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 Joiz.ch: Entrevista exclusiva com o Tokio Hotel

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rafaelguedes
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MensagemAssunto: Joiz.ch: Entrevista exclusiva com o Tokio Hotel   Qua Mar 18, 2015 5:54 pm


Tama: Olá e sejam muito bem-vindos a Volkshaus, onde várias garotas aguardam gritando desde de manhã o Tokio Hotel.
Bill: Olá.
Tama: Sejam bem-vindos.
Bill: Obrigado.
Tama: Já vi suas fãs loucas na entrada, elas tão esperando desde manhã, desde às 7 por vocês.
Bill: Me falaram isso, é muito bonito, é uma linda recepção.
Tama: Bom, a gritaria não parou. Eu me lembro quando tinha 12 anos, ou algo assim, e vi vocês no Viva, no Comet, e tinha tanta gritaria que doía os ouvidos. (risos)
Bill: Ficou um pouco mais calmo agora. (risos) Ficou mais calmo porque todo mundo ficou um pouco mais velho, assim como a gente, vieram as primeiras rugas.
Tama: Vocês têm rugas? (risos)
Bill: Ficou mais calmo agora. (risos)
Tama: Calmaí, deixa eu ver se têm rugas. Não tô vendo rugas. (risos)
Gustav: Eu não tenho rugas, eu tenho um rosto gordinho. (risos)
Tama: Não é verdade. (risos) Mas você gosta de comer, né? O que você comeu mais cedo?
Gustav: Um lindo Cookie.
Tama: Um Cookie. Também quero um Cookie. O que tenho que fazer pra conseguir um biscoito?
Tom: Algumas coisas. (risos)
Gustav: O que temos que fazer pra conseguir nosso queijo suíço.
Tama: Vocês conseguiram?
Tom: Não.
Georg: Ainda não.
Tama: Ainda não?
Gustav: Não.
Georg: Falaram pra gente que você ia trazer um queijo maravilhoso.
Tama: Ninguém me falou nada. (risos) Eu trouxe, tá logo alí, posso buscar. (risos) É tão legal ver vocês, ficamos um tempo sem ouvir nada, mas vimos um pouco na mídia, Bill e Tom foram pra L.A., os outros ficaram em Magdeburg. Você se casou, é verdade? (aponta para o Gustav)
Gustav: (mostra a aliança)
Tama: Parabéns!
Gustav: Obrigado.
Tama: As pessoas já ouviram oficialmente de você? Que você se casou?
Gustav: Sim.
Georg: Agora é exclusivo, só para você. (risos)
Tama: Posso dizer que é exclusivo? (risos) Exclusivo na Joiz! (risos) Como é ter um homem casado na turnê?
Bill: É legal, não mudou muita coisa. Todos nós estivemos no casamento, foi muito lindo, tivemos uma tarde maravilhosa, ficamos bem bêbados, foi divertido. Eu gosto de ir a casamentos, eu gosto de casamentos.
Tama: Vocês conheceram alguém lá com quem gostariam de se casar?
Bill: Não, infelizmente não. Não tinha ninguém entre os convidados da festa.
Georg: A maioria que tá sentado aqui não se lembra de muita coisa. (risos)
Tama: Ficaram tão ruim assim? (risos)
Gustav: Sim. (risos)
Tama: Você (Gustav) ainda pode ser amigo deles? De acordo com sua esposa? Tudo bem? (risos)
Gustav: Tudo maravilhoso, ela não faz perguntas.
Tama: Dizem que depois do casamento tudo muda. As coisas mudaram para você?
Gustav: Não.
Georg: Ele não pode mais fazer sexo. (risos)
Tama: Você (Georg) é meio que o gerente financeiro? Isso é bom para os suíços.
Bill: Você tá bem informada. (risos) Nada mal.
Georg: Preparada.
Tama: Preparada, claro, é preciso ao vir falar com vocês. Então, você tá na Suíça, você pegou algumas dicas de investimentos? (risos)
Georg: Não. (risos) Prefiro deixar com os outros. (risos)
Tama: Os cachorros também estão com vocês, não?
Bill: Sim, estão com a gente. Sempre trazemos nossos cachorros, eles gostam de estar na turnê com a gente, já tínhamos levado eles na última turnê. Funciona bem.
Tama: O pequeno gordinho é um doce, Pumba. De quem é?
Bill: É meu.
Tama: Ele gosta de comer bastante, né? (risos)
Bill: Ele adora comida.
Tom: Eu acho que mesmo que ele comesse pouco, ele seria gordo naturalmente. (risos) É um cachorro gordo.
Bill: Ele é “cheinho”
Tama: É fofo. (risos)


