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 That Day never comes.

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Larissa Ktz
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Qui Ago 04, 2011 11:25 pm

Oi leitoras lindas! *-* Muito obrigada por todos esses comentários, eu acho eles tão lindos que eu fico lendo toda hora que entro aqui. USHAUSHAUSHU Sério. *-*
Bem, eu não estou postando um cap, então espero que vocês não queiram me matar por isso. D:
É que eu tenho uma beta chata que pede até a morte por um post meu com algumas explicações. Q
Ok, a questão é a seguinte: estou aqui pra avisar que o capítulo 5 sai amanhã.
Também vim avisar que a Rai beta infeliz é também a co-autora dessa fic, já que ela me ajuda a montar vários caps, e ESPERO QUE MONTE UNS SOZINHA MAIS PRA FRENTE. U-U
Porque corrigir erro gramatical não enche barriga. Enfim, aproveitando: alguns fatos da fic são baseados em fatos reais, como a Halley e Zoey serem baseadas em mim e na Rai (logicamente), e alguns fatos em si, mas eu não posso dizer muito pra não revelar nada da fic.
Quero voltar a dizer que deem certa atenção aos posts da Rai, porque se eu estiver com algum problema ou algo do gênero, ela que vai postar por mim.
E sim, amo a palavra defenestrar, e vou defenestrar minha beta/co-autora se ela não rasgar os dedos e escrever com próprio sangue essa fic. u-u
Por enquanto é só isso honeys. Peço desculpas por ter tirado o tempo de vocês com esse aviso inútil.
Até amanhã.
Não precisam se preocupar, se preciso edito esse post pra postar, não cometerei flood. (:
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sex Ago 05, 2011 2:02 am

' -Láari Kaulitz. escreveu:
Oi leitoras lindas! *-* Muito obrigada por todos esses comentários, eu acho eles tão lindos que eu fico lendo toda hora que entro aqui. USHAUSHAUSHU Sério. *-*
Bem, eu não estou postando um cap, então espero que vocês não queiram me matar por isso. D:
É que eu tenho uma beta chata que pede até a morte por um post meu com algumas explicações. Q
Ok, a questão é a seguinte: estou aqui pra avisar que o capítulo 5 sai amanhã.
Também vim avisar que a Rai beta infeliz é também a co-autora dessa fic, já que ela me ajuda a montar vários caps, e ESPERO QUE MONTE UNS SOZINHA MAIS PRA FRENTE. U-U
Porque corrigir erro gramatical não enche barriga. Enfim, aproveitando: alguns fatos da fic são baseados em fatos reais, como a Halley e Zoey serem baseadas em mim e na Rai (logicamente), e alguns fatos em si, mas eu não posso dizer muito pra não revelar nada da fic.
Quero voltar a dizer que deem certa atenção aos posts da Rai, porque se eu estiver com algum problema ou algo do gênero, ela que vai postar por mim.
E sim, amo a palavra defenestrar, e vou defenestrar minha beta/co-autora se ela não rasgar os dedos e escrever com próprio sangue essa fic. u-u
Por enquanto é só isso honeys. Peço desculpas por ter tirado o tempo de vocês com esse aviso inútil.
Até amanhã.
Não precisam se preocupar, se preciso edito esse post pra postar, não cometerei flood. (:
UAHEUHAE beleza, entendi tudo e........ espero ansiosa por amanhã yaya
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Ago 06, 2011 4:42 pm

Patty Back escreveu:
' -Láari Kaulitz. escreveu:
Apesar de não parecer, Tom é inteligente.
ADJAISDJIASOHDASXHAUSGDQYAISFDYUSAGXBUIASGD eu ri demais disso, sério :'D

' -Láari Kaulitz. escreveu:
Por incrível que pareça, nesse exato momento, Georg acabou sendo interrompido de seus pensamentos ao tropeçar na baqueta do nosso querido –e super organizado- baterista, que estava bem no meio do ‘corredor’. Georg foi caindo em cima das tralhas que estavam espalhadas por lá, e ainda conseguiu quebrar uma guitarra do Tom, com a cabeça.
OUAHDAOSDHAUISDGAIUSGDIUASGD GEEEEEEEEENTE, GEORG IS CLUMSY MESMO HEIN, PQP

' -Láari Kaulitz. escreveu:
- Enfia esse gloss no seu rabo ossudo, porra! Não estou com saco pra te aguentar hoje.
DIVA ETERNA, TE AMO S2 ADGIUASGDAUSIDHSAHDSADUASGDIGASD
SÓ CONCORDO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Ai Lari, sério, não sei como tu consegue ficar tão insegura quanto a algum capítulo seu, sua criatividade pra diálogos/monólogos é foda velho KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Enfim, continue o mais rápido possível :'D quero ver no que essa festa vai dar :3
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Ago 06, 2011 5:46 pm

Patty Back escreveu:
' -Láari Kaulitz. escreveu:
Oi leitoras lindas! *-* Muito obrigada por todos esses comentários, eu acho eles tão lindos que eu fico lendo toda hora que entro aqui. USHAUSHAUSHU Sério. *-*
Bem, eu não estou postando um cap, então espero que vocês não queiram me matar por isso. D:
É que eu tenho uma beta chata que pede até a morte por um post meu com algumas explicações. Q
Ok, a questão é a seguinte: estou aqui pra avisar que o capítulo 5 sai amanhã.
Também vim avisar que a Rai beta infeliz é também a co-autora dessa fic, já que ela me ajuda a montar vários caps, e ESPERO QUE MONTE UNS SOZINHA MAIS PRA FRENTE. U-U
Porque corrigir erro gramatical não enche barriga. Enfim, aproveitando: alguns fatos da fic são baseados em fatos reais, como a Halley e Zoey serem baseadas em mim e na Rai (logicamente), e alguns fatos em si, mas eu não posso dizer muito pra não revelar nada da fic.
Quero voltar a dizer que deem certa atenção aos posts da Rai, porque se eu estiver com algum problema ou algo do gênero, ela que vai postar por mim.
E sim, amo a palavra defenestrar, e vou defenestrar minha beta/co-autora se ela não rasgar os dedos e escrever com próprio sangue essa fic. u-u
Por enquanto é só isso honeys. Peço desculpas por ter tirado o tempo de vocês com esse aviso inútil.
Até amanhã.
Não precisam se preocupar, se preciso edito esse post pra postar, não cometerei flood. (:
UAHEUHAE beleza, entendi tudo e........ espero ansiosa por amanhã yaya
Eu também, eu também!!! yaya yaya yaya
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Ago 06, 2011 11:15 pm

Pronto, aqui estou eu, atrasada, pra variar. Me desculpem, de novo. Mas eu tive uns imprevistos, hehe.
Enfim, aqui está o tal capítulo da festa, creio que como já coloquei todos aqueles avisos ali em cima não precise escrever tanto agora.
Tudo o que tenho a dizer é: boa leitura. (;
---------------------------------------------------------------------------------

Trilha sonora:
Spoiler:
 

Capítulo 5 - Party Everyday.



