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 That Day never comes.

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Patty Back
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Qua Set 07, 2011 12:59 am

Janaah. escreveu:
Mas sim, tirando essa parte que eu sempre te elogio em todo o santo capítulo... Fiquei curiosa! Existe uma relação entre o sonho da Hay com o do Bill? E o que aconteceu com a mãe dela (que nem é tão mãe assim)? Curiosa yaya
YAAH !
eu acho que os sonhos têm uma ligação sim.... to tentando pensar em teorias /hm

e eu também peço desculpas pela demora! fiquei sem computador todo esse tempo :/

and...... e que gata mais LIIIIIIINDA!
estou "ownando" aqui! amo³³³ gatos.... gente... eles me seduzem que sem noção Ç_Ç

continua com sua fic mistério *-* AUEHUAHE
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Set 10, 2011 11:15 pm

Gente linda, a Lari pediu pra avisar que ela vai postar nos fins de semanas, pois daqui a pouco começa nossa época de provas, e terceiro trimestre nós nos matamos de estudar ! Quando nossas provas acabarem, isso só no fim de outubro, ela vai tentar postar dia sim dia não, ou a cada dois dias... É isso, obrigada <3
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Larissa Ktz
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Dom Set 11, 2011 11:06 pm

Sabia que os comentários de vocês me deixam cada vez mais feliz e animada com essa fic? *-* HSUAHSUAHUS
Obrigada pra quem está lendo. MUITO obrigada.
E que milagre minha beta/co-autora aparecer. Juro que pensei que você não ia postar esse bendito aviso filha, já estava eu mesma escrevendo aqui. USHAUHSUAHSUAHSU
Peço desculpas novamente pela demora, andei doente e cheia de coisas, pra variar de escola. Esses dias eu tentei postar mas cada dia um motivo diferente me impedia. Se resume em uma palavra: mãe.
Enfim, Patty, que bom que você gosta de gatos, porque planejo mais alguns aparecendo na fic mais pra frente.
E sobre os sonhos, acho que não tem problema algum em contar pra vocês que o sonho do Bill tem a ver com a Halley, mas não há uma relação entre os dois sonhos, eu sinceramente nem pensei nisso. HSUAHSUAHUSHAUHSAU
Bom, de certo tem uma pequena ligação, mas nada direto. Ok, vou parar de blablabla.
Desculpe se tiver algum erro desconcertante, é que acabou de sair fresquinho da edição.
Boa leitura. *-*
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Trilha sonora: (Zoom into me - Tokio Hotel)
Spoiler:
 

Capítulo 8 - The First Dream


- Oh, o que?! – Disse dramatizando, totalmente irônica. Stanley me advertiu com o olhar. Natally não teve reação, simplesmente fingiu que não havia visto.
- Fui convidada pra uma ‘disputa’ entre estilistas*. Tenho que criar um look. Mas além disso eu que tenho que desenhar as peças, desde o sapato, até os acessórios. Tudo.
- Ah, minha querida. Os outros nem tem chance de competir com você, o mundo sabe que você é e sempre será a melhor. – Stanley disse, abraçando Natally de forma calorosa, que indicava as boas vindas. Revirei os olhos, agora eles iriam conversar sobre a viajem de Natally, e as idéias dela. Enquanto eu ia vazar assim que me desse na telha.
- Não significa que eu não possa perder. – Ela disse ternamente para Stanley. Depois se virou pra mim. – Halley, vou passar uns dias no meu escritório, e depois vou pra Madrid, o concurso acontece dia 5 de março.
- Ok. – Já não dava importância a esse tipo de coisa. Ela vivia fazendo isso. O ano todo era assim, com ela ocupada quase o tempo todo, porque se mergulhava de cabeça no trabalho à quase 6 anos.
- Como assim em Madrid? Geralmente esses concursos são em Paris! – Stanley se indignou.
- Aconteceram alguns problemas no lugar em que o concurso estava marcado pra acontecer. Então mudaram para a Espanha, já que uma das grandes patrocinadoras do concurso é de lá.

Não quis escutar mais nada quando ouvi o miado de gata velha da Kira. Ela pulou em meu colo e eu subi as escadas com ela, deixando Stanley e Natally pra trás. Sabia muito bem que Natally havia aceitado participar do concurso pra ‘fugir’ do dia mais doloroso de nossas vidas. 2 de março.
Me joguei na cama com Kira em cima de mim. Fiquei pensando por um tempo sobre aquele sonho que tive com Lilly na madrugada, e acabei cochilando. O que era muito estranho, porque eu simplesmente não conseguia dormir de dia.

