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 Was real. Is real

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Thaís V.
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MensagemAssunto: Was real. Is real   Sab Jan 22, 2011 5:06 pm


Nome: Was real. Is real
Autora: Thai Valverde
Nº de capítulos: 2
Terminada? Sim
Sinopse:

“[...] Cada gesto seu era majestoso, uma aura luminosa parecia estar envolta ao seu corpo. Como um ser poderia possuir um “poder” daquele? Como um ser poderia ser incrivelmente perfeito, não só aos meus olhos, como de algumas outras pessoas também? Sim, havia outras pessoas o observando. Ele é o centro de tudo agora. [...]”


Posto? Laughing
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Sab Jan 22, 2011 5:27 pm

que pergunta besta, Thai. claro que posta *O*
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Dom Jan 23, 2011 9:35 pm

Adorei a sinopse Thai, é claro que posta Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Dom Jan 23, 2011 9:52 pm

Posta sim amoreeee

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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Dom Jan 23, 2011 10:06 pm

Poosta !Fiquei curiosa =p
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Dom Jan 23, 2011 10:53 pm

Vô aí ti batê caso não poste bixinha *tentativa fracassada de imitar teu sotaque divinamente fofuxo <3*
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Seg Jan 24, 2011 12:59 am

Darling-J escreveu:
que pergunta besta, Thai. claro que posta *O*
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Catarina Kretli
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Seg Jan 24, 2011 2:23 am

POSSTAA SSIMMM (:
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Thaís V.
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Seg Jan 24, 2011 5:41 pm

Uh, obrigada pelos comentários. Fiquei feliz Very Happy Então, como ela ficou grandinha, dividi-la em duas partes. Fiquem agora com a primeira. Espero que gostem :]

Part I
Was Real. Is Real

Só precisaria de mais um toque seu para confirmar se era de fato realidade ou um sonho bem formado. Apenas mais um, tudo o que pedia. Arrastei-me até seus pés e implorei pelo meu desejo, mas ele foi recusado prontificadamente. Era um sonho bem formado.

