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 [Kaulitzcest] Pequena Ajuda

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Racquel

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MensagemAssunto: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Sab Ago 28, 2010 9:08 pm

Bom, todas as pessoas que já leram minhas one shot, sabe do gênero, e esta não é diferente =)

Mas antes de postar a primeira parte, já que ela é dividida em duas, eu gostaria de avisar que:

É KAULITZCEST/TWINCEST e contém cenas de sexo =)

Se NÃO GOSTA não lê =) Não aceito críticas de quem não gosta, porque é burrice. Aceito críticas de quem curte o tema, pois assim a pessoa pode e sabe o que dizer =)

Bom, e o mais importante: é Bill/Tom/Bill Reflexo.

" O que? "

Bom, tirando dúvidas.

Essa one shot eu fiz em resposta ao desafio da Laura, do Nyah e do Fics Slash, é uma one shot da Fanfic dela chamada The Hall Of Mirrors, que é uma kaulitzcest muito boa =)

Bom, na fic o Bill fala com o próprio reflexo, é básico para você entenderem a não se perderem. Então ela queria uma one shot, e eu a fiz =) O Bill reflexo sai do espelho, então é basicamente dois Bill se pegando com o Tom u_u

Enfim, para quem curte, boa leitura =)
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Racquel

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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Sab Ago 28, 2010 9:10 pm

Quando aparecer Bill em itálico, é o Bill reflexo =) mas é só algumas vezes que aparece ^_^


Parte 1:

- Por favor! Eu preciso falar com você.- O moreno resmungou, agachando-se em frente ao grande espelho que havia na porta de seu guarda-roupa. Murmurando roucamente, ainda de joelhos em frente ao objeto, Bill tocou-o levemente com as pontas dos dedos.



- Hey, pode aparecer.- Disse calmamente, como se simplesmente aquilo fizesse com que seu reflexo pudesse retornar. Suspirou pesadamente ao constatar que nada mudara, o silêncio perturbador do seu quarto ainda era o mesmo. Levantou-se com sutileza, indo em direção a cama para logo em seguida jogar-se em cima dela. Sentou-se, escorando as costas contra a cabeceira da cama, e abraçou seus joelhos.



- Desculpe, eu estava ocupado.- Seus olhos arregalaram-se ao perceber que seu reflexo finalmente, depois de alguns dias, voltou para lhe fazer companhia.



- Achei que não iria voltar mais. – Sentou na beirada da cama, olhando o grande espelho á sua frente.



- Eu não vou te deixar tão cedo. Ainda não é a hora.- Sussurrou. Bill passou, timidamente, as pontas dos dedos por toda a extensão de seus cabelos compridos.- Talvez eu faça um moicano igual ao seu, em pouco tempo...- Murmurou, olhando fixamente para o cabelo negro que estava perfeitamente espetado, sem nem sequer um fio caído, além do da franja.



- Você está lindo assim, mas tudo bem.- Sorriu. Em pouco tempo Bill estaria completamente recuperado de tudo e de todos.



- Onde você estava?- Encolheu-se na cama, apoiando seu queixo nos joelhos.- Eu fiquei te esperando, sabe?



- Eu sei.- O reflexo cochichou, suspirando em seguida. Ele sabia perfeitamente. Mas como Bill, ele também tinha o que fazer.- Como está sendo sua relação com Tom?



- Tom?- Disse o nome do irmão com desdém, fazendo uma pequena careta.- Como sempre. Ele ainda continua fazendo merda.- Bill levantou-se, indignado.- Sabe, eu não o entendo.- Começou a andar de um lado para o outro em frente ao espelho.- Ele fica fazendo cara de poucos amigos quando eu estou com o Stevie, como se não gostasse da nossa aproximação, como se estivesse preocupado comigo. – Parou em frente ao reflexo, fitando-o.- Mas quase todas as noites, continua trazendo uma garota para casa. E adivinha?- Perguntou irônico.- Ele, esses dias, trouxe uma vagabunda para cá, para foder ela na MINHA cama.- Bufou irritado.- E ainda teve a cara de pau de dizer que errou o quarto.



- Sim, eu sei.- Bill mirou o reflexo de forma interrogativa, perguntando mudamente como ele poderia saber.- Do mesmo jeito que você me tem, Tom também.



