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 [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas

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Racquel

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MensagemAssunto: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Qua Jul 14, 2010 9:38 am

Nome: Diversas Belezas
Autor: Racquel ( eu mesma )
Classificação: + 18
Gênero: romance, lemon, A.U
Beta-Reader: eu o/
Nº de capítulos: indefinidos
Terminada ou não: Não.

Sinopse:

Como alguém com tal beleza poderia gostar, se sentir atraído por um garoto feio como eu? Um garoto de cabelos pretos mal pintados? Um garoto com espinhas e verrugas na face? Um garoto sem o dente da frente?

Capa:

É TWINCEST, quem não curte não leia, por favor! Aos demais, que gostam dessa fantasia, boa leitura =)

0000000000000000000

Capítulo 1: Caminho para a mudança



[Bill]



Poderia ser um simples amor puro que estava pouco a pouco se apoderando do meu coração de forma quase dolorosa. Mesmo assim, ainda havia a possibilidade de ser mera atração física por ele, por seu corpo, pela sua face, cabelos cheirosos e tudo mais, dos pés à cabeça. Ele era perfeito para mim, para meus olhos. Ele era a visão mais bela daquele colégio, a visão mais peculiar que deixava a todos com vontade de ter um pedaço daquele ser para si, mesmo que por uma noite.



E eu não parecia ser exceção



Andreas era o garoto mais lindo que meus olhos já tinham visto, e, claro, com toda essa beleza exótica e atrativa, ele era desejado por qualquer ser vivo.



Dizer que o que eu sinto por ele seria apenas atração física é um grave engano, talvez. Eu nunca falei com ele, não sei como ele é, não sei de seus costumes e nem de seus gostos. Mas sempre observo cada passo, cada sorriso, cada brilho que seu olhar não fazia nenhuma força em esconder. Mas mesmo assim, não é somente externos meus sentimentos por ele, disso eu tenho certeza.



Só uma coisa é certo: ele nunca irá se apaixonar por mim. Claro, é algo lógico.



Como alguém com tal beleza poderia gostar, se sentir atraído por um garoto feio como eu? Um garoto de cabelos pretos mal pintados? Um garoto com espinhas e verrugas na face? Um garoto sem o dente da frente? Ele nunca teria prazer em me beijar, em passar a língua pelo meu céu da boca.



Como poderia gostar de um ser vesgo que usa óculos enormes? Que se veste mal, com roupas que parecem pijamas e imundas ao seu ver?



Só uma palavra: impossível.



Andreas era a perfeição em pessoa, um delírio. Meu delírio.



Eu era a imperfeição, rejeitado por todos. Quase todos.



Meu nome é Bill Kaulitz, e como pode ver, não sou a pessoa que se possa dizer que é a mais feliz, mas eu sobrevivo dia após dia. Eu realmente não sei o que eu fiz para receber tal aparência tão...Horrorosa. Talvez essa palavra seja até elogio a minha pessoa.



Eu já fui chamado de monstro, bicho papão, choquito. Tudo. Tudo o que você puder imaginar de palavras asquerosas, era meu apelido.



Eu realmente não me importo em me arrumar, de parecer elegante ou bonito como a maioria das pessoas “normais” aparentam. Eu provavelmente seria julgado e diriam: “ olha, o líder monstro querendo ficar bonito, coitadinho do Billizinho”.



Foi isso o que meus ouvidos presenciaram quando eu tentei mudar pela primeira vez.



Eu, talvez por isso, não seja a pessoa mais legal para se ter como amigo. Eu sei disso. Mesmo assim, Tom sempre está atrás de mim, como se fosse um guarda costa, me protegendo das pedradas externas e internas, não me deixando cair em um abismo profundo, que, para mim, seria o melhor lugar para uma criatura como eu descansar em paz. Me isolar do mundo seria a melhor alternativa.



Mas, por azar ou sorte, não sei, Tom está sempre me fazendo sorrir, mesmo que eu não goste de fazer isso, já que a falta do dente da frente e bem notável para qualquer um que tenha uma visão normal. Infelizmente.



As únicas pessoas que me motivavam a ficar de pé e reerguer-me a cada patada que era dirigida a mim são Tom, meu melhor amigo, e minha mãezinha. Minha doce mãe. Sempre me cuidando e me protegendo. Era ela que me buscava quando eu estava na diretoria, na minha infância, porque um garoto...Bom, os garotos me machucavam de uma maneira torturante. Era doloroso tanto internamente como meu físico, fazendo-o piorar. Minhas entranhas se remexiam a cada chute, soco, cabeçada que eu recebia. Desde criança, eu sempre fora o alvo.



Se queriam brincar, era o Bill que pegariam para satisfazer esse desejo. E parecia ser insaciável.



Posso te dizer que, mesmo assim, minha infância é melhor do que o meu presente. Hoje em dia não me agridem tanto fisicamente, é algo mais psicológico. Eles comentam, resmungam, me humilham, tudo com palavras.



Meu coração dói bem mais do que o meu corpo iria doer por levar simples chutes ou tapas. Eles são espertos. Eles estão querendo me destruir pouco a pouco, acabando comigo, deixando-me feio até por dentro.



Feio, feio, feio. Asqueroso, asqueroso, asqueroso. Monstro, monstro, monstro.


Hoje eu riu dessas palavras, já estou tão acostumados à elas. Me fazem mal, me agridem. Mas talvez eu já não possa viver sem elas. Isso faz parte do meu dia a dia. Seria incompleto se eu não as ouvissem.



Ah! Como coça essas malditas espinhas no pescoço. Ter essas bolinhas amarelas e vermelhas são tão incomodativas, nojentas. Bom, eu sou um ser nojento em si.



Eu poderia simplesmente...



- BILLY.- Como sempre, Tom atrapalhando todos os meus raciocínios. Qualquer pensamento meu ele tem o dom de quebrá-lo ao meio, como se adivinhasse que eu estava fazendo o que todo mundo faz comigo: matando- me. Ele senta na minha frente com aquele sorriso de sempre, como se tudo fosse motivo de alegria e festa, diversão.



