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 Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.

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Joyce Kaulitz th
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Seg Jan 07, 2013 9:55 pm

ai Ana Carolina Telles sou sua fã adorei esse capitulo e o vestido da Carol,CONTINUA What a Face
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Danielle K
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Ter Jan 08, 2013 9:00 pm

Nossa!
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Joyce Kaulitz th
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Ter Jan 08, 2013 9:54 pm

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Ana Carolina Telles
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Qui Jan 24, 2013 3:06 pm

Acordei meio zonza, não sabia se era de sono ou se foi por causa dos cinco copos de Vodca que bebi na festa.

Foi ai que a ficha caiu: Cadê o Bill? Será que ontem à noite, foi um sonho?

Não pensei muito nisto, decidi escolher uma roupa qualquer e descer para fazer o café da manhã.
(Minha Roupa.)

Enquanto descia as escadas, fui sentindo um cheirinho de café, e quando chegue ia cozinha vi a mesa posta, tinha frutas, panquecas, waffles e como eu previa, café.

-Oi Carol, Bom-Dia- Bill disse para mim enquanto comia uma banana, ele estava lindo usando uma calça Jeans preta, uma blusa branca justa e uma jaqueta preta de couro, tênis All Stars branco e aquelas luvas com espinhos que ele usou na festa ontem.

-Oi Bill... -eu disse ainda olhando para a mesa.

-E ai, o que achou?- Bill perguntou enquanto pegava outra banana.

-Eu... Nem sei como te agradecer. – eu disse.

Não precisa. –ele ficou um tempo em silencio, então disse- Olha, eu estava pensando... Que tal se saíssemos para almoçar, e depois fossemos ao cinema?

-Mas Bill, esqueceu que você tem uma reunião importante hoje? Além disso, eu não sei se vou, estou com uma puta ressaca- eu falei sentindo a tontura voltar.

-É talvez seja melhor você não trabalhar hoje-então ele pensou mais um pouco e disse- que saber, que se foda a reunião, eu vou ficar com você.

-Não Bill, não precisa-tentei convence-lo.

-Carol, não tente me convencer do contrário, eu vou ficar e cuidar de você-ele disse-agora coma.

-Esta me obrigando?-perguntei sendo irônica.

-Sim, estou- ele disse com um pouco de humor na voz-coma ou eu vou ter que te obrigar a comer.

-Há é? Como?-perguntei achando graça.

-Assim-ele me puxou, fazendo-me ficar no colo dele.

Com o garfo, Bill pegou um bom pedaço das panquecas, então olhou para mim e disse:

-Olha o Jumbie.

-Eu não aguentei e dei risada, ri tanto que se o Bill não estivesse me segurando, eu teria caído no chão.

-O que é tão engraçado Senhorita Carol?- Bill perguntou sorrido.

-Você. Você é engraçado senhor Kauiltz. -eu disse.

-Que bom que eu te faço rir Carol- ele disse e me deu um beijinho de Esquimó.

Não resisti e o beijei, minha língua explorando a sua boca deliciosamente quente e com gosto de hortelã, Bill fazia o mesmo que eu, sua língua explorando minha boca.

Quando me dei conta, eu estava passando a mão pelo seu corpo, desejando-o.

-Há Carol... - Bill disse, também passando a mão pelo meu corpo, e apertando minha bunda, senti seu membro ficando duro debaixo de mim.

-Rã-rãn- alguém disse, parei de beijar o Bill para ver quem era, e vi Juliane me encarando e ao Bill com uma cara de indignação.
(Roupa da Ju.)

-Há, oi Ju-eu disse meio sem-graça.

-Oi Carol, Oi Bill- Juliane disse meio fria.

-O que houve?- eu perguntei.

-Sinceramente, quer que eu diga?-ela perguntou.

-Sim- falei.

-Se vocês queriam se comer, deviam ir para um quarto, na cozinha é meio anti-higiênico na minha opinião- Juliane disse, mas não pude deixar de ver um toque de humor em seus olhos.

Mesmo sendo brincadeira, não sei quem ficou mais constrangido, eu ou o Bill.

Então Juliane finalmente notou minhas roupas.

-Ué, você não vai trabalhar hoje irmãzinha?-ela perguntou.