- Tom tem um reflexo? Tipo, um assim, igual a você?- Franziu o cenho, chegando mais perto do seu espelho.



- Exatamente. Mas ao mesmo tempo, não.



- Como assim?- Arqueou a sobrancelha, cruzando os braços, esperando uma resposta.



- Você conversa comigo e me vê porque acredita. E também, porque eu quis.- Suspirou.-Você precisava de ajuda, e aqui estou. Eu sabia que se eu aparecesse, no começo você iria achar loucura, mas não iria me rejeitar. Eu sou você.



- Mas e o Tom?



- Seu reflexo sabe que ele não iria acreditar. Então, para que tentar, não é?



- Então você, seja lá o mundo que for atrás desse espelho, vê o reflexo do Tom?- Bill piscou os olhos rapidamente ao perceber as bochechas de seu reflexo ficando levemente coradas.



- Bom, sim.- Abaixou a cabeça, tentando esconder o rubor recente.



- Tem algo para me dizer?- Bill arqueou a sobrancelha, esperando alguma resposta ou qualquer movimento de seu reflexo.



- Você é esperto, Bill.



- Eu sou você.- Respondeu, semicerrando seus olhos logo em seguida.



- Aqui atrás, onde eu estou, é o futuro, mas não muito distante, Bill. Você me vê de moicano, porque daqui a algum tempo, você também o terá.



- Oh.- Sussurrou, compreendendo o que o outro lhe disse rapidamente.- Entendi, apesar de ser estranho.- Riu.- Mas...- Ficou sério novamente.- Se você está alguns dias, semanas, sei lá, mais adiantado do que eu, como está sua relação com o Tom?



- Vai bem...Bem até demais.- Murmurou, abaixando a cabeça, escondendo seu rubor recém adquirido.



- Hey...HEY! Como assim?- Bill ficou de pé, encarando-o assustado.



- Seria melhor conversamos mais de perto. Ande até aqui e junte sua mão com a minha.- Bill, sem receio algum, andou em passos largos até o espelho, tocando-o com a palma da mão. Seu reflexo sorriu, estendendo o braço e tocando sua mão, junto com a de Bill.- Concentre-se que eu vou entrelaçar nossos dedos.



Tomando um longo suspiro, Bill fechou os olhos, realmente acreditando que seu reflexo poderia ter algum contato físico com ele. Se ele poderia conversar consigo mesmo, não seria loucura que o outro pudesse vir para a realidade, não é? Não tinha nada a perder.



- Isso, continue.- O espelho estava amolecendo a cada segundo que se passava, fazendo com que os dedos se tocassem. Em pouco tempo, o reflexo conseguiu unir finalmente suas mãos. Bill abriu os olhos rapidamente, vendo o “ seu eu” sorrindo e colocando uma perna para fora do espelho.- Me puxe, é mais fácil.



O moreno de cabelos cumpridos piscou os olhos freneticamente, absorvendo idéia de puxar o outro. Com um pouco de força, fez com que o aperto de suas mãos ficasse mais forte, e assim, em um único puxão, seu reflexo saiu completamente, cambaleando um pouco pela força que Bill usou ao trazê-lo.



- É, deu certo.- O “ outro Bill ” murmurou, olhando levemente para baixo, já que usava uma bota de salto alto, ficando maior que Bill. O moicano e o salto o faziam parecer realmente grande, uns belos centímetros mais alto que o outro.



- É você mesmo...- Sussurrou.- Eu...- Tocou seu peito, sentindo a malha da camisa que o maior usava.- Eu nem quero saber como isso aconteceu. É demais para minha cabeça.- Riu, sendo acompanhado por seu reflexo.- Bill... se eu te chamar assim, eu vou ficar confuso.- Sentou na beirada da cama, batendo com uma de suas mãos ao seu lado, indicando que era para ele vir e sentar.



- Bom, pode me chamar de...- O reflexo adquiriu um ar pensativo, enquanto sentava-se ao lado de si mesmo.- Billi? Outro eu? Reflexo? Eu 2? Me chame do que quiser.



