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 You Saved Me.

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AutorMensagem
Tiane Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Sex Jan 21, 2011 7:19 pm

OMG! Estou meio atrasada,mas já estou amando sua one!
Coitados dos meninos, sofrerem um acidente assim!!
Tadinho do Tom, mesmo nesse estado ele ainda consegue ser fofo!
Espero que eles possam se salvar!
Continua Ally!!!
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Sex Jan 21, 2011 10:43 pm

Roberta Allura escreveu:
Karine Kaulitz escreveu:
Yuky escreveu:
Liz Kitsune escreveu:
Cadê a outra parte que era para estar aqui?
Isso Dona Ally nos mate de curiosidade mesmo.
Por favor continua logo

Continua Ally

+1
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Patty Back
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Sab Jan 22, 2011 6:37 am

noooossa, muito bom Ally!
Posta a continuação logo, bitte.
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Thaís V.
Ao extremo
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Sab Jan 22, 2011 7:22 pm

Uh, adorei a história.
Continua logo, Ally. sério!
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Allyria

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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Seg Jan 24, 2011 1:18 pm

Ai G-zuis viu, além de parar numa parte crítica você ainda demora a postar?
Posta logo a parte restante Ally, por sua causa minhas unhas já eram.
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qua Jan 26, 2011 1:31 am

Hello everybody, desculpem a demora.
Aqui segue a segunda parte de minha humilde história e também a música que me inspirou a fazê-la.
O que estiver sublinhado são algumas partes dos pensamentos dela.
Espero que gostem.






You Saved me.

Part. 2 – Final



Pode o tempo passar ou a terra mudar sua rota, você sempre estará comigo.
Sendo em minha mente ou meu coração, nunca estarei sozinho.
Com você eu conheci algo diferente.
Algo que me motiva a ser melhor.
Graças a você, eu posso dizer que agora estou completo, pois você despertou o que há de melhor em mim.





Em todos estes anos de vida nesse pouco tempo salvando vidas, eu jamais encontrei alguém que fizesse isso. Como alguém poderia ser tão lindo dessa maneira? Tão meigo e fofo diante de sua morte? Tão capaz de fazer meu coração parar por segundos com um simples toque? Como ele conseguiu me ganhar num único olhar? Não pense nisso Fernanda. Não pense nisso. è apenas uma miragem criada pela sua cabeça. Aja profissionalmente, quando tudo tiver acabado ele nem se lembrará de você.


Em primeiro instante ela olhou para mim estarrecida e completamente assustada. Sua expressão era leve mais seus olhos a denunciavam. Em poucos segundos a expressão meiga e ternurenta retornou e ela fitou-me intensamente. Naquele instante eu senti que se o tempo quisesse parar ou até mesmo o ônibus cair, isso não iria importar. Não para mim.

O doce olhar dela, o sorriso tímido, as linhas que davam formato ao seu rosto de anjo, o suave perfume de jasmim que ela emanava. Tudo isso estava me deixando fraco e inebriado. Como é possível uma total estranha fazer isso comigo? Nunca em todos estes anos eu fora capaz de encontrar uma garota assim. Fiquei com várias meninas, cada uma delas em cada noite em diferentes países. Já provei de tudo menos desta sensação, que me embala, me domina, me completa e eu nem ao menos sei dizer o que é. Não sei explicar para mim mesmo o que é isso. Não sei se consigo me convencer que isto é coisa da minha cabeça, até porque eu não quero me convencer. Não sei se quero ter certeza de que quando acordar deste devaneio que tanto me atrai irei me deparar com uma mentira e caso seja terá sido a mais bela mentira que eu já vivi.

Ainda contornando seu rosto com minha mão enfaixada senti as pontas de seus dedos tocarem levemente meus dedos e trilharem um caminho até meus punhos, afastando- me de maneira suave.

