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 O inesperado

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bitchesinmylife

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MensagemAssunto: Re: O inesperado   Qua Jan 23, 2013 9:05 am

Ai que fofo *------------------------------*

Até chorei , eu sou muito boba para chorar :/

Continua amor <3
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suxsy
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MensagemAssunto: Re: O inesperado   Qui Jan 24, 2013 5:22 pm



Desculpem mais uma vez pela demora!!


Capítulo 17 - Agência


Pov Marina


Faltava poucos dias pro aniversário do tom e eu como uma boa esposa iria fazer uma festa pra ele. Tom sempre me dizia que não precisava de nada, que só me tendo por perto tava de bom tamanho, mas aniversário não se pode passar em branco. Bom, tava quase tudo planejado e eu estava louca pra que chegasse o dia.

Agora eu estava na mesa tomando meu café da manhã junto com Tom, ele iria me levar pra agência hoje e eu estava tão empolgada com isso. Tom estava com uma cara que não tava curtindo muito a ideia que eu iria pra lá, resolvi falar alguma coisa;

- Tom, não fique assim, você sabe que nada vai me acontecer... se acalma meu amor--- disse segurando sua mão e o olhando

- Eu sei Marina, mas você está pra ganhar bebê, então não venha me falar que não é pra me preocupar--- disse me olhando sério

- Tom, poxa eu não vou entrar em trabalho de parto lá na agencia e se eu entrar o Hans vai esta lá comigo e nada de ruim vai acontecer. Para com isso, parece que você gosta de me ver só aqui em casa sem fazer nada.---- disse já iritada

- Marina, eu não vou brigar com você agora de manhã, então faça o favor de não começar com isso--- disse tomando sua xicara na mão

- Ok, vou terminar de me arrumar,já eu desço--- disse me levantando devagar da mesa.

Tom permanece nesta e ficou me olhando subir devagar. Cheguei no meu quarto e pude sentir outra cólica daquelas, mas logo passou então fui em direção ao banheiro para escovar os dentes. Senti outra pontada e dessa vez foi mais forte, então me sentei perto da banheira, repirei um pouco e a dor se dissipou aos poucos. Não contei nada pro Tom, se ele já era paranóico sem dor imagina com ela.

Pov Tom.

Marina era muito teimosa mesmo, eu não queria que ela fosse pra agência, mas se eu não levasse ela com certeza ela iria dirigindo, então era a melhor solução eu aceitar .

Depois daquela vez na escada eu fiquei mais em alerta do que nunca, eu tinha muito medo dela entrar em trabalho de parto e eu não estar por perto, não gostava de pensar. Falando na Marina ela tá demorando a descer. Me levantei e fui em direção a escada, cheguei na porta do quarto e vi Marina mexendo em sua bolsa, fiquei um pouco aliviado, ela nem percebeu que eu estava ali, bom ela talvez estivesse chateada comigo, eu não gostava de priva-lá de nada, mas agora era um momento delicado e parecia que ela não via isso. Entrei no quarto e Marina continuava mexendo em sua bolsa,parecia que queria me castigar por algo, passei reto por ela e fui escovar meus dentes, fiquei um bom tempo ali sem fazer realmente nada. Saí do banheiro e ela estava de frete do espelho do quarto, estava se olhando e passando as mãos na barriga, não pude deixar de sorrir com a cena, Marina me olhou e me chamou pela mão e eu fui lhe abraçando por trás, aproveitei e passei minhas mãos por sua barriga e lhe olhando pelo reflexo do espelho;

- Tom, só tava faltando você pra ficar completa nossa família.--- disse sorrindo pra mim

- É amor, Luna não para de mexer um segundo se quer... acho que ela deve saber que sou eu!!-- disse beijando eu pescoço

- É claro que sabe, aposto que ela te ama muito e sei que você vai ser uma maravilhoso pai!!---- disse me olhando pelo espelho

- Eu também a amo muito e só quero que ela tenha orgulho de mim, eu quero que ela toda vida que ouvir falar meu nome sinta orgulho do pai dela--- disse retribuindo o olhar

- É claro que ela vai sentir, assim como eu sinto amor-- disse se virando pra mim e me dando um beijo que aos poucos foi ficando mais intenso. Eu já estava me empolgando, mas tive que me conter.

