ter dois capitulos por dia que eu ainda ia achar pouco....muito boaaaa FF eu to adorando a cada cap. que passa mai e mais!!!continua logo!!!
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Adriana R.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Sab Dez 01, 2012 7:13 pm

Chapter 7:


Ficar com o Tom em casa era muito bom. Tudo bem que ele ficou muito manhoso enquanto doente, mas é mal de homem ficar assim quanto adoece. Mas mesmo doente e manhoso, ele continuou sendo muito doce. Tão doce... Ah, isso estava me conquistando a cada dia! Sue pose austera e imponente que contradizia o seu jeito doce e cavalheiro de ser. Safado, até, mas ainda assim, carinhoso.

Em uma semana Tom se recuperou completamente. Fiquei surpresa com o quão rápido ele se recuperou. Já estava tão saudável que conseguiu me pegar no colo pela cintura uma vez no parque. Claro, estávamos "ficando" há alguns dias. Foi tão natural que mal percebemos. Mas ainda não havíamos transado. Estranho? Claro, logo eu que sempre transei com desconhecidos estava amarrada a um cara totalmente oposto daquele estereótipo comum de homem que eu normalmente "pegava". Mas que seja, eu estava feliz, e é isso que importa.

Sábado de manhã acordei com uma bandeja de café da manhã na minha cara. Reclinei-me na cama e apareceu Tom por cima da bandeja com um sorriso de criança no rosto. Colocou o café da manhã no meu colo e deu-me um suave beijo na testa.

- É pouco, mas é só o começo da retribuição por tudo o que você fez por mim todos estes dias. - disse-me ele.
- Não precisa agradecer...
- Preciso, sim. É o mínimo que posso fazer. Ah, esta noite iremos sair. Vou te levar a um lugar especial.
- Aonde iremos?
- Segredo. Agora coma e levante, preguicinha. O sol está raiando.
- Isso nem é novidade por aqui. Ele brilha todo dia, incessantemente, queimando em brasas.
- Só quis ser romântico, sua chata! - falou Tom rindo.

Comi meu café da manhã em meia hora. Acredite, tinha tanta coisa ali que poderia ter alimentado eu e mais duas pessoas! Não senti fome até às 16 da tarde.

Passei o dia inteiro com ele. Assistimo a um filme, dormimos mais a tardinra tudo tão romântico que até estranhava. Era surreal.

Finalmente chegou a noite. Às 18 da tarde fui me arrumar, assim como ele. Vesti uma roupa neutra, afinal, eu não sabia aonde seria levada. Para a minha alegria, ele também estava com um look neutro. Fui levada com um pano nos olhos até o carro. Na verdade, passei o percurso todo até o misterioso local de pano nos olhos. Tentei tirar duas vezes mas ele me impediu.

Depois de mais ou menos 45 minutos, nós chegamos ao local. Quando tentei destapar os olhos, Tom me impediu. Fui tirada por ele do carro e levada até um banco, pelo o que senti. Tateei o banco e não senti nada de surpreendente. Em seguida escutei ele fechando a porta do carro. Veio até mim e pegou-me no colo. Comecei a sentir um cheiro de flores conforme era levada. Cheirava a rosas. Muitas rosas. Logo em seguida, senti um cheiro de pão fresco. Rosas e pão fresco? Não fazia sentido para o meu olfato sentir estes dois aromas juntos. Comecei a imaginar lugares mirabolantes, inimagináveis, e acabei gargalhando. Escutei Tom rir baixinho ao me ouvir gargalhar.

Pelo o que contei, passei 6 minutos sendo levada no colo por um lugar que eu não fazia a menor ideia de onde era. Quando finalmente fui posta no chão, senti ele me empurrando até algum outro lugar. A brisa que há pouco percorria o meu corpo e rosto agora foi tomada por um calor reconfortante e um cheiro de cobre velho. Cheiro que aos poucos foi dominado pelo aroma de pão fresco. Tateei um sofá e logo senti Tom vir por trás e beijar minha nuca. Aos poucos ele foi tirando o pano e voltei a enxergar. Cocei os olhos para que voltassem ao normal, pois estavam embaçados, e percebi que estava em um chalé. Um chalé estilo europeu, com um forno a lenha que exalava aquele aroma de pão fresco. Logo a minha frente havia uma janela enorme que dava para um roseiral. Sim, eu havia morrido e ninguém me avisou. Era o paraíso!

- Mas... Como você achou este lugar? - perguntei ainda atônita.
- Segredo.
- É tão lindo...

Uma escada estava logo ao lado do forno. Subi-a, seguida de Tom, e ela dava para um quarto de casal. Uma cama extensa e visivelmente confortável ficava logo ao lado de uma cômoda que parecia ser dos anos 40. Andei pelo quarto com todo o cuidado e senti Tom abraçando-me por trás. Ele beijou meu pescoço e foi tirando a minha jaqueta. Jogou-a na cama e sussurrou em meu ouvido:

- Vamos lá embaixo.

Descemos e ele correu para o forno. Tirou de lá um pão fresquinho. Pegou uma faca na gaveta e colocou o pão sobre a bancada.

- Coma enquanto preparo uma comida para nós.

Sentei-me no pequeno sofá que ficava um pouco a frente da escada e vi enquanto ele preparava a comida. Ao que tudo indicava, ele havia comprado tudo e levado para lá há um ou dois dias, ou até havia feito tudo naquele mesmo dia. Eu não entendia o que ele estava preparando. Tinha cenoura, maçã, salsão, nozes, maionese... Até parecia... Interessante.

Quando finalmente ficou pronto, até que o prato exalava um cheiro gostoso. Sentamo-nos à bancada e ele me serviu duas conchas daquela... coisa.

- Como isso se chama? - perguntei.
- Salada Waldorf. E para acompanhar - disse ele tirando uma garrafa de debaixo da bancada -, vinho branco neozelandês de uvas Chardonnay.
- Onde você achou isso?
- Em um mercadão que encontrei enquanto andava de carro por aí.

Ele se serviu e logo após serviu duas taças daquele vinho. Comi e, caramba, aquela salada era muito boa! Havia um contraste de sabores incrível. Mais incrível ainda era ele ser tão bom na cozinha. Claro, nada como ter uma mãe chef de cozinha para virar um!

- Isso aqui é muito bom! Sua mãe cozinhava bem mesmo, hein? - exclamei alegre.
- Sim, era mesmo. E fico feliz que tenha lhe agradado este prato. Fiz com o maior carinho.
- Você fala tão bonito. Até parece ter vindo dos anos 20.
- Obrigado... Me esforço o quanto posso para falar bem. Bom, agora que terminamos de comer - disse ele se levantando da mesa - quero que venha até aqui fora comigo.

