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 Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)

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Rafaella Kaulitz

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MensagemAssunto: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Sex Ago 19, 2011 7:28 pm

Oi Genteeeeeee! louco
Aka estou eu lançandou outras de minhas fics huahua
Essa é a minha menina dos olhos láááááá do site onde eu posto minhas fics e poesias XD e gostaria de dividir com voces XD.
Como a maioria das minhas estoria Yaois, eu uso como protagonistas Bill e Tom =D
PONTO IMPORTATNTE: Nessa fic eles nao sao irmaos, é um universo paralelo. Apenas uso seus personagens. Nada disso tem algo a ver com a realidade.
Os G´s tambem estao aqui entao e tambem tem suas partes de importancia na estoria, mas o foco sao o Tom e Bill que ja me renderam tantas alegrias... niver
Me orgulho em dizer tambem que ja converti muita gente á fãs de Yaoi bad com essa estoria e gostaria que voces apreciacem junto comigo.

Sinopse: Bill, um simples entregador de comida japonesa tem sua vida virada de cabeça para baixo ao conhecer Tom, um sexy, cobiçado e caro gigolô.
Enquanto Tom, que acostumado com o mundo de luxúria e cobiça, nao resiste aos encantos e pureza de Bill, um garoto com alma de princesa.


Notinhas basicas:
Os Tokio Hotel nao existem -lálálálá
Bill e Tom nao sao irmaos -lálálálá
Bill é um garotinho de 17 aninhos puro (e fofo X3) - cuti-cuti
E Tom é um p*** da vida (literalmente) com seus 23 anos de pura pervesao... - huhuhuhu XD
Nada nessa historia tem ha ver com a realidadeNao ganho nada com issoA nao ser seus comentarios e seu amor *-----------------*

Entao? Posto?
Beijos =D
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Thay_thelonger!

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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Sex Ago 19, 2011 7:42 pm

Posta, mais cuidado com os erros .. Smile
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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Seg Ago 22, 2011 10:11 am

[AAA]

POSTA POSTA POSTA

MINHA DIVA DO YAOI *-------*


Demorou já, Rafaaa, pode postar loguinho u.u
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Lais Monteiro
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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Qua Ago 24, 2011 9:55 am

Posta
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http://sweetdarkiness.tumblr.com/
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Qua Ago 24, 2011 10:45 am

Posta!
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Rafaella Kaulitz

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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Sex Fev 17, 2012 7:44 am

Oi GENTEEEEEEE! *Desvia*
Eu sei, prometi e nao postei... é que fiquei tanto tempo esperando uma resposta por MP que desisti de esperar... E teve mais, estava tao deseperada pela colaçao de grau que esqueci as fics por longos meses... aiaiai
Bem, só me lembrei delas porque encontrei sem querer uma copia de segurança no meu computador, kkkkkkk
Maaaaaaaaaaaaaaaaas vamos la...
Eu devo dizer que gosto bastante dessa fic porque muitos me dizem que é uma historia perfeita para quem esta iniciando o caminho do Yaoi pois é leve e flui de forma natural... mas isso voces são voces que vão me dizer...
Beijos, comenttem por favor

Cap1 - Entrega!

1º — Entrega!