Descemos as escada e fomo em direção ao meu carro, Marina entrou e colocou logo o cito de segurança, e logo eu dei partida. O caminho foi em silêncio, Marina mexia no celular o tempo todo, aposto que era informando ao Hans que logo estava chegando, poderia até imaginar os gritos do Hans quando visse Marina. O caminho era m pouco longo e sem falar no trânsito que não ajudava muito. Paramos no sinal e olhei Marina, esta que estava somente olhava para fora da janela, aproveitei e passei minha mão pela sua coxa, Marina se assustou mas não deixou de sorrir para mim;

- Marina, nós não podemos fazer nada enquanto a Luna nascer, mas espera ela nascer para você ver o quanto eu sinto sua falta--- disse lhe dando um selinho

- Amor, eu também tô morrendo de saudade, mas vamos logo que o sinal já abriu--- disse rindo

seguimos para a agencia e logo estavamos em frente da mesma. Marina logo desceu do carro e eu fui a ajudar, não queria que ela se cansasse. Seguimos no elevador e logo demos de cara com Hans, que tava com balões e confetes jogando em nós não pude deixar de me assustar com aquilo. Marina largou minha mão e foi abraçar o pessoal da agência, ela estava radiante como sempre e eu fiquei um tempo a olhando;

- Marina, eu vou ter que ir, qualquer coisa me liga amor--- disse me aproximando dela e lhe dando um beijo

- Tá bom amor, não se preocupa tá tudo bem!!--- disse me abraçando

Me despedi dos demais e pedi para Hans não tirar os olhos dela e muito menos deixar Marina fazer alguma coisa. Fui em direção ao carro e segui para emissora, hoje seria mais uma dificil audição

Pov.Tom off

Eu estava tão feliz em tá na agência de novo e eu não me aguentava de felicidade. Tom teve que ir pro trabalho, aí eu queria tanto que ele ficasse aqui comigo, mas trabalho é trabalho é trabalho, logo o veria em casa.

- Hans, como anda as coisas aqui sem mim?-- perguntei já na minha sala

- Você sabe bb, aqui não é a mesma coisa sem você... o Tom me pareceu preocupado, ta tudo bem com vocês?--- perguntou pegando meus pés e fazendo uma massagem.

- Você sabe como o Tom é exagerado ao extremo, nós brigamos por causa dessa preocupação exagerada dele, poxa hans parece que eu vou parir a qualquer momento, isso as vezes me irrita tanto--- disse olhando para ele

- Bb, ele tem medo e acho fofa essa preocupação dele... Marina, ele te ama tanto, não se irrite com isso--- disse comprieensivo

- Eu sei Hans, mas é que é um saco ficar em casa o tempo todo, eu queria que pelo menos ter alguém comigo lá... isso foi para o senhor mesmo, poxa você nunca me visita--- disse fazendo biquinho

-Bb, aqui tá uma correria louca e o steven viajou ontem pra Los angeles, então tõ sozinho aqui... me desculpe--- disse beijando minha mão

- Então o que tá esperando, vamos resolver os problemas daqui agora e não venha me dizer que eu não vou fazer nada, porque eu vou do mesmo jeito-- disse me levantando e rumando para minha mesa.

- Marina, agradeço sua ajuda, mas o Tom não irá gostar de você estar trabalhando, eu prometi pra ele que não deixaria você fazer nada.--- disse me olhando

- Ele não precisar saber Hans, deixa de ser chato, por favor ...--- disse com os olhos brilhando.

- Tá bom, mas não diga nada pra ele... --- disse me entregando a planilha do mês.

Comecei a olhar os últimos recursos que a agencia havia utilizado para as propagandas e olhei também os gastos. Havia se passado acho que 2 horas e Tom, já tinha me ligado pelo menos umas quinxe vezes, haja paciencia. Bom, como que é bom dura pouco, logo ele veio me buscar para irmos para casa almoçar e bom, não demorou muito e ele voltou pro trabalho. Passei minha mão pela minha barriga e falei com minha filhinha;

- Acho que é só você e a mamãe agoraa meu amor, que tal irmos ajeitar seu quartinho?!--- Luna se mexeu e soube que isso era um sim

Fui pro quarto dela e passei minha tarde lá, imaginado ela naquelas lindas roupinhas, nem percebi que já eram quase 19;30 da noite, Tom iria chegar a qualquer momento
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ohannakaulitz

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MensagemAssunto: Re: O inesperado   Qui Jan 24, 2013 8:19 pm

Ownt que lidinho esse Capitulo( vixee falei igualzinho a uma fresca aarg ¬¬)

Maas, Continua:)

OhannaAlien;3
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suxsy
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MensagemAssunto: Re: O inesperado   Sex Jan 25, 2013 4:10 pm

Capítulo 18 - A terça feira.


