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 Be My Friend

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Biaah *
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Qui Set 30, 2010 11:56 pm

Catarina Kretli escreveu:
Meu Deus, ele é uma chaminé ambulante né ?
O que há com ele hien ?
O que ela vai fazer ? Ai são tantas perguntas. POKSPKAPOKPSa
+1
E o que o Tom tem que falar?
Muito curiosa, continua!
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Sex Out 01, 2010 3:34 pm

Catarina Kretli escreveu

+2
Sera que o Tom ta bem hum??
espero que sim!!!
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Sex Out 01, 2010 4:21 pm

Bill chaminé ambulante
Ele foi tão chato --'
O que o Tom ia falar??
Continuaa
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Sab Out 02, 2010 12:56 pm

OK! Agora fiquei com medinho do Bill!!

O que sera que o Tom tem pra falar pra ela?????

MEU DEUS VOU SURTAR!
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Janaína C.
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Sab Out 02, 2010 9:59 pm

eu simplesmente não consigo imaginar o Bill desse jeito, é algo que vai muito além da minha humilde imaginação '-'
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Sab Out 02, 2010 10:02 pm

Janah K. escreveu:
eu simplesmente não consigo imaginar o Bill desse jeito, é algo que vai muito além da minha humilde imaginação '-'

eu já sabia que era o Bill. li no nyah antes What a Face
mas concordo com a Janah, além dele ser uma chaminé ambulante '-'
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Dom Out 03, 2010 12:41 am

eu sabia que era o Bill... /ahampatriciasentálá!

credo, eu imagino o bill bem cheiroso e limpinho, e bem educado.... UAHEUHAUEHUAEHUAHE'
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Qua Out 06, 2010 10:31 pm

Oiie!
Então, Bill foi chato né? concordo, e também concordo que o Bill não deve cheirar mal UAHUASHUAS'
Mais um capítulo pra vocês, esse é um pouco chato mas ele era necessário! espero que gostem mesmo assim Very Happy
O moço da foto é o pai da Rachel!
Boa leitura amores.





CAPÍTULO 4

Continuei deitada ali, refletindo e pensando. Bem que Jen dizia que eu pensava muito, será que isso é defeito? Acho que não.
Enquanto me preparava para levantar, ouvi algo se chocando com muita força contra a porta de vidro, como se alguém tivesse atirado uma pedra naquela direção. Levantei-me com o susto e vi Katherine ajeitando o cabelo e adentrando a sala meio tonta. Ah não, de novo não! A coitadinha pensou que a porta estivesse aberta e bateu a testa com tudo no vidro. Imediatamente eu fui até ela para ver se ela estava bem.
- Meu deus Katherine, você está bem?
- Eu, errm, sim, desculpa Rachel, eu pensei que a porta estivesse aberta. - ela estava nervosa e com a mão pressionando a testa, ali logo mais nasceria um galo. Nesse momento, James entrou no local com a mão na barriga e com lágrimas nos olhos de tanto rir.
- Katherine, de novo? Como você consegue? - eu mal entendia o que ele falava e estava me segurando para não rir também, mas era quase impossível. Katherine o olhava com muita raiva.
- Eu não vi, pare de rir de mim. – exclamou, ainda irritada.
- Você é muito burra.
- Pare James, não fale assim. – eu disse, ainda segurando meu riso. - E leve ela até a enfermaria.
Ele me olhou sério e ajudou Katherine a se levantar. Os dois saíram e vi que ele ria dela e ela retrucava batendo em seu braço. Só então pude sentar e soltar o riso que estava segurando.
Voltei para o estúdio e me sentei na frente do computador onde ficavam as mixagens, precisava terminar algumas. Ajeitei-me na grande cadeira e fiquei ali por vários minutos, e então, o telefone da minha sala tocou. Fui atender e era a secretária do administrativo me avisando que meu pai estava lá, lhe informei que já iria. Desliguei o telefone e saí.
- Pronto, agora é o 2° desafio do dia, encarar “ela”. - pensei.
Saí do prédio 6 e fui andando em direção ao prédio 2 onde ficava o administrativo. Várias pessoas circulavam por ali, alguns em seu horário de intervalo, sentados nos bancos perto dos jardins, tomando um café, comendo algo. Eu sempre fazia questão de sorrir, e eles, muito educados que eram, me retribuíam. De longe avistei Katherine e James andando em direção ao prédio 6. Ela estava com um curativo na testa e agora os dois riam juntos, na certa já tinham se acertado. Eu sempre achei que no fundo ela gostasse dele, mas tinha um certo medo de se aproximar, seriam um casal estranho mas...
Adentrei o prédio que na minha opinião era o mais bonito de todos. Tinha uma arquitetura diferente. Logo na entrada havia um enorme balcão onde ficava a recepção, ao lado de uma sala de espera com sofás pretos de couro. Lá também haviam dois enormes lustres de cristal e no meio dos sofás havia um tapete de pelos brancos, sintético claro. Algumas pessoas estavam ali esperando serem chamadas. Cumprimentei a recepcionista e segui até os elevadores. Apertei o botão do andar e fiquei torcendo para que ela não estivesse junto. “Ela” era Jordan, a noiva de meu pai há dois anos. Nunca gostei dela, eu era assim. Existiam algumas pessoas que eu simplesmente não gostava, me dando motivos ou não, e ela era uma dessas. Era muito bonita, digo, artificialmente bonita, porque tudo que ela tinha era assim: seios, bunda, botox no rosto... O único motivo pelo qual eu a suportava era o fato de meu pai realmente gostar dela. Mesmo assim, eu fazia questão de não vê-la quando possível.
O elevador chegou ao andar solicitado. Entrei na primeira sala a esquerda. Lá estava a secretária, digitando algo em seu computador, e por isso, nem notou minha presença. Fui até a porta que seria a sala da presidência e espiei pela fechadura para ver quem se encontrava lá dentro.
- Que droga, não consigo ver nada. - exclamei para mim mesma me aproximando mais da fechadura. Então a porta foi bruscamente aberta e eu caí, ficando aos pés do Sr. Jonas, um dos empresários dali. Ele me ajudou a levantar e me olhava com cara de interrogação. Deveria estar pensando qual tipo de louca eu era. Agradeci e ele saiu.
Fui até a mesa de reuniões e de costas eu o vi, olhando pela enorme janela de vidro com os braços cruzados, tão lindo, como sempre!
- Papai!
- Minha pequena. – ele respondeu vindo em minha direção e estendendo os braços pra receber meu abraço. Fui até ele e o abracei bem forte. Sentia tanta falta dele! Fazia quatro semanas que não nos víamos, e feliz por não achar Jordan ali, ficamos juntos por um tempo, até ele se soltar e me olhar.
- Como está?
- Bem melhor agora! - sorri
- Vem, vamos nos sentar. - sentamos nas cadeiras da mesa de reunião.
- Porque não foi me ver antes? Fiquei te esperando.
- Estava em uma reunião. - ele sorria. Era tão bom poder olhar aqueles olhos azuis novamente.
- Eu desconfiei... Eu estava com visitas também, Tom veio me ver.
- Tom! Nossa, quanto tempo não vejo aquele menino, como ele está? Se soubesse teria ido até lá. - ele sempre gostou de Tom, e nunca escondeu isso. Eu sei que seu sonho era me ver com Tom. Para papai, ele era perfeito pra mim.
- Está bem. Ele veio com o irmão, o conheci hoje. - a lembrança daquele ser magro me veio à cabeça, e junto dela, um enorme arrepio.
- Que legal! - fez uma pausa. - Como está a faculdade? Jen me contou que você tem se esforçado muito, fico contente em saber que está feliz.
- Jen é uma fofoqueira. - nós rimos. – Sim, eu estou adorando, é realmente o que pretendo fazer, você deveria ir lá um dia.
- Vou tentar. - eu sabia que não iria acontecer, ele sempre foi muito ocupado, nunca cobrei isso dele, sempre me deu todo amor que podia e eu o amava ainda mais por isso.
- Vai ficar aqui até quando? - perguntei.
- Daqui a 2 horas embarco para o Canadá, tenho assuntos para resolver por lá. - seu rosto demonstrou uma certa tristeza ao dizer aquilo. Sorri para que ele entendesse que estava tudo bem.
- Vamos aproveitar e ir comer alguma coisa?
- Claro. – respondi, e descemos em direção ao restaurante.
Ficamos conversando, e depois levei papai até o aeroporto.
Decidi não voltar para a gravadora. Precisava de ar, precisava novamente pensar e fui para casa. Morava em um condomínio em Hamburgo, gostava muito do local; era calmo e perto de tudo. Existiam 6 prédios ali, todos iguais. Duas praças com pontes e brinquedos para as crianças. Tinha também um orquidário muito bonito, que sempre enchia os olhos quando estava florido. Avistei meu prédio preto com branco e enormes sacadas na parte da frente e ao lado também, abri o portão eletrônico, entrei e estacionei o carro em minha vaga. Andei até o enorme elevador, e este chegou até meu apartamento. Entrei e chamei por Jen. Não obtive resposta, na certa foi ao mercado.
Jen, sempre se preocupando comigo... Cuida de mim desde que nasci. Quando resolvi viver neste país, ela estava com as malas prontas para me acompanhar, e nada do que tivesse dito a faria mudar de idéia. Eu a amava muito e a considerava como uma mãe, já que ela dedicou os 52 anos de vida para cuidar de mim. Ela também me tratava como filha, e me paparicava como tal.
Andei até meu quarto e encontrei Sonne deitada em minha cama. Logo que me viu, pulou de lá e veio ao meu encontro. Acariciei a mesma e uma ideia me veio a cabeça. Fui até meu closet e fiquei a procura de algo confortável. Iria ver meus avós e depois fazer minha caminhada diária. Optei por uma calça de moletom, uma regata branca e um casaco do mesmo estilo da calça. Peguei a coleira rosa de Sonne. Assim que o fiz, a cachorra pulava de um lado para o outro da sala, estava em total euforia. Mal consegui colocar a coleira, e se Jen visse aquela bagunça me mataria.
Fechei a casa, desci e fui até meu carro. Coloquei Sonne no banco traseiro e liguei o som. Estava me sentido finalmente bem, e apesar de tudo, estava feliz. Eu terminaria o dia bem. Pelo menos era o que eu pretendia.