-Eu não vou fazer isso. Se for para cair, cairemos juntos. Se for para ser salvos, nos salvaremos. Eu não vou deixar você aqui. Sozinho. – Disse-me exibindo seu sorriso de dentes perfeitos enquanto segurava firmemente minha mão. A medida em que cada palavra sussurrada por ela entrava em meu ouvido não pude deixar de conter um sorriso e bem... Algumas lágrimas. Lágrimas? Como assim? Eu chorando por palavras? O que está acontecendo comigo? Isso não é normal, pelo menos não vindo de mim. Senti sua mão sobre meu rosto, as pontas de seus dedos estavam enxugando minhas lágrimas, suas unhas roçavam inocentemente por minha face causando arrepios. Ela não me deixaria, iria até as últimas conseqüências comigo. Será que o que eu estava sentindo, ela também podia sentir? Seria eu correspondido? Não só pode ser coisa da minha cabeça, é melhor ignorar totalmente o que eu sinto agora, até porque isso deve passar. Esse sentimento indefinido deve ser a mistura da minha agonia, com metade da minha dor e do meu medo e eu estou usando ela como desculpa. Estou usando a bela garota como refugio de meus medos e prendendo nela o fio de esperança que tenho de ser salvo. È isso! Só pode ser isso. Que droga! Porque eu não consigo ter certeza?

Imerso num conflito interior criado por minha mente e coração que não estavam se entendendo eu não percebi que nós já estávamos deslizando suavemente rumo ao grande buraco entre as duas colinas daquela rodovia. Quando me dei conta, a para-medica já estava me puxando para outro canto do tour bus no meio da lama. Eu não tinha muita força estava fraco, mas a ajudei mesmo assim. Ela ia puxando minhas mãos e eu ia arrastando meu corpo conforme o impulso dado por ela. Devido aos extremos movimentos e alguns impactos entre uma elevação e outra, eu fiquei completamente cansado e sem forças. Nem ao menos tinha chegado à metade do ônibus. Ela percebeu isso e parou de me puxar. Vi a agachar entre as aberturas das janelas e pegar algo, mais minha visão estava muito debilitada e eu não conseguia enxergar longe. Maldita hora em que eu sai do lugar em que estava, se eu ainda estivesse lá já estaria lá fora e teria sido facilmente retirado.

Enquanto me lamentava, senti algo gelado ser colocado ao meu lado e em um único movimento eu fui virado de costas, sendo colocado em cima de algo duro e desconfortável. Era uma maca laranja com alguns cabos de aço enroscados nela.

-Posso ao menos saber o nome de minha linda salvadora? - Façei rindo enquanto a olhava sorrindo. Fiquei constrangido ao vê-la com a face avermelhada e com os olhos curvados. Ela havia ficado com vergonha.

-Chamo-me Fernanda. - Disse ela ainda corada e sorrindo para mim enquanto apertava as cordas da maca que agora estava presa ao meu corpo. O nome dela é lindo, mas não tanto quanto ela.

Ela se ajoelhou ao meu lado e tirou de um dos bolsos de seu uniforme azul um nextel e se pôs a falar com alguém durante alguns instantes. Fiquei a analisando, na verdade eu estava bobo com ela. Como poderia uma simples garota que aparentava ter minha idade, saber conduzir um salvamento tão bem como ela estava fazendo? Apesar de achá-la familiar eu não a conhecia e mesmo assim estava orgulhoso dela. Esse definitivamente era meu anjo. Involuntariamente minha mão tocou-lhe o rosto novamente, ela olhou para mim sorrindo enquanto me devolvia este gesto. Eu realmente devo estar sonhando.

-Olá. – Assustei-me e virei encarando o vão. Um cara abaixado nos olhava. –Vejo que está se saindo muito bem, só espero que não seja idiota e o deixe cair assim como você o fez no treinamento e durante um salvamento. – Disse ele fazendo-me olhá-lo fixamente, mas apenas vi sua sombra sumindo. Conclui que ele havia se retirado, após isso eu a ouvi soluçando baixo e me assustei com a cena. Enquanto ela estava me puxando para fora através dos cabos e alguns caras a ajudavam, lágrimas escorriam livremente por seu rosto. Mas por quê? O que ele teria dito a ela de tão ruim para deixá-la assim? Seus olhos estavam tristes e sem brilho e sua face estava pálida. Enquanto a analisava e pensava no porque dela estar se comportando desta forma, não percebi que fui tirado completamente daquele lugar.

Finalmente eu sai do ônibus e pude ver lá fora cinco homens. Eles batiam palmas enquanto sorriam para ela que agora enxugava as insistentes lágrimas que ainda caiam e eu de alguma forma sabia que não eram de felicidade. Minha visão ainda estava turva e eu não conseguia distinguir muita coisa. Meus olhos ainda insistiam em arder e não cooperavam comigo.

Barulhos de coisas se quebrando e de algo querendo partir ao meio nos chamou a atenção. A terra estava cedendo e o ônibus ia caindo, levando juntamente aos poucos o pequeno pedaço de chão em que estávamos. Antes que nós fossemos puxados mais homens chegaram e fizeram uma corrente humana para pegar-me. Quando cheguei a solo seguro eu não a vi mais.

