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 [FF] - Kampf der Liebe

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dikas
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Nov 26, 2010 1:43 am

HaLLoOoOoOoOoo \o/ \o/ \o/


E porque hj foi um dia muito importante para todas vcssssssss...... 2 kapitulos \o\ \o\ \o\


CaTaRiNaaAaAAaa
LolOlolOlolOlolOL eu ia ver esse seriado d certeza absoluta....deve ser mt legal LollolOlolloloOL
Pois... parece k td o mundo fikou xokado.... Akela de agradecer ao namorado foi forte Suspect
Eu axo k o Tom ia adorar morrer dessa excitação toda.... e rescuscitar para morrer d novo e d nov e d novo LolOLolOlol Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
Ahhhhh pois.... O BiLL n é nenhum santo n....mas tem d merecer Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil



Adriiiiiiiiiiiiii
LolOlolOlolOl sempreeeeeeeeeeee O Tom até s pode portar bem... mas a kabeçinha dele n engana não Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
LolOolOloL Vc axa k a Nicky n merece??? Bem....tlv n mereça mm....pelo menos para o BiLL n merece d certeza nesse momento!!!
É mesmo....o interesse tá todo lá...dar o braço a torcer é k é mais komplikado!!! LolOlolOL Twisted Evil
Nuncaaaaa....a Jessica Alba já é mito!!! LolOlolOL
Pode dizer o k kizer do Mercier k n m ofende nada sweety!!!
Vou dar seu recado ao Tom sim....axo k ele vai gostar Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil



MiNiMaaaaacky
LolOlolOlolOL Vais.m bater s a Nicky for má??? haha
Fiko mt kontente k estejas a gostar sweety!!!!
LolOlolOL naaaa... n tenho nada da manga depois da Kampf....Ainda a estou a escrever e anda dificil ter tempo para isso Sad Sad Sad Mas kem sabe.... s alguma ideia surgir, eu n digo k não Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil



* * * KiSsEsSsS * * *



29




Nicky estava radiante. Ganhar um Globo de Ouro aos vinte e um anos e estar nomeada para um Oscar era uma honra que poucas actrizes se podiam gabar de viver em tão tenra idade, ou mesmo ao longo das suas carreiras. Sentia-se verdadeiramente abençoada por ter superado todas as dificuldades que a carreira de actriz lhe tinha proporcionado e ser reconhecida pelos seus pares. A presença de Bill naquela noite dizia-lhe muito. Ele era uma pessoa genuinamente boa e verdadeira. Via nos olhos dele a felicidade e sentia-se respeitada e valorizada pelos longos anos de trabalho na sua profissão. Às vezes aquela profissão era desgastante e desmotivadora. Nicky era capaz de se deixar levar pelas personagens que interpretava de uma forma bizarra. Vivia-as de coração e alma, sentia dificuldade em desprender-se delas quando tirava a caracterização e voltava para casa, mas a sua vida nunca tinha sido colorida e a máscara que vestia às vezes servia-lhe tão bem que com os olhos embargados de uma personalidade que não era sua, vivia e sentia os sentimentos de outros em detrimento dos seus. Mas naquela noite não. Aquela noite era sua. Era Nicky que estava ali, orgulhosa e consciente das suas capacidades enquanto actriz.

Assim que chegou a casa, pediu a Bill para abrir uma garrafa de champagne para que celebrassem a sua vitória e foi num instante ao quarto mudar de roupa para algo mais confortável. Estava a descer as escadas quando ouviu a rolha saltar da garrafa. Correu até Bill e ainda foi a tempo de pegar em duas taças para que ele os servisse daquele elixir. Brindaram à arte, ao reconhecimento e a muitas mais vitórias. Nicky radiava felicidade e uma leveza e calma estranhamente tranquilizantes, como se aquele prémio sempre lhe estivesse destinado, como se fosse apenas o primeiro de muitos que se seguiriam. Pegou na mão de Bill e sem lhe dizer onde o levava, entrou na grande cozinha de mármore de tamanho monumental e arrastou-o para uma grande porta de vidro. Ao entrar, Bill ficou encantado. Nicky tinha uma estufa como divisão da casa. A estufa era interior e totalmente feita de vidro. Lá dentro habitavam dezenas de flores e plantas tropicais de cores vivas. Bill olhou para o tecto e viu um céu límpido cheio de estrelas. Olhou para Nicky e sentiu-se completo. Talvez nela conseguisse encontrar uma amiga. A noite que viviam estava-se a revelar verdadeiramente especial e um marco na vida de ambos, para não falar de ser um marco na história da sétima arte. Aquela noite vinha provar a Bill que Nicky podia ser alguém verdadeiramente interessante e que em condições diferentes, teria todo o gosto de a conhecer melhor e construir uma amizade não forçada.

- Gosto de vir para aqui quando sinto que tenho os pés fora do chão… - disse Nicky olhando para o céu com um sorriso na cara.
- É incrível… - disse Bill admirado com o espaço.

- Gosto muito da natureza… Vivi a minha vida toda em Los Angeles e às vezes sinto falta de ar puro e de ser livre… Só a natureza nos dá esta liberdade… - disse Nicky andando por entre as plantas da estufa.
- Eu devo confessar que sou mais citadino… A natureza acaba por me chatear… - disse Bill seguindo Nicky.

- Conta-me coisas sobre ti… - pediu Nicky sentando-se num baloiço que tinha no interior da estufa ao mesmo tempo que levava o copo à boca – O que é que costumas fazer quando estás longe dos palcos e das objectivas?
- Nada! –
disse Bill a rir passando uma mão pela flor de uma planta extraordinariamente invulgar – Gosto de dormir, ver televisão, ouvir música, estar com os meus cães, os meus amigos, a minha família…

- Eu gosto de fugir… -
confessou Nicky baloiçando-se ligeiramente – Gosto de ir para sítios onde ninguém me reconheça e onde sou tratada de igual para igual…
- E consegues? –
perguntou Bill interessado em saber como é que alguém tão famoso como Nicky era capaz de se isolar e não ser reconhecida.
- Sim… Gosto de visitar países não desenvolvidos, as pessoas são puras, o amor com que nos recebem é sempre genuíno… Tens alguma viagem de sonho?
- Japão… Nunca fui a Tóquio…
- Se gostas de grandes cidades vais adorar Tóquio… É um mundo!
- Tenho a certeza que sim! Deste ano não passa, vou mesmo lá! Tens alguma viagem de sonho?
- Não… Acho que já fui a todos os sítios onde gostava de ir…
- Mas só tens vinte e um anos! -
disse Bill espantado. Como é que alguém com vinte e um anos não sonhava viajar e conhecer mais sítios e pessoas?
- Tenho outros sonhos para mim…

- Como o quê? –
perguntou Bill procurando um espaço no chão para se sentar.
- Ganhar um Oscar… - disse Nicky sorridente.
- Isso pode estar para breve… - disse Bill sentando-se no chão.
- Algo me diz que não é desta que o ganho…
- Porquê? Ganhaste o Globo de Ouro!
- Não te sei explicar… É o que o meu sexto sentido me diz… -
disse Nicky bebendo o resto do champagne que tinha no copo – … Posso-te fazer algumas perguntas?
- ... Sim –
disse Bill reticente. Tinham mesmo de se conhecer melhor, era chegada a altura disso.

- Tens algum filme preferido?
- Não… -
disse Bill sorrindo. Estava à espera de perguntas mais pessoais, mas era bom que começassem por algo simples – E tu?
- Uns trezentos… Não consigo escolher só um… -
disse Nicky sorrindo – Banda ou música preferida?
- Tokio Hotel serve? –
disse Bill a rir.
- Muito espertinho! – respondeu Nicky a rir.
- E tu?
- Hmmm… Tokio Hotel, serve? –
disse Nicky a rir.
- Muito espertinha! – disse Bill a rir divertido com a Nicky que estava a conhecer naquela noite.

- Comida preferida?
- Massa sem sombra de dúvida… E tu?
- Sushi!
- Adoro sushi!!! –
disse Bill entusiasmado com o facto de terem algo em comum.
- Para a próxima, quando vieres por mais tempo, temos de ir jantar fora… Há aqui um japonês delicioso…
- Combinado!

- Tens alguma religião?
- Não… Acredito numa força, mas não te sei explicar o que é. Não sei se é Deus ou não… Existe algo, mas não sigo nenhuma religião… E tu?
- Católica… Acredito em Deus, acredito que ele está em todo o lado e que olha por nós…

- Achas que ele está a olhar por nós neste momento?

- Sim! Esta noite fui abençoada por ele… - disse Nicky sorrindo timidamente.

- Então queres casar e ter filhos? – perguntou Bill curioso.
- Não sei… - disse Nicky suspirando e olhando para o céu que se fazia ver para além do tecto de vidro – Neste mundo a fidelidade é uma miragem… Não sei se seria capaz de me casar com alguém e sofrer pelo divórcio a seguir… Para mim o casamento é para a vida!
- E os filhos?
- Não fazem sentido fora do casamento, mas… Não sou fundamentalista, nem daquelas que acha que precisas de ir virgem para o casamento… Se acontecesse fora do casamento, receberia um filho de braços abertos na mesma… Mas acho que não tenho grandes problemas quanto a isso neste momento… -
disse Nicky a rir.

- Não tens ninguém na tua vida? – perguntou Bill curioso em conhecê-la melhor.
- Tenho-te a ti… - disse Nicky sorrindo.
- Eu não conto…
- Então a resposta é não… Não tenho ninguém… Nem nunca tive… -
disse Nicky timidamente.

Bill ficou surpreso com aquela revelação. Nicky Fuller, aos vinte e um anos, nunca tinha tido um namorado? Será que isso significava que ainda era virgem? Bill estava realmente admirado. Todos os homens no mundo quereriam estar com ela, e ela não se dava a ninguém? Porquê? Seria assim tão difícil para ela amar e ser amada? Era no mínimo estranho. Pretendentes não faltavam, e ela parecia saber bem o que queria, caso contrário não o teria escolhido com tamanha facilidade para o esquema que viviam. Será que essa era a razão do contrato ser assinado? Era por causa disso que ela precisava dele, ou haveria algum motivo escondido?

- Nunca tiveste um namorado?
- Não, nunca…
- Como é que é possível? Tu és linda!!! Tens tudo o que um homem pode desejar…
- Nunca aconteceu… -
disse Nicky timidamente. Sentia-se mal em falar da sua vida privada.

- É por causa disso que querias assinar o contrato comigo? – perguntou Bill sem pudores.
- Sim… - confessou Nicky – A imprensa começava a lançar rumores sobre mim… Sempre que me viam estava com amigas e começaram a dizer que eu provavelmente era gay
- Bem-vinda ao clube! –
disse Bill que percebia aquilo que ela vivia. Era horrível ser rotulado com algo que não lhe dizia respeito.
- Não tenho nada contra gays, mas eu não sou gay… Precisava de alguém que me ajudasse a provar isso para poder viver a minha vida descansada…

- E é aí que eu entro…
- Sim… Só nunca pensei que entrasses da maneira que entraste!
- Não falemos nisso… -
pediu Bill. A noite estava a ser demasiado agradável para ir remexer em algo tão negativo.

Bill percebia Nicky. Sabia como era viver sobre um rótulo e tentar ver-se livre dele sem sucesso. O seu ar andrógina e afeminando tinha-lhe valido aquele mesmo rótulo desde os tempos da escola. Era diferente, era excêntrico, tinha os traços finos e perfeitos, mas isso não fazia de si gay. No fundo, aquele contrato acabava por beneficiar os dois em relação ao mesmo rótulo, mas mesmo assim, Bill preferia ter o rótulo, a viver a farsa. Continuava sem perceber como é que Nicky nunca se tinha interessado por alguém, e como é que nunca nenhum homem tinha sido capaz de a conquistar.

- Nunca te apaixonaste por ninguém? – perguntou Bill.
- Já… Mas as coisas não funcionam de forma tão simples comigo…
- Eu sei, é difícil aproximares-te de alguém sem saber se o que essa pessoa sente por ti, é por ti ou pela fama que tens…. É difícil conhecer pessoas novas e interessantes que te estimulam física e intelectualmente… -
disse Bill que passava pelo mesmo que ela há tempo suficiente para compreender a sua dor.
- Pois… É isso… - disse Nicky querendo desviar-se daquela conversa – … Mas não me disseste se tu queres casar e ter filhos...
- Não! Nem uma coisa, nem outra… Nem quero pensar no futuro. Gosto de viver o presente! –
disse Bill sorridente.

- Posso-te confessar uma coisa? – disse Nicky de forma encantadora.
- Claro… - disse Bill curioso.

- O meu nome não é Nicky Fuller… - disse Nicky a rir de forma doce – Acho que só contei isto a quatro ou cinco pessoas na minha vida…
- Não é Nicky Fuller? –
perguntou Bill espantado – Então como é que te chamas?
- … Blair Blackblade.
- Blair? É um nome lindo… Porque é que mudaste?
- Quando andava na escola os meus colegas gozavam comigo por tudo e por nada, e o meu nome era o alvo predilecto deles… Chamavam-me Miss Bla Bla Bla…. De Blair Blackblade….
- Nem tinha reparado… -
disse Bill surpreendido com as confissões que ela lhe fazia. Nicky estava a abrir-se consigo de forma pura. Bill sentia-se mais próximo dela - As crianças são muito cruéis… Eu adoro o nome Blair! É muito bonito…
- Obrigada… -
disse Nicky sentida com o modo doce como Bill lhe falava.

Bill sentia-se dentro de um dos filmes de Nicky. Aquela noite estava a ser mágica. Nunca tinha esperado um dia conseguir criar uma empatia tão grande por Nicky e conhecê-la daquela forma. Ela abria-se e dava-se a conhecer sem medo de ser julgada. Queria conhecer Bill e queria que ele a conhecesse. Desta Nicky conseguiria ser amigo. Com ela poderia passar seis meses sem grande dificuldade. Sentia dentro de si a necessidade de partilhar algo com ela também. Era estúpido, mas precisava de lhe confiar algo e ver até que ponto podia confiar nela de olhos fechados. Protegeria os seus segredos para sempre. Restava saber se ela seria capaz de fazer o mesmo consigo.

- Posso-te confessar uma coisa? – perguntou Bill sentindo o seu coração acelerar.
- Gostava muito que o fizesses…

- As fotos que usaste contra mim…
- Não fui eu! –
interrompeu Nicky – Eu nunca faria uma coisa dessas…
- Mas como também não as retiraste, acabas por ser cúmplice… -
disse Bill sem conseguir conter-se. Aquele assunto mexia muito consigo. Ao reparar que Nicky ficava verdadeiramente incomodada com aquilo que ele dizia, acrescentou – Desculpa… Não vamos mesmo falar sobre isto… É melhor…

- Podes dizer o que quiseres… -
disse Nicky sentindo-se fraca e com o peso de uma chantagem aos ombros – Tudo o que disseres é verdade…

- As fotos… -
disse Bill respirando fundo – São minhas e da Nathalie… Lembras-te dela? Conheceste-a em Berlin…
- A tua maquilhadora???
- Sim… Nós estamos juntos de vez em quando…
- A sério? –
perguntou Nicky surpresa – E porque e que não queres que elas saiam cá para fora?
- A Nat estava em processo de divórcio e tem um filho… É uma questão complicada…

- Fazes isto por ela? –
perguntou Nicky tocada com o gesto de Bill.
- Sim…
- Nunca ninguém fez nada sequer parecido por mim… Deves gostar mesmo muito dela…
- É a minha melhor amiga! Conheço-a há muitos anos e é muito importante para mim… Seria incapaz de a colocar sobre o olhar público, sabendo que as fotos poderiam ser usadas contra ela… Ela não sabe de nada, e se depender de mim nunca saberá… Sinto que preciso de a proteger…


- Nem sei o que te dizer… - disse Nicky baixando o rosto para não mostrar as lágrimas que se formavam nos seus olhos.
- Não falemos sobre isso… Só achei que devias saber… De tudo: do que se tratam as fotos e que tenho outra pessoa… - disse Bill falando de coração.
- Obrigada por confiares em mim… - disse Nicky levantando-se do baloiço estendendo uma mão a Bill para o ajudar a levantar.

Bill tomou a mão de Nicky e levantou-se. Assim que se colocou em pé sentiu os braços dela rodearem o seu corpo. Abraçou Nicky e sentiu-se ainda mais próximo dela. Ela parecia emocionada. Seria por ter revelado algo do seu passado que a magoava? Ou por ele ter revelado um dos seus segredos e o que o levava a aceitar aquele contrato?

Nicky sentia-se tocada pelas palavras de Bill. Ser capaz de se sacrificar por alguém era a maior prova de amor que se podia dar. Bill amava Nathalie de uma forma tão pura. De uma forma como nunca tinha amado, nem se sentido amada. Sentia lágrimas quererem espreitar dos seus olhos. Desejava um dia saber o que era aquele sentimento, se algum dia fosse digna de o sentir…

- É melhor irmos dormir… Amanhã tens avião muito cedo… - disse Nicky tentando recompor-se.
- Sim…

Encaminharam-se para os quartos em silêncio. Ambos tinham muito em que pensar quando estivessem na intimidade dos seus quartos. Para Nicky confiar em Bill era algo que fazia naturalmente. Ele era uma pessoa genuinamente boa, o que era verdadeiramente difícil de encontrar no mundo dos famosos.

