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 Chance...Recomeço!

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Racquel

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MensagemAssunto: Chance...Recomeço!   Seg Maio 03, 2010 8:31 pm

Nome: Recomeço
Autor: Racquel ( eu mesma )
Classificação: + 18
Gênero: romance, A.u, drama
Avisos: Contém sexo. Heterossexual.
Beta-Reader: eu o/
[Nº de capítulos: único
Terminada ou não: Sim.
Personagens: Tom e Anna. Bill ( secundário )

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Bom, essa é a primeira one shot heterossexual que eu escrevo o_o E, não sei, talvez a última. Não posso ter certeza.

Então, não é somente de homossexualismo que eu posso viver escrevendo, não é xD ? Bom, eu tentei. Alguns pediram para tentar alguma outra coisa que não fosse Kaulitzcest. Bom, aqui está o resultado.

Essa one shot é minha e é para a Anna, que me mandou dizendo que eu escrevesse uma one dela com o Tom. Bom, já tinham me mandado recados para escrever alguma coisa heterossexual, mas todo mundo dava o mesmo motivo Ç_Ç Eu até me senti inspirada com isso, estava pensando em criar algo. Então, magicamente, A Anna apareceu e pediu com jeitinho para escrever com ela na one xD Bom, não posso recusar um pedido assim.

Bom, é isso.

Boa leitura!
Ah, me avisem qualque erro =)
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Uma leve brisa gélida fez com que seus cachos sedosos dançassem conforme o vento fizesse o trajeto em sua direção, fazendo-a estremecer ligeiramente. Esfregou as mãos uma na outra, aquecendo aquela parte do seu corpo, fechando seu casaco logo depois, tentando escapar do frio que fazia aquela manhã.

Seu olhar tão perdido nas folhas das árvores que caíam que Anna nem notou os pequenos flocos brancos que desciam do céu que, em pouco tempo, fariam com que o chão se tornasse branco. Passou um dedo levemente sobre sua cabeleira, alisando seus fios castanhos até chegarem nas pontas, onde eram graciosamente mais claros, combinando com sua pele clara.

Sentou-se no primeiro degrau da escada, amassando com o pé um pouco da neve que se formara naquele cantinho. Notando finalmente o que estava acontecendo, sorriu. Olhou para cima, vendo aquela maravilhosa vista que era os branquinhos descendo até chegarem ao chão. Pelo menos isso para lhe tirar um pouco da tristeza que sentia naquele momento.

Anna perguntava a si mesmo o que tinha feito para merecer algo como o que ela estava passando. Sendo prima dos gêmeos mais cobiçados do colégio, era para se sentir feliz, já que os homens queriam sempre uma chance com ela, tentando aparecer nas maiorias das vezes.
Mas talvez fosse por isso o motivo da sua tristeza nesse exato momento tão gélido quanto o clima estava.

Seus problemas poderia se resumir em duas e simples palavras, mas que descreviam completamente o que sentia agora: Tom Kaulitz.
Se fechava todas as noites em seu quarto perguntando a si mesmo o que eles eram. Primos, lógicos. Mas não só isso. Eles ficavam. Eles passavam a noite juntos. Não somente como pessoas que tem o mesmo sangue fariam.

Seu coração machucava a cada gemidos, a cada resmungo que Tom fazia ao ver um par de belas nádegas passando em sua frente.
Seu coração machucava ao ver cada olhar malicioso que Tom adquiria ao ver belos corpos sedutores das lindas mulheres de Berlin.

Ela sabia que eles não eram nada além de primos e “ficantes”. Apenas para saciar seu desejo e o do primo.

Mas Anna sempre considerou que eram algo mais. Ou, cedo ou tarde, Tom iria dizer que estava apaixonado por ela e , depois de muito tempo, deitar-se na cama e finalmente fazerem algo mais do que apenas sexo.

Estremeceu ao sentir que o frio aumentara, arrepiando todos os pelos de sua nuca, dando sinal de que era melhor se fechar em casa, aproveitando e fechando sua própria mente, apagando tudo o que poderia restar de sofrimento, desejando que pudessem voltar a ser primos novamente, e que nenhuma brincadeira sexual que já fizeram restasse em sua memória

Preparou um chocolate quente, totalmente o oposto do clima que seu coração emanava.

- Seria tão fácil se tudo fosse comandado por chaves...- Suspirou ofegante, sentindo o cheiro do doce chocolate invadir suas narinas, mesmo que não fosse muito nisso que ela estivesse pensando.- Depois de fechados, jogar as chaves foras ou até mesmo enterrá-las...E as fechaduras não seria fracas para serem quebradas facilmente.- Derramou o conteúdo fervente dentro de uma xícara de porcelana vermelha, gostando do contraste das cores do chocolate com o do utensílio.- Eu jogaria tantas chaves fora...