Depois disso, tudo ficou muito vago, eu não consigo me lembrar mais de nada.



Aquela pele. Aquela voz. O sutil toque que ela possui. Era real ou eu imaginei tudo?

O acidente realmente aconteceu? Ou foi um devaneio? Eu podia ouvir sua doce voz.

"Está tudo bem, eu vou cuidar de você, não se preocupe.
Eu não vou deixar você aqui. Sozinho.
Tom!”

Onde estará meu anjo?


-Senhor Tom? – Alguém me chamou, mais eu não reconheci a voz e algo me prende de falar. Minha garganta dói, meu corpo parece ter sido moído. - Pode me ouvir? - Novamente está falando comigo, mas porque eu não consigo dizer nada? Porque está tudo tão dolorido? Não estava assim antes.

-Tom. Por favor reage! Não podemos ficar sem você. –A voz chorosa insistia para que eu ficasse bem, mas eu estou bem. Droga por que eu envio o comando mais o corpo não obedece?

-O horário de visita acabou você precisa se retirar.

-Mas... - a voz tentou contestar mais parece que acabou por desistir. - Ok, vou deixá-lo descansar. Até logo Tom.

O silêncio reinou, o único som existente ali era da minha mente tentando me acordar. Sem sucesso.




-Sei que você talvez não me ouça, mas eu te amo muito... Por favor, lute por sua vida. Não vou poder ficar aqui sem você. – Uma voz conhecida me chamava ao longe. Enquanto tentava me lembrar da leveza dela e acordar para realidade, meu corpo era tomado novamente pela dor que apesar de ser amena havia voltado para infernizar-me. Meus batimentos estavam acelerados e eu ofegava. Eu tentava abrir meus olhos mais não estava conseguindo. O que tem de errado comigo?

Era como se eles estivessem colados, mesmo assim tentei abri-los ao máximo. Ao conseguir este feito, pisquei inúmeras vezes até adaptar-me com a claridade e as coisas aos poucos deixaram de ser embaçadas e tomaram forma e cor. Olhei ao meu lado, eu estava conectado a diversos fios. Segui sua trilha e eles pertenciam a três tipos de equipamentos, o que eu mais conhecia era aquele que marcava a pressão e os batimentos cardíacos. Olhei para meu braço e havia três agulhas cravadas em minha pele. Odeio agulhas. Olhei em volta, o quarto era todo branco a única coisa que se destacava era a roupa de cama e a cortina. Ambas de cor verde-água.

Sentado na cama sobre o lençol verde que enrolava meu corpo, estava uma silhueta magra e um pouco curvada que fitava um ponto qualquer no chão, trajava uma calça jeans escura aparentemente bem apertada, uma camisa branca de botões e um colete de couro preto com tachas, o cabelo estava arrumado de qualquer jeito. Ele percebeu que eu o fitava curioso e olhou em minha direção. Seu rosto estava inchado e ele tinha enormes olheiras abaixo dos olhos. Um enorme sorriso iluminou sua face ao olhar diretamente para mim. Era Bill. Meu irmão mais novo.

-Bill, eu... – minha voz saiu fina e quase inaudível, não consegui terminar a frase.

-Shhh... Está tudo bem! – ele tentava me acalmar enquanto segurava em minha mão. Lágrimas caiam deixando um rastro negro abaixo de seus olhos. -Descanse estará melhor quando acordar. – Disse ele limpando seu rosto enquanto se levantava da cama. – Tom, eu te amo. Nunca se esqueça disso.

-Há quanto tempo eu estou aqui? Onde estamos? Como vocês estão? –
Forcei minha voz e obtive em troca uma bela fisgada na garganta. Ela ardia. Queimava. Mais eu tinha muitas perguntas para serem respondidas e esse mero fato não me deteria. Eu precisava de respostas.

-Nós estamos em um hospital de São Paulo, ainda continuamos no Brasil. Você está ai há aproximadamente doze dias. –Doze dias dormindo? Ele só podia estar brincando comigo.

-Eu dormi por doze dias? – Bill não conseguiu controlar o riso e abanou a cabeça positivamente.

-Sim Tom, te colocaram em coma induzido por causa das dores e da cirurgia. Quanto a nós, estamos bem.