- Tenho mais uma confissão para te fazer… - disse Bill sorrindo para desanuviar a tenção.
- O quê? – perguntou Nicky parando à porta do quarto de Bill para se despedir dele.
- Quando era mais novo via a tua série do Small Family, Big Problems religiosamente. Eu e o meu irmão… Sentávamo-nos em frente à televisão e enquanto não acabasse não nos levantávamos… A minha mãe também era uma grande fã da série, porque era o único momento de paz que conseguia ter em casa…- disse Bill a rir.
- A sério? – disse Nicky a rir – Estou a ver que a tua mãe sofreu muito contigo quando eras mais novo…
- Sempre tive tendência a terrorista! E o meu irmão não ficava atrás! -
disse Bill a rir.

- Então também tenho mais uma confissão para te fazer…
- Força…

- … Beijas muito bem! -
disse Nicky sorrindo de forma atrapalhada.

- … Tu também… - disse Bill sentindo-se corar, sem saber o que dizer perante uma confissão tão inesperada.

- Boa noite Bill… - disse Nicky encaminhando-se para o seu quarto.
- Boa noite… - respondeu Bill ainda sem reacção.
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Nov 26, 2010 1:54 am

30




Tinha uma hora para estar no aeroporto. Tinha as malas feitas desde a noite anterior, banho tomado e já estava arranjado para sair. Agora só precisava de comer alguma coisa e despedir-se de Nicky. Não queria entrar no seu quarto, por mais que na noite anterior tivesse estabelecido uma proximidade maior com ela. Nicky precisava de dormir, na noite anterior tinham-se deitado bastante tarde e Bill tinha dormido apenas quatro horas. Tomou a liberdade de ir até à cozinha sozinho e procurar algo que pudesse comer. Assim que desceu as escadas encontrou uma das empregadas de Nicky à qual deu os bons dias. A empregada queria preparar o pequeno-almoço a Bill, mas ele insistiu em tratar de tudo sozinho pois tinha de ser rápido para ir para o aeroporto. Depois de muito insistir, a empregada de Nicky teve mesmo de aceitar a posição forte e determinada que Bill adoptava. Agradeceu e seguiu caminho para a cozinha. Ao entrar encaminhou-se para a grande porta de vidro que dava acesso à estufa. Tinha curiosidade de vê-la à luz do dia, embora tivesse quase a certeza absoluta que de noite tinha um encanto diferente.

- Bom dia… - disse uma voz vinda detrás de si.

Bill assustou-se. Não estava à espera de ter mais ninguém na cozinha consigo. Reconhecia aquela voz em qualquer lado. Virou-se para trás e deparou-se com James Mercier sentado na cozinha de jornal numa mão e café na outra. Bill teve a certeza que a manhã não iria ser boa. O que estaria ele a fazer ali àquelas horas? Sentiu uma raiva percorrer-lhe o corpo e cerrou os dentes na tentativa de se controlar para não ser muito brusco. A vontade que tinha era de se servir da cara de James Mercier como saco de boxe.

- Nem por isso… O que é que estás aqui a fazer? – disse Bill tentando-se conter, mesmo não tendo qualquer vontade de o fazer.
- Olha para ele… Ainda agora chegou e já se acha dono da casa! – disse James com um sorriso sarcástico – Antes de tu chegares, já cá andava eu há muito tempo… Por isso vê se te controlas! … Preciso que a Nicky veja uns guiões… A noite de ontem foi muito produtiva…
- São sete da manhã! –
disse Bill tentando controlar o impulso forte de lhe bater.
- E às nove abrem as agências… Preciso que ela me diga alguma coisa para ver se lhe garanto os papéis… Mas o que é que isso te interessa?
- Não estava à espera de ter um encontro tão desagradável logo pela manhã… -
disse Bill sem vontade de ser simpático.

- Começo a duvidar que seja um sacrifício assim tão grande para ti fazeres-te passar de namorado da Nicky… Ontem à noite estiveste muito bem… És um grande actor… Nem sei como é que não te deram um prémio a ti…
- Não era isso que queriam? Alguém convincente?
- Sem dúvida… Se precisares de um agente é só falares comigo…
- Contigo??? Nem morto…
- Não digas isso muitas vezes… -
disse James a rir de forma mal-intencionada.

Bill respirou fundo e virou costas a Mercier na tentativa de procurar algo para comer e sair da cozinha o mais rápido possível. Não era capaz de aguentar James Mercier de maneira nenhuma, a vontade que tinha era de lhe dar uma lição. Ainda tinha muito vivo na sua memória as coisas que ele lhe tinha dito e se dependesse de si, por menos força e apetência para a violência que tivesse, naquela manhã, levava as suas ameaças até ao final.

Bill procurava uma caneca nos armários de Nicky para se servir de café, mas não estava a conseguir encontrar o armário correcto.

- Se precisares de ajuda… - disse James de forma a provocar Bill.
- Tua?! Não me parece…
- Ok. Entretém-te à procura! Gostas muito de joguinhos, não é?
- Mas calas-te? –
disse Bill de forma agressiva a James – A tua voz só faz ruído de fundo… Se precisar de ajuda, peço… E não vai ser a ti de certeza!

Bill ouviu um riso maquiavélico sair de James e sentiu a raiva que o consumia aumentar significativamente. Ele queria-o provocar a todo o custo e estava a conseguir. Respirou fundo e continuou à procura de uma caneca até finalmente a encontrar. Só precisava de um café para poder iniciar o seu dia e fugir da cozinha. Se dependesse de si a tensão que sentia nos seus músculos não ia ser exteriorizada, mas se James continuasse assim não se podia responsabilizar por perder a cabeça. Não tinha paciência para ouvir aquele tipo de comentários, nem tinha necessidade disso.

- Andas mesmo saídinho da casa…. – disse James com o intuito de provocar Bill.

Bill serviu-se de café e preparava-se para sair da cozinha quando ouviu o comentário de James. Parou e olhou para ele cerrando o maxilar ao mesmo tempo que levantava uma das sobrancelhas. Sentia-se tão tentado a despedir-se de James mais intimamente. Adorava sentir a cara dele com o seu próprio punho, mas tinha de se controlar por mais que o seu olhar tivesse despertado em James uma súbita vontade de rir. Bill queria mostrar-se altivo, mas o seu corpo estava quente demais para conseguir evitar o confronto verbal. Mesmo assim, retomou o seu caminho e procurou sair da cozinha até ouvir algo que o tirou do sério e o fez recuar:

- … Aposto que até já fodes! – disse James por entre o seu riso irritante.

Bill virou-se para trás e sem vontade de conter o incontrolável mandou o café que tinha na caneca para cima de James que se afastou da mesa em frente à qual estava sentado e olhou para a sua roupa para ver os estragos que o café tinha feito. Felizmente o café não estava demasiado quente, caso contrário podia ter queimaduras bem graves.

- Queres mesmo começar uma briga comigo? – disse James alterado chegando-se a Bill.
- Quero e muito! Estou desejoso de te mostrar em primeira mão aquilo que te tinha falado em relação a partir-te a boca toda! – disse Bill enfrentando o corpo mais pequeno mas bastante mais robusto de James Mercier.

- Não gozes comigo… - disse James empurrando Bill pela zona dos ombros de encontro a uma bancada da cozinha fazendo com que ele largasse a caneca que tinha na mão e esta se partisse no chão.
- Viste o que fizeste? – disse Bill endireitando-se, aproximando-se de James sentindo uma cólera tomar conta do seu corpo. Agora não havia maneira de voltar atrás – Agora vou ter de te fazer apanhar os cacos, um por um…
- Experimenta… -
desafiou James empurrando novamente Bill para trás.

Bill sentia-se a ferver em raiva e nervosismo. Sabia que tinha de ser rápido no seu ataque. James era bem mais robusto, e o seu corpo não teria como aguentar uma investida forte por parte dele. Precisava de o atingir de forma certeira. Encheu-se de coragem e esperou que James se aproximasse de si para num golpe rápido dar-lhe uma joelhada entre as pernas com toda a força que possuía. James contorceu-se em dores e soltou um grito. No mesmo instante, uma das empregadas de Nicky entrou na cozinha e ao aperceber-se que algo se passava, levou as mãos à boca soltando uma interjeição de pânico e saiu da cozinha a correr para chamar a sua patroa. Bill aproveitou o facto de James estar debilitado para noutro golpe certeiro dar-lhe um murro na cara. James soltou outro clamor de dor e Bill sentiu a sua mão latejar. Não se lembrava de andar à pancada desde os tempos de escola, onde tinha aprendido que com o seu corpo e a sua força reduzida, tinha de ser mais inteligente que os colegas e procurar pontos fracos que os deixassem o mais desarmados possível. Olhou para a cara de James e reparou que ele tinha um corte ao longo da bochecha esquerda. Bill ficou espantado e olhou para a sua mão para ver um anel repleto de sangue. Aquele anel, sem querer, acabava de tornar o seu ataque mais agressivo e feroz. Tinha de sair da arena de combate enquanto James estava em baixo de forma, para não sofrer qualquer tipo de ataque.

- Para a próxima pensa antes de falar… - disse Bill virando costas a James para sair da cozinha.

James tentou encontrar as forças necessárias para ripostar. Não podia deixar Bill sair da cozinha de forma vitoriosa. Sabia que se tivesse a oportunidade de tocar em Bill seria fácil deixá-lo em mau estado. Bill podia tê-lo surpreendido no ataque mas seria incapaz de se defender. Ergueu uma mão e puxou Bill pelos cabelos, e obrigando a sua cabeça a ficar baixa, deu-lhe uma joelhada na barriga. Bill sentiu uma dor apoderar-se do seu estômago, como se o tivessem acabado de atropelar. Sentiu uma vontade imensa de vomitar e ceder à dor. Desequilibrou-se e colocando os braços para amparar a queda, caiu no chão em cima dos cacos da caneca que tinha partido à segundos atrás. Sentiu algo espetar-se no seu braço direito mas a adrenalina e a dor que sentia em si não lhe permitiam parar para ver o que se passava. Precisava colocar-se a salvo. Agarrou uma perna de James para o puxar e levar ao chão.

- Larga-me ou levas na tromba… - disse James elevando a perna que tinha livre no ar, pronto para começar a dar pontapés em Bill até este o soltar.

- JAMES!!! – gritou Nicky ao entrar na cozinha e deparar-se com aquela cena.

Nicky tinha acabado de tomar banho quando a sua empregada tinha entrado de rompante no seu quarto alertando para a luta e troca de palavras menos simpáticas entre o Sr. Mercier e o Sr. Kaulitz. Nicky nem teve tempo de se vestir. Sabia que se James estava em sua casa e se tinha confrontado com Bill, era uma questão de segundos até se tentarem matar um ao outro. Desceu as escadas a correr enrolada apenas numa toalha de banho e quando entrou na cozinha viu Bill agarrado a uma perna de James, e este com a perna que tinha livre no ar, pronto para espancar Bill que estava indefeso no chão. Ficou em estado de choque. Correu até Bill e ajudou-o a levantar-se enquanto James se afastava em cólera e colocava uma mão sobre a face magoada para se deparar com o sangue que dela escorria.

- Tiveste sorte cabrão! – disse James sentindo a face latejar e as suas partes mais intimas doridas.

Nicky reparou que Bill tinha o braço a escorrer sangue.

- Oh meu Deus… - disse ela de forma aflita e preocupada.
- Isto não é nada… - disse Bill retirando do cotovelo dois pedaços de cacos que se encontravam espetados na sua carne.
– Para a próxima quero ver quem é que ri por último… - disse James.

- PAREM!!! Já chega… - disse Nicky colocando-se entre eles os dois para evitar que voltassem a cometer uma loucura.

Bill olhou uma última vez para James de soslaio. Agora tinha ainda mais vontade de lhe dar uma lição e fazer com que ele aprendesse a meter-se com outro tipo de gente. Se o seu segurança estivesse no interior da casa naquele momento, James podia começar a escolher a música para o seu funeral. Olhou para Nicky e mostrando-se incomodado saiu da cozinha em direcção ao seu quarto para ir buscar a mala e sair o quanto antes daquela casa. Nicky seguiu-o a correr.

- Bill… Desculpa! Eu não sabia que ele vinha esta manhã… - disse Nicky entrando dentro do quarto dele – Deixa-me ao menos tratar-te da ferida…
- Agradeço muito a tua hospitalidade. Gostei muito de te conhecer melhor… –
disse Bill vestindo um casaco. Agora que começava a passar algum tempo sentia dores lacerantes tomarem conta da sua zona abdominal – Mas tenho de ir… Não aguento conviver com gente da espécie do Mercier… Quando chegar a Milão telefono-te…

- Desculpa… -
disse ela sem saber o que dizer. Não queria que a estadia de Bill terminasse de forma tão tumultuosa.
- Não tens culpa de nada… - disse Bill encaminhando-se até ela para lhe dar um abraço. Via-a demasiado nervosa e não queria que ela ficasse tão preocupada consigo – Só não percebo porque é que te sujeitas a uma pessoa tão mesquinha e deplorável…

- Bill… -
disse ela sentindo os olhos ficarem aguados. Não queria tocar naquele assunto, nem desejava que ele se fosse embora assim.

- Ok… Não falo nisso… - disse Bill pegando na sua mala para a arrastar até à saída – Obrigado por tudo!
- Eu é que te tenho de agradecer…


Nicky seguiu Bill até à porta e pediu ao seu motorista para levar Bill e o seu guarda-costas, que se encontrava a tomar o pequeno-almoço na casa dos empregados, até ao aeroporto. Sentia-se triste e magoada com James por ter feito Bill partir daquela maneira. Na noite anterior tinha-se aproximado bastante dele e sentia que Bill tinha aberto um espaço no seu coração para serem amigos. Só esperava que aquela manhã não tivesse estragado a amizade deles. Foi directa à cozinha e encontrou uma empregada a limpar o chão e a varrer os cacos.

- O Sr. Mercier? – perguntou Nicky.
- Foi desinfectar a ferida… - respondeu a empregada.
- Obrigada… - disse Nicky encaminhando-se de seguida para uma das casas de banho comuns que tinha naquele andar.

Ao entrar reparou pela primeira vez no golpe que James tinha na cara. Tinha ficado tão preocupada com Bill que nem se tinha apercebido que James tinha ficado lesionado.

- O que foi aquilo? – perguntou Nicky alterada.
- O cabrão do teu namoradinho não consegue aguentar uma piada, fica logo todo alterado…
- Imagino o que lhe deves ter dito….
- Ele passa-se com pouco! –
disse James soltando uma exclamação pelo contacto do algodão com a sua ferida – … Achas que preciso de pontos?
- Não sei, mas é melhor veres isso junto de um médico… -
olhando bem para a ferida de James, sentindo-se intimamente feliz por Bill lhe ter batido. Só Nicky sabia quantas vezes não tinha vontade de fazer o mesmo.

- Se aquele filho da puta não tivesse alterado o contrato, garanto-te que aquelas fotos apareciam ainda hoje nas revistas….
- Livra-te!!! Eu não vou pagar uma indemnização ridícula a ele pelas tuas provocações infantis! E aviso-te já que da próxima vez que voltares a fazer uma cena destas…
- O que é que fazes? Despedes-me? –
perguntou James olhando para ela nos olhos para a pressionar.

Nicky ficou sem reacção. Não sabia o que faria se tal acontecesse, mas precisava de se fazer impor de alguma maneira perante James.

- … Nunca mais faças isto, ouviste? E no futuro, agradecia que quando o Bill cá estivesse, não aparecesses cá em casa sem avisar… - disse Nicky saindo da casa de banho com a cabeça pesada e cheia de dúvidas.
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Nov 26, 2010 9:03 am

Dikas, desculpa por não ter comentado na tua fic antes Embarassed mas cá estou eu! e sempre te dizer que eu estou impressionada com os últimos três capítulos. o Tom cada vez mais curioso para saber quem é a Miss K e o Bill finalmente meteu a mão na cara do Mercier, foi muito bem merecido! é uma pena que ele também tenha saído machucado ):
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Nov 26, 2010 7:45 pm

Cap29: Isso é uma bela noite de namorados não acha ?? (:
Varias confições :O
O nome dela não é Nicky Fuller ?? Essa eu não esperava.
O Bill contou sobre a Nath, mais será que o relacionamento vai mais além o que já é *setivercomoné* Twisted Evil
Ela é virgem aos 21 anos ? Me dá um autografo, nesse mundo de hoje ter uma mulher assim é um milagre Õ/. Acho que daqui alguns anos também vou ser uma Nicky Fuller da vida xD
Beija bem né ?? *sonho* Rolling Eyes
Coitada da Dona Simone, imagina esses dois pequenos ?? Nem quero imaginar KKKKKKKK'
Cap30: MEU JESUS! affraid
Acorda e vê esse homem logo pela manha é fod*, e agora tem um briga ? Isso estar passando dos limites, isso tem que acabar. Mas também esse cara passa dos limites que só nossa senhora hien. Que cara mais idiota, não me surpreendo que o Bill tenha feito isso. E BEM FEITO PARA O JAMES, vai ter que levar pontos na cara agora ¬¬'. E meu Bill se machucou D: espero que não de nenhuma infecção.
Posta mais Dikas (:
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Nov 26, 2010 9:20 pm

este foi sem duvida um dos meus capituklos preferidos Very Happy
imaginar a cena mesmo toda a passar *_* lindo

vou pois xD vou procurar a tua casa de alguma maneira que ainda nao pensei bem e vou ai xD
pois, isso de falta de tempo :S ha muito pessoal que deixa de escrever por causa disso
mas pah, se surgir uma ideia que venha ela =D
Sera muito mas muito bem recebida Wink

bjz**
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Nov 26, 2010 10:54 pm

Cap 29: Linda a noite do Bill de da Nicky juntos, deu para conhecer melhor ela, talvez até dê para confiar nela, mas ainda não sei, fico com um pé atrás, e nossa não imaginava o nome dela.
Coitada da Dona Simone com esses meninos quando eram pequenos...