Os dias passaram. Já estávamos em 6 de fevereiro e eu ia fazendo tudo as pressas. Por essa semana eu estive com a cabeça girando, claro que tinha mais gente me ajudando. Stanley comprava algumas coisas por mim, a mãe da Zoey disponibilizava muita coisa, mas não podia ajudar na decoração, roupa e bolo, por exemplo, já que os hospitais estavam uma loucura e ela tinha que estar lá praticamente o tempo todo.
Erik e Matt me ajudaram bastante, iam em casa ajudar em tudo que podiam. Aproveitei para arrastá-los pelas lojas do centro, assim já compramos os presentes, o meu ia ser uma coisa que ela queria há anos atrás... É, parece impossível fazer tudo isso pra alguém que não está a par de tudo, eu sei. Mas quando você sabe o gosto dela, é mais fácil.
Fácil é claro que são as escolhas, porque a minha situação não estava nem um pouco fácil de agüentar. Eu estava, literalmente, morrendo de sono, nem estava comendo direito por causa de toda essa preparação. A noite, lembrei do que me motivou a tudo isso: uma Zoey de 12 anos, toda sorridente, dizendo que não importava o que acontecesse, seríamos amigas para sempre.

A manhã do dia seguinte passou rápido, Zoey e eu passamos a tarde toda no shopping, entrávamos em todas as lojas, eu a distraia, mas fingia que não lembrava que era seu aniversário. Só perto das 8 da noite, lhe entreguei uma sacola, disse um parabéns meio seco, e a fiz experimentar meu ‘presente’, que na verdade era a roupa que eu tinha escolhido pra ela passar a festa, e não deixei ela destrocar. Liguei logo pro Stanley, e em poucos minutos já estávamos no carro indo pra festa. Levei ela até meu quarto, enquanto Stanley avisou a todos que ela já estava lá. Coloquei minha roupa e descemos. Admito que até eu assustei com a barulheira feita assim que colocamos os pés lá fora.

- SURPRESAA!! – As pessoas levantavam gritando, uma delas acendeu as luzes.
- Oh Gosh! – Então ela olhou pra mim, eu sorri e ela me abraçou.
- Feliz aniversário Zo.
- Foi você que fez tudo isso? – Ela perguntou se soltando de mim.
- Uhun, eu e mais algumas pessoas. – Nisso a senhora Stewart veio cumprimentar a filha, depois Erik, Stanley... e Matt. Quando Zoey viu que ele estava ali ela ficou grudada no chão, como se tivesse nascido plantada exatamente ali.
- Parabéns Zo! – Então ele a abraçou, ela não respondeu, não se moveu. Então eu dei um pisão no pé dela, tão forte que doeu até em mim, e ela finalmente o abraçou.
- Obrigada Matt. – Fiz de tudo pra que ele estivesse lúcido nessa festa, espero que meu esforço não vá pro limbo.

Logo depois ela saiu pra cumprimentar toda aquela gente.
Tudo estava bom na festa, tinha muita música, todos dançaram, todos beberam –claro, ninguém chegou a ter coma alcoólico, e quer saber, é final de semana, foda-se-, Zoey ganhou milhares de presentes. Na hora de eu dar o meu, chamei ela em um canto onde a música não atrapalhava muito a conversa, lhe entreguei uma caixa roxa com uns furos na tampa.

- Parabéns pela milésima vez! – E ri.
- Obrigada, mas não precisava, e eu amei a festa, e a roupa. – Ela me disse isso cinqüenta vezes. Zoey olhou curiosa pra caixa, então abriu. Dentro tinha um filhote preto de cão. Não sabia a raça, mas era lindo. Ela o tirou de lá, e o encarou. – Marley.
- Hã?
- Vai ser o nome dele.
- Igual o do filme?
- É, ele é igualzinho, mas não é da mesma raça ou da mesma cor. – Juro, tomara que ela tenha bebido ou batido a cabeça, nunca vi ela tão sem noção assim.
- Então não é igual! – E ri, ela riu também, mas parou quando sentiu que havia alguém atrás de si. Era Matt de novo, deixei os dois conversando, sai de fininho, não era da minha conta. Não por enquanto.

Fui andando sem rumo pelo meio das pessoas, já tinha uns bêbados pulando na piscina de roupa e tudo. Vi a senhora Stewart em pé, como se estivesse meio perdida no meio do povo. Resolvi puxar conversa, claro que tinha uma intenção a mais nisso: não deixar ela ver a filha com o Matt, já que ela é super conservadora.

- Senhora Stewart! O que achou da festa?
- Muito boa, adorei tudo.
- Está procurando alguma coisa? – Notei que ela olhava inquieta para todos os lados.
- Na verdade sim, estou procurando o pai da Zoey, ele disse que viria ao menos para dar os parabéns. Viu ele por aí?
- Não vi, mas acho que ele não demora a chegar.
- Halley, e onde a Zoey está? Como Joseph tem uma reunião, ele não pode demorar aqui, preciso achar ela antes que ele apareça.
- Não faço idéia. – Droga! O que eu poderia dizer? ‘Ela está se resolvendo com o ex’, provavelmente não. Juro, preferia dizer algo do tipo ‘ela fugiu com o bozo há uns 15 minutos, se quiser, podemos encontrar eles em Washington, já que o Bush ama palhaçadas”. – Acho que ela deve estar conversando com alguém da festa... – Ao longe vi o senhor Bittencourt. Me desesperei, mas antes que ele nos visse, Erik apareceu do meu lado, já cumprimentando a mãe da Zoey.
- Oi senhora Stewart! Como vai? – No mesmo instante, ela virou a cabeça pra ele e sorriu.
- Oi Erik, estou bem e você? – A senhora Stewart sempre gostou de Erik. Na verdade, ela gosta de qualquer ser educado na face da terra.
Como se fosse mágica, Zoey chegou ao mesmo tempo que o senhor Bittencourt, ela estava com uma cara estranha, mas parece que só eu notei, algo me dizia que ela estava irritada, talvez até demais.
- Oi pai! – Zoey o cumprimentou, mas eu não ouvi muito mais, Erik me puxou.
Depois perguntaria à Zoey o que aconteceu. Fui literalmente arrastada até um canto perto da piscina, que não tinha ninguém por perto.
- Calma Erik.
- Halley, me escuta. Dessa vez deixa eu falar. Não agüento mais ficar guardando e remoendo isso dentro de mim.
- Fala.
- Eu me preocupo com você, eu sinto sua falta, eu ainda te amo. - ‘Claro, você se preocupa comigo tanto quanto o Matt nunca bebeu’, eu pensei, e ri cinicamente por dentro. – Eu sinto falta de quando sentávamos em casa e assistíamos um filme juntos, eu queria voltar no tempo em que te ensinei a andar de skate, quando nós ríamos juntos ao invés de ter vontade de socar a cara um do outro a cada conversa.
- Erik, você bebeu? – Se ele me amava, não teria tentado me forçar a me relacionar com pessoas idiotas, ele sabe, mais que ninguém no mundo inteiro, que eu odeio que tentem me controlar, ainda mais se for homem dando um de machão. Ah, como odeio isso.
- Porque é tão difícil acreditar que eu te amo? – Ele se fez de derrotado.
- Porque você nunca me apoiou com o que eu mais amo fazer, você só se interessa em tentar me aproximar da Ashley de novo, já que popularidade é tão especial pra você. – Ele só ficou quieto me olhando, como se procurasse resposta. – Mais especial que todo o resto. Você só quer que tudo gire em torno de você.
- Eu desisto Halley! Não tem como conversar, você nunca vai mudar. Você nunca vai entender.
- E quem disse que eu quero?
- Tudo bem, mas nunca mais me peça qualquer merda que for! – ele gritou alterado, e depois saiu. Depois disso não tinha como não ficar com a cabeça quente, já que eu havia feito a única coisa que não devia, brigado com ele. Afinal, mesmo frustrada com tudo que ele fez, eu ainda sim sentia algo por ele, bem lá no fundo.