- Acho que... Vou chamar de Bill 2, ou outro eu. Tanto faz o nome, você vai saber que é você - Bill sorriu, logo tomando um ar sério, lembrando da sua real pergunta.- Então... você disse que sua relação com Tom vai bem demais, não é? Quer dizer, com o reflexo dele, tanto faz.



- Sim...- O outro adquiriu um tom rosado novamente em sua face.- Bom, nós já tivemos...- Os olhos do melhor se arregalaram, mostrando o susto repentino.



- Vocês já...?



- Sim... E bem, nós estamos juntos...digamos assim. Tom ainda não gosta do Stevie, mas ele está se acostumando. Você sabe, o reflexo do Stevie.



- MAS COMO?- Alterou-se.- Não tem como. Tom e eu... já?- Bill batia os dedos e apertava-os constantemente em sua calça, tentando liberar seu nervosismos de algum jeito.- Quanto tempo você está adiantado?



- Eu não sei, Bill. Pode ser semanas, meses. Eu realmente não sei.- Mentiu. É claro que ele sabia. Aliás, ele era Bill; mais velho, mas era.



Ele não está adiantado muito tempo.



- Isso é tudo muito confuso, mais do que já era antes.- Apoiou as costas na cabeceira da cama, abraçando seus joelhos. Tremeu ao ouvir um pequeno barulho- Alguém está subindo.- Disse, alterado. Os passos nas escadas estavam ficando cada vez mais fortes. Seja quem for, não poderia ver seu outro eu, sentado em sua cama.



- Você tem que se esconder.- Bill agarrou a manga da blusa de seu reflexo, puxando fortemente. Sorrindo, como se soubesse quem subia, o de moicano prensou o corpo de Bill contra a cabeceira, colocando suas pernas no meio das do outro, assustando-o.- O que você...?



- Psiu. Eu sei o que estou fazendo, tudo bem? Só vou dar uma ajudinha, para ir mais rápido com tudo.- Assim que a porta do seu quarto seu abriu, Bill pegou com ambas as mãos a face idêntica a sua, aproximando rapidamente seus lábios, unindo-os de uma única vez, sem hesitar.



Pasmado, Bill tentou recuar, mas sentiu sua cintura sendo agarrada com força e com habilidade. Estava preso de um modo excitante, mesmo que não querendo confessar.



Querendo esquecer a pessoa que poderia ter entrado em seu aposento, e a pessoa que estava beijando, assustado, fechou os olhos devagar, estranhando como beijar a si mesmo poderia ser tão bom. Ele beijava lábios macios, e se perguntava por ser seu reflexo que estava beijando, ele também tinha essa maciez nos seus? Desde quando ele tinha lábios carnudos? Bom, estava descobrindo agora que tinha.



Para encerrar o ato, seu reflexo mordeu seu lábio inferior, antes de realmente finalizar com um carinhoso selinho.



- Oh, que foi tão bom...- Corou ao ouvir a pequena risada que seu reflexo dava.- Será que é o mesmo que beijar Tom?



- Não.- Suspirou, afastando uma mecha de cabelo negro da face de Bill.- Tom é uma pessoa totalmente diferente, apesar de ser seu gêmeo. Ele tem um pensamento único que, mesmo sendo irmãos, você não pode entender. Eu...Bom, eu sou realmente você. Tudo o que você pensa, eu penso por igual.- Sorriu ao ver que o moreno tinha conseguido captar a idéia.



- Eu...Gostei do beijo.- Tocou seu moicano, vendo a si mesmo fechar os olhos e apreciar o toque em seu cabelo.- Eu quero mais... Então você sente o mesmo?



- Sim...- O reflexo aproximou-se novamente, beijando-o com voracidade, penetrando sua língua na boca do outro, ouvindo gemer baixinho. Era realmente excitante ser beijado por si mesmo, principalmente se seu reflexo estava mais bonito, diferente e sexy.- Hey, lindo...Vai com calma.- Murmurou, sentindo os lábios de Bill preso aos seus, sabendo que ele não queria se afastar. Seus corpos se tocaram por breves segundos e, nesse curto tempo, suas ereções já formadas se encontraram, em um toque gostoso.



- Ok, é melhor ir com calma.- Bill se afastou, vendo o rosto do menino a sua frente totalmente corado.



Ele não sabia que quando era mais jovem era tão sexy e sedutor.


