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 [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência

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MensagemAssunto: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 5:10 pm

Nome: Da infância a Adolescência.
Autora: Eu (Duds)
Personagens: Bill e Tom (basicamente)
Gênero: Romance/Erótico
Classificação: Cap 1 ao 18 +16 Cap 19 em diante +18
Número de Capítulos: Aproximadamente 30
Terminado ou não ? Não
Aviso prévio: Essa fic já foi postada aqui mas foi excluida. Estou tentando voltar com ela. De dois em dois comentarios eu posto (somente para não rolar flood)

Essa fic contém: Romance entre os Kaulitz. A história dos irmãos desde a infância até os dias atuais acompanhando a história real de vida dos artistas. Muito amor e carinho. Descrição de sexo explícito.
Nota da Autora: Essa é a primeira e unica Fic que vou escrever. Resolvi publicá-la anonimamente por motivos pessoais. Mas deixo claro que isso não a isenta de direitos autorais.
OBS: Desprezo incesto, mas por motivos obvios no caso dos Kaulitz o tema me atrai e inspira.


SINOPSE: Aos 10 anos Bill ficou excitado com Tom pela primeira vez. Anos depois teve plena consciência do que sentia. Até seus 17 o sentimento foi se tornando cada vez mais incontrolável porem perceptivelmente recíproco. Aos 18 tomou a decisão de fazer algo a respeito. E atualmente...


Boa Leitura e bom divertimento. Very Happy


INTRODUÇÃO:

Desde nosso nascimento eu nada conseguia fazer em paz e sossego que não fosse ao seu lado. Apenas em sua companhia conseguia me sentir seguro e tranqüilo, como se nada pudesse me atingir ou fazer mal.

E como poderia ser diferente? Todos os anos de carinho e cuidado, atenção e amor mútuos. Cada minuto longe dele sempre me pareceu uma eternidade, um eterno pequeno momento de solidão, onde apenas eu existia e mais ninguém. Fosse quando ele estava em sua aula de guitarra e eu na de canto, quando ele saia sem mim com seus amigos, (coisa que nunca o fiz, nunca fui popular ou necessitado de demais companhias como ele) ou mesmo nos poucos minutos em que tínhamos que estar separados cada um em seu quarto esperando o sono chegar.

Naquela época eu jamais poderia ter consciência do que eu sentia, do que nós sentíamos, éramos e tínhamos. Nunca, jamais poderia imaginar que as coisas poderiam ser como são hoje...


____________________________________


Última edição por Fã de BH/MG em Qui Maio 05, 2011 10:03 pm, editado 7 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 5:19 pm

OMG OMG OMG OMG OMG OMG OMG OMG
EU LEIO ESSA FIC NO NYAH !
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
SURTEI
MELHOR KAULITZCEST FOREVER AND EVER !
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 5:29 pm

Lucy escreveu:
OMG OMG OMG OMG OMG OMG OMG OMG
EU LEIO ESSA FIC NO NYAH !
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
SURTEI
MELHOR KAULITZCEST FOREVER AND EVER !

EU TAMBÉM LEIO AAAAAAAAAAAAAAAA *-*
Sim sim, posta! Vou adorar ler de novo *o*
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 5:35 pm

CAPITULO 1 - A PRIMEIRA EREÇÃO

Aos 10 anos, em um dia como outro qualquer, acordei de forma incomum e inesperada. O despertador não havia tocado como de costume, e ainda em sonhos pude o ouvir a voz de Tom chamando meu nome. Quando finalmente voltei a realidade, lá estava meu irmão, com o rosto a centímetros do meu, chamando por mim de forma tão suave e carinhosa como nem mesmo mamãe o fazia.

O susto repentino daquele rosto lindo tão parecido e tão diferente do meu, seu hálito quente de cheiro tão familiar, provavelmente já seriam capazes de me perturbar, mas o que realmente fez o sangue pulsar inconsciente pelo meu corpo foi sua mão suavemente pousada sobre minha coxa, quase em contato com minha virilha, fazendo rápidos movimentos de vai e vem, balançando-me, tentando me acordar.

Antes daquele dia eu jamais havia sentido nada de forma sexual, ainda era completamente puro e inocente, não tinha idéia de como era realmente ficar excitado. Mas naquela manhã tudo mudou, pude sentir com clareza o sangue pulsando por meu membro ainda infantil, senti-o duro sobre meus pijamas e aquela sensação única de inicio do êxtase inevitável.

Nunca havia sentido aquilo antes, mas sabia o que significava pois já o havia estudado na escola. Assim que tive plena consciência do que estava acontecendo em meu intimo, fiquei muito assustado e constrangido, e Tom percebeu a mudança repentina em minha expressão facial.

- Bill! Você está bem? Eu te Assustei? – Perguntou ele em um sussurro.

Em um movimento involuntário olhei para baixo em direção ao meu pênis. E o movimento não passou despercebido por Tom. Ele imediatamente fez o mesmo, e ao reparar em meu ainda pequeno membro abriu-me um sorriso que mesclava entre o divertimento e a compreensão.