Eu finjo, como todos os dias, que meu lanche é mais importante do que olhar para sua face, que, aliás, também era linda. Tom tinha uma beleza de realmente bater inveja, um sorriso reluzente, um brilho único no olhar, transmitindo emoções fortes. Qualquer um ficaria feliz, mesmo que antes estivesse triste, em o ter por perto, mesmo que por simples segundos. Seu corpo emana felicidade.



Felicidade que eu às vezes invejo. Ele faz algumas caretas que, como sempre, me fazem rir, fazendo com que minha atenção se dirija totalmente para ele, e esse era seu desejo.



- Diga, Tom.- Reviro os olhos de forma que demonstre chateação, mas isso nunca funciona. Ele retira mais uma risada de mim, fazendo-me colocar a mão na frente da boca, podendo rir sem ninguém notar a grande falha existente dentro dela.



- Você sabe, NÉ, Bill?- Ele piscou rapidamente aqueles olhos castanhos, como se aquele ato fosse surtir algum efeito em mim. Merda. Ele sabe que eu fazia tudo por ele só quando ele mexia as pálpebras desse jeito tão...Meigo.



- Bom, ir na minha casa depois da última aula, ajudando-me nos trabalhos...- Lambeu os lábios e cantarolou, como se estivesse enrolando para simplesmente falar que queria que eu o ajudasse em suas tarefas. Bom, ninguém é perfeito, não é? Pois o que Tom tem de bonito, tem de burro também.



Mas deve ser por isso que ele é tão amado. Sua “burrice” fazia os outros darem gargalhadas, dizendo que ele era o cara. Talvez fosse, não? E eu não sei como ele quis ser meu amigo. Até hoje isso é um mistério para mim. Mistério que já dura dois anos, desde o início de nossa grande amizade.



- Sim, Tomi...- Dei ênfase em seu adorável apelido carinhoso, ganhando pequenas risadas em troca.- Eu vou ajudá-lo. Você sabe que eu não resisto a você.- Mostrei a língua e ironizei completamente a frase, recebendo um “Oun” sarcástico vindo dele. Só ele me divertia assim.



- Você sabe que eu te amo, NE, Billi?- Pegou minhas mãos e começou a esfregá-las em seu rosto, como se fosse um cachorro. Isso tirou várias gargalhadas de mim. Tom era uma piada quando queria, francamente. Tom Trümper era o ser mais... “Apertável”, dizendo assim.



- Também te amo, Tom...- Eu suspirei alto, fazendo com que a frase não saísse em tom de brincadeira, e não era. Eu o amava. Ele era o único que me fez ver a vida de modo divertida apesar de todo o maltrato. Ele era meu salvador, meu anjo da guarda.



Eu não poderia fazer nada, a não ser agradecer. Ele me deu a mão quando eu estava no fundo do poço. Ele me deu a vida que eu jurava que tinha perdido há anos. Seus olhos tomou um brilho sério, o que era raro acontecer. Apertou minha mão com força, dizendo mudamente que sentia o mesmo. Ele fora o único que viu meu interior, que me deu uma chance para mostrar como eu sou. Beijou minha mão de forma carinhosa, fazendo-me sorrir por meros e belos minutos.



- Ainda suspirando apaixonadamente pelo oxigenado?- Bateu os dedos na mesa como se formasse o som de uma música qualquer, a qual eu realmente não prestei atenção para descobrir, já que ele se dirigiu a Andreas como oxigenado, o que ele não era. Era?



- Não chame ele assim, Tomi. Ele é...- Não havia palavras para o descrever.- Lindo.- Era o mais comum que eu poderia dizer sobre ele.- Perfeito.- Ainda não era o bastante. Tão fútil.



- Exagero, exagero.- Fez cara de nojo, olhando para um ponto fixo da sala, ao qual eu olhei também. Era ele. O alvo dos meus desejos: Andreas. Eu não me cansava de olhá-lo, de admirá-lo. Ver tal beleza a ponto de me cegar por horas.



- Ele nunca vai me querer...- Era a única verdade que podia ser proferida nessa hora. Era a realidade que doía mais que qualquer insulto dirigido a mim. Isso era algo que eu não podia consertar. Suspirei e semicerrei os olhos de forma triste. Percebi a atenção do olhar de Tom para mim, e, por sorte, não era pena, algo que todos sentiam ao me ver. Ele era o único que me levava a sério.



- Eu já te falei, Bill.- Ajeitou-se na cadeira de modo que pudesse me observar completamente. Normalmente eu não gosto das pessoas me detalharem. Mas eu já estava tão acostumado com sua presença que isso era algo que passava despercebido.- Você sabe que pode mudar.- Ele se levantou e sentou na cadeira ao meu lado, onde estavam os meus materiais, o que ele fez questão de tirar e colocar em cima da mesa para sentar-se.



- Eu te ofereci tudo, todos os tratamentos necessário para você ficar bem consigo mesmo, mudando sua aparência.- Sim, Tom era rico. Muito rico por sinal, totalmente ao contrário de mim. Quando ele falava assim, eu sentia tristeza em sua voz. Eu não sei o que quero fazer. Aceitar seu pedido é como se eu não tivesse forças para superar essa vida.



- Já disse que não quero isso, Tomi.- Seu olhar caiu novamente, coisa que eu odiava ver, ainda mais se fosse por minha causa.- Se um dia eu quiser, você sabe que eu vou aceitar sua ajuda.- Ele soltou um sorriso pequeno, sabendo que eu era teimoso demais para um dia pensar seriamente nisso e aceitar tal proposta. Eu...Não preciso desse tipo de ajuda. Eu só preciso dele ao meu lado, me dando o equilíbrio que eu necessito tanto.



- Se você diz...- Ele olhou-me divertido, de modo que eu perceba que aquele assunto morreu aqui, e que só seria tocado novamente quando eu quisesse. O sinal tocou, fazendo aquele barulho insuportável que fazia-nos tampar os ouvidos por alguns segundos, até que ele cessasse. Apertei sua mão fortemente, dizendo-lhe com esse simples gesto para não me deixar sozinho na próxima aula: a de ciências. Bom, ele sempre era minha dupla; não tenho que me preocupar com isso, na verdade.