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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Sab Ago 28, 2010 9:18 pm

A continuação será postada se houver alguns comentários =)
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Sab Ago 28, 2010 9:19 pm

Tá muito boa, continua, haha
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Dom Ago 29, 2010 2:47 pm

Não acredito! bua
Continua por favor!
Vo morrer...
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Dom Ago 29, 2010 2:49 pm

posta simm yaya
ta muito boa ^^
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Seg Ago 30, 2010 1:42 pm

KKKKKKKKKK meu deus, preciso da continuação, tá muito boa KKK
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Biaah *
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Seg Ago 30, 2010 7:57 pm

Continuaa!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Seg Ago 30, 2010 8:31 pm

Claro que continua! Ta muito boa *-*
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Ter Ago 31, 2010 1:31 pm

mimimi continua ):
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Qui Set 02, 2010 11:55 pm

PARTE 2:

- Oh, meu Deus.- Bill arregalou os olhos ao notar um vulto correndo para o quarto ao lado, o de Tom. Seu coração falhou miseravelmente uma batida. Quem mais entraria no quarto do seu irmão sem ser seu próprio irmão mais velho, já que os pais estavam trabalhando? O fato de seu reflexo estar mordendo e chupando seu pescoço não ajudava em nada.



- Hum, bem que o Tom me disse que eu tinha gosto de morango.- O de cabelos curtos murmurou, apertando o mamilo do garoto mais jovem abaixo de si. Mesmo que fossem as mesmas pessoas, o reflexo ainda era alguns meses mais velho.



- Pá...pára.- Bill sussurrou, sentindo uma pequena vibração por todo seu corpo quando o outro lhe deu uma última lambida.- Alguém viu.- Tapou o rosto com as duas mãos.



- Aham.- Bill surpreendeu-se com a tranqüilidade com que o moreno falava, como se isso nem ao menos importasse.



- E era o TOM!- Jogou as mãos para o ar, como se estivesse dizendo algo que ninguém poderia saber. Franziu o cenho ao ouvir uma risada quase em tom de deboche que o seu outro eu lhe mandava.



- Eu sei. Eu vi.- Sentou na cama, entrelaçando seus dedos uns nos outros.- Quer ir lá ver como ele está?- Arqueou a sobrancelha sugestivamente. Bill, por um breve momento, pensou realmente ir no quarto de seu gêmeo, mas logo esse pensamento dissipou-se ao ver o sorriso malicioso que o mais velho tinha em sua face, demonstrando descaradamente segundas intenções em sua frase já dita.



- Por que essa cara?- Perguntou de repente, assustando-se ao sentir seu pulso ser agarrado com firmeza , em um aperto que ele sabia que não poderia sair facilmente.- Bill? Meu eu?- Sussurrou, procurando entender o brilho que seu reflexo havia adquirido em tão pouco tempo.- O que você..?- Sem nem ao menos conseguir terminar sua sentença, Bill apenas viu seus longos cabelos negros em sua frente ao ser agarrado pelo outro e ser colocado em seu ombro.



- Psiu.- O maior deu um belo tapa forte na bunda do moreno, aproveitando e dando uma boa apertada na carne macia.- Eu vou amar fazer isso.- Disse baixinho, levando o garoto que protestava e batia em suas costas, para o quarto de Tom.



[Tom]




Entre quebrar a cara do Stevie por ter beijado meu irmão, e ir tirar satisfações com o Bill, preferi a segunda alternativa, subindo rapidamente as escadas que iriam me levar ao segundo andar.



A raiva que eu estava sentindo foi dissipando-se aos poucos cada vez que chegava mais perto do quarto do meu gêmeo, onde eu já podia ouvir uns gemidos. A porta estava aberta e, sem nem ao menos perguntar ou fazer algum som, espiei.



E, nesse exato momento, tremi e congelei.



Ou eu estava sonhando, ou eu estava realmente vendo dois Bill se beijando nada inocente. Aquela imagem acompanhada de um gemido foi diretamente para o meu pênis, deixando-me completamente duro.



Eu corri diretamente para o meu quarto, sem nem ao menos importar com o barulho enorme que eu fazia. Joguei-me na cama e agarrei os lençóis com força, tentando raciocinar.