’Tudo estava escuro. Dessa vez não sentia nada, como frio, ou a chuva em minha pele. Estava tudo normal, só que escuro. E essa escuridão era confortável.
- Lilly? – Eu chamei, esperando por alguma resposta. Nada veio.
Resolvi me situar de onde estava ao invés de continuar parada. Andei um pouco, e ouvi água pingar, além dos ecos que meus sapatos faziam. Então estava em um lugar fechado. Mas não, não era uma caverna ou algo assim, sua estrutura, seu chão, era obra de seres humanos.
- Quem está aí? – Me assustei um pouco, afinal a voz veio do nada. Mesmo sendo voz leve e angelical. Um homem, na verdade, um garoto. Se não for da minha idade é um pouco mais velho. Pelo tom de voz, parecia tão confuso quanto eu.
- Onde estamos? – Prefiri não responder, apesar de não ter sentido algo de perigoso nele.
- Não faço idéia do que seja esse lugar. – Ele me respondeu. Nossas vozes também ecoavam.
Até que houve uma piscada de luz, muito rápida. Estávamos em um banheiro.
Franzi o cenho naquela escuridão, por que diabos estava com um cara em um banheiro velho?
- Ah, isso aqui é um banheiro... – Ouvi ele sussurrar. Como se ele falasse consigo mesmo.
- É, e bem velho por sinal.
- Uhum. Hey você não me respondeu uma coisa... Quem é você?
- Nossa, parece aquelas perguntas de Aristóteles. – Ele começou a rir. Tinha uma risada tão linda. Será que ele era um anjo? – Bom, acho que não sei dizer ao certo quem sou.
- Então só me diz seu nome.
- Halley.
- Gostei. Halley. É um nome bonito.
- Han, obrigada. – Era estranho falar com ele, porque não sabia em que parte do banheiro ele estava. Sei que não era longe de mim, porque ouvia sua voz nitidamente, mas também não estava muito perto. Além de que, não sabia onde estava seu rosto, estava com uma vontade desumana de tocá-lo. Mas provavelmente não o acharia, já que não enxergava um palmo na frente do meu nariz. Seria mais fácil achar o chão com a testa no meio do caminho. Porém, ao mesmo tempo, não ser enxergada, não ser achada por ele, era relaxante, não sei explicar o por quê. Confuso não? – E o seu nome?
- Pode me chamar de Billie. – Ele respondeu depois de hesitar, o que eu estranhei.
- Billie... Eu gosto desse nome... – Tentei esconder o quão estava desconfiava. Era como se algo gritasse na minha mente que seu nome não era esse. E algo sussurrava ao mesmo tempo que tinha que saber seu verdadeiro nome.
A luz acendeu e apagou novamente, como uma lenta piscada. E faltou ar nos meus pulmões. Vi ‘Billie’ de costas, mas vi seu rosto pelo espelho, e ele era lindo, realmente, pra mim, ele era um anjo sem asas. Moreno, olhos escuros e delineados, cabelo espetado de uma forma que nunca vi igual. Alto e magro.
Ele olhava pra baixo, mas depois bateu seus olhos em mim através do espelho. Foi ai que a luz apagou. Tudo durou segundos. Ouvi ele libertando o ar lentamente, comos se fosse seu prisioneiro. Senti uma vontade louca de abraçá-lo. E quando comecei a andar, o chão faltou abaixo dos meus pés. Tentei chamá-lo, mas minha voz não saía, e não havia sons á minha volta. Eu só caía, caia e caia...’


Senti como se tivesse caído na cama, então me levantei rapidamente. Tanto, que esqueci que havia dormido com Kira em cima de mim. Só vi uma bola de pêlos voando longe. Depois ela ‘reclamou’ pelo susto, e entrou no meu banheiro.
Olhei pra janela. Não, não podia ser. O sol já havia sumido. Como um sonho curto desses pôde demorar tanto assim? Me lembrei que só havia tomado café da manhã. Então senti fraqueza, e minha barriga roncou.
Ah, droga, droga, droga. Ainda tinha umas tarefas de geometria. Melhor eu comer rápido. Fui até a cozinha, peguei um pãozinho caseiro com manteiga e coca. A primeira coisa que vi, que foi justamente a mesma coisa que meu estômago pediu.
Quando estava voltando, vi Natally de cabeça pra baixo no sofá. Estranhei. Era uma cena bem rara da Natally. Além do mais, ela não deveria estar no escritório?

- Natally. Não disse que ia pro escritório?
- Ah, eu vou amanhã. Se eu não dormir essa noite não vou ter idéia alguma. – Ela levantou um pouco a cabeça pra responder, vi que ela estava com seu caderno de anotações na mão. Provavelmente já tendo as tais idéias.
- Ok.
- Durma bem.
- Ta, você também. – Dissemos automaticamente. Como se só estivéssemos sendo educadas uma com a outra. Bom, isso era normal em casa. Bem mais normal do que ver Natally de cabeça pra baixo no sofá.
Fiz minha tarefa de geometria, e mais uma vez, agradeço meu rápido raciocínio. Se não teria demorado bem mais. Dormi em paz, com os ronronos de Kira. Porém sem mais sonhos.


-----


Em Las Vegas. Já de tarde, os meninos foram à uma coletiva de emprensa. Responderam a todas as perguntas pacientemente. Voltaram ao hotel. Todos estavam meio tensos por causa do show que fariam nessa noite. Seria único.

- Com certeza o Georg vai errar a maioria das músicas. – O gêmeo mais velho ria consigo mesmo, enquanto debochava de Georg. Era óbvio que fazia isso pra tentar abafar o nervosismo.
- Eu acho que você vai cair do palco, Tom. Mongo do jeito que é... – Disse Gustav. Que estava quieto até o momento.
- Parem de jogar praga uns nos outros. O show vai ser ótimo. Tudo vai dar certo. E espero que essa dor de cabeça passe. Cadê o Georg? – Disse Bill, irritado, enquanto massageava as têmporas.
- Ta no celular com a nova namorada. – Disse Tom, com uma tonalidade mais baixa na voz. Ele sabia que o gêmeo não estava bem.
- Bill, a dor ta muito forte? – Perguntou Natalie.
- Um pouco Nat, daqui a pouco passa.

