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 Certainty At The End

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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Seg Out 03, 2011 9:49 pm

AAAAAAAAAAAAA eu amei esse capitulo, muito fofo.
È eu acho que esse ato um tanto impulsivo da parte do Bill, vai resultar em um verdadeiro inferno com o Tom, tá bom que muitas pessoas sofrem um verdadeiro inferno quando se entra para faculdade, principalmente se elas não fazem parte do que eles denominam de 'gente' para convivio, já que grande parte dos estudantes fazem parte da classe alta e assim da sociedade fria, calculista, preconceituosa, egoista e derivados. Não acho grande coisa quem ganhou espaço agindo como agiram esses dois para conseguirem ser vistos com outros olhos, tudo tem uma outra perspectiva, é só você saber olhar para ela, a luz no fim do túnel não existe, você só a vê lá, porque quer. As soluções geralmente estão muito mais próximas do que se imagina. Enfim, isso de fato não começou bem, tava bem na cara que odio explicito é amor enrustido, desde o começo.
So... dona escritora favor continuar isso o mais rápido possível. Eu ainda estou curiosa pelo motivo que a Serena sempre aparece com hematomas.
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Darling-J
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Ter Out 04, 2011 2:34 pm

Ally Kaulitz escreveu:
AAAAAAAAAAAAA eu amei esse capitulo, muito fofo.
È eu acho que esse ato um tanto impulsivo da parte do Bill, vai resultar em um verdadeiro inferno com o Tom

Eu não entendi balhufas dessa reação do Bill Oo Uma hora ele deu a entender que não queria mais nada com a Serena, a maltrata, fala pro irmão que não mudou nada e depois... Voilà! Tasca o maior beijão nela O_O Sinto que os dois vão arranjar um problemão por causa do Tom.
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Qua Out 05, 2011 12:20 am

pior que é
nem adianta ameaçar cortar os pulsos por MP, esta criatura abennçoada não abre o bico
tua sorte é que eu não tenho contato com teu IP, senão, mwowowowowo


enfim Bill, uma ATITUDE DE MACHO!

DEMOROU HEIN??!!!

mas não vou recalamar, foi incriveeelll

Tom, cale-se idiota!
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Ilana
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Qua Out 05, 2011 11:46 am

Darling-J escreveu:
Ally Kaulitz escreveu:
AAAAAAAAAAAAA eu amei esse capitulo, muito fofo.
È eu acho que esse ato um tanto impulsivo da parte do Bill, vai resultar em um verdadeiro inferno com o Tom

Eu não entendi balhufas dessa reação do Bill Oo Uma hora ele deu a entender que não queria mais nada com a Serena, a maltrata, fala pro irmão que não mudou nada e depois... Voilà! Tasca o maior beijão nela O_O Sinto que os dois vão arranjar um problemão por causa do Tom.

Mas eu tenho quase certeza que o Tom já sabia de tudo, porém mesmo assim queria mudar os sentimentos que o Bill criou pela Serena, argumentando que deserdaria-o se isso acontecesse.

Continue logo senhorita Janaah!
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Qua Out 05, 2011 8:39 pm

Uow, amei esse capítulo! Very Happy
QUERO MAIS.
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Sex Out 07, 2011 12:29 am

Darling-J escreveu:
Ally Kaulitz escreveu:
AAAAAAAAAAAAA eu amei esse capitulo, muito fofo.
È eu acho que esse ato um tanto impulsivo da parte do Bill, vai resultar em um verdadeiro inferno com o Tom

Eu não entendi balhufas dessa reação do Bill Oo Uma hora ele deu a entender que não queria mais nada com a Serena, a maltrata, fala pro irmão que não mudou nada e depois... Voilà! Tasca o maior beijão nela O_O Sinto que os dois vão arranjar um problemão por causa do Tom.
Janaah.... sabe o que tu conseguiu fazer comigo nesses dois últimos capítulos? (que fatidicamente eu e atrasei pra ler.. você sabe) Tu me deixou parecendo uma boba lendo! Graças que não existem câmeras me filmando, senão seria A VERGONHA do século! Não, sério... eu to abestada com tudo que aconteceu, e estou, obviamente, amaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaando cada vez mais essa fanfic linda :3
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Sab Out 08, 2011 3:33 pm

Citação :
Você sabe muito bem que eu não faço a mínima questão de exibir minhas conquistas baratas, e muito menos saio andando abraçado com elas pelos corredores da universidade

Eu gostei disso KKKK Porém, acho que a Serena vai começar a se comportar como o fantoche do Bill u_u Onde já se viu, ser destratada do jeito que ela foi, e depois quando ele chama ela, voltar com o rabinho abanando, pronta pra dar amor e carinho? Não rola não, Milicevick. Olhá lá heim KK
Janete, prossiga o mais rápido que der kk quero ver se meu palpite tá certo D:
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Sab Out 08, 2011 11:52 pm

Bill o orgulho da mamãe *o*
E Tom vá se f*der --'
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Sab Out 15, 2011 1:43 am

Ok, já cheguei. Olha, nem sei por onde começar, já que perdi tantos capítulos, mas algo é fato: eu estava amando aquele Bill do inicio da história. Fugia dos padrões, sabe. Enfim, se por um lado estava amando o Bill e todos o tachavam como a pior pessoa da universidade, declaro que o Tom é 100 vezes pior. Que vontade de esfregar a cara de mano no asfalto, ow. Pela primeira vez na vida, você conseguiu o feito me fazer odiar o Tom em alguma fic. Parabéns.
Então, né, Bill e Serena... No começo estava até achando que os dois iriam realmente se entender, virar amigos e tal, mas nesse capítulo, tudo me pareceu muito irônico. Sei lá, posso está errada, mas acho o Bill está aprontando alguma com ela. Você e sua incrível mania de deixar todos sem unhas de tanto tentar pensar no que realmente estar acontecendo e/ou vai acontecer cha
Tenho só mais uma coisa a declarar: Sua escrita evoluiu bastante, ficou ainda melhor. Sério mesmo, dá prazer de ler. E o melhor: você consegue deixar tudo MUITO real. Santo Cristo, essa é uma das fics que eu, com a absoluta certeza, desejaria que virasse um livro! Tá tudo muito bom, tudo muito perfeito. Agora né, cheguei, vou te cobrar todo dia UHSUAUSHAUHSUA ok, não, mas sério, não demora para atualizar, tá? :[
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Sab Out 15, 2011 4:02 pm

