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 Will You Still Love Me Tomorrow?

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Thaís V.
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MensagemAssunto: Will You Still Love Me Tomorrow?   Qua Maio 25, 2011 2:34 pm


Nome: Will You Still Love Me Tomorrow?
Autora: Thai Valverde
Classificação: NC-17
Gênero: Hentai
Beta-Reader: Janjes, minha amiguinha do coração

Sinopse:
“[...] - Não posso, Tom, não posso desistir de mim mesma e entregar-me a você - até então de costas para mim, Tea virou-se e olhou fundo aos meus olhos. – mas você me faz querer desistir de qualquer coisa, então, foda-se. – agarrou-se a mim com suas duas pernas em minha cintura e beijou-me ferozmente. Seu prazer era inquestionável, o que me proporcionava um ainda maior. [...]”


Obs.: Pois bem, como viram ali em cima, essa one-shot é do gênero Hentai, ou seja, nunca havia escrito uma como essa antes. Como é minha primeira vez, não sei bem o que esperar de vocês; se irão gostar ou não e tal. Peço que, por favor, dêem suas opiniões sinceras, tanto boas quanto ruins ok? :]

-----

Então, alguém interessado? Rolling Eyes
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MensagemAssunto: Re: Will You Still Love Me Tomorrow?   Qua Maio 25, 2011 2:41 pm

Posta logo..Eu leio..
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MensagemAssunto: Re: Will You Still Love Me Tomorrow?   Qua Maio 25, 2011 3:48 pm

Já era para ter postado.
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Janaína C.
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MensagemAssunto: Re: Will You Still Love Me Tomorrow?   Qua Maio 25, 2011 4:57 pm

ai meu senhor, tô capotando as escadinhas antes de betar esse negócio ~.~ vai ser a coisa mais divina que eu vou ler nesses últimos tempos, é ~.~
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MensagemAssunto: Re: Will You Still Love Me Tomorrow?   Sab Maio 28, 2011 2:42 pm

qualé, deveria ter postado já,demoro! Smile
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Thaís V.
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MensagemAssunto: Re: Will You Still Love Me Tomorrow?   Sab Maio 28, 2011 3:18 pm

Muitíssimo obrigada pelos comentários, sério! Então, como já havia dito, essa é a primeira hentai que escrevo, então me perdoem se algo estiver muito errado. Essa idéia me veio numa hora enussitada: Às uma e pouca da manhã, sendo que só a terminei às três e poucas, e num dia de semana! Enfim
Essa one-shot fora baseada na música Will You Still Love Me Tomorrow da Amy Winehouse, mas na versão do James Durbin, então, se quiserem, podem ouvir a música enquanto lêem aqui. Sem mais enrolação, vamos com a one-shot!
Enjoy :]


Will You Still Love Me Tomorrow?


O vento embatia em meu rosto pálido assim como balançava as folhas esverdeadas da grande árvore do centro.
Sentado num banco frio de praça, pensava em qual caminho seguir com a minha vida. Devo dizer que estou completamente divido em seguir com a minha carreira ou deixar tudo o que conquistei escorrer ralo abaixo e ter a garota que amo. Acredite, esse tipo de escolha não é fácil para uma pessoa como eu.
Conferi as horas no relógio de pulso e constatei que Tea estava atrasada, como sempre. Batia os pés freneticamente no chão numa tentativa falha de amenizar meu nervosismo de vê-la depois de meses, e eu nem ao menos sabia se ela já estava comprometida. Nem ao menos sabia se eu estarei comprometido a ela.

Ouvi um leve ruído de salto alto arranhado a calçada e olhei na direção de onde o mesmo originava-se. Era ela. Estava mais bonita, mais madura, não sei ao certo exemplificar.
Aproximou-se de mim com um sorriso nos lábios vivos, me convidando para abraçá-la. E, em frações de segundos, uma espécie de déjà vu pairou sob mim. Estava novamente em seus braços, do lugar de onde nunca deveria ter saído.
- Você está mudado, Tom – Tea começou, tentando ser simpática.
- Até pode ser... Sabe como é, esse trabalho cansa. Mas e você? Quase não te reconhecia. – sorria debilmente. O que estava fazendo? Parecia que tinha treze anos novamente.
- Não vamos falar das nossas mudanças físicas agora... Então, por que marcou esse encontro? – deixou o sorriso e adquiriu uma feição séria, porém, tranqüila.
- Queria apenas te reencontrar, quero reencontrar todos os meus amigos – ela parecia que queria falar algo, mas antes que terminasse, a tomei pela cintura e a guiei em direção ao meu carro. – O que achas de irmos ao restaurante? Sei lá, pôr a conversa em dia...
- Tudo bem – abri a porta esquerda frontal do automóvel para Tea num ato de cavalheirismo. Rodeei o mesmo, entrando logo em seguida. Ela se olhava no pequeno espelho que trazia consigo, verificando se o batom vermelho ainda continuava no estado adequado. O ronco do motor fez-se presente, e então, segui o caminho sem nenhuma palavra, tão pouco troca de olhares.