Pov. Tom

O resto da semana havia se passado rápido, menos para Marina. Nossa, ela estava de um jeito insurportavel e eu já não tinha mais de ontem tirar parciencia. Minha sogra iria chegar hoje, graças a deus, eu nunca quis tanto ter ela por perto, não que eu não goste da minha sogra, longe disso, ela conheçe melhor a filha que tem, então eu estava muito feliz por dona Sônia vim para Alemanha, mesmo ela não sabendo falar muito alemão. Era muito engraçado quando eu conversava com Marina e ela ficava me nos olhando com cara de medo, Marina sempre traduzia pra ela. O pior não era isso, era quando Marina e ela começavam a conversar em português e eu ficava com cara de abestado, sem nem entender nada eu ainda sim sabia algumas palavras de tanto ouvir Marina falar eu conseguia aprender e ter uma noção do significado, por exemplo Marina adorava falar, Meu Deus do céu, Isso é um absurdo, Ave Maria, Me dar um beijo, Eu te adoro, amor e a minha predileta é Eu te amo. Eu ficava com cara de espaalho quando a ouvia falar essas palavras.

Já era de madrugada e eu estava dormindo com Marina, bom sua mãe chagaria de madrugada lá pelas 4 da manhã e como conheço Marina era mais do que óbvio que ela iria buscar-lá no aeroporto, eu nem cheguei a discordar com ela. Marina estava dormindo em meu peito e eu não conseguia pregar meu olho, eu não sei o que eu tava sentindo, mas tinha a impressão que alguma coisa iria acontecer, não tinha ideia de nada. Aos poucos fui sentido uma cutucada em minha mão, esta estava na barriga de Marina. Luna parecia uma pimentinha, não parava de mexer em nenhum momento e eu como um pai curuja adorava isso. Minha pricessinha poderia nascer a qualquer momento e isso me deixava ansioso, ficava imaginando como seria seu rostinho e isso era meu melhor passatempo. fui tirado do meus pensamentos com uma voz me chamando baixo,logo constatei que era Marina;

- Tommy, que horas são?!--- perguntou bocejando e abrindo os olhos

- Amor, são 2 e meia ainda, pode dormir, eu te chamo pra gente ir pro aeroporto. Marina, você não precisa ir, sua mãe vai entender se você estiver cansada, ela falou isso pelo telefone com você!!--- disse alisando seu rosto.

- Tom, ela é minha mãe!!! pensei que você iria entender isso, poxa faz tempo que eu nã a vejo e isso é o minimo que eu posso fazer!!-- disse irritada

- Eu sei Marina, mas você sabe que a Luna pode nascer a qualquer momento e não odermos nos descuidar meu bem. Eu entendo que você quer ir pegar sua mãe, só quero que você não faça esforço e me preocupo com você, sabe porque?!---perguntei lhe abraçando-

- Porque eu sou absolutamente louco por você e eu te amo demais e ainda mais grávida, tenho medo de alguma coisa acontecer com você ou com a Luna.--- disse lhe abraçando ainda mais apertado.

- Eu também te amo, mas você tem que se controlar amor, porque isso tá ficando chao demais. Eu sei que você tem medo, eu também tenho mas nem por isso fico entrando em nó.----disse me dando uma selinho

Depois dessa nossa conversinha Marina se levantou e foi tomar banho, eu continuei deitado só vendo ela se distanciar de mim e entrar no banheiro. Fiquei um tempo pensando ainda deitado e acabei lembrndo que amanhã seria meu aniversário,eu nem havia prestado atençãonesse detalhe, bom havia outras coisas para eu me preocupar e isso estava tomando banho.

Pov. Marina.

