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 [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência

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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Seg Mar 28, 2011 9:43 pm

CAPITULO 16 - A GOTA D'AGUA - PARTE III


Quando Tom saiu do quarto eu simplesmente não conseguia parar de sorrir. Tudo tinha saído muito melhor do que o esperado, nunca poderia imaginar que algumas palavras pornográficas e um pouco mais de firmeza pudessem ser tão eficientes com relação a Tom “Ele é mesmo um bobo”. Eu continuava a sorrir sozinho, deitado na cama, me tocando novamente, mas agora por dentro da calça.

Imaginei que caso ele permitisse que a conversa chegasse até aquele ponto, certamente funcionaria para convencê-lo a deixar-me tocá-lo as vezes. Mas eu nunca poderia imaginar que ele cederia tanto logo de cara. Não hesitei em tirar o máximo de proveito daquela situação enquanto ele permitisse. Sentir seu pênis ereto contra o meu corpo, justo naquele local, tinha me enlouquecido completamente, quando ele permitiu que movimentasse meu quadril sobre ele o meu nível de excitação e alegria foram absurdamente inexplicáveis.

O tesão que senti por estar brevemente sob controle libertou meu lado mais atrevido, sem saber como ou porque fui sem vergonha alguma aumentando os movimentos sobre aquele pênis ereto sob mim. Quando notei que ele matinha o rosto escondido entre as mãos e não me fitava, imediatamente levei uma de minhas mãos até meu membro extremamente necessitado de toque. Se ficássemos daquela forma por mais algum tempo eu certamente seria capaz de gozar mesmo sem um estimulo direto. Sem duvidas o momento mais erótico da minha vida.

Quando Tom me virou rapidamente e se posicionou deitado sobre mim, por breves segundos vi a certeza de que iria acontecer no fundo de seus olhos, mas algum motivo que eu desconhecia o fez retroceder. Não estava chateado, em momento algum pensei que fosse conseguir tudo assim tão fácil. Sabia a todo tempo que em algum momento ele se afastaria, demorou até muito, muito mais do que imaginara.

Quando ele saiu do quarto foi impossível não continuar me tocando, eu precisava de alivio, mas ao contrário do que sempre fazia quando entravamos em um contado maior ou mais longo, me permiti uma masturbação lenta e completa. Logo as calças já não estavam mais em meu corpo e eu me tocava suavemente ainda por cima do pano da boxer, lembrei-me que a porta estava destranca e que Tom poderia voltar a qualquer momento. “Melhor ainda” pensei comigo mesmo, sorrindo ainda mais ao imaginá-lo entrando ali e me vendo fazer o que eu logo começaria.

Depois de aproximadamente meia hora brincando sozinho, vesti minhas roupas e me deitei a espera de Tom. Um tempo se passou e faltavam quase duas horas para irmos para o aeroporto, resolvi procurar por ele, certamente estaria no restaurante, no hall ou em uma das áreas de lazer. Se bem o conhecia estaria no restaurante fumando um cigarro, tomando um suco de maracujá e pensando em nós com eu havia pedido.

Quando desci para aquele ambiente corri meus olhos por todo o salão, avistei os G’s sentados tomando café-da-manhã com alguns membros da equipe, mas nada de Tom, em nenhum lugar do salão.

- Bom dia! – Falei muito sorridente cumprimentando a todos.

- Bom dia Bill! Senta aí com a gente. – Gustav logo falou.

- Ãh... Agora não, estou procurando Tom. Alguém sabe onde ele está?

-Ah! Seu irmão ta ocupado agora Billy. – Falou Georg dando uma risadinha que foi acompanhada por Gustav.

- Ocupado com o que? – Perguntei de forma completamente inocente. Georg e Gustav se entreolharam e sorriram.

- Dando um trato em uma fã. – Me respondeu acompanhado de uma suave gargalhada.

- O que?? – Perguntei meio alterado – Ele ta com uma fã agora??

- Sim Bill. – Gustav me respondeu, ambos estavam sérios agora, certamente tinham percebido minha frustração, talvez até minha mágoa, mas principalmente minha mudança repentina de humor.

- Vocês estão brincando comigo... – Ainda tinha alguma esperança de que realmente estivessem.

- Claro que não Bill. Por que nós falaríamos uma coisa dessas?

- Onde ele está? – Perguntei muito alto, visivelmente irritado. Todos da mesa agora olhavam pra mim com uma cara estranha, não me importei.

- Calma aí Bill. Você não vai atrapalhar seu irmão vai? Deixa ele lá... – Começou Georg.

- Ele ta no quarto que o Georg estava hospedado, 348. – Gustav o interrompeu. Certamente tinha notado meu desespero, ao contrário de Georg, só esperava que ele não suspeitasse seu real motivo.

- Obrigado Gustav! – Falei ainda bravo já me retirando do local.

Saber que Tom tinha encontrado uma garota pouco depois de tudo tinha me magoado muito, de certo que tinha todo direito de fazer o que tivesse vontade, mas não esperava que conseguisse se atirar nos braços de outra pessoa minutos após termos um momento tão íntimo e prazeroso juntos. Por mais que tentasse me controlar o que sentia naquele momento muito se assemelhava ao que tinha sentido quando me disse que pretendia perder sua virgindade, me senti traído e desvalorizado.

Rapidamente caminhei até o quarto indicado por Gustav. Não tinha a menor idéia do que faria ao chegar lá, provavelmente apenas bateria na porta, talvez ele ainda não tivesse começado nada e desistisse ao ver-me novamente. Chegando ao andar caminhei pelo corredor olhando as placas de metal nas portas. 340... 341... 342... 343...

A porta do quarto 344 senti como se meu estomago despencasse. Podia ouvir gritos e gemidos que não vinham daquele cômodo, vinham de um cômodo mais adiante, bem mais adiante. Continuei caminhando, ainda na esperança que tanto barulho viesse de outro quarto, mas sabia que não. Mesmo que nunca tivesse escutado Tom gemer daquela maneira, sabia que era ele... 346... Meus olhos já começavam a se encher de lágrimas, como ele poderia estar aproveitando tanto a companhia de outra pessoa?

347... Os sons agora eram tão altos que minha vontade era voltar pra trás no mesmo instante, eu sabia que não teria coragem de bater na porta, sabia que não teria coragem de fazer nada, apenas ficar parado sem reação como sempre foi de meu feitio. Mas alguma coisa me fez continuar... Parei a porta do quarto 348 e fiquei atônito encarando o pedaço de madeira a minha frente, enquanto meu coração se despedaçava a cada gemido de Tom que ouvia.

- Ahhhhh Tooommmm! – Podia ouvir a voz da garota gemendo por meu irmão. – Você é tão bom! Assim!... Vai Tom! Mais rápido!!! – Aquilo já tava começando a me embrulhar o estômago.

- Ahhhhhh – Tom gemia alto com sua voz rouca. – Eu vou gozar. – Avisou.

- Não Tom! Espera. Eu quero mais. – O que diabos eu ainda estava fazendo ali?

Comecei a fazer o caminho de volta pelo corredor, mas antes que pudesse chegar a porta do quarto 346 pude ouvir algo que me fez ficar absolutamente estático.

- Ahhhhhh Isso... Oh... Céus... Bill!!! – Pude ouvir Tom gritar quando chegou ao orgasmo.

Eu não estava acreditando naquilo, mas sabia que não tinha ouvido perfeitamente. Meu coração estava completamente disparado e eu não conseguia mover um músculo sequer. Ele tinha gritado por mim. Chamado por meu nome enquanto transava com uma vadia qualquer. Será que ele estava pensando em mim durante o ato? Ao mesmo tempo que o que tinha ouvido me deixasse um pouco feliz eu sentia uma repulsa enorme por Tom naquele momento. Não acreditava que ele pudesse fazer aquilo com ele mesmo, e com a garota e comigo. Simplesmente horrível. O corredor agora se encontrava em um completo silêncio e eu de forma vacilante recuei alguns passos. Voltando para a porta do numero 348.

- Você... Falou o nome do seu irmão! – Pude ouvir com certa dificuldade.

- Claro que não! Você... ta... ta maluca? – Tom retrucou gaguejando um pouco.

- Tom Kaulitz! Eu ouvi muito bem. Você... Falou sim. O nome do seu irmão. Bill! – Apenas pela voz pude notar a surpresa e o desespero na voz da garota.

- Você é maluca é? – Tom falou muito irritado. – Ta insinuando que eu tenho tesão no meu irmão?? – A garota permaneceu calada por um tempo.

- E eu sempre achei as pessoas que comentam sobre vocês dois completamente loucas. – Falou tão baixo que eu quase não ouvi essa parte.

- As pessoas que comentam?? – “As pessoas que comentam??” me indaguei também do lado de fora.

- Vai me falar que você nunca ouviu falar de Kaulitzcest? – Meus olhos se arregalaram.

Todos os meus esforços de meses para esconder de meu irmão essa sórdida informação tinham ido por água abaixo naquele instante. Todo esse tempo escondendo cartas, excluindo emails e bloqueando sites tinham sido totalmente em vão. Esse sempre foi o maior medo de Tom, ele nunca me tinha dito diretamente, mas eu o sabia. Medo que as pessoas ficassem sabendo.

- Nunca ouvi absurdo maior! – Falou com firmeza. – Sabe de uma coisa? Você é louca e está me fazendo perder a paciência. Vá embora daqui!

- Mas Tom... – Ela tentou continuar

- Anda! Vai embora daqui e vê se para de falar absurdos.

Naquele momento sai em disparada pelo corredor, entrando na escadaria de emergência. A última coisa que nós dois precisávamos era que Tom abrisse a porta e sua companhia desse de cara comigo parado na frente do quarto em que eles estavam. Mesmo que ela não saísse naquele momento eu não iria ficar ali para ouvir mais nada. Já tinha ouvido o bastante e estava completamente chocado.




Acabou o capitulo. ^^
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Mar 29, 2011 7:09 pm

Uau!!!!
amaie!
e primeira a comentar de novo!!!!
to viciada, admito...
Very Happy
Posta a continuação aí que agora ficou bom demais!!!!!
study
super ansiosa aqui!
o/
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Biaah *
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Mar 29, 2011 7:24 pm

Oh Meus Deus!
Tom você estragou tudo!
Como teve a cara de pau, de ir fazer coisas com outra??
E essa fofoqueira do c*r*lh*, tinha que abrir a boca??
Agora foi tudo por água abaixo :S

Continuaa!


Última edição por Biaah * em Qui Mar 31, 2011 10:43 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Mar 29, 2011 7:35 pm

nossa affraid
deu dozinha do bill
Tom cafageste viu!!!!!!como pode
continua to amando
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qua Mar 30, 2011 12:21 am

CONTINUA. QUE TÁ MUITO F.DA!!!!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Sab Abr 02, 2011 4:03 pm

CAPITULO 17 - A SEGUNDA CONVERSA - PARTE I



Dois pensamentos me tomavam completamente. Primeiro, se Tom estava realmente pensando em mim enquanto consumava o ato com outra pessoa e também, se ele o fazia com freqüência. Segundo, qual atitude tomaria depois de saber que algumas pessoas comentavam a possibilidade de um envolvimento mais íntimo entre nós dois. Estava tão otimista depois de meu plano muito bem sucedido a menos de uma hora passada, e então estava novamente inseguro e cheio de dúvidas e temores. Nunca senti uma alegria tão grande durar tão pouco.

Desci alguns degraus e me sentei na escadaria. Cobri meu rosto com ambas as mãos e algumas lágrimas começaram a correr livremente. Sem dúvidas Tom tentaria se afastar de mim novamente. Mais do que nunca agora que ele sabia que as pessoas comentavam.

Mas eu estava decidido a não deixar acontecer. Nem que tivesse de tomar alguma das possíveis atitudes drásticas as quais tinha citado para a Tom a alguns minutos. Tais atos certamente tinham-me passado pela cabeça, mas não estava realmente disposto a colocá-los em prática. Pelo menos não até aquele momento. Se Tom realmente pensava em mim enquanto estava com outras pessoas, a situação em que ele se encontrava era tão ruim ou mesmo pior que a minha. Quanta estupidez, esse tempo todo acreditando que ele realmente curtia as companhias que arrumava.

Caso Tom tentasse se distanciar de mim mais uma vez estava decidido a não permitir que ele o fizesse. Nada parecia desculpa suficiente para não ficarmos juntos, qualquer preço seria muito baixo por apenas um momento plenamente verdadeiro. De uma forma ou de outra eu iria conseguir. Buscaria conversar com ele antes de embarcarmos, lhe jogaria na cara o que tinha ouvido e diria que não me importava que as pessoas comentassem, e ele também não deveria se importar, já comentavam mesmo, e tecnicamente por uma coisa nem fazíamos realmente.

Esperaria por ele no restaurante e o chamaria para uma conversa antes de sairmos do hotel, ainda nos restavam quase duas horas, certamente poderia dizer o que estava pensando. Sentei-me no bar e não hesitei em pedir uma grande dose de licor, Georg e Gustav tentaram me fazer companhia, recusei pedindo que caso vissem Tom avisassem que eu aguardava por ele.

Demorou mais de meia hora, já tinha tomado duas dose de licor e fumado 4 cigarros. No momento em que ele apareceu do outro lado do salão nossos olhos se fixaram e não mais se deixaram até estarem a uma distância de poucos centímetros um do outro. Ele estava muito sério, assim como eu, segurou-me com firmeza em um dos braços, meu coração palpitava e eu já começava a sentir minhas mãos tremerem, reuni alguma coragem para falar.

- Precisamos conversar. – Falamos ao mesmo tempo. E ambos assentimos.

Seguimos todo o percurso em silêncio e sem nos encararmos, me surpreendeu que ele já quisesse conversar, esperava que ao menos que chegássemos a outro hotel. Estava curioso e muito apreensivo. Determinado a interrompê-lo com o que tinha a intenção de dizer, caso tentasse se afastar. E se ele insistisse absolutamente em se afastar? “Você vai insistir absolutamente em não permitir.” A vozinha maliciosa de horas atrás tornou a ecoar.

Entramos no quarto em que estávamos hospedados, já estava vazio e pronto para receber outro hospede, nada do antigo quarto em que a minutos estávamos aproveitando o nosso mais intenso momento até então. Tom parecia muito nervoso e em momento algum cruzava olhares comigo, sentou-se em uma das beiradas da cama, ainda de olhos baixos, balançando a perna freneticamente. Esperei que ele dissesse algo, tinha medo do momento que logo começaria, da discussão que em seguida decorreria entre nós, apenas continuei parado a sua frente o encarando sem receber olhar algum de volta.

- O que você queria conversar comigo? – Falou finalmente, ainda sem desviar os olhos dos próprios pés.

- Você também queria falar Tomi... – Minha voz não passava de um sussurro.

- Pode falar primeiro... – Ele estava firme e eu não via motivos para não falar primeiro. Ele tentaria se afastar de uma maneira ou de outra.

- Olha pra mim. – A falta de contato visual estava me irritando profundamente. Ele demorou certo tempo, mas o fez. Ao contrário das outras vezes, eu não notava tristeza alguma em seu olhar, apenas um nervosismo latente.

- Então? – Insistiu.

- Para com isso. – Falei me referindo ao movimento frenético de suas pernas, ele automaticamente o fez. – Tom... – Comecei receoso – Eu... Ouvi você hoje...

- Quando?? – Tinha certeza que ele sabia absolutamente do que eu estava falando, mas insistiu em perguntar e eu não queria perder tempo.

- Ouvi você com sua companhia alguns minutos atrás. – Falei com um tom de voz levemente alterado e perceptivelmente triste. – Eu fui atrás de você e ouvi... Eu não queria. Mas você deve saber que qualquer pessoa naquele andar poderia ouvir. – Meu nervosismo aumentava a cada palavra, pois a cada segundo me lembrava do momento, o corredor vazio, os gemidos, e o meu nome...

- O que você ouviu? – Perguntou finalmente me encarando sem parecer estar se esforçando muito.

- O meu nome! – Respondi quase gritando. – Principalmente. – Diminui o tom de voz em um pedido de desculpas. Sabia que me alterar seria pior.


- Desculpa por isso... – Respondeu depois de certo tempo, parecia realmente chateado por saber.

- Por que você ta fazendo isso com a gente? – Foi inevitável que minha voz saísse um tanto chorosa. Ele maneou a cabeça.

