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 FF - Blessed Love

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Catarina Kretli
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MensagemAssunto: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 2:46 pm




Título: Blessed Love
Autora: Anne Kaulitz (não sou eu ¬¬')
Classificação: +16
Gêneros: Comédia, Romance


Sinopse: Depois de se envolver em um escândalo por agressão à uma "fã", Tom Kaulitz se vê obrigado a passar 300h de sua vida prestrando serviços comunitários em um orfanato. Lá, além de ter que arrumar a bagunça e aturar o choro das crianças, terá que testar a sua paciência, ao se deparar com uma mulher "estranha" que o ignora e o trata como "lixo", tudo isso sem dar nenhuma explicação. Não satisfeito de ser mal tratado sem saber o porquê, ele corre atrás na tentativa de descobrir o motivo por trás de tanta arrogância, e acaba descobrindo, além de tudo, o significado do amor.


Tem alguém ai ?? *O*


Última edição por Catarina Kretli em Seg Nov 15, 2010 2:48 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 2:47 pm

Posta sim, eu leio ^^
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AnaCarolina_ff
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 2:55 pm

Nossa, que sinopse intrigante...
Posta sim.
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 3:02 pm

Postaaaa liebe *-*
demorou ;D
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 3:07 pm

Posta!
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 5:52 pm

cadê a fic?
já deveria estar aqui U-U
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 6:00 pm

Eu quero ler!!!!

cadê a fic???
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 6:10 pm

claro que leio Very Happy
posta logo
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Catarina Kretli
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 6:13 pm

Obrigada pelos comentarios *O*
Então lá vai o primeiro capitulo (:
_____________________________________


- Casar ?



O sol brilhava alto no céu de Hamburg, Era verão, e o calor que fazia era quase insuportável. Na praia as ondas estavam boas e na areia as pessoas deslocavam-se de um lado para o outro, procurando por um lugar para se acomodar. Ali era o lugar onde todos esqueciam as suas diferenças, seus aborrecimentos, suas desavenças e preocupavam-se apenas em se divertir, relaxar, e esquecer mesmo que apenas por um momento, dos problemas que carregavam em suas costas.
-Bem, quem quer ser o próximo?- Uma senhora de meia idade perguntou, chamando a atenção de todos, principalmente dos que olhavam pela janela para a imagem convidativa da praia. A mulher olhou para todos os rostos ali presentes, e encontrando seu alvo, apontou em sua direção. –Que tal você? Sim você mesmo que está olhando para os lados. - falou, ao ver que quem escolhera olhava ao redor, esperando a manifestação de alguém ao seu lado. O escolhido ajeitou-se na cadeira e percebendo o olhar de todos sobre si, pôs-se a falar.
-Oi, meu nome é Tom...- apresentou-se.
-Oi, Tom.- responderam em coro.
-Bem.. Eu não sei exatamente como devo falar isso, mas..- foi interrompido por uma luz vinda do seu lado esquerdo. Virou-se em busca da luz, e viu uma mulher segurando uma maquina digital apontada em sua direção. A mulher ao ver que Tom a olhava, sorriu abobalhada e acenou. Ele acenou em resposta e voltou a falar. –Bem, tenho que desabafar. Não sei se desabafar é o termo certo e... Bem, eu nunca pensei que um dia iria dizer isso... - deu uma pausa um tanto dramática, fazendo todos o olharem com ainda mais curiosidade. –Eu quero me casar.- concluiu.
A mesma mulher que acabara de tirar foto, ao ouvir o desabafo de Tom, deixou a máquina digital cair no chão. Ele olhou para a máquina, e logo ergueu o olhar para a mulher, que o olhava de um modo estranho. De repente um frio percorreu todo seu corpo e teve a certeza de que desabafar não tinha sido uma boa idéia.
-Como assim, se casar?- perguntou a mulher, com o olhar vazio e fixo para cima de Tom.
-Com quem você vai se casar?- perguntou outra mulher. Ele se virou na direção da mulher que acabara de falar, e viu que não somente as duas, como todas as outras ali presente olhavam-no de um modo estranho. Deu-se conta também, que ali só havia mulheres.
-Que pergunta! É claro que ele vai se casar comigo. - disse uma terceira mulher, aproximando-se dele. Ele olhou para ela com uma expressão confusa. –Não é mesmo meu bem?- disse ela, acariciando o rosto dele, que por sua vez, olhava para ela com os olhos arregalados.
-Com você? Só pode ser piada.- a mulher da máquina digital aproximou-se. –Por que Tommy iria querer se casar com uma magrela como você?
-Magrela? Eu? Já se olhou no espelho querida?- Naquele instante Tom estava rodeado de mulheres. Todas empurrando umas às outras para ficar próximo a ele. Em outras ocasiões, ele sorriria como quem diz “tenho todas aos meus pés”, mas ali no meio daquele bando de loucas, a única coisa que ele queria era fugir.
-Esperem... Esperem! Silêncio por favor?!- gritou a representante da sala onde estavam. O silêncio era absoluto, e todas agora olhavam para ela. Por um momento Tom sentiu-se aliviado, mas o alivio foi substituído pelo terror, quando a representante olhando em sua direção falou:
-Vamos deixar que ele escolha, com quem de nós irá se casar.-
Novamente as mulheres olharam para ele. Todas não tinham mais do que vinte e seis anos, exceto a representante.
-E então, quem você escolhe?- perguntou uma mulher que estava logo atrás dele, colocando suas mãos sobre os ombros dele. Ele levantou-se da cadeira de sobressalto e logo uma roda estava formada ao seu redor.
-Com quem?
-Quem você escolhe?
-Você só pode escolher uma de nós.- Aquilo já estava o deixando zonzo. Como ele iria sair dali?
-Responda Tom!- o cerco estava se fechando cada vez mais, foi quando, olhando em direção à porta de saída, viu uma mulher parada olhando na direção de toda aquela confusão. Embora tentasse, não podia identificar quem era ela. Era como se uma marca d’água estivesse sobre seu rosto, impedindo-o de vê-la com clareza.
-Responda Tom, com quem você vai se casar?- Ele voltou sua atenção para as mulheres ali ao seu redor.
-Eu não.. eu não..- ele não sabia o que fazer. A única coisa que passava por sua cabeça era sair daquele lugar o mais rápido possível, mas como?
-Escolha Tom- disseram as mulheres.
-Mas eu.. eu.. eu não..- novamente sua atenção se voltou para a mulher na porta. Seu coração batia forte no peito, em desespero. Mas ao olhá-la, seus batimentos tomavam um rumo diferente, fazendo-o sentir uma sensação estranha.
-Quem é a sua escolhida Tom?- sua atenção novamente foi roubada por aquele bando de mulheres enlouquecidas. O que ele deveria fazer? Ele tentava de todas as formas se desvencilhar delas, mas era impossível.
-Eu escolho ela- disse apontando para a mulher que estava na porta. As mulheres ali presentes olharam em direção à mulher parada no vão da porta, e do nada começaram a rir. Ele não estava entendendo absolutamente nada. Do que estavam rindo afinal?
-Você escolhe ela?- perguntou uma das mulheres, com uma gargalhada estrondosa. Qual o problema de ter escolhido ela? Ela era, de longe, a mais normal dali. Estava de longe apenas olhando, sem fazer esforço algum para se aproximar ou chamar a atenção dele. “Qual o problema?”, pensou.
-Você pode escolher qualquer uma de nós, menos ela.- disse a representante da sala com uma voz autoritária. Ele sentiu um tremor tomar seu corpo, enquanto ficava imóvel, sem saber o que fazer. Jamais pensara em um dia se casar, muito menos com uma louca, como elas ali presentes. Se era ele quem iria se casar, por que não poderia escolher uma mulher descente? De todas ali, ela era a menos interessada em querer se aproximar de Tom. Logo, era perfeita. Não era como as outras, que estavam ali atrás dele apenas por ele ser famoso.
-E por que todas menos ela?- perguntou, sentindo-se sufocado.
-Por que ela não pode se casar.- disse a mulher da câmera digital, com uma risada maléfica misturando-se com a risada das outras.
-Mas... mas...- tentou argumentar, entrando em total desespero.
-Vamos lá Tom. Tantas mulheres aqui, por que logo ela?- As mulheres agora riam e apontavam para cara dele, como se o estivessem acusando de algo.
-Vamos Tom, escolha de uma vez! Acorda cara... Vê se se toca... - sentiu alguém segurar e balançar seus ombros. Não viu quem era, pois já estava de olhos fechados, esperando o pior.
-Mas eu quero é me casar com ela!- Gritou ele, desvencilhando-se das mãos de quem o segurava.