Eu odeio essa mania do Tom que eu não poderia fazer nada, poxa isso já está me irritaando de uma maneira absurda. Eu sei que ele tem medo e eu entendo isso, mas ele não precisa ficar me privando de tudo, principalmente de ir pegar minha mãe no aeroporto. Estava já dentro do box e iria ligar o chuveiro, mas senti a cólica que me vem atormentando uns dias atrás, me encosto na parede e respiro fundo, a dor foi desaparecendo e eu já estava preocupada dela sempre vim e depois sumir, rsolvi não contar nada pro Tom, não queria preocupar, mas já estava com medo dessa dor. Terminei meu banho e sai em direção ao quarto, pude ver Tom dormindo meigamente como somente ele fazia e não pude deixar de ir até ele aproveitando e lhe dando um beijo em sua testa, este se mexeu e eu levantei da cama indo me vestir. Tava com tanta pena de acorda-lo que resolvi não fazer isso. Eu iria pegar minha mãe sozinha no aeroporto, sei que Tom vai ficar puto comigo, mas ele parecia tão cansado que eu não tinha coragem de acorda-lo. Bom, depois de devidamente vestida fui em direção a saida do quarto, pegando a chave do carro do Tom, era óbvio que eu iria no dele, além de ser maior era mais alto. Bom fui descendo devagar as escadas e dei de cara com a Maria;

- Dona Marina, a senhora já vai pegar a sua mãe?---perguntou ao pé da escada.

- Vou sim, olha eu vou sozinha, mas não fale pro Tom que eu vou dirigindo, você sabe como ele é!!--- disse indo em direção a porta.

- A senhora sabe que ele vai ficar bravo comigo por ter deixado a senhora dirigir. ---disse me olhando

- Maria, pode deixar que com o Tom eu me resolvo.--

Fui em direção a land rover branca do Tom, essa que era o xodó dele e logo entrei dando partida. Nossa eu tinha tanta saudade de dirigir, pode parecer besteira, mas isso significava muito para mim. Troquei de cd, porque não aguentava masi os raps do Tom, são legais, mas eu não tinha paciencia de escutar mais do que 3 músicas, coloquei um cd brasileiro, agora sim é que a coisa vai ficar bos, coloquei o cd da ivete sangalo, comecei a cantar e a tipo dançar. Luna se mexia acho que ela também gostava de axé, bom começou a tocar aquela música, acho que era sorte grande e eu já gritava de tentando acompanhar as batidas. Bom depois dessa minha aventura como cantora, acho que depois eu vou para o programa onde o Tom é jurado, para ver se eu tenho chance, é muito bom ele me passar, porque se não ele não passa da porta de casa!!kkkk.

Cheguei no aeroporto e graças a deus ninguém me reconheceu, fui para o portão de desembarque, onde fiquei esperando por mamãe, esta logo foi avistada por mim. Dei um grito quando a vi , ela veio correndo em minha direção e foi logo me abraçando;

- Minha filha... como você tá linda...oh meu amor mamãe sentiu tanta saudade de você---disse me abraçando. Eu nem preciso dizer que já estava chorando, - Filha, que saudades sua!! Deixa eu olhar pra você, nossa minha netinha já tá grande!!--- disse passando a mão em minha barriga.

- É, a Lunajá tá bem pertinho de nascer, fiquei aliviada quando soube que você veria, pensei que iria perder o aniversário do Tom e o nascimento da Luna---disse já seguindo para fora do aeroporto.

- Marina, onde está o Tom? ele não vinha também?---nessa hora eu sabia que minha mãe iria brigar comigo

- Mãe, ele ficou em casa tadinho, ele tava dormindo e eu não tive coragem de acorda-lo.--- disse a olhando fazendo biquinho

- Marina, você tá me dizendo que veio sozinha com esse barrigão e ainda mais dirigindo?!--- disse me olhando indgnada.

- Mãe, eu vim sim, mas tá tudo bem calma!!--- disse tentando tranquiliza-lá, mas conhecendo bem minha mãe tava longe disso acontecer.

- Você é louca? meu deus, você sabe que já está quase pra ganhar bebê e ainda se arrista desse jeito. Bom, eu não vou deixar você voltar dirigindo, cadê a chave do carro?!--- perguntou autoritária.

- Tá aqui, poxa você mal chega e vem logo me dando sermão!!--- disse irritada

- Você merece, minha filha imagina quando o Tom descobrir essa sua loucura, eu não vou tirar a razão dele.---disse entrando do lado do motorista.

O caminho foi tudo bem, tirando o fato de ter que encarar o Tom, eu tava feliz. Agora que desculpa eu iria inventar pra ele. Luna ajuda a mamãe meu amor, falei mentalmente.