Então comentários?
o próximo é mais divertido! tongue
beijos



Última edição por Miilena em Qua Fev 23, 2011 3:02 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Qua Out 06, 2010 11:18 pm

Katherine relaxa, isso já aconteceu com todo mundo ;x
Tom e perfeito, sabemos (:
O que vai acontcer, hien ? PKOSKPAKSO
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Qua Out 06, 2010 11:29 pm


E EXTREMA FEIURA isso me lembra uma pessoa!!
Chantelle! hehehe Twisted Evil
Amei o Capi e o Final não agrado muito não oque vai acontecer só deus sabe e a Miilena! ¬¬'
Continua Liebe!!
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Qui Out 07, 2010 1:45 am

Catarina Kretli escreveu:
Katherine relaxa, isso já aconteceu com todo mundo ;x
Tom e perfeito, sabemos (:
O que vai acontcer, hien ? PKOSKPAKSO
nunca aconteceu comigo... OAHSOAHSOAHSOAHSOAHSOAHS'
O QUE VAI ACONTECER? /roendoasunhas
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Qui Out 07, 2010 12:21 pm

Catarina Kretli escreveu:
Citação :
Katherine relaxa, isso já aconteceu com todo mundo ;x
Tom e perfeito, sabemos (:
O que vai acontcer, hien ? PKOSKPAKSO

Patty Back-k escreveu:
Citação :
nunca aconteceu comigo... OAHSOAHSOAHSOAHSOAHSOAHS'
O QUE VAI ACONTECER? /roendoasunhas

+1
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Qui Out 07, 2010 4:18 pm

eu sei o que vai acontecer MUAHAHAHA as vantagens de ser uma beta reader Cool qq
mais relaxa Rachel, tudo na vida dá certo um dia, mesmo que você tenha
um melhor amigo gostoso que tem um irmão que fede QQ Espero que o cheirinho do
Bill melhore *u*
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Sex Out 08, 2010 4:22 pm

Eu só tenho uma pergunta: QUANDO POSTAM MAIS?!
É sempre assim,viciam e depois deixam o mistério no ar!Postem logo!
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Sex Out 08, 2010 6:28 pm

Janah K. escreveu:
eu sei o que vai acontecer MUAHAHAHA as vantagens de ser uma beta reader Cool qq
mais relaxa Rachel, tudo na vida dá certo um dia, mesmo que você tenha
um melhor amigo gostoso que tem um irmão que fede QQ Espero que o cheirinho do
Bill melhore *u*

ah, achar que uma porta de vidro está aberta e dar de cara com ela nunca aconteceu comigo, mas chegou bem perto KKK já aconteceu com a minha madrinha e eu ri a lot. não aguentei.
a Rachel tendo um dia from hell e por mais que reze, nada parece ir do jeito que queríamos. infelizmente.
continua!
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Dom Out 10, 2010 7:47 pm

Oiee Very Happy
Resolvi postar um pouco antes! *-* Eu gosto desse capítulo, vai ter uns flash back no meio.
Vou deixar um link com a foto do Josh caso vocês queiram saber como ele é.
http://3.bp.blogspot.com/__ieLsPlraHo/SxMV1LaNlgI/AAAAAAAAAVA/4A5VJjcEgao/s1600/zac-efron3_jpg1[1].jpg.
Enfim, boa leitura amores!




