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 A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)

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Gabi Kaulitz
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MensagemAssunto: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Sab Dez 04, 2010 1:16 am

Nome: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou
Autora: Eu
Gênero: Erótico/Drama/Terror/Violência
Classificação: +18
Número de capítulos: Indeterminado
Terminada: Não
Narração: 1ª pessoa (Bill)
Beta-reader: Miilena
Teaser:




[Bill narrando]

Era a noite mais triste da minha vida. Perdi meu irmão, meu padrasto e minha mãe em um acidente de carro, causado por mim. Eu havia bebido demais, e a última coisa que eu me lembrava antes de apagar eram de duas luzes brancas na minha fente. Depois disso, um estrondo e... nada. Agora, eu estava enfaixado, velando as pessoas que eu mais amava por uma idiotice minha. Juro que podia sentir Tom morto, aquela sensação estranha que não era minha - conexão de gêmeos. O que mais me doía era ver isso:





Nunca mais poderia ver meu irmão... Nunca mais poderia ter alguém que me entendesse daquele jeito... Que fosse companheiro... Amigo... Tudo culpa minha. Eu queria ter morrido no lugar dele. Não era justo ele pagar pelos meus erros. Nem a minha mãe, nem o Gordon.

Meu pai, Jörg, estava lá, junto com outros amigos nossos, familiares, todos naquela noite chuvosa e sombria. Não nos encarávamos. Eu só conseguia chorar. Chorar e sentir aquele vazio no meu peito, amalgamado. Ele veio na minha direção, e deu uns tapinhas no meu ombro. Não falei nada, apenas chorei mais. E pela primeira vez, desde que meus pais se separaram, nos abraçamos. Acabei por encharcar o terno dele. Não consegui recusar - eu precisava de apoio, ou eu ia cometer alguma loucura. Não trocamos palavras.

Os outros foram embora, e eu fiquei por último lá. Pegando chuva, sim, mas e daí? Se eu morresse de frio, ótimo. Seria menos sofrimento pra mim. E poderia sentir que eu havia pago meus pecados.

Comecei a andar pelas lápides, com os olhos marejados, quando de repente, vi dois vultos. Esfreguei os olhos pra ver melhor. Era o Tom! Eu devia estar louco! Parecia que ele e um vulto estavam correndo... na minha direção.

- Bill, corre! - Tom gritou, desesperado.

Eu sorri. Podia estar louco, mas parecia que meu irmão não me deixara.

- Vai, Bill! Anda!!

Foi então que eu reparei no outro vulto. Parecia uma mulher... estranha, mas conhecida. Mas não parei mais pra olhar. Senti o medo do Tom como se fosse meu, e saí correndo o mais rápido possível de lá.

Corri até o final da rua. Mas eu sabia que precisava descobrir o que estava acontecendo.



---

Bom, vocês devem estar percebendo que eu ando lançando muita fic, mas é que eu me empolguei com isso. Eu adoro escrever histórias.

E aí, posto?


Última edição por Gabi Kaulitz em Dom Dez 05, 2010 12:45 am, editado 2 vez(es)
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AnaCarolina_ff
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Sab Dez 04, 2010 1:30 am

Posta sim, sim.
Já simpatizei muito, aguardo ansiosa Smile
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Sab Dez 04, 2010 9:43 am

Posta sim.
Eu gosti.
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Sab Dez 04, 2010 6:21 pm

Posta, eu gostei. tadinho do tommy *-*
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Seg Dez 06, 2010 9:33 pm

claro que posta, adorei e quase chorei com o início Razz
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Seg Dez 06, 2010 9:56 pm

Ver essa lápide com a foto do Tom me deu um aperto no coração. Por favor, posta.
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Seg Dez 06, 2010 9:57 pm

Ana Kaulitz (: escreveu:
Ver essa lápide com a foto do Tom me deu um aperto no coração. Por favor, posta.