Errr então ?? Very Happy
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 6:24 pm

Estou adorando pode postar mais.
Tom como sempre cheio de mulheres.
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 6:26 pm

pra alguém como o Tom, uma escolha desse tipo é bem tensa né Very Happy
quero mais *-*
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 6:26 pm

Nossa que tenso!
Encurralaram ele. Mulheres loucas.
Quero mais, estou curiosa.
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 6:37 pm

Tom says: Patricia, eu escolho você -Q

ok
Aposto um beijo que você me quer NÃO que isso foi um sonho bem tenso... HAHAHAHHA

EAE, PROSSIGA!
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 6:39 pm

Nossa meu coração acelerou aqui, muito tenso (cheguei a achar que ele ia casar com a senhora de meia idade depois do título e o início!, muito tenso!!) haha
Por que ele não poderia escolher esta outra mulher? por que ela não pode casar? (ou não é mulher, tá parei!!!)
ainda bem que era só um sonho (ou pesadelo) do Tom (eu acho, por favor diz que sim!!!)
... please continue...
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Seg Nov 15, 2010 8:17 pm

LEITORA NOVA Very Happy
que sonho maluco esse! coitadinho do Tom.
esta muito boa, portanto continua logo.
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Ter Nov 16, 2010 6:32 pm

Olá (:
Muiiito obrigadas pelos comentarios *O*
Bem aqui vai mais um, espero que goste.
_____________________________________________

Sério, não é uma pegadinha ?