CAPÍTULO 5

Respirei fundo.
Ao entrar novamente em meu carro, acabara de sair da casa de meus avós. Vir aqui é tão bom! Me sinto muito melhor e com quatro quilos a mais, impossível resistir as delícias que minha avó faz. Ainda me pergunto como tive coragem para sair daqui, e é por isso que todos os dias, após ir embora, faço minha caminhada.
Com o rádio ligado, sigo meu caminho. Sonne está sentada quieta no banco de trás, e então a doce melodia daquela música começa, e meus pensamentos se voltam para o que aconteceu hoje à tarde: Eram eles, Tokio Hotel, cantando. Eu não era fã, mas gostava de várias músicas.
Ao ouvir a voz de Bill iniciando a canção, aquele arrepio voltou, deixando-me assustada. Por que ao me lembrar daquela figura eu ficava assim? Alguma coisa nele estava errada... Não poderia ser ele quem cantava aquelas músicas e fazia aquelas letras maravilhosas, não aquele ser sem vida que esteve na minha frente à tarde. Ele sempre me passou a imagem de que era elétrico, alegre, sempre bem vestido, arrumado, falante. E o que eu havia conhecido não era assim... Será que sou eu?
Aquilo estava me deixando louca. Ele não gostou de mim, e eu, mais que tudo, queria saber o porque. Queria muito manter uma boa relação com ele, por Tom, somente por Tom. Ao me lembrar disso, meus pensamentos se voltaram a anos atrás quando o conheci. Eu tinha lá meus 11 anos e ele seus 15, estava em Los Angeles, acompanhando meu pai.

Estava no canto do banheiro encolhida, chorando. Não fui eu quem desligou aqueles fios, eu estava longe na hora, porque sempre era tudo eu?
Chorava sem parar, quando a porta foi aberta e entrou um menino estranho com calças largas, cabelo mais parecendo uma vassoura de palha, camisetas três vezes maiores que seu corpo. Ele dirigiu-se até a pia e eu saí de onde estava escondida. Ele pulou de susto ao me ver. Eu nem estava tão feia assim, talvez só com o rosto vermelho e inchado de chorar, mas nada que fosse tão assustador...
- Como você entrou aqui? – disse-me, olhando incrédulo.
-E-ee-u... - dizia entre soluços. O garoto pegou um papel do bolso, uma caneta e rabiscou algo, logo me estendendo o mesmo.
- Toma, pode pegar e ir embora, não chamarei os seguranças. – estiquei-me para pegar o papel e deixei a Barbie que estava segurando cair no chão. Olhei o papel e tinha algum tipo de rabisco, não consegui entender.
- Eu não quero isso.
- Ah, então uma foto? Você tem câmera? - perguntou bufando, aquele menino é maluco? Que foto?
- Eu não quero isso! - joguei o papel no chão e voltei a chorar.
- Ah já sei, eu devo ter ficado com você e não ter perguntado o seu nome, desculpa, eu me esqueço das formalidades às vezes. - fez uma pausa – Não, espera ai, eu não ficaria com você, você é uma criança! Ou eu estava bêbado? - falou confuso.
- O quê? Você é doente? - do que ele estava falando?
Eu ia me preparar para sair, me abaixei para buscar a Barbie e o menino se aproximou. Não a enxergando, pisou nela com seus enormes pés. Pronto, se foi a Caroline.
- Seu idiota, você... Você matou a Caroline! – disse, chorando descontroladamente.
Ele me olhava com um enorme ponto de interrogação na cara. Baixou a cabeça e viu a boneca no chão. Voltou a me encarar e sorriu sem jeito. Eu ia dar um na cara dele, quando ouvi uma voz conhecida a me chamar.
- Rachel, você está ai? Onde você se meteu menina? - papai, era ele. Abriu a porta e ficou nos olhando.
- Rachel, o que faz aqui?
- Você disse que eu estava de castigo no banheiro... - respondi ainda chorando.
- Sim, no feminino, e não no masculino! Venha, deixe o Sr. Kaulitz em paz. - me puxou para fora do banheiro. Aquele menino não saiu da minha cabeça, ainda mais por ter matado a minha boneca favorita.
No outro dia, eu estava no estúdio, observando aqueles homens trabalharem, sentada em um sofá, quando apareceu na minha frente uma boneca igual a Caroline. Esfreguei os olhos para ver se não estava sonhando, e aquela figura estranha do outro dia surgiu na minha frente segurando a boneca e sorrindo.
- Aceita porque não foi fácil achar uma igualazinha àquela. - disse piscando pra mim. Sorri de volta.
- Tom, meu nome é Tom, e o seu? - perguntou o garoto puxando conversa.

E assim começou a nossa amizade. Nos falávamos todos os dias. A banda dele estava em outro estúdio gravando e ele fugia para vir conversar comigo. Nos tornamos amigos. Ele voltou para sua cidade e eu para a minha, mas mantivemos contato por celular e internet. Depois de alguns anos eu pude viajar sozinha, e nos encontrávamos na medida do possível. Saímos juntos, e eu sempre o ajudei com as garotas e ele me ajudava com os garotos. Os anos se passaram e eu me mudei para a Alemanha. Aí sim nossa aproximação foi maior. Nos víamos todos os dias, mas o difícil era convencer Tom de que existia sim amizade entre homem e mulher.

- O que vão dizer de mim? Ah, anda com aquela gostosa e nem pega ela? É um viado! – ele dizia, fazendo uma voz mais fina que o normal.
- Tom, que bobagem, é só você que pensa assim. - respondi rindo, e o mesmo me olhou fazendo biquinho - Tá legal então, vem cá, me beija. – disse, me aproximando e fechando os olhos. Senti ele se aproximar, respirar fundo e se afastar.
- Não dá, não consigo. - disse decepcionado. Eu ri
- Viu, não tem nada demais nisso.
- Sinto como se estivesse beijando o Bill, eca! - fez cara de nojo - Você é como uma irmã, não posso. - sorriu. Eu apenas o abracei, e desde aquele dia ele se acostumou a dizer que éramos só amigos e nada mais.