+1
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Gabi Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Ter Dez 07, 2010 3:09 pm

calma gente, vai demorar um pouco pra sair
é que eu to tendo uns problemas em decorrencia das fics, mas em breve estará aqui o capítulo.
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AnaCarolina_ff
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Ter Dez 07, 2010 3:16 pm

Eu crente crente que era capítulo. Oh tristeza
Mas não tem problemas, vou continuar aguardando Smile
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Ter Dez 07, 2010 6:12 pm

AnaCarolina_ff escreveu:
Eu crente crente que era capítulo. Oh tristeza
Mas não tem problemas, vou continuar aguardando Smile

+1
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Gabi Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Dom Jan 02, 2011 11:17 pm

Aeeeeew finalmente o maldito do primeiro capítulo saiu depois de um mês de ausência \o/
Espero que gostem, inspiração veio com força depois do almoço (ah tá, como se um mês depois vocês ainda quisessem ler... cha )

---

Capítulo 1 - A aparição

Depois de tanto correr, finalmente decidi parar. Sei que foi muito exagero meu correr até o final da rua e umas centenas de metros a mais, mas foi o medo do Tom que me fez correr tanto. Era estranho, depois de ter sido invadido pelo seu medo, sentir novamente a sensação de morte que não era minha. E era estranho também ver aquele vulto, aquela mulher que eu nunca havia visto, mas tinha a sensação de já tê-la conhecido muito bem. Aqueles longos cabelos castanhos, a pele alva, a boca naturalmente vermelha e carnuda, e os olhos felinos cor-de-mel, que eram ao mesmo tempo, misteriosos, perigosos e incrivelmente sensuais, me eram familiares, eu tinha certeza. Como eu sabia disso, era um mistério. Mas naquele momento, ela parecia uma criatura animalesca, uma fera correndo atrás do meu irmão... Com um certo teor vingativo nos seus olhos. Se não fosse pelo fato de ter visto o meu irmão ter descido a cova, aquela cena teria quase me feito acreditar que o Tom estaria vivo, apenas correndo de alguma mulher que ele pegara.

Após respirar um pouco e tomar fôlego, levei a mão ao bolso à procura do meu isqueiro e da miinha carteira de cigarros Marlboro. Fumar muitas vezes me ajudava a pensar. Procurei no outro bolso. Nada. Eu estava com a maldita Roupa do acidente, devia estar lá. Logo me irritei - ficava assim sempre que perdia meu cigarro - e quase chamei o Tom - era ele que sempre achava minhas coisas - mas me lembrei da minha irresponsabilidade.
Decidi ir pra casa, mas parei no meio do caminho, pensando se seria uma boa ideia voltar pra lá. Acabei mudando a rota para um hotel. Iria ficar lá até a poeira baixar, até a mídia esquecer um pouco, ou pelo menos, parar de me perseguir.

Tateei novamente o bolso da calça, e peguei as chaves do Audi. Óbvio que eu não iria dirigir, não havia restado nada do carro, a pancada no trem - informação que eu só obtive na TV - foi muito violenta. O trem passou por cima do carro, e por um milagre, eu sobrevivi. Não era a primeira vez que acontecia um acidente comigo no Audi e que eu sobrevivera - claro que, no atual acidente, preferia mil vezes ter morrido também. Apertei as chaves na mão machucada, e com dor veio o jorro de lembranças do acidente. Fechei os olhos e arremessei as chaves para bem longe de mim, com toda a força que pude arrancar do braço enfaixado na tipóia. Dei um gemido de dor, percebendo que o meu braço estava enfaixado não por estar só arranhado, mas também quebrado.

A chuva aumentou, e com ela, o vento. Continuei a caminhar debaixo da mesma, torcendo para,ter a sorte de pegar uma pneumonia e quem sabe pegar o mesmo expresso que minha mãe, o Gordon e o Tom pegaram.

- O único expresso que eu peguei foi um café, Bill, e você sabe muito bem disso.

Olhei meio surpreso para o lado. Tom estava do meu lado, com aquele típico sorriso seu no rosto. Ele não estava de anjo, nem era um fantasma, ou qualquer outra coisa que a gente vê por aí. Ele parecia vivo, real. Como se nada tivesse acontecido, e nós só estivéssemos passeando debaixo da chuva.

- Há quanto tempo você está aí, Tom? - perguntei, mal conseguindo conter o sorriso com a ideia de realmente estar louco.

- Na verdade, cheguei agora. Mamãe também quis vir, e o Gordon também, mas falei pra eles virem depois de eu falar com você.