Ele segurou minha mão e me puxou porta afora. Mexeu no interruptor de luz que ficava do lado de fora e duas luzes iluminaram todo o roseiral. Era lindo ver aquelas rosas vermelhas irem se movimentando de um lado para o outro conforme o vento as assoprava. O cheiro era delicioso.

- Venha comigo.

Ele me puxou roseiral adentro e me levou até o outro lado, onde havia um enorme lago. Sentamo-nos na beira dele. Tom puxou-me para perto dele e beijou meu pescoço. Desceu seus lábios por todo o meu braço e voltou, passando a mão pela minha barriga e tirando minha blusa. Levantei os braços e ele puxou minha blusa por eles. Em seguida, suas mãos desceram por minhas pernas e ele tateou o botão do meu shorts. Coloquei minhas mãos em sua barriga definida e desci até sua calça, forçando o cinto. Em alguns minutos estávamos nus, ali, na beira do lago, na grama. Nos beijamos lentamente e, do nada, tive uma ideia. Levantei e corri para o lago. Tom veio logo atrás, gostando da brincadeira. Nos abraçamos ali e mergulhamos juntos. Ele me levantou no alto pela cintura e beijou meu clitóris. Lambeu-o e acariciou com seus dedos. Me desceu lentamente, fazendo uma trilha de beijos por todo o meu corpo, até encontrar minha boca. Agarrei-o pela nuca e o beijei apaixonadamente. Forcei-o contra mim e segurei em seus dreads. Ele me agarrou pela cintura, levantou-se e foi me levando de volta à grama. Chegando lá, tirou uma camisinha do bolso de sua bermuda e a colocou. Amontoou as roupas em um canto e deitou-me ali. Era tarde. Ventava. A brisa do luar inebriava todo o meu corpo. Seu toque era quente e aconchegante. Sentia-o contornando a linha da minha cintura com seus dedos finos, enquanto eu apreciava aquela sensação. Estávamos sós, sem ninguém por perto. A grama parecia aconchegante o suficiente para aquele momento. Senti-o penetrando-me aos poucos, com carinho. Me segurava em sua cintura e senti ele acelerando. Em poucos minutos não havia mais roupas abaixo de nós. Ele ia rápido a ponto de me fazer gemer de prazer em um som gutural. Ele beijava meus lábios e descia a boca até minha vagina. Lambia-a lentamente, fazendo-me gozar. Então, pegou-me pela cintura e me puxou ao encontro dele. Deitou-se na grama e sentei-me nele. Encaixei-me em seu pênis e ele foi me levantando e me abaixando. Conforme passou, fiz isso naturalmente e acelerei. Ele suava, sua pele ficava macia conforme o suor escorria e seu corpo cheirava a gozo. Senti seu pênis inflando e presumi que ele estava gozando. Passamos noite adentro transando, e perdi as contas do quanto gozei. Acabamos por dormir na grama, abraçados.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Sab Dez 01, 2012 7:22 pm

Tom fez Kim comer para comê-la previamente!

Sou inocente e não posso ler essas coisas! U_U

Você vai ser obrigada a postar mais, senhorita Cérebro Frito pelos Estudos.

:')
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sam.sousa

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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Dom Dez 02, 2012 3:39 pm

muiitooo bomm continua logoo demore não florzinhaa!!!!
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Seg Dez 03, 2012 1:42 pm

Aleluia, achei que você nos abandonaria.
Amei o capitulo, continue assim.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Sab Dez 08, 2012 11:48 pm

Chapter 8: Great times are coming... or cumming.

No dia seguinte acordei com as costas verdes por causa da grama. Tinha algumas picadas de formiga na perna, e meu cabelo cheirava a folha podre. Ah, tão romântico para uma pós-transa, não? Tom estava ao meu lado, dormindo profundamente. Ele ainda estava melado de suor. O sol batia em seu peitoral e o deixava ainda mais irresistível. Passei a mão em sua barriga, que o fez acordar. Ele se virou e abriu aquele sorriso que tanto amo. Passou a mão por minha cintura e olhou para minhas pernas.

- É... Você tem alergia à picada de formigas? - perguntou-me ele com a voz rouca.
- Sim, muita alergia.
- E já percebeu quantas picadas você tem na perna? Se contar, darão mais de vinte!
- Hey, que romântico! Você acorda e já repara na minha perna toda embolotada.
- Me preocupo com você.
- Eu sei que sim. Olha... adorei ontem à noite. Foi... mágico.
- E faremos mais e mais vezes. - disse-me ele levantando-se e me dando um beijo. - Agora levante-se, vamos, antes que você fique com as pernas roxas de tanta picada!

Levantei-me e me vesti. Eu fedia à grama, precisava de um banho. Entrei no chalé e corri para o minúsculo banheiro. Abri o chuveiro na água fria e me enfiei debaixo d'água. A água, ao tocar minha perna cheia de feridas, fazia-a arder. Sim, eu estava com as pernas embolotadas a ponto de terem virado feridas. Eu tinha uma grave alergia contra picada de formigas, e por sorte, sempre levava uma poma antialérgica na bolsa para qualquer eventualidade igual a essa.
Quando estava saindo do banho, deparei-me com Tom, que me empurrou de volta ao chuveiro e me prensou contra o azulejo. Segurou minhas mãos na parede e começou a beijar meu pescoço. Seu pênis estava ereto, e logo ele o enfiou em mim. Segurou minha perna em sua cintura e pressionou ainda mais seu corpo contra o meu. Ele tremia toda vez que eu gemia, seu pênis ficava cada vez mais duro e ele cada vez mais rápido. Ele agarrava minha coxa e batia nela com toda sua força. Segurei-me para não gozar, mas não aguentei. Gozei tanto que soltei um gemido tão alto a ponto de ecoar pelo banheiro todo. Ao acabarmos, ele me abraçou e sussurrou no meu ouvido:

- Perfekt. Du bist perfekt.

Tudo bem, eu não entendi nada, mas presumi que fosse algo positivo. Olhei para ele e sorri, fingindo ter entendido.
Me vesti e comecei a coçar a perna. Mesmo com a pomada, aquelas feridas ainda coçavam. Para piorar: eu vestia calça jeans. Fomos a viagem toda conversando e ele rindo do meu desespero ao coçar a perna. Parecia não ter fim aquela coceira! Lembrei-me de quando Elizabeth e eu fomos ao parque, quando éramos crianças, e ela jogou folhas secas em mim. Na verdade, ela encheu um balde com elas e jogou na minha cabeça. Estavam todas lotadas de formiga, passei meia hora me debatendo enquanto tirava desesperadamente aqueles bichinhos de mim. E, claro, Beth só sabia rir da minha cara. Nem preciso dizer que aquele dia fui para o hospital com febre e o corpo todo embolotado.
Cheguei em casa e corri para o meu quarto. Vesti shorts curtíssimo e uma blusa de alças. Eu não aguentava mais ficar com calça jeans e blusa de meia-manga. Voltei para a sala e me recostei no sofá, suspirando de alívio. Tom estava parado ao lado da TV, rindo da minha cara timidamente.
Ouví a campainha tocar e corri até a porta. Para a minha não-surpresa, eram Bill e Elizabeth. Ah, pareciam tão felizes! Beth nem tinha mais aquela cara amarrada. Claro, o que o sexo não faz, né?