Ainda rindo de minhas recordações, cheguei ao parque Alster Wanderweng. Eu adorava correr neste lugar. Era lindo: tinha um enorme lago, várias trilhas e árvores diversas. Era usado para caminhadas, e ao anoitecer, a ponte tinha a vista mais linda de Hamburgo na minha opinião. Era aqui que eu terminava os meus dias e renovava as energias para a noite na faculdade.
Estacionei o carro, tirei Sonne e me preparei. Comecei pelo alongamento, e foi então que avistei o carro dele ali. Um enorme sorriso brotou em meus lábios sem pedir permissão. Ele também estava ali.
- Que ótimo. - exclamei. Ele era um dos motivos pelo qual eu vinha correr aqui também. - Vamos minha linda! Preparada? - disse a Sonne, e comecei a correr. Ela me acompanhava sempre muito feliz. Fazia várias voltas ao redor das trilhas e árvores. Aquele lugar era lindo, realmente.
Depois de mais ou menos uma hora de caminhada, eu o avistei sentado mais adiante, olhando para o mesmo lugar que eu. Como era lindo...
Josh vestia uma camiseta branca e uma calça de moletom preto. Aquela camiseta deixava mais a mostra seu corpo definido. Ele tinha cabelos castanhos e olhos azuis. Toda vez que os via, me encantava mais.
Josh era meu vizinho. Sempre fui louca por ele. Nos falávamos algumas vezes no elevador, no hall do prédio, mas nada mais que isso. Eu comecei a fazer minhas caminhadas aqui só para vê-lo mais vezes, mas nunca tive a coragem de puxar algum assunto. Anne sempre me dizia que eu devia me aproximar, mas sou muito tímida e pago um preço alto por isso. Ele olhou em minha direção e imediatamente virei meu rosto para o outro lado.
- Droga, será que ele me viu? - esbravejei baixinho. Quando voltei à minha posição normal, não encontrei Sonne. Fiquei desesperada. Ela aproveitou meu descuido e se soltou. Olhei para a direção em que estava Josh, e ele se encontrava agora de pé escorado no parapeito da ponte olhando para baixo, e onde ele estava sentado encontrei Sonne. A chamei várias vezes e ela fingia que não me escutava. Droga, o que essa cadela tem na cabeça? Fui obrigada a me levantar e ir até lá. Fui andando pé por pé. Imagina se ele me vê, o que eu ia falar? Na certa iria gaguejar como sempre faço.
Aproximei-me mais e fiquei a uma certa distância, e então Sonne se mexeu e começou a fazer voltas. Não, ela não ia fazer isso...
- Pare Sonne, venha cá, não faça isso, por favor. - sussurrava para que ele não ouvisse, mas era tarde: Sonne havia feito sim e agora vinha em minha direção. Josh então me olhou colocando a coleira na cadela, e se sentou. Pronto tá feita a merda, literalmente! Ele imediatamente se levantou colocando a mão na bunda e fazendo cara de nojo, e ali estava na sua mão, o cocô de Sonne.
- Que é isso?- disse indignado - Sua cachorra fez cocô aqui?
- Errm, é, foi - disse decepcionada. - Eu ajudo, deixa que eu limpo. - me aproximei.
- Não, fique ai, não se mova, eu vou embora. - saiu dali indo em direção ao seu carro.
- Tá feliz agora? O que deu na sua cabeça hein? Você é maluca? - levantei-me e fui para o meu carro. Pronto, nunca vou ter coragem de olhar na cara dele. Quem dirá falar com ele novamente.
- Que dia! - bufei.

Cheguei em casa e Jen estava na sala assistindo a televisão Cumprimentei-a e fui direto ao meu quarto. Só me faltava chegar atrasada na faculdade.
Entrei direto no banheiro e me permiti demorar mais um pouco no banho. Precisava me acalmar. Saí do chuveiro e fui até o enorme balcão do banheiro onde ficavam minhas maquiagens e cremes. Meus bebês, eu não vivia sem eles! E na frente, havia um enorme espelho que ocupava quase toda parede daquele lado. Peguei o hidratante e passei começando pelas pernas. Eu adorava ficar cheirosa.
Terminei tudo por ali e fui ao closet. O que vestir? Optei por algo simples: Uma saia de cintura alta, uma blusa de seda, meia calça escura, e novamente, fiquei em dúvida no sapato que colocaria: o meia pata preto com uma laço cor de rosa atrás ou a ankle boot também preta?
- Eu acho que o preto com o laço rosa fica melhor...
- É também acho, obrigada Jen. – disse, indo em direção a minha cama e calçando os sapatos. Jen me alcançou o sobretudo preto, pois as noites eram frias por lá.
- E ai, dia ruim? - perguntou.
- Ô, nem te conto, mas não quero falar disso agora, depois conversamos, estou atrasada. - peguei minha bolsa e meus livros, dei um beijo na bochecha de Jen e fui seguindo até a porta. Entrei no elevador torcendo para Josh não estar nele.
Novamente estava em meu carro seguindo até a Universitat Hambürg, onde cursava o primeiro ano de Produção Fonográfica e Gravação. Eu adorava isso, era a melhor parte do dia: Ver meus amigos e aprender novamente sobre música.
De longe já se podia enxergar os enormes prédios da faculdade, bem antigos mas ao mesmo tempo, muito bonitos. Perto da entrada havia o grande estacionamento e vários bancos para os grupos se reunirem para conversar. Em cada prédio, duas enormes escadarias de incontáveis degraus davam acesso às entradas. Subi e fui em direção a minha sala. Várias pessoas conhecidas, todos alegres e sorrindo, típico da universidade. As paredes eram na cor bege, o piso era de mármore, na mesma cor, o teto era muito alto, com desenhos gregos. Esculturas e pilares desenhados sustentavam aquele lugar. Avistei minha sala grande. As paredes na cor branca chegavam a dar dor de cabeça. Lá encontrei algumas amigas e amigos. Sentei-me e ficamos conversando. De repente, senti alguém beijar minha bochecha. Me viro para encarar a figura e encontro Anne sorrindo.
- Ué, você disse que não viria. - levantei e fui abraça-lá.
Anne era linda, uma das mulheres mais bonitas que já conheci: Pele morena, olhos escuros, sorriso perfeito e um corpo escultural. Era, sem dúvida, a mais bonita da faculdade. Somos amigas a 3 anos. Ela é filha do melhor cirurgião plástico da Alemanha, que casado com uma mulata brasileira, por isso o tom de sua pele. Anne trabalha na gravadora, é Diretora de Mídia e Publicidade e consequentemente faz faculdade de Publicidade e Propaganda. Ela é incrível, a amo demais e nos damos muito bem. Sei que posso contar com ela.
- Eu sei que disse que não vinha, mas ficar em casa era mais deprimente. - disse fazendo bico e cara de tristeza.
- Me conte, o que aconteceu? - ela se sentou ao meu lado e começou a falar.
- Sabe o Ryan?
- Sim, o homem com quem você estava saindo. - respondi
- Então, ele me convidou para irmos a Berlim, pensei que ele fosse me pedir em namoro... - fez uma pausa, suspirou.
- E? - perguntei.
- E ai que eu estava enganada. Ele me levou lá para me contar que não poderia ter nada comigo porque era gay! - disse isso e começou a chorar. Me aproximei e a abracei. Ela limpou as lágrimas com a ponta da blusa e continuou. - Disse que eu era muito linda, e sensual e etc, mas que não poderia gostar de mim, justo agora que eu estava gostando dele!
- Ai, eu sinto muito, muito mesmo amiga, vem cá, não fica assim. - novamente a abracei até ela se acalmar, e por fim, completou:
- Mas isso é pra mim aprender. Não quero saber de homem por um bom tempo. Acho que meu coração gosta de sofrer, ele só ama pessoas impossíveis ou que gostam de pisar em mim.
Depois de um tempo, ela se acalmou. Continuamos conversando e lhe contei sobre hoje a tarde.
- Então o tal Bill te tratou assim? - Anne gritou escandalosamente, e todos ali presentes ouviram
- Que Bill? - perguntou Chris, meu colega, se aproximando.
- O Bill Kaulitz do Tokio Hotel. - respondeu Anne.
- Aquele gay?
- Ele não é gay - rapidamente respondi. Eu acho que ele não é, Tom nunca me disse nada a respeito.
- Eu acho que ele é sim. - insistiu.
Logo o professor entrou e começou a aula. Não consegui prestar atenção em nada. Meu pensamento se voltou a isso.