Tama: Tô vendo que vocês estão vestindo uniformes.
Tom: Sim, tamos parecendo uma boyband...
Tama: Boyband, isso!
Tom: Porque estamos usando jaquetas da turnê.
Tama: Posso ver? Pode virar?
Georg: (levanta e mostra as costas)
Tama: Uau, Feel It All. É o slogan dessa turnê.
Tom: Por causa disso, porque agora somos muito preguiçosos, temos que usar as jaquetas da turnê. (risos)
Georg: Mas elas são bem chique, temos que admitir.
Bill: Porque não temos saco de abrir nossas malas. Elas são da Alpha Indrustries, eles nos equiparam com as jaquetas para a turnê. É, cada um recebeu uma.
Tama: Mas eu pensei que por você estar sempre na moda, você sempre fosse o primeiro a abrir as malas.
Bill: É verdade. Tô sempre usando essa minha calça da Dior. Vesti pra você. (risos)
Tama: Claro, obrigada. (risos) É claro que isso é o mínimo porque eu tô usando o perfume da Dior, não que eu queira fazer propaganda para a Dior. O que a gente tá fazendo aqui? (risos)
Bill: Eu também! (risos)
Tama: De volta para a turnê, ela se chama “Feel It All” e também é o nome de um pacote que permite aos seus fãs vivenciar praticamente tudo. Podem subir no palco, podem fazer perguntas. É bem completo. Esse é o novo padrão atual? As pessoas têm que fazer isso?
Bill: É, nós estamos fazendo isso pela primeira vez, mas muita gente já faz isso há muito tempo nos EUA, não conheço ninguém que não faz. Pensamos em tentar dessa vez na turnê, porque a própria ideia da turnê como pensamos era de ter um contato real com nossos fãs, poder encontrar e falar e estar perto, e está funcionando bem na turnê. Nos encontramos com eles antes e depois do show, batemos um papo, é bem legal. Nos divertimos também no palco, cantando e dançando, é legal de verdade. Eu gosto desses locais pequenos e íntimos. Voltaremos a tocar em lugares grandes no fim do ano. É divertido.
Tama: Posso fazer uma coisa? Isso pode por minha vida em risco quando eu for lá pra fora. (toca no joelho de cada um) Toquei em cada um! (risos) Acho que é isso que todas essas meninas querem fazer...
Georg: Você tocou na parte íntima do Tom.
Tama: O quê que eu fiz? (risos) O QUÊ QUE EU FIZ?! (risos) Mas por que eu toquei na sua parte íntima quando encostei aí?
Tom: É que eu ponho pra esquerda.
Tama: Mas me explica, não tô entendendo (risos) Quero saber. (risos)
Bill: Acabou! (risos)
Tama: Não, não, não. (risos)
Tom: Essa minha perna é mais grossa que a outra porque eu ponho pra esquerda.
Tama: Como assim “põe pra esquerda”. Não tô entendendo.
Gustav: Nunca viu vídeos do Bee Gees dos anos 80? “Linksträger”?
Tom: É que quando minha cueca aperta, eu tenho que por pra esquerda.
Tama: AI QUE VERGONHA! (risos) Agora eu entendi. Eu nasci em Bern, e dizem que as meninas de lá precisam de mais tempo pra entender as coisas, porque são mais lentas. O que vocês sabem de verdade sobre Magdeburg. Vocês dois (aponta para o Bill e o Tom) eu não posso perguntar mais nada, vocês são meninos de L.A.
Bill: Mas nós não somos de Magdeburg...
Georg: No coração eles são de Magdeburg. (risos)
Bill: Nós não nascemos lá, só vivemos lá por um tempo.
Tom: Eu não sei nada de Magdeburg, só que bebem muito.
Georg: Não.
Tom: Esses dois bebem muito.
Gustav: As pessoas dizem isso dos alemães em geral, que bebem muito.
Georg: Magdeburg é a segunda cidade mais verde da Alemanha.
Tama: A segunda cidade mais verde?
Georg: Economicamente dinâmica...
Tom: É verde porque lá todo munda fuma maconha. (risos)
Georg: Não (risos), é porque tem mais árvores por habitante, eu acho.
Tama: Muito interessante.