-Ela não esta se sentindo bem Ju, então eu vou tomar conta dela-Bill falou n minha frente.

Juliane ficou de boca aberta, mas não disse nada sobre isso.

-Acho que tudo bem então- ela disse sem graça, então pegou a bolsa e disse- então Tchau e juízo vocês dois.

-Pode deixar- eu e Bill falamos juntos.

Quando Juliane finalmente saiu, Bill cochichou em meu ouvido enquanto me abraçava por traz:

-Enfim sós- e me apertou um pouco mais.

-Bill não, eu não estou bem, e acho melhor você ligar para o seu irmão-eu disse me soltando dele.

-Tem razão-ele disse e tirou o celular do bolso-já volto linda- e discou o numero do celular do irmão e foi para o jardim.

Eu terminava de comer, quando ouvi o Bill discutindo com o Tom:

-Há, deixa de ser chato Tom, eu vou faltar só hoje, até parece que a mamãe vai saber que eu faltei. -Bill fica uns segundos em silêncio, então disse- Olha Tom, acha que eu tenho medo de você? E digo mais, eu estou aqui com a Carol, ela esta bem, mas vou ficar aqui com ela Ok? Valeu por quebrar essa para mim irmãozinho-e desligou.

-O Tom... -fui perguntando.

-Esta puto da vida comigo, mas vai superar-Bill disse como se isso não fizesse diferença para ele.

-Bill, eu não quero arranjar encrenca com o seu irmão-eu disse.

-Não se preocupe Carol, o Tom é esquentadinho assim mesmo-disse Bill.

-Ok então... Eu vou subir para dormir um pouco-falei meio desconfortável.

-Tudo bem Carol, pode ir-Bill disse.

Fui para o meu quarto, nem troquei de roupa, dormi com a que estava usando mesmo.

Quando acordei, não tinha mais dor nenhuma, mas tomei um susto com a hora, 11h50min.

Não acredito que dormi até tão tarde, então vi que Bill havia entrado no meu quarto.

-E ai? Como você esta?-ele perguntou com a mão em minha testa.

-Estou bem, só espantada com a hora- eu disse.

-Tudo bem, não se preocupe com almoço, podemos comer fora-Bill disse lendo meus pensamentos.

-Legal, eu só vou me trocar-falei indo para o meu guarda-roupa.

-Ok, eu te espero na sala-ele disse e fechou a porta.

Como ainda estava frio lá fora, decidi escolher uma roupa quente.
(Minha Roupa.)

-Podemos ir- eu disse descendo as escadas.

-Você esta linda-ele disse e beijou minha bochecha.

-Obrigada, mas aonde vamos comer?- perguntei desligando o alarme do carro.

-Você vai dirigir?-ele perguntou me olhando e depois e depois olhando para o carro.
-Vou sim, por quê?-perguntei.

-Deixa que eu dirijo- ele disse tirando as chaves de minha mão.

-O que é isso agora? O carro é meu!-protestei.

Depois de uma discussão, decidi deixar o Bill dirigir só para ele calar a boca.

-Há e respondendo a sua pergunta, vamos a um restaurante que eu conheço- ele disse pegando uma estrada que eu conhecia.

Para descontrair um pouco eu peguei um CD do Capital Inicial, e coloquei em uma musica qualquer, gostava de ouvir esse CD porque me lembrava de minha casa no Brasil.

-Que CD é esse?- Bill perguntou surpreso.

-Uma banda brasileira que eu e minha irmã gostamos- eu disse distraidamente.

Bill ficou escutando por um tempo, então disse:

-Mesmo não entendendo nada do que eles dizem, gostei do som dessa banda.

-Qualquer dia eu te ensino a cantar em português-eu disse rindo.

-Esta prometido- Bill disse rindo também.

Chegamos ao tal restaurante, era bonito, com piso de madeira, um bar meio rustico, na verdade o restaurante todo era rustico, então notei uma bandeia do Brasil em uma das paredes.

-Um restaurante Brasileiro?- perguntei, nem sabia que existia esses restaurantes na Alemanha.

-Surpresa- ele disse sorrindo.

-É, estou realmente surpresa-disse sincera.