-Mas eu quero é me casar com ela!- Gritou ele, desvencilhando-se das mãos de quem o segurava.
-ACORDA TOM!- de repente sentiu um tapa atingir o rosto, fazendo-o abrir os olhos. –Cara, você está bem?- O que viu não era o que esperava, mas se sentiu aliviado ao encontrar um par de olhos maquiados e preocupados a poucos centímetros do seu rosto.
-Bill!- exclamou ele abraçando o irmão. Depois de alguns segundos abraçados contra a vontade de Bill, Tom agradeceu por aquilo ter sido apenas um pesadelo, separou-se dele e sentou-se direito na cama.
-Que tipo de pesadelo você estava tendo?- perguntou Bill preocupado.
-Cara, esse foi, sem dúvida, o pior pesadelo que já tive. Sonhei que queria me casar e...- Tom parou de falar ao ver a cara de inconformado de Bill.
-Todo esse desespero só porque você queria se casar?- perguntou desacreditado.
-Qual é Bill? Se você estivesse no meu lugar...- Bill olhava-o com frieza. –Cara, foi só eu falar em casar e todas as mulheres começaram a agir como loucas pra cima de mim. Imagine você: Anuncia que quer se casar e no mesmo instante todas as mulheres estão em cima de ti pedindo para se casar contigo. Não é para se ter medo?- falou o gêmeo mais velho, fazendo uma cara de espanto misturada a horror.
-Você quer se casar?- Perguntou Bill com as sobrancelhas arqueadas de surpresa, enquanto um sorriso de orelha a orelha se formava em seu rosto. Já Tom aderiu a uma cara de nojo. Bill sabia que o irmão não queria se casar, mas não iria perder a oportunidade de zoar com a cara dele.
-Eu? Me casar? Tá doido?- Por um instante Tom achou ter visto os olhos de Bill brilharem de felicidade.
-Doido eu vou ficar se você não me falar quem é ela. Anda, anda, quem é ela?- perguntou Bill atuando, todo sorridente esperando uma resposta de Tom.
-Quem é ela? Como assim, quem é ela? Quem é ela, quem?- perguntou confuso.
-Você mesmo disse.- respondeu. Tom olhou-o sem entender, e Bill arrumou-se na cama para falar. -Mas eu quero me casar com ela!- disse imitando o irmão.
-Eu disse isso? Quando?
-Enquanto dormia.- respondeu Bill, como se aquilo fosse óbvio.
-Mas.. Eu falei isso em voz alta?- perguntou contraindo as sobrancelhas.
-Não Tom, eu li seus pensamento enquanto sonhava.- respondeu Bill rolando os olhos.
-Mas eu não lembro de ter dito isso no meu sonho.- falou Tom contrariando o irmão.
-Não lembra mas falou.- afirmou Bill, segurando-se para não rir. –E em voz alta.
-Não falei.
-Falou. E parecia desesperado para se casar logo com a tal garota
-Não falei.
-Falou!
-Não-falei!
-Tá, já chega Tom, pelo visto não foi nada mais que um pesadelo mesmo.- disse Bill fingindo estar aborrecido. –Espero que você sonhe com isso novamente. Repetidas vezes. Para o resto de sua vida.- disse fechando a porta.
-Nem em pesadelo!- Exclamou Tom, assim que Bill fechou a porta.

Do lado de fora do quarto do irmão, Bill com a mão sobre a boca, tentava abafar o riso enquanto se dirigia até a sala.
-O que aconteceu Bill?- Perguntou David ao entrar na sala e ver Bill deitado no sofá, ainda tentando abafar a gargalhada, enquanto Georg e Gustav o olhavam sem entender nada. Vendo que Bill não respondia, David olhou para os outros que deram de ombros, também não entendendo o que acontecia.
-Você quer fazer o favor de parar de rir, e explicar o porquê de você estar rindo assim?- Perguntou Georg, jogando uma almofada na direção de Bill. Ele foi parando aos poucos, tomando o fôlego novamente, mas ao olhar para os olhares curiosos de Gustav e Georg, lembrou-se do que acontecera e voltou a rir, para desapontamento e impaciência dos rapazes.