Tama: É de conhecimento geral que todos vocês menos você (aponta para o Gustav) não comem carne. É verdade?
Bill: Sim.
Tama: Por que?
Bill: Porque amamos os animais, todos nós temos cachorros e amamos os animais. Não podíamos mais fazer isso. Simplesmente queríamos ser conscientes e evitar isso. Comemos peixe de vez em quando, mas fora isso, tentamos viver uma vida completamente vegetariana. Simplesmente amamos os animais, não queremos apoiar essa criação maciça de animais, é um tema importante para nós, não queremos apoiar isso, procuramos nos alimentar de outro jeito.
Tama: Acho bonito. E como você faz pra se virar (aponta para o Gustav)? (risos)
Gustav: Eu simplesmente como carne. (risos)
Bill: Eu acho que tipo assim, não se pode forçar ninguém, porque é simplesmente uma coisa mais espiritual que alguns simplesmente não alcançaram, mas vão chegar um dia.
Tama: Ouch! (risos) E na frente das câmeras! (risos) Tenho que dizer que falta em mim também essa coisa espiritual (risos)
Bill: Um dia vocês chegam lá. (risos)
Tom: Na verdade o meu cachorro parece uma vaca.
Tama: Ele é imenso.
Tom: Sim. Ele é grande, é preto e branco. Parece uma vaquinha. (risos) Seria como se eu matasse o irmão dele.
Tama: Uau. É, quando se tem essa ideia na cabeça, é impossível.
Gustav: Mas tem em outras cores. (risos)
Tom: É verdade, mas eu vi vários vídeos que as pessoas também podem ver, de como a carne é produzida, o que as pessoas compram nos mercados. Depois disso é impossível comer.
Tama: Você (aponta para o Georg) também ama animais? Você tem um pequeno mini-cachorrinho. É um cachorro de verdade?
Georg: É um cachorro clássico.
Bill: É mais para um porquinho.
Tama: Sim! Parece né.
Georg: Ele é um padreador. (risos)
Tama: Você ama muito esse cachorro porque na sua conta do Instagram a cada duas fotos, uma é do seu cachorro.
Georg: Não a cada duas, a cada três. Ele é simplesmente tão lindo. (risos) É preciso dividir com os outros.
Tama: Mas espera aí, posso perguntar diretamente, tem alguma mulher na sua vida?
Georg: Sim, tem.
Tama: Não é uma merda para ela, porque não tem nenhuma foto dela no Instagram. (risos)
Bill: Acho que ela está muito feliz por não ter nenhuma foto dela. (risos)
Tom: Essas ficam reservadas para a conta particular no Instagram.
Tama: Ah, então vocês têm contas privadas no Instagram.
Bill: Eu não, eu só tenho uma.
Tom: E eu nenhuma.
Tama: Nenhuma?
Tom: É, tem uma conta no Instagram pra mim...
Tama: Com uma foto só.
Tom: Não, com nenhuma foto, mas é uma conta oficial, e quando eu tiver seguidores o suficiente, então vou postar alguma coisa.