-----

No país dos hamburgers, em LA. Os garotos se encontravam em uma after party. Lotada, por sinal.

- Gustav! Cadê o Tom? – Bill tentava falar alto no ouvido do amigo, na tentativa inútil dele ouvir.
- O que?
- CADÊ O TOM, PORRA?! – Bill gritou o mais alto que pode.
- Ah, o Tom. Acho que eu vi ele com uma garota ai.
- De novo? – Bill já tinha cansado de arrastar o irmão inúmeras vezes para fora enquanto ele se despedia das mulheres.
- E você viu o Georg? – Georg era realmente preocupante, já que sempre bebia mais do que devia.
- Ali! – Bill apontou, ele não estava muito longe ou muito perto, conversando com duas garotas. Ambos decidiram ir até o moreno. Porém quando estavam quase lá, viram Tom se agarrando com uma garota em uma parede, enquanto segurava uma garrafa já vazia. Como Bill estava com uma dor de cabeça dos infernos, não teve paciência.
- Tom, merda. Vamos embora.
- Calma...Bill... só mais um...pouco. – O irmão respondeu sem se soltar da mulher que ninguém conhecia.
- CALMA O CACETE! – Bill começou a puxar Tom pelos dreads como uma criancinha mimada.
- Tchau gata, me liga. – E enfiou um papelzinho dobrado com o seu número, logicamente, dentro do bolso da mesma. Foram até Georg, que tentava cantar três mulheres ao mesmo tempo. É, mais uma se interessou por ele nesse meio tempo.
- Georg seu bastardo, você ta namorando! – Bill disse irritado.
- Namorando? – Disse uma delas.
- Vândalo! – Uma outra disse e deu um tapa na cara dele, depois elas saíram rebolando escandalosamente, já procurando outro homem pra se agarrarem.
- Muito obrigado Bill! – Georg disse totalmente embriagado.
- Cala a boca e não se meche. – Então os três carregaram-no pra fora. O dia seguinte seria longo. Muitos ensaios, e Tom ainda precisava de uma guitarra nova.


Última edição por ' -Láari Kaulitz. em Ter Ago 09, 2011 11:04 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Dom Ago 07, 2011 12:57 am

' -Láari Kaulitz. escreveu:

- CALMA O CACETE! – Bill começou a puxar Tom pelos dreads como uma criancinha mimada.


- Georg seu bastardo, você ta namorando! – Bill disse irritado.

haha haha haha haha eu ri muito nessas partes
minha amiga diz muito CALMA O CACETE!
ok isso não vem ao caso agora
CONTINUA MTO CURIOSA
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Dom Ago 07, 2011 1:04 am

Vou ter que voltar a falar sobre o seu senso de humor, é incrível KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK e ah, achei esse capítulo tão minúsculo! Quero mais, Lari *-*
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Dom Ago 07, 2011 9:42 pm

O Bill acabando com a alegria do povo .. haha
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Dom Ago 07, 2011 10:00 pm

Citação :
CADÊ O TOM, PORRA?! – Bill gritou o mais alto que pode.

CALMA O CACETE! – Bill começou a puxar Tom pelos dreads como uma criancinha mimada.
Ai caramba, eu ri demais nessas partes! kkk
Continua liebe!
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Seg Ago 08, 2011 12:30 am

Janaah. escreveu:
Vou ter que voltar a falar sobre o seu senso de humor, é incrível KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK e ah, achei esse capítulo tão minúsculo! Quero mais, Lari *-*
realmente, capítulo pequeno demais pra saciar minha vontade da sua fic T.T

QUERO MAAAAAIS!
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Seg Ago 08, 2011 7:43 am

SahKaulitz escreveu:
Citação :
CADÊ O TOM, PORRA?! – Bill gritou o mais alto que pode.

CALMA O CACETE! – Bill começou a puxar Tom pelos dreads como uma criancinha mimada.
Ai caramba, eu ri demais nessas partes! kkk
Continua liebe!

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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Qua Ago 10, 2011 11:48 am

NanDinhA *^^* escreveu:
O Bill acabando com a alegria do povo .. haha

SahKaulitz escreveu:
Citação :
CADÊ O TOM, PORRA?! – Bill gritou o mais alto que pode.

CALMA O CACETE! – Bill começou a puxar Tom pelos dreads como uma criancinha mimada.
Ai caramba, eu ri demais nessas partes! kkk
Continua liebe!