- Porque eu tenho medo. – Desviou mais uma vez o olhar, eu sabia que era um esforço para ele admitir aquilo. Esperei que ele continuasse, mas um silêncio desagradável pairou no ambiente.

- Medo de que? – Me aproximei alguns passos da cama onde ele se encontrava sentado.

- De muitas coisas Bill...

- Fala pra mim Tomi... – Falei de forma manhosa, sem conseguir disfarçar a minha curiosidade. Naquele momento como nunca antes, ele parecia aberto para um diálogo franco, mesmo que tivesse pronunciado poucas palavras eu sentia que ele queria proferir mais algumas.

- Eu tenho medo de fazer alguma coisa com você e me arrepender depois... – Tornou a olhar para mim com uma expressão séria. – Me arrepender muito.

- Tom, vai ser difícil, se alguém próximo descobrir... E eu sei que é crime, e que poderíamos ser presos por isso... – Sabia que era esse seu medo. – Mas temos bastante dinheiro, poderíamos escapar sem cadeia... Isso se um dia descobrirem...

- Eu não tenho medo disso... – Falou com um sorriso debochado, me pegando de surpresa. Esperei que ele continuasse. – Nós somos famosos, as pessoas nos odiariam.

- Não precisa ser público...

- Acabaria sendo Bill. – Interrompeu-me. – Em algum momento.

- Mas algumas pessoas nos apoiariam. Como é hoje. Alguns nos amam outros nos odeiam... – Comecei de forma meio estúpida.

- As pessoas iriam querer nos matar! Matar! – Ele me interrompeu.

Nunca tinha pensado nisso, mas sabia que Tom provavelmente tinha razão. Certamente seriamos um prato cheio para neonazistas e extremistas religiosos. Homens, irmãos, gêmeos e famosos. Mas claro, ainda tinha a opção de não descobrirem, ou mesmo, poderíamos nos esconder em algum país de terceiro mundo.

- Podemos fugir se descobrirem. Temos dinheiro...

- Nos encontrariam Bill... Nosso caso ficaria mundialmente famoso, até mesmo em países onde nossa musica não é famosa falariam sobre isso. – Me interrompeu mais uma vez.

- Podemos fugir antes de ficarem sabendo. Agora! – Falei de maneira impulsiva e ele abriu o sorriso triste que eu tanto odiava.

- E você acha que ninguém sentiria falta de Bill e Tom Kaulitz? – Ainda sustentava a mesma expressão facial.

- Mas ninguém precisa ficar sabendo Tomi... – Eu não tinha nenhum outro argumento.

- Achei que já tínhamos passado da parte em que você acha que esconder por muito tempo seja uma opção. – Respondeu com um suave sorriso triste.

- Mas nós podíamos conseguir. – Tentei insistir.

- Não para sempre, em algum momento nós vamos cometer um deslize.

- Mas Tom, podem não conseguir fazer mal algum conosco. – Uma grande probabilidade.

- Talvez Bill, mas eu não gostaria de viver com esse medo. Principalmente porque não teriamos mais o apoio das fãs... Provavelmente nem de nossos amigos e parentes. Estaríamos sozinhos e não ganharíamos mais dinheiro como antes... Nossa carreira acabaria e não teríamos dinheiro para uma segurança tão boa quanto a que temos. – Falou muito rápido, de forma automática, como um texto previamente decorado. Demorei certo tempo para responder. Aparentemente ele havia pensado em tudo e mais um pouco.

- Prefiro morrer depois de ficar com você uma vez do que passar uma vida inteira sem te ter. – Falei baixo.

Sabia que ele não gostaria de ouvir aquilo, mas era a verdade. Não me importava morrer se passasse apenas dias em seus braços da maneira que eu sempre desejei. Um silêncio demorado pairou, esperava que ele respondesse, sabia que ele o faria, diria que minhas palavras eram absurdas e demasiadamente teatrais, que na vida real não funcionavam. Mas eu sabia muito bem do que estava falando, se me atirasse eu seus braços naquele momento, fama, dinheiro, reputação e até mesmo minha vida, nada importaria mais, apenas minha língua contornando aqueles lábios suculentos.

- Eu também. – Respondeu me pegando totalmente de surpresa. – Não é por mim que eu temo.

Ao ouvi-lo pronunciar tais palavras minha mente voou em uma cena completamente chocante e até então inimaginável. Eu e Tom descendo de um avião, prontos para chegarmos ao próximo local e dividirmos mais um momento juntos, então um estalido e Tom caído ao chão, deixando-me sozinho. Esse era um preço que eu definitivamente não estava disposto a pagar.

Quanta inocência de minha parte, nem por um minuto minha mente projetou tal idéia. Mas era sim, muito real, ainda mais em nosso país onde a mente de muitos ainda trabalha em comunhão com as idéias de base nazistas, odiariam de corpo e alma um exemplo público de homossexualidade e incesto dentro da própria Alemanha que tanto um dia acreditou erradicar esse mal de suas terras.

Pensar aquilo por um breve momento fez-me pensar de forma muito séria sobre o que sentia, eu estupidamente pensando em processos burocráticos e termos da lei, tão suscetível. Jamais tinha pensado que outros mais fiéis a suas verdades poderiam burlar-la para buscar nosso mal e a punição da qual sem dúvidas escaparíamos diante de um processo penal.

- Por que você nunca me falou isso antes? – Perguntei bestificado.

- Eu não queria falar disso. Falar torna mais real...

- Você deveria ter me falado isso antes Tom...

Eu estava absolutamente chocado com a idéia e naquele momento não sabia dizer se realmente valeria a penas encarar todo o escândalo, magoar nossos parentes, nossos amigos, nossos fãs, perdermos nosso trabalho, nossa diversão, nossa liberdade e ainda preocuparmo-nos quase diariamente.

- Eu sei Bill... Mas eu estou falando agora...

- Eu... Eu... Acho que é tarde demais – Minha voz saia arrastada, eu não tinha certeza das palavras estava pronunciando.

- Tarde demais?

- Por que você está me falando isso agora? – Meus olhos enchiam-se de lágrimas. Aquilo era realmente uma coisa muito horrível de se pensar.

- Porque... Porque você me ouviu. E.. eu.. Achei que deveria te falar...

- Mentira! – O interrompi sem nenhuma cerimônia. – Era isso que você estava querendo falar antes que eu te contasse o que tinha ouvido. Por que você esta me falando isso só agora?? – Insisti na pergunta.




Continua...
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Sab Abr 02, 2011 9:01 pm

Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!!!!
Adorei!
Cada dis fica melhor!!!
Cheia de conflitos e amor!!!
Tô realmente viciada nessa fic!!!!
Continua, por favor!!!!
What a Face
detalhe: primeira a comentar de novo...
kkkkkkkkkkkkkkkk'
tô virando fiscal!
kkkkkkkk'
Razz
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JullyKaulitz
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Dom Abr 03, 2011 6:48 pm

Eu já li em outro site . Morram de inveja :<img src=:" longdesc="88" />

Mas é realmente muito boa essa Fic , ela trata de um assunto delicado (kaulitzcest) com respeito ... E isso eu admiro. É uma fic muito romantica com certeza.
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Seg Abr 04, 2011 2:02 pm

CAPITULO 17 - A SEGUNDA CONVERSA - PARTE II




Definitivamente, eu deveria ter dito tudo aquilo a Bill muito antes. Por mais que minha mente afirmasse de forma incessante que o motivo de finalmente externar meus pensamentos, mais ainda, dividi-los com a pessoa mais ligada e interessada, era que finalmente parasse de me provocar, que finalmente enxergasse os motivos e parasse com tentativas de aproximação. Principalmente agora que sabia da existência de comentários.

No instante que tentei formular tal respostar para lhe retornar, a verdadeira resposta me veio em mente. O dia sem duvidas tinha sido o mais estranho e excitante de toda minha vida, não apenas em termos eróticos e sexuais como também em percepções e opiniões.

Durante toda uma vida a imagem de um Bill frágil e inseguro foi aos poucos sendo projetada, e ele realmente o era, frágil, inseguro e inocente, mas naquela manhã sua fragilidade não parecia vulnerável, a insegurança era somente de ser rejeitado e naquele momento a única inocência que restava nele era sua virgindade, a mente já se encontrava consideravelmente corrompida.

Nunca quis admitir a mim mesmo, mas sempre soube que um dia Bill tomaria alguma atitude, principalmente com o tipo de contato que estávamos tendo, era inviável que as coisas continuassem daquela forma por muito mais tempo. Minha mente simplesmente afugentava tal pensamento.

O dia tinha chegado e como se não bastasse toda sedução que agora sem duvidas seria frequente, ele me tinha dito de forma clara que se me afastasse, faria com outra pessoa, com outra pessoa não, com outro cara. Só de pensar sentia náuseas. O problema é que só de pensar em nós dois realmente consumando o ato eu sentia um medo tão grande, que a sensação de náuseas sem duvidas era menos incomoda.

Quando sai excitado de nosso quarto, deixando um Bill tão necessitado quanto eu para trás, soube no mesmo instante que não conseguiria me satisfazer sozinho e sabia também que não seria nada difícil arrumar alguma garota disposta a me dar uma mãozinha e outras coisas a mais. Péssima idéia, as imagens eróticas que minha mente projetava durante a transa caminhavam o ato de forma descontrolada para um sexo mais selvagem que até então nunca tinha sequer permitido imaginar com meu irmão. Detestava a idéia de Bill sendo obrigado a ouvir tudo aquilo. Principalmente o final.

Tinha duvidas se teria chegado a ouvir também a parte mais silenciosa e se tinha conhecimento de que algumas pessoas já comentavam a possibilidade de um incesto mesmo que de fato ele não existisse. Quanta estupidez a minha pensar que por não fazermos realmente as pessoas não perceberiam que queríamos fazer.
Por um breve momento cogitei a possibilidade de dizer a verdade a meu irmão, mas sabia que no momento em que ele soubesse o real motivo de finalmente partilhar meus temores com ele, nada do que eu externasse seria encarado com a seriedade e racionalidade necessárias.

- Porque, eu preciso que você pare de me provocar. – O quão cômico seria se Bill realmente desistisse justo no momento em que eu pensava também em desistir.

- Tom! Você não deveria me falar isso! – Ele começava a gritar. – Você é o culpado pela situação que nós estamos! – Parecia com muita raiva mesmo. – Se não fosse por você e suas atitudes desde o inicio eu ainda tentaria esconder e não teria esperanças, ainda alimentaria uma paixão platônica. Você me deu esperanças! – Ele cuspiu a ultima parte para mim e eu sabia que era verdade.

- Não fala assim...

- Você não resolveu ser sincero? Então vamos ser sinceros... Eu estou em uma situação ridícula e desesperadora e a culpa é sua!

- Você não precisa falar essas coisas pra mim. Eu só preciso que você pense no que eu te falei hoje...

- É claro que eu vou pensar! – falava em um tom de voz ameaçador. – Mas não vai fazer diferença nenhuma.

- Bill! Você tem que entender o quanto é errado. Você não enxerga isso?

- É claro que eu enxergo, e adivinha só? Eu não to nem aí. Não mais.

- O que?? – “Então em algum momento ele se importou?”

- Eu me preocuparia com isso antes de você insistir em dormir comigo a três anos atrás... Antes também de você resolver perder a sua virgindade com uma qualquer... Aquele teria sido um bom dia pra me dizer uma coisa dessas...

- Bill! Não... – Tentei interrompê-lo

- Não o que?? – Gritou de volta pra mim. – Não fale isso?? Ora Tom, pensei que estivéssemos sendo sinceros. – Disse cinicamente. – Mas mesmo depois que você resolveu dormir com outra pessoa eu ainda tinha medo sim. – Continuou. – O grande problema foi o seu maldito presente de aniversário...

- O seu maldito presente de aniversário!

- E a sua declaração de amor... – Ignorou meu comentário sobre nosso presente e finalmente diminuiu o tom de voz. – E como se não bastasse eu tenho que agüentar você praticamente abusando de mim frequente...

- Bill! É muito desnecessário você falar essas coisas. Completamente irrelevante! – O Interrompi bruscamente, péssima idéia.

- IRRELEVANTE??? – Ele parecia realmente furioso com isso. – Como assim irrelevante? Você ta me pedindo pra desistir! Tentando me dar motivos, nada mais relevante do que os motivos para eu nunca desistir.

- Você deveria pensar nisso com um pouco mais de seriedade...

- Eu estou falando muito serio! – Me interrompeu bruscamente mais uma vez. E pude perceber que ele estava realmente.

- Mas isso não importa agora. Só importa que agora eu to te falando e você precisa pensar nisso...

- Eu vou pensar Tom! Eu estou pensando... Tem mais alguma coisa que você gostaria de me falar? Porque se tiver o momento é agora.

- Bill... Você já ouviu fala de kaulitzcest? – Achei que deveria informá-lo sobre isso caso não tivesse ouvido, e ele acenou positivamente com a cabeça. – Então você ouviu essa parte também. – Não era uma pergunta, mas ele respondeu.

- Ouvi. Mas... Eu já sabia disso antes. – Pude perceber que ele estava muito inseguro por admitir aquilo. Mas foi impossível não me irritar.

- Como assim? – Falei mais alterado do que gostaria.

- Eu... Já tinha visto sobre isso... – Começou bem inseguro, mas logo falava com seriedade e firmeza. – Mas é obvio que tentei esconder. Para você não tentar fazer o que esta fazendo agora.

Ainda tinha duvidas se ele notara minhas reais intenções por trás de tanta sinceridade, mas ele ainda estava realmente acreditando que o motivo de tudo aquilo era para que nos afastássemos novamente, isso deveria realmente me fazer sentir aliviado. Tinha que dar uma chance a Bill de pensar de forma clara, talvez pessimista, porém também realista, antes que fizéssemos qualquer coisa. Ele parecia determinado a não mudar de idéia.

Mas então teria eu real coragem de dar continuidade aquilo? Agora que Bill sabia o quase real perigo que correríamos certamente já não me cabia mais nada alem dizer-lhe o ultimo medo que se instaurara dentro de mim nos últimos anos.

- Bill... – Falei levemente abobalhado. – Você deveria ter me falado isso... É de extrema importância.

- Claro que não! Sabia que você iria tentar se afastara de mim mais uma vez!

Mesmo sendo meu gêmeo e sempre soubesse de forma clara o que eu estava sentindo, naquele momento sua insegurança era tão grande e as vezes que eu o rejeitei tantas que ele não conseguia enxergar o real motivo. Se sempre tentei evitar e nunca me abri, por que agora me abriria se minha intenção fosse continuar evitando-o? Eu apenas precisava lhe dar uma chance.

- A quanto tempo você sabe disso? – Perguntei com firmeza. Aquela era a pergunta mais sutil e de maior importância que eu poderia lhe fazer.

- Nove meses. – Se bem o conhecia recordaria ate mesmo o dia.

Certamente se ele tivesse sido sincero e contado a verdade no mesmo momento que teve conhecimento a atitude que teria seria afastar-me, uma vez que os comentários ainda não seriam muito espalhafatosos e ainda não nos sentiríamos tão desejosos um pelo outro, mas naquele momento, como ele mesmo havia dito, era tarde demais.

- Como você descobriu isso? – Então a culpa não era toda minha! Ele deveria ter falado, talvez a nove meses atrás ainda não fosse. Talvez ainda tivéssemos algum controle.

- Pela internet. Recebemos emails...

- Mas David e a equipe não filtram esse tipo de email? – Eles sempre verificavam os emails das fãs antes de nos passar. Por que passariam uma coisa dessas Bill?

- Achou que deveria. Então eu pedi que não mandasse mais... – Ele disse com certa timidez. Mas eu podia sentir que vinha mais por aí. – E eu pedi que não te contasse... – Ele começava a ficar perceptivelmente mais triste.

- E ele concordou com isso? – David jamais acharia correto me esconder uma informação importante como aquela.

- Eu disse a ele... – Sua voz começava a sair chorosa e ele finalmente desviou o olhar. – Que... – Fiz um aceno positivo com a cabeça, incentivando-o a continuar, ele não viu.

- O que você falou pra ele Bill?

- Falei que aquilo era absurdo de se imaginar... – Suspirou antes de continuar – Eu estava completamente enojado e que se pudessem poupar você das coisas que você poderia ver seria melhor. – Falou um pouco rápido e de forma meio automática, como se aquilo pudesse tirar um pouco do peso do que ele dizia.