O constrangimento me inundou e minha reação foi a pior possível. Levantei-me com tamanha rapidez que derrubei meu irmão que ainda estava agachado ao lado de minha cama com a mão sobre minha perna. O sorriso compreensivo de Tom se desfez instantaneamente, abrindo lugar para a expressão de tristeza e desculpas que eu tão bem conhecia e detestava ver. Mas o aperto que senti em meu peito não foi suficiente para aplacar a vergonha que agora eu sentia, e que se tratando de Tom, quase não conhecia.

- Tom! Saia do meu quarto! – Gritei.

- Não Bill. Acalme-se...

- Saia! – Falei mais uma vez empurrando-o para fora do meu quarto.

Mesmo a porta não possuindo fechadura, Tom foi respeitoso e esperou do lado de fora. Do outro lado, enquanto me concentrava para tentar acalmar o que agora vivia dentro de minhas roupas, eu ouvir a voz macia de meu irmão inaudível para qualquer outro dentro da casa, apenas para mim.

- Bill... Qual o problema? Somos irmãos...

- Vá embora Tom! Vá tomar café com a mamãe e Gordon, eu logo vou. – Disse tentando normalizar minha voz, uma vez que a de meu irmão era de diversão e preocupação.

Naquele momento meu constrangimento se dava unicamente ao fato de meu irmão ter me visto excitado, ainda mais se tratando de minha primeira vez, apenas anos mais tarde, pude relacionar o que havia sentido, meu primeiro prazer físico com o primeiro toque de Tom próximo as minhas partes intimas ligados a proximidade de seu rosto e ao calor e delicioso cheiro de seu hálito.

Quando finalmente me estabilizei, troquei de roupa e desci para tomar café. Mamãe e Gordon já haviam saído para o trabalho e Tom estava terminando suas panquecas com mel.

- Fiz um sanduíche pra você. – Disse ele com naturalidade. – Mamãe queria que eu obrigasse você a comer panquecas de novo. – Pude perceber pelo seu sorriso que a graça não era apenas enganarmos novamente a mamãe.

Sentei-me para tomar meu café-da-manhã enquanto meu irmão, que já havia terminado, ficou me observando em silêncio. Assim que eu enchi a boca com um grande pedaço de comida que me impossibilitaria responder por um bom tempo, me direcionou a palavra.

- Bill, não fique com vergonha de mim. Sei que foi a primeira vez que aconteceu com você, pois se já tivesse acontecido antes você teria me contado, assim como eu te contei. Desculpe por acordá-lo em seu primeiro sonho.

Ele abriu aquele sorriso safado ainda imaturo, que muitos anos mais tarde e mais aperfeiçoado seria motivo para acelerar meu coração e desestabilizar a minha respiração, e eu pude perceber que o assunto estava terminado. Apenas concordei com “uhum”, ainda de boca cheia, e correspondi ao sorriso de Tom.

__________________________________________________
Ae meninas obrigada quem leu ou vai ler. Vou dar uma tempo de postar no Nyah! até aqui chegar no mesmo capitulo.
Como eu disse, de dois em dois comentários eu posto, só para não rolar Flood




Última edição por Fã de BH/MG em Qua Jul 07, 2010 3:39 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 5:49 pm

HUMM.
Bill tão novinho e já ficou exitado *OO*.
É só o Tom mesmo para deixar os outros assim.

Bill ficou meio revolts' shausha'.

POSTA MAAAAAIS *OO*.
É tão bom reler a melhor fic do mundo :*-*:'
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 6:41 pm

"Desculpe por acordá-lo em seu primeiro sonho."
Sonho, sei :B

Bill estressado é tenso .q

Posta mais mais mais *-*

Lucy escreveu:
É tão bom reler a melhor fic do mundo :*-*:'

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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 6:45 pm

HA não SOU FÃ DE KAULITZCEST não mais li
POSTA


Última edição por jessymyk em Ter Jul 13, 2010 1:14 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 6:56 pm

CAPITULO 2 - O DIA DA APRESENTAÇÃO

Finalmente havia chegado o grande dia, minha 1ª participação em um programa de televisão, ao treze anos, eu era um dos competidores mais jovens em busca do grande reconhecimento. Mamãe havia me inscrito a vários meses, muitos testes já haviam sido feitos e por várias etapas de classificação eu felizmente já passara. Mas agora era diferente, uma apresentação ao vivo, para todo o país. Antes mesmo de abrir meus olhos já tinha consciência de tudo, e em meu organismo já começava a se instaurar um ataque de nervos.

Levantei-me da cama do hotel com uma mistura de nervoso e empolgação em meu intimo, vi Tom deitado na cama ao lado e apenas isso já foi suficiente para ajudar a me acalmar um pouco.

Segui em direção ao banheiro, tirei toda a minha roupa e entrei no banho. Ali com aquela deliciosa água quase fervendo escorrendo pelo meu corpo, aos poucos espantando o sono, pude pensar com mais clareza. Seria dali a algumas horas, todos iriam me ver, me conhecer, teria que dar o melhor de mim. Eu sabia que tinha nascido para aquilo, mas a possibilidade de um erro ou mesmo de um pequeno deslize ainda me assustava. Nada de ruim poderia acontecer, todos estariam me observando, toda a platéia, todos os jurados, todos o país. Meu pai estaria me vendo em algum lugar, assim como mamãe e Gordon... Assim como o meu Tomi. Tudo tinha que ser perfeito, eu deveria transmitir a minha perfeição através daquele palco, da minha voz, performance e figurino, pois ELE nunca havia me visto em momento de maior glória.