Eles chegaram ao hotel. E Bill literalmente voou pra seu quarto de hotel. Só murmurou que precisava descansar. Os outros integrantes da banda, mesmo preocupados, resolveram deixa-lo sozinho por um tempo. Talvez ele realmente precisasse descansar, acabar com o stress e à noite estaria tudo bem.
Em seu quarto, Bill se arremessou na cama, literalmente. Ficou deitado de barriga pra cima, com o braço direito cobrindo os olhos. Esperou 5 minutos, 10... Até que finalmente caiu no sono.

Ouvi água pingando, dei uns passos em meio á escuridão, os mesmos tiveram seus barulhos ecoados. Aquela sensação de que eu estava em um lugar semelhante à algum outro me atingiu. O problema é que não sabia que lugar era esse. Parei de andar quando minha cintura deu de encontro com algo duro, firme, na horizontal. Parecia mármore.
Fui interrompido em meus pensamentos quando ouvi uma voz de anjo, chamava por alguém baixinho.
- Lilly?
Ouvi passos leves, não muito longe de mim, e o ecozinho que produziam. Tomei coragem pra perguntar.
- Quem está ai? – Minha voz ecoou, como tudo.
- Onde estamos? – Ela disse após alguns segundos. Não me respondeu.
- Não faço idéia do que seja esse lugar.
Então a luz deu uma piscada rápida. Olhei o que apertava com as mãos, o que havia me parado. Uma pia de mármore. Uma pia de banheiro público.
- Ah, isso aqui é um banheiro... – Sussurrei.
- É, e bem velho por sinal.
- Uhum. Hey você não me respondeu uma coisa... Quem é você? – Essa pergunta já estava me remoendo por dentro, queria saber quem era a dona dessa voz.
- Nossa, parece aquelas perguntas de Aristóteles. – Comecei a rir, eu esperando ouvir algo sobre ela, e ela diz algo vindo do nada, totalmente fora do contexto. – Bom, acho que não sei dizer ao certo quem sou.
- Então só me diz seu nome.
- Halley.
- Gostei. Halley. É um nome bonito. – Disse sem pensar.
- Han, obrigada... E o seu nome?
Pensei por uns segundos... Mesmo isso sendo um sonho, mesmo ela não sendo real, achei melhor não dizer meu nome. Só pra prevenir, porque dá pra acontecer de tudo nessa vida né? Além de que, algo dizia dentro de mim, que não era pra revelar meu nome. E o primeiro que veio à minha cabeça foi Billie. Parecido com o meu.
- Pode me chamar de Billie. – De certo, não menti. Nunca disse com todas as letrinhas se meu nome era Billie.
- Billie... Eu gosto desse nome...
De repente, a luz piscou novamente. Desviei rapidamente meus olhos da pia pro espelho, e a vi. Foi rápido, mas vi. Como era linda, era pequena, tinha os cabelos longos, loiríssimos, os olhos claros e límpidos como água, que entrava em contraste com a pele pálida, além de ficarem mais notáveis por causa da maquiagem. Logicamente, a dona da voz de anjo, era um anjo. Um anjo sem asas.
Já no escuro, soltei todo ar que tinha prendido em meus pulmões ao vê-la. E logo senti a vontade louca de tocá-la, ouvi uns passos seus. E quando tentei me virar e chamá-la ao mesmo tempo, minha voz travou. E eu comecei a sufocar. Tentava puxar o ar, mas não adiantava, tentei gritar seu nome. Mas não me saia voz, e já não ouvia mais nada.’


Levantei rapidamente puxando todo ar que meus pulmões agüentavam. Mas ao fazer isso dei de cabeça com algo duro. Caí de novo na cama, e automaticamente levei as mãos à minha testa e xinguei baixinho. Abri levemente os olhos pra enxergar que merda era aquela que havia acertado.
Encontrei um Tom rolando de dor no chão com a mão na testa. Me expliquem o que esse ser estava fazendo em cima de mim? Deus, Tom não é normal.
Enfim, se era pra minha dor acabar. Ela voltou duas vezes pior, graças ao meu irmão gêmeo cabeça-dura.


*Sobre essa tal disputa entre estilistas, eu sinceramente não sei se existe, e se existir, qual o nome. Como é uma fanfic, vamos fingir que existe.
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Seg Set 12, 2011 8:07 pm

Gostei do capítulo, tô rindo até agora desse final...
Sobre o sonho, achei lindo. Continue logo. Very Happy
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Seg Set 12, 2011 9:28 pm

Aaah eles se encontraram.......pelo sonho.........mais foi lindo! *-*
Tadinho do Bill e do Tom, aii to rindo ainda! :")
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Ter Set 13, 2011 8:54 pm

ENCONTROS EM SONHOS? QUE TUUUUUUUDO! *-*
to louca pra ver onde isso vai dar :3

UAHEUAHEUAHEUAHEUAHEUAHE Tom sobre o Bill? to rindo muito imaginando essa cena!
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Ter Set 13, 2011 11:43 pm

NOssa cara isso está ficando cada vez melhor.. What a Face

Adorei esse encontro deles no sonho... Muito 10

Continua estou louca pra ver onde isso vai parar... louco
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Set 17, 2011 11:26 am