Patty Back escreveu:
Janaah. escreveu:
Vou ter que voltar a falar sobre o seu senso de humor, é incrível KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK e ah, achei esse capítulo tão minúsculo! Quero mais, Lari *-*
realmente, capítulo pequeno demais pra saciar minha vontade da sua fic T.T

QUERO MAAAAAIS!
As meninas disseram tudo!!! *-*
Amei o capitulo, foi muito engraçado e legal!!! ;'D
E como as meninas disseram, pode fazer um capitulo muito maior! Com certeza vamos A-M-A-R
Continua, continua...
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Qui Ago 18, 2011 5:15 pm

Muito, muito obrigada pelos comentários. *-*
Admito que tenho que pedir desculpas por ter passado tanto tempo sem postar. Estive sem tempo pra editar o capítulo, só consegui isso ontem, antes de dormir. Sério, me desculpem. D:
Bom, creio que não tenho muitos avisos, mas talvez outros atrasos como esse aconteçam, afinal, agora que as aulas voltaram, fica mais complicado de postar. Ainda mais quando chegar minha época de provas, mas virei aqui avisar.
Enfim, sei que me pediram um capítulo maior, e não sei se esse está mesmo maior que o outro ou não, nem teria como aumentá-lo tanto, já que estava pronto. Mas podem ficar tranquilas, mais pra frente, terão capítulos bem grandinhos pra ler. USHAUHSUAHSUA
Boa leitura.
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Foto:
Spoiler:
 

Descrição:
Spoiler:
 

Trilha sonora:
Spoiler:
 

Capítulo 6 - The Foreigner


Se passaram duas semanas desde o aniversário da Zoey, estávamos mais perto de março. Precisamente no dia 20, já que havia passado da meia-noite. Neste exato momento, eu poderia estar me afogando nas lembranças da briga que tive com Erik, mas outras coisas importantes tinham acontecido durante o mês, uma delas foi o que aconteceu entre Zoey e Matt no aniversário. Apesar de eu demorar para tomar conhecimento dos fatos.
Ficamos uma semana, praticamente, sem conversar. Tanto porque ambas faltaram por uma semana. Motivo? Preguiça, é óbvio. Além de que como não ia, tinha que ter no mínimo vergonha na cara de fazer as tarefas, que por acaso eu recebia por e-mail. Emily me passava. Passei a semana assim. Também fiquei jogando conversa fora com Stanley, já que conversar com Natally nunca estaria no meu ‘leque de opções’, se é que me entendem.
Não precisava de muito mais, conversar com Stanley era diferente de tudo. Ele sempre foi muito sábio, muito culto, e ao mesmo tempo muito animado. Stanley sabia tudo de mim, talvez mais até que Natally –minha própria mãe-, mas não é de se adimirar, a Natally de agora não é a mãe que eu conheci. Aquela, começou a definhar aos meus plenos 8 anos, e sumiu da face da Terra depois de dois anos, mas isso já é outra história. A questão é que, por essas e outras, sempre o considerei um avô, já que nunca tive a chance de conhecer nenhum dos meus.

‘Pois bem, depois dessa semana de faltas, fui até a casa de Zoey. Lá, ela me convidou pra entrar, fomos pro seu quarto. Ela me pareceu nervosa.

- Você não tem noção do que me aconteceu. – Vi que ela tinha ficado vermelha, mas na hora não soube se era vergonha ou raiva, provavelmente, a segunda opção.
- O que aconteceu? – Eu ficava cada vez mais curiosa.
- Na festa, depois que você saiu de lá pra enrolar a minha mãe, o Matt disse que precisava falar comigo...
Ele me puxou pra perto do portão lateral, e grudou seu nariz no meu. Acabou bebendo, como de costume. Estava muito na cara, como se ele tivesse escrito ‘Hello, I’m drunk’ na própria testa.
- Eu te amo. – Ele sussurrou pra mim. Não tive tempo de fazer nada, ele me beijou. Por um tempo eu gostei, tinha tanta saudade daqueles lábios, mas recobrei um pouco da minha consciência ao sentir aquele gosto forte de álcool. Depois me lembrei dos boatos, da cara dele quando perguntei o que ele tinha feito naquele dia... Então o empurrei.
- Me ama ao ponto de me magoar daquele jeito? – Sai no jardim da casa enquanto falava. O portão estava aberto, Matt me seguiu.
- Não foi nada daquilo que você pensou.
- Ah é? Então me explica o que foi. – Eu explodi na hora.
- Na verdade... – Nesse exato momento, fomos interrompidos por um carro importado prata, conversível. Conhecia muito bem aquele carro. Ashley literalmente desfilava com ele pela rua, nos bancos de trás e do lado tinham aquelas ‘amigas’ dela. Uma delas tinha a felicidade de merecer meu ódio pessoal. Seu nome era Kate Thompsom, ela ficou bem conhecida depois de ter ficado com o Matt, quando namorávamos. Ela sabia muito bem que eu estava com ele. Ashley também sabia. Foi por isso mesmo que convenceu Kate a agarrar ele.
- Oi Matt! – Elas deram gritinhos de felicidade ao vê-lo, o que me deu vontade de vomitar.
- Oi garotas. – Matt foi todo se achando perto delas. Parecia um galo com o peito estufado pra frente.
- Ah! Oi Zoey, hoje é seu aniversário né? Deve ser uma merda fazer 16 e não ganhar um carro. – Ashley disse, dando um ‘ar de superioridade’ ao empinar o nariz e jogar seus cabelos enormes sobre o ombro, como normalmente fazia.
Ashley só tinha um carro por ser um ano mais velha, e estava no mesmo ano que nós, só por ser mais burra.
- Deve ser pior ainda fazer 16 anos e não ter um namorado! Ops, desculpe. Esqueci que vocês terminaram porque ele te traiu comi...- Não me agüentei, nem deixei que ela acabasse a frase, quando vi já tinha dado um soco bem no meio daquela cara artificial. Todos ficaram me olhando assustados.
- Vadia! – Ela xingou enquanto cobria o nariz com as mãos, que começou a sangrar. Deus queira que ela tenha quebrado, por favor!
- Nossa! Que coisa engraçada essa não? Agora com a outra mão... – Disse do jeito mais cínico que pude e joguei meu copo de água nela, aproveitei pra amaçar o copinho descartável em seu rosto. Entrei de novo na festa e os deixei lá fora, desejando internamente que eles fossem pro inferno e não voltassem mais.

- Wow! Como eu não assisto essas coisas?
- Eu quero chegar segunda na escola só pra ver a cara da Thompsom com o nariz enfaixado. – Tive que rir, ao imaginar.’

Sorri, lembrando da última coisa que a Zoey falou, encarei meu colar e lembrei de outra coisa importante...