Nos sentamos, Bill fez os nossos pedidos, depois que o garçom foi embora, ficamos jogando conversa fora, e mesmo quando a comida chegou, não paramos de conversar.

-Nossa Carol, você é tão interessante- Bill falou quando acabamos de comer.

-Você também Bill- eu disse.

Depois que saímos do restaurante, Bill perguntou:

-Que tal um cinema?

Eu topei na hora, eu podia estar cheia com o almoço, mas tinha um estômago reserva só para doces.

Fomos a um Shopping chique da Alemanha, Bill me levou para ver Jogos Vorazes, eu não li o livro, e nem me interessei muito pelo filme no começo, mas eu tinha outros planos naquela sala escura.

Deixei passar um pouco do filme, eu e Bill atacávamos o saquinho com balas de goma, eu comia principalmente as balas vermelhas e azuis e Bill comia o resto.

Quando as balas acabaram, eu decidi me divertir um pouco, coloquei minha mão perto do zíper de sua calça, e fui abrindo devagar.

Bill notou o movimento, porque perguntou um pouco nervoso:

-Annie, o que você esta fazendo?

-Você já vai ver- eu disse terminando de abrir seu zíper.

Então fui deslizando a mão pela sua virilha, arranhando sua tatuagem de estrela, Bill gemia, percebi que seu membro já ficava duro, então fui direto para lá.

-Há Carol... Assim- ele murmurava enquanto minha mão subia e descia por seu membro.

Depois de minutos que pareceram prazerosas horas, senti seu líquido do pré- gozo em minha mão, e depois ele gemeu meu nome e senti sua libertação em minha mão.

Não resisti e lambi seu gozo em meus dedos, tenho que admitir, ele tinha um gosto bom.

-Apreciando meu gosto Carol?-Bill perguntou sacana.

-É o que parece- eu disse, lambendo o gozo que havia escorrido de minha mão.

-Bem, tem algo que eu adoraria provar-Bill disse e então me beijou.

Ele tinha um beijo delicioso, quente e ao mesmo tempo carente, achei que ele não ia me deixar respirar, então deixou meus lábios para dizer:

-Você não sabe o quanto eu te amo Carol- falou enrolando meu cabelo em seus dedos.

-Eu sei Billy-eu disse acariciando seu braço.

-É sério, eu me apaixonei por você no instante em que te vi-Bill falou com a mão em minha perna.

-Não estou duvidando de você Billy-porque ele não acreditava em mim?

-Por favor, me ame- ele disse, e vi uma lágrima escorrer pela sua bochecha.

-Por que esta triste meu amor?- eu perguntei secando sua lágrima.

-Porque sinto que não mereço o seu amor- ele explicou.

-Por quê?- agora estava intrigada.

-Carol, eu não ainda não sou dono da editora, e nem quero ser, sou só um cara que quero viver de musica com meu irmão e meus amigos, não posso te dar tudo sempre- ele agora estava chorando de verdade.

-Bill, eu não ligo para o seu dinheiro-eu disse o abraçando.

-Eu sei, mas...

-Mas nada, eu te amo pelo que você é, pelo seu caráter, seu carinho, sua personalidade alegre e por outras coisas.

-Sério?- ele parecia um pouco melhor.

-Sim-respondi.

-Mas e meu irmão?-ele perguntou.

-O que tem ele?-perguntei.

-Ele também te ama-Bill falou triste.

-Sério?-foi a minha vez de perguntar.

-E eu tenho medo d te perder- Bill parecia que ia recomeçar a chorar.

-Calma Bill, não chore, eu te amo, o Tom vai ter que aceitar- eu o abraçava mais, caramba o que fazer para acalma-lo? Já sei- Bill que tal eu assistir um ensaio da sua banda?

Milagrosamente, ele parou de chorar.

-Sério que você quer ver um ensaio?-ele perguntou.

-Sim meu amor, eu quero muito assistir um ensaio- eu disse.

-Legal!- ele gritou, e chamou a atenção do púbico, então falou baixo, mas com a empolgação de um garotinho de oito anos- amanhã vai ter um ensaio, as seis da tarde.

-Ok, você pode me pegar as cinco?-perguntei.

-Claro-agora o Bill parecia feliz.