A aula passou mais rápido que o normal. Me despedi de todos e fui para casa. Tomei outro banho, mas dessa vez de banheira. A espuma fazia tão bem... Logo fui me deitar, e só ai me lembrei que Tom não me ligara, porque será? Ele sempre o fazia... Isso era a certeza de que algo estava sim errado.
Enquanto me afundava em meu travesseiro, a imagem do ser que vi pela manhã voltou à minha cabeça, e com ela o arrepio estranho, muito estranho. E a pergunta me veio a cabeça: O que ele tem? Por que não sai da minha cabeça? Ele é gay?
Respostas. Era disso que eu precisava. E assim, acabei adormecendo.


Que dia né? coitada!
o próximo tem a participação dos garotos Very Happy
e então? comentários?


Última edição por Miilena em Qua Fev 23, 2011 3:03 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Dom Out 10, 2010 8:35 pm

Kiinha e Patty nunca aconteceram isso com vocês ? Relaxa, um dia vai ter uma porta de vidro maravilhosa enperando por vocês (: PKSPOAKSPKAOSKPOA Brincadeira (:

Josh não precisa falar assim né, a culpa não foi dela.
Caraca Anne, se algum dia um cara falar isso para mim eu entraria em depressão. -.-`
O problema não é você, o Bill deve estar com alguma coisa ;s
Tom você é mau, matou a Caroline -.-`
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Seg Out 11, 2010 12:14 am

Catarina Kretli escreveu:
Kiinha e Patty nunca aconteceram isso com vocês ? Relaxa, um dia vai ter uma porta de vidro maravilhosa enperando por vocês (: PKSPOAKSPKAOSKPOA Brincadeira (:
grazadeus não, e espero que nunca aconteça... OHSOAHSOHAOSHAOHSOAHSOAHSOAHSHA'

não gostei do josh. se é pra perder tempo com pensamentos românticos, que seja por alguém que valha a pena. rs
NUNCA diga que algo não pode ficar pior. porque é sério, SEMPRE fica G.G

ah quero mais fic /mimi
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Seg Out 11, 2010 3:30 pm


´Meu deus o Bill nun é gay não Evil or Very Mad aposto que esse ser que falou é que é!!

Porque ela não para de pensar nele hein??
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Seg Out 11, 2010 3:39 pm

CAAARA, o flashback com a Barbie foi a melhor coisa, eu imagino o Tom sendo egocêntrico desse exato jeitinho, rs.
E Josh, fica caladinho que não foi a Rachel que cagou no banco droga, cala tua boca QQ
E Bill é gay na casa do caralho do João Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Seg Out 11, 2010 7:59 pm

Janaah. escreveu:
CAAARA, o flashback com a Barbie foi a melhor coisa, eu imagino o Tom sendo egocêntrico desse exato jeitinho, rs.
E Josh, fica caladinho que não foi a Rachel que cagou no banco droga, cala tua boca QQ
E Bill é gay na casa do caralho do João Very Happy
+1
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Seg Out 11, 2010 8:55 pm

OIii!!!
muito legal a sua fic, adorei continua!
bj
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Seg Out 11, 2010 9:15 pm

HÁ, Bill nem é gay!
pobre Anne Smile sair com gay é tenso
próximo capítulo é muito bom, aguardem Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Qua Out 13, 2010 11:58 pm

Oiiie Very Happy tudo bem? Estou postando mais cedo! tá bom assim? ou vcs preferem do outro jeito?
Eu adoro os comentários de vocês de verdade Very Happy
Catarina: já aconteceu comigo tb! e não foi nada legal UAHSAUSHAUHS'
Patty : ''não gostei do josh. se é pra perder tempo com pensamentos românticos, que seja por alguém que valha a pena. rs'' que profundo isso UHSUASHUASH eu gostei e concordo mas a Rachel é tão bobinha coitadinha Sad
''NUNCA diga que algo não pode ficar pior. porque é sério, SEMPRE fica G.G'' tá tu resumiu o capítulo 6 agora UASHUASHUAS'
e Bill não é gay nada não ¬¬
enfim ai vai mais um capítulo espero que gostem Very Happy
as moças da capa são a Rachel e a Anne
Boa leitura amores *-*