-Que bom ouvir isso -
Bocejei, o sono estava voltando, mais eu não queria dormir. Eu não iria dormir. -Lembro-me vagamente de Georg dizer que havia quebrado algo. Ele realmente fraturou alguma coisa? – espero ter sonhado isso.

-Georg quebrou três dedos da mão direita, teve algumas escoriações e teve um pequeno deslocamento no joelho. Tá tudo bem, não precisa se preocupar.
-Disse ele andando até a porta e destrancando-a.

-Bill? – Chamei-o de volta. – Onde está ela?

-De quem você está falando? – Como assim? Ele não é do tipo de pessoa que se faz de bobo e ele a viu. Eu não estou ficando louco, ou será que a minha imaginação resolveu após anos me pregar uma peça? Estava bom de mais para ser verdade.

-A garota... Do resgate. - Insisti. Na verdade eu precisava da confirmação dele para que eu tivesse certeza de que não foi um sonho. Eu não podia estar louco devido a um efeito de uma medicação qualquer. Ela tem que ser real. - Aquela que gritou com um cara para me salvar. Onde ela está?
– Falei forçando a voz, minha garganta voltava a queimar e meu coração estava tão acelerado que parecia querer pular e sair do meu corpo.

-Tom, eu não sei como te dizer isso.
– Bill parecia procurar as palavras para contar o que realmente tinha acontecido, mas pela expressão confusa que estava pregada em seu rosto não estava dando muito certo.

-Bill, pare de enrolar e me conte logo. – Exigi, eu estava ficando extremamente nervoso com essa enrolação vinda dele e isso já estava bem notável vendo que meus batimentos e minha pressão estavam subindo consideravelmente. Seja o que for eu vou querer saber. Eu me importo.

-Eu não sei ao certo o que realmente aconteceu, só ouvi alguns burburinhos na sala de recepção. - Ele deu outra pausa e eu o fuzilei com os olhos, meu coração estava quase pulando para fora e ele ainda insistia em fazer pausas para que eu deixasse de perguntar. Por deus acabe logo com isso. -Na hora do seu salvamento a terra se abriu e quase a levou junto. -Meu irmão não mediu as palavras e uma crise de choro se apossou de mim. Não isso não era verdade. Não podia ser. Vendo-me assim Bill se aproximou e me abraçou, pela nossa "conexão" eu sabia como ele se sentia e como seria dificil de me contar o que ele tinha ouvido, mesmo sendo gêmeos essa telepatia não estava a meu favor. Pelo menos não por hoje. Eu não conseguia ter os detalhes atraves da mente de meu irmão sobre o fato ouvido por ele, e isso me abatia de forma inexplicavel. Em meus leves momentos de lucidez logo apos Bill me ver seria ela. Era o rosto dela que aparecia. E agora, onde estará ela? Eu realmente preciso saber. -
Na verdade era para ter levado vocês dois, já que ela era a última pessoa que estava empurrando sua maca. Ela simplesmente deu um impulso maior fazendo você ir mais rápido em direção aos homens que auxiliavam no resgate. – ele fez uma pausa e eu previ o pior. – O chão cedeu e ela ficou pendurada de cabeça para baixo por causa de alguns cabos da sua maca que enroscaram no pé dela. Com o peso dela a corda se balançava e ela acabou se chocando com a parede de concreto do viaduto da rodovia, quando os homens foram salva-la era inevitavel o corpo dela não bater no concreto ou em qualquer outra coisa.

-Não, ela não pode ter morrido. – Agora que eu havia achado o que me faltava porque é que tinham que tirar de mim? Eu comecei a ficar agitado e meus batimentos estavam subindo novamente.

-Acalme-se Tom, eu ainda não terminei.
– Fitei-o com os olhos baixos dando sinal para que prosseguisse. – Ela não morreu. – Como é que é? Eu havia ouvido direito? Quer dizer que então eu não havia perdido minha alma gêmea? Eu falando em alma gêmea soa bastante... estranho. Mas fico feliz por ser alguém como ela. Enquanto eu “comemorava internamente Bill olhava através da janela a chuva que caia lá fora. Parecia estar tão imerso em pensamentos quanto eu. – Ela está em coma Tom. Os médicos não sabem dizer se ela vai voltar ou ficará bem algum dia, por hora ela está "desligada" do mundo. – Aquilo foi um balde de água fria na minha cabeça. Meu amor em coma? Como poderia?