— Bill, Bill! Venha aqui! — Um senhor de quarenta anos chamava um de seus entregadores de seu restaurante japonês. Um rapaz de dezessete anos se aproxima. Um rapaz bonito, magro, maquiado, com cabelos negros em dreads e roupas justas…
— Bill… Eu já disse que pra você se maquiar menos, você parece uma menina. Ainda mais com esse cabelo longo…
— Desculpa… Mas é que… — ele tenta se redimir tímido…
— Ta… — o homem diz sem paciência. — Olha, tem uma entrega pra você fazer. E vê se não demora! — O senhor entrega a comida e um papel com o endereço.
— Sim senhor!
Bill pega o material e monta na sua bicicleta para a casa do cliente.
“Poxa, eu me visto e me maquio desse jeito porque eu gosto… não tenho culpa se alguns clientes bêbados me confundem com uma menina… Eu não me pareço com uma menina!… não muito…”, ele ia se lamentando enquanto avançava pelas ruas. Seus dreads estavam presos pelo boné com o nome do restaurante numa propaganda bem fuleira.
Ele entrou em um bairro nobre, grandes casas com luxuosos carros na garagem. As ruas eram bem asfaltadas e a iluminação impecável, bem diferente dos bairros onde ele costumava entregar que eram escuros e que eram cheios de pessoas mal encarados. Aqueles que ele tinha medo de, em qualquer momento, ser assaltado.
Não, aquele sim era um bairro respeitável. Ele pedalava mais devagar para aproveitar a "paisagem".
E então ele chegou numa cada extremamente grande. Dois andares, com um Audi R8 branco e uma Mercedes prata na garagem…
— Wow… — ele caminhou para a entrada que continha rosas-brabas que a embelezam ainda mais.
Ele apertou a campainha ainda olhando para o jardim.
— Quem é? — Uma voz grossa perguntou lá de dentro…
— Entrega de comida japonesa! — ele estendeu a quentinha com os braços.
— Ah claro! — abriram a porta.
Bill soltou um "Wow" inaudível quando se viu diante daquilo. Um homem extremamente bonito (não que ele fosse gay, mas não havia como não admitir que o homem fosse bonito), com cabelos pretos em tranças que caiam pelos ombros largos, um piercing nos lábios carnudos, sem blusa mostrando o peitoral (e que peitoral!) e a barriga definida… Ele tinha uma faixa na cabeça e um olhar naturalmente selvagem.
— É… — o homem sorriu malicioso ao ver que estava sendo admirado — Entra! — ele se vira de costas dando um sinal para Bill de que ele podia se sentir a vontade.
— Entrar?! – Bill perguntou a si mesmo. Mas então se lembrou da frase do velho Dono do restaurante. “O cliente é quem manda e é ele que sempre tem razão!”.
O homem de faixa foi até a sala e pegou sua carteira.
— Quanto deu? — ele vagou os dedos pela carteira forrada.
— Vi… Vinte e três euros! — Bill amaldiçoou-se por estar com a voz tremida.
— Toma! — o rapaz de tranças estende uma nota de cem euros para Bill — O que foi? — ele pergunta quando vê que Bill receia em pegar o dinheiro.
— É que não falaram que o dinheiro vinha inteiro, não tenho troco!
— E eu não tenho dinheiro trocado… Ah, GEORG! — ele gritou.
Em instantes apareceu um rapaz descendo as escadas, era tão bonito quando o de tranças, mas esse era mais branco, os cabelos lisos e compridos castanhos claros, olhos verdes e extremamente fortes.
— O que foi?
— Vai trocar o dinheiro. — o de tranças estendeu a nota para o outro.
— Por que eu? Porra Tom, eu to malhando agora!
— Você ta malhando muito, alem do mais, sou eu que estou pagando a nossa janta, então vai trocar a porcaria do dinheiro! — o de tranças balançou a nota na cara do outro.
— Saco… — Georg resmungou enquanto pegava a nota, amarrou o cabelo e saiu batendo a porta;
Tom se jogou na poltrona de couro, esticando as pernas e se acomodando confortavelmente.
— Senta! — ele disse para Bill, que estava parecendo uma estatua no meio da sala. — Ele vai demorar um pouco, então é melhor relaxar…
Bill dirigiu-se ao sofá de cor creme e se sentou tenso. Ele começou a vagar o olhar pelo cômodo e corou de vergonha.
Nas paredes havia vários quadros, mas não quadros comuns… Eram quadros eróticos, com mulheres nuas exibicionistas e posições sexuais que pareciam ter sido tirados do kama sutra… Como é que se chegava naqueles embaraços de corpos?
Ele balança a cabeça freneticamente a fim de tirar essas imagens da cabeça e quando parou, encontrou o tal de Tom encarando-o com uma expressão de quem estava se divertindo com o incomodo dele.
Tom pegou a comida que estava em cima da mesa, partiu os Hashis e começou a comer. Ele comia com o olhar em Bill que logo desviou o rosto para a janela.
— Então… Qual seu nome? — ele perguntou depois de um tempo, assim que engoliu uma grande porção de Yakissoba com brócolis.
— Bi… Bill… — mais uma vez, Bill se amaldiçoou por tremer a voz.
— Bill? — Tom gargalhou. — Parece nome de menino! — ele meteu mais uma porção de comida na boca.
— Ma… Mas eu sou menino!
Tom engasgou, começou a tossir cuspindo alguns pedaços de macarrão mastigados.
— Mentira! — ele se virou para Bill encarando-o. Ele não podia acreditar! Aquela menina linda com aqueles cabelos em dreads e perfeitamente maquiada era na verdade… Um homem?
— Verdade! — Bill fez bico e bateu o pé, um pouco irritado por ter sido mais uma vez confundido com uma menina.