- Vamos...- Disse, em um simples e baixo sussurro, puxando-me da cadeira, levando meus matérias e os dele próprio. Às vezes me pergunto como ele ainda não arranjou uma namorada, ele é tão cavalheiro. Mas eu fico feliz assim. O medo dele me largar ou esquecer de mim porque está em um relacionamento é algo que eu não iria suportar.



Senti meu coração gelar, quase tornar-se uma pedra quando passei perto de Andreas. Seu cheiro impregnando em minhas narinas. Tão doce. Um cheirinho de maça verde. Tão bom.



- Espere aqui, Bill.- Tom me deixou escorado na porta, dizendo que já voltava. Foi em direção a um garoto, pegando algum livro qualquer. Mania dele emprestar tudo para todos. Um dia vão roubá-lo, talvez ele aprenda a não confiar tanto assim. Comecei a bater meus dedos um nos outros, andando de um lado para o outro, perto da porta, esperando a lerdeza do Tom chegar. Vir-me-ei para o lado, batendo forte contra alguém que passava. Era só o que me faltava agora.



- Descul...- Até tentei me desculpar, mas uma voz grossa e aborrecida sobre o ocorrido me impediu de continuar e terminar minha sentença.



- Cuidado, coisa feia. – Aquele tom de voz...Aquele cheiro. Meus olhos se arregalaram ao olhar para cima, vendo que o garoto mais alto que eu era Andreas.



- Eu...Eu...- Eu realmente não sabia o que dizer. Ele era tão lindo, tão meigo para meus olhos. Mas agora, tudo isso parece só uma máscara. Uma linda máscara.



- Que nojo!- Ele disse, apontando o dedo para meu rosto.- Como uma coisa como você ainda não foi morta?- Aquilo doeu, muito mesmo. Eu agüentei de tudo, tudo. Mas ouvir essas palavras dele era mais forte e machucava mais que qualquer pedrada.



- Mas...- Ele levantou a perna, dando-me um chute no estômago, fazendo-me cambalear e cair no chão, machucando minhas costas. Todo mundo do refeitório começou a gritar e aplaudir, vendo o mais popular bater no bichinho de estimação do colégio.



Andreas levantou os braços, em sinal de que queria mais gritos. Seu desejo foi realizado. Todos começaram a gritar, dizendo coisas que eu não fazia a mínina questão de me preocupar em decifrar. Doía tanto, mas tanto. Era como se ele pegasse meu coração e apertasse sem dó, levando-me a uma morte lenta e dolorosa.



- Não esbarre nunca mais em mim, seu pesadelo em forma de gente.- Eu podia sentir que estava caindo em um precipício, e ninguém poderia me ajudar agora. Por que palavras machucam tanto? Por que eu nasci assim, tão feio? Por que essa aparência que causa nojo e pena nos outros? Eu não queria...



Ouvi um grito, uma voz conhecida. Andreas bufou e saiu andando, sendo seguido por seu grupinho de idiotas que, ao passar, cuspiram em minhas roupas.



- Bill...o que...- Eu não queria que ele falasse nada, só que tivesse em seus braços. Pulei em seu colo, abraçando-o fortemente, fazendo-o ajoelhar no chão, abraçando-me , como se aquilo pudesse me curar.



- Dói, Tom. Dói tanto.- Era só o que eu poderia dizer, pois era a mais pura verdade. Senti ele apertar-me mais contra si, quase como se fossemos um só. Provavelmente eu já teria me matado se não fosse ele para cuidar de mim e de todas as minhas feridas. Mas essa...Eu não sei se ele pode curá-la. Está tão aberta e sangra tanto.



- Xiii...- Ele começou a balançar seu corpo suavemente, nanando-me, como se fosse um bebê.- Vamos para casa, Bill. Não precisamos ver a última aula.- Eu assenti positivamente, concordando com qualquer coisa que ele poderia dizer mais. Ele pegou minha mochila e levantou-se, erguendo-me junto com ele.



Eu senti nojo daquela baba que estava em minha camisa. Me senti sujo, realmente imundo. Funguei uma última vez antes de um olhar sério apoderar-se da minha face. Eu não iria chorar por um idiota que teve meu coração por longos meses. Eu chorei por ele, mas isso não irá acontecer novamente. Não são essas lágrimas que eu quero derramar.



Caminhamos em um silêncio suportável até a casa de Tomi. Não queria ir para a minha e ser interrogado pela minha mãe que estaria preocupada e curiosa sobre o corrido.



Eu conseguia sentir que Tom estava tão nervoso quanto eu. Sentia que sua vontade era de voltar lá e bater, socar Andreas até aquela linda face estar tão feia quanto a minha, sangrando de verdade. Tom abriu a porta da casa com certa força, coisa que eu não estava acostumado a ver, mas não me importei com isso.



Pegou a minha mão e a apertou, correndo pelas escadas até o segundo andar, levando-me com ele, quase me fazendo cair no percurso. Entramos em seu quarto e eu percebi que ele trancou a porta, já que o barulho da fechadura era bem perceptível .



Agarrou minha cintura, me levando até sua cama, pedindo mudamente para eu me deitar, e eu obedeci sem hesitar um segundo. Deitou-se ao meu lado, afagando meus cabelos carinhosamente, dando o apoio e força que eu precisava no momento.



- Me faça mudar, Tomi. Me faz mudar.- Eu chorei as últimas lágrimas daquele dia e por aquele idiota.- Me faça ser bonito como você. Me faça ficar lindo...Por favor, Tomi.- Eu implorava por uma mudança tanto física quanto interna. Eu precisava ser renovado ou eu não agüentaria mais nada que pudesse vir. Olhei brevemente para cima, vendo um sorriso apoderar-se de sua face. Isso tinha um significado: ele estava tramando.



Eu já sei o que viria para mim. Eu não iria pro colégio durante uma semana, foi isso que ele disse a última vez que tentou me convencer. Mas eu sei de uma coisa: eu vou mudar e Andreas vai se arrepender de ter pisado em mim.

Fim do capítulo 1

Bom, alguém está gostando?
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Sex Jul 16, 2010 9:15 pm

Que horrivel que ficeram com ele!
Ainda bem que o Tomi esta por perto.
Continua!
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Biaah *
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Seg Jul 19, 2010 1:09 am

Ai caraca, eu estou adorando!
Tadinho do Billzinho!
Andreas seu idiota!
Ainda bem que tem o Tom pra lhe ajudar!
Quero só ver essa mudança!