- Beth! Bill! Entrem, vamos. - exclamei.
- Beth me deu um forte abraço e Bill me cumprimentou como um beijo no rosto. Ao ver Tom, ele correu e deu um pulo no colo do amigo. Claro, os dois caíram feito bosta no chão. Beth estava parada ao meu lado admirando aquela cena dos dois caindo.

- Psiu, preciso falar com você. - sussurrei.
- O que foi? - perguntou-me ela.
- Aconteceu uma coisa... Vamos lá no jardim?
- Vamos!

Saímos de fininho até o jardim. Beth parou do lado da árvore, cruzou os braços e disse:

- Vamos, desembucha.
- Eu e Tom transamos ontem, pela primeira vez.
- Ah, já era hora! Foi bom?
- Foi ótimo! Ele é perfeito na grama.
- Na grama?! Não me diga que...
- Sim, transamos na grama. Ele me levou até um lindo chalé que tem aqui perto.
- Na grama?!
- É!
- E você ficou toda embolotada, né?
- É...
- Sabia! Você é muito cabeçuda, mesmo.
- Pelo menos transei! E depois transamos no chuveiro...
- Agora você vai dar mais do que chuchu na cerca!
- Como você é sutil, Beth! - ironizei rindo.

Tom e Bill apareceram de fininho na porta de casa e ficaram nos observando. Quando percebemos, estavam encostados na parede e rindo de nossas caras.

- Fofoqueiras, entrem! Iremos assistir um filme! - gritou Bill.
- Que filme? - perguntei.
- Venha e verá!

Entrei, fui até o sofá e vi qual filme seria. Se Eu Fosse Você. De novo!

- Ah não, de novo o mesmo filme? Me recuso!
- Tem alguma ideia melhor? - perguntou Tom.
- Tenho, vamos sair hoje à noite.
- Amanhã você tem escola... - murmurou Tom.
- Voltaremos cedo. Prometo.
- E aonde iremos? perguntou Beth.
- Balada. Uma de música eletrônica que te por aqui.
- É aquela GLS? - perguntou Bill.
- Essa! É muito divertida! Tudo combinado, então?
- Mesmo sendo GLS, eu topo. - disse Tom.
- Idem. - disseram Bill e Beth em uníssono.

Passamos o dia conversando, jogando conversa fora. Bill contou suas aventuras na Alemanha junto de Tom, e eu e Beth contamos nossas infância juntas. Quando chegamos no drama da minha vida, mudamos de assunto. Todos ali haviam sacado que aquele papo era bem dispensável e desnecessário.

Mais à noite, Bill e Beth foram para a casa se arrumarem para a balada. Combinamos de nos encontrarmos lá. Eu e Tom, para variar, fomos tomar banho juntos. Dessa vez, não passamos do sexo oral. Ele se agachou e lambeu minha vagina, dando leves mordiscadas na minha virilha. Passava o piercing do seu lábio inferior na minha vulva, fazendo-me gemer. Em seguida, agachei-me e comecei a chupar seu pênis. Chupava-o enquanto acariciava suas bolas. Tom se segurava na parede enquanto eu lambia seu membro. Quando terminei, levantei-me e Tom me segurou pelo queixo.

- Balada GLS, não? O que você está aprontando?
- Segredo. Você verá. - e dei-lhe uma piscadela.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Ter Dez 11, 2012 9:47 pm

Masoque??! Por que capitulos tão CURTOS??! *bubu*

Espero que tenha outro!!

Quero nem ver o que vai acontecer nessa tal balada...
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qua Dez 12, 2012 1:06 am

aaaa finalmente mais capitulo mas tão curto....cadê os outros?? Very Happy
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Seg Dez 17, 2012 7:12 pm

Vou-te processar por falta de comparência!
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Ter Dez 18, 2012 9:33 pm

Chapter 9: Party Rock!


Eu nunca havia imaginado que iria naquela balada. Todo mundo se roçando e dançando, bunda pra todo lado, garotos excitados e... Bom, é nojento demais para descrever! Adivinha onde estávamos? Sim, em um baile funk. Eu achei que seria bacana ir até lá, só para conhecer e, quem sabe, dançar, mas era impossível!

- Kiiiim, sua puuutaaaa, baile funk? Caralho, porra! Não era a porra de uma balada GLS? - gritou Beth ao pé de meu ouvido - Vamooos emboraa agoraaa!
- Kim, por favor, que lugar é esse?! Cadê o GLS desse lugar?! - gritou Tom na outra orelha.

Bill só sabia rir do local. Havia uma garota parada ao lado dele com a bunda empinada se roçando no pênis de outro. Sim, tudo por cima das roupas, mas convenhamos, era ridículo...
Tom me puxou para outro canto do salão e me prensou contra a parede.

- Olha, não sabia que você curtia coisas assim. Caramba! Isso mancha a imagem de qualquer brasileiro!
- Achei que não fosse um local tão depravado! Nunca fui em um, nunca vi videos de um baile funk...
- Mas você, assim como eu, ouve as merdas que essas músicas são! Vamos.Embora.Daqui.Agora.

Senti-me a pessoa mais burra do mundo. Quando, um dia, eu havia pensado que aquele lugar seria legal? Aliás, para quê levar a Beth até lá!? Eu iria ouvir merda pelo resto de minha vida... Que nem valia mais muita coisa.
No carro, a caminho de casa, Bill veio no banco de trás comigo e Beth foi no banco da frente ao lado de Tom, que estava dirigindo.
Chegando em casa, fui para a cozinha e por lá fiquei. Tom e Beth, que estavam me odiando, foram para a sala. Bill veio atrás de mim.