Meu desconforto já era aparente, mas Tea não se esforçava para tentar deixar o ambiente mais descontraído. Foi então que tomei uma atitude, digamos, inconveniente para o momento: Pus minha mão em uma das suas coxas, dando um leve aperto. Tea me olhou com o misto de interrogação e timidez no rosto. – Tom... Não. – e apenas tirou minha mão.
- Você não costumava reclamar disto. O que há? – minhas bochechas deveriam está mais coradas do que as dela, mas queria continuar com o assunto.
- Não somos tão mais íntimos como antes, e espero que respeite isso... Além do mais, estou saindo com alguém. – sua cabeça fora abaixada enquanto falava a última frase. Eu apenas a encarava sem expressão. Como ela tivera a coragem de fazer isso comigo?
- E com quem? – minha voz saiu mais bruta do que o necessário, mas acontece que aquilo havia me incomodado, e muito.
- Tom, não vem ao caso com quem estou saindo ou não. Por favor, não me faça desistir.

Calei-me durante todo o percurso.

Estacionei o carro na vaga exclusiva, saindo logo em seguida. Tea não esperou que eu abrisse a sua porta; apenas olhou-me e seguiu na frente. Acionei o alarme e caminhei pelo mesmo trajeto que o dela.
Fomos recebidos gentilmente e tratados como um casal – devo ressaltar que adorei esse tratamento e me aproveitava da situação.
Nunca fui de levar muitas garotas aos restaurantes, tão pouco de marcar encontros propriamente ditos. Sexo casual era o que bastava. Mas Tea tinha algo especial, algo que não conseguia decifrar há anos e há anos, eu tentava esconder esse sentimento que nutria por ela.
O jantar correu mais tranqüilo do que imaginava. Mais algumas taças de vinho e ela já havia me deixado saber como sua vida corria desde a minha ausência.

- Já estamos íntimos o suficiente agora para me deixar saber com quem você está saindo? – perguntei ambicioso.
- Na verdade, acho que você não irá acreditar, mas estou saindo com o meu ginecologista. Isso é um tanto embaraçoso para mim, porque você sabe, ele primeiro conheceu lá para depois conhecer cá. – disse apontando para baixo e logo em seguida para o seu peito, creio que queria dizer sobre o seu coração. As palavras já começaram a ficar confusas em sua boca, mas ela continuava - Pelo menos, ele sempre sabe o que está fazendo... – ria descontroladamente, chamando a atenção dos poucos casais ali sentados.
- Duvido que ele seja tão bom quanto eu.
- Tom, qualquer um é melhor do que você!
- Eu não tenho mais treze anos, ok? Adquiri experiências e conhecimentos. Você não lê revistas? Estou por todos os lados – gabava-me de mim mesmo, bebericando o vinho branco.
- Leio, leio até demais... O que acha de irmos ao seu apartamento? Quer dizer, casa, mansão, seja lá o que for seu? - percebi que Tea havia deixado algo escapar. E esse algo era exatamente sobre mim.
- Me deixa só pagar a conta.

Abri a porta pesada da entrada do meu apartamento, dando-lhe passagem para entrar. Tirei meu casaco e o dela e os joguei num canto qualquer. Tea ronronou ao sentir minha pele entrar em contato com a sua, deixando um gemido escapar.