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MensagemAssunto: Re: O inesperado   Sab Jan 26, 2013 1:14 pm

Mais que menina mais rebelde, Continuaa:)

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MensagemAssunto: Re: O inesperado   Dom Jan 27, 2013 4:52 pm

Capítulo 19 chegando em casa parte 1


Pov. Tom
Eu nem tinha percebido que havia caido no sono, ultimamente eu não descansava direito, principalmente por causa de Marina, não era por causa que ela não me deixava dormir, era por medo dela entrar em trabalho de parto. Quando despertei pude notar o quarto vazio, Marina não estava no banheiro nem na cama, olhei para o relógio e constatei que já estava atrasado, me levantei num pulo, achei estranho porque com certeza Marina já estaria gritando dizendo que já estávamos muito atrasados. A casa estava totalmente em silêncio e isso me incomodava, desci as escadas só com a calça de moletom e dei de cara com Maria;
- Maria, você viu a Marina?!--- perguntei preocupado indo em direção a porta
- - Senhor Kaulitz ela foi buscar a dona Sonia no aeroporto!!---- disse me olhando com medo.
- O QUÊ?!! COMO ASSIM MARIA?! ELA FOI SOZINHA?!!--- perguntei gritando, estava nervoso e o pior com chateado com Marina, como ela poderia ser tão imprudente desse jeito.
- Senhor eu juro q.. que tentei fazer ela parar, mas o senhor a conhece.--- disse maria tentando se desculpar, mas eu estava furioso com isso.
- Não me interessa, era para você ter ido me chamar e tudo. Marina vai ouvir quando chegar em casa e o pior com que carro ela foi?!--- perguntei preocupado, pelo que eu sabia o meu carro tava com problema nos freios ,então eu estava rodando com o meu audi ou com o da Marina.
- Ela foi com a land rover do senhor. Disse que era maior e mais alto e ajudaria ela a dirigir melhor!--- disse me olhando sem entender a minha pergunta. Meu sangue gelou nessa hora, quase tive um treco meu coração pareceu que batia mais rápido, não esperei por nenhum minuto a mais, sai correndo em direção a escada subindo rápido em direção ao quarto e coloquei uma blusa e pegue a chave do meu audi.
Desci quase caindo na escada e pude ouvir o barulho do meu carro, olhei pela janela e vi dona sônia sair do banco do motorista, fiquei mais aliviado quando vi Marina sair com dificuldade do carro, ela não estava com uma cara muito boa, eu realmente me preocupei com isso me sentei no sofá a esperando.
Pov. Marina
Eu estava nervosa e minha mãe sabia bem o motivo disso tudo. Eu não acordei o Tom, por causa que ele estava muito cansado e tudo, mas ela nem pra entender ela fez.
- Não importa Marina, isso foi muita irresponsabilidade sua, imagina se sua bolsa estoura aqui, o que você faria me diga?!--- disse minha mãe dobrando na rua da minha casa.
- Aff mãe, mas ela não estourou, você é pior que o Tom. Eu fiz isso porque eu o amo e não quero ele cansado. Poxa, tenta entender isso e me defende lá em casa, porque quando eu chegar ele vai passar dois dias falando direto!!--- disse fazendo biquinho
- A senhora pode desfazer esse bico, porque comigo isso não cola Marina. Minha filha, infelizmente eu vou ter que concordar com o Tom. Bom chegamos, faz tempo que eu não vinha aqui e nossa como tá linda a frente da casa.--- disse minha mãe me ajudando a sair do carro. Bom seria agora.
Fui em direção a porta a abrindo e dando de cara com o Tom, que não estava nada boa e eu já estava preparada pra ouvir tudo que eu não queria. Minha mãe foi em direção ao meu marido e o abraçou, este que retribuiu o abraço;
- Tom, meu querido quanto tempo.--- disse minha mãe naquele jeito brasileiro de falar alemão.
- Pois é dona Sônia, faz tempo mesmo. Estou muito feliz que a senhora esteja aqui, assim me ajuda a colocar essa menina nos eixo!--- disse se referindo a mim