- Psiu, não fique assim, eles são muito exagerados. Entendo quais foram suas intenções para essa noite. - sussurrou Bill ao meu ouvido.
- Sabe? - sussurrei ainda mais baixo.
- Sim, você só queria se divertir, mas não conhecia para onde estava indo.
- Sim...
- E queria mostrar a Tom algo novo, divertido.
- Sim...
- E ele foi grosso com você. Beth também. E isso não se faz.
- Afinal, aonde você quer chegar? - perguntei já sem paciência.
- Bom, vou direto ao ponto. Eu adoro o Tom, considero-o como um irmão, mas creio que vocês não darão certo.
- Por...?
- Por motivos de que ele não é de tolerar muitos erros. Principalmente quando se trata de mulheres. Uma vez, ele namorou uma garota alemã, Dunja. Eles eram perfeitos amantes, não tão bonitos quanto vocês juntos, mas tinham lá seu brilho. Um dia, ela esqueceu que ele é alérgico a páprica doce e colocou isso em uma comida. Ele se empipocou todo. Outro dia, ela se atrasou feio para um encontro, e assim sucessivamente...
- Mas devem ter sido erros terríveis, não é?
- Ao todo foram 5 ledos enganos que ocasionaram no término do namoro. Claro, quem terminou foi Tom.
- Mentira.
- Para quê eu mentiria? - questionou ele cruzando os braços - Eu já namoro sua amiga, e estou feliz com ela. Só estou te avisando. Gosto de você.
- Obrigado, ficarei mais atenta.
- Você que sabe. - e se virou e foi embora.

Bill conseguiu colocar mil e uma caraminholas na minha cabeça. Eu já havia feito a merda Número Um. Agora eu tinha que rezar para não cometer a Número Dois.
Fui para a sala e me recostei ao lado de Tom. Peguei em seu braço quente e ele me olhou. Olhei-o fixamente até ele entender que queria ficar a sós com ele.

- Bom, queridos, estou com muito sono. - disse Tom bocejando.
- Precisamos ir também, não é amor? - perguntou Bill à Beth.
- Sim, quero domir para desinfetar meu cérebro de hoje. Vamos. Tchau, Kim.

Tom os levou até a porta e depois voltou para o sofá. Sentou-se a meio metro de mim e me encarou.

- Vamos, diga. - ordenou ele.
- Olha... Não tive más intenções hoje... Eu só queria que nos divertíssemos, mas eu não tinha a menor ideia do que era aquele lugar. Sério, jamais te levaria a um lugar daqueles se soubesse como realmente era. Eu tenho bom senso.
- Eu entendo, mas não é possível que você não soubesse.
- Eu te juro. Eu mal tenho amigos, a única é Beth e uma bêbada que frequentava festas comigo. Mas nenhuma delas nunca falou disso comigo, aliás, nunca foi um assunto plausível e bom de se tratar.
- Tudo bem, acredito em você. Só evite... Esse tipo de coisa.
- Que tipo de coisa?
- Nada, nada. Acho que já estou realmente viajando no sono. Vamos dormir?
- Vamos.

Subimos até meu quarto e nos trocamos. Encolhi-me na cama, ao lado de Tom, e o abracei bem forte.

- Nunca se esqueça de que eu...
- Eu o que? - perguntou-me ele.
- Nada, agora sou eu quem estou viajando no sono. Boa noite. - me virei e dormi.

De manhã senti um vento gelado vindo do outro lado da cama e o apalpei. Tom no estava lá. Me levantei, fui até a cozinha, mas nem lá ele estava. Fui até o quintal e lá estava ele. Deitado na grama, olhando para o sol, sem camisa. O peitoral já estava um pouco na cor caramelo-muito-claro, bronzeado do sol. Suas bochechas estavam coradas, acentuando sua cara de criança. Parei ao lado dele, de pijama preto e tudo, e toquei sua barriga.

- Olá, surfista. - cumprimentei-o enquanto ria.
- Surfista? Estou já parecendo um?
- Desse jeito, está tão sexy e quente quanto um.
- Mais tarde você aproveitará seu surfista.
- Isso se você não pegar insolação antes, não é, alemão retardado. Mais três horas aqui e você irá torrar nesse sol de 38 graus. - e comecei a rir.
- Está brincando, 38 graus?
- Sim, meu celular mostra a temperatura que está, e neste momento é 38 graus.
- Por isso estou me sentindo um bacon fritando no óleo. Olhe o meu peito, está ficando moreno!
- Efeito da luz do sol, quando você tomar banho, verá que está pouco moreno. Mas ainda sim, continua sexy.

Tom se levantou e percebeu que suas costas, além de estarem lotadas de grama, estavam ardendo.

- Mas eu nem fiquei de costas para o sol!
- A terra tá quente, e a grama ajudou a te deixar vermelho. Você vai ter que usar meus cremes para não arder ainda mais.
- Vou ficar cheirando a garota!
- Relaxa, você não está muito longe de ser uma.
- Está me chamando de gay?
- Não, só que frufru, delicado...
- Não sou!
- Às vezes, confesse. - e comecei a gargalhar.
- Ah, sua safada! - e então me jogou na grama, beijando-me. Seu peitoral estava quente e aquecia o meu só de tocar-me por cima da blusa. Senti sua mãos deslizar por minha cintura e ir até meu short.
- Aqui não, estamos no meu quintal. - falei.
- Então vamos para dentro.

Ele me pegou no colo e me levou para dentro de casa. Colocou-me sobre a mesinha de centro da sala e arrancou meu short e minha calcinha. Tirei sua bermuda e sua cueca e o puxei para mais perto de mim. Ele jogou tudo o que havia na mesa para o chão e me puxou pela cintura. Senti seu pênis ereto e duro dentro de mim. Ele me empurrava e me puxava com delicadeza. Logo ele me deitou na mesa e ficou por cima de mim. Beijava meu pescoço e descia, fazendo uma linha até meus seios.

- Eu te amo, era isso que quis dizer ontem. - soltei, sem medo, em seu ouvido.
- Eu sei, se tivesse dito, eu diria o que direi agora: Te amo muito mais além do que tu imaginas.


Última edição por Adriana R. em Ter Dez 18, 2012 10:04 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Ter Dez 18, 2012 9:46 pm

Twisted Evil
Na mesa seus Perve de 5 categoria!


Olha o prazo de postagem aé
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Ter Dez 18, 2012 10:00 pm

Huhuhu... Tomzinho tostado... bj

BAILE FUNK! *urina all over*

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Cadê, cadê? Espero que tenha outro capítulo. Espero! UNF

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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qui Dez 20, 2012 12:24 am

mais que maravilha ta cada vez melhor essa ff ver se não demora tanto a postar o proximo cap senão assim eu morro ...amoo suas fanfic
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qua Dez 26, 2012 8:26 pm

Chapter 10: Slap her face!


Acredite ou não, nós adormecemos na mesa da sala. Bem, na verdade, eu tomei conta dela e derrubei Tom no chão. Acordei com uma dor enorme na coluna, quase como se a tivessem deslocado por completo. Endireitei-me e me alonguei um pouco. Era três da tarde. Dormimos tudo isso? Caramba. Eu já havia perdido as contas de quantos dias havia faltado à escola.