Continuaa!
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Seg Jul 19, 2010 2:54 am

[AAAAAAAA] vou acompanhar aqui também *OOOO*
Coitado do Bill DD: Ah garoto, com certeza não vale a pena sofrer por isso, ainda mais depois que o Andreas fez isso... Monstro, sua linda máscara caiu. Já era.
Eu sei o que acontece depois ;x
Preciso nem falar né, continua *-*
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Seg Jul 19, 2010 2:25 pm

Ai que dóóóó.

Billzin vai fica lindin e Andreaszin vai toma no ..zin *-*

Continuaaaa!
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Seg Jul 19, 2010 5:49 pm

Que raiva desse filho da pul.. guenta do Andreas u_u
Cara, que lindo *-*
O Tom é um tipo de anjo mano, chorei *o*

Bill vai ficar lindão e ganhar o prêmio de Mister Universo Cool /isso existe? UHAS
E o Andreas fidãputã vai lamber o chão que ele pisa, eu mesma vou fazer ele lamber u____u q

Posta mais!
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Ter Jul 20, 2010 11:28 am

Eu amo essa fic eu amoo mt!
_________________________
Leiam minha Fic e comentem!

By your side
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Ter Jul 20, 2010 11:54 am

Ele era o único que me fez ver a vida de modo divertida apesar de todo o maltrato. Ele era meu salvador, meu anjo da guarda.

OMG ADOREI LINDO DE MAS PERFECT doce


CONTINUA
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Ter Jul 20, 2010 12:04 pm

leitora nova _o/
muito massa essa fic,cara !!!
to amando,posta mais yaya
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Ter Jul 20, 2010 12:58 pm



Gentee, a Racquel escreveu no Nyah! que ia viajar. Então ela tá viajando, a fic só volta daqui a um tempinho, eu já li até o cap. 7 no Nyah D: e ainda falta mais 1. HO.
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Sab Jul 24, 2010 10:58 am

Oi, pessoal =) Eu ainda estou viajando, mas consegui ir numa lan aqui pertinha *-* Mas acho que depois desse capítulo que eu irei postar, só quando voltar para casa tem mais, daqui uns dias.

Obrigada =)

Capítulo 2: Dentista


[Bill]



- Anda, Bill. Vamos logo.- Resmungou Tom, puxando-me de dentro do seu quarto. Ou melhor, tentando. Era sábado e ele queria começar a mudar minha imagem nesse dia. Tudo bem; se eu não estivesse tão nervoso com isso.



Faz tanto tempo que eu não vou ao dentista. Talvez o medo dele dizer que não tem como colocar um dente onde falta me impediu de ir até lá. E se o doutor não quiser me atender? Se ele me achar feio demais e falar que mesmo com o dente nada vai mudar? Eu não quero passar por isso.



- Calma, Tom. Por favor.- Ele revirou os olhos e parou de puxar meu braço, deixando-me livre para cair no chão de joelhos, pensativo. Tudo estava acontecendo tão rápido. Ontem mesmo Andreas havia me humilhado.



Agora, um dia depois, estou começando a tentar mudar. Mas e se nada mudar? Eu não quero decepcionar Tom se nada der certo. Talvez eu não tenha conserto, ou algo assim.



- Tom...E se nada mudar? Se você fizer tudo por mim e eu continuar feio? Eu não sei se posso agüentar isso.- Ele segurou minhas mãos com força, como se só com aquele simples gesto pudesse me dizer que tudo vai ficar bem, que tudo daria certo.



- Hey, eu estou aqui, não é? Eu vou com você até o final, Bill.- Ele juntou sua testa com a minha, dividindo as respirações.- Você vai ver, tudo vai dar certo. Porque eu vou conseguir isso.- Eu senti que meu corpo amoleceu graças as suas palavras. Eu realmente não sei o que seria minha vida sem ele do meu lado, não me deixando cair, dando-me o equilíbrio. Sem me deixar pelo menos responder algo decente, ele me puxa de novo, e eu não pude fazer nada para impedi-lo dessa vez.



Me segurou forte enquanto descia as escadas rapidamente. Sem ao menos perceber, já estávamos dentro do seu carro, colocando o sinto de segurança.



- Eu tenho medo de você dirigindo.- Confessei, estremecendo ligeiramente. Se tinha alguma coisa que deixava Tom irritado, o que raramente acontecia, era quando estava dirigindo. Gente lerda no trânsito nunca o agradou muito.



- Não se preocupe, meu caro amigo.- Ele brincou, tirando um pouco do nervosismo que se apoderava de mim.- Com você eu tenho cuidado.- Ele piscou seu olho direito para mim, sorrindo abertamente. Suspirei alto quando ele rodou a chave, fazendo-me ouvir o ronco alto do motor.



Não tenho problema em dirigir ou algo assim, mas a “peça” que está entre o volante e o banco me dá certo medo, mesmo que eu não precise me preocupar com isso.



Pelo minha sorte, Tom foi um ótimo motorista o caminho inteiro até o consultório do dentista, não fazendo com que eu me arrependa de ir com ele e não de ônibus. Segurou minha mão o caminho inteiro, até chegarmos ao balcão onde uma recepcionista parecia nos aguardar.



- Consulta agora em nome de Bill Kaulitz.- Disse Tom no meu lugar, impedindo-me de abrir a boca para falar algo, porque eu, provavelmente, a deixaria enojada pelo buraco que eu tenho na frente. Vi ela pegar o telefone e falar alguma coisa estranha que eu não me importei em saber o que era, já que o nervosismo era tanto que eu estava começando a bater os dedos uns nos outros.



Ela me deu um sorriso de apoio, coisa que ultimamente estava vendo muito.



- Bill Kaulitz?- Olhei para a esquerda, vendo uma porta branca ser aberta e um homem escorado nela. Acenei com a cabeça, largando logo depois a mão de Tom pela primeira vez naquele dia. Passei por ele, constatando que se chamava David, Doutor David.



Entrei na sala e sentei na cadeira, vendo ao redor onde tudo era tão...Branco. Ele sentou-se ao meu lado, apertando alguma coisa com o pé, o que fez a minha cadeira começar a abaixar, parecendo uma cama. Apontou com o queixo como se me pedisse para deitar, e eu obedeci.