A música já estava escolhida, “It’s rainning man”. Assim havia eu escolhido pois acreditava que essa música em inglês liberaria o melhor de minha voz e presença de palco. A que mais impressionaria quem eu queria realmente impressionar, mas ainda não o sabia.

Aproveitei o relaxamento que aos poucos a água quente me proporcionava e ainda pensando em todos que estariam me admirando, fui descendo a mão pelo meu corpo, tirando-a dos cabelos, deslizando-a pela nuca e pescoço, deslizando-a suavemente por meu tórax, passando-a para barriga e demorando-me um pouco por essa região, passando com suavidade os dedos pelos poucos pelos pubianos que começavam a nascer sobre minha genitália. Comecei a me lembrar da ultima menina que havia beijado e em como as coisas poderiam ter se tornado mais íntimas do que realmente foram. Segurei meu membro já completamente ereto e comecei a acariciar-lo. Como era boa e relaxante aquela sentimento de prazer, ao poucos fui aumentando a pressão e a velocidade de minha mão sobre meu pênis, acelerei os movimentos, cada vez mais rápido e mais forte até que a sensação maravilhosa e incontrolável sensação de êxtase me preencheu por completo, e por alguns segundos não havia mais nada alem daquela tensão boa em meu corpo, principalmente em minha parte intima. Mesmo me controlando, foi inevitável emitir um suave gemido de prazer.

- Bill? – Tom já estava acordado – Tudo bem com você? – Perguntou ele, e pude perceber pela nova proximidade da voz que ele estava em pé a centímetros de distancia da porta do banheiro.

- Bom dia Tom. Sim, Tudo bem. – Respondi com a voz levemente alterada.

- Ah... Sim. Animado com o grande dia?

- Sim, é claro! Um minuto Tomy, já estou saindo. – Falei na intenção de evitar uma conversa sem olhos nos olhos. Ele não respondeu mais, aguardou.

Sai do chuveiro, peguei a toalha branca e felpuda e comecei a me enxugar, 1º os cabelos, depois cada parte do meu corpo, quando terminei prendi a toalha a meu redor por debaixo das axilas, não pela cintura, e sai do banheiro.

Tom estava sentado na cama mais próxima, me em frente a porta do banheiro. Assim que nossos olhares se encontraram pude sentir o enorme sorriso se espalhando em meu rosto, como um reflexo do sorriso que se abria também no rosto de meu gêmeo.

- Bom dia Bill !! – Disse Tom com um enorme sorriso no rosto – Adoro ver você usando a toalha dessa forma – Disse ele apontando um pouco para e mim e dando uma suave risada. Foi impossível não acompanhar-lo e rir também.

Caminhei-me até o espelho principal do quarto, peguei uma escova de cabelo e comecei a me arrumar de costas para Tom. E ele continuou.

- Fica tão... Er... Engraçado... – Disse com um tom de voz bem menos divertido, olhando fixamente para mim pelo reflexo do espelho, mas ainda com aquele sorriso delicioso no rosto.

Apenas olhei para ele através do espelho, e pude sentir o sangue me subir a cabeça e me fazer corar.

Acabado o cabelo, peguei uma cueca nas mala e a vesti por debaixo da toalha, então a desenrolei de meu corpo ficando apenas de roupa intima, e pela 1ª vez desde que eu havia saído do banheiro, Tom desviou seus olhos de mim, encarando fixamente o chão, foi então sua vez de corar. Levantou-se subitamente, ainda sem olhar em minha direção novamente e disse de forma séria, quase como um anúncio.

- Vou tomar banho agora! – E assim dito, entrou no banheiro e trancou a porta.

Me arrumei rapidamente, o que na época não era difícil devido a cuidados menores com cabelo e maquilagem, antes que Tom terminasse de se banhar. Já havia se passado das 12:00 e estávamos atrasados para encontrar mamãe e Gordon no salão de alimentação. Eu havia demorado mais do que deveria no banho e Tom não me avisou nada. Mas depois brigaria com ele por isso. Depois que mamãe brigasse comigo.


______________________________________________________________________
jessymyk . Obrigada por ler. Algumas pessoas que tambem não gostam de K'cts tão gostando da fic ^^


Última edição por Fã de BH/MG em Qua Jul 07, 2010 3:53 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 7:08 pm

BILL SAFADÃO HOHO' ADORO.
Bill se masturbando, A-D-O-R-O :X' haha';
Ai meu It's raining men, o video é muito zuado, me mato de rir ! shausa

"Tom desviou seus olhos de mim, encarando fixamente o chão, foi então sua vez de corar."
HOHO nem tu resiste Razz'
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 7:10 pm

meu sonho é fazer isso com o bill :
fui descendo a mão pelo meu corpo, tirando-a dos cabelos, deslizando-a pela nuca e pescoço, deslizando-a suavemente por meu tórax, passando-a para barriga e demorando-me safado

omg to ficando pervertida auhaauuaauhhuuau

magina q é isso leio sim é só postar
=D

aliás vc escreve muito bem parabéns!!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 7:18 pm

CAPITULO 3 - ATRÁS DAS CORTINAS


Estava a espera nos bastidores ha mais de três horas e o tempo que passara sozinho, apenas rodeado pelos demais competidores, aumentava meu nervosismo a cada minuto. Desde a hora do almoço não via Tom ou qualquer outra pessoa de quem gostasse realmente. Faltavam apenas mais dois participantes para se apresentar, seria então minha vez. O frio em meu estômago começou a se intensificar e uma sensação de solidão e insegurança foi surgindo com rapidez.