-Desculpa, desculpa... - disse Bill tentando recuperar o fôlego assim que conseguiu parar de rir.
-Dá para falar o que aconteceu?- perguntou Gustav.
-Tom sonhou que queria se casar.- respondeu.
-Não sonhou que ia, mas que queria se casar?- perguntou Georg dando ênfase a palavra queria, e logo então dando uma gargalhada alta.
-Exatamente. Ele tava desesperado, vocês tinham que ver. Um pesadelo, como ele disse. Quando ele anunciou que ‘queria’ se casar, todas as mulheres vieram pra cima dele, querendo se casar com ele...
-Daria tudo para ver essa cena.- comentou Georg, rindo.
-Será que eu posso saber do que vocês estão rindo?- perguntou Tom, entrando na sala. Assim que ele pôs os pés no local, todos ali tentaram segurar o riso, mas foi impossível.
-Nossa, bom saber que vocês são meus amigos...- disse ele com desdém, ajeitando a faixa branca que usava sobre a cabeça enquanto se dirigia ao sofá.
-Nós não estávamos rindo de você.- disse Georg, com um sorriso sapeca no rosto.
-Claro que não. Quem foi que disse isso?- Tom revirou os olhos.–Quase perdi meu nariz de tanto espirrar.- comentou esparramando-se no sofá.
-Sério? Nossa... Quem será que estavam falando de você, hein?- brincou Georg.
-Bem, brincadeiras à parte, temos um assunto sério para acertar pessoal.- disse David com um ar sério, levantando-se e ficando de frente para todos.
-E por que você está olhando só para mim?- perguntou Tom, ao ver que o manager olhava para ele.
-Por que já decidiram a sua “sentença”.- David andou até ele e entregou um papel. Tom o pegou e começou a ler.
-Se você lesse em voz alta seria bom, sabia? Não somos evoluídos o suficiente para poder ler sua mente.- disse Bill, curioso sobre a “punição” do irmão. Assim que terminou de ler –em voz baixa- Tom olhou para David não acreditando no que havia lido.
-É algum tipo de pegadinha?- perguntou ele. Bill que já estava impaciente pegou a folha da mão do irmão e sentou-se entre Gustav e Georg, para que pudessem ler.
-E você acha que esse é um assunto para se brincar?- perguntou David. –É exatamente isso aí que você vai ter que fazer, e fazer essa cara não vai resolver nada. Se você ao menos tivesse pensado antes de agir...
-Pensado? Cara, você acha que eu ia ficar só ‘pensando’ enquanto uma... maluca ameaçava e seguia meu amigos e parentes...?- replicou Tom já alterado.
-Eu sei Tom, eu sei...- David tentou acalmar os ânimos do garoto.
-Sabe nada! E olha: se eu tivesse que bater naquela vaca ranhenta e desnutrida de novo, acredite, eu não ‘pensaria’ duas vezes. Se quiser me ameaçar e me seguir, tudo bem. Mas ameaçar e seguir meus amigos e parentes?- Tom soltou o ar dos pulmões, irritado.
-Então maninho...- Bill levantou-se e foi até o irmão. -Hora de arcar com as conseqüências.- disse envolvendo o ombro do irmão com o braço, demonstrando apoio. –Você sabe que pode contar comigo, certo?- perguntou olhando para o irmão. Tom olhou para todos ali, que também demonstravam apoio à ele, e respirou fundo.
-Serio mesmo que isso não é uma pegadinha?- perguntou ele com uma voz chorosa, fazendo todos revirarem os olhos.
-E eu aqui esperando um “tudo bem, eu sobrevivo” ou um “eu posso fazer isso”... - comentou Gustav levantando-se e retirando-se da sala, sendo seguido por David e Bill.
-“Qual é? Esqueceram que eu sou Tom Kaulitz?”- Georg completou imitando o amigo, e jogando uma almofada na direção dele.


Esta ai mais um (:
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Ter Nov 16, 2010 7:35 pm

Catarina Kretli escreveu:
Depois de alguns segundos abraçados contra a vontade de Bill, Tom agradeceu por aquilo ter sido apenas um pesadelo, separou-se dele e sentou-se direito na cama.

eu ri disso Very Happy
contra a vontade de Bill EIAHUEIAUHEAUHE
Tom, abrace à mim *------*

ooooowwn
Tom de castigo Neutral

quero mais fic Smile
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Ter Nov 16, 2010 7:42 pm

Catarina Kretli escreveu:

-Não sonhou que ia, mas que queria se casar?- perguntou Georg dando ênfase a palavra queria, e logo então dando uma gargalhada alta.
-Exatamente. Ele tava desesperado, vocês tinham que ver. Um pesadelo, como ele disse. Quando ele anunciou que ‘queria’ se casar, todas as mulheres vieram pra cima dele, querendo se casar com ele...
-Daria tudo para ver essa cena.- comentou Georg, rindo.
-Será que eu posso saber do que vocês estão rindo?- perguntou Tom, entrando na sala. Assim que ele pôs os pés no local, todos ali tentaram segurar o riso, mas foi impossível.
-Nossa, bom saber que vocês são meus amigos...- disse ele com desdém, ajeitando a faixa branca que usava sobre a cabeça enquanto se dirigia ao sofá.

Eu ri muito.
Tenso o pesadelo hein. E mal posso esperar para saber como o Tom se sairá cumprindo sua "punição".
Quero mais. Wink
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Ter Nov 16, 2010 7:54 pm

Tom sonhando em casar, foi ótimo.
E Bill é um irmão e tanto, eu queria um desse.
Que castigo ele vai levar?
Continua liebe.
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Ter Nov 16, 2010 10:09 pm

AnaCarolina_ff escreveu:
Catarina Kretli escreveu:

-Não sonhou que ia, mas que queria se casar?- perguntou Georg dando ênfase a palavra queria, e logo então dando uma gargalhada alta.
-Exatamente. Ele tava desesperado, vocês tinham que ver. Um pesadelo, como ele disse. Quando ele anunciou que ‘queria’ se casar, todas as mulheres vieram pra cima dele, querendo se casar com ele...
-Daria tudo para ver essa cena.- comentou Georg, rindo.
-Será que eu posso saber do que vocês estão rindo?- perguntou Tom, entrando na sala. Assim que ele pôs os pés no local, todos ali tentaram segurar o riso, mas foi impossível.
-Nossa, bom saber que vocês são meus amigos...- disse ele com desdém, ajeitando a faixa branca que usava sobre a cabeça enquanto se dirigia ao sofá.