Eu realmente fico impressionada com o poder de vidência de algumas pessoas por aqui, incrível! KKK E eu sei que muita gente tá achando o Bill um tremendo de um bipolar inconstante, mas eu disse pra não levar as mudanças a sério, so...
PAAAATTY, você realmente me surpreendeu agora O.O Escrever as coisas pra te agradar sempre foi difícil, ainda mais que a minha fic não abrangeu muito (pelo menos ainda) dos seus temas preferidos. Estou lisonjeada, madame :33
Julietz, um passarinho me contou que essa sua revolta com a Milicevik vai gerar resultados *o*
E Thai, muitíssimo obrigada por começar a ler a CATE *-* Você sabe que eu amo suas reviews, e você é uma das minhas maiores inspirações e blablabla *-*
Bom, sem mais rodeios, deixo aqui o próximo capítulo para vocês. Se preparem para algumas revelações sobre a misteriosa Serena Wink






- Oh meu Deus... Não acredito... Terminamos... Pelo menos isso – Serena disse pausadamente, desmontando no chão da garagem da casa dos Kaulitz e se apoiando na parede com a cabeça brevemente erguida e olhos fechados.
- Que falta de disposição, hein? Nós só cortamos o couro e começamos a mexer com as sacolas plásticas... Imagina quando formos montar isso tudo? Acho que vou precisar misturar um pouco de energético no seu lanche da faculdade – Bill disse de maneira irônica, sentando-se ao lado de Serena e passando um de seus braços por sobre o ombro da garota. Houveram alguns segundos de silêncio.
- Olha a bagunça que essa garagem está virando... – Serena disse baixinho.
- É, eu também percebi isso... – Bill disse, encarando a pilha de materiais utilizáveis (ou não) que encontrava-se no chão a poucos centímetros de si. – Eu estava pensando em levar tudo isso para a nossa chácara. Seria bem mais fácil mexer com toda essa bagunça por lá... O único problema é que ela é um pouco afastada daqui – Bill disse, dando de ombros.
- Então leve tudo para lá. Não quero que essas coisas fiquem aqui em baixo. Tenho um pouco de pesar em relação ao Tom. Acho que ele é capaz de pegar até mesmo um patinete e passar por cima disso tudo aqui – Serena declarou, fazendo Bill sorrir de leve.
- E então... Você se empolga em me acompanhar na viagem para levar isso tudo daqui e deixar bem longe do alcance do meu irmão predador? – Bill questionara, levantando-se e estendendo uma de suas mãos para ajudar Serena no mesmo processo.
- Ah, não tenho nada melhor para fazer mesmo... – e dizendo isso, Serena aceitou a ajuda, levantando-se e, obviamente, ficando a pouquíssimos centímetros de Bill, o que ocasionou um beijo terno e rápido, se não fosse Serena mordendo o lábio inferior de Bill e dizendo para ele colocar as coisas rápido no porta malas antes que anoitecesse.