Se ao menos eu pudesse conversar com alguém que gostasse, alguém que pudesse me fazer seguro e confiante novamente. Não acreditava que Tom não fizesse questão de me ver antes do grande momento. Eu precisava dele e ele não estava ali para mim. Tinha consciência de que amigos e parentes não podiam entrar nos bastidores. Mas eu conhecia Tom tão bem quanto ele me conhecia, ele sabia que eu precisaria dele, assim como eu sabia que ele tentaria me ver. Então porque não havia aparecido ainda? Antes que pudesse concluir esse pensamento, fui bruscamente interrompido.

- Bill! – Gritou Tom agarrando-me e puxando-me com brutalidade para um dos cantos do palco, para trás das cortinas pesadas e escuras.

O espaço ali era muito pequeno e ficamos frente a frente, com nossos corpos colados um no outro, os batimentos cardíacos acelerados e rostos muito próximos. Quando tentei falar, ele esticou um dos braços e colocou dois dedos sobre minha boca para que eu me mantivesse em silencio. Dois seguranças passaram apressados próximo ao local onde estávamos, ao poucos seus passos foram se afastando e quando não mais podíamos ouvi-los Tom abriu um divertido sorriso e em seguida tirou os dedos de meus lábios.

- Tom! O que você esta fazendo aqui? – Falei em voz baixa.

- Como assim? Vim ver meu irmãozinho! – Eu me limitei a sorrir junto com ele. – Caralho! Tive que passar por 3 seguranças e 2 supervisores pra chegar até você. – Ele disse ainda com aquele sorriso de divertimento no rosto.

- Obrigado! – Foi apenas o que consegui responder.

Então o sorriso no rosto de Tom foi aos poucos se transformando em uma expressão séria, e como era de costume nós mudamos de expressão juntos. Logo, nós dois estávamos muito sérios. Nos olhamos nos olhos fixamente durante algum tempo, e então, como quem toma uma decisão importante, ele me abraçou com força, uma abraço cheio de tensão porem ainda mais intimo e compreensivo do que qualquer outro antes daquele. Eu correspondi com entusiasmo, apertando-o contra meu corpo, o frio em minha barriga dobrou em segundos, assim como a sensação de insegurança e medo haviam desaparecido. E eu não estava mais pensando na apresentação. Todos os meus sentidos estavam ali, naquele espaço mínimo e escuro onde nós dois estávamos, e a única coisa que eu desejava naquele momento era continuar ali, apertado em seus braços, apertando-o nos meus.

Como se pudesse ouvir meus pensamentos, ele me soltou de seu abraço, mas sem tirar a mão de minha cintura, olhou-me nos olhos e subiu suas mãos agarrando-as em meus cabelos próximo a minha nuca, fiquei completamente sem reação, e por um breve segundo, tive a impressão de que me beijaria, e percebi que queria que ele o fizesse. Mas Tom se limitou a me beijar no rosto e sussurrar em meu ouvido “Boa sorte Bill! Eu amo você!”

Ainda sério, ele me soltou e sem olhar para trás, se retirou. Fiquei parado imovel, sem entender com certeza o que estava sentindo, apenas voltei ao local onde estava quando ouvi o apresentador anunciando o próximo participante, o que significava que em seguida seria minha vez.


_______________________________
jessymyk Obrigada ^^
Quem não quer fazer isso com o Bill que atire a 1ª pedra hauahauahua ATORON
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 7:29 pm

"ele me abraçou com força, uma abraço cheio de tensão porem ainda mais intimo e compreensivo do que qualquer outro antes daquele. Eu correspondi com entusiasmo, apertando-o contra meu corpo, o frio em minha barriga dobrou em segundos, assim como a sensação de insegurança e medo haviam desaparecido."

Tom me abraça também ? :*-*:

Cap perfeito *-*. Depois de um abraço do Tom, até eu arrasaria hoho'
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 8:01 pm

Nossa, perdi 2 capítulos DD:

Own, It's Raining Men, depois de um abraço desses *-*

Posta *-*
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Biaah *
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Jul 06, 2010 8:36 pm

Leitora nova!
Capítulo muito fofo!

Continuaa!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qua Jul 07, 2010 8:31 am

CAPITULO 4 - CONSCIÊNCIA DA ATRAÇÃO


A apresentação já havia chegado ao fim, a platéia foi à loucura e os jurados me destinaram os melhores elogios do dia. Mas eu ainda não estava com a sensação de dever cumprido que esperava sentir. Ainda estava apreensivo.