Eu ri muito.
Tenso o pesadelo hein. E mal posso esperar para saber como o Tom se sairá cumprindo sua "punição".
Quero mais. Wink

+1
Citação :
-Sabe nada! E olha: se eu tivesse que bater naquela vaca ranhenta e desnutrida de novo, acredite, eu não ‘pensaria’ duas vezes. Se quiser me ameaçar e me seguir, tudo bem. Mas ameaçar e seguir meus amigos e parentes?- Tom soltou o ar dos pulmões, irritado.
-Serio mesmo que isso não é uma pegadinha?- perguntou ele com uma voz chorosa, fazendo todos revirarem os olhos.
ahh ri muito com essas partes,
muito bom, não demora pra postar mais não viu (corre)

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Catarina Kretli
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Qui Nov 18, 2010 10:31 am

Beem aqui vai a punição do Tom. Mais para deixar mais claro, isso é baseado com o problema que o Tom teve com as Stalker. ¬¬'
E muito Origada pelo comentarios. (:
____________________________________________________


Não! Não pode ser aqui!

Dois dias depois de saber que teria que prestar serviços comunitários, David e Tom foram de carro até uma cidade de Hamburgo onde ele iria realizar os tais serviços. Aquela era uma sexta-feira quente, onde o sol brilhava alto no céu. Era uma sexta-feira que Tom torceu para que demorasse a chegar, pois seria o dia da primeira visita ao orfanato. Não que ele detestasse crianças, apenas preferia manter distância delas. Bem, pelo menos até aquele dia, pois teria que passar as próximas 300 horas cuidando delas.
-Está tudo bem com você Tom?- perguntou David enquanto dirigia.
-Nunca estive melhor.- respondeu ele, irônico, olhando pela janela do lado do passageiro.
-Qual é Tom? Cuidar de criança nem é tão ruim assim.- disse David, tentando ser positivo. –Olha pra mim, sozinho, cuidando de quatro crianças crescidas.- Tom revirou os olhos e soltou um longo suspiro.
-Falta muito pra chegar?- perguntou ele dando uma olhada no celular. Estavam na estrada há quase uma hora. –Rindo do que?- olhou para o manager que ria, enquanto virava uma esquina, já dentro dos limites da pequena cidade.
-Você acabou de agir como uma criança entediada.- respondeu.
-Vê se me erra, ok?- retrucou Tom, voltando a olhar pela janela.