O clima estava bem diferente dos dias anteriores; ao invés de se depararem com um céu nublado do qual era impossível se prever se haveria chuva ou não, Bill e Serena pegaram a estrada com o céu extremamente azul e pouquíssimas nuvens, fazendo com que o sol surgisse apenas para completar o quadro adequado para uma tarde primaveril. Apesar disso, o tempo ainda se encontrava um pouco frio, algo típico daquela época do ano.
Durante o percurso, os dois jovens trataram de conversar trivialidades. Era impossível o silêncio se fazer presente entre os dois.
- Sabe... Eu não queria ser o motivo de uma briga entre você e o Tom – Serena começara, brincando distraidamente com uma fina mecha de seus cabelos loiros, enquanto o resto se esvoaçava de maneira insistente devido ao vento que adentrava pela janela aberta do carro de Bill.
- Eu não vejo meu irmão desde ontem, Mili – esse era o novo apelido de Serena, partido de Bill – Ele não voltou para casa depois da faculdade, e eu não sei o que aquele idiota está pensando da vida... – Bill olhou para o rosto preocupado de Serena pela primeira vez, voltando a atenção para a estrada rapidamente. – Além do mais, se ele realmente está chateado comigo, pois que fique. Você não faz a menor idéia do que ele disse para mim na quinta-feira, ele é um completo idiota... E foi por isso que eu resolvi deixar de dar atenção para ele e me preocupar em fazer o que eu realmente queria – Serena apoiou sua cabeça levemente no banco do carro, sorrindo timidamente enquanto observava a paisagem predominantemente verde passar por si em forma de um extenso e interminável borrão.
Após alguns outros assuntos paralelos, Bill resolvera esclarecer algumas dúvidas que há muito lhe possuíam.
- Por que você começou a trabalhar na loja do Joph? Sua mãe deixou de lhe ajudar com a faculdade? – Bill perguntara, fazendo com que Serena suspirasse pesadamente, se ajeitando de maneira desconfortável no banco do passageiro.
- Independência, a palavra-chave. Quanto à minha mãe... Ela evitava ao máximo de viajar. Para ela, passar a tarde comigo conversando sobre qualquer coisinha fútil de minha vida era muito mais valioso do que pegar um jatinho para a festa social mais elegante no país mais próximo ao nosso, isso desde quando morávamos no Canadá. Faz sete meses que minha mãe pegou um vôo particular, que por motivos desconhecidos... Bom, o avião explodiu no ar – a voz de Serena tremeu em sua última frase, fazendo-a abaixar a cabeça, para logo depois, encarar por alguns poucos segundos o horizonte à sua frente. – Eu não tive forças para ir fazer o reconhecimento de seu corpo carbonizado. Isso era demais para mim.
- Me... Sinto muito Mili, eu não sabia dessa história – Bill disse com um sincero pesar transparecendo em sua voz, erguendo o braço direito e afagando levemente a cabeça de Serena.
- Está tudo bem, não se preocupe – Serena riu de leve, entrelaçando os dedos de sua mão direita na mão de Bill que se encontrava a seu alcance.
- E seu pai? Você ainda tem a ajuda dele? – Bill perguntou.
- Meu pai morreu quando eu tinha seis anos de idade. Câncer pulmonar – Serena inspirou profundamente – Na época eu não entendia essas coisas direito... Mas dois anos depois, minha mãe se casou de novo. Derik. Meu padrasto é quem se responsabiliza por mim até hoje. Quer dizer, eu já sou maior de idade, então... Tecnicamente, só dividimos a mesma casa. É um pouco estranho às vezes... Eu nunca tive irmãos – Serena deu de ombros – É estranho ter uma casa grande e se sentir extremamente sozinha dentro dela, apenas ouvindo barulhos em um ou outro cômodo, meramente realizados por empregados.
Bill engoliu em seco. Não sabia que a vida de Serena girava em torno de tantas perdas e de solidão. Por sorte, já estavam chegando até a chácara e se livrariam deste assunto pesado.
Realizando uma leve curva para a esquerda, ambos já se encontravam defronte a um grande portão. Bill apenas apertou algum botão de um pequenino controle elétrico que se encontrava em um dos bolsos da parte da frente de seu jeans, fazendo com que a grande peça metálica se movesse vagarosamente por sobre os trilhos que lhe sustentavam, sendo fechada logo após a passagem do carro pela mesma.
Ao sair do carro, Serena pôde constatar que o ambiente era enorme e possuía de tudo um pouco. Nos lugares onde seus olhos esmeralda pousaram, ela avistou uma imensa piscina bem cuidada, que inclusive, era vizinha de uma luxuosa quadra de tênis, sendo separadas apenas por uma vasta e alta cerca de metal.
Haviam duas grandes casas ali, e entre elas, uma enorme cobertura que abrigava uma grande mesa e ficava bem em frente a dois balcões, onde um deles servia como apoio para um grande fogão, e logo ao lado, quatro freezers. Logo atrás, uma enorme churrasqueira se fazia presente. Tudo era rodeado de um gramado bem verde e sadio.
- Ual... – Serena sussurrou, assuntando-se momentaneamente com o abraço que recebera de Bill, chegando silenciosamente por trás de si.
- O que foi? Gostou? Não sabia que curtia lugares assim – Bill dissera, dando-lhe um leve e demorado beijo em sua bochecha direita.
- É que... Faz muito tempo que eu não saio e visito lugares assim... É o que eu mais adoro, sabe? Um lugar vasto, aberto... Que dê pra você parar na varanda e sentir cheiro de terra, de mato, de chuva... Sempre gostei de ficar por alguns dias em lugares assim quando eu me encontrava estressada demais – Serena dissera, virando seu corpo vagarosamente e ficando frente a frente com Bill, abraçando-lhe pelo pescoço.
- Bom saber... Assim poderei te trazer aqui sempre que quiser – seu sorriso reluzia com a luz crepuscular.
- Isso tudo é apenas dos irmãos Kaulitz? Ou de sua família? – Serena questionara, brincando com um pouco do cabelo de Bill de maneira quase imperceptível para si mesma.
- Bom, pra dizer a verdade, minha mãe foi quem adquiriu essa chácara. Ela morava aqui até resolver se mudar para mais perto de sua empresa e adminstrá-la com mais facilidade. Após isso, deixou a chácara por conta dos filhos, mas ainda continua mantendo os empregados para manter as casas e os arredores dentro dos conformes. Tom e eu já demos ótimas festas por aqui... – Bill rira de leve, olhando algum ponto fixo um pouco mais distante, provavelmente se recordando de algo deliciosamente condenador, até para si mesmo.