Não existia dois Bill, apenas um, o meu irmão. Então, quem era o outro? Talvez alguém parecido? Ou estão querendo pregar-me uma peça?



Eu estava tão duro que chegava a doer, e isso não poderia ser um sonho.



Talvez uma miragem, alucinação. Eu não sei. Mas minha mão estava cada vez mais perto do meu pênis, e a vontade de bater uma punheta com a imagem de alguém completamente igual ao meu irmão beijando Bill, por mais louca que seja, me deixava completamente excitado.



Mas antes mesmo que eu pudesse chegar a abrir o zíper da calça, a porta foi aberta, e um Bill carregando o outro no ombro, apareceu.



E, novamente, eu congelei.



[/Tom]




[Reflexo]



O olhar assustado que Tom era divertido para mim, e sua visível excitação me alegrava. Muito.



Lembrando que havia um Bill mal humorado, batendo em minhas costas, joguei-o com força na cama, ao lado de Tom.



- Antes que pergunte qualquer coisa, se você conseguir...- Vi que meu irmão gaguejava, tentando formar uma frase ou até mesmo uma simples palavra.-... Nós dois estamos muito excitados.- Percebi que Bill arregalou os olhos, olhando rapidamente para mim e para Tom, balançando a cabeça.



- O que você...?- Bill tentou falar, e eu apenas o calei com o dedo, ajoelhando ao lado da cama, recebendo ainda um olhar assustado de meu irmão mais velho, aliás, nosso irmão.



- Por que ficou tímido de repente, Bill?- Perguntei, vendo que ele corava cada vez mais. Eu não tinha todo o tempo do mundo fora do espelho, então iria tentar ser rápido.



- Ficou todo tímido também, Tomi?- Levantei, ficando em frente à cama, olhando para os dois garotos que tinham uma incrível ereção dentro das calças. Lambi os lábios somente em pensar em prová-los. Sempre tive vontade de chupar a mim mesmo, e hoje estaria experimentando.



- Que porra é essa?- Tom finalmente falou pela primeira vez, ainda em estado de choque. Será que era tão difícil aceitar que o reflexo do seu irmãozinho saiu do espelho? Percebi que Bill ficou vermelho, apesar de ter soltado uma pequena risada pelo estado do irmão.



- O quê? Não está gostando?- Perguntei, já sabendo a resposta mesmo que ele me dissesse um “ não “ na cara, por puro reflexo de sentir-se excitado pelo corpo do seu irmão mais novo, pelos dois corpos do seu irmão mais novo.



- Eu... O quê?...Não!- Gritou, e Bill se encolheu. Nessas horas que eu sentia orgulho de mim mesmo, pelo o que me tornei. Eu era assim também, eu lembrava disso, lembrava do tempo em que me escondia e me encolhia de tudo e de todos. Mas eu superei e, logicamente, Bill também iria superar. Nós somos o mesmo. E todo esse medo que ele sente termina hoje, aqui.



Retirei a camiseta com toda a habilidade que eu podia para não esbarrar em meu moicano e desarrumá-lo, jogando a peça de roupa em algum canto do quarto, ao qual não me importava nesse momento. Percebi que o olhar de Tom caiu diretamente em meu mamilo perfurado, onde eu havia colocado um piercing, o futuro piercing que “ meu eu “ também teria. Para dar um pequeno show ao Tom, mesmo que talvez ele não mereça, mexi descaradamente meus quadris até chegar em Bill.



Subi na cama e coloquei uma perna em cada lado das suas e aproximei nossos corpos, beijando-o como eu havia feito em seu quarto.



Ouvi um suspiro alto de Tom e isso me animou a continuar, apenas parei porque percebi que Bill queria dizer alguma coisa.



- Por que está fazendo isso? Ele nem quer mesmo...- Ele sussurrou, sabendo que com esse tom de voz só eu poderia ouvi-lo.



- Você é cego?- Murmurei.- Ele está nos comendo com os olhos, Bill.- Disse carinhosamente, mas ele ainda tinha medo em seus olhos.- Confia em mim? Você sabe que pode. Eu sei o que estou fazendo.- Sorri ao notar que El havia relaxado em meus braços, pronto para tudo o que viria a seguir. Mesmo nervoso, ele concordou.