Vi mamãe, Gordon e Tom vindo em minha direção e no mesmo instante corri em disparada para os braços de meu irmão, bati contra ele com força e antes que pudéssemos nos sentir, mamãe me puxou para um abraço de urso e me deu um de seus beijos pegajosos que só mesmo uma mãe pode dar em seu bebe. Abracei também Gordon e recebi seus elogios, fomos então juntos os quatro rumo a saída para pegar um taxi de volta para o hotel. Aos poucos eu e Tom fomos ficando mais para trás, caminhando lado a lado, então pude perguntar o que eu realmente queria saber.

- O que você achou? Como fui?

- Bill... Você foi impressionante...

- Em que sentido você quer dizer? – A voz de Tom estava diferente, indecifrável.

- O melhor possível. – Disse-me sério.

- Você assistiu tudo? – As respostas breves de Tom não estavam me satisfazendo.

- Mano... Eu simplesmente não conseguia tirar meus olhos de você.

Pude perceber a plena sinceridade em sua voz, e até mesmo um leve toque de timidez. O alivio que não sentia a dias e que tanto buscava, finalmente me veio. E então percebi que nada que qualquer pessoa dissesse teria importância se ele discordasse, assim como todos poderiam ter-me dito que fui um fracasso, que caso uma mesma resposta contraditória saísse daqueles mesmos lábios, daquela mesma forma, seria a opinião sincera dele que ira me satisfazer e alegrar, e só. E essa resposta me bastou por hora.

- Bill... Quando chegarmos ao hotel... Tenho uma surpresa pra você. – Falou baixo e com seriedade me olhando com o canto dos olhos.

Meu coração encheu-se de alegria, não havia nada no mundo que eu gostasse mais do que as surpresas de Tom. Fosse quando ele me dava uma revista, CD ou algo qualquer que sabia que eu gostaria, quando alugava um filme que eu quisesse muito assistir, me comprava um chocolate gostoso ou até quando apenas me mostrava algo interessante. Mesmo sabendo qual seria sua resposta, não pude deixar de perguntar.

- O que é Tomi??? – Meu sorriso de empolgação estava impossível de disfarçar e a resposta que eu esperava não veio.

- Na verdade é pra nós dois. Uma coisa que nunca fizemos antes. Para comemorarmos juntos. Marcar ainda mais esse dia e essa noite.

Minha mente voou longe, sem saber exatamente para onde. Não era nada que ele iria me dar ou me mostrar. Era algo para nós dois. Juntos. Alguma coisa que nunca fizemos antes. Fiquei então extremamente ansioso, com um nervosismo fora do comum.

- Não vai pergunta o que é Bill?

- O que é? – Perguntei desconfiado.

- Surpresa! – Era essa a resposta que eu esperava desde o principio. Mas naquele momento eu estava tão ocupado pensando o que seria a tal surpresa, que nem percebi a deixa de Tom para me fazer de bobo, e nem me importei que ele o fizesse.

- Engraçadinho, sabia que você falaria isso. – E Tom me respondeu com aquele sorriso feliz que eu tanto amava. Eu porem não conseguia achar a devida graça.

Estava ansioso o suficiente para me deixar tenso e quase serio. Talvez quase tão tenso quanto antes da apresentação. As surpresas de meu irmão costumavam me deixar ansioso, nunca tenso. Porem eu não sabia o que esperar “Uma coisa que nunca fizemos juntos”, essa seria difícil, não conseguia pensar em nada devido que eu ainda não tivesse feito com Tom, pelo menos não em um quarto de hotel.

Voltamos dentro do taxi comentando sobre o programa, sobre a minha e as demais apresentações. Falávamos e sorriamos. Mas cada palavra que falava e cada sorriso que eu dava me pareciam falsos, minha cabeça estava na “surpresa” que eu teria quando chegasse no hotel.

Mamãe entrou em seu quarto acompanhada por Gordon enquanto eu e Tom lhes desejávamos “boa noite”e íamos para o nosso quarto logo ao lado.

Assim que a porta se fechou atrás de nós, o frio na barriga voltou. Ainda à porta do quarto, meu irmão me segurou firme pelos pulsos, mantendo-me a sua frente, tentando manter uma expressão seria no rosto, mas visivelmente se divertindo.

- Bill... Feche os olhos. – Eu imediatamente obedeci. – Não abra!

Então ele me soltou e pude ouvir seus passos se afastando. Eu quase não me agüentava de exitação. Minhas pernas começaram a tremer e eu sorria tão profundamente em meu interior que se tornou impossível que minha boca acompanhasse também no exterior. Pude ouvir seus passos voltando em minha direção. Então ele falou de forma quase natural:

- Abra os Olhos Bill! – ele nem mesmo precisou terminar de falar para que eu obedecesse novamente.

Mas assim que o fiz uma sensação totalmente desconhecida de decepção surgiu em mim. Tom estava na minha frente, segurando uma garrafa de vinho nas mãos. Eu não sabia o que esperava, mas definitivamente não era aquilo, e sem duvidas minhas expectativas haviam sido completamente quebradas. Como não podia deixar de ser, ele percebeu minha decepção, e assim como eu mesmo, também não a entendeu.

- Bill? Ta bom, você não gostou. – Disse ele quase tão decepcionado com minha reação quanto eu estava com a surpresa, já caminhando para guardar a garrafa novamente na mala.