- Eu faço idéia... Sou capaz de apostar como alguém já saiu desse lugar com uma gravidez pronta – Serena revirou os olhos, fazendo Bill realizar uma caretinha engraçada.
- Pode ter certeza de que eu não sou o responsável por nenhuma fecundação que tenha acontecido nesse lugar – Serena riu da maneira como Bill havia pronunciado essa última frase, fazendo-o rir também, acompanhando-a, e logo em seguida, pousando seus lábios nos dela, protagonizando um beijo rápido.
- Então... Onde colocaremos os materiais para nossa futura obra de arte? – Serena questionara, soltando Bill de maneira rápida e parando ao lado do porta-malas do carro.
- Vamos colocar nessa bonitinha aqui – Bill disse, andando até onde Serena se encontrava e apontando para a casa mais próxima do veículo, abrindo o porta-malas do mesmo e já se dirigindo até a porta de entrada da casa para destrancá-la. – Pode colocar os recortes com o couro em cima do sofá ali da frente, o maior – Bill disse, gesticulando exageradamente, enquanto Serena passava por si já com os pedaços de tecido empilhados de uma maneira estranha em seus braços e quase tampando-lhe toda a visão. – Vou pegar o manequim e colocar ali no canto... E as sacolas...
- ANDA, BILL! – Serena passou por ele, dando-lhe um forte tapa na cabeça. – Credo, vai ser ruim de serviço! Pega as coisas logo e joga tudo de qualquer jeito ali! – ela foi dizendo gradativamente, enquanto se aproximava novamente do carro e se ocupava em pegar uma boa quantidade de sacolas.
- Você me paga por isso, Milicevik – Bill abaixou o tom de voz e passou por ela, fazendo o percurso contrário, e enfim, pegando o pesado tronco do manequim que haviam conseguido para montar o modelo que ambos haviam planejado.
- Uiê, to morrendo de medo, tá dando pra perceber? Espero que sim – Serena disse lá de dentro, em meio ao barulho alto de sacolas plásticas sendo remexidas.
Bill segurou-se para não acertar o “corpo” que estava segurando bem em cheio na cabeça de Serena, mas não conseguiu conter uma leve risadinha que fora solta com sua mente fantasiando essa imagem.
- O que foi? – Serena perguntou, com um leve franzido sendo formado no meio de sua testa.
- Nada não... Vamos comer alguma coisa? – Bill perguntou, já saindo da sala onde se encontrava, realizando um meneio breve de cabeça, indicando que Serena também deixasse a sala e os materiais como estavam. – Gosto mais das coisas que ficam na outra casa. Os suprimentos nunca são iguais nas duas, nunca entendi o porquê...
Serena apenas concordou silenciosamente, passando por ele com um sorriso aparentemente sem motivos para estar exposto. Bill rodou a chave duas vezes e retirou-a da fechadura, dirigindo-se até a outra casa, onde Serena lhe esperava na porta.
Bill revirou o pequeno bolo de chaves para manusear aquela que abria a porta defronte a si. Em instantes, a casa fora aberta. O garoto adentrou o ambiente primeiro, estendendo a mão para que Serena o acompanhasse. Respondendo o gesto, ela o acompanhou silenciosamente até que eles chegassem até a cozinha. Até a enorme cozinha, diga-se de passagem.
- Você quer comer algo doce ou salgado? – Bill questionara, abrindo as duas portas da grande geladeira e estacionando em frente à ela de uma maneira altamente irônica.
- Você quem sabe – Serena respondeu, encarando-o com um sorriso proveniente de sua posição.
- Isso não tem aqui – Bill respondeu, virando-se para encará-la, fazendo-a revirar os olhos. – O que você quer?
- Ah, qualquer coisa, Bill – Serena sorriu minimalistamente, sabendo que todas as suas respostas estavam irritando Bill. Talvez fosse essa sua real intenção.
- Ah, foda-se, pega o que você quiser ali depois – Bill bufou, fechando a geladeira e dirigindo-se até o balcão mais próximo com uma pequena vasilha de morangos e um pote médio de Nutella em mãos.
- Nossa, que dieta mais rica pra um monstro do seu tamanho... Chocolate! – Serena rira, andando em direção a Bill, que não tirava o olhar dos morangos e parecia uma criança abrindo um pote cheio de chocolate.
- Isso aqui é glicose instantânea garota, energia pura um alimento desses – e dizendo isso, Bill passou a ponta de um morango mediano por cima do chocolate que se encontrava em sua frente, mordendo a fruta de uma maneira demorada demais para alguém que quisesse comer aquilo sem nenhuma outra intenção. Isso fez com que Serena prometesse a si mesma e mentalmente que não olharia para o rosto de Bill enquanto ele não estivesse devidamente satisfeito. Ela não queria pensar besteira, tampouco ser tentada a fazer alguma.
- Isso não é hora para aulas de biologia, Kaulitz – Serena passou por detrás do garoto, pegando uma pequena fruta e a cobrindo quase inteira com chocolate. Não percebera que Bill havia lhe fitado durante todo o tempo, se espantando por virar o rosto e o encontrar olhando-a de uma maneira um pouco diferente.
- Você está... – Bill começara, abrindo um sorriso mesclado de sentimentos imprevisíveis, e logo após, passando o polegar esquerdo levemente próximo aos lábios de Serena. – Come que nem uma criança – ele revirou os olhos.
- Aham, falou o adulto que parece que mandou fabricar um piercing labial de chocolate – Serena declarou aos risos, que aumentaram gradativamente com a maneira pela qual Bill tentava limpar seu apetrecho metálico
- Serena... – Bill começara, olhando-a, mas logo em seguida, baixou o olhar.
- O que foi? – Serena perguntara, incentivando-o.
- Você... Você gosta de mim? – Bill perguntou de um jeito estranho.
- Por que a pergunta?
- Pra ver se você respondia diretamente – Bill sorriu de canto, parecendo... Decepcionado.
- Não entendi onde você queria chegar, Bill – Serena dissera baixinho, fazendo o garoto olhar para seu rosto após alguns segundos.
- Eu fico pensando em como nós nos odiávamos verdadeiramente e... Às vezes penso que ainda existe um pouco daquilo – ele disse, parecendo achar suas unhas as coisas mais interessantes existentes no momento.
- Você ainda me odeia? – Serena o questionou.
- É claro que sim – Bill lhe respondeu, olhando-a de um jeito absolutamente sincero. Foi exatamente isso que a fez rir.
- Então o sentimento é recíproco, Kaulitz – ela lhe direcionou uma piscadela, o que o fez rir enquanto ele se aproximava um pouco da garota.