‘Quando Zoey e eu fomos pra escola, depois daquela semana inteira faltando, o primeiro e único assunto que se ouvia era o novo aluno que havia chegado. Diziam que seu nome era Drake Spark, e que ele vinha da Inglaterra. Coisa que eu estranhei já que era bem incomum termos alunos europeus na nossa escola, a menos que ele estivesse aqui fazendo intercâmbio, ou algo do gênero.
Apesar de tantos murmúrios sobre esse tal britânico, não chegamos a ver nem sua ‘sombra britânica’. Até o almoço, pelo menos...
Ele estava sentado em uma mesa no canto do refeitório, sozinho, quando o vi pela primeira vez. E era totalmente surreal, com seus cabelos em um tom um pouco mais escuro que o meu, olhos negros e a pele muito clara, tanto que parecia que não precisava do sol pra ficar iluminada. Naquela hora lembro de estar procurando Erik rapidamente com os olhos, mas depois de reconhecer que aquele era Drake até me esqueci, e entendi porque todos falavam sobre ele a maior parte do tempo. Cutuquei a Zoey, ela também olhou, ele sorriu pra nós, dando a entender que se sentia deslocado dali. Sorrimos em resposta.
Drake nos chamou e fomos até lá com bandeja e tudo, logo ele começou a conversar conosco. Claro, ele falava inglês, mas tinha um jeito de falar diferente, na mesma hora me lembrei que um dia a Sheila (a professora de inglês) disse que os britânicos falam como se estivessem com uma batata na boca, e a cada britânico que via e conversava, concordava mais com ela.

- Então quer dizer que aqui em New York é sempre uma loucura desse jeito? – Finalmente parei com meu blábláblá interno pra lhe responder algo antes que ele pensasse que eu havia perdido minha sanidade mental.
- É, por aqui é sempre tudo movimentado, cheio de loucos, exibidos, atrasados e um congestionamento daqueles toda manhã. – Respondi.
- Você veio da Inglaterra não é? – Zoey perguntou.
- Vim.
- Intercâmbio? – Tentei parecer desinteressada.
- Mais ou menos... Me cansei de Londres, queria conhecer algo novo, então vim morar por um ano com meus avós aqui. Bem, acho que isso não é muito bem um intercâmbio, por fim.
- Londres?! – Zoey (como sempre pouco discreta) quase pulou em cima do garoto. – Como é lá?
- Zoey, eu já te contei mil vezes como Londres é.
- Mas eu quero que alguém que tenha morado lá me conte. – Ela respondeu fazendo uma carinha infantil.
- Ah, nada muito interessante. Vários preconceitos, vários patinadores quase sendo atropelados enquanto atravessam a cidade, vários turistas, essas coisas.

Continuamos conversando, e vi que do outro lado, Erik estava totalmente emburrado conversando com um cara qualquer e Ashley fazia cara de merda pra nós. Provavelmente porque fomos as únicas a conversar com Drake, o que realmente podia ser invejável, o cara era lindo de morrer.
Continuamos a conversar e mesmo tendo passado pouco tempo, já éramos amigos.’

Olhei uma última vez para aquele colar, apaguei a luz, e fechei os olhos para um sono tranqüilo, ou pelo menos eu esperava que fosse.


-----


Já era dia 20 de fevereiro. Os garotos se encontravam num hotel em Las Vegas, já que fariam um show no dia seguinte. Todos menos Gustav, que tinha ido à uma after party tentar a sorte com alguma garota, e provavelmente demoraria pra voltar. Tom estava no banho e Bill e Georg conversavam animadamente sobre a namorada do mais velho, estavam sem sono.

- Ela é um amor de pessoa Bill!
- Ah, Georg. Eu quero conhecer ela logo, fiquei curioso.
- Com certeza ela vai adorar te conhecer, ela ama a banda.
- É, você disse.
De repente eles ouvem a porta ser aberta brutamente, o baque na parede foi tão alto, que parecia ter estourado. Era Gustav, o delicado.
- Péssima madrugada pra vocês. – Disse emburrado, ignorando a perguta do mais velho.
- Quebra minha porta mesmo, animal. O que aconteceu? – Resmungou Bill.
- Eu quase consegui uma namorada dessa vez. – Disse ainda um pouco inconformado.
- O que deu errado dessa vez? – Georg prendeu o riso.
- Ela era perfeita. Era linda, inteligente, sincera, um pouco mais baixa que eu, delicada. Só era meio gordinha...
- Então era feita pra você! – Bill interrompeu, e riu de si mesmo com o comentário, Gustav fez cara feia e continuou.
- Então eu fui buscar uma bebida pra ela, só que eu acabei tropeçando e caiu tudo no vestido e no cabelo chapado dela.
- Parente do Georg! – Bill interrompeu de novo. Ele ria tanto que já estava com dor na barriga.
- Hahaha, que engraçado, acho que eu vou ter um ataque no miocárdio de tanto rir. – Georg respondeu cínico. O que nem fez efeito sobre o moreno, que já se encontrava roxo por falta de ar, de tanto que ria.
- PORRA BILL! – Gritou Gustav ao ver que o amigo ria compulsivamente na cama, ao mesmo tempo que se dobrava mais e mais. O baterista, irritado, jogou um travesseiro que acertou Bill em cheio. O mesmo caiu no chão como uma vareta mole, fazendo um grade estrondo, e continuou rindo com o travesseiro na cara, virando de um lado pro outro.
- ENTÃO... – Gustav enfatizou pra continuar. – Eu tentei limpar com o primeiro guardanapo que eu vi, só que estava sujo de um treco nojento. Eu só piorei.
- Daí ela saiu com raiva pra não te esmurrar lá no meio. – Georg completou com compreensão.
- E então eu vim embora. – Finalizou.
- Oh, que gays. – Tom tinha acabado de chegar, estava só com uma toalha na cintura, seu tronco perfeito estava totalmente nu e ainda escorriam algumas gotas. Naquela hora qualquer um notaria que ele não era chamado de ‘Sex Gott’ em vão. Ele encostou no batente do quarto do mais novo. – Tem horas que me pergunto porque eu entrei nessa banda. – provocou.
- E eu me pergunto porque você fala pra todos que comeu um monte, sendo que passou o mês inteiro sem ninguém. – Tom fechou a cara na mesma hora.
- Vai se fuder Georg! – Disse mostrando o dedo. – Não estou sem ninguém, só estou descansando.
- Descansando sua bunda! De tanto usar, o brinquedo quebrou. – O moreno se intrometeu, depois de parar de rir e sentar-se no chão.
- Nossa Bill, até você que é meu irmão ficou contra mim. – Dramatizou.
- Sabe Tom, eu ainda tenho medo de ver nos meus documentos que eu sou realmente seu irmão. Preferiria descobrir que fui adotado, que meus pais me abandonaram e fui achado num lixão ou que nasci de macacos.