Fui fazer um lanche e sem querer chutei Tom. Cutuquei-o, para que saísse do chão, mas ele roncava tranquilamente, escolhido sob meu tapete vermelho. Deixei-o ali mesmo e segui para a cozinha. Abri a geladeira e peguei um pote de geleia de jabuticaba. Abri o saco de pão, cortei-o e passei uma generosa quantidade de geleia nele. Mordi o lanche com todo o gosto, com direito a lamber os beiços melados. Peguei um pouco do suco de mexerica. Na verdade, tomei dois copos seguidos. Nunca tinha ficado com tanta fome antes. Quando terminei, passei a mão na barriga e me recostei na cadeira. Olhei para trás e levei um susto. Tom estava parado atrás de mim, rindo baixinho.

- Meu Deus! Desde quando você está aí? - perguntei após dar um pulo na cadeira.
- Desde a parte em que você abocanhou aquele lanche como um sem-teto.
- Que vergonha!
- Foi sexy demais te ver lambendo os beiços e tomando goela abaixo dois copos de suco.
- Irônico!
- Ah, e tá sujinho no canto da sua boca. Deve ser geleia de jabuticaba.

Limpei a boca com o guardanapo e me encolhi de vergonha. Não sabia onde enfiar a maldita da minha cara.

- Ah, não fique assim. Todo mundo tem seu dia de draga.
- Olha, seu...
- Shhh. Me dá um beijinho, morta de fome.

Ele me abraçou por trás e me roubou um beijo. Segurei sua nuca e ele me apertou.

- Vamos tomar um banho? - sussurrou ele no meu ouvido.
- Vamos.

No dia seguinte, acordei o mais cedo que pude para ir ao colégio. Chacoalhei Tom e ele acordou em um susto.

- Vamos, hoje tem aula. - falei.
- Hã? Ahmm... Quem é você e o que fez com a Kim?
- Sou um alien, agora se arrume.
- Eita, ok, general. - falou ele pondo a mão na cabeça em sinal militar.

Nos arrumamos o mais rápidos que conseguimos e acabamos por chegar muito cedo à escola. Fomos para o refeitório, onde havia um garoto dormindo em cima da mesa e outros dois se pegando. Gays, óbvio. Sentamo-nos em um banco no canto do pátio. Deitei minha cabeça no ombro de Tom, que se aconchegou e começou a acariciar meu braço. Era seis de quinze na manhã, e a aula só começava às sete.

Cinco para às sete o sinal tocou e nós demos um pulo do banco. Sim, havíamos dormido durante todo esse tempo e mal percebemos. Corremos até a sala e, para nossa surpresa, não estava lotada. Pegamos o melhor lugar no fundão. Aos poucos o pessoal foi chegando e eu pude sentir que cochichavam sobre Tom e eu.

- É... Por acaso isso aqui virou ponto turístico, queridos? - perguntou Ria.
- Com licença, mas como é? - perguntei enquanto me levantava.
- Isso mesmo, querida, ponto turístico. Eu sento aqui, caso não saiba. E isto aqui é uma escola, lugar onde você vem de segunda à sexta, e não quando acha que deve vir.
- Desde quando você cuida da minha vida?
- Desde quando a sua presença me incomoda demais. Some daqui!
- Me tire.
- Foi você quem pediu.

Ria me empurrou contra a mesa, mas levantei as pernas e dei-lhe um belo chute na cara. Ela caiu de costas na mesa de Tom, que a segurou pelos cabelos e a jogou de volta para mim. Segurei seu braço direito e prensei o outro entre minhas pernas. Ria ficou inclinada e sussurrei em seu ouvido.

- Me deixa em paz, vadia.

Tom se levantou e disse:

- Já chega, vamos, acabou a briga.
- Não, ainda não. - falei.

Soltei o braço direito dela e dei-lhe um soco nas costas. Ela caiu de cara no chão, e um pouco tonta e desorientada levantou-se do chão e me olhou com um olhar furtivo e ameaçador.

- Você... Me... Paga! - e cambaleou para fora da sala.

Todos da sala haviam formado um roda em volta de nós. Me aplaudiram por ter batido nela, mas Tom logo terminou com tudo aquilo.

- Vamos, vamos, palhaçada, acabou a festa! - gritou ele.

Assim que todos se sentaram a professora de história entrou na classe.

- Psssssssst, silêncio! - gritou a professora.

Me encolhi na cadeira e fiquei assim até o intervalo. Eu rezava para que Ria não tivesse ido até o diretor. Caso ela tivesse ido, provavelmente eu seria expulsa.

Durante o intervalo parecia que a escola toda já estava sabendo da briga. Para minha não-surpresa, até a Beth já havia ficado sabendo. Isso porque ela nem era mais da escola. Ela surgiu no meio do pátio, sorrindo.

- Como você entrou aqui? - perguntei.
- Pela quadra. Vim correndo quando fiquei sabendo que você acabou com aquela vadia! Como foi, ela sangrou muito? Prendeu ela numa roda e jogou faquinhas enquanto ela girava? Amarrou ela num cipó e jogou ela no meio do mato?
- É... Não... Só dei alguns tapas e socos nela.
- Isso! Mas ela sangrou? - perguntou Elizabeth enquanto pulava.
- Não, só ficou meio tonta.
- Ah, então não teve graça. Nem um dente quebrado, nada?
- Nada, só uma possível dor intensa na coluna pelo soco que lhe dei.
- Aí sim! - gritou ela enquanto me abraçava.

Enquanto isso, Tom estava encostado na mesa, observando a animação de Beth.

- Hey, Tom! Você participou da pancadaria? - perguntou ela.
- Só joguei a garota de volta à Kim.
- Que lindo!
- É... Maravilhoso. - ironizou ele.
- Bom agora tenho que ir antes que o diretor me veja aqui e comece a apertar minhas bochechas. - falou Beth.
- É, eu lembro de como ele as apertava. Ele te ama, né.
- Acho que ele quer meu corpo nu.
- Ui, poderosa. - falou Tom enquanto ria.
- Bom, vou indo. Até! - e Beth saiu correndo em direção à quadra.
- Ela é doida, né? - perguntou Tom.
- Só um pouco feliz. Quando quer.
- Ou quando ela transa com meu amigo.
- Isso também.
- Você ainda confirma, liebe. - falou ele rindo.
- Li... o que?
- Liebe. É "amor" em alemão.
- Que lindo! Como é "eu te amo" em alemão?
- Ich liebe dich.
- Mas liebe não é amor?
- Nesse caso, é o verbo amar "lieben" conjugado na primeira pessoa do singular.
- Interessante. Mas chega de gramática alemã por hoje. Vamos ao o que interessa.
- Aqui, na escola? Fantasia sexual interessante, hein?
- Não isso, seu besta. Falo de Ria. Tenho medo do que ela fará comigo futuramente.
- Medo? Você praticamente esmagou aquela vadia! Ela não lhe fará nada,liebe.
- Será? Ela me tortura desde criança, mas nunca tive coragem de bater nela.
- E hoje teve. E conseguirá mais vezes.
- Tomara, viu. - falei abraçando ele.
- Relaxa.