CAPÍTULO 6

Eu estava na cama com Josh. Estávamos nos beijando, aquilo era tão bom... E agora ele está lambendo minha bochecha... O que? Lambendo minha bochecha?!
Acordo assustada e dou de cara com Sonne me lambendo.
- Ah droga, era só um sonho... E você saia daqui, por sua culpa isso vai demorar mais para acontecer - disse, levantando-me e indo em direção ao banheiro.
Olhei-me no espelho e para minha surpresa, minhas olheiras estavam menores essa manhã. - Que ótimo!
Voltei ao quarto e chequei a hora. 11:30.
- Mas hoje é sábado!
Fui tomada por uma enorme alegria. Poderia ficar em casa comendo e dormindo e me escondendo de Josh. E também sofrendo com isso, droga!
Atirei-me na cama e decidi ficar ali mais um tempo. Cobri o rosto com o lençol fino de seda azul, e lentamente minhas pálpebras foram se fechando...
- Acorda sua preguiçosa, isso é hora de estar na cama? -. uma voz conhecida berrou perto do meu ouvido.
- O que? Que horas são? Quem foi? - abri os olhos devagar e ainda vendo tudo embaçado vejo a figura de Anne a minha frente.
- O que você faz aqui?
- Eu é que pergunto o que você faz na cama as 15:30 da tarde de um sábado, tá um dia lindo lá fora e você prometeu me levar ao aeroclube pra dar uma volta de helicóptero esqueceu? - Anne estava sentada ao pé da minha cama comendo uma maçã.
- Eu se fosse você Anne, estaria feliz dela ter esquecido isso, você é suicida, só pode - ouvi a voz de Jen entrando pelo quarto.
- Muito obrigada querida Jen, mas fique você sabendo que eu já piloto muito bem - respondi mostrando-lhe a língua.
- Então vamos logo meu bem, se for pra morrer que seja logo então! - Anne ria ao falar isso. Mostrei-lhe o dedo do meio e segui para o banheiro. Ok, elas venceram!
- Quando você comprou essa bolsa? - saí do banheiro e Anne estava segurando minha bolsa marrom, ela adorava mexer em minhas coisas.
- Semana passada, pra você ver como andou sumida – respondi, sentando-me na cama, passando o hidratante em meu corpo. Jen havia trazido uma bandeja com um delicioso café da manhã. Servi uma xícara de café e ficamos conversando.
- Sabe quem subiu de elevador comigo? - perguntou-me Anne, arqueando um sobrancelha maldosamente.
- Não, quem?
- O seu maravilhoso vizinho, aquele de olhos azuis, cabelos castanhos, um corpo que... – disse, se abanando.
- Ah, o Josh - ao dizer o nome dele a lembrança do dia anterior me veio a cabeça, e o que Sonne havia feito também. Decepcionada, contei a ela o que havia acontecido no parque, enquanto ela rolava em minha cama de tanto rir.
- Eu não acredito que ela fez isso!
- Fez sim... Nossa, agora ele nunca mais vai querer olhar na minha cara – disse.
- Que nada, ele é tímido, mas você sabe né? As brasas tapadas são as que mais queimam, é só você aparecer lá com uma lingerie muito sexy que ele esquece rapidinho de ontem - falou isso, rindo e fazendo caras e bocas demonstrando-me como seria a cena.
- Você é maluca! - atirei uma almofada em sua direção e fui procurar algo para vestir. “Será que ela tem razão?” pensei. “Não, devo estar ficando maluca como ela”, acabei rindo sozinha.
Após encontrar algo que gostasse que fosse bom e confortável, prendi metade do meu cabelo para trás, coloquei meus óculos e alguns poucos acessórios completaram o visual. Anne também roubou algumas peças minhas porque, segundo ela, lá poderia encontrar algum piloto bonitão. Acho que ela esqueceu da promessa que fez ontem a noite...
Nos despedimos de Jen e fomos no meu carro até lá. O aeroclube ficava a 40 minutos da minha casa. Eu fazia aulas de aviação a 4 meses. Voar era simplesmente incrível. Eu me sentia em um momento único, só meu, onde nada, nenhum problema pudesse me atingir ou abalar. Me sentida poderosa e leve. Lá eu esquecia de tudo e me sentida mais perto do céu e da tão sonhada liberdade de espírito que todos buscam. Eu sempre recomendo todos a fazerem isso. É, na minha opinião, a melhor terapia para qualquer problema.
Depois de muito treino, meu instrutor me deixou pilotar sozinha, não tinha mais medo. Eu estava confiante e convidei Anne para me acompanhar. Ela demorou mais aceitou. Estava com medo na certa.
O local era reservado, fora da cidade, onde nenhum tipo de vegetação poderia atrapalhar os vôos. Depois de algum tempo chegamos. A entrada era restrita. O simpático porteiro checou minha autorização e abriu o enorme portão de madeira azul.
Segui por uma estrada de chão bem estreita e comprida. De longe já se podia avistar o Hangar, um enorme galpão onde ficavam os aviões e os helicópteros. Alguns estavam do lado de fora sendo usados por alunos e outros sendo preparados para voô. Anne estava encantada. Eu podia ver o brilho em seus olhos ao ver todas aquelas máquinas ali.
Descemos do carro e fomos em direção ao galpão.
- Bom dia Rachel! – Liam, meu instrutor, veio ao meu encontro me cumprimentar, sempre sorrindo e em seu macacão verde. Devia ter lá seus 45 anos, era uma boa pessoa.
- Bom dia Liam! E aí, como estão as condições de vôo para hoje? Posso decolar? – disse, já me dirigindo ao centro do galpão a procura do meu helicóptero.
- Está um dia lindo hoje, ótimo para vôo. Os rapazes já estão preparando o seu amiguinho - piscou e sorriu.
- Beleza. Ah, essa é a Anne, minha amiga, lembra que eu disse que iria trazê-la junto? - apontei para Anne e eles se cumprimentaram.
- Prazer Anne. E então, nervosa? Já andou de helicóptero alguma vez?
- Não. De avião sim, várias vezes. Mas com essa abelha gigante ainda não - ela tinha certo medo na voz.
- Não fique com medo, Rachel é uma ótima piloto - respondeu sorrindo para mim. Pisquei de volta.
- Eu espero, eu espero.
Esperamos mais um tempo até o helicóptero ficar pronto. Anne roeu todas as enormes unhas de ansiedade. Eu só consegui rir de seu pavor.
- Senhoritas - Liam se aproximou - O amiguinho está pronto para decolar! Vamos?
- Oba! – exclamei – Vem, vamos amiga! – puxei-a pelo braço e seguimos até o lado de fora do galpão.