Tom deixou a comida em cima da mesa e foi até Bill limpando a boca que ainda estava um pouco suja. Ele ficou na frente de Bill e começou a analisá-lo minuciosamente. Corpo magrinho, delicado, um rosto fino com lindos olhos castanhos, uma boca perfeitamente desenhada.
Ele passou a ponta dos dedos no rosto de Bill, sentindo a textura macia da pele. Ficou frente a frente com Bill. Ele pousou as mãos no tórax de Bill apertando o local numa maneira de certificar de que não havia seios.
— Nenhum dos meus clientes se parecem tanto com uma mulher quanto você! Nem mesmo algumas de minhas clientes… E olha que todos eles possuem dinheiro o suficiente para isso! É claro, se não, não conseguiriam meus serviços. Mas nenhum se parece tanto com uma mulher como você, você é realmente lindo! — ele continuou a passar a mão pelo corpo de Bill, sentindo a cintura naturalmente fina seguindo até o quadril ossudo. — É incrível, se você não tivesse dito, eu juraria que você era uma menina… — Ele parou de falar quando levantou o rosto e encontrou Bill tão vermelho, ou melhor, vinho, como uma ameixa, de tanta vergonha que sentia. Seu corpo estava sendo explorado por um completo desconhecido. Quem aquele cara pensava que era? Só porque era bonito, ele não tinha o direito de… De… De abusar de alguém daquele jeito! E que diabos de emprego ele tinha?
Tom sorriu malicioso, como poderia ser um menino se era tão fofo? Ficar corado só com simples toques?
Tom não resistiu e se levantou, indo para cima de Bill. Seu enorme corpo cobria o de Bill, que se encolhia de medo.
Tom aproximou seu rosto ainda mais de Bill, vendo-o ficar cada vez mais vermelho.
Ele encostou suas testas, fazendo com que suas respirações se misturassem.
— O que foi Billy? — ele arriscou um apelido. — Você ta nervoso, por quê? — ele perguntou malicioso enquanto brincava com o piercing de seus lábios.
— Eu… Eu… Eu… — Bill não conseguia pensar em mais nada. Sua mente gritava "Vou ser atacado! Socorro!", mas as palavras não saiam.
— "Eu", o que Billy? Nunca teve um contato tão próximo assim com ninguém? — Bill balançou a cabeça em negação.
— Com ninguém?
— S-só com a minha i… irmãzinha…
— Quer dizer que é v…? NÃO! — Tom não podia acreditar. Bill, uma garota perfeita e ainda por cima, tímido e virgem? — É serio Billy?
Bill apenas balançou a cabeça confirmando. Ele não sabia o que fazer… Aquele monstro tão grande em cima dele…
— E com meninas? Você não tem namorada? — Tom perguntou roçando seus lábios na curva do pescoço de Bill, fazendo-o arrepiar-se.
— E… eu n… n… nunca t… tive namorada… — Bill respondeu suspirando alto por conta da respiração quente de Tom, que contrastava com sua pele.
— Então é gay? — Tom lambeu o pescoço de Bill, fazendo-o gemer pela primeira vez. Um gemido baixinho pela timidez.
— N… não, e… eu só não q… quis f… fazer nada a… ainda…
— É… Então… Que tal tirar sua virgindade agora? — Tom mete a mão nas calças de Bill segurando com força o membro do garoto.
Bill abriu a boca para gritar, mas foi impedido por um beijo sedento de Tom, que explorava a boca do mais jovem com fervor, brincando com a língua dele, sugando a saliva do outro num beijo com gosto de Yakissoba. Bill estava estático. "Vou ser estuprado!", ele queria sair de lá correndo. O que ele faria? Iria ser atacado por aquele tarado.
— Toma a porra do dinheiro Tom! — Georg entrou batendo a porta assustando os dois no sofá. Tom já completamente em cima de Bill.
— Merda! — Tom disse saindo de cima de Bill e indo se sentar na poltrona.
Bill continuou como estava, estático, com os olhos arregalados e as mãos espalmadas sobre o sofá.
— Pega essa droga de dinheiro e passa logo a minha comida… O que ela tem? — Georg perguntou ao perceber o estado de choque de Bill.
— Esta assim desde que eu disse as nossas profissões… — Tom riu, e depois piscou cúmplice para Bill. — Ainda não acredita que conheceu gigolôs de verdade!
— Pra que você falou? Só porque você tem orgulho do que faz não precisa ficar gritando isso pro mundo! Porra Tom! — Georg pegou a sua parte da comida e se aproximou de Bill.
— Não liga para o que esse anta falou, ta? Sim, somos gigolôs, mas ao contrario de muitos, não somos acuminados com nenhum trafico, máfia, nem nada, não somos más pessoas! Apenas prestamos um serviço… Diferente…
— Bem diferente! — Tom falou e voltou a comer seu Yakissoba.
“Então é por isso que ele conseguiu ser tão natural enquanto me atacava! Já está acostumado com isso. É simplesmente uma prostituta de esquina em forma de homem!", Bill pensou com raiva.
Bill se levantou rápido do sofá, se despediu de Georg (e ignorando Tom no caminho), pegou o dinheiro em cima da mesa e saiu em disparada. Não queria mais ficar um único instante perto daquele objeto (o que Tom realmente era). Assim que a bicicleta não podia mais ser vista, Tom deu um pedala na nuca de Georg.
— Ai! O que foi?
— Você atrapalhou o meu pega-pega!
— Com a…? Tom, você é rápido, hein? Conseguiu convencer aquela menininha a comprar seus caros serviços?
— Não, eu ia fazer de graça…
— Serio?! Que raro você se interessar por alguém… Mas admito, ela é realmente muito bonita! Pena que não tem muito seio!
— É homem, Georg! O nome dele é Bill!
— O QUE?!