-Bill, eu... Eu quero vê-la agora.
- Disse decidido enquanto chacoalhava o lençol para que ele saísse de cima e eu pudesse levantar. Bill me olhou nada surpreso e se pôs de pé, apenas me disse que com a cirurgia que eu havia feito eu não poderia fazer tal, mas eu iria vê-la de qualquer forma. Por bem ou mal eu iria vê-la. Nada iria me impedir muito menos alguém.

Delicadamente deslizei sobre a cama colocando meus pés no chão enquanto sentia a corrente fria penetrar meus poros gelando o meu corpo todo, os mesmos tateavam lentamente a procura de um chinelo. Bill estava encostado na cama ao meu lado, observando cada movimento meu. Peguei o roupão que me foi dado e se encontrava na cabeceira da cama. Apoiado em meu irmão eu o vesti e fiquei de pé. Ele me segurava como se fosse um cristal que quebraria a qualquer momento. Abraçados e sorrindo, nós cambaleamos entre os corredores até chegar à porta da UTI. Foi exatamente nessa hora que uma nevoa gelada cobriu meu peito.


Tom.
Onde você está?
O que está acontecendo comigo? Porque sem a imagem de seu rosto, sem você, meu mundo fica preto e branco?
Que "poder" você tem sobre mim? teria eu comprado que amor a primeira vista não e coisa só de filme?
O acidente. Você sobreviveu? Ou minhas tentativas de salva-lo falharam? Eu não quero ter falhado outra vez. Eu não quero ficar longe de você. Não quero tê-lo perdido.
Se você se foi, eu não quero viver para ter que aprender a lidar com sua falta.
Poucos momentos você foi só meu. Sob meus cuidados. Sob meu atento olhar. Não queria que isso se fosse. Não queria esta lembrança em mim. Não quero desejar o que eu nunca tive nem terei.

Bill abriu lentamente a porta do quarto e nós adentramos aquele lugar mórbido. Eu andava calmamente de olhos fechados enquanto me apoiava ainda mais sobre meu irmão mais novo, ele era a minha direção, meus olhos... Pela segunda vez eu tinha medo do que iria ver.

-Pronto Tom, você está na frente dela. Agora é só sentar-se aqui. – Sussurrou ele enquanto arrastava silenciosamente a cadeira na minha direção. – Não tenha medo de olhá-la, pode ser a última vez que a verá. – Murmurando isso ele me deixou sozinho ali.

O silêncio era a única coisa palpável que havia ali. Abri meus olhos fitando o chão, aos poucos fui subindo minha visão para o quarto. O chão era claro, as paredes eram beges com detalhes azuis, as cortinas eram das cores das paredes e tinham detalhes de flores e borboletas. O ambiente era bem calmo, claro e fresco. Assustei-me quando subi minha visão em direção a ela. Nem por um segundo deixou de ser linda. Estava conectada a inúmeros cabos de diversos aparelhos, o visor marcava batimentos muito fracos. Uma extensa e larga faixa branca adornava sua testa. Respirava com ajuda de aparelhos.

Eu não conseguia acreditar na visão que enchia meus olhos.

Eu não agüentava ver aquela cena. Aquela linda garota que me salvou por duas vezes no mesmo dia, agora se encontrava assim: presa a uma cama de hospital sem perspectiva nenhuma de vida. Como era possível?

Por impulso levantei-me de minha cadeira e segui até sua cama sentando ao seu lado. Peguei em uma de suas mãos e fiquei a analisando como eu fiz quando ela estava junto a mim no fundo daquele ônibus. Involuntariamente lagrimas escorriam sem parar, eu tentava inutilmente secá-las, mas não estava dando conta. A dor invadiu meu peito. Meu anjo estava morrendo e eu não podia fazer nada para evitar isso. A culpa era toda minha.

-Sei que eu não sei seu nome, nem de onde veio e muito menos o que te faz feliz. Talvez você nem ao menos possa me ouvir, mas eu sou extremamente grato por tudo que você fez por mim. Ninguém teve a coragem que você teve. Ninguém fez por mim o que você fez. Você conseguiu me mostrar o que eu jamais imaginei que pudesse encontrar, foi o seu lado meigo que acabou por despertar o melhor que existe em mim e que nem ao menos eu sabia que tinha. Foi você. A partir do momento em que eu a vi e ouvi sua voz, eu sabia que meu mundo após isso não rodaria pela mesma coisa. Então por favor, não me deixe. Lute pela sua vida, assim como eu fiz pela minha. Eu preciso de você. Por favor, fique comigo.