A única pessoa que Anna havia contado o amor que nutria por Tom há algum tempo fora Bill. Irônico, não? Contar para o irmão gêmeo da pessoa. Eles eram unidos, fazendo assim Bill abrir a boca para contar isso a qualquer momento para o mais velho. Mas ela sabia que ele não o faria. Era algo dela e do gêmeo mais novo. Esse negócio de sempre contarem um para o outro só por esse laço forte é coisa de filósofos. Sempre há um pequeno segredo. E esse era somente deles dois.


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- Se divertiu?- Perguntou Bill, sem tirar os olhos de seu notebook que estava apoiado em suas pernas, enquanto suas costas batiam na cabeceira da cama. Olhou se soslaio para o mais velho, vendo um pequeno sorriso de diversão em seu lábio perfurado pelo piercing.

- O que acha? Eu sempre me divirto...- Viu o moreno dar de ombros pela sua resposta, sem olhá-lo nos olhos desde que entrou no aposento.- Você deveria tentar também. Esse negócio de esperar o tempo certo não é muito bom, sabe? Quando você ver, um dia vai levantar e estar velhinho...- Tom pôs um braço nas costas, curvando-as levemente para frente. Com o outro braço, imitou como se estivesse segurando uma bengala, fingindo ser um velho. Riu baixo ao ver que finalmente tinha atraído a atenção de seu gêmeo para si, tirando pequenas risadas de ambos

- Mas você também sabe que...- Riu ainda pela imitação idiota que o irmão fizera a poucos segundos.- Sabe que eu espero alguém me ganhar, sendo homem ou mulher, tanto faz.- Colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha ao mesmo tempo em que Tom arrumava seus dreads no boné, sem deixá-los escorregar.

Vendo que o mais velho nada mais iria dizer, somente pegar alguma roupa larga qualquer e fazer de pijama, Bill tentou entrar em um pequeno assunto delicado, tomando certo cuidado.

- Então...- Fechou o notebbok e o colocou no criado-mudo ao lado da cama, cruzando as pernas e sentando logo depois.- E a Anna...

- O que tem a priminha? Você viu ela nesse fim de semana, assim como eu a vi...- Colocou a última peça de roupa, sua camiseta, indo deitar-se. Esticou todos os músculos de seu corpo dolorido, caindo com força na cama.

- Bom, não é bem desse jeito, Tom...- Olhei para minhas apenas para não me deparar com o olhar curioso que ele me mandava. Ele deu um alto suspiro, levantando-se logo e seguida. Segui seus passos e franzi o cenho quando ele chegou ao lado da minha cama, em um pedido mudo para me mover um pouco mais para o lado. Mesmo sem saber o porquê, deitei um pouco mais para a direita, vendo Tom deitar ao meu lado, virando e olhando fixamente para mim.

- Não é bem desse jeito...- Ele repetiu minha frase.

- Então...- Continuei, ou melhor, tentei prosseguir, mas ele me impediu, surpreendendo-me.

- Eu a amo...- Aquilo fez com que meus olhos se arregalassem, mesmo que eu não quisesse que isso acontecesse.

Eu sabia que ele sentia alguma coisa a mais por ela, mas pensei que era só carinho, tratando-a melhor que as outras mulheres simplesmente por ser nossa prima e ter o respeito.

- Eu...- Bill estava realmente um pouco chocado. Pensava que o irmão só iria se apaixonar daqui a longos anos, já que ele nunca teve fama de ser romântica ou algo do gênero, assim como o mais novo era.

- Está surpreso, não é?- O maior não precisava confirmar que estava. A ligação era forte para saber o que um sentia quando estavam olhando em seus olhos.- Pois é, eu também estou...Também estou...- Repetiu de jeito manhoso, suspirando cansado, como se gostar de alguém fosse algo difícil. E para ele, era.- É complicado...- Sentiu-se um pouco mais aliviado ao sentir o carinhoso cafuné que seu gêmeo lhe fazia, tentando acalmá-lo de algum modo.

- Eu me vejo amando alguém, Tom...Mas você...- Grunhiu baixinho, achando que a frase soou ruim aos ouvidos do de dreads.- Não que você não possa se apaixonar, mas é que eu não achei que fosse tão cedo, apesar de perceber algo mais entre vocês dois...