Certamente essa resposta tinha sido boa para Jost ajudar Bill a me esconder isso, como era esperto e eu nunca tinha percebido antes. Essa resposta era boa até para mim mesmo caso não estivesse tão irritado, então uma pergunta curiosa veio-me em mente, mas também muito mais assustadora.

- O que eu poderia ver Bill? – Perguntei um pouco alterado intimidando-o sem querer. – Bill? O que você viu? – Tentei usar um tom de voz mais carinhoso.

- Tom, em primeiro lugar, eu tenho que te falar que isso é uma coisa que ninguém leva a sério...

- Como assim?

- As pessoas não comentam como se fosse uma coisa real. – Ele agora olhava para mim. Sabia que assim prestaria uma atenção diferente a qualquer coisa eu ele me falasse. – É mais uma fantasia da cabeça de algumas pessoas. Ninguém acha real! – Falou com firmeza. – Está entendo Tom?

- Bill, o que foi a porcaria do email que você recebeu? - Pude notar que ouvi tais palavras o deixou com uma quase carinha de nervosismo e tornou a baixar os olhos.

- Na verdade... – Começou a brincar com as mãos em frente ao corpo. – Foi um email muito... Carinhoso. – Ele agora tinha um sorrisinho completamente espontâneo e sua face estava lindamente corada, em uma expressão relaxada.

- Porra Bill! O que era a porcaria do email carinhoso então? – Eu já estava bem curioso e imaginando que tipo de pornografia poderia rolar com nosso nome na internet, principalmente por ele ter-me dito anteriormente que se tratava de uma fantasia de algumas pessoas.

- Uma fã que tinha criado um site... – Ele começou mas, ouvir aquilo foi demais pra mim.

- UM SITE??? – Caralho! Coloquei-me de pé em segundos. Mesmo com o nervosismo não consegui deixar de imaginar o conteúdo de tal site.

- Não se preocupe, Jost obviamente deu um jeito de excluir.

- E o que tinha nesse site Bill? – Falei me aproximando, seu rosto ficou inda mais corado ao perceber que teria que responder.

- Nada demais Tom! Não se preocupe. Se você quiser saber procure você mesmo. – Ele me desafiou. Olhando-me fixamente com firmeza. E percebi que não arrancaria dele mais nenhuma informação a esse respeito.

Um silêncio pairou no ar enquanto eu pensava se ter conhecimento dos comentários tinha surtido algum efeito em minha decisão. Não. Nenhum. Minha dúvida naquele momento era se lhe diria meu segundo motivo para temer uma aproximação ou se lhe apontaria uma breve falha na minha culpa absoluta. Certamente saber sobre certos comentários no mesmo momento que Bill poderia ter sido uma ultima tentativa de realmente escapar. Decidi-me que certamente esse detalhe não tinha importância, certamente eu era o culpado independente ou não daquilo, ele tinha total razão.

Eu tinha começado com a estória de dormir juntos, eu o acariciei pela primeira vez antes que ele me acariciasse, alem de todos os tipos de provocações sutis e sexuais que um adolescente de 15/16 anos poderia imaginar. Também tinha tentado me afastar dele da maneira mais ridícula de todas, a culpa era minha por termos nos excitado em nosso aniversario de 17 anos, alem de todas as outras vezes em que entramos em um contado mais intimo antes daquela manhã. Além da principal culpa, nunca ter dividido meus medos com ele até aquele momento. Resolvi então apenas tentar lhe dizer o que mais temia.

- Eu vou procurar assim que puder. – Foi a única coisa que consegui dizer, voltei a me sentar na cama tentando manter a calma, ele permaneceu calado e eu fiz o mesmo.



Continua....

Gente, esse capitulo vai ter quatro partes, mas a ultima é menorzinha. Eu sei que esse final ficou meio nada ver , mas é poque eu paro quando muda a narrativa, ou seja, na proxima parte volta para a narrativa do Bill e assim é...
Obrigada por lerem. Beijos :*
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Seg Abr 04, 2011 8:57 pm

nossa O.O
imaginem se eles lesem kaulitzcest???
não iria dar boa coisa
mais enfim
adorei o cap
ficou otimo!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Seg Abr 04, 2011 9:12 pm

Ai meu Deus
Curiosidade me corrói por dentro
Toda essa discussão, vixiii
Continuaa!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Abr 05, 2011 11:11 pm

Capítulo incrivel!
Tô amando essa fic!
Very Happy
E tô morrendo de curiosidade aqui tbm!
Posta aí!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Dom Abr 10, 2011 3:09 pm

CAPITULO 17 - A SEGUNDA CONVERSA - PARTE III



Quando Tom me perguntou se sabia a respeito dos comentários nada mais lógico do que lhe dizer toda a verdade. Agora que ele sabia, não fazia sentido ter somente essa mentira entre nós, apenas não lhe respondi também o conteúdo das matérias com nossos nomes por vergonha. Mas naquele momento de silencio eu apenas tentava me decidir o que dizer, se teria coragem de lhe perguntar se era em mim que estavam seus pensamentos durante a transa ou se deveria lhe lembrar de minha pretensão em dormir com outro cara, certo de que ele pretendia se afastar. Decidi-me que a segunda opção seria mais propicia, uma vez que no dado momento uma nova sentença poderia acompanhá-la.

- Eu espero que você se lembre do que vai acontecer se você continuar com isso. – Eu não sei, mas essas palavras soaram bem infantis ate para meus próprios ouvidos.

- Se eu continuar com isso o que Bill?

- Se continuar tentando se afastar. – Me aproximei um pouco. – Eu... E outro cara. – Repeti inseguro e podia nitidamente sentir um calor no rosto.

- Você não faria isso, eu sei que não. – Ele me olhava com um pouco de espanto, mas total firmeza.

- Ah, mas eu faria sim Tom. – E era verdade, respirei fundo e continuei. – Ainda mais depois de hoje... – Esperei que ele perguntasse, e sabia que ele o faria.

- Por quê? – Voltou a encarar o chão.

- Hoje eu percebi que não preciso estar realmente com você. – Comecei esperando que a frase fizesse sentido pra ele. – Para estar com você. – Aparentemente fazia, antes que terminasse de me pronunciar ele ergueu os olhos arregalados em minha direção.

- Bill... Se você soubesse como é ruim... Você não diria uma coisa dessas...

- Você parecia estar se divertindo muito. – Eu o interrompi bruscamente.

- É ruim depois... Quando acaba e eu percebo que não é real... Acho que você não agüentaria isso.

Aquela frase que ele com tanta dificuldade pronunciava surtiu um efeito muito maior do que deveria, conseguindo desestabilizar minha certeza a respeito de tomar ou não tal atitude diante de um possível afastamento. Eu não queria transar com outra pessoa, eu queria fazer amor com Tom! Eu provavelmente não gostaria se fizesse com outra pessoa, só de imaginar os lábios de outro homem pelo meu corpo sentia náuseas. Se aproveitasse seria apenas por conseguir realmente imaginar Tom comigo, assim, chegaríamos ao ponto que ele me abria naquele momento, o quão horrível poderia ser notar a realidade?

- E eu tenho outra opção Tom? – Não era uma pergunta que cobrava resposta. – Eu vou pensar nisso depois, quando acontecer. Sofrer antecipadamente é burrice... – Esperava que ele notasse a leve insinuação em minhas palavras.

- Não faz isso Bill. Me dá mais um tempo. – Falou depois de muito tempo e ouvir tais palavras me fez ter esperança como nunca antes. Aproximei da cama, o suficiente para que minha mão alcançasse seu rosto.

- Tom. – Chamei segurando em seu rosto levantando-o suavemente para mim e com certa dificuldade ele sustentou meu olhar. – Tem alguma chance de você mudar de idéia? Sobre nós... – Perguntei muito sério.

Desviou o olhar e não respondeu. E não insistiria para que o fizesse, seu silencio pra mim era uma muda confirmação. Tentava não me animar para não me decepcionar novamente, mas já estava otimista e antes mesmo que pudesse me repetir mais uma vez “Não se anime.”, Tom segurou minha mão e a colocou em maior contato com seu rosto, em um pedido já conhecido de carinho, seguindo o ato de um sutil aceno positivo com a cabeça.

E eu não tive coragem de responder mais nada, apenas continuei acariciando seu rosto com meus dedos já trêmulos, enquanto sentia meu coração subindo cada vez mais por minha garganta a cada segundo. Existia alguma chance de Tom mudar de idéia. E eu o conhecia bem, se estava confirmando as chances de uma mudança de postura certamente eram reais.

- Eu estou dando uma chance pra você mudar de idéia. – Disse muito baixo, ainda de olhos fechados, parecia tranqüilo e aparentemente continuava a apreciar meu toque, mesmo pronunciando palavras que ele certamente sabia serem de enorme afetação sobre mim.

- E por que eu mudaria de idéia Tom? – Perguntei carinhosamente. Afinal ele me tinha dado um bom motivo, mas me conhecia, certamente sabia desde o início que eu não mudaria.

- Bill... Vamos ser realistas... Quais as chances disso não acabar mal? – Eu não respondi, realmente não saberia dizer. – Mesmo que ninguém se intrometa. Quais as chances reais que nós temos de fazer isso dar certo?

Permaneci calado ao notar que estávamos passando para outro ponto delicado da percepção de Tom e mesmo que não me fosse fazer mudar de opinião, sem duvidas era de inteiro interesse saber cada pensamento, cada detalhe de tudo que ele poderia pensar a respeito de nós dois, mesmo coisas ruins, como aparentemente ele estava começando naquele momento. Aguardei.

- Eu não quero perder meu irmão. – Sua voz agora saia um tanto chorosa, o que raramente acontecia. Senti uma súbita tristeza. - Eu não trocaria o meu irmão por um amante.

- Tom. Eu nunca vou deixar de ser seu irmão. Independente do que aconteça. –Posicionei-me em pé bem a sua frente, e agora segurava seu rosto com ambas as mãos, forçando-o levemente a encarar-me nos olhos. – Eu sempre vou ser seu irmão antes de qualquer coisa... Antes de ser seu amante. Como agora. – Terminei com certa dificuldade.

- Eu tenho medo que as coisas mudem entre nós, não podemos prever como vai ser... Caso nós... Digo... A gente... – Ele não conseguia.

- Se ficarmos juntos? – Completei da maneira mais simples possível, e ele suspirou acenando positivamente com a cabeça.

Eu não poderia discordar dele, sem duvidas as coisas mudariam, e eu não poderia saber como elas ficariam, certamente acreditava em meu intimo que entre nós jamais poderia discorrer um relacionamento conturbado ou mesmo considerado ruim, acreditava com sinceridade que cada mudança que ocorreria seria de maneira positiva, mas caso tivéssemos problemas normais de pessoas que se envolvem romanticamente, certamente tudo se tornaria ainda pior pelo fato de sermos gêmeos.

- Eu te amo. Não acredito que as coisas entre nós possam ficar ruins. – Levantei seu rosto em minha direção mais uma vez. – O que nós temos é especial Tomi. Muito especial. Não é normal.

- Eu sei Bill. – Disse com certa magoa.

- E nós já estamos mudando. – Sentei em seu colo com muita delicadeza. – A cada vez que você não me beija...– Disse próximo a seu ouvido, mas sem nenhuma malicia, quase tristeza. – A cada vez que você passa a noite com outra pessoa e não comigo. – Beijei suavemente sua face. – Eu sinto que estou mudando Tom.

Ele apenas me envolveu pela cintura, enterrando o rosto em meu peito, pude notar que como acontecia quando estava muito nervoso ou mesmo corroendo-se de duvidas, não conseguia sustentar meu olhar, e eu não o iria cobrar naquele momento, sabia que ele tinha se esforçado muito para dizer aquelas coisas. Podia sentir o cansaço em sua voz quando falava e em seus ossos enquanto me abraçava.

- Sem dúvidas as mudanças serão piores se continuarmos assim... Mais ainda se tentarmos nos afastar novamente

- Eu tenho medo que você mude Bill. Eu não posso fazer isso com você...

- Eu não sou inocente Tom. – Falei lhe beijando o rosto mais uma vez. – E se você não quer que eu mude... Não me deixe fazer isso com alguém que eu não amo. – Ele continuou em silencio, agarrado a minha cintura. – Se isso acontecer aí sim, as coisas vão mudar... – Continuei.

- Nós temos que pensar nas conseqüências...

- Não vamos pensar nisso Tom... Vamos fazer como todas as pessoas. – Comecei abobalhadamente, levemente desesperado. – É assim que a humanidade faz a séculos... Pessoas estúpidas sofrendo as conseqüências de seus desejos sexuais impulsivos. – E ele finalmente me deu uma quase gargalhada verdadeira.

- É verdade... Será que elas se arrependeram depois? – Perguntou ainda tentando manter um clima agradável, mas eu conhecia bem e podia notar a seriedade em suas palavras.

- Eu não sei Tom... Por que nós não tentamos descobrir? – Eu quase suplicava enquanto lhe acariciava as costas. – Vamos pensar nas conseqüências quando for o momento. – Agora eu o abraçava com mais força, tentando expressar toda minha vontade e atenção no agora, não de forma sexual, mas de maneira carinhosa e entusiasmada.

- Bill... – Apenas pela voz notava-se que para Tom tal abraço tinha sido de conotação muito mais sexual, resolvi me aproveitar.

- Por favor, não vamos sofrer antecipadamente... – Comecei de forma sutil – Eu quero pensar no que pode acabar com o meu sofrimento agora. – Tomei coragem para terminar a sentença. – E a única coisa que eu quero... – Agora eu sussurrava. – É fazer amor com você. – Lembrei-me do excepcional efeito que algumas palavras diretamente insinuantes tinham tido sobre ele a algumas horas passadas.

- Você não sabe do que está falando Bill... Nós vamos ter muitos problemas... – Ele disse de forma manhosa, esfregando o rosto suavemente contra meu tórax. Eu podia sentir sua fraqueza, seus motivos se dissipando.

- Talvez. Mas não me importa. - Segurei seu rosto com firmeza entre minhas mãos e beijei sua face demoradamente. – Se não ficarmos juntos aí sim as coisa vão mudar. – Ele tronou a desviar o olhar, encostando a cabeça contra meu peito.

Visivelmente ele muito sofria apenas por pensar tais possibilidades assustadoras que eu em grande otimismo e desatenção ignorava. Apenas não conseguia, pensar possibilidades distantes e em sua grande maioria pequenas era apenas muito difícil pra mim, sofrer por uma coisa que não estivesse realmente vivenciando não era um possibilidade valida, ainda mais dado o real sofrimento e a real preocupação que já me tomavam e não de forma passageira e sim a anos de tormento.

- Tom... Eu sempre me senti assim por você. Antes mesmo de saber... – Aumentei a intensidade de meus carinhos e a sexualidade agora era explicita, ao contrario dos carinhos que estávamos trocando até então. – E eu sei que você também. Nós não temos culpa. O quão errado pode ser?

- É errado Bill. – Ele sussurrava. Estava realmente frágil diante mim pela primeira vez, sem nada escondido ouvindo o que eu escondia. Eu precisava continuar, até conseguir alguma palavra ou gesto encorajadores.

- Eu entendo que você... Que nós devemos nos preocupar com as outras pessoas... Mas eu te amo muito e isso nunca vai mudar. – Falei com absoluta convicção. – Não temos que nos preocupar com mudanças entre nós. – Continuei – Só as boas. – Completei sussurrando.

A cada segundo o sentia mais entregue e sabia que mesmo ainda tendo muito medo de qualquer conseqüência, naquele momento ele estava mais tranqüilo. Não eram mais medos apenas dele e sim medos que nós dividiríamos, uma realidade talvez próxima que poderíamos partilhar um dia, peso este que ate aquele momento ele carregava sozinho. Conhecia meu irmão com grande certeza, apenas o fato de dividir comigo e não mais temer sozinho na certa já o aliviava e desarmava.

Ficamos em silêncio por um longo período e eu sabia que ele apenas repassava minhas palavras em sua mente. O momento perdurou por alguns minutos então finalmente desacomodou o rosto de meu tórax, seus olhos correram sutilmente por cada área de meu rosto, em uma sonda que eu conhecia perfeitamente, mas naquele momento parecia diferente. Seus olhos finalmente encontraram os meus e ele sorriu, assim permaneceu por um longo período, encarando-me como se a anos não me visse. Eu podia sentir seus músculos relaxados, ver seu rosto descontraído, ele ostentava uma expressão de não pensamento e continuava a me fitar admiravelmente. E eu não pensei mais nada. Apenas segui meu impulso.