Abri o zíper da sua pequena calça e puxei com força para baixo, junto com sua boxer. Bill soltou um pequeno grito e tentou tapar sua já bem formada ereção, sendo impedido por mim.



Com apenas uma de minhas mãos, segurei seus dois pulsos na cabeceira da cama, ouvindo um baixo palavrão sair de boca. Com a mão livre, apertei seu membro rígido, sorrindo pelos gemidos que ele soltava, sem tentar esconder.



O que mais me impressionava era o fato que eu tinha ficado tão duro comigo mesmo. Apertando um pouco mais, acariciei a glande com o polegar, rodeando e fazendo pressão.



- Pode soltar.- Arqueei a sobrancelha ao perceber que Tom estava segurando seus dois pulsos, deixando minha outra mão livre para acariciar qualquer parte de Bill; e assim o fiz. Mesmo que Tom não estivesse acreditando muito, ou pensasse que isso fosse somente um sonho, vi que ele estava disposto a levar isso até o final.



Descendo um pouco, aproximei rapidamente meu rosto de seu pênis, ouvindo Bill murmurar palavras incoerentes quando eu lambi a ponta. Sem mais delongas, abocanhei seu membro.



Eu era grande, gostoso e duro. Nunca soube que eu era assim, tão bom. Bill gemeu alto quando eu o mordi e Tom chupou com força seu mamilo. Eu sabia que ele estava sentindo um enorme prazer com dois homens lhe acariciando.



Deixando seu pênis de lado, levantei a cabeça e puxei o pescoço de Tom, fazendo-o me beijar. Sua língua logo penetrou minha boca, onde eu cedi sem hesitar, brincando com o seu lábio inferior. Abri um dos meus olhos e vi Bill brincando com seus mamilos enquanto apreciava a deliciosa cena.



- Não acha que tem roupa de mais?- Murmurei contra os lábios de meu irmão mais velho, dando-lhe uma última lambida. Logo ele ficou em pé, tentando arrancar rapidamente suas roupas. Eu ri e tirei minha calça e minha boxer, ficando completamente nu.



- Calma.- Eu sussurrei ao ouvido de Bill, mordendo o lóbulo de sua orelha. A cama afundou levemente ao nosso lado, e nós dois olhamos para o ser musculoso e com um belo pênis ereto, pronto para ser devorado.



- Quer tentar?- Perguntei para Bill, ouvindo sussurrar que nunca tinha feito isso na vida.- Hey, Tom. Vamos cuidar bem do nosso virgenzinho aqui.- Ele sorriu e cariciou os cabelos negros de Bill, logo transformando em puxões. Peguei na cintura do mais novo e o fiz virar de quatro, empinando sua bunda. Tom sentou na sua frente, com seu membro quase batendo em sua cara.



Bill lambeu timidamente a cabeça e, nesse momento, eu lambi sua entrada rosada, ganhando um grito de surpresa. Dando um tapa na sua bunda, em sinal para acalmá-lo, comecei a chupar e a penetrar seu , logicamente meu também, lindo buraquinho. E eu tinha um gosto tão bom.



A cada gemido que Bill soltava, eu podia sentir que minha ereção aumentava, se é que era possível. Minha vontade era de penetrá-lo assim mesmo, enquanto ele chupava nosso irmão. Mas eu não podia fazer isso antes de Tom.



- Oh, meu Deus...- Ele gemeu, largando o membro que chupava no momento em que eu enfiei dois dedos de uma vez. Senti ele contrair sua entrada, demorando alguns segundos até finalmente relaxar, permitindo-me fazer movimentos de vaivém rapidamente com os meus longos dedos.



- Bill...- Tom murmurou e eu notei que ele estava prestes a vir. Ouvindo alguns sussurros em protestos, retirei meus dedos de seu interior, sabendo que ele não havia gostado por estar começando a sentir prazer a cada vez que eu passava perto de sua próstata.



Puxando “ meu eu “ pela cintura, fiz com que ele parasse de chupar o pau do nosso irmão, causando um leve desconforto em ambos. Ajoelhei ao lado de Bill, ficando igualmente de quatro. Podia sentir seu pênis totalmente duro bater na minha cara, e depois bater na cara de Bill.