- Com medo?- Perguntou, colocando suas luvas brancas de silicone e sua máscara. Pegou alguns aparelhinhos que eu realmente não fazia questão de saber o que era. Tudo aquilo parecia tão assustador, como se tivessem saído de um filme de terror em que torturavam as pessoas, trazendo uma morte lenta e dolorosa.



- Na verdade, sim.- Disse, com maior sinceridade que eu poderia ter naquela hora. Eu poderia dizer que não, mas ele iria rir, já que eu estava visivelmente nervoso de tanto que tremia.



- Sempre é assim. Mas não precisa temer.- Senti que ele sorriu através daquela máscara branca.



Tudo o que eu poderia estar pensando desapareceu ao ver aquela maquininha chegando perto de mim.



[/Bill]



[Tom]




Eu estava realmente nervoso, mas não mais que ele. Desde que o conheci, ele já não tinha o dente da frente, e senti que muitas vezes isso lhe fez falta pra sorrir e rir.



Ele evitava abrir a boca pra tudo, não querendo receber olhares de nojo ou de pena que algumas pessoas poderia lhe mandar, causando mais mágoa nele mesmo.



A recepcionista me aconselhou a ir dar uma volta, ou até mesmo voltar para casa, já que iria demorar muito para tudo ficar pronto. Olhei para um ponto qualquer da sala, pensativo sobre o que ela me disse. Bom, era melhor eu ir.



Ele não vai sair tão cedo. Vou dar uma volta e fazer um lanche. Comida era a única coisa que me distraia um pouco de tudo o que estava acontecendo.



Se eu desse sorte, até poderia encontrar Andreas no meio do caminho e socar ele até aquela cara ficar tão feia, mas tão feia, que Bill nunca mais iria se achar uma pessoa horrorosa.



Iria ser sorte minha e azar dele. Mas como nem tudo pode ser como eu quero, ele não iria aparecer bem na minha frente, dando-me o prazer de socá-lo.



Será que eu sou o único que vejo o quão belo Bill é? Ele é uma das pessoas mais lindas que eu já conheci. O mínimo que eu posso fazer é essa beleza vir para fora, tornando-o belo em todos os sentidos.



Dirigi até a primeira lanchonete que apareceu pela frente, em pequena até. O tamanho dela era o que menos me importava. Eu só queria comer e esquecer um pouco das coisas, mesmo que dure alguns minutos.



Um garçonete veio até mim, exibindo um sorriso de orelha a orelha, perguntando-me o que eu queria. Logo esse sorriso foi se apagando quando eu pedi praticamente tudo da lista. Bom, ela estaria recebendo bem por isso.



Comecei a bater os dedos na mesa de forma impaciente. O nervosismo estava se apoderando de mim novamente, e isso eu não queria. Quando eu fui reclamar, algum funcionário chegou com um carrinho de comida, digamos assim. Colocou tudo na mesa, sofrendo para achar espaço e colocar o último prato sob ela.



Nada ruim para uma lanchonete pequena, por isso que amo lugares menos sofisticados. Tinha tudo que eu gosto por um preço ótimo e não vinha porções miniaturas.

Revirei os olhos ao perceber que algumas pessoas me olhavam como se eu fosse um monstro ao comer tudo aquilo. Que se dane, eu precisava.



Soltei um longo arroto satisfatório, sorrindo orgulhoso de mim mesmo ao ver que acabei com tudo e não deixei nada para trás. Fui até o caixa e a mulher só faltou pular no meu pescoço de tanta alegria, desejando-me que voltasse outra vez. Sempre assim.



Olhei em meu relógio, torcendo para que já tenha passado algumas horas e eu pudesse voltar para o consultório onde Bill estava.



Eu já estava há duas horas na rua. Acho que é hora de voltar.



Sentei no banco do carro e soltei um grunhido. Talvez eu não deveria ter comido tanto. Sou eu que vou precisar de uma reforma depois de tudo isso. Ignore qualquer dor e barulho estranho que meu estômago fazia, concentrando-me apenas em dirigir até o local certo, querendo saber como Bill realmente estava.



Chegando novamente naquele lugar, suspirei alto ao ouvir a recepcionista dizendo-me que demoraria mais uma hora ou um pouco menos. Não me resta nada além de esperar.



[/Tom]



[Bill]




- Prontinho, Bill.- Eu meio que gemi quando a voz dele ecoou pela minha cabeça. Tinha demorado tanto que eu estava meio que cochilando enquanto várias coisas aconteciam dentro de minha boca. Sentia tanto gosto ruim no começo, quase querendo vomitar. Mas com o tempo, sem perceber, quase adormeci.



Abri os olhos lentamente, vendo um sorriso orgulhoso em sua face, como se ele tivesse feito um belo resultado. Eu esperava, pelo menos, meu dente de volta.



Ele tirou os algodões que estavam grudados em meus lábios, dando-me um copinho de água logo em seguida, fazendo com que eu cuspa, tentando tirar qualquer resíduo de algum produto que ainda estivesse ali. Fiz cara feia por breves segundos, me acostumando novamente.



- Quer ver?- Isso é algo lógico, nem precisava perguntar. É claro que eu quero. É o meu maior desejo nesse exato momento. Ele me deu um espelho pequeno, e eu, receoso em ver o resultado, peguei-o com a mão trêmula. Olhei uma última vez para o doutor, querendo um aceno de coragem para continuar, e ele o fez.



Suspirei uma última vez antes de levar a minha mão com o objeto até em frente a minha boca, sorrindo forçado apenas para ver o que tinha ali.



Eu ficaria feliz apenas que ele colocasse meu dente de volta, deixando-o todos os outros amarelados como sempre foram, se meu dente estivesse ali, já estava feliz.



Mas não foi bem assim. Meu sorriso forçado logo se tornou o mais verdadeiro que eu já dei em toda minha odiosa vida. Todos os meus dentes estavam brancos como porcelana.



O buraco que eu tinha é coisa do passado. Eu tinha meu dente da frente novamente, e não era só isso. Eles não estavam mais tortos como eram antes; estavam completamente retinhos. Retinhos, brancos e sem nenhuma falha.