Ainda olhando para ela e secando algumas l[agrimas lembrei-me de Bill, ele tinha razão. Um dia eu acharia o improvável que me completaria. Se apaixonar é inevitável. O meu “convencional” não me atrai mais. O que me chamava à atenção agora não desperta nada. Durante todos os dias aqui mesmo estando entre consciente e inconsciente, era ela quem habitava meus momentos de lucidez. Era o “vai ficar tudo bem” que ela dizia que me encorajava. Somente ela.


-Tom temos que ir. O médico está vindo para cá e se nos encontrar aqui com certeza iremos levar uma bronca. Principalmente por você estar estar recém-operado.


-Eu já vou Bill. – Ao ouvir isso ele fechou a porta e continuou me esperando do lado de fora.

Levantei-me com certa dificuldade, talvez o efeito do remédio já estivesse passando. Caminhei até ela ficando próximo de rosto. Meus dedos adornavam sua testa por cima do curativo enquanto eu lhe dava um singelo beijo em sua bochecha. Fiquei de pé e ohei-a pela última vez antes de me retirar totalmente do quarto.

-Você cumpriu sua promessa amor. Você ficou comigo até o final. Não me deixou sozinho.

Despedi-me dela mentalmente e caminhei para fora onde Bill me esperava ao sair pela porta e me deparar com ele, fui abraçado de forma confortante e novamente voltamos juntos para meu quarto cambaleando pelos corredores, mas desta vez sem risadas. Eu havia perdido meu motivo para sorrir.


Por você vale a pena lutar meu amor. Só por você.


Os dias passavam lentamente e eu me sentia sozinho na eternidade assim como um vampiro. Já fazia quinze dias que eu estava aqui, neste hospital. Há quinze dias eu não a via. Não tive coragem de voltar lá. Bill me trás noticias dela todos os dias, seu estado não melhorou muito desde a última vez em que a vi, sempre que sou deixado sozinho por Bill em meu quarto, me ponho a chorar espero que um dia eu possa vê-la novamente, sendo esta que esteja bem como sempre esteve. Culpo-me por seu estado, eu jamais deveria ter ficado vivo as suas custas. Hoje eu recebo alta daqui. Também hoje vamos encarar a imprensa do mundo todo, eles querem detalhes do acontecido, em outras palavras querem ganhar dinheiro em cima da dor alheia.

Bill, Georg e Gustav estavam comigo impacientes em meu quarto enquanto esperávamos o médico vir me dar alta e as recomendações pôs-cirurgia.

A porta foi aberta brutamente e eu fiquei em choque.

-Com licença, vamos deixá-los a sós. – Bill disse puxando os demais com ele.

Eu não sabia o que dizer a ela, queria correr abraçá-la mais não sei se seria correspondido. Bill havia me enganado direitinho.

Tantos sentimentos inexplicáveis davam volta em mim e eu não sabia como me portar diante dela, eu pela primeira vez em toda minha vida estava sorrindo como um bobo na frente dela sem ter idéia do que dizer ou fazer. Essa situação me constrangia, eu nunca fiquei sem reação diante de nada.

-Oi. Que bom que está melhor. – o que foi que eu disse? Não era isso que eu tinha em mente. Se bem que eu nem sei o que dizer. Não sei se corro para abraçá-la. Não sei se lhe digo tudo que me acontece desde a primeira vez em que a vi. A verdade é que pela primeira vez eu tenho medo. Medo de ser rejeitado. De não ser correspondido. Medo de sofrer.
Mesmo que o amor tido por ela era um sentimento exclusivo meu e o problema seria todo meu, eu não queria sofrer. Eu não queria sentir falta do que nunca tive. Eu não queria ficar sozinho com um coração despedaçado dentro do peito a procura de algo ou alguém que o curasse. Ou que deixasse o tempo tomar conta disso. o tempo nunca curou nada e eu sou prova viva disso.