' -Láari Kaulitz. escreveu:
Sabia que os comentários de vocês me deixam cada vez mais feliz e animada com essa fic? *-* HSUAHSUAHUS
Obrigada pra quem está lendo. MUITO obrigada.
E que milagre minha beta/co-autora aparecer. Juro que pensei que você não ia postar esse bendito aviso filha, já estava eu mesma escrevendo aqui. USHAUHSUAHSUAHSU
Peço desculpas novamente pela demora, andei doente e cheia de coisas, pra variar de escola. Esses dias eu tentei postar mas cada dia um motivo diferente me impedia. Se resume em uma palavra: mãe.
Enfim, Patty, que bom que você gosta de gatos, porque planejo mais alguns aparecendo na fic mais pra frente.
E sobre os sonhos, acho que não tem problema algum em contar pra vocês que o sonho do Bill tem a ver com a Halley, mas não há uma relação entre os dois sonhos, eu sinceramente nem pensei nisso. HSUAHSUAHUSHAUHSAU
Bom, de certo tem uma pequena ligação, mas nada direto. Ok, vou parar de blablabla.
Desculpe se tiver algum erro desconcertante, é que acabou de sair fresquinho da edição.
Boa leitura. *-*
Ai, Láari não precisa agradecer ler a sua fic é um grande prazer!!! ;3
Também tenho andado meio sem tempo, te entendo completamente ;-)
E mais uma vez, vou dizer que gosto muito da sua fic!!! Very Happy

Patty Back escreveu:
ENCONTROS EM SONHOS? QUE TUUUUUUUDO! *-*
to louca pra ver onde isso vai dar :3

UAHEUAHEUAHEUAHEUAHEUAHE Tom sobre o Bill? to rindo muito imaginando essa cena!
A Patty resumiu bem, o que eu ia falar!!! \o/
Também AMEI esse encontro em sonhos *-*
foi tão fofo :3
E eu ri muito, mais muito mesmo com o Tom sobre o Bill kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk'
tadinho do Bill desse jeito nunca vai melhorar da dor de cabeça :/

Enfim, estou louca pela continuação yaya yaya yaya
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Set 17, 2011 9:06 pm

Patty Back escreveu:
ENCONTROS EM SONHOS? QUE TUUUUUUUDO! *-*
to louca pra ver onde isso vai dar :3

UAHEUAHEUAHEUAHEUAHEUAHE Tom sobre o Bill? to rindo muito imaginando essa cena!
Patty sempre fala por mim, so...
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Set 17, 2011 9:43 pm

muito lindo o sonho deles ai ameii
kkk ri muito com esse final
continue
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Qui Out 06, 2011 3:45 pm

Meninas! Me deu até vergonha de vir até aqui depois de todo o tempo que deixei vocês na mão, me desculpem de verdade, mas tive que estudar que nem uma louca pras provas, e estou aproveitando o fim de semana pra postar. Mas tenho uma boa notícia: Semana que vem é semana do saco cheio, então postarei mais um capítulo. Só que daí voltam minhas provas. Então depois do próximo cap já sabem né? Vai demorar mais um século pra mim postar.
Enfim, muito obrigada pelos comentários divos de vocês! *-* SHUAHSUAHSUA E vocês mal perdem por esperar por esse sonho da Hay e do Bill, tem mais pela frente. MUAHAHAH
Mais um aviso: esse cap está sendo postado as pressas, então ficará sem trilha sonora. Se vocês fizerem questão mesmo assim, é só falar que querem nos comentários e eu procuro uma música que tenha a ver e edito aqui.
Peço desculpas também porque o cap de hoje não é muito comprido. :/
Well, acho que não tenho mais avisos. Então, boa leitura.
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Capítulo 9 - Avisos e Possibilidades.


- Me desculpa, me desculpa. Você sabe que foi sem querer Bill... – Tom não parava de repetir ao irmão. O que estava torrando com a paciência dele.
- Ta Tom, já entendi! Só que pedir desculpas não vai diminuir minha dor de cabeça. Então faça o favor de buscar um remédio pra mim.
- Por que eu? – ‘Eu não vou socar meu irmão, eu não vou socar meu irmão...’ Bill repetia mentalmente, enquanto respirava fundo.
- Porque se eu estou com dor de cabeça de novo, a culpa é sua.
- Aff, ta né, eu vou lá. Vai querer o chá de camomila também?
- Vou.

Tom saiu. E Bill pode desabar a cabeça na cama, e pensar em paz. Aquele sonho estranho ainda rondava sua cabeça. Aquele rosto e voz angelicais ainda dominavam seus sentidos. Se virou pro relógio, faltavam 4 horas pro show começar. Saltou da cama de forma invejável e saiu correndo se ajeitar e conferir se tudo estava certo. Sobre a dor de cabeça? Sua vida não lhe dava o luxo de ter ‘dor de cabeça’, isso teria que ficar pra segundo plano. Primeiro vinha seus fãs, a banda, os ensaios, e todo o resto.


-----


Acordei no meio da noite, do nada. Olhei pra Kira, ela dormia tranquilamente, fui ao banheiro lavar o rosto. E ao me olhar no espelho, lembrei daquele cara do meu sonho. Ele era tão lindo... Tão, tão... Eu não sei explicar, ele me causava uma sensação estranha. Porém boa, muito boa. Voltei pra minha cama ainda pensando no tal garoto lindo que eu vi. Eu desejei inúmeras vezes –mesmo sem saber por que- que ele fosse real.
De uma forma estranha, meu travesseiro pareceu mais macio do que antes, e instantaneamente caí num sono com sonhos. Na verdade, com um sonho só, e bem estranho.