- Mal lhe toquei e já está gemendo, Tea? – perguntei divertido e aproximando-me dela – Você não acha que isso é muito pouco? Você não acha que merece mais? - começara o jogo. O jogo do qual eu já estava pronto para jogar há muito tempo e apenas esperava pelo momento certo. Desci uma alça do seu vestido e acaricie todo o seu ombro.
- Tom... Por favor...
- Por favor o que, Tea? Responda-me – já lhe beijava os ombros e subia em direção ao pescoço, dando leves chupões por aquela área.
- Você sabe que isso é errado, sabe que não posso me deixar levar... – continuava a falar com os olhos fechados, sentindo todos os meus movimentos. – Sabe que o que aconteceu no passado ficou por lá mesmo, então, não me faça desistir.
- Não entendo do que você tanto fala de desistir... Na verdade, nunca entendi.
- Não posso, Tom, não posso desistir de mim mesma e entregar-me a você - até então de costas para mim, Tea virou-se e olhou fundo aos meus olhos –, mas você me faz querer desistir de qualquer coisa, então, foda-se – agarrou-se a mim com suas duas pernas em minha cintura e beijou-me ferozmente. Seu prazer era inquestionável, o que me proporcionava um ainda maior.
Escorreguei sua outra alça do vestido, deixando esse cair completamente ao chão. Nossas línguas dançavam de acordo com a música, a música dos nossos sentimentos. Hora ou outra, ela abria os olhos, acariciava meu rosto e dava-me um beijo meigo. Hora ou outra, apertava-lhe os seios e suas coxas, não sabendo em qual prolongar.

“Tonight you're mine completely
You give your love so sweetly
Tonight the light of love is in your eyes”
(“Hoje à noite você é completamente minha
Você me deu seu amor tão suavemente
Hoje à noite a luz do amor está em seus olhos”)

Ela desceu da minha cintura e abaixou-se, abrindo o zíper da minha calça. Levantou-se novamente, dessa vez, tirando minhas duas camisas, arremessando todas as peças de roupas para um canto. Antes de abaixar-se mais uma vez, beijou-me pornograficamente.
Encontrava-me apenas de boxer preta, pela qual Tea não se acanhou em tirar. Joguei minha cabeça para trás, crente do que viria a seguir.
Tea posicionou sua mão direita em meu membro já latejante, começando com os movimentos de vai-e-vem sem cessar. Não consegui reprimir os gemidos por tanto tempo, soltando-os em rajadas sonoras extremamente altas. Isso fez com que Tea o abocanhasse ferozmente. Tomei a liberdade de agarra-lhe o cabelo e mover o meu quadril para frente e para trás, sentindo meu membro sendo ainda mais encoberto por sua boca. Aumentei os movimentos sem já não mais me importar com o seu conforto, estava completamente entorpecido pelo prazer em seu literal sentido. Meus músculos se contraiam, minhas veias saltavam, estava preste a desfazer-me. Retirei eu mesmo o meu pênis de sua boca, achando o ato a seguir um tanto quanto vulgar. Tea o agarrou novamente com a mão, apenas dando tempo de ir até minha glande para eu desfazer-me, sujando seu peito e o tapete.

Tea se levantou, tirando seu sutiã. Seus seios perfeitos estavam enrijecidos, mostrando o quanto ela estava tão excitada quanto eu. Para retribuir o seu maravilhoso “trabalho”, a joguei na parede, embatendo suas costas com força. Retornamos com os beijos pornográficos ainda mais pornográficos: Ela mordia meus lábios, nossas línguas enrolavam-se tanto ao ponto de me perguntar se aquilo era mesmo possível.
Afastei sua calcinha e posicionei meu dedo indicador em seu clitóris. Os movimentos circulares eram velozes e os gemidos escapados pela boca de Tea eram altos e excitantes o suficiente para me fazer prolongar aquele ato.
- Tom, dentro... Dentro, Tom... – pela primeira vez desde o início da nossa “pegação”, sua voz fez-se presente. E eu apenas lhe obedeci: penetrando dois dedos de vez, indo o mais fundo que podia. Abaixei-me para ficar à altura de sua vagina, dessa vez, sugando seu clitóris enquanto a penetrava.
Ao nosso redor, tudo já era escandaloso e parecia girar.
Por mais que estivéssemos fazendo um ato sexual, o amor estava presente. Foram poucos os momentos em que deixamos de nos olhar, foram poucos o momentos que o prazer fora mais alto do que o prazer com amor. Eu estava fazendo amor, ela estava fazendo amor.
Senti seu interior contrair em meus dedos, anunciando seu orgasmo.

Caminhamos desengonçadamente para o banheiro, adentrando na espaçosa banheira. Deu tempo de apenas prevenir-me adequadamente e voltar com a penetração. Sua própria lubrificação junto com a do preservativo facilitava.
Estava entre as pernas de Tea, sentindo todo o seu corpo contrair-se embaixo de mim.
Segurei em um dos seus seios e afundei meu rosto em seu pescoço, inalando seu singular aroma. Como ela podia ser tão minha? Como consegui ficar por tanto tempo longe dela? E o pior: por que mentia para mim mesmo dizendo que não a amava? Tudo isso fora uma grande perda de tempo...
E, então, tudo ao nosso redor parou de girar.