- Eu... Eu quase não me lembrava como era sentir isso – Bill disse, pousando sua mão direita na bancada como se não tivesse a menor idéia do que fazer com ela.
- E eu já não sabia mais como isso funcionava – Serena disse, acariciando o rosto de Bill com sua mão direita. – Você está um pouco melhor do que eu nesse assunto – ambos sorriram.
Bill curvou-se lentamente até alcançar os finos e rosados lábios de Serena, que naquele momento, quase clamavam por um beijo seu. O real significado daquela pergunta havia ficado no ar, mas parecia que essa era exatamente a intenção. A razão de tudo aquilo poderia ser tratada com mais cuidado ou mesmo mais interesse em outra ocasião. Por agora, o que eles necessitavam era de ter um ao outro.
Bill enlaçou suas mãos na cintura de Serena, enquanto esta brincava vagarosamente com algum dos cordões que Bill carregava no pescoço, mantendo sua outra mão levemente pousada no ombro do garoto. Devagar, Bill subiu uma de suas mãos, pousando-a na nuca de Serena e acariciando-a sem pressa, tendo entre os dedos uma boa quantidade de fios loiros da garota que se encontrava à sua frente. Aquele movimento fez todo o corpo de Serena se arrepiar.
Respondendo automaticamente ao estímulo, Serena mordiscou com um pouco mais de força o lábio inferior de Bill, brincando com seu piercing logo em seguida. Com isso, o garoto selou seus lábios novamente de uma maneira distinta, entrando no comando do beijo e fazendo com que ambas as línguas protagonizassem uma batalha árdua para permanecerem em um ritmo são. Porém, nenhum de seus donos desejava isso.
Com uma rapidez quase incalculável, Bill voltou a ter suas duas mãos presas na cintura de Serena, porém, dessa vez, de uma maneira diferente, com mais força. Em segundos, ele havia erguido o corpo da garota, que agora se encontrava sentada no vasto balcão, tendo Bill Kaulitz dentre suas pernas.
Bill subiu sua mão esquerda pela perna direita de Serena arranhando-a até a parte interna de sua coxa, fincando suas unhas de maneira inconsciente no tecido jeans. Já sua mão direita procurava pelo rosto de Serena de maneira afobada, querendo tê-lo de qualquer forma a pouquíssimos centímetros do seu.
Serena pousou suas duas mãos no pescoço de Bill, a início. Porém, sentindo sua perna sendo violenta e rapidamente explorada, assim como a outra mão de Bill puxando seus cabelos, Serena entrelaçou ambas as mãos dentre os cabelos de Bill, puxando-os e deixando com que eles escapassem de seus dedos à medida em que suas mãos desciam de maneira vagarosa até o pescoço do rapaz, arranhando-o gradativamente.
A respiração de ambos já se encontrava alterada, o que parecia ser a causa para que o ritmo do beijo aumentasse cada vez mais. Sem parecer notar, Bill puxou com um pouco mais de força os fios de cabelo de Serena que se encontravam dentre seus dedos, ocupando-se de levantar a blusa da garota com sua outra mão e deixar com que esta se esgueirasse pelo interior da fina camiseta branca, percorrendo as laterais e as costas de Serena de maneira delicada com o uso de suas unhas, o que, mais uma vez, provocou um grande arrepio na pele da garota. E foi aí que o iPhone de Serena começou a vibrar em seu bolso esquerdo, assustando aos dois.
- Oi – Serena atendeu, colocando uma de suas mãos em frente a boca logo em seguida, tentando disfarçar o som de sua voz falha – Na casa da minha amiga de grupo, eu te falei – seu olhar percorreu todo o cômodo, sem pousar em Bill em momento algum. – Ok, já vou indo – e desligou sem se despedir.
- Quem era? – Bill questionou, enquanto via Serena descendo de forma desastrada do lugar onde se encontrava e já saía de forma rápida do cômodo. Bill ocupou-se em arrumar o que havia tirado do lugar rapidamente, logo em seguida, rumando até onde Serena se encontrava.
Saiu pela porta principal da casa, sem encontrar a garota em nenhum local próximo. Trancou a porta, e andando devagar, pode avistá-la já dentro de seu Audi. Estranhou sua atitude.
- Não podia ao menos ter... – a voz de Bill chamou a atenção da garota após ele entrar no carro e colocar a chave na ignição, sem acionar o veículo. – Você está... Chorando? Por que? – o tom de voz de Bill mudara radicalmente.
- Eu... – Serena passou as mãos de forma desconcertada por sobre o rosto. – Nada, deve ser só... TPM.
- Serena...
- Bill, me desculpa? – a garota lhe questionou, virando um pouco de seu corpo para seu lado esquerdo, ficando de frente para Bill.
- Desculpar pelo quê?
- Por... Nós... Ali e... Eu ter de ir embora agora – com dificuldade, Bill pôde compreender o que havia incomodado Serena. Remexendo-se um pouco em seu banco, abraçou a garota ao seu lado, acariciando sua cabeça de leve.
- Não se preocupe com isso, de verdade. Poderá acontecer outro dia – Bill disse, ainda sem desfazer o abraço.
- Nossa... – Serena disse, enquanto Bill já havia ligado o carro e estava ocupado na direção que o veículo deveria tomar para ir rumo ao portão.
- O que foi? – ele lhe questionou.
- Se fosse outra garota, acho que você a deixaria no meio da estrada de tão revoltado que você iria ficar. Sei lá... Acho que você é do tipo que nunca perdeu uma transa na vida.
- Obrigada pela parte que me toca. Estava mesmo pensando no que fazer com você, mas já que você acabou de dar a idéia... – Bill sorriu, fazendo Serena gargalhar e revirar os olhos logo em seguida. – Serena, será que é tão difícil pra você entender que eu mudei?
A pergunta foi deixada no ar, sem receber nenhuma outra resposta.
- Me leva pra sua casa, que de lá eu vou para a minha – ela disse, apenas.
- Por que não posso te levar até em casa? – Bill questionara.
- Você ouviu o que eu disse no telefone? Eu estou na casa da minha amiga, colega de trabalho - Serena gesticulou enquanto fazia algumas caretas estranhas, como se Bill fosse a pessoa mais idiota do planeta por ter lhe feito aquela pergunta.
- E por que você mentiu por algo assim?
- Eu estava falando com meu padrasto, Bill. Você sabe como os pais, ou mesmo quase isso, são. Super proteção e etc. Eu não sairia de casa caso eu dissesse a verdade para ele – Serena disse de maneira baixa, voltando a olhar pela janela e tentando procurar por uma distração.
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Sab Out 15, 2011 4:19 pm