Na volta pra sala, fui puxada pelo braço por alguém. Virei-me e era Ria.

- Escute bem, sua vaca, hoje você me bateu, mas amanhã eu vou acabar com você.
- Aé? Você e mais quantos?
- Eu e todo mundo que te odeia.
- Pois que venham as chifrudas mal comidas! - gritei bem alto. Tom tapou minha boca e disse:
- Chega disso! Você, vadia, fica na sua ou se verá comigo. E você, meu amor, vamos pra sala.

Ele praticamente me arrastou até o meu lugar. Sentei-me e logo atrás veio Ria. Todos riam da cara dela, e ela se escondeu no lugar mais escuro e isolado da sala. Eu podia sentir o olhar dela me fuzilando conforme as aulas foram passando.
Na hora da saída, Tom me pediu para esperar até que todos se retirassem. Quando a sala finalmente estava vazia, ele arrastou-me para o pátio e me jogou em cima do palco. Não havia ninguém na escola. Estava tudo vazio. Fechado. Escuro. Senti seus lábios percorrerem minha barriga, enquanto ele abria minha calça. Passei a mão pelos seus dreads e senti ele tirando minha calcinha. Puxei-o pelos cabelos e tirei sua calça num só puxe. Ele abaixou a cueca e pude sentir ele lentamente me penetrando. Passei a mão por sua bunda e puxei-o ainda mais para dentro de mim. Ele levantou minha perna esquerda. Cada movimento que fazíamos eu gemia mais e mais alto. Sim, dentro da escola. No palco do pátio. Afinal, estava tudo vazio, não tínhamos com o que nos preocupar.

Ou será que tínhamos? Ou melhor, teríamos?
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qua Dez 26, 2012 8:38 pm

Acho que vocês terão, continua.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qua Dez 26, 2012 8:46 pm

Estava demorando pra citar a sorRIA... KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Na boa, acho que essa surra é um sonho de consumo de certa pessoa... Cof, cof...

E treparam no colégio... LOL! Ai, chéssuis!

Uma coisa: VÊ SE POSTA MAIS, SENHORITA ADRIANA!!!

Espero que tenha outro pra hoje... lixa

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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qua Dez 26, 2012 8:47 pm

bounce

A Ria ... tongue

bounce

study Claro que terão....e acho que a Ria vai feder nessa história cha

PS:
Quero o próximo capitulo hoje.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qua Dez 26, 2012 9:36 pm

Chapter 11: Surprise!


Aquele dia na escola havia sido, de fato, o melhor. Saímos de lá às 16 da tarde, suados e melecados. Pelo menos a transa havia valido a pena.

Chegamos em casa e transamos mais ainda. Depois fizemos a lição de casa. Depois mais sexo... Meu Deus, aquilo tinha virado um vício!

No dia seguinte, a escola estava muito estranha. Ouvia-se burburinhos por toda parte. Os olhares de algumas pessoas até nós era amedrontador.

- Olá, queridos! - parou-nos Ria com um sorriso diabólico.
- Hoje não, garota. - falou Tom em tom firme e me puxou pelo braço.
- Ah, hoje sim. Tenho uma coisinha que é de muito interesse de vocês. Querem assistir?
- Assistir? - perguntei assustada.
- Sim! É um ótimo vídeo! Estou até pensando em passar para todos da escola!
- Mostre-me. - ordenei.

Ria passou-me seu celular e comecei a assistir o vídeo. Fui ficando cada vez mais pálida. Gelei. Senti as pernas bambearem. O vídeo era eu e Tom transando no palco do pátio.

- E então, gostou? - perguntou Ria.
- O que significa isso?! - gritou Tom dando-lhe um tapa na cara.
- Pode me bater, querido, mas quem tem o vídeo sou eu. E nem adianta tentar apagar, eu bloqueei essa função.
- O que você quer, hein? Vamos, diga! - gritei.
- Olha - disse ela empurrando-nos para um canto isolado -, na verdade eu queria uma transa com seu namorado. E queria que você assistisse a tudo. - disse ela pondo a mão no pênis de Tom.
- Tire as mãos dele! - falei e dei-lhe um soco nas mãos
- Sai, não vou transar com você! - gritou Tom.
- Ora, porque não? Quer mesmo que este vídeo chegue nas mãos do diretor? Seria uma bela expulsão em casal!
- Por isso não, eu quebro seu celular!
- Pode quebrar, gostosão. Tenho uma cópia do vídeo em meu notebook. É só uma transa, você não vai se arrepender, querido.
- Olha, sai daqui! - gritei.
- Dou-lhes até o intervalo para pensar. Ou melhor, até o início da primeira aula. Sorte vocês terem chegado cedo! Até mais, queridos! - disse ela e saiu saltitando.
- O que faremos agora, Tom?
- Não sei, liebe. Não sei...
- E se você...
- Nem pensar! Não vou transar com aquela vaca!
- Mas nós podemos nos ferrar...
- Amor, escute. Eu te amo, e não vou te trair. Vou arranjar um jeito de resolver isso.
- Como?
- Com um pouco de astúcia e agilidade. Vamos lá falar com ela e só faça aquilo que eu te disser.
- Fechado.

Fomos até Ria, que abriu um enorme sorriso quando nos viu.

- Queridos!
- Aceitamos sua proposta. - afirmou Tom.

Congelei.

- Que grande notícia!
- Não mostrou isso a ninguém, não é? - perguntou Tom.
- Não. O povo está comentando sobre ontem, se é isso que os preocupa. Então, onde será o nosso grande feito?
- Amanhã, na sua casa. À noite.
- Mas...
- É pegar ou largar.
- Ok, eu dou um jeito. Amanhã.
- Fechado.

Seguimos até a sala, e eu continuava congelada. Sentei-me ao lado de Tom, que sussurrou em meu ouvido:

- Confie em mim, tudo vai dar certo.

Passei o resto do dia preocupada com o que aconteceria na casa de Ria. Eu confiava nele, mas não nela. Ela faria de tudo para ter o que queria, e eu estava ciente disso.

Dia seguinte, sete e meia da noite. Estávamos a caminho da casa de Ria. Chegamos e para nossa surpresa ela nos esperava na porta.

- Queridos! Vamos, entrem! - animou-se ela e abriu a porta.

Estava tudo decorado com velas aromáticas e luz vermelha. Aquilo mais parecia um puteiro do que uma casa de família.