”- Finalmente posso falar com você de novo. Esperei tanto tempo por isso Halley! Vejo que mudou muito nesses 5 anos.
- Também fiquei com saudades Lilly. O problema é que você só aparece pra mim quando algo muito ruim vai acontecer. – Respondi assim que reconheci aquela voz.
- É, algo péssimo vai acontecer. E tenho muito pra te contar, mas ainda não é a hora certa pra isso. Então só se prepare. Cuidado com a tatuagem azul, se lembra dela né?
- A tatuagem azul... – Falei mais comigo mesma do que com ela, enquanto flashes dolorosos de memória passavam pela minha cabeça. – Lilly, me fala o que é exatamente! Não posso me preparar pra algo que não faço idéia do que seja. Só sei que é barra pesada. Da última vez foi o papai. – Falei sentindo uma pontada de tristeza e os olhos latejando.
- Eu sei Halley, mas eles me proibiram de lhe falar agora. Eles dizem que não é a hora certa. Ah! Papai disse que está com saudades.
- Diga que também sinto saudades. Muita. Por que ele não aparece como você?
- É uma coisa complexa Halley, eu sou como um guia espiritual pra você. Mas o real motivo de eu poder te ver e falar com você pela sua mente ou por seus sonhos é a nossa ligação, somos uma pessoa só, você sabe. – Assenti com a cabeça.
- Então se só você pode aparecer pra mim, quem era aquele rapaz que eu conversei no meu sonho na outra noite?
- Não posso te falar muito dele, eles não deixam. Creio que só possa dizer que ele vai ser como um anjo pra você, e vai causar uma mudança sua vida. Sem mais. – Um anjo sem asas, foi como consegui descrevê-lo, ao bater os olhos nele.
- Lilly, quem são ‘eles’? – Perguntei franzindo o cenho.
- São os espíritos, Halley. Os espíritos que comandam esse lugar. Os mesmos que permitem que você esteja aqui. Onde tudo é bem complexo.
- Entendi. – O que não era totalmente verdade. Mas Lilly sabia disso, já que nós nos sentimos. Somos uma só, como ela já disse.
- Ah, esteja no Fillmore New York At Irving Plaza no dia 23*, resumindo, amanhã. É importante.
- Tá louca Lilly? Lá sempre tem shows internacionais, fica lotado!
- Por isso mesmo.
- Ok, vou me lembrar de ir lá. – E suspirei.
- Halley, acho melhor você ir.
- Como eu volto?
- Só precisa acordar.”


No mesmo segundo abri os olhos, com aquela frase rondando pela minha cabeça em forma de eco. Falei com a Lilly, algo realmente p-é-s-s-i-m-o ia acontecer. O moreno do meu sonho será como anjo pra mim e mudará minha vida. E amanhã tenho que estar no Fillmore pra ver/achar seja lá o que ou quem.
É, a vida é dura, e no meu caso, estranha também. Ainda mais quando não se pode falar nada disso pra ninguém pra que não te internem. Bom, por enquanto eu não falaria pra ninguém.


-----


Bill estava tão cansado, que não respondeu seus movimentos por si enquanto entrava no avião no meio da noite. Mal despencou em seu acento e já apagou. Não sonhou, somente descansou ali naquele espaço pequeno, ainda mais levando em consideração seu próprio tamanho. Seu irmão sentou ao seu lado, mas não conseguiu dormir. Tinha medo de aviões, então ficava nervoso demais, mesmo que estivesse cansado do jeito que estava.
Georg sentou-se com Gustav nos acentos atrás dos gêmeos, assim, Georg dormiu, mas Gustav permaneceu acordado. O mesmo conversava com o Kaulitz mais velho. O resto da equipe se acomodou, muitos aproveitaram o tempo que teriam, e acabaram por seguir o exemplo do vocalista e do baixista.
Depois de duas ou três horas, Bill acordou. Sua nuca doía pela má posição. Só aí caíu em si de que estava em um avião, e suspirou aliviado ao lembrar de mais: o show havia sido um sucesso; o próximo show seria o último, depois voltaria para casa por algum tempo. E no caso, esse show seria em nada mais, nada menos que New York.

----------------------------------------------------------------------
Nota: Peço desculpas, mas tive que adiar 4 dias o dia da apresentação dos meninos no Fillmore de NY. O dia original, para quem não sabe, era 19/02/2008 e eu passei pra 23/02/2008.
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Qui Out 06, 2011 5:03 pm

ahah mein gott to amando essa fic serio mesmo ta otima
ai pensa quando um olhar nos olhos do outro ai que lindo
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sex Out 07, 2011 1:20 am

a Lilly por um acaso era irmã gêmea da Halley? Que morreu ainda jovem ou qualquer coisa assim??? caramba, Láari, eu estou ficando muito curiosa :x
posta logo, por favor! quero muito ver o que vai acontecer nesse show!
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Out 08, 2011 9:05 pm

Patty Back escreveu:
a Lilly por um acaso era irmã gêmea da Halley? Que morreu ainda jovem ou qualquer coisa assim??? caramba, Láari, eu estou ficando muito curiosa :x
posta logo, por favor! quero muito ver o que vai acontecer nesse show!
Very Happy
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Out 08, 2011 10:55 pm