******************************************************************
Continua XD....


Última edição por Rafaella Kaulitz em Seg Abr 23, 2012 7:25 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Dom Fev 19, 2012 12:59 pm

Eu li a essa fic no nyah a algum tempo...Legal tu postar aqui e refrescar a memória \oo
Continua Smile
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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Qui Fev 23, 2012 4:54 pm

CONTINUA CONTINUA CONTINUA *-*
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Rafaella Kaulitz

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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Qua Abr 11, 2012 6:07 pm

OOOOOOIIIIIIIIEEEEEEE. Tava esperando lançar os capitulos de Herz in Zwei junto com o proximo capitulo de gigolô entao so estava esperando um comentario a mais em herz in zwei (o que nao consegui TT-TT)
MAAAAAAAAAS.... vamos ao 2o capitulo XDDDD

Cap2 - Eu não sou um cliente!

"Bairro respeitável uma pinóia! Nunca mais eu volto nesse lugar de riquinhos e gigolôs... se duvidar tem até mafioso por aqui! Quem aquele cara pensava que era? Iria me fazer um de seus brinquedinhos? Tirar m-minha v-virg... AAAAIIIII, que ódio! Depois ia me jogar fora?
Eu quero matar aquele Tom! Eu quero matar, enfiar minhas unhas naquela cara dele e desfigurá-lo todo! Que ódio! Me fez falar o que eu não devia, me fez falar que nunca tinha feito... que nunca tive namorada (apesar de já ter ficado com algumas meninas)...
Que raiva, que raiva, que raiva, que raiva! Nunca, repito, NUNCA mais chego perto daquela casa"
Bill ia em disparada até o restaurante, ia tão rápido que quase não conseguiu parar a bicicleta e indo em direção a mureta nos fundos...
- Bill! Por que demorou tanto? - o dono do restaurante já estava preocupado com sua demora
- D-desculpa, é que não tinha dinheiro trocado então foram trocar! - "E enquanto isso, eu quase fui violentado por aquele gigolô de meia tigela" ele completava em pensamentos...
- Que seja. Tome, outra entrega! - ele entrega a comida e o endereço para Bill. Bill olha o endereço e ri, aquele bairro já era bem conhecido dele, um bairro sujo, esburacado e cheio de postes de luzes quebrados por vândalos. " Isso sim é um bairro respeitável, sem gigolôs nem nada disso! Apenas comuns assaltantes" e volta para as ruas...