Cap 30: Agora sim que eu pego o Mercier (nunca odiei tanto alguém, hehehe), bem feito, tomara que leve uns pontos. Ele chantagia/ameaça até a Nicky?! olha se o Bill o Tom ou o segurança não derem um jeito nele eu vou procurar por ele e vou eu acabar com a raça dele.
Bill dá um jeito nesse braço menino, você quer pegar uma infecção?!

Dikas! depois de falar com Tom me diz o que ele acha da ideia de eu ajudar. ahh Diz pro Bill que eu já comecei a procurar o Mercier e que se ele não tiver que fazer ponto agora vai fazer depois que eu o encontrar hehehe(nunca tive coragem disso, mas juro que ele eu matava #acho).
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Seg Nov 29, 2010 10:01 pm

HaLLoOoOoOo \o/ \o/ \o/


Meus amores li os vossos comentários e adoreiiiiiii como não podia deixar de ser, mas infelizmente hoje tou sem tempo nenhum para comentar.... Quero só deixar um beijinho imenso para vocês e dizer que adoro vocêsssssss do fundo do coração I love you I love you I love you Espero que gostem do que se segue.....



* * * KiSsEsSsSSss GrAnDeSsSss * * *



31




Tinha acabado de chegar a Milão. As dores que sentia no corpo não o tinham deixado descansar no caminho. Bill sentia-se cansado, dorido e desejoso de encontrar novamente o seu irmão para lhe contar pessoalmente tudo o que se tinha passado. Tinha-lhe telefonado antes de embarcar a contar por alto o seu confronto com James Mercier, mas precisava de estar com ele e de o sentir por perto para se sentir melhor.

O avião de Tom ainda demorava cerca de meia hora a chegar, e os irmãos Kaulitz tinham combinado que Bill esperava no interior do aeroporto até Tom chegar e saírem os dois em conjunto. Bill sentou-se num banco numa zona recatada. Não conseguia ter posição. A sua barriga parecia carregar um peso sobre-humano devido à joelhada que tinha levado. Lembrou-se de Nicky e do estado nervoso em que lhe tinha virado as costas e optou por telefonar-lhe enquanto aguardava a chegada de Tom.

- Bill… - atendeu ela sem deixar que o telemóvel tocasse.
- Olá Nicky…
- Como te sentes? –
perguntou ela preocupada.
- Dorido… Mas isto há-de passar…
- E o teu cotovelo?
- Nunca mais me lembrei dele… -
disse Bill que tudo o que desejava era desaparecer de Los Angeles e regressar para perto do seu irmão.

- Desculpa…
- Não me peças desculpa… Fui eu que comecei! Ele provocou e eu fui estúpido em ter cedido, mas é um problema que eu tenho desde nascença: não consigo ficar calado, nem parado durante muito tempo… E ele estava a pedi-las…
- Claro! –
disse Nicky percebendo a situação. Conhecia James suficientemente bem para saber que ele devia ter feito de tudo para deixar Bill possesso – Já chegaste?
- Já… Estou à espera do meu irmão no aeroporto…

- A viagem correu bem?
- Mais ou menos… Não conseguia encontrar posição para estar… -
disse Bill honestamente – Nicky… Eu queria-te pedir desculpa pela confusão que criei e por ter partido a caneca… Faço questão de te comprar outra! Não queria mesmo que as coisas tivessem acontecido desta forma…
- Eu conheço o James… Não me precisas de pedir desculpa! Muito menos de me comprar seja o que for…

- E tu? Como é que estás? –
perguntou Bill preocupado com o estado em que a tinha deixado. E se James tivesse sido violento com ela?
- Eu estou bem… Só fiquei um pouco assustada e nervosa mas… Se tu achas que vais ficar bem, fico mais descansada… Achas que amanhã consegues subir para cima da passerelle?
- Sim… Vai correr tudo bem! –
disse Bill sorrindo.
- Espero mesmo que as dores não te atrapalhem…
- Eu vou bem sedado, não te preocupes!

- Obrigada por me telefonares. Estava ansiosa para saber noticias tuas e se tinha corrido tudo bem… -
disse Nicky preocupada com ele.
- Eu disse que telefonava…
- Eu sei, mas às tantas podias-te esquecer. Deves ter imensas coisas na cabeça neste momento…
- Algumas…

- Obrigada por não te esqueceres de mim! –
disse Nicky sentida – Bill…. O que aconteceu hoje… Eu não queria que isso estragasse aquilo que construímos ontem…
- Não te preocupes! Gostei mesmo muito de te conhecer e da forma aberta como ontem falaste comigo. Tu não tens nada a ver com o Mercier…
- Pois não… -
disse Nicky feliz pelas palavras de Bill mas triste por tudo o que tinha acontecido.
- Por isso não te preocupes… - disse Bill de forma querida e carinhosa – Estou a ver o meu irmão… Tenho de desligar Nicky… Beijinhos.
- Beijinhos. Boa sorte para amanhã e as melhoras…
- Obrigado!


Bill desligou o telefone e levantou-se o mais rápido que conseguiu, para ir ter com Tom que parecia estar à sua procura mas não o via. Deu um abraço forte ao irmão à procura de retirar dele toda a força que precisava naquele momento.

- Como é que estás? – perguntou Tom olhando para ele à procura de sinais visíveis da luta.
- Dorido…

- Bill… –
chamou Nathalie – Estás bem?
- Sim… -
disse Bill dando um abraço em Nathalie – Só um bocadinho dorido…
- Tens de me contar o que aconteceu… Quando o Tom me disse fiquei preocupadíssima! -
disse Nathalie procurando também ela, com o seu olhar, sinais evidentes de luta no corpo de Bill.
- Eu estou bem… O Tom é que deve ter exagerado! – disse Bill sorrindo.
- Eu só lhe disse o que tu me disseste a mim… - disse Tom imediatamente.
- No caminho conto-vos tudo! – disse Bill – Agora podemos sair daqui? Estou desejoso de ir fazer a prova para o desfile e ir para o hotel… Preciso de uma cama urgentemente… Parece que não durmo há três anos…
- Vamos… -
disse Tom colocando uma mão nas costas do irmão para o incentivar a ir embora.


* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *


Antes de poderem regressar ao hotel, Bill e Tom passaram pela arena onde os irmãos Dean e Dan dos DSquared2 iam fazer o desfile da sua colecção, para que Bill fizesse a prova final do fato que ia usar para abrir o desfile deles na semana da Moda Primavera/Verão de Homem em Milão. Tentaram ser o mais rápidos possível pois Bill estava realmente cansado e macerado. O fato assentava em Bill na perfeição. Tom estava espantado com a perfeição que o seu irmão apresentava ao envergar aquelas asas pretas que faziam dele um verdadeiro anjo negro. A magnitude e beleza da visão de Bill eram esmagadoras.

De volta ao hotel, as fãs amontoavam-se na porta à espera de uma fotografia e um autógrafo dos seus ídolos, mas devido à condição física de Bill, optaram por não parar e seguirem em direcção à paz e aconchego dos seus quartos.

- Quando me disseste que ias ter uma noite selvagem de sexo com a Nicky, não pensei que levasses isso tão à letra e trouxesses mesmo as marcas dela no teu corpo… - disse Tom a gozar com o irmão enquanto andavam no corredor em direcção aos seus quartos.
- O prometido é devido… - disse Bill a rir, sentindo a sua barriga doer devido à contracção dos músculos Aiii… Não me posso rir!

- Juro que se apanhar esse Mercier lhe vou à cara… -
disse Tom sentindo uma raiva enorme do manager de Nicky.
- Eu já fui… E deixei-a bem marcada… - disse Bill sorrindo com um ar perverso para o irmão.
- Mas ele deve gostar de comida de hospital, por isso deixa-o continuar a meter-se contigo que vai ver…
- Não te preocupes…


Bill encontrou a porta do seu quarto e despediu-se de Tom para entrar e finalmente poder descansar da agitação dos últimos dias. Tom continuou até à porta do lado e entrou também ele no quarto que lhe estava destinado. Deixou que um segurança pousasse as malas no seu quarto e assim que ele saiu, estendeu-se na cama. Estava cansado e com a cabeça a mil à hora devido ao que se tinha passado com Bill. Se encontrasse James Mercier à frente era bem capaz de lhe dar um murro só para vingar a honra do seu irmão. Detestava-o mais do que há vinte e quatro horas atrás, quando pensava que tal não era possível. Abriu o computador em cima da cama e procurou relaxar a ver o seu e-mail pessoal e o e-mail que Miss K lhe tinha criado. Continuava por lhe responder à última mensagem que ela lhe tinha enviado. Escolheu a opção de responder e tratou daquele assunto pendente:


Miss K,

Adorava conhecer a tua barriga, já que é uma das únicas partes do teu corpo que ainda não me apresentaste… Podias fazer a tua assinatura nela. Que achas?

Tom



Ligou a televisão num canal de música e foi tomar um banho para relaxar da viagem. Sentia-se preso aos problemas de Bill e a Miss K. Ambos atormentavam a sua mente. Estava totalmente preso a ela e ao corpo dela. Parecia perfeita, mesmo que fosse assustadoramente astuta. Mas quantos corpos semelhantes não existiriam? O que é que lhe despertava assim tanto a atenção? Seriam as palavras e as provocações dela? Sim, sem dúvida que isso contava e muito, mas aquele corpo mexia consigo de alguma forma inexplicável. Preparou-se para ir para a cama e deitou-se com o computador ao lado. Ia actualizando a página do e-mail diversas vezes à espera que a rapidez característica de Miss K não fosse quebrada naquela noite em que precisava tanto de uma foto dela para alegrar o seu serão. Entreteve-se a ver um pouco de televisão e passados quarenta e cinco minutos de ter enviado a sua mensagem a Miss K, tinha finalmente uma resposta:


Querido Tom,

Acho que a tua encomenda estava a pedir por um pouco do meu condimento preferido… Decidi apimentar um pouco mais a fotografia. Afinal de contas tu mereces o melhor…


Love,
Miss K



Tom ficou com água na boca. Qualquer que fosse a dose de condimento que Miss K tinha posto na imagem devia estar perfeita como todas as outras. Abriu a imagem que estava em anexo e sentiu-se tomar por uma excitação redobrada. Na fotografia podia-se ver uma imagem que ia desde o final do peito de Miss K ao início da sua zona púbica. A sua barriga tinha as linhas dos abdominais definidos e um piercing no umbigo absolutamente encantador, que deu a Tom uma vontade imensa de o conhecer pessoalmente. Aquela barriga era absolutamente perfeita e parecia ter sido desenhada para as suas mãos se passeassem nela. Na barriga via-se escrito a batom vermelho: Tom is sex! Love Miss K. Tom sentiu-se agitado e inquieto. Ela conseguia superar-se cada vez que falavam. Era impossível desejar mais aquele corpo. Só esperava que pessoalmente ela não fosse uma decepção, que conseguisse ser igualmente boa e atrevida para lhe dar o máximo de prazer. Com ela, Tom julgava ser capaz de ter todo o prazer possível. Não tinha cabeça para qualquer outra coisa naquele momento. Guardou a foto que Miss K lhe tinha enviado numa pasta que tinha criado no seu computador para esse efeito e reviu pela milésima vez todas as fotos que até agora ela lhe tinha enviado. Só lhe faltava o rabo e a cabeça, e tinha igual curiosidade em conhecer ambos. Por mais que não costumasse responder de imediato a Miss K, naquele dia ia ter de o fazer. Estava totalmente viciado nas suas palavras e no seu corpo. Optou por responder de seguida:


Miss K,

Sabes realmente apimentar as coisas. Pergunto-me se ao vivo também terás esse dom…

Tom



Fechou o computador para não sofrer de mais nenhuma tentação naquela noite, e desligou a luz e a televisão para procurar descansar. No dia a seguir tinha de estar a pé muito cedo. Fechou os olhos e imaginou-se com ela. Passava-lhe as mãos sobre a barriga e sentia-a a escaldar. Estava sobre o corpo dela e as suas mãos esborratavam o batom vermelho que tinha sobre a sua pele. Levava os seus lábios até ao peito dela e desejoso de a sentir mais intimamente, procurava também os seus lábios, mas não era capaz de ver a sua cara. Não era capaz de a beijar, só era capaz de a sentir com as mãos e de ver o seu corpo. Queria mais. Precisava de mais. Miss K era viciante…
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Seg Nov 29, 2010 10:39 pm

Bill é um tipo de homem que não leva desaforos para casa.
E Tom então, nem falo nada.
Essa Miss K tem poder hien, esses elogios que eles fazem um ao outro é uma coisa de outro mundo cara. KKKKKKKKKK'
James também não sai da minha cabeça ¬¬'
Ele é um corno mesmo, não tem vergonha na cara.
Pelo menos a Nicky não parece nada confortavel com essa situação né ?? Mais poruqe ela não manda ele embora ?? Curiosa ao extremo xD
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Ter Nov 30, 2010 11:32 pm

Ainda bem que o Bill pelo menos deixou o Mercier com algum machucado.
Tom, pensa que me engana, esse já tá caidinho pela Miss K à um bom tempo, e como eu já disse, ele só tenta se fazer de difícil, ela o deixa louco e ao mesmo tempo animado com este jogo.
Acho que eu no lugar do Tom teria a mesma reação em relação ao que aconteceu com o Mercier e o Bill.
E então!, o Mercier deve ter alguma coisa que ele ameaça a Nicky pra ela ainda não o ter mandado ir pastar e para ele a tratar da forma que trata, não vejo a hora de descobrir.
Ahh Tom calminha, você ainda vai descobrir quem é a Miss K (espero pois estou muito curiosa aqui hehehe).
Dikas, espero que o Bill melhore logo viu!!! diz isso pra ele hehehe e diz pro Tom que se ele quiser, assim como prometi ajudar o Bill a pegar o Mercier eu ajudo o Tom também, enfim, ajudo quem o pegar primeiro).
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Dez 03, 2010 9:39 pm

HaLLoOoOoOooo \o/ \o/ \o/

Fim de semana pede por 2 capitulos, não é??? \o\ \o\ \o\


CaTaRiNaAaAaAaa
É mesmo.... Com o BiLL você pode contar k n vai desaforo para kasa... É garantido Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
A Miss K sabe muitoooooooo..... Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
É....esse James Mercier n é flor k se xeire MESMO!!!
A Nicky tb n parece gostar de nada do k akonteceu e está akontecendo, mas a verdade é k tb n faz nada para k essas situações n akonteçam.....
UuUuUUUhhHhhhhh mistério!!!!!!!



Adriiiiiiiiiiiiiiiiiii
Mesmo... E esse Mercier merecia ainda mais!!!! Gentinha sem escrupulos!!!!
LolOlolOL É mesmo... O Tom está totalmente vidrado na Miss K mas se finge de forte e machão, mas a nós ele não engana Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
Pois....Algo mais se passa para a Nicky ficar tão incomodada mas também nã o fazer nada... Isso é tudo muito estranho e misterioso Suspect
Eu no lugar do Tom também ficava assim.... E o Tom pede para dizer a vc k agradece a ajuda para dar kabo do Mercier e k está aberto a planos k vc tenha Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
Já o BiLL ele agradece as suas melhoras, e diz k vai fazer por melhorar... Mas k só fika bem kd vc e o Tom pegarem o Mercier!!! haha Ahhhhhhhhhhhh.... e ele pede para vc ter cuidado pk diz k é bem kapaz de vc akabar sendo pegada pelo TOm... mas de maneira diferente LolOlolololOL



* * * KiSsEs GrAndEsSsSs * * *



32




Pensou que conseguisse descansar, mas a sua cabeça não parava de pensar no que não devia e o seu corpo estava dorido. Não conseguia encontrar uma posição confortável na qual adormecer. Tinha demasiadas coisas na cabeça e tudo o que precisava no momento era de relaxar e de ter uma distracção que o fizesse esquecer tudo o que tinha acontecido naquela manhã. Tentou fechar os olhos e dormir, mas não conseguia mesmo. Levantou-se e fumou um cigarro na esperança de se acalmar um pouco. Talvez devesse procurar o seu irmão para falar e deitar para fora tudo o que sentia e o consumia. Tinha o peito pesado pela violência de que tinha sido alvo e pela dor que sentia ao ver que a sua vida se tinha tornado mesquinha. Vivia uma farsa e andava intolerante, sem conseguir controlar a sua agressividade. No meio de tudo aquilo, se pudesse retirar algo de bom, talvez Nicky fosse a sua grande ajuda para superar aquela fase pior. Gostava da Nicky que tinha conhecido em Los Angeles. Tinha realmente interesse em conhece-la melhor e tornar-se seu amigo. Sentia uma estranha necessidade de a proteger, e o mais estranho era sentir que ela necessitava da sua protecção, mesmo quando era forte e destemida.