Patty Back escreveu:
a Lilly por um acaso era irmã gêmea da Halley? Que morreu ainda jovem ou qualquer coisa assim??? caramba, Láari, eu estou ficando muito curiosa :x
posta logo, por favor! quero muito ver o que vai acontecer nesse show!
ou uma super hiper mega ultra power amiga, whatever. Também estou morrendo pra saber disso :x
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Out 08, 2011 10:57 pm

Janaah. escreveu:
Patty Back escreveu:
a Lilly por um acaso era irmã gêmea da Halley? Que morreu ainda jovem ou qualquer coisa assim??? caramba, Láari, eu estou ficando muito curiosa :x
posta logo, por favor! quero muito ver o que vai acontecer nesse show!
ou uma super hiper mega ultra power amiga, whatever. Também estou morrendo pra saber disso :x
pensei em irmã gêmea naquela parte do "somos uma pessoa só, você sabe." scratch
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Seg Out 10, 2011 10:16 pm

Hm, não imaginei que já iam criar teorias sobre o que a Lilly é. HSAUHSAUHSU Vou deixar suas cabecinhas trabalhando nisso, pode ser só uma irmã, uma amiga muito próxima dela, como disse a Janaah, uma irmã gêmea, como disse a Patty, pode ser sua própria consciência, pode ser um ser indefinido, pode ser qualquer coisa... Enfim, não vim aqui confundir vocês. SHAUHSUAHSUAHUSA
Vim avisar que como vou viajar amanhã, e voltar 3 dias antes de duas provas, não vou conseguir postar aquele capítulo que eu prometi. A MENOS QUE: amanhã chova loucamente e eu só viaje quarta, ou que eu consiga um tempinho pra postar no sábado.
Se eu não conseguir, então provavelmente eu poste só no sábado depois de tudo isso. Resumindo: lá pro dia 22.
Peço desculpas por isso meninas, mas escola é um saco, e se eu não passar FUU. ;/
Ah sim, muito obrigada pelos comentários. Eu amo todos eles. Haha. *-*
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Ter Out 11, 2011 10:22 pm

Evelyn Kaulitz escreveu:
Patty Back escreveu:
a Lilly por um acaso era irmã gêmea da Halley? Que morreu ainda jovem ou qualquer coisa assim??? caramba, Láari, eu estou ficando muito curiosa :x
posta logo, por favor! quero muito ver o que vai acontecer nesse show!
Very Happy
Pois é. kk

Ok, intendo Láari :}
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Qua Out 12, 2011 12:35 am

' -Láari Kaulitz. escreveu:
Hm, não imaginei que já iam criar teorias sobre o que a Lilly é. HSAUHSAUHSU Vou deixar suas cabecinhas trabalhando nisso, pode ser só uma irmã, uma amiga muito próxima dela, como disse a Janaah, uma irmã gêmea, como disse a Patty, pode ser sua própria consciência, pode ser um ser indefinido, pode ser qualquer coisa... Enfim, não vim aqui confundir vocês. SHAUHSUAHSUAHUSA
Vim avisar que como vou viajar amanhã, e voltar 3 dias antes de duas provas, não vou conseguir postar aquele capítulo que eu prometi. A MENOS QUE: amanhã chova loucamente e eu só viaje quarta, ou que eu consiga um tempinho pra postar no sábado.
Se eu não conseguir, então provavelmente eu poste só no sábado depois de tudo isso. Resumindo: lá pro dia 22.
Peço desculpas por isso meninas, mas escola é um saco, e se eu não passar FUU. ;/
Ah sim, muito obrigada pelos comentários. Eu amo todos eles. Haha. *-*
PPPPPPPFFFFFFFF, criar teorias é uma das primeiras coisas que a gente faz! UAHEUAHEUHEUHEAUH

awn, tudo bem, eu sobrevivo :/
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Qua Out 12, 2011 12:45 am

Patty Back escreveu:
PPPPPPPFFFFFFFF, criar teorias é uma das primeiras coisas que a gente faz! UAHEUAHEUHEUHEAUH
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Qua Out 12, 2011 9:41 pm

NOssa quero muito saber o que vai acontecer nesse show ... What a Face
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sex Nov 04, 2011 8:13 pm

Aff, meninas, vocês merecem ir pro céu por ter tanta paciência assim. Desculpem ter passado todo esse tempo sem postar aqui, sendo que minhas provas acabaram já tem um tempo. Mas vamos dizer que, hm, certos acontecimentos me fizeram adiar a postagem. Muito, muito, muito obrigada por tudo, por todos os comentários e por lerem! *-*
Well, pra variar, tenho um aviso, e não é muito bom. Estou postando esse cap, mas não tenho certeza de quando virá o próximo. Por motivos sentimentais não estou conseguindo continuar a fic no mesmo pique, fazia mais de um mês que nem tocava nela pra dar continuidade. Pra falar a verdade, estou editando esse cap enquanto escrevo aqui. Eu gostaria de dizer que a partir das minhas férias as coisas ficarão mais simples e que ficará mais fácil de postar, mas não, é exatamente nas férias que eu já sei que vou ter uma tragédia. E exatamente por estar abalada que eu não sei quando vou conseguir postar.
Me desculpem por isso, eu sei que é falta de 'profissionalismo', mas nada é uma certeza ainda.
Aqui tem mais um cap, e por causa de fazer tudo de última hora, não tem trilha sonora (é, de novo). Mas se fizerem questão de uma, simplesmente peçam nos comentários que eu edito tudo bonitinho.
Bem, boa leitura, e espero que me compreendam.
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Capítulo 10 - A primeira Vista.