O resto da tarde dos alemães passou assim, nessa troca de elogios. Já de noite ligaram para David Jost, manager e produtor da banda. Tinham algumas idéias pra um próximo disco, mas nada concreto. O trabalho seria longo naquele ano, além dos muitos shows que fariam. Quem dera que os quatro soubessem que esse mesmo ano era o início de uma mudança permanente em suas vidas. Uma mudança boa, ou ruim.
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sex Ago 19, 2011 2:30 pm

Eu até comentaria sobre o Drake, de como ele é lindinho, educado e etc, e também comentaria sobre esse suspense ao fim do capítulo mas EU TÔ RINDO PRA CARALHO DA SEGUNDA PARTE, DESCULPA MUNDO, EU ATÉ IA DAR QUOTE EM ALGUMAS COISAS MAS NÃO DEU, AVE haha
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sex Ago 19, 2011 7:16 pm

Janaah. escreveu:
Eu até comentaria sobre o Drake, de como ele é lindinho, educado e etc, e também comentaria sobre esse suspense ao fim do capítulo mas EU TÔ RINDO PRA CARALHO DA SEGUNDA PARTE, DESCULPA MUNDO, EU ATÉ IA DAR QUOTE EM ALGUMAS COISAS MAS NÃO DEU, AVE
TÔ MORRENDO, UAHSUAHUHAUSHAUHSUAHSUAHSUH'
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sex Ago 19, 2011 11:19 pm

Evelyn Kaulitz escreveu:
Janaah. escreveu:
Eu até comentaria sobre o Drake, de como ele é lindinho, educado e etc, e também comentaria sobre esse suspense ao fim do capítulo mas EU TÔ RINDO PRA CARALHO DA SEGUNDA PARTE, DESCULPA MUNDO, EU ATÉ IA DAR QUOTE EM ALGUMAS COISAS MAS NÃO DEU, AVE
TÔ MORRENDO, UAHSUAHUHAUSHAUHSUAHSUAHSUH'
HAUAHSAUHSUHASUHA'
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sex Ago 19, 2011 11:50 pm

' -Láari Kaulitz. escreveu:

- Quebra minha porta mesmo, animal. O que aconteceu? – Resmungou Bill.

- Sabe Tom, eu ainda tenho medo de ver nos meus documentos que eu sou realmente seu irmão. Preferiria descobrir que fui adotado, que meus pais me abandonaram e fui achado num lixão ou que nasci de macacos.


ri muito nessas partes ai o Bill ta muito hilario na Fic haha haha haha
sempre que eu penso cara hj o Bill vai me fazer ri muito hhaha
sem contar que até minha mãe que não gosta rio aquii desas partes
CONTINUA LIEBE lol! lol!
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Ago 20, 2011 11:18 am

Citação :
Muito, muito obrigada pelos comentários. *-*
Admito que tenho que pedir desculpas por ter passado tanto tempo sem postar. Estive sem tempo pra editar o capítulo, só consegui isso ontem, antes de dormir. Sério, me desculpem. D:
Bom, creio que não tenho muitos avisos, mas talvez outros atrasos como esse aconteçam, afinal, agora que as aulas voltaram, fica mais complicado de postar. Ainda mais quando chegar minha época de provas, mas virei aqui avisar.
Enfim, sei que me pediram um capítulo maior, e não sei se esse está mesmo maior que o outro ou não, nem teria como aumentá-lo tanto, já que estava pronto. Mas podem ficar tranquilas, mais pra frente, terão capítulos bem grandinhos pra ler. USHAUHSUAHSUA
Boa leitura.
Tudo bem Laari, te entendo e você é muito fofa por ter uma preocupação tão grande conosco! ^^

SahKaulitz escreveu:
Evelyn Kaulitz escreveu:
Janaah. escreveu:
Eu até comentaria sobre o Drake, de como ele é lindinho, educado e etc, e também comentaria sobre esse suspense ao fim do capítulo mas EU TÔ RINDO PRA CARALHO DA SEGUNDA PARTE, DESCULPA MUNDO, EU ATÉ IA DAR QUOTE EM ALGUMAS COISAS MAS NÃO DEU, AVE
TÔ MORRENDO, UAHSUAHUHAUSHAUHSUAHSUAHSUH'
HAUAHSAUHSUHASUHA'
Continue :"")
Disseram tudo!!!!!
Estou rindo muito kkkkkkkkkk o amor entre eles me cativa Very Happy haha haha haha
Amei demais o capitulo <33333
E esse suspense do fim me deixou receosa...

Continua logo, por favor, preciso demais yaya yaya yaya
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Dom Ago 28, 2011 5:17 pm

Certamente esses meninos se amam...

To louca pra saber onde isso vai parar!!!

Continua!
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Dom Ago 28, 2011 6:23 pm

Boa tarde leitoras lindas! *-*
Aqui estou eu depois de sumir por mais de uma semana. já estou esperando as tijoladas USHAUHSAH
Enfim, peço muitas desculpas, (acho que é só isso que eu sei fazer, não? D:) por causa da demora, essa semana tive várias coisas, o que inclui um livro chato e trabalhos de escola. --'
Também peço desculpas pela minha burrice, eu deveria ter postado a descrição do Gust há 2 ou 3 capítulo atrás, mas só acabei me tocando disso agora, então postarei nesse capítulo.
Ah, eu tenho um pequeno aviso pra vocês: esse capítulo cita uma personagem, mas por hora, eu não vou postar foto, nem descrição (sim, ela é importante, muito importante). Justamente pra criar um clima de suspense. Na verdade meus planos é que vocês descubram como essa pessoa é só lendo a fic. HAHA.
E mais uma coisa: até agora os capítulos foram calminhos, pra vocês se adaptarem e entenderem o básico da fic, é daqui pra frente que as coisas começam a pegar fogo.
Enfim, boa leitura, e obrigada, muito obrigada as pessoas que estão lendo, isso me ajuda a melhorar a fic e me deixa feliz. *-*
------------------------------------------------------------------------------

Foto:
Spoiler:
 

Descrições:
Spoiler:
 

Trilha sonora:
Spoiler:
 

Capítulo 7 - When the nightmares come back.


”Frio… Tudo estava num frio glacial. Não havia neve, mas chovia forte, tanto que chegava a machucar minha fina pele. Me sentia ensopada, ouvia barulho de água corrente, era muito alto. Barulho... Havia tantos sons se misturando ao mesmo tempo, sua intensidade fazia com que ouvisse um zumbido. E minha cabeça rodava. Mesmo com tudo aquilo ao mesmo tempo, consegui, aos poucos, me localizar... Eu pisava sobre pedras, eram um pouco escorregadias. Forcei os olhos e tudo passou como uma flecha. A água caindo do alto, vários coelhos, uma menina de aproximadamente 10 anos... Não, não, não! Não podia ser ela. Sentia meus olhos enchendo de lágrimas enquanto minha garganta ardia por não poder gritar, e eu via seus lábios pequeninos movendo lentamente. ‘Cuidado’ disse, parecia mais que o vento sussurrava ao meu lado. Finalmente consegui que minhas cordas vocais me obedecessem.”
- LILLY!