Não tinha vontade de dormir nem de descansar por mais cansado que estivesse. Sentia energia percorrer-lhe o corpo e estava realmente nervoso com o que o esperava na manhã seguinte. Precisava de fazer algo. Vestiu umas calças de ganga e uma t-shirt e saiu do seu quarto para procurar Nathalie. Bateu à porta dela e ouviu-a perguntar quem era. Bill anunciou que era ele, e Nathalie abriu-lhe a porta. Estava vestida com um pijama cor-de-rosa que a fazia parecer dez anos mais nova. Bill sorriu e entrou no seu quarto.

- Estás bem? – perguntou Nathalie ao fechar a porta.
- Sim… - disse Bill sentando-se na cama dela – Não consigo dormir… Dói-me o corpo todo…
- Deixa-me ver… -
disse Nathalie sentando-se ao lado dele – Dói-te a mão?
- Não… -
disse Bill deixando que ela pegasse na sua mão e olhasse para ela com um ar maternal, dando-lhe um beijo carinhoso de seguida – O anel protegeu-a…

- O que é que te dói?
- O meu cotovelo…


Bill mostrou o cotovelo em que se tinha cortado a Nathalie e ela procurou, junto da sua mala, uma bolsa onde levava sempre um kit de primeiros socorros. Desinfectou a ferida dele e colocou dois pensos para a proteger, confiando de seguida um beijo meigo no cotovelo de Bill, tal como tinha feito com a sua mão.

- Também me dói a barriga… - queixou-se Bill ao mesmo tempo que retirava a t-shirt que trazia vestida sobre o corpo – …Tratas de mim?

Nathalie empurrou gentilmente o tronco de Bill para trás e vendo-o deitado sobre a sua cama, passou as mãos sobre a barriga dele. Não estava negra, mas dentro de umas horas era capaz de adquirir uma tonalidade mais escura. Sentiu os olhos de Bill sobre si e sorriu-lhe. Levou os seus lábios até ao tronco dele e beijou-o de forma doce e sentida. Gostava de ser capaz de fazer com que as dores que ele sentia desaparecessem. Sentia-se bem com o facto dele a ter procurado. Sentia falta do corpo de Bill, e agora que o tinha prostrado à sua frente e a necessitar de amor e carinho sentia vontade de lhe oferecer tudo aquilo que ele desejava de forma doce e afectuosa. Queria que ele esquecesse os problemas que tinha tido e se concentrasse em algo bom. Deixou que os seus lábios subissem ao longo do tronco de Bill e sentiu as mãos dele procurarem os seus cabelos para os acariciar. Nathalie deitou-se ao lado de Bill olhando-o nos olhos. Viu que os olhos de Bill estavam focados nos seus lábios e fechando os olhos procurou os lábios dele com delicadeza. Sentiu as mãos de Bill sobre a sua cintura começarem a puxar a parte de cima do seu pijama e ajudou-o para que se pudesse ver livre dele o mais rápido possível. Colocou ambas as mãos sobre a zona da braguilha de Bill e abriu as suas calças para se ver livre delas. Bill continuou a despir Nathalie, ao mesmo tempo que a beijava de forma cuidadosa. Quando estavam já ambos nus, Bill procurou acariciar o corpo de Nathalie com as suas mãos e lábios. Sentia falta de a sentir, e de se sentir concentrado em algo tão bom. Colocou-se sobre o corpo dela e levou os seus lábios até ao pescoço de Nathalie. Tinha vontade de investir sobre o corpo dela com alguma ferocidade, mas sentia-se incapaz de o fazer. Soltou uma leve interjeição de dor que poderia ser confundida com prazer, se Nathalie já não conhecesse de cor todos os sons que ele emitia.

- Não te quero aleijar… - disse Nathalie afastando-o do seu corpo.
- Não és tu que me estás a aleijar… Já venho assim da viagem… - disse Bill saindo de cima de Nathalie para se deitar de barriga para cima. Era a posição que menos o macerava.
- Então deixa-me tratar de ti…

Bill sorriu. Queria ter alguém que tratasse de si. Naquele dia sentia uma necessidade imensa de amar e ser amado. De ter alguém do seu lado que se preocupasse realmente consigo, com o seu estado físico e psicológico e que fizesse com que tudo desaparecesse. Nathalie era a pessoa mais próxima de si que era capaz de o fazer. Não a amava como mulher, mas como amiga amava-a de uma forma inexplicável. A sua relação com ela funcionava como provavelmente nunca conseguiria funcionar e sobreviver com mais ninguém. Com ela sentia-se à vontade para se dar. Sabia que no dia a seguir a amizade que os unia seria sempre mais forte e nunca iria desvanecer. Segurou na nuca de Nathalie com uma mão e puxou os lábios dela até aos seus. Beijou-os com dedicação e vontade. Queria senti-los sobre os seus lábios e o seu corpo. Queria que ela o amasse e o fizesse sentir algo forte e poderoso tomar conta de si. Sentiu o corpo de Nathalie subir para cima do seu com todo o cuidado, sentando-se sobre o início das suas pernas.

- Estou-te a magoar? – perguntou Nathalie preocupada.
- Não…

Nathalie procurou uma vez mais percorrer a zona que tinha sido alvo de James Mercier com os seus lábios doces e beijou a barriga de Bill com uma doçura capaz de curar qualquer dor que Bill sentisse. Subiu sobre o corpo de Bill de forma cautelosa e observando cada expressão da face dele, para saber até que ponto não o estava a magoar, posicionou-o no seu interior e fez com que ele a tomasse. Impulsionou o seu corpo sobre o dele lentamente e de forma cautelosa e reparou que Bill não parecia estar a sofrer com as suas investidas. Mesmo assim procurou ser branda com ele e apoiando as mãos junto às pernas dele, investiu sobre o corpo de Bill de forma vagarosa sentindo-se tomar por um calor imenso que se apoderava de si. Sentiu uma mão de Bill unir-se a uma das suas mãos que tinha sobre a cama e a outra passar sobre a sua perna, fazendo carícias meigas nela. Deteve-se assim até sentir que Bill estava bem e procurou subir e descer de encontro ao corpo dele com um pouco de mais velocidade e de modo a proporcionar a ambos um prazer superior ao que experienciavam naquele momento. Bill soltou uma interjeição que parecia ser de dor, mas que Nathalie via espelhado no seu rosto que era de puro prazer. Sentiu as mãos dele fecharem-se na sua pele e insistiu sobre o corpo dele. Queria que ele se sentisse bem, que atingisse um orgasmo que limpasse a sua mente de tudo o que ia nela naquele momento.

- Não tenhas medo… - disse Bill sentindo que Nathalie se continha – Eu quero sentir-te…
- Mas e se…
- Não penses nisso… -
pediu ele de forma ofegante – Não me faças pensar…

Nathalie parou momentaneamente para procurar os lábios de Bill. A ternura e fragilidade com que ele se apresentava no seu quarto naquela noite despertavam em si todo o instinto maternal que existia nela. Queria realmente tomar conta dele e fazê-lo esquecer a dor. Beijou-o com dedicação e sentiu a língua de Bill arrojar um pouco mais e procurar o interior da sua boca com aquele piercing que tinha habilidades prodigiosas. Sentiu Bill segurar-lhe na cabeça para a beijar de forma mais ágil e afastando os seus lábios da boca dela, procurou beijá-la numa orelha, roçando o seu piercing nela, sussurrando de seguida ao seu ouvido:

- Não pares…

Nathalie procurou os lábios de Bill novamente e tentou beijá-los de forma bravia. Desejava-o ainda mais. Ouvir a voz doce de Bill sussurrar ao seu ouvido provocava-lhe uma onda de arrepios. Sentia o desejo que tinha pelo corpo dele aumentar exponencialmente à medida que os arrepios percorriam o seu corpo. Assentou as mãos ao lado do tronco de Bill e sem ter medo de ir longe de mais, investiu sobre o corpo dele de forma mais agressiva, mantendo-se sempre cuidadosa e atenciosa ao que Bill sentia. Aumentou a velocidade a que o tomava à medida que via que podia ir um pouco mais longe e começou finalmente a sentir que o seu corpo parecia querer dar de si. Sentiu as mãos de Bill ladearem a sua cintura e ajudarem-na a ter forças para subir e descer sobre o seu corpo e continuar a levar prazer para os dois. Bill sentia-se tomar uma onda de prazer e calor. Sentia a sua barriga doer cada vez que ela insistia com mais força sobre si, mas precisava de a ter e se sentir atingir aquele prazer. A dor parecia secundária quando estava prestes a atingir um orgasmo com Nathalie. Sentiu o corpo dela contorcer-se e ela parar para respirar mais fundo e retirar todo o prazer que conseguia do corpo dele, mas Bill estava prestes a sentir a mesma onda de prazer que ela e precisava de a sentir um pouco mais. Naquela noite tinha de a sentir. Puxou o corpo de Nathalie para cima do seu, sentindo-se tomar por uma dor aguda ao sentir o peso do corpo dela sobre a zona macerada na sua barriga e soltou um som de interjeição. Nathalie tentou sair de cima de Bill para o aliviar das dores mas Bill abraçou a cintura dela e não a deixou afastar-se. Com ela colada ao seu corpo, procurou mover a sua zona pélvica de forma a insistir um pouco mais sobre o corpo dela, ao mesmo tempo que se sentia consumir por dores e a ouvia gemer e receber uma nova onda de prazer. Investiu o quanto conseguiu e quando sentiu que estava prestes a atingir o orgasmo, desligou o seu corpo das dores que pudesse estar a sentir e foi o mais fundo que conseguia dentro dela e com a maior velocidade que o seu corpo debilitado lhe permitia até sentir finalmente um arrepio percorrer-lhe a espinha…
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Dez 03, 2010 9:41 pm

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Acordou com a sensação que a tinha entre as suas mãos. Sentia-se e estava visivelmente excitado com o sonho erótico que tinha tido naquela noite. Miss K estava a mexer com o seu inconsciente de forma perigosa. Levantou-se da cama o mais rápido que conseguiu e colocou a água a correr no duche. Sentia-se demasiado excitado com o sonho que tinha tido, precisava de se aliviar. Entrou para debaixo da água e cada gota que escorria sobre o seu corpo parecia ser sentida com uma intensidade dupla. Encostou um braço contra a parede e colocou a sua testa apoiada sobre ele, enquanto a mão que tinha livre procurava dar prazer a si mesmo e se satisfazia depois de um sonho que o tinha deixado tão alterado. Miss K estava cada vez mais presente na sua vida. Assaltava o seu pensamento a toda a hora e todos os segundos. Dava prazer a si mesmo enquanto de olhos fechados pensava nela e na sensação que tinha acabado de ter ao sentir o seu corpo suado colado ao seu. Se ela conseguisse ser tão irresistível pessoalmente como tinha sido naquele sonho, no momento em que a encontrasse pessoalmente teria a noite da sua vida. Sentiu-se atingir o clímax e deixou que o seu corpo caísse no chuveiro e se sentasse no chão a recuperar do prazer que tinha sentido. Precisava de a ter, nem que fosse uma vez, nem que fosse para se sentir desiludido com ela. Por mais prazer que tivesse sentido naquele momento a sós, com ela seria sempre melhor. Recuperou do seu sonho e dos pensamentos que tomavam conta de si e voltou a levantar-se. Tomou um banho relativamente rápido e vestiu-se o mais rápido que pôde. Tinha uma manhã atribulada pela frente.

Pegou no telefone e ligou para o quarto de Bill. Deixou tocar. Conseguia ouvir o telefone a tocar, uma vez que o seu quarto era lado a lado com o de Bill, mas o seu irmão não atendia. Será que tinha adormecido? Precisava de despertar e preparar-se para o dia que tinha pela frente. Insistiu em telefonar novamente e percebeu que Bill não devia estar no seu quarto. Tentou ligar-lhe para o telemóvel mas o resultado foi o mesmo. Saiu do quarto e foi bater à porta de Nathalie à procura Bill. Podia ser que tivessem passado a noite juntos ou que ela já o estivesse a maquilhar.

- Quem é? – perguntou a voz de Nathalie vinda do interior do quarto.
- Tom…

- Bom dia! –
cumprimentou-o Nathalie com um grande sorriso ao abrir a porta do seu quarto – Estás à procura do teu irmão?
- Sim…
- Entra!


Tom entrou no quarto de Nathalie e a roupa que viu espalhada no chão respondeu às suas dúvidas. Bill tinha uma toalha enrolada à volta do corpo e Nathalie maquilhava-se em frente a um grande espelho como se fossem um casal de namorados que vivia o seu quotidiano. Pelos vistos o seu irmão também tinha tido sorte naquela noite, e a sua tinha sido bem melhor de certeza, porque por mais real que o sonho que tinha tido com Miss K fosse, não superava o que era ter uma mulher de carne e osso consigo.

- Dormiram bem? – perguntou Tom sorrindo de forma perversa para Bill.
- Mais ou menos, é difícil arranjar uma posição boa para dormir - disse Bill olhando para a sua barriga no grande espelho em que Nathalie se maquilhava – E hoje parece que me dói mais…
- Está a ficar negro… -
disse Nathalie com um ar preocupado.
- Acredito que hoje tenhas mais dores que ontem… Ninguém te mandou andar a brincar aos médicos… - disse Tom a rir – Pelo menos a senhora médica foi delicada com o meu maninho?

- Tom!!! –
disse Nathalie a rir.

- Muito meiguinha… - disse Bill a rir, depositando de seguida um beijo na cabeça de Nathalie – E acertou em cheio no tratamento que era para fazer…
- Adoro médicas empenhadas que nos dão um bom tratamento…
- Importam-se de não falar na noite de ontem? –
pediu Nathalie a rir com o modo como os gémeos falavam da sua vida sexual em código.
- O que temos a dizer, dizemos à tua frente! – disse Tom sentando-se em cima da mesa onde Nathalie tinha pousado o estojo de maquilhagem – E foi generosa a nossa amiga?

- Tom!!! –
disse Nathalie batendo-lhe na perna para ele se calar.

- Muito generosa… E trabalhadora… - disse Bill a rir.
- Bill!!! – disse Nathalie virando-se para trás para olhar para ele com um olhar ameaçador – Importam-se de parar de falar da minha vida sexual se faz favor?
- Ok… -
disse Tom a rir por ter deixado Nathalie encavacada – Podemos falar da minha?
- Se isso te faz feliz… -
disse Nathalie retomando a maquilhagem.
- Muito… - disse Tom com um grande sorriso.

- O que é que andaste a fazer desta vez? – perguntou Bill enquanto se começava a vestir.
- Tive um sonho…. – disse Tom mordendo o lábio inferior ao mesmo tempo que revirava os olhos para mostrar o prazer que tinha tido.
- Um sonho? – perguntou Bill a diminuir aquilo que o irmão tinha vivido – Não conseguiste nada melhor que um sonho na noite passada?
- Meu irmão… Foi um senhor sonho! De me fazer acordar a subir paredes…

- Menos Tom… -
pediu Nathalie. Não queria, nem precisava de visualizar os sonhos de Tom ao pormenor. Qualquer informação era em demasia.
- Desculpa Nat, mas tenho mesmo de partilhar… Estava com a Miss K… Aquele corpo… Jesussssss… A mulher vai-me levar à loucura! – disse Tom humedecendo os lábios.

- Andas mesmo muito interessado nela… - disse Nathalie terminando a sua maquilhagem, levantando-se da cadeira para dar lugar a Tom.
- Eu tentei negar os meus impulsos animais, mas ela até nos meus sonhos me aparece… - disse Tom fechando os olhos para que Nathalie começasse a maquilhá-lo – Estou viciado nela…

- Porque é que não a convidas para fazer alguma coisa? –
sugeriu Nathalie.
- Ela não se deixa apanhar… Quer manter o mistério, mas vai chegar a altura em que vou querer mais e se ela continuar com estes segredos todos, não vou aguentar…

- Pessoal, vou só buscar a minha mala e já volto… -
disse Bill saindo do quarto de Nathalie para ir ao seu buscar a roupa especial que tinha trazido para se apresentar nos desfiles daquele dia – Levo a tua chave Nat…
- Ok… -
respondeu Nathalie.