Vinte e três. Não sei o motivo, mas sempre gostei desse número. Acho que ele me dava sorte, sei lá. Sempre aparecia de um jeito ou outro no meu dia. Falando nisso, dia 23 é o dia que eu tenho que ir pro Fillmore, de acordo com a Lilly, ou melhor: hoje. Resumindo, hoje eu tenho que ir a uma casa de shows, com um monte de fãs histéricas, de alguma banda ai, porque minha irmã morta que fala comigo mandou, pra achar ou ver Deus-sabe-o-quê. Intrigante, não?
Me levantei devagar da cama, como se minha cabeça não estivesse colada no lugar, e pudesse cair a qualquer momento. Bom, realmente parecia que ela ia cair, meu pescoço estava dormente, acho que acabei dormindo de mal jeito. Droga. Já acordei quebrada.
Depois da minha higiene matinal e de me trocar, fui até a cozinha tomar um copo de água –minha garganta estava muito seca- e pra comer qualquer coisa. Lembrei que tinha prometido almoçar com Drake e Zoey, e depois, nós mostraríamos a cidade pra ele. É, eu sei como é difícil se mudar pra um lugar que você não conhece nada nem ninguém.


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Os roqueiros alemães mal pisaram na calçada do hotel e Tom já disparou pra dentro, conversou rapidamente com o atendente para pegar a chave de seu quarto, e foi para o mesmo. Só não correu por conta do seu cansaço. Precisava dormir, e logo. Afinal, ele havia passado a viagem inteira acordado. E antes de dormir, aproveitou pra amaldiçoar seu medo de aviões.
Ninguém da banda ou da equipe protestou sobre Tom agir desse jeito. Já estavam acostumados. É, todos sabiam de seu medo.
Aos poucos, cada um pegou a chave de seu quarto e subiu. Mas ao contrário do guitarrista, só deixaram as malas, ninguém queria dormir sabendo que NY esperava por eles do lado de fora.
Gustav foi tirar fotos, como de costume. Georg resolveu acompanha-lo, assim podia tomar um café por ali e ligar para a namorada em paz. Bill resolveu só caminhar sem rumo, mas claro, tomando todo cuidado possível. Afinal, o Fillmore não ficava tão longe assim do Gramercy Park Hotel, onde estavam hospedados. Eram somente 5 quadras.
Bill começou a lembrar da garota loira novamente, seus olhos, seu rosto, sua voz... Então vieram flashes de uma pequena mãozinha soltando um pedaço de papel no chão, de mãos e braços que não eram seus, e na fuligem e sangue que os cobriam. Teve arrepios. Porém seus pensamentos foram interrompidos quando ouviu uma gritaria histérica no fim da rua.
Algumas fãs o tinham visto. Pôs-se a correr, junto com seu guarda-costas de volta pro hotel. Enquanto aquela manada de garotas histéricas voava em suas direções. Chegaram a tempo no hotel, onde elas não puderam entrar. Sentiu pena delas, então acenou pelo vidro, e sorriu.


-----


Depois de almoçar cachorro-quente numa praça qualquer do centro, decidimos mostrar um dos shoppings pro Drake –onde nós deveríamos ter almoçado, mas não o fizemos porque Drake supostamente queria ‘experimentar o cachorro-quente de NY’- e provavelmente, depois do shopping iríamos pro centro. Porque querendo ou não, todo mundo que vinha pra cá queria comprar alguma coisa, ainda mais aquelas blusas com o escrito ‘I ♥ New York’. Já se tornou um clássico.
No shopping, ou mesmo no centro conversamos muito, Drake disse ter saudade da Inglaterra, de seus pais, mas que foi mais fácil assim, eles brigavam muito, e que também sentia falta da irmã, mesmo que vivesse irritando ela. Ele também disse que os alunos de lá eram mais antipáticos do que os daqui, mesmo que parecesse impossível. Eu poderia até duvidar mais sabia que era verdade, já estive lá duas vezes, ambas por causa da Natally. Quando eu fui da primeira vez pra lá, Lilly ainda estava comigo... Lilly... Aviso... Meu celular começou a tocar. Merda! O aviso da Lilly! Só lembrei quando meu celular mostrou que já eram 8 p.m. Não podia ser, e agora? Calma Halley, tudo depende do horário do show. Isso, o horário, do show do Fillmore. Calma.

- Alguém aqui sabe que horas é o show no Fillmore hoje?
- Ah, eu ouvi falar, uma reportagem sobre o show passou na Tv. É de uma banda estrangeira, muito importante pelo jeito, ta lotado lá hoje. Se não me engano é mais ou menos à essa hora. – Drake me informou.
- Merda. – Gritei. Tinha que ser justo comigo? Porque justo eu tinha que ir no Fillmore procurar sei lá quem/o que?
- Por que Hay? – Zoey perguntou.
- Eu tinha que ir no Fillmore, pelo jeito, antes do show começar. – Melhor não detalhar. Bom, não teria como, eu ia dizer o que? ‘Ah Zo, é que a Lilly mandou’. Não rola, iam me taxar de esquizofrênica na hora.
- Mas... – Não esperei pra ouvir o que mais a Zo ia dizer, saí correndo em direção ao Fillmore, que graças à Deus não estava tão longe assim, era ‘só’ umas 6 quadras de onde eu estava. Bom, era longe, mas podia ser pior.