- você me devolveu o sorriso...- Eu resmunguei sincero, e isso era a minha maior alegria. Eu não me importava realmente com espinhas e cabelos, mas o dente...Eu deixei de rir quando eu o perdi. Deixei de sorrir quando estava feliz. Evitei de sentir vários sentimentos apenas para não ter que abrir a boca e mostrar a grande falha. Mas agora...



- Você me devolveu meu sorriso...- Senti que poderia chorar a qualquer momento, que poderia deixar minhas lágrimas derramarem e gritar de alegria aqui mesmo, sorrindo e exibindo minha felicidade novamente: meu sorriso sem a falta de um dente.



Ele veio em minha direção, abraçando-me como se pudesse sentir todos os sentimentos que meu corpo exalava naquele instante.



- Estou feliz por ter te dado isso novamente, Bill...- Esse homem era um anjo para mim. Ele fez um trabalho que eu nunca pensei que pudesse ser feito, não comigo. – Mas acho que tem mais alguém que queira ver esse sorriso lindo.- Sorriu, tocando meu dente de leve, já que eu mantinha a boca aberta sem medo de que alguém sinta nojo de mim.



- Sim, tem...- Agradeci mais uma vez, ouvindo seus conselhos como mantê-los lindos, e é claro que eu o faria. Disse sobre voltar caso alguma coisa estiver errado, e para consultar de vez em quando um dentista, para certificar de que tudo estava bem. Lógico que eu voltaria nele.



Sai daquela sala emanando alegria, podendo contagiar qualquer um que passasse ali naquele momento.



- Tom?- Perguntei, sacudindo-o pelo ombro. Deve estar cansado do dia de hoje. Por quanto tempo ele ficou me esperando? Ele não precisava...



- Hum? Bill?- Ele sentou-se no sofá, sacudindo os dreads ligeiramente, coçando os olhos.- Já acabou?- Perguntou, piscando as pálpebras rapidamente. Eu sentei ao seu lado, fazendo-o olhar para mim.



- Já , sim...- Sorri, mas sorrio com vontade. Vi um brilho novo aparecer em seu olhar, indicando total surpresa. Bom, até eu estava assim.



- Bill...- Ele levantou rapidamente, me levando junto na sua subida. Apertou forte a minha cintura, me fazendo girar no ar umas quatros vezes antes de me colocar no chão novamente.- Eu não disse...Eu não disse que seu sorriso era o mais lindo, Bill? Eu sempre soube... e não era nenhuma falha que me impedia de ver isso...- Apoiei a cabeça em seu pescoço, suspirando lentamente o sue perfume doce. Eu adorava o seu cheiro, sempre gostei.



- Obrigado por estar me ajudando...Obrigado por me devolver essa felicidade...- Se tinha alguém que eu realmente deveria agradecer todos os dias da minha vida, esse alguém era Tom. O único que nunca desistiu de mim, de quem eu sou.



- Não precisa, Bill. Eu só estou ajudando você a encontrar a si mesmo.- Ele passou os dedos pelos meus lábios, apertando-os levemente.- E isso é apenas o começo...- Disse, referindo-se a minha boca.



Eu não vejo a hora de saber o que mais ele vai “consertar” em mim.

Fim do capítulo 2

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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Sab Jul 24, 2010 11:15 am

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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Sab Jul 24, 2010 5:46 pm

Adoro essa Fic, e estou ansiosa pela continuação dela *--*
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Sab Jul 24, 2010 8:28 pm

fofa2 eu já sei o que vai aconteceeeeer' UHSHSAUHSAHUSU

continua!
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Sab Jul 24, 2010 11:29 pm

Citação :
Adoro essa Fic, e estou ansiosa pela continuação dela *--*
CONNTINUA!
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Dom Jul 25, 2010 1:52 am

Awn *-* Tom é tão... tão... ahh, to sem palavras pra ele, é '-' Bill vai ficar lindo *-*
Citação :
eu já sei o que vai aconteceeeeer' UHSHSAUHSAHUSU
+1 -qq
Continua *u*
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Dom Jul 25, 2010 6:44 pm

Tom é gamado nele desde sempre?
Impressionante!
Quero mais! Bill vai ficar lindoooo
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Qui Ago 19, 2010 7:19 pm

Sorry a demora =/

Capítulo 3! Flashback e adeus óculos!
[Bill]

Acordei resmungando alguma coisa incoerente por causa do sono. Virei meu corpo levemente para a esquerda, vendo um par de olhos castanhos claros me observando de modo sereno.



Sorri sem medo para o rosto bonito à minha frente. Eu às vezes pensava se isso estava realmente acontecendo. Mas, quando acordava e me deparava com o sorriso de Tom, sabia que tudo era verdade e que ele se esforçava para me ver feliz.



Ele me fazia um delicioso cafuné logo de manhã, algo que eu amava mais do que pizza. Comparação besta, mas é meu jeito.



Perdi as contas de quantas vezes dormimos na mesma cama. Era algo que acontecia desde que nos tornamos amigos. Acho que desde o primeiro mês de amizade.



Flashback




Queria encontrar algum grupo de estudo para fazer esse trabalho de biologia. Podia ser inteligente e tudo mais, mas era um trabalho realmente grande, cansativo de se fazer sozinho. Sempre tinha algumas pessoas que iam até a biblioteca fazer as tarefas. Bom, acho que posso entrar em algum só para terminar logo isso tudo. Trabalho só dá trabalho.




Entrei de cabeça baixa no recinto, cobrindo meu feio rosto com meus cabelos pretos, tentando achar rapidamente qualquer grupo, pequeno mesmo. Caminhei rapidamente até uma mesma onde tinha quatro pessoas, vendo que havia mais uma cadeira.



Eu poderia ser o quinto. Vi que eles eram da minha turma e me senti mais aliviado. Provavelmente estavam fazendo o mesmo trabalho, já que eu podia ver os livros de biologia em cima da mesa.




- Oi...- Murmurei, vendo que os olhares dos quatros se direcionaram para mim. Se eu não me engano, um deles era Georg, o outro...Gustav, isso. O ruivo que fazia careta ao me ver era John e...Tom, o loiro de dreads é Tom. O mais bonito...




- O que você quer?- Perguntou Georg, ríspido comigo.