-Tom. – Ela entreolhou para a porta e para a janela enquanto pensava nas possíveis palavras que pronunciaria e depois sorriu para mim enquanto mexia freneticamente as mãos. Estava nervosa, mas não queria que transparecesse. Olhou-a para mim intensamente como naquele dia e novamente eu senti o tempo parar. – Eu só estou aqui por sua causa. – Fiquei boquiaberto. Pasmo. Como por minha causa? – Durante os dias em que estive aqui em coma, mesmo inconsciente em meu subconsciente as imagens de seu acidente era repassada como um filme. Há quinze dias atrás, eu estava quase desistindo da minha vida, não queria mais viver pois não sabia se você estava bem. Não queria ficar viva sem saber que nem me despedi de você. Nem que fosse a última vez. Foi ai que alguém surgiu no meu quarto. Mesmo ficando pouco tempo comigo, lágrimas e soluços eu podia ouvir. Era você que estava lá. Era a sua voz que sussurrava em meu ouvido pedindo para lutar por minha vida. Foi por você que eu fiz isso. Somente por você. – ela fez uma pausa enquanto lágrimas lavavam seu rosto. Era recíproco, não era fruta da minha cabeça. Não era apenas eu quem sentia isso.

Olhei para ela enquanto a mesma estava virada de costas para mim apoiada na janela observando o sol lá fora. Desde o primeiro instante eu não tive duvidas. Era ela: a mulher da minha vida. Minha alma gêmea. Corri até ela e a envolvi nos meus braços virando-a para mim, minhas mãos puxaram suavemente seus ombros fazendo nossos corpos chocarem-se. Levei minha mão ao seu queixo puxando-o para mais próximo de mim fazendo nossos lábios se enlaçaram num calmo beijo. Era isso que eu mais queria desde a primeira vez, mas que não foi possível diante do momento penoso em qual eu estava. Agora seria à hora de recompensar o tempo perdido.

Ela não salvou somente a minha vida duas vezes no mesmo dia.
Ela salvou o meu interior, minha alma. Meu coração. Ela provou e mostrou a mim mesmo que eu era bem mais do que achei que seria. Que eu não era uma casca oca e sem sentimentos como eu cheguei a pensar que eu fosse quando eu acordava sozinho na manhã seguinte sem nignuém ao meu lado.

Eu não estava mais sozinho. Eu não teria que continuar com aquela vidinha de uma garota por noite e aguentar a sensação de vazio no dia seguinte. Eu não iria acordar sozinho no novo dia.
Eu a tinha. Ela me tinha. E desse jeito permaneceria por toda a eternidade.
_____________________________________
E então, ficou muito ruim?
Comentários?
Beijinhos ^^


Última edição por Ally Kaulitz em Qua Jan 26, 2011 5:11 pm, editado 2 vez(es)
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Patty Back
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qua Jan 26, 2011 5:16 am

ruim? ta doida? O-O
nossa, fiquei hiperglicêmica lendo isso UAEHUAHEUAHE'
mas é legal, uma tragédia acompanhada de final feliz de vez em quando faz bem =P

Sério Ally, deveras profunda sua história... Me fez imaginar se esse amor incondicional, esse lance de almas-gêmeas realmente existe.
Muito bom, muito bom mesmo /palmas
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qua Jan 26, 2011 10:17 am

Ruim nada, ficou ótima. Eu adorei.
O Tom desse jeito foi totalmente imaginavel, e enquanto eu lia sua one foi impossivel controlar algumas lágrimas, sem contar que essa música é linda e muito romantica.
O jeito como ele estava sofrendo, o amor que ele julgava ser sentido só por ele. Os gestos meigos que ele tinha com ela, tipo de cafajeste... na sua fic ele virou um adoravel sonho de consumo.
Perfeita
Ally quando você conseguir escrever nmais ones, favor postar aqui viu.
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qua Jan 26, 2011 1:10 pm

Ruim só se for para você. Ficou linda e muito tocante.
Cara eu amei essa história. Tom fofo e muito romantico, perfeitamente imaginavel, ai meu sonho de consumo.
Ally tá de parabéns, fic incrivel
Quando você conseguir fazer outra, poste que eu leio de certeza.
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qua Jan 26, 2011 2:43 pm

Yuky escreveu:
Ruim nada, ficou ótima. Eu adorei.
O Tom desse jeito foi totalmente imaginavel, e enquanto eu lia sua one foi impossivel controlar algumas lágrimas, sem contar que essa música é linda e muito romantica.
O jeito como ele estava sofrendo, o amor que ele julgava ser sentido só por ele. Os gestos meigos que ele tinha com ela, tipo de cafajeste... na sua fic ele virou um adoravel sonho de consumo.
Perfeita
Ally quando você conseguir escrever mais ones, favor postar aqui viu.