xXx

Três dias tinham se passado desde aquele trágico dia em que Bill quase perdera sua pureza da vida...
Ele chega ao trabalho às seis da tarde já com seu patrão gritando
- BILL! Esta atrasado! Já tem entrega pra você!
- E por que não mandou o Andreas, ele já chegou não?
- É que o cliente disse que tinha que ser você! AGORA PEGA ESSA ENTREGA E VAAAAAAAAI! Ele já pediu essa comida a quinze minutos!
Bill pedala rápido pelos becos indo para a rua principal, quando esta o suficiente longe, ele pára a bicicleta para ver o endereço. Quando ele viu...
- NEM A PAU QUE EU VOLTO LÁ! - era a casa de Tom e Georg. Impossível esquecer aquele endereço e o nome daqueles dois depois de tudo...
Ele volta o mais rápido possível ao restaurante
- Já entregou?
- E-eu não vou lá!
- Não entregou? Vai logo Bill, eu não quero perder cliente!
- Mas... mas... mas...
- Vai logo, as desavenças ficam para mais tarde!
- Manda o Andreas ou melhor, o Gustav, ele ta desocupado agora!
- Não, não senhorio Bill, o cliente disse que só aceitaria a entrega se fosse feita por você!
- Mas... mas...
- Nada de "mas", VAI! E não ouse voltar antes de ter entregue a comida!
Bill emburrado volta para as ruas, mas quando estava chegando a principal ele se lembra de algo e volta ao restaurante
- Bill... - o seu patrão já estava ficando impaciente - o que foi agora?
- Troco, eu preciso de troco! Eles não tinham dinheiro trocado da ultima vez.
- Muito bom Bill, pensando no melhor do cliente!
"No melhor do cliente nada, eu quero é poder sair de lá o mais rápido possível"
Bill pega o troco para cem euros e volta para as ruas mais confiante. Com o troco, ele poderia sair de lá correndo, literalmente.
Ele chega aquela casa enorme de dois andares com os dois carros na garagem. "Ufa, pelo menos o Georg esta ai...". Ele bate na porta completamente tenso, ouve os passos de alguém se aproximando, e para seu alivio era Georg que atendera...
- Bill! Eh... é esse o seu nome, não? Quem bom que você chegou, to brocado de fome! - Bill fica estático, trocou apenas meia dúzia de palavras com Georg da outra vez e ele já veio com intimidade como se Bill os visitasse sempre... Georg pega a comida de Bill e abre lá mesmo começando a comer - Sabe... para um restaurante desconhecido até que a comida de lá é ótima! - ele diz com a boca cheia fazendo Bill rir...
- Tom tem razão, você é fofo para um menino, entra! - Bill enrubesce por ter sido elogiado.
Ele entra na grande casa ignorando completamente a decoração vergonhosa da sala e se dirige a cozinha seguindo Georg. Tom estava lá virando um copo de alguma coisa que Bill não queria saber o que era...
- Bill! Que saudades suas! - Tom vai em direção a Bill abraçando-o e levantando-o do chão. Bill fica completamente vermelho com aquele toque completamente próximo. Ele se mexe no colo de Tom para se livrar daquele abraço. Como Tom conseguia agir tão naturalmente?
Tanto Tom quanto Georg nem conheciam ele e já vinham na maior intimidade...
Bill chega a conclusão de que gigolôs são seres estranhos...
Ele continua a se mexer tentando se livrar dos braços de Tom mas ele não consegue, já que indiscutivelmente, Tom era mais forte.
- Caham, querem que eu saia? - Georg fala brincalhão
- Isso Georg, vai-te embora!
- NAO! E-eu só quero pegar o dinheiro... eu tenho troco dessa vez! - Bill diz esperançoso tentando pegar o dinheiro no bolso de traz, mas como ainda estava nos braços de Tom...
- Huhu, deixa que eu pego! - Tom mete a mão no bolso de Bill aproveitando para apertar as nádegas dele. Bill grita, como aquele cara conseguia ser tão cara de pau???
- Ahhhh, me solta seu gigolô tarado! - Bill se debate todo até que Tom o soltasse com um sorriso nos lábios adornando o piercing.
- Você gostou que eu sei... - ele ri com a cor de Bill que estava cor de vinho como da primeira vez. Ele conta o dinheiro que pegou no bolso de Bill...
- Ih Bill, você tem troco só pra cem euros...
- Caramba... - Georg lamenta mostrando a nota de quinhentos euros na mão. Bill engole seco...
- N-nao tem "trocado" (tipo, uns cinqüenta ou cem euros)? - ele geme com a negação dos dois.
- Então... eu vou lá! - Georg dá meia volta se dirigindo a porta.
- HEY! N-nao seria o Tom q-que deveria ir já que é v-voce que esta pagando?
- Deveria! Mas sabe? To afim de caminhar um pouco, faz bem pra saúde... - ele rir cúmplice para Tom indo embora