- Só...Vocês estão fazendo o trabalho de biologia, então...Tem mais uma cadeira, eu poderia fazer com vocês...Tudo bem?- Apertei meu livro e caderno no meu peito. Não gosto quando me olham desse jeito, como se eu fosse qualquer coisa menos humano.




- Claro, por que não?- Disse Tom, sorrindo diretamente para mim. Era a primeira vez que alguém não me olhava com nojo. Observei sua face cuidadosamente. Ele só sorria, sem demonstrar estar incomodado pela minha aparência.




Vi Gustav mandar um olhar interrogativo para Tom, algo como : “ Nós não vamos conseguir fazer a merda do trabalho com alguém tão feio por perto. É isso que você quer?”. Eu sei que era algo assim. Se tem algo que a feiúra serviu para alguma coisa foi pelo simples fato de que eu aprendi a ler as expressões faciais.




- Não pode não.- Resmungou John, amassando uma folha de papel até formar uma bolinha, usando-a em mim, jogando na minha cara.- Vai para a casa arrumar essa cara feia...- O que eu mais odeio é que a minha vida toda eu ouvi isso e, mesmo assim, a dor ao ouvir tais palavras eram as mesma, senão maior.




- Você é idiota?- Proferiu Tom, como se estivesse me defendendo.- Claro que você pode se juntar...- Me olhou novamente, sem nunca se mostrar enojado.




- Eu não faço trabalho com ele...- John levantou-se brusco, quase fazendo com que a cadeira caísse para trás. Pegou seu livro e, ao sair, bateu descaradamente no meu ombro, derrubando minhas coisas.




- Eu também não...- Gustav seguiu o mesmo caminho que o amigo, olhando-me feio, correndo até a saída. Sem dizer nada, confuso, Georg se levantou relutante, pensando se ficava ou não. Decidiu a mesma coisa que os outros dois. Saiu, sem nem mesmo olhar para trás.




- Sobrou nós dois para fazer, não é?- Eu realmente fiquei espantado. Esperei que ele iria dizer algo como: “ Viu o que você fez? Todos foram embora por sua culpa.” Mas não. Ele nem mesmo alterou sua expressão.




- Não precisamos daqueles idiotas feios.- Eu ri, mas ri com gosto da sua última palavra proferida. Feios? Eles?




- Desculpa, mas o único feio aqui sou eu...- Sim, eu não me ajudo em nada. Eu não digo para mim mesmo que sou bonito quando eu não sou. Eu acabava comigo aos poucos, como todos faziam. Franzi o cenho quando ele soltou um sonora gargalhada.




- Eles são feios.- Levantou e ficou ao meu lado, pegando suavemente no meu braço e, com o outro, apontou com o dedo para a saída da biblioteca, onde pude ver os três batendo em alguém no corredor.- Vê o quão feio eles são? Horrorosos. Detestáveis.- Ele deu um passo, ficando em minha frente olhando diretamente para meus olhos por trás do óculos.- Você sim é bonito. Mas você está meio apagado.-



Claro, queria que eu estivesse feliz depois de anos de sofrimento.- Mesmo assim...- Ele continuou.- Eu consigo ver a sua beleza.- Ele colocou a mão no meu peito, sob o meu coração. E, pela primeira vez, alguém viu meu interior por trás de minha máscara horrível que eu não podia alterar.




Flashback end




Apalpei o criado mudo ao meu lado, grunhindo ao finalmente encontrar meus grandes óculos. Pisquei várias vezes antes de voltar e sorrir para ele, podendo ver agora sua face mais detalhadamente.



- Tire isso...- Sem me deixar falar, Tom pegou meus óculos rapidamente, quebrando-os ao meio.



- TOM!- Gritei. Eram meus óculos. Podiam ser feios e tudo mais, mas só com eles poderia enxergar melhor. Só assim poderia ver o sorriso que tanto gosto. Fiz bico e cruzei os braços. Eu estava irritado e não estava olhando para ele.



- Não faça birra, Bill.- Riu. Era hora para rir? Sentei na cama, escorando minhas costas na cabeceira, ainda de braços cruzados. Abri um olho ao ouvir seus passos até seu guarda-roupa.- Comprei isso para você. Tinha mandado fazer com base no seu óculos. Ele retirou uma caixinha da gaveta, fechando-a e fazendo o mesmo com a porta. Andou até mim e ficou de joelhos na cama, entregando-me.



- O que é isso?- Eu enxergava um pouco embaçado, mas conseguia ver que era algo branco.



- Lentes de contato, Bill.- Disse em tom de brincadeira, como se fosse algo lógico já que tinha quebrado meus óculos. Meus olhos se arregalaram. Eu ainda não tinha pensado nisso. Usar lentes. Ah, como deve ser isso? Eu não pensei que ele fosse fazer algo assim, tudo de repente.



- Sério, Tom?- Perguntei, mesmo sabendo que a resposta seria afirmativa.



- Claro. Você não pensou que eu ia te deixar com aqueles óculos de garrafa a vida inteira, né, Billi?- Soltei um gritinho histérico. Eram meus óculos, ok? Eu e ele passamos uma vida inteira juntos. Coitadinho, ele era feio que nem eu, sofria também.



Sem querer mais pensar nisso, pedi sua ajuda para colocá-las. Pediu para abrir bem meus olhos, e foi o que fiz. Com todo cuidado, colocou-as em mim. Pisquei várias vezes, fazendo-as encaixarem direito em meus olhos. Incomodava, mas era algo que eu podia rapidamente me acostumar. Em alguns segundos, tudo voltar a ficar claro para mim, nenhum borrão.



- Escolhi a cor exatamente igual aos seus olhos, porque eu gosto tanto.- Ele acariciou minha face, abraçando-me carinhosamente, deixando meu rosto na curva de seu pescoço, onde eu suspirava seu cheiro constantemente.



Meu dente e meus olhos arrumados, e eu já me sentia mais vivo, como se pudesse fazer várias coisas que antes eu considerava impossível de executar.



- Vamos descer e tomar café?- Perguntou, me fazendo resmungar positivamente. Ele ouviu minha barriga roncar e disse algo sobre me alimentar antes que eu sumisse. Essas coisas de sempre. Andamos de mãos dadas até a cozinha, onde não havia ninguém ainda. Seus pais já foram trabalhar, e as empregadas só chegam mais tarde.