- Gostou da decoração? - perguntou Ria a Tom.
- Claro. - ironizou ele.
- Por onde quer começar? Ah, você sente-se, Kim.

Sentei-me naquela poltrona velha.

- Quero rever o vídeo. No seu notebook dessa vez.
- Vou lá pegar! - e saiu correndo.

Quando ela subiu, perguntei a ele:

- O que pretende?
- Vou apagar do notebook dela. O celular dela está do seu lado, pegue-o e o jogue pela janela. Tente acertar a rua.
- Ok.

Peguei o celular e joguei com toda força. Bingo! Tinha ido bem para o meio da rua! Logo passou um caminhão e pude ouvir o celular se esmigalhando.

Ria logo desceu com seu notebook. Estava tão saltitante que uma gazela sentiria inveja dela.

- Está na pasta "Meus vídeos", querido. Vou lá em cima me vestir!

Burra era apelido para aquela garota.
Tom acessou a pasta e tentou apagar o vídeo. Para nossa infelicidade, tinha uma senha. Tentamos tudo.

- Tente a senha "Kimdeservestodie".
- Brincadeira, né? - perguntou ele.
- Não, é sério. Tente.

Tom tentou e conseguiu acessar.

- Não acredito nisso. - pasmou Tom.
- Conheço ela. Apagou?
- Sim. Agora vamos ao o que interessa. Se lembrou de trazer o celular?
- Sim.
- Ok.

Fechamos o notebook e o colocamos de lado. Ria desceu em seguida. Ela vestia uma lingerie cor de vinho.

- Gostou, querido? - perguntou ela encostando-se em Tom.
- Adorei. - mentiu Tom.
- Gostou, Kim?
- É linda.
- Bom - falou ela tirando o cinto de Tom -, quero fazer aqui na sala.
- Antes vamos fazer uma coisinha. Quero bater punheta assistindo nossa transa depois.
- Vídeo? Mas você vai querer se vingar de mim!
- Claro que não, gostosinha. - falou Tom abraçando-a por trás. - Só quero me lembrar disso para sempre.

Aquilo estava fervilhando o meu sangue. Meu ódio e meu ciúmes haviam virado uma merda só.

- Kim, a câmera. - sussurrou Tom enquanto soltava Ria.

Joguei-a até ele.

- Psiu, olhe aqui, Ria. - falou ele enquanto a filmava. - Quero que tire sua roupa aos poucos.

Ria foi se despindo até ficar completamente nua. Que cena horrível!

- Agora pegue aquela banana e se masturbe com ela. Vamos, não tenha medo.

Ela pegou a banana e colocou em sua vagina.

- Quero que goze! - gritou Tom.

Ria tentava fazer cara de puta, mas só conseguia fazer caretas. Aos poucos ela foi gemendo e finalmente gozou na banana. Que frase horrível de se dizer. Pior ainda é ver a cena.

- Que delícia! Pronto, acabei.
- Agora vamos ao o que interessa. - falou ela beijando o peitoral de Tom.
- Acabei, já disse. - disse Tom afastando a cabeça dela com a mão.
- Como assim?
- Apaguei o vídeo do seu notebook. Destruímos seu celular. Gravei você se masturbando. Aliás, "Kimdeservestodie" é uma péssima senha.
- Desgraçados! Ordinários! Saiam da minha casa! Vocês me pagam!
- Não, agora você está nas nossas mãos. - falei, sentindo o gosto da vingança.
- Nunca! Me dá esse celular!
- Opa opa! - falou Tom levantando o braço - Já mandei uma cópia para o meu e-mail. Ah, e a senha é muito boa, nem tente acessar. Agora deixe-nos em paz, ou isso aqui irá parar no celular de toda a escola.
- Saiam daqui!!!!! Saiam!!!! - gritou ela nos chutando porta afora.

Saímos e começamos a rir. Podíamos ouvir da esquina os gritos dela. Rolávamos no chão de tanto gargalhar.

- Ai, Tom, essa noite foi incrível! - gritei enquanto ria.
- Está melhor agora? - perguntou ele enquanto parava de rir.
- Sim. Por um momento achei que você transaria com ela.
- Por que achou isso?
- Por que ela sempre consegue o que quer.
- Nem sempre. Agora ela nos deixar em paz. E eu jamais transaria com ela, ela me dá asco. E outra, eu te amo. Muito. - disse ele dando-me um beijo.
- Eu te amo mais, meu amor. - respondi ao beijo.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qua Dez 26, 2012 9:47 pm

Mas... o... que... foi... esse... papo... da... banana... *pokerface*

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Ai minha rabiga... KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Vai postar outro? *.*
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qua Dez 26, 2012 9:51 pm

bj Riazinha

kkk

haha


=) Vingança,gezuis.


#urina all over#

aplausos
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qui Dez 27, 2012 7:07 pm

Chapter 12: Guns 'n Blood


A escola no dia seguinte foi uma calma muito incomum. Nenhum sinal de Ria, nenhum sinal de sua podridão, nem de suas amigas piriguetes. Na sala, cada um falava uma coisa. "Dizem que ela fugiu de casa" disse um; "Ela foi para as colinas dançar hula-hula com os tchecos" falou o burro; "Minha fontes me dizem que ela está em depressão no quarto conversando com os aliens" falou o lunático. Uma teoria pior do que a outra, e no fundo ninguém queria saber dela. Todos queriam mais que ela e suas amigas sumissem. Todos assim como eu. E Tom, acredito, mesmo sabendo que ele é um poço de bondade. Ok, não um poço, mas um balde bem fundo.

Na saída, fiz Tom mudar o caminho até minha casa para passarmos pela casa de Ria. Eu queria saber o que tinha acontecido. Não porque me preocupava, mas por curiosidade. Uma que estava me remoendo por dentro.
Quando lá cheguei, bati na porta e a mãe dela me atendeu.

- Olá! A Ria está? É que ela faltou hoje e...
- Olha, ela me disse que não quer ver ninguém, muito menos você. Não sei o que aconteceu, nunca vi minha filha daquele jeito e sei que ela jamais me contará, mas independente do que for, suma daqui. Desapareça, ou não responderei por mim. - falou a mãe dela batendo a porta na minha cara.

Virei as costas e segui até Tom. Estava tonta e pensativa. Afinal, o que ela tinha?Trauma? Ou melhor, drama! Já passei por coisa pior por conta dela e hoje estou viva. Tudo bem, quase me fodi, mas estou viva! Dane-se!