- Eu a usei, Bill...Brinquei com ela. Pensei que estava tudo bem por ser minha prima, entende? Só não pensei que ia me agarrar tanto à ela desse modo, entende? Mais do que minha simples prima...- Cobriu-se com co cobertor, cobrindo o corpo pequeno do irmão junto consigo, afundando-se mais a cabeça no travesseiro, gostando da leve massagem carinhosa que as mãos de Bill ainda lhe proporcionavam.

- Ela só deve sentir raiva de mim...É melhor para ela, e é o que eu mereço...

- Você esta lindamente enganado, Tomi.- Bill sussurrou, sorrindo ao receber um olhar confuso e uma testa franzida do loiro.- Ela te ama tanto quanto você a ela. Ela sempre te amou. Você sabe, não é? Anna nunca foi de deixar ninguém tocá-la tão intimamente. E por que será que ela só deixava você? Entende o que eu digo?

Tom não iria se fazer de vítima e começar a falar “ Oh, mas ela não deve me amar. Deve ter feito isso só pro sermos primos”. Ele não iria dizer isso. Os dois irmãos eram bem inteligentes para saberem a situação em que estavam. E, pelo jeito que Bill falou, ele tinha razão.
Não precisaram de mais palavras para aquela noite fria. A união entre si e o cobertor fizeram com que o sono viesse rápido, assim como algumas idéias que passavam na cabeça do gêmeo mais velho.

Ele iria conquistar sua confiança de volta. Do melhor jeito que ele sabia fazer. Da maneira Tom Kaulitz.

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Uma batida alta em sua porta fez com que Anna quase pulasse de susto de sua cama. Não estava tendo um sono muito bom e também, em todos os seus dezoito anos de vida, nunca precisou acordar tão cedo como estava sendo agora.

Levantou-se da cama e atrapalhou-se até encontrar sua pantufa. Estremeceu pelo frio que sentiu por estar apenas com uma camisola de inverno que não a aquecia totalmente para o clima de inverno.

Olhou o relógio de soslaio, constatando que eram apenas sete horas da manhã. Com um sorriso debochado, amaldiçoou qualquer ser vivo que estava visitando ela nesse exato momento.

Gritando um sonoro “Já vai”, caminhou lentamente até a porta principal, arrumando um poucos seus cachos na ida.

- Bom dia, Anika.- Proferiu Tom, alegre até demais, totalmente o oposto do que Anna sentia agora. Sono. Ela só queria bater a porta na cara desse imbecíl e voltar para suas cobertas peludas e quentinhas. Franziu o cenho levemente ao escutar seu apelido sair de um jeito carinhoso até demais vindo de Tom.

- O que quer a essa hora, Tomi?- Disse a última palavra de um jeito irônico, ao mesmo tempo dando espaço para o mais velho entrar em sua casa.- Você olhou as horas antes de sair?- Não conseguiu conter um tom de raiva em sua voz. Odiava acordar cedo, mesmo que fosse por seu primo lindo.

- As horas não importam...- Viu o olhar nada agradável da prima sobre si, pensando rapidamente em converter aquela situação um tanto quanto tensa.- Ok, importa. Mas eu decidi que tempo é a única coisa que eu quero perder, sabe?

- Tempo? Perder?- Acariciou suas têmporas, procurando por meio desse ato alguma paciência com Tom.- Incomodasse Bill. Ele está sempre disposto a te ouvir.

- Ele já ouviu meus problemas.- Cruzou os braços e sentou-se na cadeira da cozinha, sem tirar os olhos de Anna, rindo de modo infantil pela camisola azul com bichinhos.

- Então vá atrás de seus problemas que eu vou resolver os meus enquanto eu durmo e sonho com eles, falou? – Ameaçou voltar para o quarto se sua camisola não fosse puxada com força, fazendo-a parar no mesmo instante.

- Você é meu problema, Anika.- Um tom assustadoramente sério na voz do loiro fez com que Anna o observasse de cima abaixo, tentando achar alguma farsa nisso.

- O que quer de mim, Tom Kaulitz?- Resmungou, levando uma mão até a pia, tomando equilíbrio.

- Que você me dê finalmente seu amor que está guardado a tanto tempo. Eu sei que você me ama...

- Veio aqui só para me jogar na cara o que já sabia?- Seu tom de voz, por incrível que pareça, não estava alterado. Possuía uma calma invejável. – Eu te dei meu corpo, você recebeu e o usou. Agora, não vou dar meu amor para você usá-lo, Tom.- O primo estremeceu ao ouvir a seriedade em sua voz. Mas ela tinha razão, não poderia chegar aqui e esperar ser recebido de braços abertos depois de tudo.