[TOM]

Como estava me sentindo bem por dizer tudo aquilo a Bill. Eu deveria ter feito muito antes, não sabia se me tranqüilizava apenas o fato de dizer a verdade ou as palavras de meu irmão que se seguiram. Tão reconfortantes. Fazendo as coisas parecerem fáceis, mesmo que mais complicadas quase impossível. Para minha grande satisfação ele compreendera rapidamente o risco caso tal informação se tornasse pública, também adaptando o ponto de vista sobre mudanças entre nós.

Ele tinha razão, já estávamos mudando, mudanças eram inevitáveis. Só de olhar para ele naquele momento podia perceber, e me lembrar, Bill nunca permanecia o mesmo, mas no último ano ele certamente amadurecera por todos os outros. E eu continuava absolutamente o mesmo, apenas mais confuso e descontrolado. Ouvi-lo dizer que não tínhamos culpa havia sido surpreendentemente reconfortante, sabia que muito antes de sentir calafrios por me imaginar beijando seus lábios, já me tomava de sensações boas e indescritíveis apenas por estar perto dele. “Talvez não seja tão errado assim. Eu apenas o amo... Com muito, muito desej...”

Nesse momento de completa distração mental, qualquer pensamento foi varrido, antes que eu pudesse notar Bill já tinha avançado, com uma das mãos agarrada em minha nuca. Apertou seus lábios contra os meus com certa força, sem nenhum cuidado ou experiência, e mesmo que aquele beijo não fosse nada sutil e apesar da falta de erotismo, eu podia sentir a delicadeza de seu toque e principalmente a textura suave de seus lábios, que tanto quis experimentar. Meus olhos ainda estavam arregalados, fitando as pálpebras maquiadas de meu irmão. Eu estava em choque, pego de surpresa. Pude sentir os lábios de Bill se movimentando sobre os meus com sutiliza, sem se afastar ou diminuir a força do contado, mas eles não pediam passagem, apenas se moldavam aos meus de forma mais natural e agradável. Meu coração palpitava, minhas mãos começavam a tremer e eu não consegui fazer mais nada, apenas fechar meus olhos.

Não tinha coragem para tomar qualquer atitude e não tinha forças para resgatar qualquer desculpa e afastá-lo. Ficamos alguns segundos dessa forma, com os lábios perfeitamente moldados um no outro com firmeza. Podia sentir a respiração de Bill contra o meu rosto, seu cheiro adentrando minhas narinas quando eu inspirava, meu coração já estava completamente acelerado e mesmo que tentasse mantê-la, minha consciência foi se esvaindo junto com os movimentos suaves que aqueles lábios começavam a fazer sobre os meus.

Bill diminuiu a pressão sobre meus lábios e logo tornou a aumentá-la, em um novo beijo sem a separação de nossas bocas, fez isso algumas vezes, provocando sensações estranhas no meu estômago. Estávamos ambos tão atentos aos nossos lábios que nossas mãos permaneciam imóveis, as minhas sobre sua cintura e as suas em minha nuca. Talvez Bill esperasse um movimento de minha parte para aprofundar o beijo e percebendo que eu apenas continuava entorpecido tentando entender as várias sensações que se espalhavam por meu corpo, ele mais uma vez tomou a atitude. Pude sentir seus lábios se afastando, pedindo uma passagem que eu não abri, foi então que senti sua língua deslizando macia e delicada pelo contorno do meu lábio inferior. Aquilo era simplesmente muito estranho. Segurei em seus ombros e me afastei.

No momento em que senti a língua de meu irmão deslizando por meus lábios senti uma forte pontada no estômago e uma sensação muito familiar começou a surgir, contraria as sensações estanhas e desconhecidas, porém agradáveis que estava experimentando até então. Comecei a me excitar e o momento não era de forma alguma apropriado, com toda a equipe nos esperando em 20 minutos.

Quando abri meus olhos novamente, um Bill ainda de olhos fechados e sorrindo esperava por mim, agarrado delicadamente a meu pescoço. Ver aquele rosto ainda sonhador a minha frente era desconcertante, perceber o como um pouco mais que um selinho podia deixá-lo dentro da ilusão que ele tanto ansiava.

Ele abriu os olhos e me encarou, certamente a espera de uma atitude, eu nada fiz além de continuar fitando-o de olhos arregalados, seu sorriso se alargou e ele logo tornou a avançar novamente em direção a minha boca. E eu me levantei, fazendo com que ele fizesse o mesmo.

[/TOM]


Mesmo que o beijo não tivesse acontecido com intensidade, pra mim tinha sido perfeito, só em saber que ele não objetou de inicio era tomado de grande alegria, quase como ter o beijo correspondido. Ter os lábios de Tom em contato com os meus mesmo que não por muito tempo, foi uma sensação única e inexplicável, algo como deixar esse mundo e ser transportado para um lugar onde nada existe.

Quando afastou nossos lábios não consegui reunir forças para me magoar ou sentir raiva, ainda estava entorpecido, imóvel, sentindo o calor de seus lábios nos meus, uma leve sensação de queimação no local que entrara em contato com seu piercing gélido e o gosto de seu lábio na ponta de minha língua. Quando abri meus olhos ele me fitava espantado e eu podia senti um sorriso incontrolável em meus lábios. Esperei que ele dissesse alguma coisa, esperei que ele fizesse algo. Continuou parado, encarando-me com uma expressão de quase pânico. Minha tentativa de retomar o beijo resultou como também era de se esperar em um afastamento repentino de Tom que logo se levantou, tirando-me de seu colo.

- Por Favor, não vá. – Falei em um sussurro meio sem esperanças, sem olhar para ele, sentando-me na cama amuado. Sabia que seria uma questão de segundos para que ele saísse do quarto.

Engano. Não ouvi muitos de seus passos, não ouvi a porta se abrindo, arrisquei-me olhar em sua direção e ele estava apenas parado, de costas pra mim, de braços cruzados, aparentemente encarando a parece, como sempre fazia quando queria pensar sozinho mesmo acompanhado. Esperei por algum tempo, mas cada minuto parecia uma hora e optei por quebrar o silêncio.

- Obrigada Tomi. – Foi só o que eu disse.

- Pelo que? – Podia ouvir seu tom de voz debochado com se não acreditasse em meu agradecimento dada a situação.

- Por me contar essas coisas... Por me dizer como você se sente. – “Por quase me beijar, por não ter saído correndo depois do que fiz.” Completei mentalmente.

- Bom, era isso que eu queria conversar. – Disse virando-se para mim e soltando um longo suspiro. – Acho melhor descer e encontrar o pessoal agora.

- Espera Tom. – O Interrompi. – O que nós vamos fazer? – Tentei buscar palavras melhores, mas essas soaram de maneira espontânea.

- Eu sinceramente não sei Bill... – Ele disse timidamente, voltando a caminhar até a porta.

- Tom. – O chamei novamente. – Você... Não vai tentar se afastar de mim vai? – perguntei inseguro. Mesmo que tivesse esperanças que ele finalmente cedesse de uma vez por todas, as chances de um afastamento ainda eram reais.

- Não... – Ele respondeu com um meio sorriso e percebi que ele estava sendo sincero. Senti muito alívio, precisava de uma confirmação direta. Antes que ele pudesse iniciar novamente seus movimentos até a porta, levantei-me da cama caminhando em direção a ele, que recuou instintivamente.

- Calma Tom. – Como era ruim vê-lo ter tais atitudes defensivas com relação ao contato físico mesmo depois de palavras tão mais intimas do que qualquer coisa que já tínhamos feitos antes. – Eu quero um abraço... – Continuei abrindo os braços em sua direção. – Eu preciso, pra saber que está tudo bem entre nós. – Choraminguei.

Essas últimas palavras foram suficientes para que ele se aproximasse, me envolvendo pela cintura com seus braços fortes enquanto eu me agarrava fortemente a seu pescoço. Ele sabia que ir embora dali sem uma demonstração direta de carinho me deixaria apreensivo e triste, e mesmo que tal ato realizado tenha surtido o mesmo efeito nele, o fez.

Abraçou-me com força, e quando acontecia, sentia todos os meus medos irem embora, cada uma das palavras tristes, das idéias chocantes ou dos sentimentos confusos não mais existiam. Só esperava que ele sentisse o mesmo. Ficamos assim por um tempo até que ele me soltou.

- Falei para os G’s que você estava com raiva por eu me divertir com uma fã sendo que você tinha me mandado decorar a escala de shows... – Disse com naturalidade. – Falaremos que estávamos discutindo minhas responsabilidades com a banda.

- Ok. – Era realmente uma boa desculpa. – Sei que não vou me acalmar em trinta minutos. Explica meu nervosismo.

- O meu também. – Se aproximou e me deu um beijo no rosto, bem próximo a meus lábios. – Eu vou primeiro, você desça em 10 minutos. – Sussurrou em meu ouvido e se retirou.




Continua.....
Ai gente esse capitulo só tem mais uma parte...

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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Seg Abr 11, 2011 7:40 pm

Amei!!!
E eita que demorou hein????
Mas tbm, ficou perfeito!!!!
Super ansiosa aqui!!!!
lol!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qua Abr 13, 2011 10:31 pm

Ai ai
Esses dois, viu!
Adorei o capítulo.

Continuaa!


Última edição por Biaah * em Sex Abr 15, 2011 10:27 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qua Abr 13, 2011 10:51 pm

só esses dois viu!!!!!
continuaaa to adorando I love you love
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Dom Abr 17, 2011 2:23 pm

CAPITULO 18 - EMBARQUE

OBS: A narrativa do Tom ta em italico nesse capitulo.


Cinco minutos, foi o tempo que me permiti continuar no quarto antes de descer e conversar com David, mais do que isso certamente seria impossível. Tentei respirar fundo e me acalmar o máximo, mas saber que naquele momento realmente seria impossível conseguir tempo fazia uma vontade de gritar apertar mais e mais em meu peito. “Respire fundo Bill.”

Quando finalmente desci, não esperava encontrar uma situação tão tensa, e sem dúvidas não poderia imaginar suas proporções. Esperava tratar do assunto, sim. Naquele momento, sim. Apenas com David e Tom. Ledo engano. No restaurante do hotel os dois aguardavam por mim, mas também Gustav, Georg e mais três membros da equipe, nossos contador, nosso relações publicas e nossa assistente. Tom estava muito nervoso, suava, tremia e certamente era o único ali a creditar a idéia de folgas.

Aparentemente meu irmão fizera com que nossos queridos amigos e companheiros de banda manifestassem seu cansaço, usando suas afirmações quase desatentas como principal argumento para nossas folgas, no entanto também disseram que nenhuma indisposição momentânea necessitava que interrompêssemos a turnê, e nessa afirmação, David se baseava.

Mesmo sem saber ao certo o que Tom planejava, resolvi entrar na jogada, “Vocês não estão tão cansados porque a pressão maior fica em cima de mim e do Tom.” Fui logo falando ao perceber em que caminho estava a conversa. Sabia que precisava embarcar nessas folgas absurdas, que nos fariam perder tanto dinheiro, se não fosse por um motivo tão especial eu jamais concordaria.

Pensando dessa maneira, logo consegui um acordo aparentemente satisfatóri0. David prometeu nos deixar em paz se comparecêssemos ao show de Detroit. Cancelaríamos apenas Jackson e Boston e tiraríamos metade da folga que Tom pretendia, apenas três dias.

Aparentemente nenhum de nós dois tinha pensado no problema maior. Se Tom e eu tiraríamos folga certamente Gustav e Georg não teriam outra opção se não fazer o mesmo. O caminho para o aeroporto foi um verdadeiro inferno e não sabíamos ao certo cada um para onde iria. Gustav e Georg insistiam em ir conosco, eu e Tom insistíamos para que fossem para Alemanha e David ainda tentava nos fazer ir para Jackson.

Tom estava estranhíssimo, evitava falar e a medida que nossos amigos continuavam a insistir e forçar suas companhias ele apenas se engasgava mais e mais, repetindo palavras de pouco peso como “Aproveitem para ver suas famílias.” Quando Gustav o indagou com suspeita a cerca do motivo que nos levava a desejar as ilhas maldivas e ele sem resposta cogitou a possibilidade de irmos todos para Alemanha, resolvi me pronunciar.

Reuni alguma coragem para mentir, algo que nunca fiz muito bem. “Eu queria ir sozinho!” Disse com o máximo de firmeza. “Agora, ele eu não posso impedir de ir.” Completei com o maior desdém possível. Sem dúvidas dizer aquilo os faria sentirem-se nada bem-vindos, os magoaria um pouco, mas superariam. Logo estavam discutindo onde tirariam seus três dias de folga, e após muito ponderarem, optaram pela Alemanha. “Aproveitar para ver as famílias.”

No aeroporto de Frankfort mudamos nossos vôos para Nova York, do aeroporto internacional de lá nos separaríamos. David e algumas pessoas iriam para Jackson resolver problemas devido ao cancelamento do show, Georg Gustav e outros membros menos voltariam para Alemanha, de alguma maneira em folgas forçadas. E eu e Tom, iríamos para as Maldivas, acompanhados de 4 pessoas para nossa segurança.

Durante o vôo Fankfort/Nova York, pude muitas vezes ouvir coisas como “O surto de estrelismo dos irmãos Kaulitz” vindas de David ou “Não cancelariam shows por nossa causa.” De um dos G’s. Eu não me importava, aparentemente Tom também não. Aparentemente. Em um dado momento de muitos murmúrios, o avião quase vazio com exceção de nossa equipe foi tomado por um “Calem a boca!” relativamente alto de Tom. Depois disso, um clima tenso se instalou e toda a viagem correu em silêncio.

Quando chegamos a Nova York nossas passagens já haviam sido comprada por telefone, e tê-las finalmente em mãos era tranqüilizador, real. Nosso vôo sairia dentro de uma hora, Gustav e Georg já caminhavam para a plataforma de embarque de seu vôo, 3o minutos mais cedo. David viajaria por último, queria se certificar de tudo antes de resolver nossos problemas em Jackson.

Ao contrario de mim, a cada minuto mais tranquilo, Tom não dava sinais de diminuição de seu nervosismo, não conversávamos e eu não tentava. Logo fomos para plataforma de embarque, um nervosismo gostoso começou a surgir, mas eu sabia que somente no momento em que estivesse sentado ao lado de Tom dentro do avião, sem possibilidades de mudanças no percurso, somente ai me sentiria aliviado e feliz. Como se já não estivesse.


Ao contrário de mim, a cada minuto mais nervoso e estranho, Bill parecia estar se tranqüilizando, não conversávamos, e agradeci que ele não tentasse. Logo fomos para a plataforma de embarque, estava ansioso a ponto de ter a respiração irregular e minha cabeça doer. Sabia que em breve estaria sentado ao lado de Bill dentro do avião, sem possibilidades de mudanças no percurso, e que provavelmente naquele momento ficaria arrependido. Como se já não estivesse.


Duas da tarde. Aeroporto internacional de Nova York. Uma fileira inteira das cadeiras brancas do salão de embarque estava ocupada por um grupo bastante chamativo. Na primeira ponta um homem ainda jovem e bonito discutia incessantemente com o aparelho celular, seguido de mais cinco pessoas, uma bela loira de uns 40 anos que clicava freneticamente numa calculadora, completamente em silêncio, seguida de dois homens de terno preto, um negro enorme e um loiro quase tão grande, mas as figuras que se destacavam realmente eram as duas últimas, um garoto com volumosos dreads loiros e uma notável aparência de enjôo no rosto, e um garoto magricela, maquiado e com uma expressão completamente diferente, sorridente, quase quicava na cadeira. Absolutamente eu e Tom. Mesmo se não fossemos famosos e quase toda a segurança do aeroporto não estivesse localizada naquela sala de embarque, estaríamos chamando muita atenção, um grupo realmente estranho.

Tom suava muito e não parecia nada bem, eu estava a segundos de perguntar-lhe a respeito quando ouvimos a chamada para o vôo Nova York/ Ilha de Gan 2:00, quase cinco minutos atrasado, o que naquele momento pareceu uma verdadeira eternidade. Ao ouvir a voz metálica anunciando nossa partida meu coração deu um salto e fui o primeiro a prontificar-se. Tom afundou ainda mais na cadeira.

Tirou o boné e a faixa, deixando os dreads ficarem soltos como raramente ficavam e suspirou pesado algumas vezes. Seu nervosismo era gritante e naquele momento, absurdamente irritante. Por fim, os outros dois agentes que nos acompanhariam tinham voltado e todos já estavam novamente em pé, com exceção de Tom, que continuava sentado, com o rosto completamente coberto pelo cabelo e as mãos onde era apoiado.