- Como é que ele está? – perguntou Tom a Nathalie assim que Bill saiu do quarto dela.
- Ele não quer admitir, mas acho que tem mais dores do que as que nos diz….
- Cabrão daquele Mercier… Se lhe meto as mãos em cima…
- Calma… -
disse Nathalie parando de o maquilhar para que ele olhasse para si – Não te vais meter em confusões! Ele tem muito mais força que vocês, e se te acontecer alguma coisa o Bill fica ainda pior do que já está, e depois vai ter com ele a querer satisfações, e depois isto ainda acaba por virar um ciclo vicioso até algum de vocês desistir ou ir parar ao hospital!
- Não posso deixar que o gajo saia impune! Ele pode ser mais forte que o Bill, mas eu também sou e tenho a certeza que se lhe mandar uma bem dada o gajo começa a ver torto… –
disse Tom alterado – Foda-se… Ele meteu-se com o meu irmão!!!
- E o teu irmão meteu-se com ele e pelo que parece deixou-o bem marcado também...
- Isso não invalida que eu lhe chegue a roupa ao pelo…
- Calma… Pode ser que esta lhe tenha chegado como lição… -
disse Nathalie retomando a maquilhagem a Tom.

- Ainda bem que não foi o Bill a levar um pontapé nos ditos cujos, não é Nat… Senão a noite passada não tinha corrido tão bem para os teus lados… - disse Tom desatando-se a rir.

- Tom!!! – disse ela incrédula com as bocas de Tom naquela manhã. Estava imparável. O sonho com Miss K devia ter sido realmente agradável para o deixar tão bem humorado logo pela manhã.

- De volta…. – disse Bill entrando no quarto de Nathalie com a sua mala.

Colocou a mala em cima da cama e abriu-a. Tom estava praticamente maquilhado e era a vez de Bill. Precisava de decidir o que ia vestir. Talvez devesse vestir algo dos DSquared2, a ocasião pedia-o.

- Foda-se estou mesmo nervoso…. – disse Bill sentindo
- Fala bem que já tens idade para isso… - disse Tom a meter-se com o irmão.
- Olha quem fala! – respondeu Bill trocando de roupa – Mas conta lá como é que foi o teu sonho com a Miss K…
- Não conta nada… Não quero saber dessas coisas… -
disse Nathalie dando uns últimos retoques em Tom.
- Podias aprender imenso comigo Nat… E o meu maninho é que saía beneficiado… Acho que vou mesmo contar…
- Não, não vais…. Saí daqui… -
disse Nathalie expulsando Tom da cadeira – Estás pronto! Próximo…

Bill sentou-se na cadeira e soltou um som abafado que tanto Tom como Nathalie reconheceram como dor. Tom sentiu-se ferver. Por mais que a violência não fosse uma solução para nada, esperava que Mercier ficasse realmente marcado com as investidas de Bill, porque tudo o que Tom tinha era sede de vingança. Ninguém se metia com o seu irmão e ficava a rir.

- Não achas melhor tomar alguma coisa para as dores? – perguntou Tom – Vais desfilar e passar a manhã e a tarde em entrevistas… Talvez seja melhor!
- Já lhe guardei um comprimido para ele tomar ao pequeno-almoço -
disse Nathalie concentrada na pele de Bill.
- Espero que seja forte… - disse Tom suspirando ao mesmo tempo que se sentava sobre a cama de Nathalie para a ver maquilhar Bill – … Cheira a sexo… É seguro estar aqui sentado?

- Tom!!! –
disse Nathalie enojada com o comentário de Tom – Não tarda nada estou-te a expulsar do meu quarto.
- Não me faças rir… -
disse Bill agarrado à barriga sentindo as dores apoderarem-se de si de forma cruel.
- Desculpa… Não pensei que fosses tão sensível a uma conversa entre adultos… - disse Tom a Nathalie.
- E não é… - disse Bill piscando o olho ao irmão através do espelho.

- Vocês quando estão juntos são de dar com uma pessoa doida… - disse Nathalie acabando por se rir da conversa deles.
- Como a Miss K? – perguntou Tom.
- Por exemplo… - disse Nathalie.
- Estás a dizer que eu e o Bill juntos somos a Miss K? Isso quer dizer que esta noite me estava a comer a mim mesmo e ao meu irmão… E se o Bill também te estava a comer a ti… Estávamos a fazer um menage à trois??? – disse Tom a rir.

- Ai Deus… Dá-me paciência!!! – disse Nathalie ao som do riso descontrolado e característico de Bill.
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sab Dez 04, 2010 11:44 am

capítulo 32: o Bill sempre acha na Nathalie uma maneira de relaxar e esquecer seus problemas e dores. eu gosto demasiado dela, porque não cuida dele com a intenção de o levar para cama. cuida dele como mão, na maior parte do tempo. Bill tem muita sorte de a ter como amiga, até como confidente e amante. só resta saber se este tratamento vai continuar ser o mesmo quando o Bill se relacionar ainda mais com a Nicky. sinto uma pequena e até inocente rivalidade entre as duas.

capítulo 33: meu Deus, a Miss K está mesmo mexendo com o Tom :O até um sonho erótico o coitado teve e tem que se aliviar sozinho. eu fico apreensiva quanto à ela. se ele decepcionar-se quando a ver pela primeira vez? acho que o coitado se interna com uma depressão profunda e nunca mais se engata com outra rapariga por medo.
como sempre, Tom sempre discreto ao falar da vida sexual do irmão e da Nat. dou muitas risadas ao imaginar a cena e sinto muita vergonha alheia. a Nat sempre sofre nas mãos do Kaulitz mais velho. ele não toma mais jeito.
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sab Dez 04, 2010 5:04 pm

Darling-J escreveu:
capítulo 32: o Bill sempre acha na Nathalie uma maneira de relaxar e esquecer seus problemas e dores. eu gosto demasiado dela, porque não cuida dele com a intenção de o levar para cama. cuida dele como mão, na maior parte do tempo. Bill tem muita sorte de a ter como amiga, até como confidente e amante. só resta saber se este tratamento vai continuar ser o mesmo quando o Bill se relacionar ainda mais com a Nicky. sinto uma pequena e até inocente rivalidade entre as duas.

capítulo 33: meu Deus, a Miss K está mesmo mexendo com o Tom :O até um sonho erótico o coitado teve e tem que se aliviar sozinho. eu fico apreensiva quanto à ela. se ele decepcionar-se quando a ver pela primeira vez? acho que o coitado se interna com uma depressão profunda e nunca mais se engata com outra rapariga por medo.
como sempre, Tom sempre discreto ao falar da vida sexual do irmão e da Nat. dou muitas risadas ao imaginar a cena e sinto muita vergonha alheia. a Nat sempre sofre nas mãos do Kaulitz mais velho. ele não toma mais jeito.
AA Darling-J disse tudo KSPOAKSPKAS
Nacda como uma bela dose de humor pela manha né Tom ? tongue
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Seg Dez 06, 2010 12:01 am

HaLLoOoOoOooo \o/ \o/ \o/


DaRLiiiiiiiNg
É... de facto o BiLL tem muita sorte em ter a Nat como amiga, confidente e amante... eles são mm muito amigos e eseriam kapazes de tudo um pelo o outro... e se pelo kaminho podem it desfrutando do prazer da companhia intima um do outro e se sentem à vontade kom isso... pk n?? Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
Hmmmm..... Vc preve uma rivalidade entre a Nat e a Nicky??? Isso pode ser bem interessante =)

Oh YeAhHhhHhhhh O Tom já anda sonhando kom a menina e tudo Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil E pelos vistos ela deixa ele bem transtornado... tanto k ele tem de se aliviar sozinho =) =) =) Tomara k ela n seja mesmo uma decepção.... embora se for... seria engraçado ver a reacção do Tom, vc n axa?? Rolling Eyes
LolOLololOlolOL A Nat muito sofre kom esses KAulitz, mas kem nos dera a nós sofrer komo ela, né?? haha haha haha


CaTaRiNaaAAaa
LolOLOlololOLolOL Sem dúvida k um sonho bem molhado deixa o Tom com um humor estupendo haha haha haha haha


* * * KiSsEsSssSsS * * *




34




Sentia-se tão nervoso como quando tinha subido a um palco pela primeira vez. Estava envergonhado, ligeiramente tímido, mas com uma adrenalina a correr-lhe nas veias que o deixava absolutamente imparável. Não sentia dores, não se lembrava dos problemas que tinha na sua vida, não sabia de nada excepto do facto de estar prestes a entrar em cena e abrir o desfile dos DSquared2. Sentia-se bem dentro do fato que os irmãos Dean e Dan lhe tinham criado, tinham sido capazes de na sua extravagância criar algo que assentava em Bill e na sua personalidade que nem uma luva. O fato conferia-lhe poder, sentia-se relevante e se dependesse de si tornaria aquela sua primeira experiência como modelo em algo absolutamente memorável.

Recebeu força e motivação dos irmãos Caten e sentindo o seu corpo estremecer, respirou fundo e entrou para dentro do grande elevador de grades que o levaria a descer sobre a passerelle. Começou a ouvir uma música soar e poucos segundos depois sentiu o elevador começar a descer. Estava realmente nervoso com aquela experiência, mas muito excitado. Chegou à passerelle por entre palmas, flashes e o clamor de aqueles que se reuniam ali naquela manhã para assistirem ao lançamento daquela colecção. Sentia o corpo tremer. Só pensava no que poderia correr mal. E se tropeça-se e caísse? A passerelle era de longe a mais comprida que já tinha visto. Encheu-se de coragem e andou de forma determinada ao longo daquele longo corredor. Todos os olhos estavam vidrados em si. Sentia-se grande e poderoso, como se fosse capaz de tudo. Estava cada vez mais aliciado e confiante e percorrendo o espaço que lhe era destinado, sentiu-se cada vez mais natural e à vontade, como se aquele fosse um dos seus palcos. Parou na extremidade da passerelle e pousou para que pudesse ser observado e fotografado. Procurou ser o mais profissional possível e deu uma volta sobre os seus calcanhares para regressar ao seu ponto de partida. No caminho de regresso procurou Tom por entre a multidão que rodeava a passerelle, mas o nervosismo e a excitação não permitiram que Bill o encontrasse. Regressou para o backstage e sentiu-se irrequieto e desassossegado. Desejava voltar a entrar e desfilar uma vez mais. Sentia uma energia excitante percorrer-lhe o corpo, era capaz de se habituar àquela sensação. Dean e Dan foram felicitar Bill pelo seu brilhante trabalho e juntos assistiram à continuação do desfile para no fim desfilarem juntos, lado a lado com a sua criação. Bill tinha acabado de colocar os DSquared2 na boca do mundo…


* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *


Sentia-se nervoso e inquieto. Bill transmitia-lhe o nervosismo e a adrenalina que lhe corria nas veias. Estava desejoso de ver o seu irmão mais novo desfilar e provar a todos que era um homem dedicado à arte em todas as suas diferentes facetas. Bill tinha uma veia artística desperta pelos cinco sentidos. Era incrível como ele era dotado para a imaginação e criação. Naquele dia por mais que não fosse desfilar nada seu, tinha sido a inspiração para um fato que merecia ser apelidado de alta-costura pelos pormenores e o mundo de fantasia que evocava. Já tinha visto Bill vestido com ele mais do que uma vez, mas acreditava que ver o seu irmão na passerelle ao som dos Tokio Hotel iria provocar um efeito significativamente diferente.

Os fotógrafos amontoavam-se à sua frente para lhe tirarem fotografias e alguns jornalistas procuravam chamar-lhe a atenção e pedir a permissão de Tom para uma entrevista a seguir ao desfile. Tom sorria de forma educada. Estava demasiado nervoso para conseguir pensar em fosse o que fosse sem ser no seu irmão e naquilo que ele sentia naquele momento em que estava prestes a estrear-se em cima de uma passerelle. Assim que ouviu a música começar a soar sentiu o coração diminuir e olhou para o elevador que começava a descer para ir de encontro à passerelle. Bill parecia uma visão. Estava absolutamente perfeito. Viu-o desfilar com uma segurança e personalidade muito característica dele. Sentia-se orgulhoso. Era o seu irmão. A presença de Bill parecia encher a sala. Estava-lhe no sangue, ele era capaz de chamar a atenção para si mesmo sem o mínimo esforço. Mas naquela manhã Bill parecia um anjo vindo dos sonhos mais profundos, negros e sombrios de um qualquer sonhador.


* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *


Tom entrou no backstage e viu Bill a brindar com os DSquared2. Encaminhou-se até eles e cumprimentou os irmãos gémeos, dando-lhes os parabéns pela belíssima colecção que tinham criado. Virou-se para Bill e deu-lhe um abraço forte. Estava realmente orgulhoso dele.

- O que é que achaste? – perguntou Bill curioso com a opinião de Tom.
- Estiveste mesmo bem… Super à vontade e confiante! Parabéns… - disse Tom recebendo um copo das mãos de Dean para que pudesse brindar com eles ao sucesso da colecção.
- Estava a tremer por todos os lados…
- Mas não se reparou nada! –
disse Dan com um grande sorriso, erguendo os copos para que pudessem brindar.

- Gostava muito que viessem até à nossa loja para celebrar o sucesso do desfile e para um pequeno cocktail de imprensa… - sugeriu Dean.
- Claro! – disse Bill entusiasmado.
- Então vamos-te deixar à vontade a trocar de roupa enquanto tratamos de tudo para ir embora… - disse Dean afastando-se com o seu irmão Dan.

Bill encaminhou-se até ao canto que lhe estava destinado e onde tinha pousada a sua roupa e começou a despir o fato do desfile para vestir outra criação dos DSquared2, mas mais casual. Tom sentou-se numa cadeira a observar o irmão a trocar de roupa enquanto ouvia a descrição da montanha russa de sensações que este tinha experienciado. Quando Bill despiu a parte de cima, Tom viu claramente sobre a sua barriga um negrume que não deixava esconder aquilo que se tinha passado na visita de Bill a Los Angeles.

- Isso está a ficar com mau aspecto… - disse Tom pensando na dor que Bill devia sentir.
- Devia ter posto gelo… - disse Bill passando uma mão sobre a zona pisada.

- Dói-te?
- Não dói assim tanto…
- Não precisas de mentir… -
disse Tom percebendo que o irmão tentava minimizar a dor que sentia.
- … Dói!

- A miúda vale isso tudo?
- A Nicky? –
perguntou Bill vendo nos olhos do irmão a resposta àquela pergunta óbvia – Não foi por ela que o fiz… Foi por mim mesmo! Não me arrependo de nada…
- E não tens medo das consequências?
- Não… Chama-me maluco, mas cheguei a uma parte da minha vida em que sinceramente estou-me bem a cagar para o que os outros pensam, e o Mercier está lixado comigo! Já percebi que tenho de usufruir de tudo o que conseguir deste contrato e uma vez que estou minimamente protegido por ele, vou aproveitar e mostrar àquele otário que se ele quer fazer de mim uma marioneta, eu faço dele um saco de boxe…

- Estás diferente… -
disse Tom apercebendo-se da força e determinação do irmão em enfrentar aquilo que o esperava.
- Recuso-me a ser o coitadinho que está a ser explorado…
- Gosto de te ver assim com força e determinação…
- A força continua escassa… -
disse Bill a rir. Força nunca tinha sido o seu grande forte.
- A física talvez, mas a psicológica está melhor que nunca!

Bill sorriu e deu um abraço forte ao seu irmão. Eram aquelas palavras que o ajudavam a superar tudo o que passava. Era Tom que o inspirava e guiava quando tudo parecia mau de mais para ser realidade.

- E a Nicky perguntou por mim? – perguntou Tom a rir para descontrair o momento.
- Sim… - disse Bill a rir para gozar com o irmão.
- A sério??? – perguntou Tom admirado.
- E a meio da noite acordei com ela a gritar pelo teu nome… - disse Bill a rir.
- Oh, não gozes!!! – disse Tom batendo na perna do irmão.
- E depois quando entrei no quarto ela estava numa mega orgia com a Jessica Alba… - disse Bill a rir, fugindo do alcance da mão de Tom que procurava acertar-lhe novamente.
- Podia ter perguntado… - disse Tom não perdendo esperanças.

- Estás-te a fazer à minha namorada?
- Mas agora estás interessado nela? –
ripostou Tom.
- Não! Mas já agora podias esperar que nós acabássemos para te fazeres a ela, não achas? – disse Bill em tom de brincadeira.
- Vou pensar no teu assunto…

- Porque é que não pensas antes na Miss K…
- Oh meu irmão… É difícil pensar mais nela do que já penso…
- Isso está a ficar perigoso…
- Nem tu sabes o quanto…



* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *


O desfile de Z Zegna chegava ao fim. Bill adorava a marca. Tinha visto diversas peças da nova colecção que não se importava minimamente de adquirir para juntar às que já possuía. Encaminhou-se juntamente com Tom para o backstage, para dar os parabéns ao criador, e foram imediatamente assaltados por mais flashes e câmaras. Parecia que naquele dia a moda de Milão andava à volta dos irmãos Kaulitz e não da moda em si. Bill e Tom sentiam-se imensamente honrados com a atenção que lhes era prestada, e estavam-se a divertir bastante. Todos os problemas tinham ficado no quarto de hotel. O mundo da moda era totalmente diferente daquele a que estavam habituados, por mais que influenciasse e regesse de forma ditatorial o mundo da música.