Levantei com algumas gotas de suor na testa, que logo foram limpas pelas costas da minha mão. Desci da cama e me direcionei até a cozinha em busca do meu cereal matinal. Pode-se passar anos, mas eu, definitivamente, não pararia com esse vício.
Assim que pus a última colherada na boca, repousei a tigela na pia e fui novamente para o quarto arrumar-me para o trabalho. Ser garçonete não estava nos meus planos, tão pouco nos dos meus pais, mas era isso que tinha. E sustentava-me. Até bem, por sinal.
Fechei a porta principal da casa e caminhei em passos calmos pela calçada de concreto desgastado. A cafeteria não é tão longe da minha casa, mas posso dizer que minha respiração não fica no seu estado normal quando chego lá.
Cumprimentei minhas colegas de trabalho e me dirigi aos fundos para trocar de roupa. Um uniforme de cor opaca com borda de um marrom imitando a cor do café. Prendi meus castanhos fios de cabelo num rabo-de-cavalo bem posicionado e ajeitei o avental na cintura, fazendo um laço atrás. Peguei a bandeja de alumínio e formei um sorriso nos lábios. É primordial atender o cliente com um bom humor - mesmo você não estando neste -, a não ser que você queria perder o emprego.
Suspendi a aba do balcão de madeira escura e dirigi-me ao cliente da mesa nove. Um rapaz. Bonito. De cabelo mesclado entre o castanho e ruivo. Olhos verdes acinzentado. Bom corpo. O do meu sonho. Senti minhas pernas fraquejarem, mas segui em frente tentando manter firmeza nos meus pés. Retirei o bloco de pedidos de dentro do grande bolso do avental e a caneta do pequeno bolso em cima do seio esquerdo. Já estava pronta para dar-lhe o bom dia, quando ele virou subitamente para mim, adiantando meu cumprimento.
- Bom dia. – sua voz soou tão suave e dorminhoca que me fez perder por entre aqueles lábios de cor viva. Ele os mantinham entreabertos, permitindo a visão dos seus dentes brancos como das celebridades. Parti para o seu par de olhos um pouco cansados, mas seu brilho não estava ofuscado, pelo contrário, estava intensamente brilhoso. Nunca em minha vida, vira um brilho como aquele. – Er, acho que vou querer um café com leite e pouco açúcar e panquecas com mel. – novamente, ele adiantou-se. Sorri constrangida por não exercer meu trabalho e anotei seu pedido na folha de cor creme.
- Em minutos estará pronto, senhor. – recolhi o cardápio e virei de costas para sua mesa.
Voltei ainda mais bamba para detrás do balcão e o observei de espreita de lá. Cada gesto seu era majestoso, uma aura luminosa parecia estar envolta ao seu corpo. Como um ser poderia possuir um “poder” daquele? Como um ser poderia ser incrivelmente perfeito, não só aos meus olhos, como de algumas outras pessoas também? Sim, havia outras pessoas o observando. Ele é o centro de tudo agora.
- Se você continuar desse jeito, vejo que terá que limpar um litro e meio de baba. – Katharin despertou-me das fantasias que já começavam a ser formar em minha mente com aquele rapaz. Num ato de prevenção, toquei com os dedos os cantos dos meus lábios para certificar-me se é verdade o que ela acabara de mencionar. Não, eu ainda não me encontrava nesse estado. – Tá aqui o pedido da mesa nove. – ela voltou a se pronunciar, pondo a bandeja com uma certa força em cima do balcão. Olhei-a e forcei um sorriso que, na verdade, era para sair forçado.
E mais uma vez, minha pernas voltaram a cambalear. Mas desta vez, teria que ter mais cuidado. Pedi licença e comecei a distribuir sua refeição em pontos estratégicos da mesma. Há todo momento, ele observava atento meus movimentos cautelosos. Endireitou-se na cadeira acolchoada e esfregou a palma da mão uma na outra. Esperou para que eu colocasse o café na xícara de porcelana e, literalmente, atacou a comida. Não consegui reprimir um riso.
- O que foi? Você não sabe como estou faminto. – seu ar era divertido e pareceu não se importar com a minha última ação. – Poderia, até mesmo, comer uma pessoa inteira nesse exato momento. – olhei-o um pouco embaraçada, com o cenho franzido. – Não, não é disso que estou a falar! – levantou seus braços numa forma de redenção e olhou espantado. – Não é isso que você está pensando. É no sentido literal, mas não literalmente... Você compreende? – as palavras começaram a se atrapalhar em sua boca. – Você compreende? – voltou a perguntar.
- Entendo sim, senhor. – soltei mais um dos meus risos abafados e acabava de repousar a jarra de vidro que continha o café expresso. – Com licença.
Voltei para o meu posto e por lá fiquei a espera da chamada de algum cliente. O rapaz parecia conversar sozinho e articulava com as mãos. Voltei a rir. É, meu dia havia começado bem alegre.

Nem percebi que o final do meu expediente tinha chegado. Fui até os fundos e troquei as roupas, novamente. Despedi-me e saí porta a fora. Todos esses meus movimentos, já eram “ensaiados”. Todo santo dia, eu os repetiam.
Esperei o trafego de carros cessar para que eu pudesse atravessar a calçada sem correr muitos riscos de morte. Prometi a mim mesma, que iria ao shopping mais próximo de casa em busca de uma vestimenta adequada para uma festa que o vizinho daria. Suas festas são as melhores do bairro inteiro, pelo menos, é isso que eu ouvia, afinal, eu nunca fui a uma. Também, ele nunca havia me chamado. Tudo bem que poderia aparecer quando a festa já estivesse mais encaminhada e todos já estariam altamente bêbados, mas eu ainda tinha vergonha na cara. Não depois de quase me oferecer para ir nessa de hoje a noite que ele apenas comentou comigo pelo muro do quintal.