- Não é isso. – Eu não agüentava vê-lo daquela forma e precisava fazer algo rápido para que ele não se magoasse. – É só que... Como você conseguiu isso? - Disse eu esboçando um sorriso não muito animado.

- Peguei escondido na cozinha do hotel. Acho que ninguém me viu. Pelo menos não olhos humanos. Quanto as câmeras... Não posso garantir. – Ele já estava sorrindo novamente, parecia realmente animado com a própria idéia estúpida.

Então, pensando melhor, pude perceber que não era tanta surpresa assim. Tom já havia comentado comigo que seus amigos bebiam, e que tinha interesse em experimentar, mas que só o faria se eu estivesse com ele. Uma bebida era realmente apropriada para uma comemoração, e eu sinceramente também não via a hora de dar meu 1º gole em algo alcoólico e saber como era. Então porque eu estava decepcionado?

Tom colocou a garrafa na estante mais próxima em seguida segurou minhas mãos.

- Não precisa beber se não quiser. Eu não vou se você não for. Desculpa, mas pensei que você também quisesse. – Falou sem me olhar diretamente nos olhos.

- Eu quero Tomi. Mas... Eu estou com medo. – Foi a resposta menos falsa que pude encontrar no momento. Tom então me abraçou com carinho.

- Não tenha medo Bill. Nós estamos juntos. Vai ser divertido. – Ele sussurrou em meu ouvido.

Então eu me lembrei de nosso abraço antes da minha apresentação, em como ele havia sido diferente do normal e em como eu havia me sentido. E como quem percebe uma coisa obvia, pude finalmente pensar conscientemente o que meu inconsciente já sabia a provavelmente muito tempo.

Eu estava decepcionado porque era aquilo que eu queria, era aquilo que eu esperava, ficar em contato com ele, como nunca fizemos antes. Queria que ele me beijasse como pensei que faria quando estávamos no escuro atrás das cortinas. E senti uma enorme vontade de chorar. Mas se deixasse uma só lagrima correr pelo meu rosto não teria nenhuma desculpa para dar a meu irmão. Tentei então ignorar esse pensamento e decidir o que faria com a porcaria do vinho que Tom tinha conseguido. Mas foi impossível espantar a minha mais recente descoberta. Eu não podia pensar naquilo nem mais um segundo ali, abraçado a ele, só tornaria tudo mais difícil. Eu então o soltei tentando sorrir e disse que precisava 1º ir ao banheiro.

Entrei e me tranquei. Fechei a tampa do vaso e sentei-me sobre ela com as mão no rosto. Será que eu não estava confundindo o carinho e o cuidado de Tom? Sabia que não, pois sabia qual seria minha reação se ele tentasse me beijar. Eu o beijaria de volta. Não podia acreditar que estava sentindo aquilo pelo meu próprio irmão, já me havia sido estranho quando percebi que estava atraído por um garoto, agora era pior. Muito pior. Era em Tom que eu estava pensando. O que eu faria a respeito? NADA. Continuei repetindo para mim mesmo “esqueça isso”. Mas e se Tom sentisse o mesmo por mim? Será que ele sentia? Sentíamos praticamente tudo da mesma forma. Eu sabia que caso contrario ele me odiaria, ou pior, ficaria triste, magoado e decepcionado. Eu sabia que Tom era meu. E que eu era dele. Que jamais poderia ter com ninguém o que eu tinha com ele. Mas será que era também dessa forma? “Bill... Você está enlouquecendo” disse para mim mesmo. Resolvi então ignorar completamente o que eu estava sentindo e pensando. Mesmo tendo plena certeza do que se passava.

- Bill? – Tom me chamou, e pude perceber que ele estava completamente normal. Ao contraio de mim.

- Já estou indo Tom – Falei baixo para que minha voz não denunciasse que havia algo de diferente.

Eu já sabia o que sentia e agora tinha que decidir o que fazer a respeito. Não demorei nem o tempo de me perguntar para me responder. “Nada. Tenho que manter as coisas como estão. Perfeitas. Como devem ser.”. Naquele momento estava decidido a ignorar toda e qualquer coisa que não fosse considerada normal. Quão difícil isso poderia ser? Provavelmente não muito. Pois Tom acima de tudo é meu irmão. Olhei-me no espelho, sorri para meu próprio reflexo e deduzi que estava apresentável. Sai do banheiro então disposto a agradar Tom, beber o vinho que ele tanto queria e ter uma noite agradável e divertida entre irmãos, como já deveríamos estar fazendo a algum tempo.


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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qua Jul 07, 2010 9:44 am

mamãe me puxou para um abraço de urso e me deu um de seus beijos pegajosos

ai q inveja da tia simone uhauhhauahaha

posta mais
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qui Jul 08, 2010 12:01 pm

aiwn Ela posto aki eu amo essa fic é d+.. love

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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qui Jul 08, 2010 1:02 pm

Nhá, vinho é broxante .-.
Eu também pensei que a surpresa fosse outra, mas tudo bem :3

Posta mais! *-*
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qui Jul 08, 2010 7:35 pm

humanoiid escreveu:
Nhá, vinho é broxante .-.
Eu também pensei que a surpresa fosse outra, mas tudo bem :3

Posta mais! *-*
+1
Pobre Bill ...'
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qui Jul 08, 2010 8:25 pm

Leitora nova e atrasada!!
ai que bom mais uma escritora de Kaulitzcest!!!
continua menina, to ADOGANDO*
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qui Jul 08, 2010 8:51 pm

CAPITULO 5 - ESTRELAS EM ASCENSÃO


A medida que os dias se passavam foi ficando cada vez mais claro o tipo de amor que eu sentia por Tom. E em conseqüência foi ficando também mais difícil ignorá-lo. A cada dia percebia algo de diferente em nosso passado que me fazia perceber como sempre havia sido aquele meu verdadeiro sentimento.