Bill e Tom viam-se obrigados a dar atenção à imprensa:


Entrevistador: Gostaram do desfile? Z Zegna é uma marca que usem no vosso dia a dia?
Bill & Tom: Claro!
Bill: É uma marca que gosto muito e tenho diversas peças dele.

Entrevistador: Esse casaco que trás vestido já é da nova colecção, certo?
Bill: Sim!

Entrevistador: Como foi fazer a abertura do desfile de DSquared2 esta manhã?
Bill: Incrível! Adorei a sensação… Mas só para que fique assente e registado: não tenciono virar modelo! Foi só uma experiência nova… Que acho que correu bem e diverti-me imenso e não me importava nada de repetir!

Entrevistador: Qual a sensação de ver o seu irmão na passerelle?
Tom: Ele é um animal de palco, seja em que tipo de palco for... Acho que ele estava na praia dele!

Entrevistador: Seria capaz de desfilar?
Tom: Não faz muito o meu género, é mais do Bill, mas quem sabe com uma proposta certa não fosse capaz de aceitar…

Entrevistador: Bill, no passado domingo assistiu à entrega dos Globos de Ouro em Los Angeles. Entre os Globos de Ouro e as entregas de prémios do mundo da música, qual acha que é mais influenciado pela moda?
Bill: Ambos! Cada um à sua maneira. O mundo do cinema é mais glamouroso e procura mais a elegância e o requinte. Na música temos um pouco de tudo, principalmente da moda mais excêntrica e extravagante. Vale tudo!

Entrevistador: Porque é que a Nicky Fuller não o acompanhou hoje?
Bill: A Nicky é uma pessoa muito ocupada e infelizmente não pôde estar presente…

Entrevistador: A vossa relação tem feito as capas de todas as revistas da actualidade. Pensa um dia mudar-se para a América para estar mais perto da sua namorada?
Bill: Não é algo em que esteja a pensar neste momento!

Entrevistador: A Nicky é considerada uma das futuras divas de Hollywood. A moda é com certeza algo que a influencia. Gosta do modo como ela se veste? Costuma ir às compras com ela e aconselhá-la no que vestir?
Bill: A Nicky não precisa de conselhos de ninguém, ela tem um sentido estético muito apurado e gosto bastante da forma como ela se veste. Mais facilmente precisaria eu dos conselhos dela, do que ela dos meus…

Entrevistador: Ela gosta de o aconselhar no que vestir?
Bill: Felizmente ela gosta de mim como eu sou, tal como eu gosto dela do jeito que ela é… Não mudávamos nada um no outro!

Entrevistador: Porque é que diz: felizmente?
Bill: Porque não sou grande apreciador de conselhos, gosto de ser como sou e vivo bem assim! As pessoas que me rodeiam aceitam-me com todos os meus defeitos e virtudes, e a Nicky não é excepção.

Entrevistador: Obrigado!
Bill & Tom: De nada…



Era incrível como Nicky Fuller se tinha tornado um assunto recorrente em todas as suas entrevistas. Era estranho ter de falar sobre outra pessoa, tanto quanto falava sobre si ou sobre o seu irmão Tom. Ainda não se tinha habituado à presença dela, mesmo quando na realidade ela não estava presente. Estranhamente Bill sentia-se melhor que o costume em abordar o tema Nicky. O facto de se ter aproximado dela fazia com que não se sentisse totalmente mal em falar dela. Era como se em parte já a conhecesse e estivesse apenas a falar da sua amiga Nicky, uma amiga que todos viam como sua namorada.
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Seg Dez 06, 2010 12:52 am

Dikas DESCULPA o atraso Razz

Cap 32: Bill e Nathalie, apesar de muito amigos tem uma relação um tanto aberta não é?!, mas fico pensando e se na verdade estão a gostar um do outro e ainda não perceberam isso, apesar de Bill mesmo falar que sente um carinho imenso por ela. Muito linda a maneira com que ela cuida de Bill.

Cap 33: Tom está a té sonhando com a Miss K agora, coitado, morri de rir aqui, depois do sonho e do banho ele ficou bem animadinho e engraçadinho né.
Os meninos quando se juntam para falar de algo, coitada de quem está por perto (no caso a Nathalie hehehe, imagina quando eram pequenos com a Dona Simone, coitada hehe).

Cap 34: Fiquei preocupada com Bill, se a mancha em seu abdômen for algum machucado interno... não quero nem pensar, adorei a maneira como Tom viu Bill em relação ao desfile.
Esta entrevista ficou muito boa (como tudo), Nicky agora faz parte da vida dos meninos, mesmo estando longe.

Dikas: Tom que me aguarde Twisted Evil, tenho muitos planos hehehe. Bill pode deixar eu e Tom vamos dar um jeito nisso. Ahh em relação ao Tom, pode deixar vou ter cuidado, ou não Twisted Evil já que quem vai me pegar é o Tom (Bill cunhadinho hehehe brincadeirinha), mas vou ter que ter muito cuidado para me manter concentrada em pegar o Mercier isso sim, depois eu e Tom resolvemos o que fazemos... primeiro o dever depois a diversão hehehe (brincadeira).

A cada dia essa fic fica melhor (se é que isso é possível)
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Seg Dez 06, 2010 1:03 pm

esta mancha na barriga está me preocupando. por que ele não procura um médico ou fala com o David sobre o ocorrido? talvez ele possa fazer algo a respeito. não gosto nada de ver um dos Kaulitz sofrendo por pessoas mesquinhas...
aaaaaah, o desfile do Bill *-* como dizem, a primeira vez a gente nunca esquece. eu senti a adrenalina e excitação dele aqui. cara, é um sonho realizado. espero que no futuro, ele desfile como estilista. vai ser muito glamouroso. e o Tom? own, sempre orgulhoso do irmão. quero-te como maninho também, pra cuidar e se orgulhar de mim.
é interessante ver o Bill criar uma espécie de afeto pela Nicky. antes a apreciava como atriz, depois se vê "preso" à ela e começa a desconfiar da lealdade dela e por fim, a vê como uma amiga promissora. eu não sou totalmente a favor da amizade deles, até a Nicky mostrar o seu verdadeiro eu, sem atuações.
e é claro que o Tom tinha que perguntar isso. não vai sossegar até saber que a Nicky perguntou dele, haha. eu ri da parte da orgia. como assim, Bill? queres matar teu irmão antes da hora? o coitado já está subindo pelas paredes por causa da Miss K... não vá fazê-lo subir mais, por favor.
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Ter Dez 07, 2010 11:23 pm

HaLLoOoOoOooo \o/ \o/ \o/


Adriiiiiiiiiii
No problem sweety Wink
LolOLoloOL Hmmm... Axo k sim... A relação do BiLL kom a Nat é memso bem aberta.... LolOLOLolololOL Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil Vc axa k eles podem estar gostando um do outro mais do k o k kerem admitir?? Hmmm..... Rolling Eyes Rolling Eyes Rolling Eyes
LolOLololOL É parece k os sonhos erótikos kom a Miss K deixam o Tom bem aceso e com o humor em alta!!! Venham mais desses haha haha haha
A mãe dos gemeos deve ter sofrido bastante kom essas konversas deles, mas são tão engraçadas!!! LolOLololOL Pagava para ver uma haha haha haha
Tomara k essa mancha não seja nada grave mesmo Shocked
É mesmo..... ker se keira, ker não.... a Nicky veio para fikar!!! Rolling Eyes
LolOLololOLolololOLoloL O Tom diz k adorou a ideia... primeiro a vingança e depis komemoram em grandeeeeee \o\ \o\ \o\ Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil haha haha haha
E ainda mau começou sweety.... Vc vai ver o k vem por aí Twisted Evil



DaRLiiiiiiiNg
Somos 2 sweety.... ver Kaulitz sofrer é koisa k kusta para caramba.... talvez fosse mm mlhor o BiLL prokurar um médiko No
Esse desfile do BiLL foi realmente memoravel, para além de ser o 1º, ele estava lindo de morrer.... parecia um autentiko anjo das trevas.... Meu Deus I love you I love you I love you É mesmo de ter orgulho dele e nakilo k ele faz, e aí do Tom k n tivesse!!! Razz
É, a relação com a Nicky está kaminhando..... e ainda bem k assim é, né??? Pk viver um contrato de 6 meses do lado de alguém k n nos diz nada deve ser horrivel!!! Eles s fikem amigos... se a Nicky for digna dessa amizade Suspect
LlolOLOlolOLolololOLOL O Tom está mesmo subindo paredes, kalker dia anda nos telhados haha haha haha



* * * KiSsEsSsSss * * *



35




Estavam de volta a Hamburg e aos ensaios da banda para a tour que se avizinhava. O espírito do grupo estava ao rubro e os ensaios estavam a decorrer na perfeição, como se aquelas músicas sempre tivessem feito parte do seu reportório. Jost juntava-se aos rapazes naquela tarde para ver como as coisas andavam a correr e dar o seu parecer de amigo e profissional. Estava sentado numa cadeira enquanto vibrava ao som da música dos Tokio Hotel. Georg parecia irradiar felicidade. Gustav atingia a bateria com uma dedicação e entusiasmo que transmitiam energia a qualquer pessoa. Tom parecia fazer amor com a guitarra que acariciava por entre as suas mãos e Bill embora estivesse mais cansado que o habitual, tinha uma energia no seu interior que abrilhantava o estúdio. Jost estava realmente animado com o decorrer dos ensaios, a banda estava em sintonia e todos eles pareciam dedicados e entusiasmados com o começo da tour.

- Brutal! – disse Jost quando a banda parou para fazer um intervalo.
- Achas? – perguntou Gustav passando uma toalha sobre a testa e pescoço para limpar o suor.
- Está muito bom… Acho que não tenho nada a apontar! – disse Jost batendo palmas aos rapazes.
- Fixe! Kaulitzs vou atacar o frigorifico que tenho fome… - anunciou Gustav saindo do estúdio.
- Mas não vais sozinho… - disse Georg seguindo-o.
- Mas o que é isto? Ninguém mete nada à boca sem me pedir autorização… - disse Tom pousando a guitarra para ir atrás deles – E sem o dono da casa estar satisfeito e alimentado convenientemente…

Bill riu-se de Tom e sentou-se numa cadeira ao lado de Jost a beber de uma garrafa de água.

- Não queres ir comer? – perguntou Jost.
- Nem por isso…
- Então podemos falar?
- Claro! –
disse Bill pegando numa toalha, limpando o suor que também ele sentia escorrer do seu pescoço.

- O desfile foi absolutamente brutal… Parabéns! – disse Jost dando uma pancada amigável no ombro esquerdo de Bill.
- Obrigado!

- Como é que estás das tuas marcas de guerra?
- Quase bom… Ainda está negro mas já não me dói… -
disse Bill levantando a t-shirt para mostrar a Jost a sua barriga.

- Isso não tem bom aspecto… - disse Jost contorcendo a cara como se lhe doesse a ele.
- É só de aspecto, de resto está bom… - disse Bill sorrindo, baixando novamente a t-shirt – Sabes alguma coisa do Mercier?
- Não! Tenho evitado falar com ele… Mas espero que tenha ficado bem mal, embora… Aquilo que fizeste foi muito arriscado, não devias tê-lo feito! Tens de te saber controlar Bill…
- Eu sei… Mas desta vez foi mesmo complicado! Ele insiste em provocar-me…
- Vai ser sempre difícil… Tens de praticar meditação…
- Acho que nem o Dalai Lama aguentava o Mercier…

- A não ser que tivesse um contrato com ele….
- Ok… Já percebi a mensagem…. –
disse Bill a rir. Tinha de levar aquele assunto de forma leve.

- Estive a dar uma vista de olhos nas entrevistas de Milão e estiveste muito bem também… Foste massacrado por causa da Nicky, mas já era de esperar, principalmente depois da noite dos Globos de Ouro!
- Pois… Acho que já estou a conseguir levar isto com mais calma… Não custa assim tanto depois de a conhecer melhor. Ela é uma miúda às direitas…

- Divertiste-te?

- Muito… Nem estava à espera de me divertir tanto…
- Ainda bem! No meio desta desgraça toda, fico contente que comeces a olhar para o contrato de outra forma…
- Não te enganes! O contrato continua a mesma nojice de sempre… Mas estou a gostar de conhecer a Nicky e não é um grande sacrifício ir com ela a festas… Estou a seguir o conselho do Tom e a aproveitar para me divertir e tirar o maior partido do que posso…
- Fazes bem! –
disse Jost contente pela diferença de atitude em Bill. Não parecia destorcido, mas sim confiante e batalhador – … E para melhorar as coisas, só umas feriazinhas nas Maldivas, não era?
- Sim… Por favor!!! Estou mesmo a precisar de estar afastado de tudo e todos durante uma semana…. –
disse Bill suspirando – Já marcaste a viagem?
- Para a semana parece-te bem?
- Parece-me perfeito!!! –
disse Bill entusiasmado - … Achas que a comunicação social vai achar estranho a Nicky não ir?
- Talvez, mas vais estar com o Tom! Tens sempre a desculpa de que é o teu tempo a sós com ele, vocês fazem esta viagem todos os anos… Além disso a Nicky vai estar ocupada e não podia ir mesmo que quisesse.
- Vai ser tão bom!!! –
disse Bill batendo palminhas. Imaginar-se nas Maldivas sem preocupações e sem ter nada que fazer parecia realmente o paraíso naquele momento.

- Queres que as boas noticias continuem? – perguntou Jost sorrindo ao ver Bill tão feliz.
- Claro!!!

- Encontrei um advogado perfeito para a Nat!
- A sério? –
perguntou Bill curioso e entusiasmado.
- Seríssimo! Especialista em custódia de menores, e o melhor é que ele é inglês e mora em Londres, o que quer dizer que quando lá formos fazer os ensaios gerais para a tour ele pode aproveitar para nos dar o parecer dele no processo da Nat… - disse Jost – Mesmo assim vamos continuar com o advogado que a Nat já tem, porque além de ser um bom advogado, está mais por dentro do processo e conhece bem as leis alemãs. Assim podem trabalhar em conjunto! Já os pus em contacto um com o outro e esperemos que em breve tenhamos boas noticias…
- Isso era tão bom! Ela está mesmo a precisar de boas noticias…
- Vai correr tudo bem de certeza! Estou mesmo confiante!
- Que bom… -
disse Bill verdadeiramente feliz por poder ajudar Nathalie de alguma forma – Já falaste com ela?
- Sim, está tudo resolvido e tratado. Falei com ela antes de vir para cá…
- Importas-te que lhe vá telefonar? –
perguntou Bill sem conseguir conter o seu entusiasmo.
- Claro que não… - disse Jost a sorrir ao ver Bill levantar-se de forma eléctrica, como só ele.

Bill saiu do estúdio a correr e foi até ao seu quarto para poder falar mais à vontade. Ao pegar no telemóvel, reparou que tinha uma mensagem de Nathalie:


De: Nat

Quando acabares os ensaios telefona-me sff… Beijos



Bill não hesitou. Telefonou de seguida a Nathalie entusiasmado com a ideia de ela ter uma luz ao fundo do túnel e estar cada vez mais perto de poder recuperar o seu filho. A esperança era a última a morrer.

- Estou… - atendeu Nathalie.
- Tudo bem Nat?
- Sim, e contigo?
- Tudo. Os ensaios estão a correr muito bem e as boas noticias não param de chegar… -
disse Bill animado.

- Então?
- O Jost acabou de me dizer que encontrou um advogado perfeito para te ajudar com a custódia do Erik…
- Eu sei… Era sobre isso que queria falar contigo… -
disse Nathalie de forma contida – Eu não queria atrapalhar-te com os meus problemas! Tens sido muito meu amigo, mas tu tens mais com que te preocupar… Não precisas de…
- Nem vale a pena continuares! –
disse Bill interrompendo Nathalie. Já sabia onde iam parar os lamentos dela – Quem te disse que estou a fazer isto por ti?
- Bill…
- Estou a fazê-lo pelo Erik! Porque acho que ele merece estar com a mãe fantástica que tem…

- Como é que eu te posso agradecer? –
disse Nathalie emocionada.
- Eu não preciso que me agradeças… Só quero que tenhas o teu filho de volta… Quando isso acontecer vou ficar muito feliz por vocês…
- E eu ser-te-ei eternamente grata… -
disse Nathalie sem conseguir conter as lágrimas que escorriam no seu rosto.