Poucos minutos depois, David estacionou o carro em frente a um portão e saiu do carro, juntamente com Tom. Ambos pararam em frente ao portão sem saber o que fazer.
-Acho que não é aqui.- disse Tom olhando para o lado de dentro do portão.
-É aqui sim. O endereço é esse.- afirmou David, enquanto procurava uma campainha.
-Não, não é aqui.- afirmou Tom com convicção.
-Claro que é Tom. O endereço é esse e viemos...
-David, isso aqui é um convento. Não sabe ler não?!- Tom interrompeu com sua voz um pouco alterada, fazendo David olhá-lo com espanto. Tom apontou para uma placa colocada de lado, encostada numa árvore do lado de dentro do portão, onde afirmava o que acabara de falar.
-Será?- confuso, David aproximou-se mais do portão, segurando-se nas barras, enquanto procurava por alguém ou algo do lado de dentro.
-Não é a toa que tem uma igreja ali.- Tom comentou, dando ênfase a palavra igreja.
-Mas isso não tem nada a ver...
-Ah não? Então me explica por que um orfanato teria uma igreja bem ao lado? Para os pequenos órfãos rezarem todos os dias pedindo por uma família boa e feliz que os adotem?- perguntou Tom já sem paciência para as objeções de David, enquanto dirigia-se ao carro
-Como é que é?- perguntou David voltando-se para Tom, que estava encostado no carro de braços cruzados. –Olha, é melhor você começar a pensar antes de agir e falar antes que eu dê um soco na tua cara, está me ouvindo?- disse enfiando o dedo indicador na cara de Tom. –Você fala isso por que não é VOCÊ que está lá dentro passando pelo que eles passam! Porque não foi VOCÊ o abandonado pelos pais!- berrou na cara de Tom, que olhava-o espantado. –No começo eu achei que era um exagero fazer você andar uma hora de carro pra cuidar de crianças, mas estou começando a achar essa uma ótima idéia. Talvez assim você aprenda alguma coisa com elas.- David afastou-se de Tom, respirando fundo. Ambos ficaram em silêncio por alguns minutos, olhando para o chão.
-Desculpa.- Tom quebrou o silêncio.
-Tudo bem. Esquece.- disse David. –Vamos embora.- Caminhou em direção ao carro, e antes de entrar deu uma última olhada em direção ao portão. -Espera, espera. Tem alguém saindo da igreja. Vamos perguntar.- David correu até o portão e chamou a atenção de quem saia da igreja. Tom também saiu do carro e foi até seu manager, ficando ao lado dele.
-Olha só.. Se não é uma freira.- deu ênfase a palavra freira, olhando para David, que deu de ombros e apenas esperou a senhora, pois já era uma mulher de idade, se aproximar. Ela vinha andando vagarosamente, com um sorriso de orelha a orelha estampado no rosto. Tinha aproximadamente 50 anos, usava o traje típico, incluindo um colar com um pingente de uma cruz pendurada.
-Em que posso ajudar?- disse ela sem tirar o sorriso do rosto, enquanto abria o portão, os convidado para entrar. David entrou primeiro, retribuindo o sorriso. Tom entrou depois, mantendo-se ao lado de David, sem sorrir. Apenas forçou um sorriso quando a senhora olhou para ele.
-A senhora sabe onde fica o orfanato...- David procurou nos bolsos pelo papel que continha o nome do orfanato.
-É aqui.- disse ela sem mostrar sombra de dúvidas de que era aquele o local que David se referia. David olhou para ela surpreso. –Este é o único orfanato da localidade. - disse ela. David olhou para Tom como quem diz ‘não falei?’, e este apenas olhou para o redor, confuso.
-Aqui não é um convento?- perguntou deixando evidente que estava confuso. A mulher acenou confirmando, ainda sorrindo. –Mas então...?
-Dois em um.- ela sorriu, fazendo seus pequenos olhos cor de mel se fecharem ainda mais. -Como a cidade não é muito grande, eu e as irmãs decidimos cuidar das crianças que eram abandonadas, ou que não tinham pais ou parentes. Atualmente nós até recebemos ajuda da prefeitura para cuidar delas.
-Hm...- gesticulou Tom não muito feliz com a idéia de cuidar de crianças sendo vigiado por freiras.
-Bem, então já que achamos o bendito local...- David quebrou o silêncio momentâneo. –Não sei se alguém apareceu aqui, avisando a senhora sobre os serviços comunitários?- perguntou inseguro.
-Ah sim, sim. É você?- perguntou ela olhando para David. Tom, ao ver que a freira se enganara, tentou abafar o riso.
-Não, não.- respondeu imediatamente. –Quem está devendo pra a justiça é esse aí.- corrigiu, apontando para Tom.
-Ah...- ela pareceu um tanto surpresa. Mas logo voltou a sorrir. –Devendo pra justiça?- perguntou inocentemente, olhando para ambos. “Ela ainda não sabe? Ótimo! Se não é bem capaz que ela aponte a cruz para mim toda vez que me ver.” pensou Tom dando um leve sorriso ao imaginar a cena, enquanto David buscava as palavras para explicar a situação para a freira.
-Madre superiora!- Exclamou outra freira que saía por um caminho ao lado das árvores e andava com passos largos até eles. Irmã Agatha, 21 anos. Era esbelta, possuía olhos azuis, pele clara, e traços faciais marcantes. A madre que estava virada de costas virou-se esperando a aproximação da freira.
-O que houve, irmã Agatha?- perguntou a madre.
-Camilie está com febre.- respondeu, ignorando completamente a existência de Tom e David ali.
-E é muito alta?- perguntou novamente a madre, com preocupação.
-Agora não. Já dei um remédio para ela e a febre baixou, mas acho melhor levarmos ela ao médico. - respondeu ela, erguendo os olhos para David e Tom, mas logo voltando a olhar para madre. Esta acenou com a cabeça, positivamente, enquanto pensava.
-Peça para a irmã Luise cuidar dela e levá-la ao médico. Você pode ficar no lugar dela enquanto isso?- perguntou a madre, voltando a sorrir.
-Eu?- perguntou ela, não esperando aquilo. –Bem... sim.- confirmou, vendo que não podia fazer nada.
-Que bom.- disse ela, logo virando-se para David. –Gostaria de tomar um café, enquanto irmã Agatha mostra o lugar para o jovem rapaz?- perguntou olhando para David, logo olhando para Tom.
-O que?- perguntou a freira um tanto surpresa, desviando os olhos da madre para Tom, que franziu as sobrancelhas não entendendo o espanto da mulher. Tom olhou-a de cima à baixa, e um sorriso sapeca formou-se em seu rosto ao encará-la novamente, fazendo com que ela arregalasse mais ainda os olhos já surpresos. Imediatamente ela abaixou o olhar.
-Algum problema?- perguntou a madre. A freira olhou nos olhos calmos dela e respondeu:
-Não, tudo... bem...- olhou rapidamente para Tom reprovando a atitude dele com o olhar. A madre voltou-se para David novamente.
-Vamos?- disse ela, andando em direção a uma pequena casinha perto da igreja. David confirmou e seguiu a freira, depois de lançar um olhar de ‘se comporte’ para cima de Tom.
“Pode deixar.” Pensou Tom enquanto sorria ironicamente para o manager. Assim que eles tomaram uma distância, Tom virou-se para a freira, que olhava os dois seguindo em direção a igreja, e sorrindo encantadoramente disse:
-Vamos?- A mulher nada disse. Apenas olhou-o dos pés à cabeça e seguiu em direção a um caminho que havia próximo às árvores, dando às costas para ele. Ele sorriu ceticamente, enquanto a seguia com o olhar. “Acho que esse serviço comunitário vai ser mais entediante do que esperava.” Pensou, enquanto caminhava atrás da freira.