Abri sua geladeira, como já estava acostumado, e retirei uma torta de chocolate inteira, sem nenhum pedaço faltando. Lambi meus lábios, sentindo que logo, logo iria começar a salivar. Peguei-o com um pouco de força e coloquei em cima da mesa, vendo o olhar devorador que Tom também mandava para o doce. Peguei duas colheres, dando uma logo para ele.



Em poucos minutos a torta já estava na metade, e nem eu nem ele estávamos enjoados de comer e nos lambuzar. Eu joguei com a colher uma boa quantidade de chantili de chocolate em seu dreads sem querer, já que era para pegar na blusa. Vi seus olhos ampliarem, apavorado. É, tirar doce de um cabelo sujo assim não seria nada fácil. Ah, como eu estava ferrado.



- Bill...- Ele sussurrou, rangendo os dentes.



- Tomi...- Pisquei os olhos lentamente, ainda com a colher na boca. Fiquei alguns segundo encarando-o, antes de levantar e começar a correr com tudo para fora de sua casa, correndo pelo pátio. Olhei para trás apenas por curiosidade, vendo que ele estava no mesmo ritmo que eu. Corri mais rápido, assustado.



Sem perceber, estava a caminho da piscina. Abri o portão, sem ter tempo de fechar, pois logo ouvi os passos dele cada vez mais perto. Ele ria enquanto estava atrás de mim, e eu fazia o mesmo. Comecei a dar voltas na piscina, sendo seguido por ele o tempo todo.



- Tempo, tempo.- Pedi, parando e pondo a mão no peito



- Tudo bem...- Ele disse simplesmente, sorrindo logo depois. Estranhei ele apenas dizer isso e parar na minha frente sem fazer nada. Mas logo entendi o que ele queria. Eu estava na beirada da piscina e, sem demora, Tom pôs a mão em meu peito, empurrando-me.



Há, se ele acha que eu vou sozinho está redondamente enganado. No momento em que seu braço estava na minha direção, quando fui cair segurei seu pulso, vendo sua cara de terror, como se não estivesse esperando por isso.



Seu corpo grudou junto ao meu, já que nós dois estávamos caindo na mesma direção. Ele enlaçou seus braços na minha cintura e, no mesmo instante, nós dois seguramos nossas respirações. Ouvi o barulho que a água fez ao receber nossos corpos em um baque forte. Abri meus olhos, sentindo arder um pouco.



Toquei sua face e no exato momento ele abriu seus olhos, assim como eu tinha feito. Sorriu e olhou para cima, subindo. Ele agarrou meu corpo com mais força e, quando chegamos na superfície, enrolei meus braços em seu pescoço, deixando minha cabeça em seu peito, enquanto suas mãos estavam em meus quadris.



Ter aquele contato com ele foi sempre o que eu mais amei.



A água batia em nossas cinturas enquanto riamos descontroladamente.



- Merda, Bill. Agora você vai ter que me ajudar a secar meus dreads.- Ele cutucou meu nariz, sorrindo abertamente.



- Eu não!- Brinquei.- Vou deixar eles caírem podres no chão.- Nós dois rimos alto. Ainda bem que a mansão de Tom ficava longe de tudo, até dos vizinhos. Bom, é claro que eu o iria ajudar. Não sou tão mau.



Senti um casto beijo seu sendo depositado em minha testa, e eu fiz o mesmo no único lugar visível: seu pescoço. Ele me abraçou fortemente, tirando-me da piscina e me levando no colo até sua casa novamente. Eu sabia que era leve e que ele não fazia esforço nenhum em me carregar.



- Viu o que você fez? Estou todo molhado.- Resmunguei nem um pouco bravo, recebendo beliscões em minhas costelas. Entramos em seu quarto, deixando uma generosa quantidade de água por onde passamos até chegar aqui. Eu tenho dó das empregadas.



Vi Tom pegar um secador rapidamente, dando-me outro logo em seguida. Ligamos na tomada e o barulho insuportável se fez presente. Sorri para ele, sabendo que podia me ver pelo espelho que tinha logo à frente. Secar dreads era horrível, mas eu merecia, já que tinha começado com tudo.



Passei meus dedos por seus cabelos, sentindo aquela textura áspera que eu tanto gostava. Fiz um pequeno afago em seu couro cabeludo, ouvindo murmurar em aprovação.



Eu não precisava de mais nada. Não precisava de mudança alguma, mesmo sabendo que ele iria fazer.



Eu só precisava dele.

[b] Fim do capítulo 3!
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Qui Ago 19, 2010 9:35 pm

Aíq eu fofi's ou eu sou muito lenta ou o Tom smepre gostou dele? hummmm....
Por favor não demora de novo a postar se não vo enloquecer!
Continua!
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Sex Ago 20, 2010 7:42 pm

Há há
O Bill está ficando seduzinte...
Esses dois juntos é tãaao lindinho!

Continuaa!
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Qui Nov 11, 2010 2:24 pm

o Bil é seduzinte até careca ele fica lindo kkk
postaaaaaaa mais
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Qua Fev 02, 2011 3:29 am

Oh Gott!! cade o resto?? *o*

termina de postar amr, por favoor!
to enloquecendo pra ler o próximo capitulo *-*

vc é ótima!!! <3
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Sex Mar 25, 2011 9:53 pm

leitora nova o/
posta aí que eu adorei!!!!
parabéns!
vc escreve super bem e de maneira muito envolvente!
amei o tom (*-*) suuuuper fofo!
What a Face
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Sex Abr 08, 2011 8:17 pm

Cadê????
Super ansiosa aki!!!
Não abandona a fic (e os leitores!)não!!!
bua
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Qui Maio 05, 2011 1:37 pm

Leitora nova akiee
amei mto linda ai Bk vai fika perfeito
mein gott Tomzinho supoer fofo eles deviam estar juntoss
talita regis escreveu:
Cadê????
Super ansiosa aki!!!
Não abandona a fic (e os leitores!)não!!!
bua
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MensagemAssunto: Re: [ Kaulitzcest ] Diversas Belezas   Hoje à(s) 1:16 pm

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