Já se passavam das nove horas e eu ainda terminava de fazer minha maquilagem natural. Mais um pouco de lápis preto nos olhos e um pouco mais de batom e estaria pronta. Olhei-me no espelho comprido grudado na parede e me surpreendi com o resultado. A moça da loja tinha razão, aquele vestido azul cairia bem em mim. E realçaria ainda mais meus olhos. Desci a escada um pouco desengonçada por causa da falta de costume com o salto alto. Puxei o vestido mais para baixo, sentindo um frio maior percorrer minhas pernas desnudas. Eu também tinha falta de costume com isso. Já faz um tempo que não uso roupas tão curtas assim. Tranquei a porta e caminhei pelo gramado verde da frente da minha casa. O salto entrava parcialmente na terra, o sujando logo na sua primeira vez de uso.
Pessoas já se encontravam nos arredores da casa dele e todos já estavam com um copo vermelho de bebidas em mãos. Adentrei na varanda fazendo pedidos de passagem para alguns, mas óbvio, eles não se davam ao trabalho de ouvir ou obedecer. Senti pisar em algo mais mole que o chão, mas não dei importância. Finalmente, consegui passar e entrar esperançosamente na casa. Um ambiente típico de festas com bebidas e mais algumas drogas. E um grande globo refletor bem no meio da sala. Pessoas beijando-se em cada metro quadrado dos cômodos ou, até mesmo, começando com os preliminares por ali mesmo. Como não identifiquei nenhum conhecido, dirigi-me à cozinha em busca de alguma bebida. Cerveja, vodka, energético, whisky, mais cerveja e apenas uma garrafa de coca-cola. Decidi misturar meio a meio o refrigerante com vodka e dei meu primeiro gole no álcool da noite. Nada mal. Bebi meu primeiro copo por ali mesmo e procurei reabastecer sem demora. Foi assim por, aproximadamente, dez minutos. Até que já me via conversando com desconhecidos e rindo de piadas sem graça. Gritava ao som da música eletrônica e levantava os braços em sinal de aprovação. Também já falava alguns palavrões mais pesados e pegava o cigarro da boca de um cara alto e loiro para dar uma tragada. Aquela fumaça logo invadiu meus pulmões, e estes não acostumados, fez com que tossisse vezes seguidas.
- Ei, ei, calma aí moçinha. – senti uma mão masculina bater-me nas costas. Já iria dizer umas poucas e boas, mas quando encontrei aqueles olhos verdes familiares, reprimi minhas palavras. O que me fez tossir novamente. – Não acha que é muita bebida para um minuto só? – seu tom de voz também não parecia ser mais sóbrio que o meu. “Olha quem fala”, pensei.
- Está misturado com coca-cola. – tentei defender-me. Afinal, o que ele tinha haver com minha vida? – Está vendo? – levei o copo até seu nariz e o fiz com que cheirasse o líquido.
- Isso parece mais vodka com refrigerante, do que refrigerante com vodka. – brincou, mais uma vez. – Vamos lá para fora, aqui está bastante abafado. – ele segurou meu pulso e começou a andar por entre as pessoas, que pareceu multiplicar o número desde a hora que cheguei. - Aqui está melhor. – voltou a dizer dando uma forte respirada. Repeti seu movimento.
- Afinal, o que faz aqui? – perguntei, sentando na grama verde e molhada. Ele sentou-se ao meu lado e apoio a mão no joelho. Dei mais um gole na bebida e esperei por sua resposta.
- Ele é meu primo. O dono da festa é meu primo.
- Ah. – suspirei e voltei a olhar para dentro da casa cheia de fumaça, luzes e corpos dançantes. – Como é mesmo seu nome? – apontei-lhe com o dedo da mão que segurava o copo.
- Georg. Georg Listing. – agora percebi a semelhança que ele e meu vizinho tinham: O sobrenome.
- O meu é Veronica. – estendi minha mão para apertar a sua num gesto civilizado. Ele apertou. Seu toque vez com que minha pele arrepiasse no mesmo instante. E ele percebeu isso.
- Eu já sabia, vi no seu uniforme hoje mais cedo na cafeteria. - é incrível como Georg nunca tira o sorriso do rosto. Parecia sempre alegre e radiante.
Ele se lembrara de mim e vou admiti que uma felicidade brotou no meu peito.


O que acharam? Sério. bounce
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Seg Jan 24, 2011 5:52 pm

Sim, eu adorei Very Happy Ficou ótima, e eu acho que o Gerg caiu muito bem nessa fic.
Continue loguinho que eu estou curiosa.
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Seg Jan 24, 2011 6:00 pm

Júlia G. escreveu:
Sim, eu adorei Very Happy Ficou ótima, e eu acho que o Gerg caiu muito bem nessa fic.
Continue loguinho que eu estou curiosa.

Adorei Thai, você escreve super bem.
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Seg Jan 24, 2011 6:02 pm

Thai Valverde escreveu:
– Poderia, até mesmo, comer uma pessoa inteira nesse exato momento. – olhei-o um pouco embaraçada, com o cenho franzido. – Não, não é disso que estou a falar! – levantou seus braços numa forma de redenção e olhou espantado. – Não é isso que você está pensando. É no sentido literal, mas não literalmente... Você compreende? – as palavras começaram a se atrapalhar em sua boca. – Você compreende? – voltou a perguntar.
- Entendo sim, senhor. – soltei mais um dos meus risos abafados e acabava de repousar a jarra de vidro que continha o café expresso. – Com licença.