Ver aquela cena foi realmente mais difícil de que seria capaz de descrever, David e a loira o olhavam com expectativa, esperando que mudasse de idéia ou mesmo realmente passasse mal e não pudéssemos viajar. Os seguranças o olhavam uns com desdém outros com indiferença. As pessoas em volta? Curiosas. Todas curiosas. Aparentemente somente eu era tomado de sentimentos angustiantes e sinceros, somente eu enxergava quão cômica e digna de pena a situação realmente era. Ele iria desistir.


Passar por tudo aquilo estava sendo absolutamente surreal, sentia-me completamente exausto, esgotado. A provocação de Bill logo ao acordar, a trepada alucinada, toda conversa sincera, toda discussão com David, os desentendimentos grupais e agora o medo de embarcar naquele avião.

Meus problemas a tempos haviam deixados de ser apenas psicológicos e sentimentais, estava realmente mal, minha cabeça doía muito, meu estomago estava sendo corroído por dentro, além do calor insuportável e a certeza que logo vomitaria. Sem dúvidas eu precisava descansar, muito, meu medo era embarcar naquele avião e não descansar pelos próximos 3 dias. “Não descansar nunca mais na vida!” Eu desnecessariamente dramatizava sozinho.

Minhas incomodas lamurias foram interrompidas pelas inconfundíveis mãos delicadas de meu irmão recolhendo meu cabelo e segurando-o por um tempo, permitindo que uma brisa batesse de encontro a minha nuca, e eu sabia que vinha os lábios de Bill. Um movimento conhecido, recíproco, comum quando um de nós se embebedava, sofria com os efeitos do pós álcool, ou mesmo que raramente, mal estares espontâneos.

Retirei minhas mãos do rosto em busca de mais ar, posicionei-as sobre os joelhos, respirei fundo algumas vezes tentando espantar o enjôo. Consegui diminuí-lo momentaneamente. Não sei se passaram segundos ou minutos, mas Bill cessou os movimentos. Utilizou alguns dreads para prender todo meu cabelo, como a anos ele sabia fazer, e soltou-me. Não sentia mais nenhum contato. Isso me fez levantar o rosto automaticamente em busca do dele.

Seu olhar era de uma suplica avassaladora, já havia ultrapassado a barreira do desespero. Em qualquer outro dia aquele rosto me abalaria ainda mais, mas naquele momento minha afetação surpreendera a mim mesmo. Vê-lo ali daquela maneira, mais uma vez receoso e triste diante de uma atitude covarde minha, fez-me notar o quão estúpido estava sendo.

Toda a parte difícil já tinha passado. Naquele momento era apenas embarcar naquele vôo. O melhor a fazer era sair dos olhares de qualquer pessoa, sumir daquele maldito aeroporto, daquela maldita situação. Respirei fundo mais uma vez, mas antes que pudesse tomar qualquer atitude, Bill afagou meu rosto com carinho, ainda com a face comprimida em uma expressão de quase dor.

- Por Favor – Sussurrou. Correu a mão por meu pescoço, ombros e braço, até alcançar minha mão. – Vamos. – Quase choramingou. Levantei-me ainda o encarando, ele sorriu temerosamente e eu correspondi de maneira aflita. – Vamos? – Ele repetiu, desta vez como uma indagação.

Acenei positivamente com a cabeça e um largo sorriso de espalhou por seu rosto. Não consegui corresponder, mas foi necessário que eu desse o primeiro passo em direção ao embarque. Não me lembro de nos despedirmos de David ou de qualquer pessoa nos acompanhando, em minha lembrança existe apenas eu e Bill, de mãos dadas, compartilhando de um mesmo momento de maneiras diferentes em corpo diferentes, caminhando lado a lado rumo a um destino inevitável e desconhecido, que ambos ansiávamos e temíamos. Juntos.


“Senhores passageiros, boa noite. Sou o piloto Walter e estarei no comando no vôo de hoje. Temos chegada prevista a Ilha de Gan ás 10 da noite. Desejo a vocês uma boa viagem.”



AEEEEEEEEEEEEEEEEEEE finalmente!
Adivinha o que começa no proximo capitulo pessoas!!! Twisted Evil
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Dom Abr 17, 2011 8:06 pm

uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
acho que sei!
me roendo de curiosidade aqui mulher!!!!
posta logo senão infarto! #phato!!!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Seg Abr 18, 2011 8:29 pm

talita regis

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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Seg Abr 18, 2011 10:00 pm

talita regis escreveu:
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Abr 19, 2011 1:11 pm

ATENÇÃO
Uma coisa MUITO importante no capitulo
Não vai ter [TOM] [/TOM] e sim 3 tipos de narrativa:


Narrativa do Bill (Normal)

Narrativa do Tom (Em Itálico)

Narrativa Dúbia (Sublinhado)


A sublinhada é uma narrativa de ambos os gêmos (como se compartilhassem de um mesmo sentimento ou pensamento). Ou você pode escolher o seu gêmeo favorito.



CAPITULO 19 - MALDIVAS 1º DIA - PARTE I


A mão livre de meu irmão corria por meu corpo, alisando desesperadamente de meu tórax até meus joelhos. Seus dedos entretinham-se correndo por minhas costas e apertando minhas coxas, enquanto os outros continuavam firmes em minha nuca, puxando-me ainda mais para si

As bocas ainda grudadas em um beijo que de tempos em tempos necessitava de ar, permitindo assim que seus lábios tivessem disponibilidade de aventurarem-se também por meu pescoço e toda a região alcançável

Eu sobre ele apenas criva atrito em nossos quadris, em um delicioso roçar de nossos sexos já acesos. Meus braços apenas sustentavam-me, impedindo que desabasse por completo sobre ele mesmo sem nada fazermos realmente.

Finalmente diminuiu a firmeza de seu toque em minha nuca, permitindo-me respirar melhor, mas não tinha a intenção de aliviar-me, menos ainda de controlar-se, levou a mão já abusada e cansada de outras partes até meu membro ereto e o agarrou com firmeza. Um grito de enorme prazer ecoou de minha boca recém liberada





Acordei no belo quarto branco e marfim do hotel. A primeira coisa que vi com certa dificuldade devido a claridade a qual meus olhos se acostumavam, foi o mar. Um lindo mar verde e azul que se estendia a minha frente atrás somente de uma grossa parede de vidro. A primeira coisa que me veio em mente foi o sonho que acabara de ter e a sensação notada antes de todas foi a ereção apertada dentro do pijama.

Em seguida um rápido flashback de todo o dia anterior, com uma ultima cena nada romântica. Ambos chegamos esgotados naquele quarto de hotel, sem animo algum pra qualquer coisa além de descansar, nos braços um do outro. Pensando bem, até mesmo tal atitude emanava romantismo.

Foi só então que senti o membro ereto de Tom em mim. Os pelos de meu braço se arrepiaram instantaneamente e todo meu corpo foi tomado de enorme tensão. Estava deitado de lado e ele me abraçava por trás. Arrisquei virar meu rosto somente o necessário para constatar se estava dormindo ou não. Afirmativo. Assim como eu, tivera uma ereção noturna.

Permaneci imóvel, curtindo aquela intimidade absurdamente inocente e pervertida, alegrando-me ao imaginar tudo que poderia fazer naquelas folgas caso Tom não desistisse novamente. Tentava não me animar e estava conseguindo. Talvez aquele breve momento de excitação espontânea de Tom fosse tudo que eu chegaria a ter durante aqueles dias. Resolvi me aproveitar. Afinal, já éramos mais do que íntimos.

Com muito cuidado movimente brevemente minha bunda sobre seu membro uma vez. Senti todos os prazeres que aquela mínima atitude era capaz de me proporcionar. O fiz mais uma vez. E mais uma. Sempre com certo intervalo de tempo e muito cuidado para não acordá-lo ou pelo menos não acordá-lo de surpresa. Após a terceira vez iniciei um ritimo muito suave, mas estável e constante. Já acreditava que ele não acordaria, o sol ainda estava baixo e Tom aparentava muito cansaço na noite anterior.

Levei uma de minhas mãos até meu membro e comecei a estimulá-lo, ainda relutante. A situação era muito estranha, mas foi impossível resistir, tinha criado muitas expectativas com relação aquela viagem e relembrando o comportamento de meu irmão durante o vôo e o percurso de barco, ainda existia a chance de nada acontecer entre nós.

Estimulava meu pênis alternando com os movimentos contra o de Tom, de maneira quase imperceptível. Estava prazeroso, mas uma tensão desagradável me tomava até os ossos. Passei a conciliar ambos os movimentos, roçando sutilmente contra meu irmão, enquanto me alisava e me apertava sobre a calça leve do pijama, com uma intensidade maior. Até certo ponto eu estava certo, ele não acordaria. Já estava acordado.

O primeiro sinal de consciência foi seu braço antes apenas apoiado e pesado, enlaçando minha cintura, estava firme. Mesmo sem fazer nenhuma atitude pude senti-lo se enrijecer. Parei com o que estava fazendo e meu coração palpitou de maneira neurótica. Logo palpitou de êxtase. Em um movimento inesperado ele me puxou contra si com mais força, fazendo-me sentir nítida e deliciosamente seu membro em mim.

- Você quer ajuda Billy? – Perguntou sensualmente, bem próximo a minha orelha.

Caso não estivesse deitado eu certamente desmaiaria tamanhas sensações que corriam por meu corpo. Não somente por suas palavras ou pelo estimulo corporal direto, mas sim pelo apelido de infância que desde os 10 anos eu não ouvia de seus lábios. Apenas permaneci estático, sem acreditar na realidade e finalmente notando minha falta de condições emocionais para reagir a força dela.

- Você quer ajuda? – Utilizou a mão que agarrava minha cintura para afastar os cabelos de meu pescoço e nuca e insistiu na pergunta, mas desta vez sem meu apelido.

Esse detalhe foi varrido de minha mente quando o senti beijar meu pescoço de maneira casta e demorada e esfregar-se contra mim com tanta sutileza quanto eu anteriormente estava fazendo nele. Utilizou então sua mão para segurar a minha e posicionou-a novamente sobre meu membro, guiando suavemente meus movimentos de vai e vem.

Não esperava uma atitude como aquela de Tom, não naquele momento. Estava absolutamente entregue e realmente não me importava o que o havia feito se decidir a ponto de tomar uma iniciativa tão direta, mas estava gostando muito e a cada fragmento de movimento um vislumbre erótico de nós dois passava por minha mente e com eles impulsos por todo meu corpo, causando uma forte e agradável sensação interna.

Eu não respondi, apenas retirei com muito cuidado minha mão de debaixo da dele, torcendo para que entendesse minha intenção. E como o bom irmão gêmeo que era ele me entendeu, e permaneceu com a dele onde estava, até que a minha não mais atrapalhava o contato.

Mesmo com toda tensão, o coração acelerado e a respiração irregular, tentava relaxar ao máximo e aproveitar cada um dos movimentos que caracterizavam o inicio do sexo que nos uniria para sempre de uma maneira muito mais do que fraternal. Senti sua mão a principio imóvel e trêmula, mas logo seus dedos apertavam timidamente meu pênis, fazendo-me delirar. Receber o seu hálito quente em minha nuca e ouvir seu baixo ofegar me enlouquecia e eu já movimentava também meu corpo de encontro ao dele, em um roçar maravilhoso, um desconhecido contato de amor e luxúria que contagiava também meu irmão atrás de mim, em um ato absolutamente consciente e consensual.

Quando já me entregava completamente a tão ínfimos estímulos e já havia me envolvido de tal maneira que nem mesmo pensava no próximo passo, voltei a pensar em todo processo que estávamos desencadeando e em onde ele terminaria somente ao sentir os lábios de Tom em minha nuca, beijando ansiosamente quase sem vergonha alguma.

Um beijo mais molhado, um lapso de grande erotismo, um forte arrepio na coluna e não pude evitar, tive medo. Senti a vontade de fazer cada vez mais forte, e em momento algum duvidei dela, apenas estava surpreso. Tom estava muito seguro de si e não esperava que ele estivesse, em minha opinião o mais realista seria uma grande batalha de insistências.

Seus lábios se atreviam cada vez mais em minha nuca e pescoço, depositando selinhos firmes, beijos molhados e lambidas cada vez mais demoradas e desconcertantes. Sua mão não estava mais cautelosa, e assim como sua boca, a cada minuto aproveitava-se mais e tirava mais prazer, ora apertando, ora esfregando meu pênis, com mais e mais desejo a cada fricção e a cada ofego de prazer e leve desespero de minha parte.

Apenas tais atos e a certeza de que ocorreria me levariam a ansiedade extrema, mas naquele momento meu irmão também se pressionava contra meu corpo sensualmente, em movimentos nada sutis se comparados aos que estavam sendo feitos inicialmente. A maneira com que se atritava contra minha bunda indicava total busca por um prazer para si, fazendo-me lembrar que se continuássemos logo ele estaria me penetrando de verdade, pra valer. Mesmo que tudo aquilo estivesse me enlouquecendo muito, o fato de estar também enlouquecendo a Tom me intimidava e assustava um pouco.

Parecíamos estar indo rápido demais, com firmeza demais. Tinha imaginado aquele momento muitas e muitas vezes e certamente em nenhum de meus universos paralelos as coisas aconteceram como estavam acontecendo. Tínhamos acabado de acordar e definitivamente eu já não estava mais tão confortável com a situação, a medida ela se tornava mais e mais intensa. Tom nunca tinha me tratado daquela maneira, com tanto desejo ou mesmo com o sentimento de luxuria predominando.

- Tom! – Falei com certa dificuldade para que ele se controlasse um pouco ou mesmo parasse, mas aparentemente ele ouvira como um estímulo.

Em um rápido e surpreendente movimento, prensou seu membro contra meu traseiro com muita força, ao mesmo tempo apertou meu pênis ainda mais e um chupão muito mais intenso foi depositado em meu pescoço. Um espasmo suave e delicioso percorreu meu corpo, algo que nunca havia sentido antes, como um pequeno orgasmo por algum motivo impedido de ser sentido. Suspirei muito pesado em seguida. Nós estávamos realmente indo rápido demais.




Ouvir meu irmão gemendo meu nome pela primeira vez em muito tempo havia sido um grande choque. Chamou por “Tom” de maneira esforçada e desesperada. Incontrolável, o agarrei com mais força em todas as direções possíveis e pude sentir seus ossos e músculos muito tensos. Um suave espasmo tomou conta de meu corpo. Seu pênis ereto em minha mão, o meu pulsante quase entre suas nádegas e o gosto e a textura delicados de sua pele alva, que finalmente eu assediava como sempre tive vontade, seu cheiro me inebriava, sentia como se pudesse gozar se me estimulasse um pouco mais. Aquilo seria sem duvidas muito melhor do que minha fértil e pervertida imaginação ousara sonhar um dia.

Então tudo foi tirado de mim. Sem nenhum motivo aparente Bill em segundos se encontrava em pé ao lado da cama. Tentava inutilmente e desnecessariamente com as mãos cobrir a ereção muito visível sob a calça. Parecia um pouco assustado, mas estava muito envergonhado. Eu provavelmente tinha uma expressão de dar pena, bruscamente interrompido bem quando prestes a fazer o que mais desejava na vida.

- N-Nós vamos mesmo fazer isso? – Falou receoso antes que eu pudesse mandá-lo voltar para cama.

- Só se você quiser. – Respondi rapidamente.

- Me dê um minuto. – E correu para o banheiro ainda com as mãos sobre a ereção e pude ver um sorriso no canto de seu rosto antes que sumisse pela porta. Uma cena graciosa, em minha opinião.

Deitei na cama com uma leve frustração, mas ela desaparecia com a excitação que estava sentindo. Eu realmente iria fazer aquilo e estava mais empolgado do que imaginei estar quando me deitei para dormir, com um enorme medo e uma culpa me pesando os ombros.

Maravilha de sonho! Quanto prazer em um sonho. O melhor de todos os muitos sonhos que já havia tido com meu irmão até ali. Tão real. E um detalhe muito estranho e incomum, não conseguia me lembrar nossa idade. O momento do contato direto tinha sido de tamanha intensidade que me fizera despertar. Tão bom.