- Só não vá muito para o sul, está meio que ''congestionado'' – ele fez as aspas com a mão.
- Sim, ficarei aqui por perto - respondi e entrei no lado do piloto. Percebi que Anne continuava do lado de fora, estática. Nem piscava.
- Vamos medrosa, vai amarelar agora? - arqueei uma sobrancelha, tentando ficar séria.
- E-ee-uu nã-ã-oo see-i, eu acho melhor eu ficar aqui, é, ficar aqui - respondeu-me gaguejando
- Que feio, o que todos vão falar? Que a metida da Anne Simpson é uma medrosa que não teve coragem de entrar em um helicóptero? - ela bufou, fez cara feia, deu a volta e entrou. Eu sorri, sabia que ela não ia desistir.
- Bom, coloque os fones, os cintos e ajeite o microfone em uma posição confortável. Ah e claro, feche a porta, e por favor, não grite por que eu escuto tudo pelos fones. E por ultimo mas não menos importante, boa sorte!
Fechei minha porta e girei a chave.
- Lá vamos nós!
Acenei para Liam e esperei o sinalizador no meio da pista subir a placa. Ele subiu e lentamente as hélices começaram a girar e o motor a roncar. Vi Anne apertar com força as mãos no banco de couro onde ela estava acomodada. Lentamente o helicóptero foi saindo do chão e balançando, subindo a alavanca, e o mesmo tomou impulso para frente e subiu.
Em menos de minutos estávamos longe do chão e agora voando instavelmente, firme. Anne já tinha relaxado. Estava com um brilho nos olhos impagável e admirando a vista que tínhamos da cidade, era linda!
Segui mais para o Norte e sobrevoamos o centro de Hamburgo. Lá em baixo todos pareciam formigas. Algumas crianças acenavam ao avistar o helicóptero.
Depois de um tempo lá em cima, recebi uma mensagem da torre de comando indicando o momento de aterrizar.
- E então, o que achou? - perguntei
- Isso é incrível! Nunca senti sensação melhor, nossa! Chego a estar emocionada – respondeu, olhando em minha direção - Só me prometa uma coisa – continuou.
- O que?
- Que vai me trazer aqui de novo, e de novo e sempre – sorriu.
- Claro, sempre que quiser.
Desci a alavanca e o helicóptero começou a descer.
Em questão de segundos chegamos ao solo. Anne saiu do helicóptero pulando feito uma gazela, chegou até a abraçar o Sr. Liam. Entreguei os equipamentos e fomos embora. Enquanto seguíamos o caminho de volta para casa, Anne tagarelava sem parar. Foi quando a vi mexer no iPhone e soltar uma música, ãhm, estranha...
- Anne, isso é Vengaboys? - pergunto incrédula enquanto ela se agitava num ritmo estranho fazendo movimentos repetitivos com os ombros.
- Aham, bom né? - falou animada. Balancei a cabeça em sinal de reprovação. - Vamos, dance comigo sua chata! - pediu. E quando dei por mim, estava dançando do mesmo jeito que aquela maluca.
Quando chegamos à cidade, não estávamos com vontade de voltar para casa e Anne deu a ideia de irmos ao shopping. Coisa melhor não existe. Os shoppings em Hamburgo eram enormes, luxuosos e com boas opções de compras. Fomos para o Swarovski Hamburg Europapassage, um shopping fabuloso, com uma arquitetura moderna e com teto e laterais de vidro.
Seguimos até o estacionamento subterrâneo, adentramos o shopping e começou a festa. Não havia loja suficiente para suprir nossas necessidades de consumo: roupas, sapatos, bijuterias, jóias, bolsas... E Anne praticamente me obrigou a entrar numa loja de lingerie que continha também itens de sex shop. Ela ainda tinha a ideia sobre Josh na cabeça. E para a minha sorte, a maioria dos vendedores eram homens.
Logo que entrou, Anne achou uma fantasia colegial. Queria que eu experimentasse a todo custo e ainda falava em alto e bom tom em como Josh gostaria de me ver dentro daquilo. É tão bom não portar armas de fogo dentro da bolsa, senão aconteceria uma tragédia. Eu mataria minha melhor amiga... E dentro duma loja de lingerie.
Eu não queria, mas fui forçada e acabei comprando a tal lingerie colegial. Que vergonha meu Deus, que vergonha!
Demorou mais de horas para que meu rosto voltasse à cor normal, e mesmo assim, ficava vermelha quando lembrava do sorriso maroto do vendedor ao me ver adentrar o provador com aquele pano pequeno em mãos.
Resolvemos lanchar, até que enfim algo bom! Ah o McDonald's, era tudo o que eu precisava. Eu olhava atentamente o nome dos lanches e os repetia em voz alta para Anne, que estava quieta. Foi quando perguntei o que havia acontecido e segui seu olhar... Que decepção! Anne cuidava atentamente dois meninos de calças coloridas, cabelos bagunçados e sneakers, era muita cor para meus olhos.
- Anne?? - chamei, e não obtive resposta. - ANNE SIMPSON! - exclamei em tom mais alto.
- HÃÃÃ? - respondeu. Mas ainda não me olhava.
- O que tu tá olhando?
- Olha aquiiilo amiiiiiiiiiigaaa, CHOQUEI!
- Tu tá olhando aquele arco-irís? Que coisa horrorosa, como cons... - fui interrompida. E minhas bochechas foram fortemente apertadas e meu pescoço virado em direção à eles.
- Aquilo não é horroroso, olha bem, são tão fofinhos, me lembram aquele desenho antigo, os Telettubbies. Que cuti-cuti! – falou, com brilho nos olhos.
- Escuta, desde quando você virou pedófila e não me avisou? - perguntei apreensiva.
- Como você é chata! - irritou-se. Pedimos um lanche e fiz questão de sentar bem longe dos policromáticos, mas Anne os cuidava incessantemente. Ela ia aprontar alguma, eu sentia isso.
Após terminarmos de comer, disse que precisava ir ao banheiro. Ela saiu e eu peguei meu celular. Estava desligado. Liguei e me entreti com os aplicativos. Quando ergui os olhos não acreditei no que vi: Anne conversava animadamente com os meninos coloridos e apontava para mim. Pensei em sair dali e fingir que não a conhecia, mas ela veio em minha direção com seu sorriso branco à mostra, rebolando mais que o normal. Anne sabia que era bonita e gostava de chamar a atenção. Sentou-se novamente na mesa, ainda sorrindo.
- O que você foi fazer lá? Está maluca? - questionei com indignação.