Quando ouve o "clique" da porta, Bill trava. Ele podia sentir os olhos de Tom nas suas costas, podia ouvir os passos mansos dele indo até ele... ele sente o hálito do outro no seu pescoço...
- Então Billy... onde paramos da ultima vez...?
"Ferrou", foi o único pensamento de Bill antes de ser suspenso no ar. Ele grita quando é girado e colocado cara-a-cara com Tom... Tom invade a boca de Bill num beijo selvagem, machucando os lábios do menino...
Bill tenta se livrar daquele abraço que esmagava suas costelas, aquela língua que caçava a sua sem se importar se ele gostava o não...
Bill então morde a língua de Tom, fazendo o maior solta-lo enquanto gemia de dor.
- Ai! Por que você fez isso?
- Por que? Oras, você me ataca e não espera que eu me defenda? E urg,que hálito horrível é esse?
- Hálito? Ta falando do martine? - Tom pega o copo e enche de novo com a bebida virando mais uma vez o copo.
Bill puxa ar para falar, ele não podia se dar ao luxo de recusar a cumprir o serviço por causa daquele tarado. Ele tinha que falar com Tom para ele parar com aquilo, alem de ser completamente embaraçoso, Tom não tinha um mínimo de pudor. Beijando-o e atacando-o como se fosse um de seus clientes safados. Alem de que Bill não tinha dinheiro nenhum, então se Tom estava achando que iria arrancar dinheiro dele com aquelas brincadeirinhas, estava MUITO enganado
- É serrio Bill, da prrocima fes, se defende de outrro modo - Tom falava muito engraçado com a língua de fora por causa da dor, os dentinhos de Bill era afiados. Bill não resiste a cena e rir.
- Ta achando engraçado é - ele recolhe a língua e avança até Bill de novo
- PÁRA! - Bill estica os braços a frente do corpo tentando manter o máximo de distancia de Tom
- Que foi?
- Precisamos conversar! - ele tenta dizer com a voz mais firme que podia, mas ainda assim a voz sai um pouco tremida...
Tom dá de ombros - Ok, vamos para a sala - ele passa por Bill enlaçando a cintura do menor e puxando-o até o outro cômodo. Bill mais uma vez se vê diante daqueles quatros vergonhosos, ele desvia o rosto de todos eles olhando apenas para o chão.
Tom se senta no sofá e puxa Bill para sentar no colo dele
- Então... o que você quer falar comigo? - Tom deixa transparecer sua ponta de raiva, milhares de mulheres e homem pagam mundos e fundos para ter uma noite com ele e aquele moleque o rejeitada...
- P-primeiro, me deixa sair daqui! - Bill tenta se levantar, mas é impedido por Tom
- Não, você já me fez sentar e conversar. Se tentar sair daqui te ataco de novo sem ouvir mais nada que você tenha para falar.
Bill para de se debater, ser atacado de novo não era uma boa opção... ele se senta "comportadamente" no colo de Tom.
- É que... é que... - ele puxa ar para falar, ele TINHA que falar ou acabaria pirando com essa historia - Tom, eu não sou um cliente!
- Eu sei, eu quero fazer com você de graça, sinta-se um felizardo! - Tom ri, é claro que Bill não era um cliente. Ele nem ao menos tinha dinheiro para isso. Trabalhando como entregador, precisaria economizar talvez de meio a um ano de salário bruto para conseguir uma noite com Tom.
- Tom! - ele segura o rosto do mais velho com as duas mãos - Escute bem: Eu-nao-quero! - Bill fala lentamente - Eu não quero isso, não quero transar com você!
- Olha aqui pirralho, muitas pessoas pagam muito para uma noite comigo, eu sou um dos melhores da Alemanha, a elite dos gigolôs, não venha dar uma de que é melhor que eu para me rejeitar. - Tom se levanta enraivecido derrubando Bill no sofá. Sim, ele era um dos melhores da cidade, se não o melhor! E aquela negação de homem estava dizendo claramente que não o queria...
- T-tom, n-nao fique com raiva. É só que... poxa! Eu quero conhecer alguém, conversar com ela, me apaixonar para aí eu me entregar. Não sou um necessitado de falsos carinhos que precisam de pagamento, quero um amor de verdade! - os olhos de Bill chegavam a brilhar confirmando suas palavras. A raiva de Tom é dissipada na hora. Se Bill não fosse homem, seria a menina mais perfeita do mundo, parecida com aquelas princesas antigas que realmente esperavam pelo amor...
Ele se senta ao lado de Bill que se encolhe de medo, a atitude de Tom o assustou...
- Tudo bem Bill, vamos de novo! Prazer, meu nome é Tom, e você? - Tom diz sorrindo abertamente esticando a mão num cumprimento claro, como se fosse a primeira vez que falava com Bill... Bill rir apertando a mão de Tom.
- Prazer, eu sou Bill!