Tirou as palavras da minha boca. Eu amei essa história, quero mais ones assim viu Ally.
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Liz Kitsune

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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qua Jan 26, 2011 4:48 pm

Patty Back-K escreveu:
ruim? ta doida? O-O
nossa, fiquei hiperglicêmica lendo isso UAEHUAHEUAHE'
mas é legal, uma tragédia acompanhada de final feliz de vez em quando faz bem =P

Sério Ally, deveras profunda sua história... Me fez imaginar se esse amor incondicional, esse lance de almas-gêmeas realmente existe.
Muito bom, muito bom mesmo /palmas

Quero mais ones assim viu.
Parabéns Ally, já virei sua fã ^^
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qua Jan 26, 2011 4:54 pm

Patty Back-K escreveu:
ruim? ta doida? O-O
nossa, fiquei hiperglicêmica lendo isso UAEHUAHEUAHE'
mas é legal, uma tragédia acompanhada de final feliz de vez em quando faz bem =P

Sério Ally, deveras profunda sua história... Me fez imaginar se esse amor incondicional, esse lance de almas-gêmeas realmente existe.
Muito bom, muito bom mesmo /palmas

Nossa Ally, ficou perfeita essa one, amei *-*
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qua Jan 26, 2011 6:52 pm

Karine Kaulitz escreveu:
Patty Back-K escreveu:
ruim? ta doida? O-O
nossa, fiquei hiperglicêmica lendo isso UAEHUAHEUAHE'
mas é legal, uma tragédia acompanhada de final feliz de vez em quando faz bem =P

Sério Ally, deveras profunda sua história... Me fez imaginar se esse amor incondicional, esse lance de almas-gêmeas realmente existe.
Muito bom, muito bom mesmo /palmas

Nossa Ally, ficou perfeita essa one, amei *-*

+1 concordo com tudo !

Ally, não deixe de avisar quando for postar viu!!!
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qua Jan 26, 2011 7:11 pm

Patty Back-K escreveu:
ruim? ta doida? O-O
nossa, fiquei hiperglicêmica lendo isso UAEHUAHEUAHE'
mas é legal, uma tragédia acompanhada de final feliz de vez em quando faz bem =P

Sério Ally, deveras profunda sua história... Me fez imaginar se esse amor incondicional, esse lance de almas-gêmeas realmente existe.
Muito bom, muito bom mesmo /palmas
Adorei, ficou muito boa. Parabéns *-*
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qua Jan 26, 2011 8:34 pm

Ah que linda essa sua one Ally *-*
Parabéns mesmo!
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qua Jan 26, 2011 10:11 pm

De onde você tirou que essa one
pode ter ficado ruim, hein Ally?
Ela ficou INCRÍVEL, eu estou chorando
aqui! Ficou muito linda mesmo!
A sua escrita e a narração são perfeitas!
Eu amei! Adorei de verdade! Parabéns!
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Qui Jan 27, 2011 10:17 am

Tiane Kaulitz escreveu:
De onde você tirou que essa one
pode ter ficado ruim, hein Ally?
Ela ficou INCRÍVEL, eu estou chorando
aqui! Ficou muito linda mesmo!
A sua escrita e a narração são perfeitas!
Eu amei! Adorei de verdade! Parabéns!

AH, que droga Ally você e sua história me fizeram chorar e muito borrei minha maquiagem inteira de novo. Imaginar o Tom numa situação dessas é muito complicado e triste. E imaginar um acidente desses com eles é pior ainda.
Amei sua one, ficou linda e muito profunda.

Espero por mais ones suas.
Parabéns.
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Sex Jan 28, 2011 7:30 pm

Obrigada meninas. Amei ler os comentários de vocês, danke mesmo.
E quando eu conseguir fazer outra, eu posto aqui.
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Ter Mar 15, 2011 6:39 pm

Demorei mas cheguei aqui.
Ally, que história linda *-*
Eu me apaixonei. Caramba, é super emocionante ver como o Tom se apaixou xcompletamente por ela, como sofreu quando pensou a havia a perdido. Ai me paixonei, chorei também *-*
Maravilhosa, foi a palavra que encontrei ^^
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Sex Mar 18, 2011 1:12 pm

My God, muito ruim? você só pode estar brincando comigo né? Essa One ficou perfeita *_______* sério, muito boa a história e o enredo muito criativo *------* tudo que você faz fica perfeito né,então nem tenho muito o que elogiar.
Eu amei, de verdade. aplausos
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Seg Nov 28, 2011 8:45 pm

Obrigada meninas ^^
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MensagemAssunto: Re: You Saved Me.   Hoje à(s) 4:56 am

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