- Não chores… Não gosto de te ver assim…
- Se estivesses aqui abraçava-te com toda a força que tenho… És bom demais para mim…
- Porque tu mereces… -
disse Bill feliz – Pronta para ir à luta?
- Eu nasci pronta para lutar pelo meu filho…
- Assim é que eu gosto de te ver!!! –
disse Bill entusiasmado e cheio de força para acompanhar Nathalie na luta que tinha pela frente – É guerra que o Patrick quer, é guerra que vai ter…
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Qua Dez 08, 2010 7:22 pm

Atrasadinha, sorry. :/
Cap34: Bill é perfeito, canta, dança, desfila etc.. Esse é um homem de mil e uma autilidades KKKKKKK'
Ele foi perfeito, e pelo visto o Tom sentiu a mesma coisa né ?
Essas coisas de gêmeos me asusta POKSPOKAPOSKPAS.
Nicky é um assunto de rende né ? KKSAPOKS
Cap35: Meus bebes são perfeitos, eles tocam a musica com a alma com tudo o que a de melhor (:
Vamos asaltar a comida dos Kaulitz's Õ/
Será que agora ela recupera a guada do Erik ? TOMARAA xD
Eu com um amigo igual ao Bill estaria feita KKKKKKKK'
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Qua Dez 08, 2010 10:02 pm

Isso ai Bill, toca a vida e deixa o Mercier...., torço muito pra Nath conseguir a guarda do filho e ver esse Patrick catando coquinho. hehehe
Citação :
- Mas o que é isto? Ninguém mete nada à boca sem me pedir autorização… - disse Tom pousando a guitarra para ir atrás deles – E sem o dono da casa estar satisfeito e alimentado convenientemente…
hehehe Tom sempre fazendo graça (adoooro).

Bill espero que seja só a marca mesmo, que não esteja mentindo.

Tô feliz que o Tom aceitou a proposta (sai correndo atrás do Mercier, tá parei).

Dikas fico muito feliz que ainda tem muita coisa por vir (já estou sem unhas agora, imagina com o que vem por aí, mas fazer o que eu adoro essa fic).
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Dez 10, 2010 12:59 am

HaLLoOooOOOo \o/ \o/ \o/


CaTaRiNaAAaAaa
Vc nunca está atrasada sweety I love you
LolOLolOlolOlolOlolOL Vc tem toda a razão... O BiLL é bem perfeitinho, para ser ainda mais perfeitinho só fazendo a fascina da casa e cozinhando na perfeição, mas é melhor não termos grande fé nisso haha haha haha
A Nicky rende e não é pouko..... Mas ainda bem k o BiLL já se vai sentindo mais à vontade para falar sobre ela, é bom sinal Very Happy
Boraaaa... Vamos assaltar a geladeira dos Kaulitz haha
Tomara mesmo k a Nat recupere a guarda do Erik.... Sad
Pk vc estaria feita kom um amigo komo o BiLL???? LolOLolOLOLoL



Adriiiiiiiiiiii
Tomara mesmo k a Nat consiga a guarda do filho e o Patrick katando kokinho parece perfeito para mim LOlOLolOLolOLolOLlOlolOL haha haha haha
O Tom é o pior!!!!! Está sempre fazendo graçinhas de tudo (mas a gente gosta dele é assim, n é?? Twisted Evil )
É bom k o BiLL n esteja mentindo ou ele leva um sermão nosso!!! LolOlolloOL
O Tom tb fikou bem feliz k vc tivesse aceite a proposta Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
LOlOLolOlolOloOL é melhro vc comprar unhas dakelas falsas para kolokar e poder roer à vontade sweety.... haha haha haha




* * * KiSsEsSSSSs * * *




36




O dia de ensaios tinha sido cansativo. Ainda não tinham tido um segundo de descanso desde que tinham regressado de Milão. Bill e Tom encontravam-se deitados no sofá da sala, um com mais preguiça que o outro, e discutiam sobre quem haveria de se levantar para preparar alguma coisa para o jantar, visto que estavam os dois sem vontade de fazer nada.

- Só precisas de ligar o forno e meter uma pizza lá dentro… - disse Bill abraçando uma almofada, mostrando que não estava realmente interessado em levantar-se.
- Tu também… - disse Tom sorrindo.

- Vá lá… Não foste tu, que foste para Los Angeles num dia, fizeste uma noitada, foste no dia a seguir para Milão todo esmurrado, subiste para cima de uma passerelle e passaste a tarde toda a dar entrevistas…
- Eu ofereci-me para ir contigo a L.A., tu é que não quiseste!
- Estava-te a poupar para depois me poderes fazer os favores todos quando regressássemos a casa… -
disse Bill a rir.
- Sabes muito… Mas não sabes assim tanto… - disse Tom a rir – Tenho fome…. Vai lá tratar do jantar…

- Se fores fico-te a dever uma… -
disse Bill na esperança de comprar o seu irmão.
- Hmmm… A conversa começa a interessar-me… - disse Tom sentando-se direito no sofá para ouvir a proposta de Bill.
- Faço o que quiseres…

- Vamos sair amanhã? –
sugeriu Tom.
- Queres ir sair? – perguntou Bill estupefacto.
- Já não saímos há imenso tempo…
- Neste momento só me apetece dormir…
- Tens muito tempo para descansar quando estivermos nas Maldivas… -
disse Tom – Além disso amanhã quando acordares deves estar no teu estado eléctrico de novo e vais ver que arranjas energia para ir dar uma voltinha…

- Tratas do jantar se formos sair amanhã? –
perguntou Bill pensando em ceder.
- Com muito gosto…
- Está bem… Vamos sair… -
disse Bill afundando-se ainda mais no sofá – Agora trata lá do jantar porque eu estou cheio de fome…

Tom levantou-se sem grande vontade de o fazer. Estava realmente cansado mas há algum tempo que andava a precisar de sair e ver gente. Ainda não tinha tido ninguém desde que o ano tinha começado e começava a sentir a falta de um corpo feminino ao pé de si, e que melhor altura para ter companhia que antes de umas férias relaxantes numa das ilhas paradisíacas das Maldivas? Miss K andava a despertar em si a vontade de ter companhia e acabava sempre sozinho todas as noites agarrado a um computador. A sua sorte tinha de mudar.

- Já que estás em pé, podias passar-me o meu telemóvel? – pediu Bill.
- Mais nada? – perguntou Tom alcançando o telemóvel de Bill que estava sobre a mesa de café para lhe passar para as mãos.
- O jantar… - disse Bill a rir.
- Livra-te de amanhã dizer que não queres sair!!! – ameaçou Tom encaminhando-se para a cozinha.

Bill sorriu e deixou que Tom fosse para a cozinha a dizer mal da sua vida de escravo. Pegou no telemóvel e sem hesitar telefonou a Nicky. Há algum tempo que andava com vontade de o fazer. Já não falavam há cerca de uma semana.

- Estou...
- Olá Nicky! Tudo bem? –
perguntou Bill.
- Mais ou menos… - respondeu ela meio cabisbaixa.

- Aconteceu alguma coisa?
- Não me estou a sentir muito bem hoje… Coisas minhas, não ligues! –
rematou Nicky sem querer dar muita conversa - Como estão a correr os ensaios?
- Muito bem e muito cansativos, mas já não vamos ter muitos mais até a tour começar por isso é aproveitar! –
disse Bill entusiasmado.

- O James disse-me que vais para as Maldivas esta semana… Que inveja!!!
- Sim! Estou mesmo a precisar de sair e desaparecer… Acho que percebes…
- Perfeitamente! Se pudesse neste momento fazia a mesma coisa, fugia para um sitio bem longe, onde ninguém me reconhecesse… -
disse Nicky suspirando – Como é que estás da tua barriga?
- Bem! E o Mercier? –
perguntou Bill desejoso de receber uma noticia de morte.
- O James ficou com uma cicatriz na cara! Mas com a quantidade de cremes e pomadas que ele está a pôr, e ao preço que elas são, se a cicatriz não desaparecer dentro de uma semana é porque aquelas coisas não valem mesmo nada e é só publicidade enganosa… - disse Nicky a rir – O James sempre foi muito vaidoso e tu estragaste-lhe a beleza e harmonia facial…
- Nem sabes como tenho pena em ouvir isso… Para a próxima já sei onde acertar!

- Para a próxima??? –
perguntou Nicky espantada – Nem penses que vai existir uma próxima!!!
- Estou a brincar… -
disse Bill a rir.
- Não estás, não!!!
- Ok… Não estou a brincar… -
reforçou Bill por entre risos – Mas se for preciso já sei que a cara é mesmo um ponto fraco para ele. É bom ter alguma vantagem sobre o nosso inimigo…

- Detesto que fales assim… -
disse Nicky sentindo-se mal por estar sempre entre Bill e James sem poder fazer nada.
- Desculpa…
- Não tens de pedir desculpa… Eu conheço bem o James e sei que quando ele nos quer irritar e provocar, fá-lo de forma profissional… Mas não consigo deixar de detestar ouvir-te dizer essas coisas…
- Ok… Não toco mais no assunto! –
disse Bill que estava demasiado cansado para tentar perceber melhor o que levava Nicky a ser tão permissiva com tudo o que Mercier dizia e fazia – … O que é que tens andado a fazer?
- Olha acabei de gravar uma mensagem a apelar à ajuda no Haiti… Sabes aquele grande concerto que vão fazer para angariar fundos?
- Sim…
- Convidaram-me para ir atender os telefones e ir lá deixar uma mensagem em directo mas não estou mesmo num dia em que me apeteça dar conversa a ninguém…

- Então devo-te estar a chatear…

- Não! Já não falávamos há algum tempo e já tinha pensado em telefonar-te, mas não tenho parado de um lado para o outro! Por acaso agora apanhaste-me numa boa altura… Logo tenho os Screen Actors Guild Awards…. Nem sabes a vontade que tenho em ir…
- Deve ser tanta quanto a que eu tenho para ir aos NRJs… -
disse Bill a rir – Mas felizmente eles começaram a arranjar uns problemas e eu consegui safar-me bem…
- Quem me dera… -
disse Nicky suspirando – Neste momento sinto imensa inveja de ti…
- Acredita que não tens razões para isso!
- Não tenho razões? Conseguiste escapar-te aos NRJs, vais para as Maldivas… E não me deixes começar a falar daquele desfile brutal em Milão… Estavas perfeito!!! Parabéns!
- Obrigado. Diverti-me imenso!

- Bill tenho que ir… Estão a chamar-me para ir arranjar o cabelo… Vês como tenho razões para te invejar? –
disse Nicky – Só me apetece ficar em casa enfiada debaixo de uma mantinha bem quente a ver um filme…
- Vais ver que ainda te vais divertir e que depois ainda te escapas para casa sem ninguém dar por isso…
- Podes crer… Beijinhos Bill. Boa viagem para as Maldivas e aproveita o sol por mim…
- Obrigado! Beijinhos Nicky! –
disse Bill momentos antes de desligar.

Seria impressão sua ou Nicky parecia realmente em baixo e descontente com a sua vida? Estaria a passar-se alguma coisa? Será que ela ainda não confiava em si ao ponto de lhe contar o que a estava a incomodar assim tanto? Era estranho perceber algo tão nitidamente através da voz de Nicky. Podia não a conhecer há muito tempo, mas era claro que ela não estava bem, qualquer que fosse o seu problema…



* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *


- É sempre a mesma coisa… Quem cede sou sempre eu… Tom isto, Tom aquilo… Só falta mesmo ser tratado como escravo… - murmurava Tom enquanto se encaminhava para a cozinha para pensar no que ia fazer para o jantar.

Ligou o forno e abriu o congelador para ver o que podia fazer que fosse rápido e não lhe desse muito trabalho. Viu uma embalagem de lasanha com bom aspecto e pegou nela. Pousou-a sobre a bancada da cozinha, fechando o congelador de seguida. Por mais cansado que estivesse e lhe custasse ter de tratar do jantar, estava contente por ter conseguido negociar com Bill a noite de prazer que se avizinhava. Se não encontrasse companhia do seu agrado na noite a seguir, ia recorrer à sua extensa lista telefónica. Precisava mesmo de estar com alguém. Abriu a embalagem da lasanha e colocou-a num recipiente de levar ao forno. Colocou-a lá dentro sem paciência para esperar que o forno aquecesse e regressou à sala. Ao entrar reparou que Bill estava entretido a falar ao telefone. Resolveu continuar o caminho até ao seu quarto e pegou no computador para o levar consigo para a sala. Quando regressou à sala, Bill continuava agarrado ao telefone. Tom encolheu os ombros e foi até à cozinha. Sentou-se na mesa da cozinha e ligou o computador. Há muito tempo que não tinha paciência para o ligar e ver o seu e-mail. Devia ter notícias de Miss K com toda a certeza. Por mais cansaço acumulado que tivesse, daquele dia a sua curiosidade não passava. Acedeu à conta de e-mail que ela lhe tinha criado e lá estava uma mensagem à sua espera…


Querido Tom,

Pensei que já tivesses percebido que a pimenta é mesmo o meu condimento preferido, mas vejo que ainda estás com dúvidas. Talvez te precise de dar algo mais… Queres mais? Porque é que não experimentas procurar-me no MSN? Tenho estado lá à tua espera este tempo todo… E garanto-te que a cada dia que passa estou mais desejosa de falar contigo!

Love,
Miss K



Tom levou as mãos à boca. Como é que nunca se tinha lembrado de procurá-la no MSN ou numa rede social? Fazia todo o sentido que ela quisesse chegar até si de todas as maneiras possíveis, depois de tudo o que ela já tinha feito. Ligou o MSN colocando-se offline e lá estava ela à sua espera. Sentiu uma onda percorrer o seu corpo. Aquela rapariga dava-lhe mesmo a volta a cabeça e a simples possibilidade de poder falar com ela em tempo real era algo que o deixava deveras ansioso. Queria saber se ela era tão atrevida e se tinha sempre uma resposta preparada na ponta da língua como em todos os seus e-mails. Tinha a certeza que não sairia desapontado com ela. Podia abrir um chat com ela naquele momento, estava desejoso disso, mas ao mesmo tempo não queria ceder. Se falasse com ela ia ficar ainda mais interessado e excitado e não se ia concentrar naquilo que naquele momento importava. Além disso tinha prometido a Bill que não levava o computador para as Maldivas e se começasse agora a falar com ela, seria impossível abandoná-la durante uma semana. Sabia-o pelo grau de excitação crescente que sentia percorrer o seu corpo ao saber que estava a um simples click dela. Desligou o MSN e ficou feliz por saber que ela estava à sua espera incondicionalmente. Acedeu novamente ao e-mail e resolveu dar-lhe uma resposta para que ela não ficasse sem noticias suas por muito mais tempo.


Miss K,

Gostei do teu incentivo. O teu condimento é sempre bem-vindo! Infelizmente nos próximos tempos não vou poder ir ao MSN porque estou ocupado, mas garanto-te que assim que puder passo por lá para pormos a conversa em dia… Tens muito para me contar sobre ti!

Tom
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Dez 10, 2010 11:47 am

haha, I LOVE THIS!!!
tenho dito xD
mas daqui a uns capitulos vou-me chatear dikas, vou andar revoltada contigo, pelo que fizeste xD
aiai xD

bjz**
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Dez 10, 2010 2:24 pm

Que preguiçosos KKKK'
Sair né Senhor Tom Kaulitz. Estou de olho nem você rum.
O que será que esta acontecendo com ela ? É alguma coisa importante ?
Quando um não liga o outro já sente falta, isso esta começando e ficar serio KSPOAKSOPKA bricandeira (:
Conversa pelo msn ? huuum sei. Vau ter Webcam ? Ai fica mais facil né Tomzinho KKKKK'
Isso estar é TENSO.
AAAAAAAAAh as belas malvinas. (:
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Dez 10, 2010 6:28 pm

Meninos, sem a dona Simone para os alimentar eles disputam até para ver quem faz a janta, hehehe
O que está se passando com a Nicky?
e a Miss K, finalmente resolveu falar com o Tom por mais tempo hehehe (logo agora que ele vai viajar e não vai levar o computador Razz ).
Quero só ver, Bill concordou em sair com Tom.