Abocanhei-o sem avisar, tentando lubrificá-lo com o máximo de saliva que podia, substituindo o lubrificante.Ouvi um gemido sair da boca do mais novo, enquanto ele acariciava o próprio membro ao ver-me chupando Tom.



- Pronto.- Disse feliz, lambendo os beiços ao ver o magnífico trabalho que fiz deixando o pau do meu irmão totalmente molhado, chegando até mesmo a pingar. Tom sentou no colchão de pernas abertas, encostando as costas na cabeceira da cama, esperando qualquer um de nós.



Bill abaixou a cabeça sentindo-se tímido, corando fortemente.



- Hey.- Puxei seu queixo com os dedos, encarando-o.- E agora ou nunca.- Murmurei, dando-lhe um selinho demorado, sentindo-o relaxar ao meu toque.- Vai ser bom para vocês.- Disse, mordiscando seu lábio inferior.- Ele vai estranhar no dia seguinte, mas em pouco tempo ele estará te tratando com o carinho que você sempre quis, que você sempre esperou dele.- Acariciei suas costas, subindo e descendo meus dedos por sua coluna.- Você quer isso, não é? Está disposto?- Ele nada disse, mas o aceno afirmativo que ele fez com a cabeça respondeu todas as minhas perguntas. Segurei-o pela cintura e o levei até Tom. Ele corou de novo.



- Vire-se.- Sorri enquanto pedia. Mesmo receoso, ele sentou no colo do nosso irmão, com as costas batendo no peito de Tom.



- Não se preocupe.- Tom sussurrou em seu ouvido, e meu coração pulou de alegria. Foram as mesmas palavras que o seu reflexo me disse alguns meses atrás, na nossa primeira vez. Eu sabia que tudo estava indo para dar certo, que esse era o passo que eles tinham que dar.



Soltei um gemido nada baixo ao ver Tom levando seu membro para a entrada de Bill, para a minha entrada. E no mesmo instante penetrou-o devagar.



Os gemidos que o mais novo soltava não eram nada prazeroso, por enquanto. Pensando em descontraí-lo, já que eu sabia o quão doloroso era a primeira vez, beijei toda a extensão de seu pescoço pálido, até chegar nos mamilos lindamente rosados. E um gemido baixinho avisou-me de que eu estava fazendo o certo.



Seu corpo se mexia levemente pelos movimentos demorados que Tom fazia no inicio. Tracei uma linha imaginária com minha língua até chegar em seu pênis, chupando Bill novamente. Ele ronronou de prazer e isso foi apenas um incentivo para que Tom aumentasse o ritmo, fazendo com que Bill soltasse curtos gritos.



- Tomi...- Ele sussurrou, virando rapidamente seu rosto e colando seus lábios junto com os do irmão. Ouvi ele soltar um gemido contra a boca de Tom quando chupei com força sua glande.- Suas bolas estão tocando minha bunda...- Tom penetrou-o com mais força, e eu podia ver o suor escorrendo de ambos os corpos. A boca de Bill abriu-se em um perfeito “ O “ ao ter sua próstata acertada seguidamente.



- Deixa um pouco pra mim.- Sussurrei ao ouvido de Tom, beijando-o em seguida. Ele sorriu no meio do beijo e acenou positivamente.



- Oh, tão bom...- Bill sussurrou, resmungando em seguida ao sentir que o ritma ia diminuindo, até chegar ao ponto de parar.- O quê?- Perguntou ofegante, acariciando as tranças negras do mais velho.



- Quero vir na sua boca, Billi.- Tom deu uma piscadela cúmplice em minha direção, e eu abri um belo sorriso. Só de pensar em enfiar meu pau em mim mesmo fez-me completamente aceso. Finalmente aceitando, Bill virou-se até ficar novamente de quatro, com o rosto em frente ao membro de Tom e sua linda bunda desprotegida virada em minha direção.



No instante em que ele levou o lindo pênis do nosso gêmeo à boca, eu bati em sua nádega direita e o penetrei, entrando completamente.



- Oh, meu Deus...- Bill resmungou, chupando rapidamente Tom, enquanto apertava suas bolas.



Eu estava em êxtase por finalmente estar em mim mesmo, e finalmente descobri por que Tom gostava de sexo todos os dias.