Que capitulo fofo e tenso ao mesmo tempo.
Nossa quanta informação! Enfim, após essa inundação de informações eu tenho um leve palpite de que o responsavel pelos hematomas é o padrasto dela.
Prossiga Janaah
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Sab Out 15, 2011 7:07 pm

Ai Janildes, você é um amor mesmo, viu!? Inspiração, olha só...
Então né, meus botões estão aqui trabalhando com todo vapor e já tenho algumas deduções formadas sobre o rumo dessa história, só não vou compartilhar.
MEU DEUS, AGORA TUDO FAZ MAIS SENTIDO, Serena é mesmo uma coitada.
Mal começaram a se entender e já ia rolar um fuc fuc, mas olha só.
Então né, continua o mais rápido possível e faça a felicidade de todas as suas leitoras Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Sab Out 15, 2011 10:17 pm

Ally Kaulitz escreveu:
Que capitulo fofo e tenso ao mesmo tempo.
Nossa quanta informação! Enfim, após essa inundação de informações eu tenho um leve palpite de que o responsavel pelos hematomas é o padrasto dela.
Prossiga Janaah
gott, siim!!! só pode ser isso, só pode ser o padrasto dela um cara mau que bate nela e essas coisas O_O

Janaah. escreveu:
PAAAATTY, você realmente me surpreendeu agora O.O Escrever as coisas pra te agradar sempre foi difícil, ainda mais que a minha fic não abrangeu muito (pelo menos ainda) dos seus temas preferidos. Estou lisonjeada, madame :33
oooowwwwwwwwwn janok, sua linda !
agora vemk... como assim "pelo menos ainda"? JURA QUE VAI TER TRAGÉDIA, MORTE.... ? KKKKKKKKKK nein/
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Dom Out 16, 2011 11:12 am

Patty Back escreveu:
Ally Kaulitz escreveu:
Que capitulo fofo e tenso ao mesmo tempo.
Nossa quanta informação! Enfim, após essa inundação de informações eu tenho um leve palpite de que o responsavel pelos hematomas é o padrasto dela.
Prossiga Janaah
gott, siim!!! só pode ser isso, só pode ser o padrasto dela um cara mau que bate nela e essas coisas O_O

Né?
Sei que eu não deduzo muito bem as coisas, mas algo me diz que ele (o padrasto) violenta ela sexualmente, daí a dificuldade dela de se relacionar com as outras pessoas ._.
Bom, continue logo Janaah.
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Dom Out 16, 2011 2:53 pm

Citação :
algo me diz que ele (o padrasto) violenta ela sexualmente

Exatamente. Daí vem a carência dela, no que diz respeito a voltar toda carinhosa para o Bill mesmo quando ele destrata ela da maneira mais imbecil. Ela só quer amor, coisa que deve ter faltado pra ela a vida toda, vivendo com um filho da puta desses.
Enfim, tudo baseado em conclusões precipitadas. Continue Janete, não vou sossegar até descobrir se minhas teorias tem fundamento oh*
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Dom Out 16, 2011 3:57 pm

Júlia G. escreveu:
Citação :
algo me diz que ele (o padrasto) violenta ela sexualmente

Exatamente. Daí vem a carência dela, no que diz respeito a voltar toda carinhosa para o Bill mesmo quando ele destrata ela da maneira mais imbecil. Ela só quer amor, coisa que deve ter faltado pra ela a vida toda, vivendo com um filho da puta desses.
Enfim, tudo baseado em conclusões precipitadas. Continue Janete, não vou sossegar até descobrir se minhas teorias tem fundamento oh*

Eu sinto que vai ter gente dando com os burros n'água, porque esta Iana é imprevisível.
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Dom Out 16, 2011 8:15 pm

- Você quem sabe – Serena respondeu, encarando-o com um sorriso proveniente de sua posição.
- Isso não tem aqui – Bill respondeu, virando-se para encará-la, fazendo-a revirar os olhos.



e o premio de piadas sem graça do ano vai para... BILL! Que ama forçar a barra
¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬

BEM, vou dizer PORQUE não vou palpitar:

- porque eu erro
- porque a pessoa que escreve tudo isso aqui, que faz minha vista sem óculos doer pela quantidade de letras não teve dó de mim e não me deu dicas
- porque tenho medo da mente dela, por isso ainda respeito


sério, to com medo.... ah não gosto disso, porque daí eu não quero ler, mas QUERO, sabe?

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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Sab Out 22, 2011 3:24 pm

Júlia G. escreveu:
Citação :
algo me diz que ele (o padrasto) violenta ela sexualmente

Exatamente. Daí vem a carência dela, no que diz respeito a voltar toda carinhosa para o Bill mesmo quando ele destrata ela da maneira mais imbecil. Ela só quer amor, coisa que deve ter faltado pra ela a vida toda, vivendo com um filho da puta desses.
Enfim, tudo baseado em conclusões precipitadas. Continue Janete, não vou sossegar até descobrir se minhas teorias tem fundamento oh*
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Sab Out 29, 2011 5:33 pm

Hallo queriduxas q Como vão vocês?
Sumi por um tempo, I know. Exatamente por isso, nem vou enrolar muito por hoje. Apenas tenho que dizer que eu sempre começo a rir com comentários do tipo da Dar-J e Susi, FÜR GOTT, eu não sou tão maluca assim na escrita... Sou?! Shocked