- Fui conversar, apenas conversar. - respondeu e deu uma piscadela em direção aos meninos - Chamam-se Peter e Evan, são uns amores, tem 16 anos. - falou sorridente.
- Só 16?
- Sim. Eu disse que você estava interessada no Evan, o mais baixo, e ele te achou uma tetéia. - gargalhou.
- Você disse o quê?? É hoje que eu te mato, primeiro me faz comprar uma fantasia colegial, e depois fala pra um menino de 12 anos que eu gostei dele? É demais pra 24 horas!
- Hey, é 16! - falou me corrigindo e fazendo bico.
- Não importa! Vamos embora, rápido, venha Anne! – disse, me levantando e indo em direção à saída. Virei-me e Anne escrevia algo num guardanapo. Guardou-o no bolso e levantou-se.
- Eu estava brincando, e agora eu também quero ir embora! – disse, me seguindo. Passamos pelos tais meninos e ela jogou o guardanapo em cima da mesa.
- Você deu seu telefone pra eles?
- Não, você acha que eu ia fazer isso? - fez uma pausa. Suspirei aliviadamente.
- Dei o seu. – falou, sorrindo maliciosamente.
- Eu não acredito, você não tem jeito mesmo!
Fomos embora. Deixei Anne em casa e segui irritada devido ao seu deboche excessivo, riu de mim o caminho todo! Cheguei em casa, estava tudo quieto. Nem Sonne veio ao meu encontro. Fui até meu quarto, assoviando distraída e me deparo com um corpo comprido atirado em minha cama, com Sonne e uma bacia de pipoca. De algum jeito desconhecido, consegui ficar de pé. Minhas pernas amoleceram, quase caí.
- Tom? O que você tá fazendo aqui? – perguntei, ainda assustada. Ele me olhou.
- Ah você já chegou! Demorou hein? Já é o segundo pacote de pipoca que estourei, quer um pouquinho? Tá bem boa, tem salgada e doce, e tem refri aq... - interrompi.
- Eu tô na minha casa lembra?? - respondi rindo.
- Capaz! Agora é sério, te liguei o dia todo e você não atendeu, então resolvi vir aqui. Jen me recebeu bem, como sempre, ela me ama! A propósito, ela pediu pra avisar que ela foi ao cabeleireiro, chega mais tarde. - me ofereceu pipoca e então resolvi assistir o box do Dr. House, que maluco, né?
Aproximei-me, largando as sacolas na cama e Tom arregalou os olhos.
- Pra quê tudo isso? - tentou parecer assustado.
- Mulheres! Você saberia se tivesse uma.
- HÁ – gargalhou debochadamente – Eu tenho várias, isso nunca me faltou! - disse orgulhoso.
- Sei, sei. - respondi indo até ele, e lhe beijando - Vou tomar um banho, me espere.
- Claro.
Entrei no box e tomei banho relaxada. Enquanto me ensaboava, jurava ouvir barulho de plástico vindo do quarto, mas ignorei. Foi quando ouvi uma forte gargalhada e lembrei-me da fantasia.
Rapidamente saí do chuveiro, vesti o roupão e apareci pela porta... Sim, o pior tinha acontecido. Tom segurava a fantasia com uma mão e com a outra limpava suas lágrimas.
- RACHEL MORRIS LÉVY, o que é isso? - perguntou entre risos.
- É meu, oras! - senti meu rosto queimar, devia estar muito vermelha. Ele notou.
- Eu não conhecia esse teu lado mais... Mais assim, sabe? Mais sexy. - piscou.
- Pare Tom, é só uma lingerie.
- Aham, sei. - fez uma pausa - Você está saindo com alguém? Eu conheço? Como se chama? Tu vai me apresentar né? Porque se eu não gostar dele, nem adianta criar esperanças e além do m....
- Tom, pára! - gritei. - Não estou saindo com ninguém, só comprei porque fui obrigada, estava com minha amiga e ela quis que eu levasse, não iria deixá-la triste. - respondi, tentando parecer convincente.
- Você mente muito mal. Nunca foi seu forte mentir. Mas como ótima pessoa, vou fingir que acredito.
- Vou me vestir, e você trate de arrumar essa bagunça! - falei autoritária.
Fui até o banheiro secar os cabelos. Enquanto o fazia, espraguejava tudo e todos, principalmente minha amiga mala, quanta vergonha me fez passar, até na frente de Tom. Voltei ao quarto e já estava tudo arrumado. Arrumado à lá Tom Kaulitz: cama amassada, sacolas jogadas ao lado do criado mudo, a bacia de pipoca ao lado da TV e ele deitado na cama. Bateu com a mão na cama para que eu me deitasse ao seu lado.
- Então, por que não me ligou ontem à noite? - perguntei, me sentando à sua frente.
- Problemas.
Notei que seu rosto agora demonstrava uma certa tristeza.
- Não vai me contar né?
- Agora não, mas está tudo bem. – disse, enquanto colocava uma mecha do meu cabelo para trás. Fiz com que ele se deitasse em meu colo e fiquei mexendo em suas rastas.
- Detesto te ver assim.
Ele se levantou e voltou a me encarar, agora sorrindo. Fugiu do assunto.
- Vim te convidar para saírmos hoje, o que acha?
- Boa ideia, que horas você vem?
- 23 horas, pode ser?
- Ótimo, acho que dá tempo...
- Tempo pra quê?
- Ah você sabe, cabelo, roupa, maquiagem e essas coisas, e ...
- Tá, já entendi!- interrompeu-me rindo - Vou indo, Bill deve estar precisando de mim. – disse, indo em direção à porta. O acompanhei até a saída. E fui para a sacada ver Tom partir com o carro. É hoje que arranco a verdade dele.

E então?
já imaginou chegar em casa e dar de cara com o Tom na sua cama? (6'
comentários?
até mais ;*





Última edição por Miilena em Qua Fev 23, 2011 3:07 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Be My Friend   Qui Out 14, 2010 12:44 am

Miilena escreveu:
Patty : ''não gostei do josh. se é pra perder tempo com pensamentos românticos, que seja por alguém que valha a pena. rs'' que profundo isso UHSUASHUASH eu gostei e concordo mas a Rachel é tão bobinha coitadinha Sad
''NUNCA diga que algo não pode ficar pior. porque é sério, SEMPRE fica G.G'' tá tu resumiu o capítulo 6 agora UASHUASHUAS'
é, eu sou a madame patricia, advinho tudo, então.. tome cuidado comigo OAHSOAHSOAHSOAH'
n

não ta legal esse jeito de postar.... tinha que ter capítulos TODOS os dias. é *o*

huhuhuhuhuh provavelmente eu mandaria o tom sair de cima da minha cama. Onde já se viu, NINGUÉM entra no meu quarto sem permissão Ù_U
mããããs, depois... só meu espelho sabe... PASHAASOHASHUFDSFHUI'
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