******************************************************************
O que acharam??? Beijooooos e comentem
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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Qua Maio 02, 2012 6:22 pm

To gostandoo

Continuaaaa !!!

Herz in Zwei termina ??
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Rafaella Kaulitz

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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Sex Ago 14, 2015 5:07 pm

Meine Got, não sei o que aconteceu comigo, fazem anos que não escrevo, que não posto... acho que a vida acaba arrastando a gente pra outros lados que não queremos
Sempre continuei a historia Gigolô no nyah fanfiction mas depois eu parei, noa conseguia voltar a ativa e agora depois de nada menos de CINCO ANOS estou de volta, espero que ainda apreciem...


Cap3 - sair com Tom!

Meia hora depois, Bill sai da casa dos gigolôs sorridente. Tom o compreendeu e resolveu apenas conversar... mais ou menos...
– Nome?
– Tom Trümper
– Idade?
– 23
– Escolaridade?
– Faculdade de comercio exterior completa
– Jura???
– Claro! Você acha que eu não penso no meu futuro? Mesmo sendo difícil de acredita, eu vou envelhecer e essa beleza toda que me faz o que sou vai acabar... mas fala serio, beleza e inteligência, tem coisa melhor?
Bill rir com o egocentrismo de Tom. Tom tenta beijá-lo nessa hora, mas Bill se desvia lhe lançando outra pergunta.
Ele ia fazendo pergunta sobre pergunta e Tom ia respondendo sem espaço para respirar (e algo mais) como se fosse um interrogatório...
Mas mesmo com a conversa intercalada com investidas e as mãos bobas de Tom, Bill pode saber mais de sua vida que não fosse aquela de prostituto... e mesmo achando estranho isso, gostou de saber mais sobre ele...
Naturalmente alemão, filho único que ajuda a sustentar a mãe que mora hoje na Escócia...
Começou essa vida aos 19 quando precisou de dinheiro, mas acabou gostando da profissão por isso se manteve até hoje...
Bill rir bobo ao se lembrar que Tom cobrara pelo menos um beijo...
– Então Bill, cadê meu beijo? - ele disse encurralando Bill contra a parede quando ele já ia embora.
– B-b-beijo?
– Ao menos um beijo eu mereço já que consegui me comportar tão bem, você não acha? - Bill morde o lábio inferior. Apesar da voz doce, Bill sabia que seria atacado a qualquer momento se não obedecesse logo a Tom. Ele se estica para dar um selinho tímido em Tom, mas na hora em que seus lábios se encostam Tom o imprensa, abraçando seu pequeno corpo afim de aprofundar o beijo fazendo a cabeça de Bill bater contra a parede. Instintivamente, Bill coloca os braços os braços em volta do pescoço de Tom estimulando o mais velho a continuar, suas línguas naquela batalha deliciosa ate que seus pulmões choraram por oxigênio e no breve momento em se separaram, Bill viu a oportunidade de fugir antes que Tom o agarrasse de novo, fugindo pelos braços do mais velho para a bicicleta com um super sorriso no rosto que ainda adornava seus lábios enquanto pedalava
Mas apesar dos carinhos de Tom que o deixavam arrepiado e daquela língua que massageava sua boca deliciosamente, Bill ainda não se considerava gay...
Ele apenas não teve experiências o suficiente, Tom era apenas um "extra" no seu conhecimento. Ele se lembra que já ficara do mesmo jeito com uma menina, então ele não era gay... não podia ser... podia?
Ele vai mansamente pelas ruas, viajando ainda nos momentos em que conversou com Tom, se lembrando daqueles olhos castanhos, aquela boca carnuda, aquela expressão naturalmente sexy quando tentava alguma coisa...
Ele chega ao restaurante e logo é puxado de volta para a realidade.
– Bill! Por que demorou? Temos entregas acumulando aqui!
– D-desculpa, e-eu... o troco n-nao era o suf-
– Cale-se e trate de trabalhar! Vamos, corra! - Bill mais uma vez sai em disparada já que realmente demorou demais na casa de Tom e Georg...
"Blu, quando esse velho mão de vaca vai comprar uma lambreta?" Ele resmunga em pensamentos enquanto voa pela noite, o asfalto inicialmente macio na avenida principal para logo depois...
"Que maravilha, mais buracos!"