Cheguei na frente do Fillmore às 8:15 p.m. Estava esgotada, apoiando-me nos meus joelhos. Nunca pensei que pudesse correr tudo isso em 15 minutos. Cleiton ficaria orgulhoso de mim –se ele ficasse orgulhoso de alguma coisa em sua vida.
Depois de respirar fundo umas três vezes, dobrei a esquina calmamente, e a primeira coisa que me chamou a atenção foi a quantidade de fãs que ainda estava pra fora, a fila andava devagar. Várias gritavam, choravam, acenavam pra carros, entre mais.
Droga, droga, droga! Eu não podia ter chegado a essa hora aqui. Mas também, pode ser que nem fosse tão importante assim... Não. Deixa de ser besta Halley! Se Lilly me avisou, é realmente importante.
Bom, quem sabe o que eu precisava ver/achar era alguém ali da fila, ou algo assim. Fui contornando-a, do começo até o fim. Nada. Ninguém que eu reconhecesse, mas aquela banda –que eu via por fotos- me chamou atenção em algo... Será que era isso que eu tinha que ver? Acho que não. O nome era Tokio Hotel, pelo que eu li nos cartazes... Mas eles não pareciam japoneses. Não de acordo com as fotos.
’Vá para o fundo do Fillmore’. – Escutei em minha mente. A voz parecia... A Lilly? Não tinha como. Bom, como já disse antes. O que eu tinha a perder? Já estava atrasada mesmo. Fui para o fundo do Fillmore como a bendida voz mandou. Já tinha acontecido tanta coisa estranha por essas últimas semanas, que acabei me acostumando.
Não tinha nada na parte de trás, estava escuro já que aquele pedaço da rua não tinha muita iluminação. Somente algumas fãs andavam por lá. Cerca de três ou quatro grupos delas. Foi quando eu estava me virando pra ir embora, sem ver, sem achar, ou sem descobrir o que tinha ido fazer ali, que vi um carro preto chegando rapidamente. Parecia apressado. Muito apressado, e isso me chamou a atenção.
O carro parou na frente da porta dos fundos –cerca de 3 metros de onde eu estava- e então desceu um homem alto do banco de trás. Depois, um cara moreno, olhos escuros e delineados, cabelo espetado de uma forma que nunca vi igual. Alto e magro, seguido de mais um segurança. De repente, me alarmei, eu conhecia aquele cara. É, eu conhecia ele! Era o tal Billie! Realmente parecia um anjo, e era tão lindo como no meu sonho, se não mais. Eu precisava falar com ele...
Foi quando percebi que eles se ajeitaram pra entrar pela porta, e antes mesmo de começar a andar as fãs correram na direção deles.

- Billie! – Gritei o mais alto que podia. Foi a única coisa que pude pensar em milésimos de segundos. Ele se virou assustado.
Quando seus olhos pousaram sobre mim, pareceu estático. Corri na direção dele, sem me importar com o monte de garotas histéricas tentando passar entre os seguranças pra chegar nele.
- Ha... – Antes mesmo que eu pudesse chegar nele. Ele foi literalmente carregado pra dentro do Fillmore pelos seguranças. E a porta se fechou na minha cara e na de mais umas 12 garotas. Todas saíram inconformadas dali, algumas comentando que iam contar pra sei-lá-quem que tinham visto o Bill.

Espera... O tal Billie que eu tinha conhecido em meu sonho era real! Existia mesmo! E eu cheguei tão perto... Mas o que me intrigou foi que todos o chamavam de Bill... E ligando os pontos, ele era um dos caras que estavam nos milhares de pôsters e bugigangas daquelas fãs loucas ali do outro lado. OMG, olha onde eu fui me meter. Ah, a Lilly vai ouvir de mim essa noite, ah se vai. Pensei em parar uma das garotas pra perguntar se afinal o nome dele era Billie ou Bill, mas antes mesmo que eu fizesse isso, uma delas me parou.

- Hey, não chama o Bill por apelidos, ele não gosta. Ou você ainda não sabe disso? – Essa era uma das únicas dali que tinha cara de ser um cú. Ó Deus, porque justo essa tinha que falar comigo?
- Olha, afinal o nome dele é Billie ou Bill?
- Bill né. – Ela me olhou como se eu fosse um jegue. Me segurei pra não socar ela.
- Aff, vai curtir seu show. Ah, desculpa, sem ingresso? – Notei que ela não tinha nada nas mãos, não tinha bolsa, nem bolso, e estava sozinha. Tinha dó de quem não ia em shows, porque eram maravilhosos. Bom, menos dela.
- Perdi meu ingresso quando briguei com uma dessas fãs idiotas daqui. Não que isso seja da sua conta.
- Então boa sorte esperando na sarjeta. – Ela me olhou com raiva. Dei-lhe as costas. Tinha muito o que pesquisar sobre esse tal Bill do Tokio Hotel.
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Seg Nov 07, 2011 8:10 pm

Nossa .. o Bill reconheceu ela certeza....

Nossa que guria idiota é essa? Soca a mão na orelha dela ..
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Ter Nov 08, 2011 6:47 pm

Af, esse capítulo me iludiu demais... U_U
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Qua Nov 16, 2011 12:19 pm

O Bill reconheceu ela, eu sei disso *-*
awn, agora eu quero MUITO ver aonde isso vai dar *-*
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Hoje à(s) 9:05 am

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