Tama: E quanto é “o suficiente”?
Tom: Tantos quanto o Bill, no mínimo.
Tama: Bill, quantos seguidores você tem?
Georg: Cada vez são menos, né? No começo era 1 milhão...
Tom: Não, no mínimo, tantos quanto Bill, sem postar nada, porque ele batalhou tanto pelos seguidores dele, e eu quero conseguir tantos quanto ele sem postar nada, aí então eu posto.
Georg: Não devemos apoiar isso.
Tama: Não sei, mas isso não é meio arrogante? (risos)
Bill: Sim.
Tom: Sim, mas é muito maneiro. (risos) Acho que não tem ninguém com tantos seguidores sem ter postado nada.
Tama: Ok, então é uma corrida, só que meio desigual.
Tom: É que tem uma coisa de ego entre a gente, é um dos maiores motivos para brigas na banda, somos muito egocêntricos às vezes, e eu preciso disso para meu ego.
Tama: Bom, já que estamos falando sobre ego, vocês dois são onipresentes, e vocês são os membros esquecidos do Tokio Hotel, às vezes, (Bill e Tom riem) me desculpem se estou sendo muito direta.
Georg: Acho que está sendo super sincera.
Tama: Isso machuca o ego?
Georg: Não.
Tama: Vocês não ligam pra isso?
Gustav: Não tenho um ego, nem sei qual é a sensação. (risos)
Bill: Pra gente... somos uma banda há 15 anos, e acho que todo mundo está feliz com seu papel, e faz aquilo que tem vontade, não tem regras na banda tipo “ah, você faz isso, e você fala isso”, pra gente é “viver e deixar viver”.
Tom: Laisser-faire. (risos)
Bill: Exatamente, laisser-faire (risos) E cada um faz o que quer, não quer dizer que eles dois foram colocados para trás, que não falam nada...
Georg: Não é nada oficial.
Bill: Não é oficial. E todo mundo gosta do jeito que é, e somos assim desde que chegamos, sempre foi assim.
Tama: Então parece que é bem natural, não tem mais discussão. Eu só perguntei porque você (Tom) disse que é um ponto de brigas na banda.
Tom: É, fora isso, só quando o assunto é ego e Instagram que fica mais sério. (risos)
Tama: Ok, então, sigam ele (Tom) que talvez ele coloque uma foto um dia. Mas aí é só as pessoas irem em um site que elas conseguem fotos.
Bill: Exatamente.
Tom: Como assim?
Tama: Tem muitas fotos de vocês.
Bill: Tem muitas fotos, só não são suas.
Tom: É, mas no Instagram vou postar fotos bem, bem particulares, que nunca ninguém jamais viu.
Tama: Que nunca ninguém jamais viu, ok, bom. Não vou perguntar mais (risos) Acho que não vai ser o fim (risos)
Georg: O Tom pela primeira vez usando shorts, e aí você sabe o que vai aparecer.
Tama: Exatamente. Deve ser grande então, né? (risos)