Boa Sorte Tom KKKKKKKKKKKKKKKK'
haha
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Qui Nov 18, 2010 4:07 pm

Tom não perdoa nem as as freiras .corram.pras.colinas
Boa sorte senhor Kaulitz.
Posta mais, mais Wink
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Qui Nov 18, 2010 4:41 pm

Muito bom, ri muito aqui, Tom realmente não tem jeito (que bom), brincadeirinha...
Até a "pobre" freira!!!, neim neim neim

...mais.....
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Qui Nov 18, 2010 5:00 pm

Catarina Kretli escreveu:
Boa Sorte Tom KKKKKKKKKKKKKKKK'
haha

+1
Tom vai ser o terror do convento (6'
AAAAAAAH, quero ver ele com as crianças Very Happy
quero mais fic :*
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Catarina Kretli
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Sab Nov 20, 2010 1:01 pm

Eu ri com os comentarios (:
Bem aqui vai mais um xD
____________________________________________


Situação e circunstâncias



Uma sensação estranha tomou o corpo de Tom ao atravessar o corredor e chegar ao pátio interno do convento. Ou orfanato? Convento? Orfanato? Internato? Reformatório? Qual seria o certo? Ele não sabia, mas tinha certeza de que iria passar um bom tempo ali. 300 horas, mais precisamente. Enquanto caminhava, foi observando cada detalhe do lugar, o pequeno parquinho com balanços e escorregadores montados para as crianças, brinquedos espalhados, um pouco de mato já crescido e claro, crianças. Elas corriam umas atrás das outras enquanto riam e falavam. E gritavam. E choravam, quando caiam. Algumas outras freiras também estavam ali presentes, brincando com elas, mas nenhuma delas desviou a atenção para ele.
-Você está me ouvindo?- perguntou Agatha chamando a atenção de Tom. Ele olhou para ela sem falar nada, tentando lembrar o que ela havia falado, mas foi em vão. Ela percebeu pelo silêncio que estava falando sozinha, soltou todo o ar de seus pulmões, impaciente, e olhou seriamente para cara dele. –O mais importante é que você nunca, jamais, em hipótese alguma, suba ao segundo andar. Ouviu agora?- perguntou ela, falando um pouco mais alto do que o normal. Tom confirmou, sem mesmo saber o porquê daquilo. –Alguma pergunta?- perguntou ela com um ar de ignorância.
-Tenho sim.– ele confirmou, ficando de frente para a mulher, encarando-a nos olhos, embora fosse um pouco mais alto. –Por que você é uma freira?- ela franziu as sobrancelhas com a pergunta, e olhou para os lados, desacreditada, voltando a encarar Tom.
-Isso não é pergunta que se faça a uma freira.- respondeu ela rispidamente, dando às costas para ele novamente, passando pelo corredor e indo ao pátio exterior. Tom foi atrás dela, caminhando rapidamente para manter-se próximo a ela.
-Eu fiz uma pergunta, não vai responder?- perguntou ele quase ao lado dela, acompanhando seus passos rápidos, enquanto passavam pelo caminho de pedra próximo às árvores.
-Eu já respondi.- disse ela rispidamente.
-Aquilo não vale. Não vai mesmo responder?- perguntou novamente, se divertindo com a situação.
-Não.- respondeu com ignorância.
-Por que não?- insistiu ele diminuindo a velocidade, deixando um pouco mais de espaço entre eles.
-E por que você quer saber?- perguntou ela, parando de repente, e virando-se para encarar ele.
-Por nada.- declarou. -Só que eu achava que as freiras fossem mais simpáticas.- disse ele passando por ela, lançando um olhar significativo para cima dela, e um sorriso malicioso ao ver a cara que ela fazia com a resposta que dera. Ela ficou no mesmo lugar, parada, fuzilando Tom pelas costas, enquanto ele seguia em direção à igreja onde David e a madre superiora estavam.
-Já terminaram o café?- perguntou Tom, aproximando-se deles.
-Já viu tudo?- respondeu David com outra pergunta. Tom balançou a cabeça afirmativamente, enquanto tirava o celular do bolso da calça.
-Não está na hora da gente ir embora, David?- perguntou ele, gesticulando para que fossem embora dali rapidamente.
-Calma, Tom, por quê a pressa?- divertiu-se David, voltando sua atenção para a madre. Foram caminhando calmamente até o portão, enquanto David acertava os últimos ajustes para a “punição” de Tom. Estavam a apenas alguns metros do portão, quando a madre superiora virou-se para trás e chamou irmã Agatha que estava mais atrás, observando.
-Venha se despedir, irmã Agatha.- chamou a sorridente madre. Contra a vontade a freira aproximou-se do grupo que se despedia.
-AH MEU DEUS! Tom Kaulitz!- berrou uma garota de aproximadamente 16 anos que passava pela frente do convento. Assim que reconheceu Tom, a garota correu para onde ele estava e pulou no pescoço dele, abraçando-o fortemente. Tom, claro, retribuiu o abraço, embora tivesse levado um susto.
-Calma, calma. Não precisa me enforcar- disse ele rindo, enquanto a garota soltava-se do abraço, com lagrimas nos olhos. Pelo canto do olho, ele pode perceber a cara de nojo que a freira mais nova fazia diante da situação.
-Tom, eu sou sua fã. Você pode tirar uma foto?- perguntou a garota entre lágrimas.
-Claro!- prontificou-se Tom, sorridente. A garota entregou o celular para David tirar a foto, logo correndo para o abraço que a esperava. Tom abraçou-a pela frente, deixando seus corpos colados, enquanto olhavam sorridentes para a câmera.
-Ah meu Deus! Nem acredito que você está aqui na minha cidade.- disse a garota, enquanto pegava o celular novamente e olhava a foto.
-Nem eu acredito.- comentou Tom rindo.
-Qual é o seu nome?- perguntou David para a garota.
-Amber- respondeu.
-Bem, Amber, tenho que te pedir um favor. Não sei se você sabe o por quê dele estar aqui na sua cidade, e nesse... orfanato..- disse o manager apontando para Tom.
-Tem alguma relação com o caso das stalkers?- perguntou ela.
-Sim, sim. Então, eu gostaria que você não comentasse com ninguém que ele está aqui. Se a mídia souber, eles vão vir em peso pra cá, ver se o Tom está mesmo fazendo seus serviços comunitários.. essas coisas..
-Mas eu não posso nem falar para as minhas amigas?- perguntou ela um tanto triste.
-Quanto menos gente souber melhor. O importante é não deixar a mídia saber. Pelo menos por enquanto.
-Faça isso por mim. Por mim.- pediu Tom com um olhar pidão. A garota deu um sorriso tímido e aceitou.
-De qualquer forma, minhas amigas não iriam acreditar mesmo. Iriam dizer que essa foto é montagem que pequei do computador...- disse ela dando de ombros.
-Bem... azar o delas, não?- Tom sorriu e piscou para a garota.
-Tem razão.- disse ela.
-Bem, então já que está tudo resolvido, vamos embora?- David perguntou para Tom, que respondeu balançando a cabeça. Despediram-se das freiras e da Amber, e embarcaram no carro rumo à Hamburgo.