Dikas, é mesmo nós gostamos dele assim como é Twisted Evil hehehe
ahh já comprei estas unhas, mas também não adiantou (incomodava e acabei roendo também)

ahh quero mais please....
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Sex Dez 10, 2010 6:35 pm

este estado de preguiça dos Kaulitz lembrou muito o meu. a única diferença é que não tive ensaios para uma incrível turnê, infelizmente. mas eu imagino eles jogados no sofá, com a barba por fazer, o Bill sem maquiagem e quase brigando para decidir quem ia fazer o jantar. por que eles não ligavam para algum restaurante e faziam alguns pedidos? poupava-lhes muito tempo. eu acho. ou até ligar para o McDonald's Wink
a Nicky para baixo? o que anda acontecendo com ela? será que ela recebeu algumas ameaças do Mercier ou simplesmente se cansou da vida que leva? tudo pode estar acontecendo e ela preferiu guardar tudo para si. e por que ela não se abre com o Bill? tenho certeza que ele sempre sabe o que fazer...
ai Tomzinho... tu ainda vais quebrar a cara por causa dessa Miss K. se fosse tu, não criaria tantas esperanças a volta dela. se ela for uma aproveitadora e tu for só uma isca? é melhor tomares todos os cuidados e não deixar a situação fugir do controle. sei que ele vai continuar subindo pelas paredes, até quando não tiver uma one night stand das boas. engraçado seria se ele gemer o nome dela no ápice KKKK coitada da rapariga que estiver com ele na hora.
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MensagemAssunto: Re: [FF] - Kampf der Liebe   Seg Dez 13, 2010 9:52 pm

HaLLoOoOoOoOoo \o/ \o/ \o/


MiNiMacKy
BiGaDaaaaaaaaaaaa sweety I love you I love you I love you
LolOLolololOlolOL Euuuu???? Não tenho nada a ver kom isso......... koff koff!!!!
Bem... AMO a tua assinatura I love you I love you I love you I love you I love you I love you I love you I love you I love you I love you


CaTaRiNaAaAa
LolOLololOL Mas são os preguiçosos mais lindos do mundo I love you I love you I love you
Pois.... O Tom é muito espertinho!!!! Pensa k sabe muito mas a gente topa tudo!!!
Tomara k n seja nada importante.... Suspect
UuUuUHhHhhhh.... Conversa de MSN com direito a webcam leva o Tom à loukura Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
E Viva as Maldivasssssssssssssss Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil


Adriiiiiiii
LolOLOLololOL Sem a D. Simone para fazer tudo, eles têm mesmo d diskutir e ser preguiçososssss!!!
Tomara k n seja nada sério Suspect
A Miss K ker dar um passo em frente...... O Tome stá dificultando as koisas mas roendo.se por dentro Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
LolOLOLOlolOLOloOL gente então não sei mesmo.... tem de komeçar a roer as unhas da sua mãe, pai, irmãos, cão.... LolOLolololOL haha haha haha


DaRLiiiiiiiNg
LolOLololOlololOL Lembra a sua preguiça e a minha sweety.... Eu tb sou assim, mas ser assim kom os Kaulitz é muito melhorrrrrrr Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil Agora.... Vou ter de discordar kd fala na barba por fazer do BiLL..... K barba??? Os três pelinhos k ele tem?? haha haha haha
Hmmmmm..... Kem sabe o k akonteceu kom a Nicky?? Suspect Suspect Suspect Tomara é k n seja nada sério...
Pois..... O Tom bem tentou manter distância mas agora a distância é kurta.... e ele n parece kerer k ela fike mt maior LolOLololOL É bom k ele tome kuidado mesmo... ele n faz ideia kem a Miss K é Suspect
LolOLOLololOLolOL Mas isso era muito engraçado... Ter o Tom gemendo pela Miss K na kama kom outra..... K escandalo haha haha haha haha




* * * KiSsEsSSSs * * *





37




Finalmente poderia dar asas à excitação que tinha vindo a concentrar no seu corpo nos últimos tempos. Bill não tinha colocado nenhum entrave em sair e procurar alguma diversão antes de partirem rumo às Maldivas. Percorria o espaço com o olhar à procura de um corpo que correspondesse ao seu imaginário, mas nenhum parecia agradar-lhe ou ser suficientemente parecido com o de Miss K para lhe chamar a atenção. Teria de recorrer a um corpo alternativo, um corpo que o fizesse suar e sentir-se vivo. Observou com atenção e reparou numa mulher que se encontrava sozinha sentada no bar a falar com o bartender. Tinha um sorriso desafiante. Olhou para Bill e sorriu com um ar perverso.

- Já me vais deixar? – perguntou Bill compreendendo o que aquele sorriso queria dizer.
- Sabes perfeitamente que ando a precisar de uma companhia… Tenho de fazer pela vida… - disse Tom bebendo de um só trago o conteúdo do seu copo.

- Quem é a vitima? – perguntou Bill procurando com o olhar adivinhar quem tinha despertado o interesse do seu irmão.
- Vitima? Acho que querias dizer: Quem é a sortuda?

Tom fez sinal a Bill apontando para a mulher que sentada ao bar, envergava um vestido acima do joelho preto e básico, mas com um decote convidativo.

- Está no papo! – disse Bill. Era uma mulher mais velha que eles, devia ter à volta de trinta anos e ser solteira. Estava claramente a tentar engatar o bartender musculado. Ia ser uma presa fácil demais para o seu irmão.
- Achas que é assim tão fácil? Gostava de te ver ir lá…

- Isso é um desafio? –
perguntou Bill contente com a possibilidade de tornar a sua noite mais interessante.
- Sim… Desafio-te a ires lá e a deixá-la aos teus pés… - disse Tom com o ego em alta.
- Fechado! – disse Bill estendendo a mão ao irmão para que ele a apertasse em forma de acordo.

Bill levantou-se e ajeitou a sua roupa ao mesmo tempo que olhava para o irmão com um ar desafiador. Não tinha qualquer interesse em arranjar uma companhia naquela noite. Não era tão liberal como o seu irmão, mas porque não treinar os seus dotes de engate e divertir-se um pouco? Tinha tanto direito de o fazer como qualquer outra pessoa. Era livre e disponível para amar, mesmo que sobre o olhar público a conversa fosse diferente. Aproximou-se com cautela e colocou-se ao lado dela, olhando-a de forma intensa. Ela sentia-se ligeiramente incomodada. Ao início parecia querer ignorar o seu olhar, mas a insistência de Bill não lhe tinha deixado outra alternativa senão retribuir o olhar com alguma dose de admiração e espanto ao aperceber-se que era Bill Kaulitz o rapaz que procurava tentá-la.

- Sozinha? – perguntou Bill com uma voz suave e bem colocada.
- Por enquanto… - disse ela virando-se para Bill, interessada em saber se naquela noite teria a sorte da sua vida.

- Não acredito que o seu namorado a deixa sair sem estar presente… Eu teria receio…
- Ele não é ciumento… -
disse ela brincando com o copo de Martini que tinha entre mãos. Estaria Bill Kaulitz a fazer-se a si? Ia ser uma noite deveras interessante…

Bill sorriu. Tinha-a na mão. Se quisesse aquela mulher e aquele corpo seriam seus naquela noite. Mas mesmo sabendo que ela estava receptiva a si, não sentia qualquer vontade de estar com ela. Era racional demais para isso. Lembrou-se de Nicky Fuller e do seu contrato e autoflagelou-se mentalmente por ter sido estúpido ao ponto de ter aceite aquele desafio de Tom. A sua vida estava demasiado complicada para se colocar em risco. Se aquela mulher viesse a público dizer que tinha sido seduzida por si, os seus problemas iam crescer de forma estrondosa. Tinha de se recordar que nos próximos seis meses era um homem aparentemente comprometido e que não podia sequer pensar em seduzir outra mulher sobre a pena de estragar tudo o que tinha construído até então. Sorriu discretamente e mudou a sua postura de forma notória. Tinha de cortar aquela conversa por ali mesmo.

- Quem saí a perder é ele… - disse Bill virando costas a ela, meio atrapalhado com o modo como fugia.

Encaminhou-se de volta ao sofá onde Tom estava sentado e ao chegar perto do seu irmão reparou que ele se estava a rir e a gozar com a situação.

- Não te rias… - disse Bill sentando-se do seu lado constrangido – Ela é comprometida…
- E??? –
perguntou Tom ainda a rir com o ar do irmão gémeo.
- E eu também…. Lembraste?

- Ohhh… O Bill a ser fiel à sua Nicky Fuller… Tão querido!
- Cala-te! –
disse Bill batendo com o punho do ombro de Tom enquanto ele se continuava a rir – É muito arriscado. Nos próximos seis meses tenho de me lembrar que tenho uma namorada e que não posso andar a fazer-me a uma mulher só porque tu me desafias… O que é que eu fazia se ela fosse para os jornais contar o que se tinha passado? E se o Mercier tiver alguém a seguir-me? Prefiro não arriscar…

- Está no papo!
repetiu Tom a gozar com o modo seguro como Bill tinha falado momentos antes.
- E estava! Acredita que nem precisava de ter aberto a boca…

- Ela está a olhar… - disse Tom apercebendo-se que o seu irmão tinha mesmo causado uma impressão na sua presa.
- Que vergonha… Virei-lhe as costas e desapareci a meio da conversa…. – disse Bill virando a cara como se isso fizesse com que ela já não o visse.
- Ainda pensa que a estavas a provocar para ver até onde ela aceitava ir… - disse Tom que entendia bastante dos jogos de sedução.

- E agora? – perguntou Bill inexperiente em matérias de engate.
- Agora alguém tem de se sacrificar em nome da família para evitar escândalos… - disse Tom levantando-se, ao mesmo tempo que piscava o olho a Bill – Observa e aprende…

Bill ficou de boca aberta ao ver o seu irmão encaminhar-se até ao bar. Tom humedecia os seus lábios e sorria de forma sedutora para a mulher que era o alvo do seu prazer naquela noite. Ela parecia estar interessada em saber o que levava Tom até si e o porquê dos irmãos Kaulitz estarem tão empenhados em chamar-lhe a atenção. Tom estava a adorar cada momento, e tal como Bill tinha dito: estava no papo. Colocou-se ao lado dela e sobre o seu olhar atento e admirado, apoiou os cotovelos sobre o bar e chamou o bartender.

- Posso ajudá-lo? – perguntou o empregado do bar.
- Queria duas bebidas iguais às desta senhora… - disse Tom apontando para o Martini dela, percebendo que ela estava totalmente atraída a si e olhava-o de alto a baixo.

Tom esperou que o bartender fosse tratar do seu pedido e virou-se de frente para ela, para se dar conta que ela o observava claramente entretida, enquanto brincava com a azeitona do seu Martini. Tom olhou para os seus lábios pintados de vermelho e lembrou-se do batom vermelho que figurava em todas as fotografias que Miss K lhe enviava. Adorava poder prová-lo.

- Dá-me o prazer da sua companhia? – perguntou Tom mordiscando ligeiramente o piercing que tinha sobre o lábio inferior.
- Se não tiver medo que eu morda… - disse ela sorrindo de forma atrevida.
- Sou um homem destemido…
- Ao contrário do seu irmão! -
disse ela olhando para o sofá onde Bill estava sentado, a observá-los com atenção.
- O meu irmão é um homem inteligente… Veio estudar o terreno para que eu pudesse fazer a minha entrada… - disse Tom aproximando-se ligeiramente dela.

- Quem me dera ter um irmão daqueles… - disse ela sentindo-se hipnotizada pela densidade do olhar de Tom. Que poder tinha ele nos seus olhos?
- Não diga isso… Não se deve desejar o incesto a ninguém…
- Duvido que o seu irmão estivesse interessado em mim…
- Não me estou a referir a ele… -
disse Tom agradecendo as bebidas que o bartender acabava de lhe entregar, oferecendo de seguida um novo Martini à sua companhia – À nossa?

Tom ergueu o seu copo e sobre um sorriso cativante, chocou o seu copo com o dela e bebeu de um só trago o conteúdo do seu copo. Estava fascinado com os lábios avermelhados dela.

- Tanta sede concentrada num só corpo… - disse ela observando o modo como Tom bebia de uma vez só o conteúdo do seu copo.
- Muita! - disse Tom aproximando-se um pouco mais dela, ao ponto de a sua roupa roçar ao de leve nas pernas a descoberto dela – Às vezes tenho uma sede incontrolável…
- E como é que consegue satisfazê-la? -
perguntou ela com um ar atrevido.
- Em privado… - disse Tom pousando a mão sobre uma perna dela.

- Calculo que ainda esteja sedento… - disse ela colocando uma mão sobre a mão que Tom tinha na sua perna como que incentivando a que ele continuasse aquilo que queria fazer.
- De forma praticamente visível…

Ela sorriu e olhou para as calças de Tom com um ar guloso. Nunca se tinha imaginado nos braços do irresistível Tom Kaulitz, mas a ideia de o ter para si naquela noite parecia-lhe um autêntico sonho. Como seria capaz de recusar? Pegou no copo que tinha pousado sobre o bar e de um só trago, verteu todo o liquido para o interior da sua boca.

- Parece que não sou só eu que tenho sede… - disse Tom sorrindo de forma atrevida ao mesmo tempo que sentia a sua mão ser ligeiramente puxada de forma a que deslizasse sobre as pernas dela – Talvez devêssemos procurar matar a sede....
- Talvez… -
disse ela soltando a mão de Tom para se levantar.

Tom passou a língua sobre o piercing que habitava os seus lábios e virou-se ligeiramente para trás para olhar para o seu irmão gémeo que estava de olhos pregados em si. Sorriu-lhe ao mesmo tempo que levantava uma sobrancelha demonstrando o seu agrado. Bill perceberia o seu gesto sem necessitar de explicações. Observou-a pegar na sua mala e encaminhar-se até às casas de banho do bar, e não hesitou em segui-la. Entrou na casa de banho e ficou contente por não se ter cruzado com ninguém no seu interior. Era arriscado procurar ter relações numa casa de banho pública, mas deveras excitante. Ela estava já no interior de um dos compartimentos com a sua mala pousada sobre o tampo da sanita.

- Parece-lhe um sítio onde a sua sede possa ser saciada? – perguntou ela baixando a alça direita do vestido, para que ela caísse sedutoramente sobre o seu braço.
- Quando temos sede o local é secundário… Desde que ela seja extinta! - disse ele entrando para o interior do compartimento, fechando a porta para que ficassem a sós.

Virou-se de frente para ela e observando aqueles lábios que o estavam a tentar, e o modo sedutor e repleto de desejo como ela o olhava, encostou-a contra uma das paredes do compartimento e segurou nas mãos dela, colocando-as encostadas à parede, presas sobre o topo da cabeça dela, e atacou os seus lábios sem mais demora. O modo como ela o beijava denotava o orgasmo sensacional que se preparava para ter. Estava já demasiado excitado para ficar tempo demais em jogos de sedução. Sentiu um pé dela subir sobre o meio das suas pernas e o seu joelho roçar as suas partes mais íntimas e sentiu-se demasiado abrasado. Precisava de a ter. Largou as mãos dela e procurou nos seus bolsos um preservativo, sem qualquer tipo de sucesso. Seria possível estar prestes a consumir o seu desejo e não ter como fazê-lo? Sentiu as mãos dela desapertarem-lhe o cinto e as calças e os seus lábios apoderarem-se do seu pescoço e lábios de forma selvagem e ponderou a hipótese de continuar, mas não podia, não era maluco o suficiente para colocar a sua saúde em risco. Afastou os seus lábios dos dela e olhou-a com um ar desiludido.

- Estamos com azar… - disse Tom – Será que há uma máquina de preservativos aqui?
- Não te preocupes… Eu tenho tudo o que precisamos… -
disse ela pegando na sua mala para retirar do seu interior um preservativo e rasgar a embalagem com os dentes, mostrando o quão impaciente ela também estava.

Tom sorriu. Uma mulher prevenida vinha sempre a calhar. Levantou ligeiramente o vestido dela, baixando as suas cuecas, ao mesmo tempo que a via tirar o preservativo de dentro da embalagem e se preparava para o colocar em Tom. Esperou que ela acabasse o seu serviço e pegando na perna direita dela, para a colocar sobre a sanita, entrou dentro dela sem demoras. Estava ali pelo sexo e para o sexo. Sentia saudades de se firmar no interior de alguém e o modo como ela estava receptiva a si e ao seu corpo, estavam a deixá-lo demasiado excitado. Ou seria aquele batom vermelho e o modo como os seus lábios o beijavam e esborratavam aquele avermelhado? Ouvia-a gemer de forma contida à medida que entrava no seu interior de forma rápida e eficaz. Sabia como se comportar naquele tipo de encontros e sabia o que queria, o que lhe era esperado e como o atingir. Ouviu a porta da casa de banho abrir e parou repentinamente. Não podia ser descoberto no interior daquela casa de banho ou seria alvo de um escândalo a nível internacional. Colocou uma mão sobre a boca dela para que nenhum som fosse emitido, e colado ao corpo dela, esperou que quem tinha acabado de entrar fizesse o que tinha a fazer e saísse o mais rapidamente possível. Sentia-se abrasado com o calor que lhe percorria o corpo e tinha uma vontade imensa de dar asas àquilo que ainda agora tinha começado. Assim que ouviu a porta da casa de banho abrir e fechar novamente, empurrou a mala que estava sobre o tampo da sanita e sentou-se nele puxando o corpo dela para cima do seu. Precisava de continuar e atingir o orgasmo que tanto desejava. Sentiu-a subir e descer sobre a sua zona pélvica com uma destreza incrível e não tardou a sentir os primeiros indícios de que em breve estaria finalmente a dar de si. Pegou na cabeça dela com uma mão e levou os seus lábios vermelhos até si. Precisava de a beijar o máximo que conseguisse. Aqueles lábios estavam a deixá-lo louco. Impulsionou a sua pélvis com vigor para o interior dela e numa questão de segundos sentiu-se atingir por um orgasmo revitalizante. Sentia-se tão preso ao prazer e ao desejo carnal que nem se importou com o facto dela ter retirado prazer ou não com o encontro deles. Estava de regresso e pronto para acolher o novo ano de braços abertos, com ou sem Miss K.
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