omG! ri muito com essa parte! -qqq

Nossa Thai, estou amando sua fic *-*
Você escreve muito bem ;D
Aii, uma fic com o Georg! que lindo!
Continua?
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Seg Jan 24, 2011 6:23 pm

Júlia G. escreveu:
Sim, eu adorei Very Happy Ficou ótima, e eu acho que o Georg caiu muito bem nessa fic.
Continue loguinho que eu estou curiosa.

você escreve muito bem Thai, aff plop
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Seg Jan 24, 2011 10:07 pm

Eu gostei muuiito (:
Aii, meu Gê, lindo, gostoso, maravilho -taperei-
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Seg Jan 24, 2011 10:48 pm

Liih Kaulitz escreveu:
Thai Valverde escreveu:
– Poderia, até mesmo, comer uma pessoa inteira nesse exato momento. – olhei-o um pouco embaraçada, com o cenho franzido. – Não, não é disso que estou a falar! – levantou seus braços numa forma de redenção e olhou espantado. – Não é isso que você está pensando. É no sentido literal, mas não literalmente... Você compreende? – as palavras começaram a se atrapalhar em sua boca. – Você compreende? – voltou a perguntar.
- Entendo sim, senhor. – soltei mais um dos meus risos abafados e acabava de repousar a jarra de vidro que continha o café expresso. – Com licença.


omG! ri muito com essa parte! -qqq

Nossa Thai, estou amando sua fic *-*
Você escreve muito bem ;D
Aii, uma fic com o Georg! que lindo!
Continua?

WOOOW AMEEI DE PRIMEIRA MENINA *=*
georg,georg,georg UHSSUHUSH foi um bom encontro
continuuuuuuuuuuuuuuuaaaaaaaaaaa
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Ter Jan 25, 2011 1:13 pm

Sabe, a única coisa que eu sei é que quando eu crescer, quero escrever que nem você.
Georg Listing *plopt*
Continua logo Thaaai :3
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Qua Jan 26, 2011 6:22 pm