-Eu estava pensando...- disse Tom balançando as pernas freneticamente, depois de cinco minutos na estrada. –Acho que você pode ir direto para a penitenciária. Vou ficar por lá mesmo.
-O que?- perguntou David surpreso. –É tão ruim assim?
-Ruim? Claro que não. Quem disse isso?- respondeu rolando os olhos.
-Então por que?
-Por que eu acho que prefiro passar as próximas 300 horas da minha vida sendo vigiado por câmeras de seguranças do que por freiras.- respondeu olhando para David como se aquilo fosse uma coisa obvia.
-Ah, para Tom! As freiras até que são simpáticas..
-Ah, não! Não generalize.
-Por que? Você conhece alguma que não seja?- perguntou ele, parando num semáforo.
-Ahan..- respondeu olhando pela janela.
-Sério?- David surpreso olhou para Tom . –VOCÊ conhece uma freira?- Tom olhou para David.
-Conheço.- afirmou, lembrando-se de Agatha. Embora não a conhece muito bem, tinha plena certeza de que ela não fazia o tipo simpática e gentil.
-Meu Deus!- exclamou David. –Nem elas escapam?
-O que? N-não! Do que você está falando?- perguntou Tom assustado com o rumo que a conversa tinha tomado.
-Mas é claro! Não tem como uma freira ser simpática com você.
-hã?- perguntou confuso.
-Tom, freiras não se “misturam” com os homens, me entende?- olhou para Tom, mas este apenas olhava para David parecendo assustado. –Não me entendeu?
-David, do que você está falando?
-Meu Deus Tom, é tão difícil assim? Estou dizendo que você não pode dar em cima de uma freira e esperar que ela seja simpática com você!
-O que?! David, você acha mesmo que eu iria dar em cima de uma freira quando tenho dezenas de modelos super gatas esperando por mim? Você enlouqueceu? O que aquela velha colocou no teu café, hein?- Tom balançava a cabeça e mechia as mãos horrorizado, enquanto David apenas meditava.
-Então você não deu em cima da tal freira?
-É claro que não!- exclamou Tom não acreditando no que acabara de ouvir. Andaram mais alguns quilômetros em silêncio, até que resolveu quebrar o silêncio.
-Ah! Você não falou para nenhuma delas que eu dei um soco na cara de uma garota não, né?
-Mas elas já não sabem?- perguntou David dando uma olhada em Tom, logo voltando sua atenção à estrada.
-A velhinha lá não sabia.
-Não é velhinha, Tom. É madre superiora.- corrigiu David.
-Que seja. Se nem ela que é “superiora” sabe, acho que as “inferiores” também não. Nem pense em falar para elas!- ordenou.
-Mas por quê?
-Por quê? Capaz de elas quererem me exorcizar se souberem.- respondeu Tom fazendo David dar uma gargalhada.
-Não exagere.- disse o manager ainda rindo.
-Não exagerar?- perguntou perplexo olhando para ele. –Você não viu o tamanho daquele troço pendurado no pescoço delas?
-Aquele troço se chama cruz- disse David.
-Não importa o nome. O fato é que, se aquilo acertar alguém... já era, né? Tchau e benção! Aquilo é suficientemente grande pra exorcizar um elefante..- David começou a rir novamente, quase engasgando com a própria saliva.
-Hoje você está com todas, hein? Nunca vi! Tenho que dar um jeito de registrar essas suas piadinhas.- disse David balançando a cabeça.
-Mas eu estou falando sério.

Gostaram ? (:
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MensagemAssunto: Re: FF - Blessed Love    Hoje à(s) 2:54 am

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