- Sabe, Anna...- Deu alguns passos até chegar na sala, sentando no sofá e batendo a mão na poltrona ao lado, pedindo para ela sentar. Sem hesitar, pronta para o ouvir, aceitou. Ela nunca fugia de nada. Mesmo que tivesse que ouvir sobre seus sentimentos.

- Eu nunca me apaixonei, nunca quis me apaixonar, nunca desejei isso para mim.- Pegou uma mecha de seus cabelos castanhos, enrolando-os nos dedos, sempre olhando para um ponto fixo da sala.- Confesso que no começo te usei, usei como fiz com as outras. Mas sempre tive mais carinho por você, por ser minha prima.- Anna tinha menção de falar, mais foi impedida por um olhar que pedia mudamente para o deixar falar tudo, senão não conseguiria mais.

- Nós sempre estivemos juntos. Sempre nos divertimos só nós dois. Às vezes desejava que nunca tivéssemos tido nenhum tipo de relação, entende? Que tudo pudesse voltar a ser como era antes: apenas primos. Eu entrei no seu jogo, você entrou no meu. Fizemos o que a maioria dos adolescente e jovem fazem: sexo por diversão.

- Mas quando eu pensei nisso, achei que poderia sair do seu jogo facilmente, partindo para outra menina bonita e usando-a da mesma forma. Eu não consegui me livrar; quando me dei conta, ainda estava preso em você, no seu jogo. E quando pensei nisso, me desesperei completamente. Eu fiquei com medo, porque isso é algo que eu nunca pensei que sentiria.

- Você me teve sem saber. E o medo de que só você me tivesse me deixou assustado. Não era justo, eu queria te ter também. Quando eu descobri que você sentia por mim a mesma coisa, eu não nego, eu pensei: “ Oh, o que devo fazer?”. Porque eu realmente não sabia lidar com a situação. Fiquei acordado a noite inteira pensando em alguma maneira de fazer isso.

- Qual maneira?- Anna finalmente falou depois de alguns minutos ouvindo a declaração de Tom. Ela sabia que todas aquelas palavras serviam apenas para dizer um simples e puro “Eu te amo”.

- Fazer amor com você, não sexo. Sem jogos. Sem brincadeiras.- E, algo que se Tom estivesse mentindo teria feito era meter a mão debaixo da sua camisa, mas ele não o fez.- Você quer?- Ele perguntou. Realmente tinha perguntado se poderia tocar no seu corpo, mas não para usar, para amar.

- Você sempre poderá. Mesmo que você não me amasse, você pode. Eu me acostumei com seu toque e você é o único que tem o direito de me tocar.

Nenhum som de voz foi mais proferidos. Palavras não eram necessárias naquele momento, apenas toques mais abusados e, de vez enquanto, carinhosos. A mão boba de Tom subiu por seu corpo, debaixo de sua camisola, enrolando os dedos nas rendas da calcinha.
Anna usou a força e um pouco das unhas para lhe arrancar o boné, gemendo ao sentir as espessuras dos dreads enrolados em seus dedos, acariciando-os.

Seus lábios se tocaram pela primeira vez em que faziam amor. A língua do mais velho penetrou sem hesitar em sua boca, sorrindo internamente pelo grunhido feliz que Anna tinha soltado. Tom era um bom beijador. Ele sabia disso. Usava-o ao seu favor. Separaram-se por breves segundos para retirar sua camisola, deixando-a apenas com suas duas peças de roupas íntimas. Tom apreciou aquele corpo lindamente esculpido à sua frente, feliz em ser o único a poder tocá-lo em todos os lugares.

Sem quere constrangê-la por ser a única praticamente nua na sala, o mais velho retirou sua camisa e calça com total voracidade, tirando belas risadas que sua, agora, namorada. Eles eram, mesmo que ninguém tivesse pedido.

Anna sorriu ao constatar que agora os dois estavam semi-nus, apenas com peças debaixo. Correram para o quarto, esquecendo o frio que faziam naquele momento. Jogaram-se na cama, rindo. Os toques e beijos continuaram, cada vez mais ousados e atrevidos. Caga gesto insinuava queres aprofundar aqueles carinhos. E ninguém iria dizer não. Eles já tinha cedido.

De maneira lenta e sexy, para Tom, Anna arqueou um pouco as costas, podendo levar suas mãos até ela, abrindo o fecho do sutiã, jogando-o logo depois em alguma parte do quarto que não era nada importante agora.