Obrigada pelos comentários. E Jana, pare de exageros cha

Part II
Was real. Is real


A cada hora, a cada minuto, íamos nos conhecendo mais a fundo, já que o nível de álcool em ambos fez com que contássemos nossas intimidades sem nenhuma vergonha. Coloquei minhas pernas em cima das suas cobertas por um jeans escuro. Quase preto. Encostei minha cabeça na parede e fiquei observando-o. Ele é, com certeza, o rapaz dos meus sonhos de hoje de manhã. Não sei como, mas era. Até estou um pouco assustada.
- Sabe o que é mais legal? – ele começou. – Que eu estou com uma vontade incontrolável de te beijar e sei que você também está. – seu corpo, lentamente, aproximou-se do meu e eu podia sentir o calor eminente do mesmo. Um calor que fez-me sentir, também, calor. De repente, tudo pareceu mais quente. Georg fechou os olhos e seus lábios já estavam entreabertos, esperando por mim. Avancei em sua direção e toquei-lhe levemente a boca. Pouco rachada; pouco carnuda e altamente saborosa. Como impulso, lancei minha perna para seu outro lado, sentando em suas coxas macias. Aprofundei o beijo e ele respondia a altura. Seu beijo é maravilhoso. Emaranhei meus dedos pelos cabelos da sua nuca e aprofundei o beijo ainda mais, se é que é possível. Sua mão posicionou-se em minha cintura e fez força para baixo. Ele estava começando a se descontrolar. Subitamente, jogou-me na grama e ficou entre minhas pernas, agora, seu alvo tornou-se o meu pescoço. Seu jogo era em torno de mordidas e beijos sugadores. Contorcia-me debaixo dele. Seu corpo juntamente com o seu peso fazia uma pressão em mim. Eu estou adorando.
- O que acha de irmos para um dos quartos no andar de cima? – perguntou cafajestemente e mordeu o nódulo da minha orelha em seguida. Apenas assenti freneticamente com a cabeça. Georg estendeu a mão para que eu pudesse me apoiar e levantar com mais facilidade. Voltamos para dentro da casa e subimos os degraus com muita dificuldade. Ele fazia o trabalho de abrir caminho para os dois. Primeiramente, fomos no quarto da esquerda. Ocupado. Seguimos, então, para o do lado. Ocupado. Seguimos para o fim do corredor, a última porta. Ele abriu lentamente e acendeu a luz para ver se alguém estava fazendo algo no próprio escuro. Conferiu o banheiro, os armários e debaixo da cama de casal. Ninguém. – Está limpo.
- De quem é esse quarto? – perguntei. Se iria fazer alguma coisa com ele, tinha que pelo menos saber quem era o dono da cama.
- Dos meus tios. – ele respondeu indo trancar a porta. – Pronto, teremos privacidade. – assegurou-me e veio andando feito um felino pronto para o ataque. Segurou-me pelas costas e se curvou para frente, automaticamente, fazendo com que eu também me curvasse para trás. Beijou-me mais afobadamente, deixando o ar escasso. Interrompi.
- Você não acha que é... Errado? – ainda estava meio incomodada. Ele soltou um risinho e apertou minhas bochechas.
- Claro que não, linda, eles estão viajando. Só voltam daqui a uma semana. – essa resposta fez meus músculos relaxarem e aproveitar. Não era tão mau assim. Georg retornou aos movimentos anteriores, só que dessa vez, encaminhando-me para cama.
Ele levantou meu vestido cuidadosamente com as mãos e se pôs entre minhas pernas abertas. Subiu mais um pouco, a fim de alcançar meus lábios, onde deixou outros beijos. Voltou a descer, agora, para o meu busto, deixou uma trilha de saliva por ali.
Quando já havia beijado cada parte do meu corpo descoberto, Georg começou a puxar meu vestido para baixo, tirando-o pelos pés. Retirou minhas peças de roupa íntima e fez o trabalho onde ainda não tinha feito. Sentindo-me totalmente satisfeita, inverti de posição, ficando por cima. Tirei sua camisa com certa animação e a joguei em algum canto perto do criado-mudo ao lado da cama. Beijei todo seu peitoral e quando cheguei ao seu quadril, retirei seu cinto e desabotoei sua calça e tratei de dar o fim nela também. E logo fiz. Sua única peça de roupa é uma boxer preta que já estava molhada. Admito que fiquei bem mais curiosa agora. Levantei meu corpo e o observei por cima, tendo a visão panorâmica do seu corpo trabalhado. Como de praxe, Georg adiantou-se e tirou o que te impedia de ficar como eu: Nu. E mal vi, mas ele já estava protegendo-se apropriadamente com um preservativo. Voltamos a ficar na nossa posição inicial. Ele se encaixou em mim e olhou nos olhos, dando um singelo beijo nos meus lábios.
- Pronta?
- Sim.

Acordei com os fortes raios do sol invadindo bruscamente o quarto e parando bem no meu rosto. Levantei a cabeça com os olhos semi-cerrados e passei a mão no cabelo, a fim de arrumá-lo. Tateei o outro lado da cama e não senti um corpo masculino ali. Virei e confirmei que a cama estava vazia. Enrolei-me no lençol branco e catei minhas roupas do chão. As de Georg não estavam mais lá. Duas lágrimas começaram a rolar olho abaixo. Numa tentativa inútil de parar o choro antes mesmo que ele começasse, trancafiei-me no banheiro.
Abri a porta e dei uma última olhada para aquela cama, que definitivamente, ficaria impregnada em minha mente, só esperando para a próxima vez. Se é que teria. Caminhei pelo corredor com piso de madeira e desci os degraus, vendo ainda corpos jogados por toda casa. A festa deve ter sido boa. Tentei passar por ali com cuidado para não acabar machucando alguém e me dirigi à porta. Toquei na maçaneta gélida pronta para ser aberta, mas um ruído veio por trás de mim. Georg.
- Veronica, espera. – simulou uma pequena corrida até mim e chegou aos meus pés. – Aonde vai? Não quer se juntar a nós e comer algo? – perguntou já posicionando um braço na minha cintura.
Um alívio percorreu toda minha espinha e destinou-se para todo o corpo. Ele não havia ido embora, apenas sentiu fome e não quis me acordar. Formulei a situação na minha cabeça. Senti medo de ele deixar-me para trás como qualquer uma, mas esse poderia ser seu tratamento com qualquer uma. Mentalizei que estava errada e não havia nada de errado no Georg.
- Não precisa, eu moro na casa aqui ao lado. – apontei para a parede a minha esquerda e voltei a encará-lo. Ele parecia ter algo a dizer, mas não sabia como. Percebi que ele logo começou a ficar tenso e mexia nas mãos, tentando aliviar-se. – Tem algo a dizer, Georg?
- Eu? Er, hum, é que... Eu queria te agradecer. – seu rosto adquiriu uma cor avermelhada e seu olhar foi abaixado.
- Pelo quê?
- Por ontem à noite, por ter tido confiança em mim. – agora, ele encarava-me intensamente e mordia seu lábio inferior. – Gostaria de poder te encontrar outras vezes. – finalizou.
Eu apenas não sabia o que dizer. As palavras não me cabiam, então, beijei-lhe ternamente. Sentindo o gosto de café, me lembrei da primeira vez que o vi, ontem, e como ele era familiar para mim. Como ele tinha haver comigo e como ele poderia me fazer feliz. O choro, que antes tentei conter, voltou de uma forma calma. De felicidade. Ele interrompeu o beijo e secou as lágrimas com o polegar.
- Só estou feliz. – argumentei antes de qualquer pergunta. Ele assentiu com a cabeça e um sorriso. – Posso te pedir algo?
- Claro.
- Me toca. – pedi e fechei os olhos, esperando pela sua ação, seu toque. Apertei bem os olhos e pude sentir seus dedos passeando por todo meu rosto, terminando na minha clavícula, onde depositou um beijo demorado. E toda aquela sensação de arrepio tomou conta de mim, até no meu couro cabeludo. Lágrimas e mais lágrimas caíram dos meus olhos, finalizando nas mãos de Georg.