A pergunta idiota saiu da minha boca antes que eu pudesse me conter.

- Como é estar morto?

Felizmente, Tom pareceu não ligar. Até sorriu com a pergunta.

- É meio estranho. Sei lá, eu estava acostumado com as pessoas me seguindo, me olhando, me desejando, me achando gostoso e pedindo autógrafos, e agora eu ando pela rua e ninguém me nota, apesar de que eu sei que posso aparecer pra quem quiser e quando quiser. E até que essa coisa de estar morto é legal... Eu posso fazer o que quiser. Flutuar, comer, dormir e foder. O mais irado é que eu posso fazer o caralho com as mulheres bonitas e elas só vão saber se eu quiser. E o melhor, não preciso ficar tirando e botando camisinha. Vai parecer meio idiota, mas você ia gostar disso. E o tal de amor eterno ia ser eterno mesmo.

- Você não mudou mesmo, né?

- Claro que não.

Em outro gesto inconsciente, coloquei minha mão no ombro de Tom, e novamente ele sorriu. Ele era sólido, novamente parecendo vivo, mas logo minha mão escorregou para o vazio e Tom reapareceu na minha frente.

- Maneiro, né? É quase como ser um super-heroi, tirando o fato de estar morto...

Logo meu semblante se desfez em tristeza, e logo as lágrimas brotaram dos meus olhos já inchados e doloridos, quando Tom me abraçou, do mesmo jeito que ele fazia quando eu ficava triste.

- Não foi sua culpa, irmãozinho.

- Desculpa, Tom, me perdoa - afundei o rosto na blusa dele, de modo que meus soluços e minha voz ficaram abafados -, se não fosse por mim, vocês ainda estariam vivos...

- Bill, não chora... Você sabe que eu odeio te ver triste... E depois, você fica todo encatarrado quando chora.

Ele puxou um lenço do bolso, e o colocou na minha mão. Chorei ainda mais, mas Tom não me largou por nenhum segundo. Do contrário, cantou baixinho "Ich bin da", e quase tive certeza de sentir lágrimas que não eram minhas escorrendo pelo meu ombro. Penseo que fosse chuva, mas ao me desfazer do abraço do meu irmão, notei seus olhos vermelhos. Era raro ver ele chorar, e quando o fazia, sua expressão se tornava extremamente vulnerável e inocente.

- Nossa conexão não morreu... Posso sentir sua dor, Bill - Tom falou, parecendo não ter vergonha de chorar.

- Pior do que isso, mano, é sentir sua morte, sentí-la me sufocando, me esmagando, me matando... É angustiante.

Assoei o nariz e Tom limpou o rosto na manga da camisa encharcada.

- Tom... Me promete que você jamais vai me deixar?

Tom riu, e deu uma fungada.

- Prometo. Não te deixo nem morto, Bill.

E pela primeira vez, aquela expressão deixara de ser apenas um modo de falar para se tornar completamente verdadeira.

Nos abraçamos brevemente dessa vez, e após outras fungadas e um pigarro, Tom voltou a falar.

- Bill, você sabe quem era aquela gostosa que tava correndo atrás de mim?

- Sei não, mas tenho a impressão de ter conhecido ela em algum lugar...

Pensamos um pouco, e dei um palpite - o único que eu consegui pensar na ocasião.

- Talvez ela seja alguma que você comeu.

- Talvez, ela me parece familiar... Ou talvez seja alguma stalker, ou alguma fã... Aqueles olhos...

- ...me são familiares - completei.

- Sim. De qualquer forma, ela deve estar morta, porque quando eu citei seu nome daquela...

- Gritou, você gritou meu nome - interrompi.

- Tá, mas de qualquer forma, ela sumiu quando eu gritei seu nome - ele fez uma pausa, e prosseguiu. - Vou dar uma checada nas lápides de lá do cemitério e ver se acho algo.

- Toma cuidado, viu? Não quero te perder de novo - choramimguei, e ele riu.

- Bill, eu já morri! O que você acha que vai acontecer? Que eu vou morrer de novo?

Senti medo quando ele falou isso, porque sempre que alguém fala isso, dá merda. Mais cedo ou mais tarde.

- Já vou indo investigar o mistério. Mais tarde vou com você, maninho.