Serena nem ao menos entrou na casa de Bill para providenciar algum outro veículo que pudesse lhe levar diretamente em casa. Apenas se despediu rapidamente, começando seu percurso apenas com o auxílio dos próprios pés. Ela parecia totalmente dispersa, coisa que a própria percebeu, e que claro, lhe causou um breve incômodo. Mesmo assim, não se ocupou por dar maiores satisfações ao seu atual namorado.
Um pouco confuso, Bill caminhou vagarosamente até a porta de entrada de sua residência, destrancando-a sem pressa e a batendo quase sem provocar nenhum barulho. Quando virou-se, deparou-se com o menor sofá da sala sendo ocupado por um outro alguém. Este era o alguém que se mantinha longe de casa há quase uma semana.
- Onde você estava? – a voz de Tom soou fria pelo ambiente, sem chamar muito a atenção de Bill, que continuou seu percurso em linha reta, logo em seguida, subindo as escadas. – Bill... – Tom o chamou, ainda mais baixo. Isso não era um bom sinal.
- O que foi? – Bill lhe respondeu, sem nem ao menos virar seu corpo.
- Você estava com ela, não estava? – Bill ouvira algum ruído atrás de si. Supôs que seu irmão havia se levantado.
- E se estivesse? – ele enfim se virou, constatando como verdadeira sua última suposição.
- Você... Você é incrível, Bill – Tom disse de maneira irônica, sorrindo logo em seguida.
- Digo o mesmo de você, que passa uma semana fora e volta querendo saber da minha vida.
- Sua vida? – Tom erguera o olhar, fazendo-o participar da composição de uma expressão facial quase desnorteada. – Essa não é a sua vida, Bill. Esse nem é você!
- Por que você diz isso? Simplesmente por que resolvi não dar ouvidos à nossa última conversa? Ou por que deixei de ser um clone seu? – Bill descera um degrau, elevando o tom de voz gradativamente. Ele estava tentando não pensar nas consequências do prosseguir daquela discussão.
- Simplesmente por você ter se tornado um completo idiota! – Tom cuspira as palavras rispidamente. – Eu te disse, eu te avisei... Foram anos, ANOS tentando conquistar o patamar em que ocupamos na porra daquela nossa faculdade, e de repente, tudo que você quer é jogar absolutamente todo o seu status pro ar e virar uma pessoa normal! – Tom erguera os braços, indignado.
- Você acha que eu me importo com isso agora, seu imbecil? Eu estou no último ano da minha faculdade, e quando eu for tentar ser alguém na vida, ninguém vai me perguntar o tipo de cafajeste que eu fui durante todos os meus anos de curso. Isso não me interessa mais, será que é tão difícil de se enxergar? – Bill questionara.
- Ah, claro, pra você e fácil falar! – Tom erguera um pouco sua voz. – Você é quem vai sair daquele lugar seu imbecil, e não eu. Eu ainda preciso sustentar o que eu sempre fui, mas daí, o que você me faz? Simplesmente me faz passar pelo maior vexame da minha vida, com aquela sua gracinha de resolver mostrar a Serena pra todo mundo daquele lugarzinho medíocre... O que você ganhou com isso? Você apenas a expôs como qualquer uma das outras vadias que você...
- Presta atenção como fala dela – Bill usara seu tom de voz mais leve possível, trazendo consigo, talvez, seu último resquício de controle.
- Eu falo dela como eu bem entender, assim como eu sempre fiz com todas as quaisquer que já entraram na nossa vida! Você quer o quê, que eu mude juntamente com você? – Tom sorriu de canto, sarcástico.
- Não posso te obrigar a isso, Tom. Aliás, eu não tenho culpa se eu tive a capacidade de virar homem antes de você.
Tom virou-se vagarosamente rumo ao seu irmão, encarando-o diretamente nos olhos. Suas íris estavam absolutamente negras, e seu ódio parecia se fazer fisicamente presente, exalando de seu poros e sendo perfeitamente materializado.
Bill virou-se a fim de terminar seu percurso e chegar ao segundo andar. Porém, foi puxado violentamente pela gola de sua camiseta preta, se desequilibrando por conta dos degraus e batendo suas costas com força no chão.
- VOCÊ CRESCEU COMIGO, SE TORNOU O MESMO QUE EU, COMO TEM CORAGEM DE DIZER ISSO, SEU BASTARDO?! – a pergunta de Tom havia sido o fim da linha tênue de limite de paciência existente no interior de seu irmão mais novo.
Bill levantou-se rapidamente, não pensando duas vezes antes de serrar o punho direito e conseguir acertar a maçã esquerda do rosto de seu irmão bem em cheio, fazendo-o cair aos pés da escada.
- EU TENHO VERGONHA DE ADMITIR QUE JÁ ME PARECI COM VOCÊ EM ALGO ALÉM DA APARÊNCIA FÍSICA – Bill esbravejou, assistindo seu irmão levantar-se de uma maneira descompassada, com os punhos serrados. Ocupou-se em tentar bloquear os braços do irmão, mas nada podia fazer quanto as pernas. Recebeu um chute certeiro em sua barriga, o que fez parecer que seu estômago havia se deslocado por conta própria. Automaticamente indo ao chão, Bill teve sua visão turva por alguns segundos, fato que não o fez conseguir impedir com que seu irmão lhe acertasse um murro certeiro em seu nariz.
Um urro de dor, um pequeno estalo e muito líquido vermelho jorrando por todos os cantos foi o que se seguiu.
- Seu... DESGRAÇADO! – Bill tentou conter toda a dor que lhe possuía de cima a baixo em todo seu corpo e se levantou, tendo o pescoço de Tom preso de maneira firme em seu braço esquerdo. Sem muita demora, o Kaulitz mais novo empurrou sem nenhum cálculo de velocidade ou força o corpo de seu irmão contra a mediana mesa de centro que havia na sala. Pedaços de vidro se espalharam pelos arredores dos sofás, e logo, o sangue também se faria presente ali. A cabeça de Tom havia se chocado contra a parte amadeirada que dava sustentação à mesa. Ele havia acabado de perder os sentidos.
Tentando pensar em tudo, menos na dor que lhe possuía de maneira gritante em cada célula de seu corpo, Bill subira as escadas de maneira ofegante, tentando manter os olhos devidamente abertos e lutar contra a falta de sentido que parecia querer lhe possuir. Arfando, chegou até seu quarto e pegou uma mala qualquer, jogando algumas de suas roupas de qualquer maneira dentro dela, assim como alguns calçados. Pegou também alguns poucos objetos de higiene pessoal, utensílios básicos de sua maquiagem, e saiu de casa, jogando tudo em seu carro de uma maneira qualquer.
A primeira coisa que fez foi telefonar para seu médico particular, dando-lhe o endereço da chácara e pedindo-lhe para que se dirigisse até lá o mais rápido possível. Sua voz ao telefone foi o que contribuiu de forma grandiosa para que o Dr. Halek declarasse disposição imediata para cuidar de seu nariz quase quebrado, antes que este sofresse algum outro dano mais sério.
Já na estrada, Bill não poderia controlar sua própria mente. Parecia ter sido treinado à se acostumar com sua dor física excessiva, mas não sabia como lidar com seu emocional. Havia deixado seu irmão inconsciente no chão da sala da casa que ambos dividiam há vários anos como cúmplices, algo que verdadeiros irmãos sempre serão. Naquele momento, pela primeira vez em muito tempo, Bill permitiu-se chorar. Sabia que Tom não faria nada a não ser também chamar algum médico e dar alguns trocados a mais aos empregados para que cuidassem da bagunça de sangue e vidros quebrados. Os domésticos há muito já haviam se acostumado com objetos quebrados pelos gêmeos em momentos de fúria, mas nenhuma situação havia chegado em um nível tão extremo. Por que Bill estava sozinho no momento onde ele realmente havia decidido mudar e ser alguém melhor? Por que ele parecia ter apoio somente quando fazia jus à sua fama de mau caráter?
Nesse instante, assustou-se com a vibração tímida de seu aparelho celular no banco do passageiro. Era ela.
- Oi – Bill atendera, sem se preocupar em controlar a vibração rouca de sua voz, provocada tanto pelo choro quanto pela dificuldade em pronunciar palavras de entonação nasal.
- Bill, eu queria te perguntar se... Você... O que foi? – Serena perguntou, percebendo a inquietação de Bill ao outro lado da linha.
- Você pode sair agora? – Bill perguntou, ficando superficialmente irritado com o tom estranho de sua voz.
- Onde? – foi a única coisa que Serena perguntou.
- Chácara, de novo. Por favor, eu... Eu preciso de você por lá.