Acordei assustada, eu arfava alto, sentia o suor escorrer pelo corpo e uma ou duas lágrimas já passavam pelo meu queixo. Ouvi um miado sonolento, era Kira, minha gata. Apesar de não parecer, ela já era um pouco velha, afinal, cresceu junto comigo.
Sua presença conseguia fazer com que eu me sentisse de um jeito que ninguém mais faria: feliz, pelos momentos ao lado de Lilly, afinal, ganhei ela um pouco antes de quando Lilly se foi. Essa mesma gata provavelmente havia se assustado com meu grito.
Mesmo com as mãos trêmulas e frias –o que era raro, porque na maior parte do tempo, meu corpo ficava quente– eu bati duas vezes na coberta e ela saiu de sua confortável cama pra minha. Eu a abracei e tirei forças -sabe-se lá da onde- pra levantar. Minhas pernas também tremiam, mas mesmo assim procurei minhas pantufas e sai do quarto devagar.
Segui até a cozinha, na esperança de tomar água, minha garganta estava seca. O relógio da parede marcava 3:18 da manhã.
Me sentei um pouco, tentando relaxar, o que era totalmente impossível. Tantas dúvidas pairavam na minha mente naquele momento... Porque sonhei com ela? Ela está tentando me avisar de algo? Da ultima vez que sonhei com ela tudo aquilo aconteceu... Sinto arrepios só de lembrar. Eu ainda estava ferida por dentro, e isso continuaria pelo resto da minha vida, não teria volta, nunca mais. Minhas lágrimas secaram, isso é evidente, se não estaria me matando de chorar agora.

Voltei pro quarto, me deitei e Kira se enrolou toda perto de mim. Minha cabeça pulsava. Não importava que fosse domingo, estávamos no fim do mês, e logo chegaria a data que mais odeio e abomino na minha vida: meu aniversário.


-----


”Ouvia a sirene da ambulância soar alto. Eu sentia uma necessidade desumana de sair correndo dali, mas estavam muito perto, então me escondi atrás de algumas árvores. Havia um incêndio em uma casa a poucos metros de mim. Logo os bombeiros entraram pra retirar as vítimas. Vi saírem primeiro com um corpo de tamanho médio em uma maca, parecia uma mulher. Logo depois retiraram um corpo maior, haviam mais paramédicos cuidando deste, e eu ouvia gritos parecidos com ‘Preciso de oxigênio aqui, ele não está respirando’, ‘está sem pulso’ e logo depois ‘não adianta, ele está morto. Há tantos cortes aqui. Provavelmente foi atacado foi atacado’. E o último corpo que saiu foi o que mais me chamou atenção, era pequenino, provavelmente uma criança. A mesma estava com o braçinho pra fora do lençol, um papel caiu dela. Tirei toda a minha atenção do incêndio e olhei minhas mãos, porém não tinham o formato das minhas, eram mais grossas, calejadas, firmes. Ambas estavam sujas de sangue. E ‘meus’ braços estavam sujos de fuligem. Além de que, um nome rodava na minha cabeça: Claire Paige.”

Bill se levantou rapidamente, estava assustado. Afinal, que raio de sonho foi aquele? Ele passou a mão na testa, estava trêmulo. Então ouviu um barulho na porta e deitou-se rapidamente, fingindo que dormia.

- Acorda Rapunzel! Jogue suas tranças que não existem até o assoalho do quarto... – Gustav disse todo animado.
- Claro Cinderela, mas primeiro me passa o sapatinho de cristal. Quero comprar um carro novo com ele... – Bill fingia ter acabado de acordar.
- Se é assim que a senhorita deseja... – Gustav pegou o tênis e colocou no nariz do mais novo.
Bill começou a sentir um cheiro horrível e logo abriu os olhos.
- AAAAH GUSTAV! – Bill esbarrou a mão no tênis, jogando ele longe. - Tira isso daqui mano, que nojo. Eu quero cantar hoje à noite, ok? E ainda não pedi pra morrer.
- Ok, desculpe. Mas também não pedi pra você jogar meu tênis pela janela do quarto.
- Vai buscar. Eu também não pedi pra você enfiar esse pedaço de queijo podre no meu nariz. – Bill fez cara de mimado, se virou de costas pro amigo e tentou dormir novamente, enquanto o baterista saía do quarto a procura de seu precioso tênis.

Georg.

“Ah, que sono. Ah, que cereal seco. Ah, que cadeira dura. Porque tudo parece tão ruim de manhã? Bom, pensando pelo lado bom, pelo menos tem cadeiras aqui. Do jeito que esses caras são loucos... Daqui um tempo vou ter que me acostumar a comer no banheiro do meu quarto de hotel, ver se eu acho coisas normais. Claro que não seria um banheiro que o Tom tivesse usado, se não seria nojento.” Esse já era o primeiro pensamento de Georg pela manhã. Isso, enquanto admirava o dia ensolarado pela porta de vidro da área de alimentação do hotel. “Finalmente, um dia normal.” Finalizou ele, mentalmente. Satisfeito por um dia de paz. Porém ninguém lhe garantiu que seu ‘dia normal’ fosse durar menos tempo do que pudesse acabar com seu café da manhã.

- AAAAH GUSTAV! Tira isso daqui mano, que nojo. Eu quero cantar hoje à noite, ok? E ainda não pedi pra morrer. – Georg suspirou. Infelizmente, a gritaria do terceiro andar era perfeitamente ouvida por ele.

Voltou a olhar para a porta de vidro. Logo viu um tênis caindo de cima, e indo parar dentro da piscina aquecida do hotel, uma velhinha que varria por ali começou a gritar algo olhando pra cima, provavelmente reclamando pelo susto. “Lá se vai a normalidade do meu dia”. Pensou ele, inconformado.

- Ok, desculpe. Mas também não pedi pra você jogar meu tênis pela janela do quarto.
- Vai buscar. Eu também não pedi pra você enfiar esse pedaço de queijo podre no meu nariz.


Após isso, tudo ficou silencioso...Durante 5 minutos. Gustav vinha batendo os pés fortemente na escadaria. Parecia que ela poderia ceder a qualquer instante. Ele encarou o colega de banda com cara de poucos amigos. Fez uma única e direta pergunta.

- Viu meu tênis?
- Caiu na piscina.

Gustav murmurou algo quase inaudível sobre quebrar aquele magrelo em dois. Depois foi pegar seu tênis. Não durou 2 minutos a paz de Georg. Logo o ‘atirador de tênis’ apareceu, estava todo descabelado, parecia que sua cara tinha amassado de tanto dormir, ainda estava de pijama, e carregava um travesseiro embaixo do braço esquerdo.
Bill pegou umas torradas, passou manteiga de qualquer jeito, e uma caneca com café, e correu pra área de tv. Ele voltou pra trás, pegou um saquinho cheio de gomas e voltou pra sala. “Ninguém sabe definir a normalidade aqui mesmo”. Georg já quase se conformava que sua paz estava fora de alcance por um bom tempo. Em todo caso, voltou a comer seu cereal.