- Ok.

- Vê se sai dessa chuva. E vai pra casa, mamãe e o Gordon estão lá. Te amo, maninho.

- Eu também. Tchau.

- Tchau.

E lá foi ele se teletransportar pro cemitério. Saí da chuva e fui pra cabine telefônica chamar um táxi. Após isso, me abriguei embaixo de um ponto de ônibus. Não percebi que estava tremendo até meus dentes começarem a bater como duas castanholas.

Talvez tivessem se passado 5 minutos quando uma bela morena saiu correndo da chuva na direção do ponto de ônibus. Ela tremia, e parecia frágil como uma boneca de porcelana, alva como a lua. Seu vestido branco com flores estava colado em seu corpo, de modo que dava para ver suas curvas com exatidão, e sua lingerie preta. Eu, como era homem, quase não parei de olhar para o seu corpo voluotuoso e pensar em como era belo, mas logo percebi que ela havia parado a três metros de mim e estava constrangida por eu a olhar como um predador. Rapidamente me recompus e logo a tirei da chuva. Ela me olhava meio embabascada, como a maioria das pessoas, mas cedeu quando a puxei. Seu rosto ficava mais avermelhado a cada segundo, e percebi que ela tentava se cobrir com o braço.

- Eu... Eu prometo não olhar - falei, quando ela mordia o lábio olhando pro chão.

- Er... não... não se preocupe, eu... sinto muito pela sua família... eu... - ela parecia se enrolar com o que dizer.

- Obrigado. Frio, não?

Ela assentiu.

- Como jamais fez em toda a Alemanha.

- Então, você se chama Maisha, né?

As palavras saíram da minha boca sem eu perceber. O quê? Como eu sabia disso? Como podia ter certeza disso?

- Sim, é - ela sorriu. E com seus olhos felinos, me encarou. - Tinha certeza de que você me conhecia.


---

Bom, espero que tenham achado o capítulo legal. Ficou meio longo, tomara que não fique tedioso.
Continuo?
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AnaCarolina_ff
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Seg Jan 03, 2011 12:13 am

Um mês se passou e sim eu ainda quero ler Wink
Coisa mais linda essa ligação dos Kaulitz...
E como assim "você se chama Maisha"? Como ele pode saber? Isso ta muito estranho.
Adoro mistérios, continua Very Happy
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Seg Jan 03, 2011 12:55 am

Gabi, eu quero ler \o/
Muito lindo o capítulo, me emocionei com os gêmeos conversando e imaginando o Tom cantando Ich bin da, perfeito.
Maisha?, quem é ela?, e como o Bill conhece ela?
ai continua Gabi...
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Sex Jan 14, 2011 2:58 pm

Adri escreveu:
Gabi, eu quero ler \o/
Muito lindo o capítulo, me emocionei com os gêmeos conversando e imaginando o Tom cantando Ich bin da, perfeito.
Maisha?, quem é ela?, e como o Bill conhece ela?
ai continua Gabi...

+1
leitora nova Very Happy continua isso, guria!
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Qua Mar 30, 2011 1:43 pm

posstaaaaa
Gabi to muito curiosa
quem é essa tal de Maisha?
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Qui Abr 07, 2011 10:45 pm

desde q essa creatura resoolveu criar essa fic, ela me enche o saco p/ ler, e agora q eu leio tem só um capítulo!!!!!!! *indignada*
POHHA POSTA O RESTO Q EU JÁ TO DOIDA AQUI!!! (novidade do século ¬¬')
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Sex Abr 08, 2011 8:14 pm

Leitora nova!!!!
o/
Posta aí que tá show!!!!
Chorei litros aki com o Tom e o Bill se "reencontrando" depois da morte do Tom!!!!
Que liiiiiindo!!!
Super ansiosa!!!!
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PandinhaKaulitz

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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Dom Fev 26, 2012 8:47 pm

nhaa kero ver mais da fic pf posta doce love
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Dom Fev 26, 2012 9:01 pm

quase chorei
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Sex Jan 25, 2013 5:48 pm

abandonou a fic? continua yaya
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MensagemAssunto: Re: A louca no cemitério: onde tudo começou... e onde tudo terminou (+18)   Hoje à(s) 2:53 pm

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