Percebi que cada uma das mulheres que havia ficado e cada um dos garotos pelos quais me senti atraído me lembravam de alguma forma Tom. Por aparência física como cabelos, olhos e até o corpo, ou fossem jeitos e características na personalidade, como a forma de sorrir, me observar, falar comigo ou mesmo me tratar. Assim como também ficou obvio o que se passava em meu intimo cada vez que Tom me olhava nos olhos, me abraçava e protegia. Mesmo quando ele ficava magoado comigo, ali estava o sentimento encravado em meu peito e era finalmente claro então porque aquilo me doía mais do que qualquer dor física.

Conseguia pensar também em muitos momentos onde o sentimento parecia recíproco. Como quando ele me defendia na escola de uma forma fora do comum. Tom ficava simplesmente transtornado quando qualquer pessoa estava a me sugigar, debochar ou humilhar. A tal ponto que certa vez quando tínhamos 12 anos partiu sem pensar para a agressão física com 3 garotos mais velhos que estavam rindo de mim, empurrando, me chamando de esquisito e afeminado. Tom ficou simplesmente incontrolável. Quando viu ao longe o que estava acontecendo saiu em disparada para os três garotos, e sem saber de onde ele havia tirado forças, foram necessários muitos minutos para que os três conseguissem aplacar sua fúria e nocauteá-lo. Ver Tom ali ao chão sangrando e com os sentidos afetados, por culpa minha, foi provavelmente o pior momento da minha vida.

Ou mesmo certa vez aos nove anos quando eu acidentalmente me perdi dentro do parque de diversões. Tom me encontrou menos de uma hora depois, sentado perto da sorveteria. Ele nunca foi do tipo que chora, eu sempre fui o chorão, só o tinha visto chorar nas raras vezes em que se machucara de alguma forma mais grave. Mas naquele momento quando me viu sentando, correu em minha direção e me abraçou forte. Começou então um choro compulsivo, que eu jamais poderia imaginar que ele pudesse emitir.

Também me lembrava com freqüência dos primeiros shows que fizemos ainda como Devilish em pequenas casas e festivais. Em como esquecíamos completamente de Georg e Gustav e apenas nos admirávamos, ele olhava para mim durante praticamente todos os momentos de todas as apresentações, assim como eu também só tinha olhos para ele e muitas vezes me lembrava que a apresentação era para o publico, não para Tom.

Após minha participação no programa passei a fazer muito mais questão de ensaiarmos, meu irmão não entendeu minha súbita mudança nesse aspecto, pois eu sempre preferi ficar em casa apenas com ele a chamar Georg e Gustav para ensaios ou mesmo irmos ensaiar na casa de um deles. E quando Tom me indagava sobre a repentina mudança, a minha resposta era sempre a mesma.

- Tom, agora que senti o gosto da fama, vou buscar por ela como nunca.

Mas a verdade era que o tempo que passávamos com Georg e Gustav ensaiando tornava mais fácil esquecer o que eu sentia e passar momentos agradáveis como irmãos. E assim, ensaiávamos todos os dias, e começamos a compor como nunca, de forma que em poucos meses já tínhamos musicas suficientes para mais de um álbum.

Os dias se transformaram em semanas e as semanas foram se tornando meses, os meses ficavam cada vez mais agitados e cheios, e assim, com a mente ocupada pelos trabalhos com a banda, foi ficando cada vez mais fácil controlar o que eu sentia por Tom. De forma que o sentimento só me perturbava em momentos especiais de maior proximidade entre nós, como quando eu me emocionava comemorando juntos e sozinhos mais um avanço da banda, quando eu me derretia ao vê-lo entrando no meio de discussões minhas com Gustav, Georg ou mamãe, defendendo-me com vontade, mesmo quando eu estava visivelmente errado. Mas o real problema era quando eu me excitava por Tom parecer me provocar de maneira calculista e completamente consciente na forma nada fraternal que me tratava, o que me fazia por vezes, ter certeza que ele sabia como eu me sentia em relação a ele.

Então a medida que os meses foram se transformando em anos, não sei se por impressão ou se realmente acontecia, fomos ficando cada vez mais próximos de uma forma diferente, ao ponto de muitas vezes pensar que ele tinha certeza do que eu estava sentido e correspondia a esse sentimento.

A forma diferente que ele me tratava quando estávamos sozinhos era tão gritante em comparação a quando estávamos próximos de mais pessoas que todo o esforço de mais de um ano para manter o sentimento guardado, como se sempre estivesse estado ali, começaram a parecer nulos. E a medida que começávamos a fazer mais sucesso, era comigo que Tom queria comemora. E era a mim que ele aplicava nosso sucesso. Assim como eu somente queria comemorar com ele, e a ele eu atribuía o motivo de nossa crescente fama.