Sorriu maliciosamente ao finalmente ver aqueles lindos par de peitos que tanto amava. Mesmo que tivesse visto os de muitas mulheres, só aqueles eram perfeitos; nem grandes, nem pequenos demais.

Arrastou os grosso dedos até a calcinha, tirando-a habilidosamente, jogando-a no mesmo lugar em que estava o sutiã, assim esperava.
Tremeu ligeiramente ao sentir os dedos macios de unhas grandes tirar sua cueca na mesma intensidade, mostrando um membro totalmente ereto.

Apertou com uma das mãos seu seio esquerdo, mordiscando e lambendo levemente o outro, enquanto a mão de Anna massageava com vontade sua glande. Vários gemidos misturados e ninguém mais sabiam quais eram de quem. Mas o barulho que faziam apenas o deixavam mais motivados e empolgados a ir adiante.

Abriu suas pernas, usando certa força no ato, fazendo movimentos bruscos. Olhou rapidamente em seus olhos, vendo a permissão de continuar que era totalmente concedida. Apertou as grossas pernas em sua cintura, enquanto dirigia seu membro até a entrada que tanto conhecia, mas que pela primeira vez estava desfrutando com total prazer. Dois gemidos baixos e roucos foram proferidos: um por sentir seu membro quente dentro da garota; e outro por sentir-se novamente penetrada, depois de tanto tempo.

Lábios se juntaram de novo como se fossem um imã, sem fazer questão de separá-los. Gemidos e grunhidos eram abafados pelas suas bocas, dando um prazer mais intenso.

Movimentos que no começo eram lentos agora se tornaram ferozes. A velocidade completamente aumentada, querendo levar os dois corpos ao ápice do prazer, dando-lhes um dos melhores orgasmos que já tiveram em toda sua vida.

- Tom...- Murmurou, sentindo que logo, logo tudo isso iria acabar por sua parte, de forma deliciosa.

- Anna...- Sem conseguir dizer mais alguma palavra que gostaria, dando mais três estocadas fortes, desmanchou-se dentro dela, sem remorso algum. Isso era a última coisa que poderia sentir nesse momento.

Os corpos quentes ainda grudas, sentindo o cheiro de sexo e amor que o quarto agora possuía. Um cheiro agridoce para suas narinas.
Caiu ao lado, fazendo-a respirar melhor, mesmo que a respiração de ambos ainda esteja descompassadas.

Tom a cobriu carinhosamente com o cobertor, grunhindo feliz ao sentir seu corpo pequeno aninhando-se ao seu para uma boa manhã de sono. Agarrou-a pela cintura, fazendo leves carinhos em suas costas antes dos dois caírem no sono.

Anna dormia em paz pela primeira vez, sabendo que não precisava se preocupar em acordar e não vê-lo mais ali, pois sabia que agora o tinha acorrentado. E as chaves dessa corrente ela fazia questão de jogar fora.

Era uma nova chance; sem brincadeira e jogos sexuais.

Era seu amor sendo correspondido na mesma intensidade, esquecendo tudo do passado.

Era seu recomeço.


Fim!

Não briguem comigo, primeira vez que faço esse gênero ÇÇ


Última edição por Racquel em Ter Maio 04, 2010 12:30 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Chance...Recomeço!   Seg Maio 03, 2010 10:23 pm

Gente eu CHO-REI lendo essa One...
PERFEITAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! doce
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MensagemAssunto: Re: Chance...Recomeço!   Ter Maio 04, 2010 8:53 pm

nossa Racquel!!!
nunca vi one mais perfeita!!!
adorei!!!
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MensagemAssunto: Re: Chance...Recomeço!   Dom Maio 09, 2010 12:00 pm

Amei Racquel !
AMiga tu escreve bem demais!
Essa one foi dedicada para qual Anna ? -Q Anika_vampire_tom ou aninhamhf ^?-NQ xereta mode on

Adorei Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Chance...Recomeço!   Dom Maio 09, 2010 4:21 pm

anika vampire, ela me pediu =)
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MensagemAssunto: Re: Chance...Recomeço!   Dom Maio 09, 2010 6:55 pm

PERFEITA!!!
Muito boa mesmo... (Só não gostei da parte do Bill falar que estava esperando alguém que o ganhasse, seja HOMEM ou mulher... É lógico que vai ser MULHER!!!! )
Mas tirando isso,é realmente linda!
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MensagemAssunto: Re: Chance...Recomeço!   Dom Out 31, 2010 1:07 pm

Lindo amei'''
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MensagemAssunto: Re: Chance...Recomeço!   Hoje à(s) 11:34 am

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