Não pude de deixar de concordar com Tom e o pior sabia que eu estava errada. Fui em direção a escada e subi devagar vendo a traíra da minha mãe concordando com o inimigo kkk. Dramático isso tudo, mas tudo bem eu estava cansada e logo tirei minha roupa e me deitei na cama somente se calcinha e sutiã. Passei um tempo só olhando para o teto e constatei que hoje era o aniversário do Tom e sabia que ele não lembrava disso agora. Me levantei e fui em direção a minha camisola, onde a vesti e fiquei esperando Tom aparecer para começar seu discurso. Não demorou muito e logo ele já estava no quarto;
- Pode começar a me explicar que loucura foi essa dona Marina?!--- disse me fuzilando com os olhos.
- Não precisa me olhar dessa forma Tom, eu sei que fiz errado, mas você estava dormindo e eu não tive coragem de te acordar. Sei que você não está dormindo direito e não achei justo te chamar pra ir comigo para o aeroporto meu amor!!--- tentei ser o mais doce possível.
- Você tem noção como eu fiquei aqui?! Não sabe porque você não se preocupa com ninguém e o pior mesmo que isso envolva sua filha... Eu não quero saber de desculpas Marina, dessa vez você passou dos limites e isso foi a gota d’água pra mim.---- disse já alterando a voz.
- Você acha que eu não me preocupo com você e com a Luna?! Você é muito ridículo mesmo, eu aqui pensando que você precisava descansar e você me vem com isso. Olha Tom, eu não admito que você fale que eu não me preocupo com a Luna, eu não admito isso. E você esse pai tão exemplar que é, nem ao menos sabia da existência dela e foi me procurar duas semanas depois da nossa briga quando eu tomei vergonha na minha cara e fui embora. Coisa que eu não devia ter feito era ter voltado para você!!--- eu estava histérica, Tom me olhava com um olhar mortal.
- É isso então que você acha?! Pois saiba que eu não me arrependo de nada que eu fiz, eu faria tudo de novo e não deixaria você ir embora de novo. Eu não posso acreditar nisso Marina, como você é mimada a esse ponto de me fazer lembrar de você indo embora, sabe o que é pior?! É que eu te amo tanto que não consigo acreditar nisso. Eu sei que sua vida não está mil maravilhas, mas dizer que se arrepende de ter voltado pra mim foi demais.--- disse me olhando profundamente,
- Pois eu me arrependo sim, e não pense que eu me esqueci de tudo que você me disse e nunca eu vou esquecer. Quer saber de uma coisa eu tô cansada de tentar enfiar na sua cabeça tudo que eu faço,porque você nunca aprova nada. ----disse virando as costas para Tom.
- OLHA AQUI, DIZ OLHANDO NOS MEUS OLHOS QUE NÃO ME AMA, DIZ QUE SE ARREPANDE DE TUDO, PORQUE EU NÃO ME ARREPENDO DE NADA, DIZ PRA MIM QUE NÃO QUERIA TER VOLTADO PRA MIM, DIZ AGORA--- disse aos gritos me segurando pelos braço de maneira forte.
- Para Tom, você tá me machucando, para me solta!--- eu tentava de maneira inútil me desprender de Tom, mas eu era literalmente mais fraca, bem mais fraca.
- NÃO SOLTO PORRA NENHUMA, VOCÊ ACHA QUE EU VOU AGUENTAR TUDO ISSO?! EU JÁ FUI LONGE DEMAIS COM ESSES SEUS CHILIQUES E SAIBA QUE EU OS ODEIOS. MARINA, ME DIZ SE É ISSO, ANDA FALA---me puxava com mais força me fazendo cair na cama, comecei a chorar por raiva, medo e principalmente dor.
Vendo isso, Tom corre ao meu encontro e ver a merda que acabou de fazer comigo. Eu estava muito abalada com tudo isso e tinha medo que algo estivesse agredido minha filha. Tom tentava falar comigo somente pude perceber as minhas lágrimas molharem o lençol e o olhei com uma cara nada boa.
- Marina, meu amor, fala comigo meu anjo, fala minha pequena. Me desculpe por isso!!--- dizia tentando se redimir comigo, mas a única coisa que eu respondi foi
- Saí da minha frente. Eu te odeio!--- o olhei com toda a raiva existente em mim.

o que acharam por favor comentem!!
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MensagemAssunto: Re: O inesperado   Seg Jan 28, 2013 6:44 pm

Eita será que ela vai colocar o tom para foraa de casa? Continuaa:)

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MensagemAssunto: Re: O inesperado   Sab Fev 23, 2013 11:45 am

Continuaaaa:))))

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MensagemAssunto: Re: O inesperado   Hoje à(s) 10:43 am

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