Tama: Você falou que estão juntos desde 2001, já são 15 anos, e há 10 anos alcançaram o top com “Durch den Monsun”. Isso já faz 10 anos. E é uma viagem louca, passar por esses 10 anos. Quais são os melhores momentos para vocês?
Bill: Acho que não existe “O Momento”, claro que lembro de quando estreamos, e quando alcançamos o top das paradas pela primeira vez, pensamos que... não precisávamos olhar nada porque nem eu sabia como funcionava... tinha uma sensação e pensava “o que tá acontecendo?”, não conseguíamos entender o que estava acontecendo ou o que estava por vir em nossas vidas.
Tom: Infelizmente temos que dizer que tudo passou muito rápido, são dez anos que não parecem dez anos. Se consegue muita coisa, mas ao mesmo tempo não se consegue nada. É preciso se lembrar de viver e aproveitar a vida. Chegou uma hora que eu me lembro que ganhávamos um prêmio atrás do outro, e não sabíamos mais em que cidade estávamos, que prêmio tínhamos ganhado no dia anterior. Não estava dando certo para a gente, por isso precisávamos viver e aproveitar, botar as coisas no seu ritmo porque tem muita coisa para fazer, mas acho que era muito difícil aproveitar o momento. Soa um pouco chato, mas na verdade é, e dez anos passam muito rápido se você não prestar atenção.
Tama: Eu consigo entender. Quando se trabalha tanto, não dá pra perceber o tempo passando. Tem alguma coisa que quando vocês lembram agora, pensam “cara, não prestei atenção nisso”?
Tom: Tem muitos, por exemplo, quando ganhamos nosso primeiro prêmio internacional, foi na MTV, não lembro onde, acho que em Munique, aí veio prêmio após prêmio e se eu pudesse voltar no tempo eu beberia mais e festejaria mais (risos).
Tama: Party hard. Vocês provavelmente vão passar a tarde aqui, vão poder aproveitar, se apresentar aqui na Volkshaus. Quão bem vocês conhecem o público suíço?
Bill: Passamos muito tempo sem vir aqui, eu estou ansioso, acho que vem muita, muita gente de outros países, não sei em qual língua vou ter que falar.
Tama: É muito interessante porque na entrada eu ouvi espanhol.
Bill: Italiano.
Tama: Italiano, inglês.
Bill: Francês. Tem muita gente lá. Eu não sei se vou ter que falar em alemão ou em inglês.
Tama: Até na música você teve que se decidir, se ia querer fazer músicas em alemão ou em inglês, e você escolheu inglês. Por que?
Bill: Acho que quando fazíamos músicas em alemão era bom, mas acho muito difícil escrever um texto bom em alemão, e acho que muita das coisas que fizem sucesso em alemão são muito ruins.
Tama: Sério? Quais? (risos)
Bill: Sim. As coisas que passam nas rádios...
Tama: ♫ Atemlos ♫... e por aí vai. [Atemlos durch die Nacht – Helena Fischer]
Bill: Essa, por exemplo, eu não daria prioridade. (risos) Mas claro que existem muitos cantores, escritores alemães que não ouço, e está tudo bem porque tem pessoas que gostam, mas eu pessoalmente não gosto, e no momento, não tenho ideia do que escrever em alemão. Fizemos alguns bons textos em alemão, mas agora não é a hora para isso. Em inglês também é bom, eu já penso em inglês, e me divirto na maioria, me sinto bem, e não quero mais traduzir.
Tama: Talvez seja porque agora vocês moram em L.A.? Como devemos imaginar L.A.? Tem muitos dos clichés que o pessoal conhece? As pessoas são fanáticas com a saúde, todos têm uma boa aparência, é sempre quente, as pessoas são meio superficiais, talvez?
Bill: Bom, tudo que você disse é verdade. (risos) Todo mundo quer levar uma vida super saudável. Tudo começa muito cedo, todos levantam muito cedo, só bebem coisas saudáveis, muito yoga e pilates. E nós somos os europeus que se destacam porque saímos a noite toda pra ir nas boates, dormimos muito e nunca levantamos cedo. Nós nos destacamos, com certeza.