Eu era tão bom. Tinha uma bunda tão gostosa.



Sem perceber de imediato, eu praticamente cavalgava em cima dele, penetrando com voracidade, com uma incrível necessidade de vir dentro desse buraco apertado.



- Isso, chupa.- Tom disse, sorrindo ao mexer os quadris junto com a cabeça de Bill, fodendo sua linda boquinha. Seus olhos se encontraram com os meus e, em um piscar de olhos, nossos lábios estavam conectados, em um beijo desesperado, mas ao menos tempo muito gostoso.



- Eu vou...- Eu estava cada vez mais necessitado para gozar e, sem pensar, agarrei as pernas de Bill e o levantei um pouco, aumentando o ritmo da penetração, trepando como um louco. Bill resmungou algo que eu realmente não entendo, e naquela hora não me importava. No momento em que gozei em seu interior, Tom também havia gozado em sua boca.



Em pouco tempo havia três corpos na cama, tentando o máximo conseguir voltar a ter sua respiração normal novamente, inspirando uma enorme quantidade de ar de uma única só vez.



- Isso foi...- Tom não terminou sua sentença e nós dois já estavam acenando em concordância. Sentindo uma leve dor no peito, sabia que já era hora de voltar. Pegando minhas roupas do chão, que estavam em toda parte, deu um selinho em ambos antes de entrar no banheiro do quarto.



- Até mais.- Sussurrei, vendo o sorriso que Bill me mandava e o olhar de confusão de Tom. Rindo, levantei meus braços e toquei o espelho do banheiro, sentindo-o sugar-me para o meu verdadeiro lar.



Logicamente havia caído no banheiro do quarto de Tom, só que do outro lado. Rapidamente coloquei minhas roupas, ainda animado pela ótima transa que havia tido. Ao sair do banheiro, arregalei os olhos ao ver Tom me olhando com as sobrancelhas arqueadas.



- O que foi isso?- Ele perguntou, levantando-se da beirada da cama, onde estava sentando, e caminhando em minha direção.



- Você viu?- Perguntei, mordendo o lábio inferior em sinal de nervosismo.



- Ele...- Disse Tom, referindo-se ao seu próprio “ eu “.- Deixou a porta do banheiro aberta, e você sabe que o espelho fica em frente à cama.- Eu estava nervoso. Ele não tinha nenhuma expressão em sua face, e eu não conseguia lê-lo, não sabendo identificar se ele estava bravo ou não.



- Merda, Bill.- Gritou, batendo com o punho na parede ao meu lado, prensando-me contra ela.



- Tomi...- Eu realmente esperava que ele não estivesse tão zangado.



- Você viu o que você me fez?- Perguntou, apontando para baixo. Pisquei os olhos rapidamente ao perceber que ele tinha uma incrível ereção entre as pernas.- Você não sabe o que eu senti e passei ao ver aquilo...Você trepando com você mesmo...- Ele mordeu minha orelha. Senti um arrepio de excitação invadir-me. Mas eu ainda estava cansado do sexo de antes.



- Tomi...- Sussurrei, sentindo uma das suas mãos penetrar em minha calça, acariciando meu membro por cima da boxer.



- Eu vi você chupando a si mesmo e...- Ele atacou meu pescoço.- E foi...Merda, foi tão bom.- Murmurou, e logo a mão livre apertava meu mamilo. Olhando para o espelho, eu enxergava o outro lado dele. Vendo Bill e Tom acariciando-se em cima da cama, trocando algumas risadas e sorrisos, eu sabia que havia cuidado deles, que tudo ficaria bem, mesmo que Tom faça algumas perguntas sobre mim, reflexo do seu irmãozinho.



Bom, agora havia um outro Tom muito necessitado para tomar conta.



Vida de reflexo não é fácil.



FIM


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Júlia G.
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Sex Set 03, 2010 5:40 pm

ótima one, foi a melhor que eu já li (:
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hiza
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Seg Set 06, 2010 5:19 pm

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Foi muiiito legakl adorei!
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MensagemAssunto: Re: [Kaulitzcest] Pequena Ajuda   Hoje à(s) 4:55 am

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[Kaulitzcest] Pequena Ajuda
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