Saímos do cinema, desta vez Bill me deixou dirigir, e ele falava das musicas que tocavam, dos seus sonhos para o futuro, então ele me olhou, pegou minha mão e disse:

-Agora eu quero você no meu futuro.

Eu sorri e disse:

-Eu também Billy.

Cheguei em casa, Juliane não estava, bom para mim, senão ela ia ficar me fazendo um monte de perguntas.

-Carol, posso lhe dizer uma coisa?- Bill falou.

-Claro- o que ele queria?

Ele pegou minha mão e perguntou:

-Eu sei que amanhã, você vai aceitar.

-O que?- perguntei.

-Meu pedido de namoro- ele falou.

Então me deu um selinho e foi embora.

Fiquei que nem idiota na frente de casa, me perguntando como Bill me convenceria a ser sua namorada.
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Qui Jan 24, 2013 3:16 pm

Adorei betar esse capítulo! Melhor parte foi o Bill sendo bipolar dentro do cinema kk
Ahhhhhh! Amando, amando, quero mais Annie! yaya
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Qui Jan 24, 2013 4:38 pm

Esse Bill é meio Grey!
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Joyce Kaulitz th
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Qui Jan 24, 2013 7:51 pm

adorei esse capitulo ,CONTINUA What a Face
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Qua Fev 13, 2013 2:58 pm

Os filhotinhos são lindos!O Gezão ficou doce igual caramelo tirando onda de Camaro amarelo kkkkkkkkk Continua.
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Qui Fev 14, 2013 10:27 am

Continua.
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Qui Abr 25, 2013 7:19 pm

Acordei sozinha na cama de novo “Caraca” pensei “O Bill vai sempre me largar sozinha?”.

Desci querendo falar desta mania dele me abandonar, quem eu encontro saindo do banheiro?

-Bom- dia meu amor- Bill estava apenas de calça jeans preta, e com o cabelo molhado.

-Oi- eu disse olhando desejosa para o seu corpo.

-E ai? Ta gostando do que vê?- ele disse.

-Muito- falei.

Ele sorriu malicioso, então me colocou na parede e começou a me beijar.

-Há Bill- gemi, e pus minha mão dentro de sua calça e apertei sua bunda com vontade.

-Acho que não vou precisar disto- ele tirou a calça, e para minha surpresa, ele não usava cueca.

-Nem eu destas roupas- e comecei a tirar.

-Perfeito- ele disse e voltou a me beijar.

Quando íamos nos divertir, ouvimos alguém chamar:

-BIILLLL!!!! Cadê você seu tosco?- era o Tom.

Bill gemeu de desgosto, mas fazer o que? Ele colocou a calça e pegou uma blusa na gaveta, e vendo que eu ainda estava parada na parede, ele me jogou uma sacola.

-Vista isto- ele mandou.

Olhei dentro da sacola, agradeci por ter uma calcinha e um sutiã limpos, e logo os vesti, então reparei na roupa que havia lá.

-Esta me zuando?- perguntei.
Minha roupa.

-Por quê? Minha mulher tem que andar sempre linda- ele respondeu como se fosse obvio.

-Você sabe o quanto custou essa roupa? Sem contar os acessórios- perguntei indignada por ele ter gasto tanto.

-Carol, eu posso gastar o quanto eu quiser, eu e Tom ganhamos milhões por hora- ele disse- agora se vista, ou eu vou fazer uma besteira com você- ele sorriu esperou eu me vestir.

Decidi não discutir com meu homem mandão, decidi tomar um banho e vestir as roupas caríssimas.

Quando sai do chuveiro, ele me ofereceu a mão, e eu aceitei.

-Você esta linda- Bill disse e beijou meu cabelo.

-Porra, que demora- Tom reclamou.

-Cale a boca Tom, ninguém te perguntou nada- Bill falou.

-Calma meninos- disse uma voz feminina, e eu vi uma mulher de uns 30 anos, bonita para uma mulher mais velha, loira dos olhos azuis.

Ela me viu e sorriu para mim.

-E essa linda garota, quem é?- ela perguntou simpática.

-É a Carol- Bill me abraçou possessivo- ela é Minha namorada.