Era real. É real.


E fim Laughing
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Qua Jan 26, 2011 6:30 pm

Nossa, que one linda Thai Very Happy Mesmo mesmo. Eu senti um puta aperto no coração quando ela acordou e viu que o Georg não tava do lado dela, eu achei que ele tinha ido embora como um cafageste qualquer, é.
Mas graças a Deus tudo acabou bem, haha E parabéns, você escreve divinamente.
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Qua Jan 26, 2011 7:24 pm

Own, ameeiiii (:
É a primeira vez que eu leio uma mini-fic com o meu beby, e amei mesmo xD
Quem dera se fosse real mesmo. *o* -comigoéclaro(66'-
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Qua Jan 26, 2011 7:53 pm

Júlia G. escreveu:
Nossa, que one linda Thai Very Happy Mesmo mesmo. Eu senti um puta aperto no coração quando ela acordou e viu que o Georg não tava do lado dela, eu achei que ele tinha ido embora como um cafajeste qualquer, é.
Mas graças a Deus tudo acabou bem, haha E parabéns, você escreve divinamente.

como sempre, a Jú tirou as palavras da minha boca Smile e a Janete não está exagerando, dona Thaís. eu também quero ser como você quando crescer ♥
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Qua Jan 26, 2011 7:59 pm

Júlia G. escreveu:
Nossa, que one linda Thai Very Happy Mesmo mesmo. Eu senti um puta aperto no coração quando ela acordou e viu que o Georg não tava do lado dela, eu achei que ele tinha ido embora como um cafageste qualquer, é.
Mas graças a Deus tudo acabou bem, haha E parabéns, você escreve divinamente.

+1

Nossa eu também senti um aperto no coração.

Thai você escreve muuuuito bem, to adorando o fic.
Continua loguinho viu.
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Qua Jan 26, 2011 8:30 pm

Awn *--* que bonito Thai!
Amei Very Happy
Nossa, como a Jú disse, também pensei que o Ge tinha deixado ela lá. -q
Mas Parabéns! ficou muito boa sua one ;D
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Janaína C.
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Qui Jan 27, 2011 12:20 pm

Darling-J escreveu:
Júlia G. escreveu:
Nossa, que one linda Thai Very Happy Mesmo mesmo. Eu senti um puta aperto no coração quando ela acordou e viu que o Georg não tava do lado dela, eu achei que ele tinha ido embora como um cafajeste qualquer, é.
Mas graças a Deus tudo acabou bem, haha E parabéns, você escreve divinamente.

como sempre, a Jú tirou as palavras da minha boca Smile e a Janete não está exagerando, dona Thaís. eu também quero ser como você quando crescer ♥
Vai troxa, vai tomando cha Se bem que você também deveria de ficar calada senhorita Dar-J, pois você também é uma fonte de inspiração para minha pessoa.
Anyway, mais uma one escrita belíssimamente bem por você Thaís. O que posso dizer?
EU QUERO ESCREVER QUE NEM VOCÊ QUANDO CRESCER. Não sou exagerada, isso aí.
Escreva mais, sempre mais
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MensagemAssunto: Re: Was real. Is real   Hoje à(s) 4:50 pm

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Was real. Is real
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