Resolvemos então em comum acordo, mudar o nome da banda para o atual “Tokio Hotel” e devo admitir que relaciono parte de nosso sucesso a essa feliz mudança. Conseguimos então nessa época, aos 15 anos, contrato para gravarmos nosso 1º álbum completo. De onde surgiu a ate hoje famosa musica Monsoon. E com esse álbum e essa musica podemos finalmente entrar no tão desejado Top 10 alemão, chegando a 1ª colocação em menos de um mês, e assim sendo, começamos também uma turnê.

A vida para mim não poderia estar mais perfeita, com uma pequena exceção. Até que começou a acontecer de nos colocarem em quartos separados em alguns hotéis. O que muito me entristecia no começo, mas da 3ª vez que aconteceu, por volta da meia-noite, ouvi batidas muito suaves a minha porta. Era Tom, que não queria ficar sozinho. Chegou dizendo-me que sentia minha falta e que estava ansioso demais para conseguir dormir sem uma conversa antes do sono.

Da primeira vez que aconteceu tivemos uma breve discussão sobre quem dormiria no chão, cada um insistindo para que o outro se apossasse da cama. Acabamos por fim resolvendo dormir juntos, de forma que isso se tornou um habito, e cada vez que nos colocavam em quartos separados eu já me alegrava a espera de Tom para dormirmos juntos. Cada cidade e cada hotel por onde passávamos dormíamos cada vez mais próximos e juntos, ate que passarmos a noite inteira abraçados tornou-se quase normal.

Então certa vez antes de um dos shows, próximo a Georg e Gustav, comentei sobre alguma coisa sem importância da noite anterior, que como de costume Tom havia passado em meu quarto. Pude perceber pelas perguntas de Georg e pelos olhares de Gustav que eles não tinham idéia do habito que eu e Tom havíamos adquirido e pela cara que Tom fez para mim, eles não deveriam saber nunca.

Mas por que não? Qual era o problema de dois irmãos dormirem juntos? Nenhum. A menos que por trás disso houvesse algo a mais. E se Tom se incomodava que outras pessoas soubessem era porque para ele também havia algo a mais nas noites que passávamos juntinhos.

Subi ao palco naquele dia com uma alegria instável, que se misturava a preocupação se Tom iria para o meu quarto também naquela noite.

E como não podia deixar de ser, próximo a uma da manhã ele bateu com delicadeza em minha porta. Eu a abri, nenhum de nós dois disse nada e ainda em silencio fomos nos deitar. Enquanto ele estava ali deitado sobre meu peito, envolto em meus braços. Falou já de olhos fechados.

- Bill, não comente com os meninos sobre isso... – E eu sabia o que era o isso a qual Tom estava se referindo – Eles podem não entender.

Assim que ouvi o que ele estava dizendo, fique subitamente feliz, e mesmo sabendo que as palavras que eu estava prestes a pronunciar eram quase diretas, não pude deixar de dar a resposta sincera que estava na ponta da minha língua.

- Não se preocupe Tom, ninguém nunca vai ficar sabendo de nada. – Disse baixo próximo ao seu ouvido, apertando-o contra meu corpo com um pouco mais de força e seguindo as palavras de um beijo em seus cabelos. Ele apenas suspirou.

- Eu te amo – Disse tão baixo que fiquei na duvida se estava falando para mim ou apenas constatando um fato a si mesmo.

- Eu te amo Tom. – Respondi no mesmo tom de voz.

Pude sentir seus batimentos se acelerarem junto a meu corpo, e sabia que ele também podia sentir os meus.

- Boa noite. – Foi a última coisa que ele disse.

E eu apenas repeti o beijo. E fechei meus olhos.


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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qui Jul 08, 2010 9:07 pm

Own, é muito lindo isso de eles dormirem juntinhos *-*
O raciocínio do Bill é super certo, se o Tom não quer que ninguém saiba, mas continua insistindo, é por que isso não é uma ilusão, e tudo que não é uma ilusão é real, e tudo que é real é concreto (?) #HouseFeelings .QQ
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qui Jul 08, 2010 11:32 pm



humanoiid escreveu:
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Own, é muito lindo isso de eles dormirem juntinhos *-*
O raciocínio do Bill é super certo, se o Tom não quer que ninguém saiba, mas continua insistindo, é por que isso não é uma ilusão, e tudo que não é uma ilusão é real, e tudo que é real é concreto (?) #HouseFeelings .QQ
Ignore tudo o que eu disse até agora :3

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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Sex Jul 09, 2010 12:43 am

Citação :
Own, é muito lindo isso de eles dormirem juntinhos *-*
O raciocínio do Bill é super certo, se o Tom não quer que ninguém saiba, mas continua insistindo, é por que isso não é uma ilusão, e tudo que não é uma ilusão é real, e tudo que é real é concreto (?) #HouseFeelings .QQ
Ignore tudo o que eu disse até agora :3

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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Sex Jul 09, 2010 1:44 pm

ai que lindo eles durmindo juntinhos!!!
e o Tom é tao corajoso defendendo o irmão...
owwnn que lindo!!!!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Hoje à(s) 9:07 am

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