-Como é Bill? Sua o que?- Tom estava tenso... Muuuito tenso.

-Meninos, parem com isso- a mulher disse, e sorriu para mim- desculpe não ter me apresentado querida, sou a Sra. Jones.

-Olá- eu disse.

-Bem Carol, o que você vai querer comer?- ela perguntou.

Dei de ombros, eu quase nunca sentia fome de manhã.

-Na verdade, não estou com fome- falei.

-Mas vai comer algo- Tom disse.

-Desde quando você manda em mim?- perguntei indignada.

-Desde que sou seu chefe- ele falou com naturalidade.

Revirei os olhos, o que ele tinha de lindo e gostoso, tinha de chato.

-Carol- Bill pegou minha mão- por favor- ele me olhava com tanto carinho que cedi.

-Ta bem- olhei para a Sra. Jones- eu quero um pouco de granola.

A Sra. Jones apenas sorriu e foi preparar o meu café.

Bill se sentou na bancada para comer uma salada de frutas, e Tom se contentava com panquecas e café, e eles não falaram nada por longos minutos.

Por sorte, meu celular tocou, nunca fiquei tão feliz de aquele troço estar ligado.

-Com licença meninos- eu disse e fugi para a sala.

-Alô- perguntei.

-Cadê você sua doida? Quer me matar de preocupação?- disse a voz muito zangada.

-Bom- dia Juliana- eu falei e suspirei, ela não me dava um tempo.

-Bom-dia, agora cadê você?- ela disse.

-Na casa dos Kaulitz- falei notando que o Bill e o Tom voltaram a conversar pacificamente.

-O que?- repete- ela disse.

-E-S-T-O-U N-A C-A-S-A D-O-S K-A-U-LI-T-Z- eu disse soletrando cada letra, como se falasse com uma criança pequena- entendeu agora ou quer que eu mande um fax?

-Há-há, muito engraçado- ela disse sarcástica- agora fala sério, você está bem?- ela disse preocupada.

-Sim irmã, estou- eu disse calmamente.

-Eles te trataram bem?- ela disse.

-Sim- respondi.

-Você vai voltar para casa- ela perguntou.

Pausa. Eu queria dizer sim, mas tinha dito ao Bill que iria pensar sobre morar com ele.

Eu podia falar disso com ela hoje à noite.

-Sim, eu vou- falei decidida.

-Legal- ela falou- então vou pedir umas pizzas hoje à noite.

-Combinado- eu disse empolgada, Juliana conseguia fazer isso com as pessoas.

-Então até a noite- eu disse e desliguei.

-Quem era?- Bill perguntou quando voltei à cozinha, e vi meu café da manhã.
Comi um pouco antes de responder.


-Minha irmã, perguntando se eu iria pra casa- eu disse depois de engolir um pouco de granola.

-E você respondeu... - Bill começou, mas eu o interrompi.

-Que sim.

-Que não- ele disse ficando emburrado.

-Bill, ela é minha irmã, eu a deixei preocupada não avisando que ia dormir aqui, então eu vou para casa sim senhor- eu disse, deixando meu ponto de vista bem claro.

Então olhei nos olhos deles, do mesmo jeito que ele havia feito para me convencer a comer.

-Por favor.

Ele deu um suspiro antes de dizer:

-Tudo bem- eu sorri e lhe dei um beijo agradecendo.

Vi Tom olhar para o relógio da cozinha, acho que ele queria desviar o olhar de mim e o Bill, então disse:

-Vamos logo, senão nos atrasaremos.

-Droga- Bill falou, pegando as chaves do carro.

Fomos na Mercedes do Bill, enquanto ele dirigia, Tom conferia as mensagem que haviam recebido.

-Bill- ele cutucou o braço do irmão.

- O que?- Bill disse parecendo bravo.

-É a nossa mãe- Tom falou- ela disse que volta amanhã.

-E daí-?- ele perguntou.

-Só queria que você soubesse- Tom falou, então pegou no braço do irmão- o que ouve?

Paramos em um sinal, vi Bill olhar para o Tom, como quem pedia desculpas.

-Não quero brigar com você Tom, não pela Carol- ele disse.

Ouvi o Tom suspirando, e sabia que ele concordava.