Tama: Vocês falaram em entrevistas que vocês podem se esconder bem em L.A., mas agora não é mais possível, eu acho, não?
Bill: Eu acho que sempre será uma cidade boa para quem é famoso porque simplesmente é a cidade número um do entretenimento. Tem muita gente que vai pra lá porque querem ter sucesso, que lutam pelo sucesso, e tem aqueles que vão para lá que não querem ser populares e podem se esconder, podem desaparecer. Nós podemos nos esconder atrás das pessoas, podemos evitar que as pessoas saibam onde você vai, se você não quer ser visto. Para nós é a melhor cidade para se esconder.
Tama: Vocês também podem se esconder um dos outros, porque aqui dá para fazer uma parede: Alemanha – EUA. Como funciona uma banda que vivem em continentes diferentes? É legal ou ruim?
Georg: Não estamos sempre separados, Bill e Tom sempre veem para a Alemanha, nós vamos para L.A., estamos sempre em contato pela internet, pelo Skype.
Tom: Não parece muito que estamos separados, é tão perto como em uma turnê, por exemplo. Imagina assim: chegamos em Frankfurt com o ônibus, depois voamos para L.A., eles vão para Magdeburg e em duas semanas nos encontramos em outro lugar do mundo. Não é assim tanto tempo, não é uma grande distância, é só que nossa casa fica lá e a deles lá, não é grande coisa, é como se tivéssemos em hotéis diferentes, então não é problema.
Tama: É, hoje em dia tudo está mais próximo.
Tom: Sim, voamos e nos encontramos em algum lugar do mundo, fizemos nosso CD em todo canto, na Alemanha, em L.A., nos EUA em vários lugares, sempre no lugar onde a gente se encontra no momento, é uma condição do trabalho, você tá o tempo todo fora, por isso não tem um papel importante pra dizer a verdade.
Tama: “Kings of Suburbia”. Quando olhamos na parte de trás do CD, o nome das músicas, só vemos siglas. Isso irrita, porque hoje em dia, quando se manda uma mensagem, só escrevem “lmfao”, tudo muito curto, e às vezes tenho a sensação de que as pessoas não tem mais tempo para isso. Isso é a nova geração que tem que fazer tudo às pressas?
Tom: Essa foi uma ideia do Bill, de abreviar tudo, uma das poucas ideias que o Bill teve que foi boa. (risos) E achamos bem legal, ficamos limitados com o artwork mas ficou bem legal, por fim, temos todas as letras no booklet pra todo mundo ler, e precisamos de muito tempo para fazer o artwort, os vídeos, para a criatividade, o visual, o audio-visual. Trabalhamos com muito amigos, com pessoas que amam a banda, que nos conhecem e com quem queríamos trabalhar, e afastamos quem queria fazer só pelo dinheiro (risos). E temos muito amor por isso, para fazer a coisa toda. Claro que também espero que as pessoas lidem com o produto, que fique como pensamos. Então não tem nada ver com encurtar como na internet. Eu não uso abreviações na internet porque eu não vivo lá, sou contra Twitter e Instagram, então não conheço as abreviações. Uma vez escrevi uma abreviação errada e meu melhor amigo quase morreu de tanto rir (risos), acho que foi “rolf” (em vez de “rofl”), porque eu não sabia o que significava.
Tama: Meu microfone pifou. Agora você sabe o que é?
Tom: Com o tempo eu aprendi o que é “rofl”. (risos)
Tama: É por isso que gosto só da abreviação de vocês, porque é só clicar que aparece o título completo. Esse é o macete. Muito obrigado pela entrevista, foi super legal. Desejo muita diversão na apresentação de hoje.

Fonte: x
tradução: rafaelguedes para o THBrasil

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Última edição por rafaelguedes em Sab Mar 21, 2015 12:50 pm, editado 1 vez(es)
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Gii Way
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MensagemAssunto: Re: Joiz.ch: Entrevista exclusiva com o Tokio Hotel   Qui Mar 19, 2015 12:30 am

O Tom ainda estã impagável, a dupla Torg é demais! haha haha haha haha haha haha

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Having a bad hair day Tomi??? xD
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Milena Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Joiz.ch: Entrevista exclusiva com o Tokio Hotel   Qui Mar 19, 2015 9:38 pm

Eu nunca ri tanto lendo uma entrevista deles huahua
As melhores foram dos Torg.. A cidade verde de maconha e o cachorro do Tom se parecer com uma vaca me fizeram chorar de rir haha
Valeu Rafa pela tradução.. Você tem sido nosso anjo salvador aqui no fórum! =D
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MensagemAssunto: Re: Joiz.ch: Entrevista exclusiva com o Tokio Hotel   

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Joiz.ch: Entrevista exclusiva com o Tokio Hotel
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