Antes que pudesse curtir tal sonho tão penetrante, senti a realidade, na forma de meu irmão, movimentando tão sutilmente contra meu membro ereto, que mais me causava cócegas do que me excitava realmente. Notei que ele se estimulava com uma das mãos. Foi impossível controlar.

Ele me desejava e estávamos ali. Aquele era o motivo de discutirmos com tantas pessoas, perdermos tanto dinheiro, viajarmos tantos quilômetros. Estávamos absolutamente sozinhos, apenas com um lindo mar se estendendo a nossa frente, e ficaríamos sós por mais três dias. E eu o desejei mais do que em qualquer momento antes daquele. “Agora ou nunca.”

O agarrei contra meu corpo e meus instintos mais eróticos tomaram conta de mim, de maneira muito pervertida o ofereci ajuda, ele aceitou e a partir dali para mim seria impossível parar. Estava entregue e necessitado. Eu necessitava daquele contado verdadeiro e de dar e sentir todo prazer que certamente só conseguiríamos um com o outro. Mas aparentemente Bill tinha não apenas forças, como também vontade de interromper nosso momento.

“Me dê um minuto”. O barulho da água corrente do chuveiro a algum tempo não era ouvido e mais de meia hora havia se passado, em momento algum meu membro diminuiu a pressão exercida contra minhas vestimentas. Mas como poderia? Durante todo esse tempo a única coisa que aconteceu foi minhas vontades aumentarem e meus medos e motivos desaparecerem. Eu queria mais do que tudo fazer amor com Bill. Tocá-lo, beijá-lo e estar dentro dele. “Ah!” E eu o faria. Mill maneiras me passavam pela cabeça e eu somente aguardava.

Ouvir a porta do banheiro sendo destrancada foi como um click na consciência, levando meu coração a dar saltos cada vez maiores. Suspirei pesado ao me sentar na beirada da cama, bem em frente a porta que começou a se aberta. Muitas expectativas rodavam minha cabeça, mas principalmente esperava por um Bill tranqüilo e sorridente. Sentir qualquer insegurança ou arrependimento por parte dele naquele momento certamente seria insuportável.

Logo a silueta de Bill tornou-se plenamente visível, e neste momento respirar ou pensar eram duas coisas completamente secundarias. Bill estava a minha frente semi nu, usando somente uma boxer preta muito apertada, marcando perfeitamente seu membro ainda inerte. Como se apenas seu corpo a mostra não fosse o bastante para me excitar ainda mais, Bill tinha os cabelos lisos escorrendo até os ombros e uma maquiagem suave e impecavelmente linda. Um pecado implorando para ser cometido.

Mesmo com toda a beleza disposta a minha frente, por mais incrível que possa parecer, o que mais me excitava era o lindo sorriso estampado em seu rosto, algo que mesclava entre a timidez e a malicia. Maravilhoso. Eu era um condenado conformado com sua sentença, mas com a certeza da existência do paraíso. As pessoas nos condenariam, eu sabia disso, mas naquele momento notei que estariam erradas. Absolutamente nada que envolvesse Bill poderia ser considerado sujo ou imoral. Tão doce e puro. A parte que me faltava.





Com o passar dos anos reparei a diferença de tratamentos que Tom tinha comigo. Sempre que me encontrava vestido com qualquer coisa e com a cara limpa, o nível de cuidados e o sentimento fraternal que emanavam dele eram sem duvidas notáveis. Poucas foram as vezes que ele se excedeu estando eu assim tão comum. Sempre o fazia antes ou depois de shows, festas e entrevistas, nos momentos em que eu era o vocalista do Tokio Hotel. Nestes momentos ele se deixava levar pela paixão e o sentimento fraternal parecia voar para um plano absolutamente secundário, mesmo que continuasse a existir. Naquele momento era isso que eu mais queria, que Tom me desejasse. Esperava muito carinho por parte dele, mas se possível que o fosse não por nossos laços de sangue e sim pelo sentimento romântico existente entre nós. Não queria que ele sentisse culpa alguma pelo que estávamos prestes a fazer.

Quando depois de muito tempo me arrumando e criando coragem resolvi sair do banheiro, a reação de Tom não poderia ser mais adorável. Ele estava sentando na cama bem em frente a porta, seus olhos correram por todo meu corpo com uma expressão quase abobalhada e se prenderam em meu rosto dando lugar a um enorme sorriso que mesclava entre o nervosismo e a malicia, provavelmente algo muito semelhante ao que eu estampava.Tive vontade de me atirar em seu colo e unir nossos lábios sem mais demoras, mas não consegui fazer nada, apenas encostar-me no batente da porta e esperar que Tom tomasse alguma atitude, o que ele não demorou a fazer.

No instante em que o vi se levantar, com seu membro muito visível sob o short e um lindo sorriso malicioso nos lábios, minhas pernas fraquejaram, mas antes que meus joelhos pudessem ceder, Tom já tinha cortado rapidamente a distância de 3 passos que nos separavam e me segurou com firmeza pela cintura com um dos braços, puxando-me para perto de si, com a outra mão fechou a porta atrás de mim, encostando-me contra a mesma em seguida.

Eu provavelmente tinha uma enorme expressão de espanto no rosto, pois Tom me encarava com seriedade, enquanto aos poucos aumentava a pressão de seu corpo contra o meu. Pude sentir que meu membro já começava a dar sinais de vida e ao senti o dele completamente aceso contra minha perna, fechei os olhos. Respirei fundo assimilando a realidade e tentando torná-la crível. Logo estaríamos nos beijando, nos tocando e fazendo amor. E senti uma estranha vontade de chorar, não lagrimas de tristeza, mas sim de alivio.

Essa sensação logo foi espantada, dando lugar a outras muito mais agradáveis e intensas ao sentir as mãos de meu irmão se apoderarem uma de minha nuca e outra de minha cintura, e seus lábios quentes começarem a explorar meu pescoço. Mesmo que a principio o contato fosse suave e delicado, era muito diferente do que normalmente fazia comigo. Suas mãos me apertavam e seus lábios molhados iam de encontro a minha pele diversas vezes, ora próximo ao queixo, ora chegava a extensão de minha clavícula, permitia que sua língua deslizasse macia por minha pele, escolhendo seus próprios caminhos e sempre os fazendo de volta com ainda mais desejo, e eu me deixava perder em sensações.




Cheiro, gosto e textura. E eu ainda conseguia controlar minhas vontades de jogá-lo na cama e simplesmente devorá-lo como um animal de instintos. A principio limitei-me em fazer o já conhecido e sabia agradá-lo, mas pela primeira vez sem receio. Explorava sua pele sedosa sem poupar erotismo, mas o fazendo de maneira suave e lenta, mesmo que minhas vontades fossem de fazer rapidamente e mais intensamente, apenas corria languidamente os lábios e a língua, começando a arrancar ofegos ainda inseguros de meu irmão.

Logo seus ruídos tornaram-se notáveis, mas sutis gemidinhos de prazer, que só aumentavam a medida que eu pressionava meu membro contra ele já buscando por alivio e resvalava meus dentes em suaves mordidas. Seus ruídos me incentivavam, me incitavam, o senti aumentando dentro da pouca roupa a cada lambida ou leve pressão maior de meus quadris sobre os dele. Eu queria senti-lo completamente ereto. Pulsando entre meus dedos como podia sentir em seu tórax contra o meu.





Logo Tom já se pressionava com mais força contra meu corpo, prensando-me ainda mais contra a porta, seu membro contra meu corpo, sua boca cada vez mais atrevida e selvagem em meu pescoço, descendo um milímetro a cada segundo. Eu apenas apertava seus quadris a cada minuto com mais firmeza, sentia minhas unhas forçarem a pele mais sensível de Tom, e meu membro cada vez maior e mais apertado dentro da boxer.

Em um movimento rápido, fazendo-me sentir sua falta mesmo que por alguns segundo, Tom se afastou e retirou a blusa que usava para dormir, jogando-a em cima da cama logo atrás de nós. Antes de retornar ao que estava fazendo, ou ao menos assim eu pensava no momento, permaneceu parado a uma curta distância examinando meu corpo com olhos famintos, talvez não tivesse notado, mas ao fazer isso me deu também total visão de seu peitoral agora nu, completamente lindo e diferente do meu.




Foi inevitável passar a língua sobre meus próprios lábios ao admirar tanta beleza, a certeza de que por aquele momento e talvez por aqueles dias seria somente minha para ser aproveitada, me deixaram em um momentâneo estado de torpor.




Antes que pudesse notar, Tom já estava novamente colado ao meu corpo, com o rosto a centímetros do meu, a brusca aproximação fez com que um impulso de excitação corresse meu corpo. Seus olhos eram calmos, e mesmo que não estivessem sorrindo, felizes. Minha boca salivava enquanto sentia o calor de sua respiração tão próxima.

Sentia que finalmente o momento do beijo tinha chegado, e nada o interromperia agora, sentiria a textura de seus lábios e de sua língua, seu gosto e finalmente mataria a curiosidade que a anos me corroia. Qual seria a sensação de beijá-lo? Estar assim tão próximo e conectado. Eu simplesmente precisava. Um sorriso muito malicioso se estampou em seu rosto e eu apenas fechei meus olhos esperando o momento de sentir seus lábios nos meus pela segunda vez.




Completamente lindo, minha boca salivava só de pensar em caminhá-la por outras partes de seu copo, e pela expressão que Bill ostentava , me ver quase despido fazia com que ele tivesse pensamentos muito semelhantes. Me aproximei. Sorri. Ele fechou os olhos e se entregou. Em um movimento incontrolável e nada sutil, levei minha mão até seu meu membro já quase completamente ereto. Um adorável grito de prazer e desespero ecoou pelo quarto silencioso. E junto com ele meu controle se esvaiu.




Antes que pudesse esperar realmente por seus lábios, uma de suas mãos já tinha se tomado meu pênis com uma força mais do que desnecessária. Um choque de prazer percorreu meu corpo e foi inevitável um grito mais alto do que qualquer outro anteriormente. Antes que pudesse reagir, sua mão já subia e descia por toda extensão de meu membro ainda coberto. Seus movimentos eram fortes e precisos, descontroladamente prazerosos, mas desejei que ele parasse.




- Tom! – A voz ecoou pelo quarto quase como uma súplica




Uma suplica que precisava ser atendida. Curvei-me um pouco e atirei minha boca com vontade de encontro a seus mamilos a muito tempo descobertos, firmes e apontando graciosamente em minha direção, implorando por toque, que até então tive receio de lhe proporcionar. Segurei, apertei e chupei com vontade um deles, ouvindo mais um dos adoráveis gritinhos os quais mais tarde notaria que jamais me acostumaria.

Com a outra mão ainda o estimulava diretamente, sentindo sua ereção crescer de maneira descontrolada em minhas mãos. Cada vez maior, permitindo-me sentir mais uma de nossas semelhanças. Suas mãos cada vez mais agarradas a meu corpo tornavam agora o contato quase direto com a carne viva, a medida que as unhas de meu irmão não mais mediam forças. Meu membro negligenciado pulsava e pedia por alivio, mas não pediria nada a Bill diretamente, apenas me atritava contra sua perna, pedindo mentalmente que finalmente me agraciasse com o toque de suas finas mãos.

Bill tentava balbuciar palavras que eu não entendia nem mesmo me importava. Vê-lo se contorcer contra meu corpo, sentir seu pênis entre meus dedos e a deliciosa e delicada textura de seu tórax, faziam com que meu corpo mergulhasse e se mantivesse ligado a um único sentido, o tato, minha audição estava conectada apenas a murmúrios e gemidos. Nada mais. Prontifiquei-me a dar atenção a ambos os mamilos e mesmo que relutante comecei a caminhar minha mão pelo elástico de sua boxer, pedindo permissão para invadi-la.





Tom estava me fazendo perder em sensações as quais eu ainda não estava preparado para sentir, mais uma vez ele estava indo rápido demais. Eu nunca havia ao menos chegado perto de ser tocado daquela maneira, tentava pedir por calma, por menos, enquanto buscava controlar os prazerosos estímulos que me vinham por muitos lados. Mas ele não ouvia, ou eu nada dizia com coerência. Ele apenas se concentrava em me estimular com as mãos e os lábios, apertando somente minha glande com a ponta dos dedos e chupando ora um, ora outro mamilo de forma gulosa e insaciável. Seus dedos largaram meu pênis, suspirei um pouco aliviado, mas logo já avançavam pelo elástico da minha boxer, buscando um contato de pele.

- Para! – Falei um pouco alto, com certa dificuldade. Ele o fez imediatamente, olhando para mim com uma cara de espanto maior do que o necessário.

- Desculpa. - Ele disse afastando a mão de minhas partes baixas e desaconchegando o membro de minha perna. Pensei que se afastaria completamente levei minhas mãos ate seu pescoço, e o puxei novamente para perto.

- Calma, Tomi. – Falei de forma manhosa, mesmo um pouco assustado e muito ofegante. – Me beije. – Completei, Surpreendendo a mim mesmo. Seus olhos se estreitaram de maneira indecifrável, e eu aguardei.



Continua...


OBs: Avisar pra vcs que esse é o maior lemon da historia.. kkkkkkkkk
tem 6 partes esse capitulo.... Então... Melhor nem ter pressa.. rsrs
Mas não vou demorar pra postar prometo.


Última edição por Fã de BH/MG em Qui Maio 05, 2011 9:59 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Abr 19, 2011 1:55 pm

Menos mal que vc promete!!
Mulher!
Que capítulo divino!!!!!
ADOREI!
Super ansiosa pelo resto!!!!
(pode eixar, se demorar muito eu posso me divertir muito relendo alguns trechos....) Twisted Evil
Ansiosa demais aqui!!!!!!
lol!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Abr 19, 2011 9:30 pm

Ahhhhh como você para aí?
Quer me matar de curiosidade mesmo???
Continua sem demora, por favooor!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Ter Abr 19, 2011 9:53 pm

talita regis

Menos mal que vc promete!!
Mulher!
Que capítulo divino!!!!!
ADOREI!
Super ansiosa pelo resto!!!!
(pode eixar, se demorar muito eu posso me divertir muito relendo alguns trechos....)
Ansiosa demais aqui!!!!!!



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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Qua Abr 20, 2011 9:54 pm

CAPITULO 19- MALDIVAS 1º DIA - PARTE II


Para! – Ouvi Bill quase gritar.

Um forte arrepio percorreu minha coluna, como se acabasse de levar uma forte rajada de vento frio. Fui instantaneamente retirado do incontrolável êxtase em que estava mergulhado.

- Desculpa. – Falei descolando nossos corpos. Fui impedido por suas mãos puxando-me mais uma vez para perto. Não me atrevi a tocá-lo novamente, apenas espalmei minhas mãos contra a porta, uma de cada lado do corpo seminu de Bill.

Já que havia me decidido por fazer, estava determinado a dar o meu melhor, mas até aquele momento não tinha pensado que certamente o melhor que usava com as garotas não seria tão eficiente com meu irmão. Bill queria de maneira descontrolada fazer sexo, e não fazer sexo de maneira descontrolada. Mas sentir seu gosto e ouvir seus gemidos absolutamente me alucinava. Pela primeira vez os estava ouvindo como estimulo, e não como um alerta de pare, como sempre.

Começar as carícias pelos pontos já conhecidos de Bill tivera o efeito contrario do esperado. A principio evitei seus lábios com medo de descontrolar-me ao senti-lo de maneira tão intima e nova logo a principio. Acabei entretendo-me tanto com seu corpo, que por breves minutos beijá-lo nem me passavam pela cabeça. Apenas a alegria de finalmente estar me permitindo tal ato, a textura de seus mamilos enrijecidos em minha boca e seu membro a ponto de bala em minha mão.

- Calma Tomi – Disse de maneira manhosa, mas eu ainda podia notar o espanto em suas feições e atitudes. – Me beije. – Completou quase que automaticamente.

Após ouvi-lo pedindo que parasse e logo em seguida por calma, uma insegurança enorme me tomou, mas logo ela foi aplacada ao ouvi-lo pedir por um beijo. Tive dúvidas se todo o contato estava sendo rápido demais ou mesmo incomodo, ou se Bill somente precisava ser beijado antes de darmos continuidade ao que eu tentava fazer. Tive receio de beijá-lo. Sabia que a anos ele não o fazia e sendo plenamente sincero, essa era a pior parte quando me envolvia com alguma garota, chegando muitas vezes a ser desagradável.