-Eu também irmão, sempre fomos muito unidos- Bill disse.

-Ei- Tom disse- Eu tive uma ideia- e antes do sinal abrir, ele cochichou algo no ouvido do irmão.

-Não sei Tom- Bill disse enquanto dirigia- e se ela não aguentar?

-Eu estou aqui sabiam?- perguntei, ficando irritada com esse dialogo.

Eles nem disseram nada, o que me deixou fula da vida.

O dia no trabalho se arrastava, todos estavam elétricos com a noticia do ataque em Boston, e eu escrevia sobre as noticias do Brasil, eu vi uma menina indo para a sala da chefia, ela era até que bem bonitinha, tinha cabelos encaracolados cor de mel, olhos castanhos, era magra e um pouco menor do que eu.

Fui atrás dela, não queria perder meu posto para ela.

Ela bateu na porta, e entrou, eu encostei-me à porta para ouvir a conversa.

-Olá- eu a ouvi dizer- eu gostaria de trabalhar aqui.

-Qual o seu nome?- Ouvi Tom dizer.

-É Laura- ela disse.

-Bem Laura, deixe-me ver seu currículo- Bill pediu.

Pelo silencio, supus que ele estava lendo o currículo dela.

-Bem, esta tudo certo, com o que você gostaria de trabalhar?-Bill perguntou.

-Gostaria de estagiar como secretária particular de vocês, soube que são muito influentes- Laura disse.

-Tudo bem, pode começar amanhã- Tom disse.

Neste momento eu entrei no escritório da chefia com tudo.

-Nem pensar- eu disse.

Silencio, senti os olhos dos gêmeos em mim.

-Ela não vai ser secretaria de vocês- eu disse olhando para a Laura, que parecia meio assustada com a minha presença.

-Carol, não é o que você esta pensando- Bill disse na defensiva.

-Não quero saber Bill- sai do escritório, pequei o elevador, e sai do prédio e fui para casa.

Quando deu umas 18:00, Juliana chega em casa com umas pizzas.

-Ué, fugiu do trabalho?- ela me perguntou.

-Nem me lembre- contei a ela o que aconteceu, e enquanto comíamos, ela contava como se sentira sozinha sem a minha pessoa.

Então ouvi uma batida na porta.

-ué, quem será?- Ju perguntou e foi atender a porta, então a ouvi gritar:

-Vão embora, a Carol não quer ver vocês.

Mas os gêmeos não estavam nem ai, e a empurraram para o lado.

-Carol, será que dá para conversarmos?- Tom disse acompanhado do Bill.

Não respondi, então Tom continuou.

-Carol, não contratamos a Laura porque estamos afim dela, e sim porque estamos tendo muito trabalho e precisamos de ajuda, e com certeza a nossa mãe, quando ela voltar.

Então Bill se sentou ao meu lado, e pego minha mão e disse:

-Quando você vai se tocar que não precisa ter ciúmes? Eu amo você, e o Tom também.

Vi Tom concordar com a cabeça e sorrir.

Olhei para o Bill e depois para o Tom, e perguntei:

-Vocês querem pizza?- eu disse e sorri.

Eles aceitaram, se serviram e sentaram- se ao meu lado, de vez em quando um deles pegava a minha mão e a beijava, e quando não, contavam piadas, e eu e Ju caiamos na risada.

Uma hora vi luzes de carro estacionando enfrente de nossa casa.

-E essa agora?- Ju foi atender a porta, e ou vi ela dizer:

-Sra. Simone?

-Onde estão meus filhos?- ela perguntou brava e entrou e casa- vim aqui porque você é uma das minhas funcionarias mais confiáveis e...- ela parou quando viu os gêmeos de mãos dadas comigo, e havia uma marca de batom na bochecha de ambos, onde eu tinha beijado, quando ficaram ao meu lado mais cedo- o que significa isso?
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Sex Abr 26, 2013 1:26 pm

Ih ferrou!

Carol, fuja para as montanhas porque o furacão Simone acabou de chegar!!!!!!!

kkkkkkkk

Continua Wink
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MensagemAssunto: Re: Secretariat-Trabalhar em um escritório não é tão ruim quanto parece.   Hoje à(s) 1:18 pm

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