A verdade caiu-me, batendo em meu rosto: Eu finalmente estava amando. Uma lágrima não deixou de ser escapada.

Dei ainda mais velocidade aos movimentos. O suor eminente dos nossos poros, o ruído do meu membro a penetrando, o atrito; tudo isso era presente da mais bela forma. E, então, chegamos ao ápice juntos, gritando juntos e relaxamo-nos juntos.
Ainda com o meu rosto na cova de seu pescoço, expirava e inspirava violentamente, puxando todo o ar possível. E Tea fazia o mesmo.
Liguei a torneira da banheira, deixando-a encher até certa altura para que coubesse nossos corpos sem a água transbordar.
Aquele momento não precisara de palavras; apenas trocas de olhares e afetos era o suficiente para demonstrar o quanto estava sendo especial para ambos. Nunca me senti tão bem como agora, com Tea ao meu lado. Nunca provei dessa sensação. Talvez, nunca me daria ao gosto de provar dessa sensação. Sensação essa que clamava para ser sentida dentro de mim.
Continuamos dentro da banheira para só depois seguir para a ducha e tomar um banho quente, juntos. Houve troca de tudo o que fora necessário durante esse momento.
Saindo com a toalha enrolada na cintura, deitei-me na cama, esperando que Tea logo viesse. Seus lábios se rasgaram em um sorriso caloroso, contagiando-me e forçando a sorrir junto. Ela deleitou sua cabeça em meu peito e respirou fundo.
- Não sei como consegui perder tanto tempo para querer sentir o que já estava sentindo – iniciei a conversa. – Às vezes, me acho tão estúpido por isso. Queria ter passado mais tempo ao seu lado...
- Não vamos falar sobre isso, Tom. O importante é o agora e, agora, você me tem – aconchegou-se em meu peito e fechou os olhos.
- Eu te amo – disse.
- Eu sei.

“Is this a lasting treasure
Or just a moment pleasure?”
(“Isto é um tesouro duradouro
Ou somente um momento de prazer?“)

Os raios solares invadiam o quarto com tanta intensidade que poderia jurar que a cortina estava aberta, mas não estava. Ainda de olhos fechados, tateei a cama, não encontrando o corpo feminino ao meu lado. Desnorteado, segui para o banheiro, encontrando-o também vazio. Caminhei por toda casa, por todos os mínimos locais, mas ela não estava mais lá. Suas peças de roupa não estavam mais lá. Tea fora embora como da última vez, quando ainda tínhamos treze anos. Tea havia me abandonado novamente, me feito de bobo por amá-la e não ser amado, por perder no próprio jogo que criei.



Então, o que acharam? Opiniões sinceras, hein Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Will You Still Love Me Tomorrow?   Sab Maio 28, 2011 10:48 pm

Beleza, eu vou dar a minha opinião sincera.
O bangue é que você pediu pra eu betar esse negócio sem precisar. A história é que você escreve absurdamente bem, e esse é um fato irrevogável. O fato é que, por sua causa, eu comecei a escrever mais histórias, porque a tua escrita sempre me incentivou a fazer algo a mais, ou ao menos tentar. Nada que se comparasse à sua excelente escrita, é claro.
Mesmo sendo algo meio difícil de se lidar, como uma primeira hentai, você ainda conseguiu escrever deixando a tua marca; mesmo com o final triste, a história calma e baseada em algo que pode ser real e puramente "fofo" são um toque seu. E sabe... É, amei tudo.
É claro que isso aqui nem se baseia nas reviews que você fazia pra mim, mas porra, nem sei o que dizer Thaiso, tu escreve tão bem que eu não consigo escrever mais nada depois PAOSKAPSOKAPSKAP

Só meus parabéns, e continue sempre escrevendo e me deixando feliz com isso
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MensagemAssunto: Re: Will You Still Love Me Tomorrow?   Seg Jul 04, 2011 7:40 pm

Uau, eu amei O: Parabéns, de verdade. Eu amei a emoção que sua one passou, foi completamente singular. Só tenho que te elogiar cara.
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MensagemAssunto: Re: Will You Still Love Me Tomorrow?   Ter Jul 05, 2011 3:42 pm

Ameei a sua One, serio cara!
Parabéns aplausos
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Jessica Amorim
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MensagemAssunto: Re: Will You Still Love Me Tomorrow?   Sab Jul 16, 2011 10:19 pm

Uaaauu que Hot e fofa *oo*
Ameiii *--* Parabéns flor!
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MensagemAssunto: Re: Will You Still Love Me Tomorrow?   Hoje à(s) 2:25 pm

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