Ele já estava de olhos fechados e eu o encarava, ansioso para continuar o que estava fazendo, senti que se pensasse no assunto por mais um fragmento de segundo poderia fraquejar. Resolvi atender seu pedido, mesmo temeroso, desejei que aquela fosse uma experiência agradável para nós dois. Fechei os olhos e avancei de encontro aos lábios de meu irmão.

Fui bruscamente impedido por suas mãos ainda firmes, que agarraram com força os cabelos de minha nuca, causando-me certa dor. Instintivamente abri meus olhos, visualizando imediatamente as pálpebras maquiadas dos olhos ainda fechados de meu irmão. Estávamos muito próximos e sua respiração era acessível, quente e pesada contra meu rosto. Tendo sido impedido mais uma vez, me controlei ao máximo e esperei que ele tomasse alguma atitude.





Demorou alguns segundos, mas logo Tom avançou sedento de encontro aos meus lábios. Notei que ele ainda mantinha o mesmo fogo de segundos atrás, quando estava me assediando, seu movimento foi rápido e brusco, se não o impedisse nossos lábios acabariam colados de uma maneira que eu não queria que ficassem, e continuaríamos exatamente do ponto onde eu o tinha interrompido. E eu não queria. Desejava explorar seus lábios e seu corpo com delicadeza, queria me saborear de cada detalhe e cada segundo. Não recuperar todo o tempo perdido em minutos como Tom aparentemente começara a fazer.

Minhas mãos que estavam envoltas em seu pescoço se agarraram com força a seus cabelos, impedindo o avanço subitamente, quando estávamos centímetros um do outro. Tive medo de abrir os olhos e observar qualquer expressão negativa por parte de meu irmão. Apenas continuei sentido sua respiração, com um enorme receio em beijá-lo e ele novamente ser indelicado. Antes que Tom tentasse novamente prosseguir, sussurrei mais uma vez como um último pedido e alerta:




- Calma Tomi. – Falou novamente contra meus lábios.

Naquele momento notei que ao me pedir calma pela primeira vez não o fez somente pelo incomodo de ser tocado antes de ser beijado, mas sim porque toda a situação estava sendo rápida demais. Tive medo. Eu não sabia ser paciente com relação a sexo, nunca o fui. Não sabia beijar de maneira calma, sempre enlaçava minha língua de maneira quase psicótica as das garotas. E pensando bem, eu não queria fazer daquela forma com Bill.

Pela primeira vez estava com medo de não conseguir, de não ser bom o bastante. Não que sempre conseguisse dar prazer as minhas garotas, na verdade mais o contrario, mas nunca me importei com isso, só me importava o meu prazer. Certamente o desejo de Bill por mim não seria suficiente para que ele tirasse excelente prazer do ato, seria necessária toda dedicação de minha parte, coisas que imaginei muitas vezes, mas naquele momento pareciam difíceis demais de serem colocadas em prática.

Eu queria possuí-lo, podia fazer, mas tinha que me controlar. Naquele momento como seria possível beijar-lhe o pescoço sem volúpia? Como tocar-lhe as partes sem me exaltar? Como beijar-lhe os lábios sem invadir-lhe a boca e assediar cada canto? Essa era a pergunta para qual eu buscava resposta e ter tais pensamentos estava sendo desanimador. Tinha muito medo de não conseguir satisfazer meu irmão, de não atender as suas expectativas. Resolvi ser sincero, afinal, era meu irmão ali.





- Bill. – Me chamou suavemente e eu abri os olhos instantaneamente, fitando os dele tão próximos. – Eu nunca fiz isso... – Sussurrou como se fosse um segredo, franzi o cenho em sinal de desentendimento. – Com calma. – Completou respondendo a pergunta de meu olhar. Sorri ao entender a que ele se referia.

- Você pode fazer agora. – Falei de maneira tímida, minhas palavras soaram ridículas até para meus próprios ouvidos. Tinha achado aquela afirmação de Tom realmente encantadora.

- Se eu fizer qualquer coisa que você não gostar... – Ele começou com muita dificuldade, imaginava o como era difícil para ele falar aquele tipo de coisa naquele tipo de situação.

- Eu te aviso. – Completei a frase e ele me lançou um sorrisinho aliviado e sem graça.

- Feche os olhos. – Eu imediatamente obedeci, sentido meu coração dar saltos dentro do peito.

Sabia que daquele momento em diante as coisas caminhariam de maneira diferente e eu finalmente poderia beijá-lo, beijá-lo e beijá-lo. A dificuldade para Tom finalmente me beijar estava tornando esse momento tão ou mais aguardado do que o do sexo em si. O ouvi respirar pesado algumas vezes antes de sentir que ele se aproximava. Nossas respirações colidiam-se e eu pude finalmente sentir o calor do quase contato com seus lábios.




“Vamos lá Tom. Paciência com o seu irmão.” Eu mentalizava enquanto criava coragem para fechar os olhos e finalmente explorar sua boca. Um receio enorme de que não fosse uma experiência positiva me tomava até os ossos, mas era necessário. O quão agradável poderia ser beijar o próprio irmão? Mesmo com o sentimento romântico e sexual latentes. Mas eu não tinha escapatória. Apenas avencei desta vez com muita sutileza.

Rocei meus lábios nos dele e pude senti-lo tremer contra meu corpo. Tirei minhas mãos que até então continuavam espalmadas contra a porta e levei-as até os quadris de Bill. Sempre com todo o cuidado e delicadeza que ele merecia e eu insensivelmente havia ignorado a princípio.

Selei minha boca com a dele brevemente uma vez e abri meus olhos, ele continuava imóvel, avancei mais uma vez, e mais uma, em uma sequência de beijos quase sem malicia alguma, que ainda não me despertavam nenhuma emoção mais forte, positiva ou negativa. Podia sentir que ainda não era retribuído, os lábios de meu irmão ainda estavam parados e nem mesmo se pressionavam contra os meus quando eu o fazia.

O Fiz uma quarta vez de maneira mais demorada, senti finalmente Bill corresponder, fazendo-me os pelos de meu corpo de arrepiarem de maneira sutil. Mais uma vez e me arrisquei morder suavemente seu lábio inferior, mesmo que minha vontade fosse já invadir-lhe com a língua e sentir seu gosto de uma vez por todas. Para minha surpresa Bill fez o mesmo em seguida, me mordiscando com palpável timidez, e uma corrente elétrica me fez lembrar a ereção algum tempo ignorada dentro do meu short. “Controle-se.”





Agora sim as coisas corriam deliciosamente. Cada um dos selinhos dispostos em minha boca por Tom foram inicialmente inacreditáveis, demorou algum tempo para que saísse do torpor do primeiro contato e começasse a corresponder. Logo trocávamos beijos suaves e brincávamos com delicadas mordidas, mas eu queria um contato de línguas, como Tom nada fez a esse respeito, meu próximo movimento foi uma sutil lambida no lábio inferior de meu irmão. Ele fez o mesmo comigo em seguida.

Sentia que Tom ainda estava relutante, mas ao poucos sua boca foi se abrindo e pude sentir sua língua deslizar macia de encontro a minha. No mesmo instante em que se encontraram senti uma alegria imensurável por finalmente saber o gosto de sua boca. Ou melhor dizendo, a falta de gosto, era como me deslizar por água, uma versão inexistente de água morna, maleavél e sólida.




Ainda estava relutante, mas aos poucos fui abrindo minha boca junto a de Bill, permitindo que minha língua deslizasse de encontro a dele. No mesmo instante em que nossas línguas se encontraram senti uma súbita excitação ao finalmente sentir o gosto de sua boca. Algo entre morango e menta, certamente a combinação de seu dentifrício infantil e o gloss de seus lábios. Sua textura era tão delicada, sem duvidas os lábios mais apetitosos e convidativos que já provei.

A principio somente a estagnação do choque inicial, mas logo arrisquei-me movendo a língua contra a de meu irmão, que prontamente fez o mesmo, fazendo-me notar que apenas esperava meu movimento. Foi nesse momento que senti seu piercing brincando sutilmente contra minha língua. Nossos movimentos ainda eram lentos e incertos, nada confiantes de ambas as partes.

Notei que Bill apenas me acompanhava, em um simulacro imperfeito de meus movimentos e mesmo assim aquele beijo estava sendo muito melhor do que esperei a principio. A suavidade dos lábios e da língua de Bill, a perfeição com que acompanhava os movimentos que eu mesmo fazia de maneira desconhecida, a sutileza do roçar de seu piercing, sua boca tão macia, parecia poder se desmanchar dentro da minha a qualquer momento.

A medida que me familiarizava com seus lábios, aumentava a fluência de nosso beijo, arriscando-me cada vez mais, deslizando, lambendo, sugando, mordendo cada parte. E os sentimentos que me tomavam eram absurdamente bons e amorosos, quase fraternais. Finalmente aproveitar um beijo era como descobrir uma nova forma muito sutil de prazer, o descontrole a muito já havia ficado para trás e os movimentos suaves aconteciam com naturalidade, acompanhando as pontadas de carinho e afeto que por vezes me embalavam, assim como a então extremamente sutil sensação de excitação.





Tom estava sendo impecável, devagar e paciente, permitindo-me acompanhá-lo com facilidade. Nossas bocas já haviam perdido a brusca timidez inicial e brincavam com a presente sensação de insegurança. Mas já se entendiam, se acompanham e se completavam. As súbitas atrações e constantes calafrios internos já me eram comuns a cada vez que ele deslizava contra meu piercing, sugava minha língua ou mordiscava meus lábios.

Nosso contato era tão suave que podíamos respirar perfeitamente, ainda que com certa intensidade, de maneira que nossos lábios se mantiveram colados explorando-se por muito tempo e aparentemente toda a pressa de Tom desaparecera e ele muito aproveitava a peculiaridade de nosso beijo. De nossa descoberta mutua.

Após longo perduro do momento, eu próprio já ansiava por mais, mentalizando que Tom aprofundasse nosso contato e logo me desse o prazer de senti-lo contra meu corpo ou seus toques um pouco mais íntimos. Se ele mantivesse a mesma disciplina que conseguiu em meus lábios na ultima quase uma hora, tê-lo explorando meu corpo seria incomparável.

Esperei, de maneira perfeitamente agradável, por uma atitude mais, porem não tão, intensa de meu irmão. Não precisei pensar em avançar eu mesmo com a situação, logo senti mais uma vez o membro rígido de meu irmão pressionando-se contra mim. A principio uma leve insegurança devido a lembrança de uma rápida e intensa aproximação tão semelhante, mas logo a notável diferença, a sutileza de um Tom mais inseguro tornava o roçar de nossos membros algo que ultrapassava o limite do esperado.

Foi inevitável que a intensidade do beijo aumentasse, não diferente, apenas mais rápido e urgente. Ele se roçava em mim vagarosamente, atritando nossos membros ainda cobertos, ora para os lados, ora para cima e para baixo, permitindo que nossas bocas se descolassem e emitissem abafados sussurros uma contra a outra somente quando se pressionava, o prazer tornava-se inevitavelmente pronunciável e a vontade de tê-lo em mim só crescia.

Em algum tempo, Tom retirou uma das mãos de minha cintura e levou seus dedos para dançarem contra o elástico da minha boxer. Um nervosismo me tomou novamente, mas meu irmão estava sendo perfeito, eu não podia e não queria lhe negar aquilo, mesmo que estivesse um pouco receoso, apenas diminui a intensidade do nosso beijo e aguardei que Tom avançasse.

- Eu quero te tocar. – Sussurrou contra meus lábios assim que os descolou dos dele. Não esperava uma declaração direta como aquela e podia sentir a insegurança estampada em suas palavras.

- Então me toque Tom. – Respondi um pouco sem graça, agarrando-me com mais força ao seu pescoço, aguardando o que viria a seguir.

Tom não voltou a unir nossas bocas como pensei que faria, apenas continuou roçando seus lábios contra o meu, puxando cada vez mais o elástico de minha boxer, sem propósito algum, apenas para me provocar, imagino, e estava funcionando, a cada vez que sentia o pano relaxar e contrair-se novamente contra meu membro, uma vontade ainda maior de sentir seus dedos diretamente em contato surgia com rapidez.




- Tomiiiii – Bill gemeu manhoso, movimentando ansiosamente o quadril para frente. Fazendo-me deleitar diante de tal cena.

Aparentemente minhas provocações funcionavam, a ponta de meu dedo correndo delicadamente por sua pele, as falsas sensações de alivio ao afastar o pano de seu membro, queria que ele desejasse meu toque tanto quanto eu desejava o dele naquele momento e tão desajeitado me envergonhava de pedir-lhe.

Estava me cansando de provocações, minha nova tática com Bill naquele momento era somente avançar quando já confortável com a presente situação, e naquele momento, ambos parecíamos não apenas confortáveis, mas ansiosos por mais. Colei nossas bocas em um intenso encontro apenas de nossos lábios e avancei minha mão para dentro de sua boxer, mas antes que ela estivesse de fato dentro, a retirei um tanto quanto surpreso, aparentemente Bill não possuía um único pelo em suas partes baixas. Abri os olhos e ele parecia espantado e visivelmente tímido.

- B-Bill. – Gaguejei.

- Tom... Eu... – Ele gaguejou de volta ficando ainda mais vermelho. Coisa que eu apostaria ser impossível.

- Eu gostei! – Falei antes que ele pensasse o contrário.

Ah! E eu tinha mesmo gostado, muito. Tanto que sensação de descontrole a um longo tempo esquecida voltou a me tomar, junto com a vontade de realmente ver o que havia apenas sentindo por breves segundos ao invadir-lhe a boxer. Estava absurdamente curioso.

Voltei a beijá-lo, Lembrando-me de ser calmo e não assustar meu irmão, mas o contato estava sendo inevitavelmente intenso e Bill parecia não se incomodar nem um pouco. O afastei da porta e enlacei sua cintura com ambos os braços, começando a nos caminhar desajeitadamente até a lateral da cama, tropeçando um pouco antes de chegarmos a ela.

- Deita. – Sussurrei em seu ouvido, tentando disfarçar minha ansiedade. Bill me observou de soslaio antes de obedecer. Deitando-se horizontalmente na cama, exibia um adorável sorrisinho indecifrável.

Inclinei-me levando as mãos novamente de encontro ao elástico preso ao pano. Busquei por permissão na face corada de meu irmão, que a concedeu acenando positivamente com a cabeça. Abaixei rapidamente a única peça de roupa que meu irmão vestia.

Meu coração já acelerado começou a saltar freneticamente, não que não esperasse, mas ver o membro de meu irmão saltando desesperadamente para fora da boxer tinha sido absolutamente fascinante. Tão próximo de mim de maneira tão natural. Afastei-me, levando sua boxer até o final do caminho, atirando-a em algum canto do quarto. Posicionei-me em pé a sua frente, a fim de visualizar melhor a imagem de meu irmão nu. Ele tentou se cobrir com as mãos, levemente incomodado com completa exposição.

- Deixa eu olhar pra você um pouquinho, deixa. – Falei muito carinhosamente, quase implorando.

- Eu também Tomi. – Respondeu me pegando de surpresa, e acompanhando a sentença de uma leve aceno, indicando com a cabeça meu short.

Eu certamente corei um pouco ao ouvir as palavras de meu irmão, mas prontamente obedeci, abaixando-me para tirar short e cueca em um único movimento, aliviando meu pênis pulsante e necessitado. Foi inevitável gemer alto ao sentir uma leve brisa bater contra minha pele fervendo e a tanto tempo presa contra os tecidos, ao me ver nu Bill soltou uma risadinha, tentando abafá-la com as mãos, adoravelmente.





Aquela posição, um deitado outro em pé logo em frente, dava-me uma total visão de seu corpo, tão diferente e tão semelhante ao meu. Seu membro ereto, enorme, perfeitamente apontado em minha direção, fazia-me lamber os lábios de desejo. Tão grande, lindo, reto. Deliciosamente alvo e rosado, tão semelhante ao meu, mas a maneira completamente diferente que mantinha seus pelos pubianos o fazia parecer ainda mais lindo e atraente. Senti meu ego sendo massageado quando me lembrei que estava naquele estado de excitação por mim.




Bill se mantinha liso como um bebê, como um ator de filmes pornô, ou uma garota. Observar seu corpo frágil tão exposto estava me levando ao limite do prazer que alguém poderia alcançar recebendo somente estímulos visuais. Mas queria vê-lo ainda mais exposto. Queria finalmente ver sua entrada certamente tão lisinha e rosada quanto seu membro.

- Bill, abre as pernas. – Falei sussurrando.