- E então, o que a mãe dela te disse? - perguntou-me Tom.
- Quase me chutou feito um cão vira-lata da porta dela. Disse que ela não quer ver ninguém e muito menos eu, e blá blá blá. Pouco importa.
- Certeza?
- Nunca tive tanta certeza antes. Agora vamos.
- Se você diz...
- Que tal irmos até o museu de xilogravura hoje? Já foi?
- Tem um aqui em Campos do Jordão?
- Sim! É muito bonito! Vamos?
- Agora?
- Sim?
- Vamos, então. Parece ser bacana.

Fomos andando até o famoso museu de xilogravura. Era uma caminhada e tanto, mas, afinal, eu precisava perder uns quilinhos mesmo.
Quando chegamos, Tom ficou encantado com tudo o que viu. Achou lindo todas as xilogravuras. As de animais, de guerra, de construções... Eu já estava cansada de ir lá, mas queria mostrar a ele tudo o que há de bacana aqui em Campos. Só para ter uma noção do quanto ele gostou, nós saímos de lá era 16 horas.
Em casa, Tom não parava de falar do museu:

- Incrível! Aquela que tinha umas casas e a outra de guerra, perfeitas!
- Meu Deus, se aquieta, homem. Você vai gozar de emoção daqui a pouco.
- Sim!
- Hã?
- Digo, não! Ah, enfim, tenho que ficar calmo. Mas que era incrível, ah, isso era!
- Ok, calma! - falei rindo.

Tom deitou no sofá e ligou a TV. Logo a campainha tocou e quandi fui ver eram Beth e Bill. Bill vestia uma camisa de gola roxa com os dois primeiros botões desabotoados e uma calça jeans rasgadinha. Usava um óculos de sol e seu cabelo loiro platinado estava ajeitado para o lado, um pouco bagunçado. Resumindo: ele estava sexy. Cumprimentei-o e senti sua mão passando pela minha cintura e apertando-a levemente. Cumprimentei Beth, que exibia um sorriso de orelha a orelha, mostrando seus dentes com aparelho.

- E então, aonde vamos hoje? - perguntou Bill sentando-se no meu sofá.
- Até a cozinha comer algo? - respondi.
- Não, bobinha, vamos sair para onde hoje?

"Bobinha". O que esse retardado tinha na cabeça, afinal?

- Vamos ficar por aqui mesmo. - respondeu Tom.
- Ora, vamos sair um pouquinho! Que tal irmos até aquele bar perto da fábrica de chocolate? - perguntou Beth.
- É uma boa ideia... Vamos, Tom? - perguntei.
- Vamos.

Chegamos ao bar, mas Tom não parecia estar muito à vontade. Ele parecia desconfortável e eu não entendia o porquê.

- Amor, o que você tem? - sussurrei ao ouvido dele quando saímos do carro.
- Não estava afim de vir. Estou com um mal pressentimento.
- Relaxa, não vai acontecer nada.
- Assim espero. - e me abraçou.

Sentamo-nos na mesa e começamos a conversar. Bill e Beth só sabiam contar sobre as aventuras deles juntos, sobre quando foram até a Pedra do Baú e quase caíram de lá de cima, entre outras coisas. Eu e Tom só ríamos. Pedimos quatro bebidas e um prato de petiscos. Começamos a comer e a beber.

- Então, o Bill ficou roxo de vergonha quando o cinto dele abriu e ele ficou só de cuecas na festa e... - contou Beth gargalhando.
- Nossa, vocês são loucos! - exclamei enquanto também gargalhava.

Tom ria altíssimo e batia palmas. Beth punha a mão na boca quando ria e Bill ficava caindo para o lado. Se ficássemos bêbados, ninguém nem iria perceber.

Depois de algum tempo conversando, um carro preto apareceu. Em seguida saiu do carro uma mulher com um óculos escuro preto um cabelo vermelho como o fogo. Eu conhecia aquele cabelo. Era Ria. Ela vestia uma saia social preta e uma blusa branca por dentro da saia. Usava um sapato de salto alto vermelho como o seu cabelo, que estava preso em um coque. Ela parou na frente do bar e tirou os óculos.

- Muito mal frequentado este local, querido garçom! - gritou ela, fazendo todos a olharem.

Tive o impulso de me levantar, mas Tom me conteve.

- Deixe-a. Não ligue. - pediu-me ele.

Sentei-me e peguei um petisco. Ria dirigiu-se até nossa mesa, curvou-se na mesa, fazendo seus seios ficarem totalmente em evidência.

- Aonde você vai vestida... assim...? - perguntou-lhe Beth, medindo-a dos pés à cabeça.
- Vou a um velório. Tristíssimo, não?
- Velório? - perguntei - De quem?
- Ora, você conhece muito bem a pessoa!
- Conheço?
- Sim, querida!

Ria falou e se levantou. Abriu a bolsa preta de cetim e tirou uma arma de dentro dela. Todos se levantaram e ela mirou a arma para nós. Dei um pulo da cadeira e Tom se prostrou na minha frente. Bill abraçou Beth, que começou a chorar de desespero.

- Eu disse que teria volta, queridos. Sabe, não há nada mais gratificante do que este momento. Ah, e vocês todos, quero todos fora daqui! Garçom, saia! - ordenou ela.

Todos se retiraram sem hesitar. Olhei para a arma por entre o ombro de Tom e a vi mirada para o peito dele. Entrei em desespero. Olhei para o lado e vi Bill se arrastando por debaixo da mesa até Ria. Ela não olhava para baixo nem para os lados. Bill colocou as duas mãos nas canelas dela e as puxou. Ria caiu, deixando a arma cair bem ao lado de Bill. Ela soltou um grito e logo agarrou os cabelos dele. Bill deu-lhe um tapa e por trás veio Beth, dando-lhe um soco nas costas. Tom foi até Bill e pegou a arma. Beth segurou Ria pelos braços e segurei-a pelas pernas. Ela começou a se debater. Uma de suas pernas se soltou e bateu no interruptor de luz do bar, fazendo tudo ficar escuro. Por um momento, não sentia mais suas pernas em minhas mãos. Senti alguém encostando em meu ombro e percebi que era Beth. Ouvi Bill, Tom e Ria se batendo. Em seguida, um tiro. Depois outro. Entrei em desespero e corri até o fundo do bar.

Eu não conseguia ver nada e não achava a saída daquele bar todo fechado, com paredes à prova de som. Ninguém havia ouvido e agora éramos todos com uma louca no escuro. E alguém ferido. Eu tinha que sair dali. Mas só conseguia pensar em alguém ensanguentado no chão. Eu tinha que achar alguma fonte de luz.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qui Dez 27, 2012 7:16 pm

Ria tua vaca, espero que tenham te matado( mas estou pressentindo que quem levou o tiro foi o Tom).
Continua.
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Qui Dez 27, 2012 10:27 pm

bua

Tomi?

ARGH


continua por favor
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MensagemAssunto: Re: FF +18 Luz do Desejo   Hoje à(s) 2:59 am

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