-----


Acordei horas mais tarde, não havia tido sonho algum depois daquele. Kira ainda dormia do meu lado, e seu ronrono fazia com que eu me sentisse melhor. Tentei me levantar sem acordar a pobre coitada, mas mesmo antes de eu me mexer ela já havia despertado. O relógio marcava 9:30, sai correndo ver se Stanley havia acordado. Natally chegaria daqui à meia hora; não que eu fosse recebê-la, mas Stanley ia. Achei ele na cozinha, comendo bacon com ovos mexidos, e aquele cheiro me deu ânsia. Odiava coisas gordurosas já de manhã.

- Bom dia Stanley. – Dei um beijo em sua bochecha.
- Bom dia Halley.

Comecei a fazer waffles em silêncio –sei que não é saudável, mas não é gorduroso como bacon– e peguei uma caneca de café.

- Sua mãe chega hoje.
- Hm. – Não tirei os olhos do prato.
- Halley, sabe bem que eu sou um dos únicos que sabe da história toda. Quando isso entre você e sua mãe vai mudar?
- Pode perguntar a ela se quiser, porque por mim, não faz diferença nenhuma. – Ele suspirou, sabia que não adiantaria. Era meu jeito.

Ouvimos a porta abrir, Natally tinha acabado de chegar. Devia contar pra ela do sonho? E se isso pudesse acabar prejudicando-a ? Ou mesmo matando-a? Pois bem, pelo jeito ia me virar sozinha daqui pra frente, não que eu não fizesse isso há quase 6 anos. Creio eu, que não posso pedir ajuda pra ninguém agora. Ninguém mesmo, nem Zoey, nem Matt, nem Erik.

-Vocês não sabem o que aconteceu! – disse Natally.
----------------------------------------------------------------------------------------
A água caindo do alto, vários coelhos, uma menina de aproximadamente 10 anos...
Spoiler:
 

E para a curiosidade de vocês, o cereal do nosso baterista:
Spoiler:
 


Última edição por ' -Láari Kaulitz. em Dom Ago 28, 2011 10:09 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Dom Ago 28, 2011 9:28 pm

O que? O que aconteceu?
Curiosa aqui, continue!
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Ter Ago 30, 2011 9:58 pm

' -Láari Kaulitz. escreveu:

Boa tarde leitoras lindas! *-*
Aqui estou eu depois de sumir por mais de uma semana. já estou esperando as tijoladas USHAUHSAH
Enfim, peço muitas desculpas, (acho que é só isso que eu sei fazer, não? D:) por causa da demora, essa semana tive várias coisas, o que inclui um livro chato e trabalhos de escola. --'
Também peço desculpas pela minha burrice, eu deveria ter postado a descrição do Gust há 2 ou 3 capítulo atrás, mas só acabei me tocando disso agora, então postarei nesse capítulo.
Ah, eu tenho um pequeno aviso pra vocês: esse capítulo cita uma personagem, mas por hora, eu não vou postar foto, nem descrição (sim, ela é importante, muito importante). Justamente pra criar um clima de suspense. Na verdade meus planos é que vocês descubram como essa pessoa é só lendo a fic. HAHA.
E mais uma coisa: até agora os capítulos foram calminhos, pra vocês se adaptarem e entenderem o básico da fic, é daqui pra frente que as coisas começam a pegar fogo.
Enfim, boa leitura, e obrigada, muito obrigada as pessoas que estão lendo, isso me ajuda a melhorar a fic e me deixa feliz. *-*
Tudo bem, entendemos sua demora Wink por mim, não precisa se preocupar.
Do jeito que eu sou lesada, acho que não vou descobrir não Embarassed mais vou tentar *-*
Agora fiquei ansiosa, pelos próximos capitulos :*-*:

Eu AMEI DEMAIS esse capitulo e ri MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUITO
principalmente com essa parte:
Citação :
- Acorda Rapunzel! Jogue suas tranças que não existem até o assoalho do quarto... – Gustav disse todo animado.
- Claro Cinderela, mas primeiro me passa o sapatinho de cristal. Quero comprar um carro novo com ele... – Bill fingia ter acabado de acordar.
- Se é assim que a senhorita deseja... – Gustav pegou o tênis e colocou no nariz do mais novo.
Bill começou a sentir um cheiro horrível e logo abriu os olhos.
- AAAAH GUSTAV! – Bill esbarrou a mão no tênis, jogando ele longe. - Tira isso daqui mano, que nojo. Eu quero cantar hoje à noite, ok? E ainda não pedi pra morrer.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Quase morri de rir ;'D haha haha haha
O seu senso de humor é realmente demais :')
Também quero saber o que aconteceu *OO* estou muito curiosa yaya
Por favor continua, continua yaya yaya yaya
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Ter Ago 30, 2011 10:08 pm

CASIDIZ* escreveu:
Eu AMEI DEMAIS esse capitulo e ri MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUITO
principalmente com essa parte:
Citação :
- Acorda Rapunzel! Jogue suas tranças que não existem até o assoalho do quarto... – Gustav disse todo animado.
- Claro Cinderela, mas primeiro me passa o sapatinho de cristal. Quero comprar um carro novo com ele... – Bill fingia ter acabado de acordar.
- Se é assim que a senhorita deseja... – Gustav pegou o tênis e colocou no nariz do mais novo.
Bill começou a sentir um cheiro horrível e logo abriu os olhos.
- AAAAH GUSTAV! – Bill esbarrou a mão no tênis, jogando ele longe. - Tira isso daqui mano, que nojo. Eu quero cantar hoje à noite, ok? E ainda não pedi pra morrer.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Quase morri de rir ;'D haha haha haha
O seu senso de humor é realmente demais :')
Também quero saber o que aconteceu *OO* estou muito curiosa yaya
Por favor continua, continua yaya yaya yaya
Isso ai, kkk
chorei de tanto rir nesse capítulo, continue liebe... :")
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Sab Set 03, 2011 12:57 am

LARI, ME DÁ UMAS AULAS DE COMO SE FAZER ESCRITA CÔMICA? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK AI GOTT :')
Mas sim, tirando essa parte que eu sempre te elogio em todo o santo capítulo... Fiquei curiosa! Existe uma relação entre o sonho da Hay com o do Bill? E o que aconteceu com a mãe dela (que nem é tão mãe assim)? Curiosa yaya
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Dom Set 04, 2011 5:50 pm

Ai meu Deus o que será que aconteceu .. ??!!

Continua ...
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MensagemAssunto: Re: That Day never comes.   Hoje à(s) 2:58 pm

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That Day never comes.
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