Não sabia de que maneira Bill poderia encarar aquele pedido, e para minha surpresa ele o fez, flexionando os joelhos e dobrando as pernas, apoiando os pés na cama, mas ainda não era suficiente, a única coisa que eu ainda enxergava era seu membro maravilhoso e tão aparente.

- Abre mais. – Pedi, levando minha mão a seus joelhos. Incitando-o a obedecer.

Ainda um pouco relutante Bill aos poucos obedeceu, afastando uma perna da outra cada vez mais, sua face se alternava em todos os sentimentos possíveis, excitação, timidez, medo, mas principalmente, ele parecia feliz, o que me ajudava a aproveitar o momento mesmo muito nervoso.

Logo foi se tornando visível o que eu tanto desejava ver e quando as pernas e Bill já se encontravam muito bem abertas, a visão de seu orifício ainda virgem certamente não poderia ser mais perfeita, ao menos não naquela posição. Graciosamente rosada, deliciosamente lisinha e preocupantemente pequena.

Aparentemente impossível de suportar meu membro sem grande esforço, foi impossível não gemer ao imaginar aquela entrada tão pequena se alargando e engolindo meu pênis até o fim. Bill soltou uma leve risada, fazendo-me finalmente voltar minha atenção para seu rosto.





Eu sabia perfeitamente o que ele queria, a medida que abria minha pernas o olhar de Tom tornava-se mais e mais ansioso e quando finalmente eu já me encontrava plenamente exposto a expressão que tomava seu rosto era cômica, mordia o lábio inferior em notável demonstração de prazer, mas franzia as sobrancelhas e mantinha um concentração de quem esta diante de um calculo matemático, foi impossível não rir alto ao vê-lo gemer com uma expressão tão destoante no rosto.

Seus olhos voltaram a percorrer cada área de meu corpo, demorou certo tempo para que me sentisse a vontade e finalmente me permitisse também observá-lo, e quando o fiz esqueci absolutamente de seus olhos sobre mim. Estava concentrado demais em seu peitoral forte, suas coxas torneadas e seu membro tão perfeito, completamente excitado. Fui desviado de minhas observações pela voz de Tom.

- Você é tão lindo Bill. – Falou suspirando pesado, começando a correr as mãos por minha coxa, de meus joelhos até meu quadril. – Delicioso. – Continuou.

Foi e então que uma de suas mãos envolveu com firmeza meu pênis, me impedindo de respondê-lo, substituindo minhas palavras por um sonoro gritinho devido ao choque de prazer. Tom iniciou uma masturbação lenta e firme. Seus dedos subiam e desciam vagarosamente da base até a cabeça de meu membro, fazendo-me contorcer de prazer.

Ter outra pessoa realizando aquelas caricias era uma sensação incrível, o contato da mão notavelmente mais áspera que a minha e os movimentos tão mais fortes e lentos tornavam o ato infinitamente mais prazeroso do que imaginei que pudesse um dia ser uma punheta. Cobri meu rosto com ambas as mãos ao sentir a intensidade de meu prazer aumentar, e então Tom cessou os movimentos, mas ainda sem largar meu membro. Eu o olhei confuso e louco por mais.

- Não faz isso Bill. – Ele disse franzindo o cenho.

- O que? – Perguntei confuso, ainda ofegante.

- Não se esconda de mim. – Respondeu sorrindo malicioso. – Eu quero olhar pra você... – Retomou os movimentos em meu membro, fazendo-me soltar um incontrolável gemido ao sentir novamente a pressão de seus dedos. – Enquanto sente prazer. – Finalizou, aumentando um pouco a velocidade da masturbação.

- Ahhh Tom! – Gemi alto, agarrando-me aos lençóis. Tentando não cobrir o rosto mesmo com muita vergonha de tanta exposição de meu físico e de minhas emoções.




Continuei em pé entre suas pernas, masturbando-o suavemente, mas com firmeza, tentando lhe dar tanto da paciência que ele insistia e do prazer que eu tanto queria lhe proporcionar. A cena era absurdamente estimulante e nunca em minha vida havia sentido meu membro pulsar de maneira tão clara. Bill se contorcia timidamente na cama, bagunçando os lençóis a medida que se agarrava neles, murmurava e ofegava a cada vez que deslizava meu polegar por sua glande ou apertava com mais força a base de seu membro. Por vezes tentava gemer meu nome, o que só me incitava a continuar.

- Tom! – Finalmente conseguiu. – Pa-Para. – Falou com muita dificuldade e eu imediatamente o fiz.

- Não tá bom? – Perguntei receoso, ainda sem larga-lhe o membro.

- Devagar – Falou erguendo um pouco o troco, apoiando-se nos cotovelos. – Assim eu não agüento. – Completou

Ele mais uma vez relaxou, voltando a se aconchegar completamente sobre a cama, ronronando suavemente diante da delicadeza de meu toque. Eu o observa completamente admirado, buscando coragem para realizar minha vontade de abocanhá-lo e lhe proporcionar pela primeira vez esse prazer imensurável.

Mas a verdade é que estava receoso, nunca havia feito aquilo antes e por mais que estivesse me sentindo absurdamente gay tamanha minha vontade de chupá-lo e brincar indiscriminadamente com seu membro, não tinha coragem para realmente o fazer. Um forte arrepio percorreu minha coluna, junto com uma vontade de lhe lamber e lambuzar a entrada.

Continuei a masturbá-lo vagarosamente, enquanto tentava internamente me decidir o que fazer em seguida. Tinha medo de avançar em seu membro e não executar o trabalho com maestria, mas também estava tímido em lhe pedir que virasse para que fosse assediado no ânus. Continuei a masturbá-lo enquanto tentava resolver esse dilema interno.





Os movimentos agora suaves de Tom me relaxavam e excitavam vagarosamente, esquentando cada vez mais todo meu corpo e fazendo meu membro pulsar cada vez mais em seus dedos. Estava perdido na naturalidade do momento e demorou certo tempo para lembrar-me que Tom certamente também desejava um estimulo mais direto, estava ansioso em lhe proporcionar, mas acabei por ignorar devido a meu próprio prazer.

Abri meus olhos e voltei a observar meu irmão. Parecia realmente muito concentrado, concentrado até demais devido a simplicidade dos movimentos que ele então realizava. Reparei que não era meu membro envolto em sua mão que ele observava, e sim minha entrada, centímetros abaixo. Senti um súbito arrepio na coluna ao notar o que se passava.

Tom estava buscando uma maneira de finalmente fazer aquilo. E não estava encontrando. Com a mão livre ele apenas segurava imóvel o próprio pênis, certamente precisava de alivio, a horas estava em riste e em momento algum eu havia lhe proporcionado qualquer tipo de toque. Diante de Tom e seu dilema interno, resolvi me pronunciar.

- Tom. – Chamei. – Com os dedos primeiros. – O alertei caso tivesse em mente me penetrar sem preparação. Seria impossível.




Talvez pudéssemos fazer algumas outras coisas antes do grande momento, mas a verdade é que vê-lo tão ansioso aumentava também minha vontade em fazer. Mesmo com muito receio o que eu realmente queria naquele momento era sentir finalmente a penetração, o auge do sexo e do prazer que poderia atingir com ele.




Antes que decidisse o que fazer, Bill jogou a próxima carta e eu imediatamente me prontifiquei a fazer o que ele me solicitava.

- Deita lá. – Falei, tirando minha mão de seu membro e apontando para a cabeceira da cama.

Bill logo se arrastou até o local indicado, deitando-se com a cabeça sobre os travesseiros. Engatinhei-me pela cama até ele, posicionando-me ajoelhado entre suas pernas, sentado nos calcanhares, em frente a seu pênis em riste. E mais uma vez senti uma súbita vontade de cair de boca em todo aquele volume de meu irmão e brincar muito com ele.

Esse pensamento logo foi varrido ao vê-lo dobrar novamente as pernas, abrindo-as bem, retomando a posição que estava a minutos atrás, desta vez com seu ânus ainda mais a mostra, ele piscava para mim freneticamente, ansioso pelo que viria a seguir. Minha boca se escancarou diante daquela cena e Bill soltou uma risadinha.

- Vai Tomi. – Falou levantando um pouco o quadril, louco por mais. – Eu estou pronto. – Disse sorrindo timidamente. – Com os dedos. – Lembrou-me, como se precisasse.

Me aproximei e toquei nossos lábios brevemente, em uma total demonstração de carinho e nada mais, mesmo sentindo brevemente nossos membros roçarem um contra o outro totalmente sem restrições. Estava extremamente empolgado com o que estava prestes a fazer, realmente feliz, e a felicidade que Bill estampava completava a minha.

- Ah, Bill... – Suspirei. – Me desculpe por demorar tanto. – Continuei. – Eu sou um idiota. – Falei enquanto acariciava suas pernas dobradas. – Desculpa ter feito você esperar tanto por isso...

- Não é hora para desculpas Tom. – Me interrompeu graciosamente nervoso. – Não me faça esperar mais.

- Bill... – Ele se apoiou nos cotovelos, me encarando, esperando o que eu pretendia dizer. – Eu tenho medo de te machucar. – Eu precisava falar. Sabia que o corpo de meu irmão era frágil e o que eu estava prestes a fazer com ele não era natural, era uma agressão ao seu organismo.

- Não vai. – Respondeu com seriedade. – Eu já fiz isso sozinho. Várias vezes. – Completou visivelmente tímido.

Eu já suspeitava, e pensar nisso me excitava muito. Imaginá-lo sozinho, inserindo os dedos em si, pensando em mim durante uma masturbação tão erótica, fazia-me mesmo naquele momento arrepiar de excitação. Mas a verdade é que existe um abismo de diferença entre os dedos dele, os meus dedos e meu membro, e era essa parte que me preocupava, ele parecia realmente grande demais para caber dentro de Bill. Temia forçar passagem e acabar deixando-o, vulgarmente falando, arrombado.

- Tenho medo de te machucar... Quando tentar entrar em você. – Falei desviando o olhar devido a grande timidez que acompanhava essas palavras.

- Não vai. – Repetiu com a mesma seriedade. – É só você fazer do outro jeito primeiro... – Tomou fôlego para completar a sentença. – Que eu vou relaxando. – Completou com muita dificuldade, mas parecia certo do que falava. Foi inevitável que um sorriso muito malicioso adornasse meus lábios.

- Me avisa se alguma coisa te incomodar, ok? – Ele acenou positivamente com a cabeça.

Levei minha mão direita até meus lábios e cuspi uma generosa quantidade de saliva na ponta de meus dedos, levando-a em seguida até a entrada de Bill, ouvindo-o dar um de seus adoráveis gritinhos ao sentir o contato de meus dedos e a umidade em seu ânus. Deslizei a ponta de meu indicador bem em seu orifício, vi os poucos pelos de sua perna se arrepiaram e senti seu anel de músculos inquieto sob meu dedo.

- Vou colocar o primeiro. – Avisei e ele murmurou em aprovação. .

Fiz pressão com a ponta de meu indicador contra o orifício apertado de Bill e pude sentir com clareza quando ele relaxou e meu dedo começou a finalmente encontrar caminho para dentro dele. Continuei forçando até que estivesse completamente dentro. Suspirei pesado, sendo acompanhado por Bill que fez o mesmo em seguida.

Sentir meu dedo dentro dele era realmente estranho e muito excitante, meu irmão tão quente e macio, e muito, muito apertado. Se aquela era a sensação de somente um dedo, eu me inquietava só de pensar como seria quando meu membro estivesse tentando ocupar aquele espaço.

Comecei a movimentar vagarosamente, retirando quase completamente e afundando novamente o máximo que podia. Ele já suspirava mais pesado e ronronava sutilmente. Retirei meu dedo, vendo a entrada de Bill se contrair completamente logo em seguida, ele murmurou em desgosto, mas antes que pudesse reclamar eu estava introduzindo nele meu dedo médio.

Arrisquei um movimento mais rápido, tirando e colocando por inteiro em uma velocidade que parecia agradar Bill, que ofegava cada vez mais. Meu membro já dava saltos diante de uma cena tão estimulante e notei que nunca o havia visto tão ereto, tão vermelho e sentindo-o pulsar tanto e mesmo que nem mesmo eu me estimulasse diretamente, uma gota transparente teimava em me escapar da uretra.

- Mais. – Pediu. – Mais, Tomi. – Quase implorou.

Retirei mais uma vez, levando novamente minha mão a boca em busca de lubrificação e novamente a sua entrada, esfregando dois dedos ao mesmo tempo. Introduzi primeiro a ponta do indicador levando o dedo médio pra lhe fazer companhia, e assim como da primeira vez, pude sentir de maneira clara o momento que Bill relaxou permitindo que meus dedos avançassem para dentro dele. Soltou um adorável gritinho ao sentir a nova invasão.

Agora a tensão era muito mais notável, podia sentir o orifício de meu irmão se contrair e relaxar contra meus dedos de maneira clara, e sem duvidas a dificuldade de inserir-lhe dois dedos era maior, mas eu aos poucos o fiz, até que estivessem quase completamente dento de Bill, movimentei, dobrando, abrindo e esfregando suas paredes por dentro. Ele levantou a cabeça e olhou brevemente para mim, sorria sacana, de uma maneira que pouquíssimas vezes eu havia visto. Comecei um vai e vem e ele voltou a acomodar a cabeça nos travesseiros.

Retirei e coloquei vagarosamente algumas vezes, sentindo-o contrair-se e relaxar. Inicie um movimento mais acelerado que logo arrancava gemidos bem mais audíveis de meu irmão. E eu apenas admirava, sentia uma tensão em cada músculo de meu corpo devido a ansiedade e o receio da situação, mas estava absolutamente fascinado.

Nunca tinha visto absolutamente nada como aquilo e jamais poderia imaginar que fosse de tal forma. Estava fascinado com meus dedos saindo e em seguida desaparecendo novamente para dentro de meu irmão. Sua face contorcida pelo prazer tornava difícil escolher o que observar, e meu olhar continuava frenético e inquieto, variando entre sua entrada que engolia meus dedos, cada vez com mais facilidade e seu rosto que a cada minuto se alternava demonstrando mais e mais prazer, acompanhando cada gemido e ruído que saia de seus lábios.

- Mais... – Bill pediu com certa dificuldade.

- Ainda não. – Respondi com a voz seca devido ao nervosismo. Certamente Bill ainda não estava relaxado o suficiente para receber um terceiro dedo.

- Mais... Fundo. – Falou ofegante. Só então entendi que não era por mais dedos que ele pedia.

Diminui mais uma vez a velocidade, levando-os vagarosamente o mais fundo possível para dentro de Bill, ouvindo-o gemer manhoso ao sentir o limite ser alcançado, mas a pressão ainda existente de dedos que se pudessem chegariam muito mais longe. Movimentei-os ainda sem diminuir a ânsia de mantê-los bem fundo, como ele havia me pedido.

Usei minha mão livre para levar mais saliva até meus dedos fora de vista, antes de dobrar, abrir, alisar e fazer todos os movimentos imagináveis dentro de Bill, vendo que este só se contorcia a cada vez que eu me movimentava. Retomei o vai e vai alternando com movimentos dentro dele quando me encontrava bem fundo, empolgando-me um pouco com a visão e os gemidos cada vez mais altos de meu irmão. Tirava, colocava e me movimentava, dobrava, alargava e massageava, cada vez mais forte e mais rápido, motivado pelo notável relaxamento de seus músculos. Em um desses movimentos mais empolgados, Bill soltou um sonoro grito e tencionou todos os músculos, inclusive os de sua entrada. Assustado, rapidamente retirei meus dedos de dentro dele.

- Desculpa Bill. – Falei muito nervoso. – Eu te machuquei? – Perguntei um pouco curioso, Bill não parecia muito chateado, ao contrario, estampava um sorriso gracioso.

- Não. – Disse levantando um pouco. – É aí Tom. – Completou em meio a suspiros, corando violentamente.

- O que? – Perguntei completamente desentendido, mas já mais aliviado.

- Onde eu sinto mais tesão. – Falou timidamente, voltando a encostar a cabeça. – Continua Tom. Por favor. Tava muito bom. Continuaaaa – Ele quase choramingou.







Continuaaaaaa. rsrs
Bom gente eu vou viajar AGORA e volto na sgunda. ai eu posto mais uma parte.
Espero que estejam gostando.
Beijos ;***


Última edição por Fã de BH/MG em Qui Maio 05, 2011 10:01 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Da Infância a Adolescência   Hoje à(s) 2:55 pm

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