Bom... Eu acho que esse capítulo respondeu a minha pergunta ._. E eu sei que ele está pequeno, mas se preparem para o próximo. E não, eu não estou falando para se prepararem para o tamanho do próximo capítulo. Se preparem... Pra tudo. Vocês vão, no mínimo, se surpreender. Afinal, as aparências enganam Wink


Última edição por Janaah. em Sab Out 29, 2011 10:28 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Sab Out 29, 2011 7:48 pm

Quer saber, gostei da briga! Very Happy
Sério, o Tom estava merecendo mesmo umas porradas -q

Janaah, quando você diz "pra tudo", você quer dizer que vai esclarecer tudo o que nos importunou a semana inteira, como por exemplo o "segredo" da Serena?

Talvez quando a Serana for para a Chácara, tudo seja esclarecido! Acertei?

Enfim, prossiga Janaah.

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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Dom Out 30, 2011 12:04 pm

Ilana escreveu:
Quer saber, gostei da briga! Very Happy
Sério, o Tom estava merecendo mesmo umas porradas -q

Janaah, quando você diz "pra tudo", você quer dizer que vai esclarecer tudo o que nos importunou a semana inteira, como por exemplo o "segredo" da Serena?

Talvez quando a Serana for para a Chácara, tudo seja esclarecido! Acertei?

Enfim, prossiga Janaah.

esse tudo é muito abrangente, sabe, Janet G_G

eu ainda to indignada... tipo... oi, o Tom bateu a cabeça na mesa e desmaiou e o Bill simplesmente saiu de lá? E se ele tiver, sl, um traumatismo craniano e... que exagero Patricia! AHAHHAHA
mas sério, achei que o Bill ia mandar algum médico pra lá, só pro Tom não morrer e talz .-.
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Qui Nov 03, 2011 8:55 pm

Patty Back escreveu:
Ilana escreveu:
Quer saber, gostei da briga! Very Happy
Sério, o Tom estava merecendo mesmo umas porradas -q

Janaah, quando você diz "pra tudo", você quer dizer que vai esclarecer tudo o que nos importunou a semana inteira, como por exemplo o "segredo" da Serena?

Talvez quando a Serana for para a Chácara, tudo seja esclarecido! Acertei?

Enfim, prossiga Janaah.

esse tudo é muito abrangente, sabe, Janet G_G

eu ainda to indignada... tipo... oi, o Tom bateu a cabeça na mesa e desmaiou e o Bill simplesmente saiu de lá? E se ele tiver, sl, um traumatismo craniano e... que exagero Patricia! AHAHHAHA
mas sério, achei que o Bill ia mandar algum médico pra lá, só pro Tom não morrer e talz .-.
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Qui Nov 03, 2011 9:15 pm

Patty Back escreveu:
Ilana escreveu:
Quer saber, gostei da briga! Very Happy
Sério, o Tom estava merecendo mesmo umas porradas -q

Janaah, quando você diz "pra tudo", você quer dizer que vai esclarecer tudo o que nos importunou a semana inteira, como por exemplo o "segredo" da Serena?

Talvez quando a Serana for para a Chácara, tudo seja esclarecido! Acertei?

Enfim, prossiga Janaah.

esse tudo é muito abrangente, sabe, Janet G_G

eu ainda to indignada... tipo... oi, o Tom bateu a cabeça na mesa e desmaiou e o Bill simplesmente saiu de lá? E se ele tiver, sl, um traumatismo craniano e... que exagero Patricia! AHAHHAHA
mas sério, achei que o Bill ia mandar algum médico pra lá, só pro Tom não morrer e talz .-.
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Dom Nov 06, 2011 10:18 pm

eu DETESTO mesmo brigas entre eles
ah fiquei muito aflita por causa do Tom, não sei, estou com medo do que vai acontecer com ele!
ÓTIMO, minha segunda vai ser remoer até o último o que aconteceu!
te amo¬¬

sério, te amo MUITO mesmo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

ahhhhhhhhhhhh não quero ler mais, agora é a parte do mauzinhu #seescondeembaixodacama

e sim, você ri dos meus coment's porque eu sou puta sarcástica, deve ser a única parte de minha personalidade abalada e instável que gosto

érm... so, let's go, yeahp
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MensagemAssunto: Re: Certainty At The End   Ter Nov 08, 2011 6:56 pm

Ilana escreveu:
Quer saber, gostei da briga! Very Happy
Sério, o Tom estava merecendo mesmo umas porradas -q

Janaah, quando você diz "pra tudo", você quer dizer que vai esclarecer tudo o que nos importunou a semana inteira, como por exemplo o "segredo" da Serena?

Talvez quando a Serana for para a Chácara, tudo seja esclarecido! Acertei?

Enfim, prossiga Janaah.

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