xXx

Os dias iam se passando e dia sim, dia não, Tom o chamava para uma entrega. Qualquer prato no cardápio servia, desde que fosse Bill a entregá-lo. E Bill já esperava ansioso pelo pedido que o levaria para Tom e Georg, seus novos amigos (e algo mais da parte de Tom...)
Toda vez eles seguiam a mesma historia, já virara rotina para os três, Bill chegava e Georg pegava sua parte na comida para então se recolher para o seu quarto, as vezes ficava um pouco conversando também com Bill, mas logo se retirava deixando um clima mais intimo entre os dois...
Depois disso, Bill sempre usava alguma desculpa absurda para o atraso... o troco, o pneu, se perdeu... qualquer coisa usando uma carinha de cachorrinho abandonado para o chefe que por ser muito legal, e adorar Bill, sempre acabava por aceitar as desculpas, mesmo reclamando horrores...
E durante as conversas, muitas vezes não havia nada para se dizer e Tom se contentava apenas em ficar ouvindo o dia do garoto, basicamente nada de interessante para ele, mas ele gostava do modo de falar do menino. Tão animado... parecia até uma criança que descobre como se mexe no controle remoto...
Tão fofo... que tipo de criação ele teve para ser assim?
Apesar daquele interrogatório no segundo dia, foi apenas Tom que respondeu a perguntas. Bill mesmo nunca disse nada sobre si nessas conversas que tinham, Bill falava apenas do trabalho e dos amigos do trabalho... já ouviram tanto o nome Gustav nessas vezes... na única vez que Bill falou algo realmente relevante sobre si, quando ele estava sendo atacado no primeiro dia, mencionou que tinha uma irmãzinha... como será que ela era? Será que era tão fofa quanto Bill? Qual seria a cor dos cabelos dela, será que também era loira? Sim, porque dava para ver claramente a raiz natural do cabelo de Bill (que já precisava de uma outra mão de tinta...)...
– Alooo! Tom? Ta ai? - Bill balançava a mão na frente do rosto de Tom que se perdeu em seu devaneio...
Era quinta-feira, sete da noite, Bill estava na sua casa na entrega da semana (o chefe morria toda vez que via o endereço sabendo que iria Bill demorar...).
Tom pega o braço fino do mais novo que dança na sua frente e puxa Bill que estava sentado em cima da mesa (Bill não gostava da decoração da sala, por isso sempre conversavam na cozinha) para o seu colo de costas. Ele se mete no meio dos dreads de Bill até achar a nuca do garoto dando um chupão lá se deliciando com o gemido tímido do mesmo...
– T-tom... - mesmo depois de dias nesses tratamentos Bill ficava tão vermelho quanto da primeira vez... aquele corpo forte que o imobilizava completamente num abraço de urso que chegava a machucar, mas que mesmo odiando admitir, ele adorava...
– Hmm... - Tom passa a língua na região saboreando o gostinho da pele de Bill mordendo o local - sabe Billy, quero te levar para sair!
– Serio? - Bill pula de seu colo ficando cara-a-cara com o mais velho... seus olhos brilhavam de entusiasmo - Quando?
Tom ri docemente, aquele garoto, mesmo sendo lindo e sexy por natureza, vezes ou outra conseguia dissipar qualquer lado de Tom que pensasse completamente em sexo com seu jeito fofo e castro...
– Sim... estava pensando no parque de diversões no próximo final de semana, que tal? - Tom sabia que já havia clientes pré-marcadas para esses dias (sim, fila de espera era de semanas), mas ele não se importou. Um serviço mais caprichado na próxima vez e as clientes se esqueceriam de qualquer fora que Tom deu com elas...
– Seria maravilhoso! - Bill rir abertamente , os dentinhos tortos e afiados a mostra - Um aniversario como a muito tempo não tenho... – ele diz essa frase enquanto dava uma tentativa de pirueta, mas fazendo com que apenas perdesse o equilíbrio e cambaleasse
– Seu aniversario? – Tom diz tentando segurar o riso da quase queda de Bill
– Sim, vou fazer 18 no próximo final de semana - ele diz fazendo o sinal de "V" de vitoria
Tom não resiste aquela carinha fofa, se joga contra Bill, sentando-o na mesa e se encaixando no meio das suas pernas para um beijo...
Mesmo se assustando no começo, Bill corresponde aquele beijo. Depois de alguns dias freqüentando a casa daquele tarado, ele não poderia não corresponder, achava maravilhoso o modo como Tom o beijava.
No começo ele ainda tentava correr, mas com os dias ele se deixou levar e agora ele correspondia com todo o gosto. Alem do mais, essa era umas das condições de Tom para o "bom comportamento" dele: se Bill ao menos não se permitisse isso, seria atacado de verdade...
Tom se imprensa contra Bill, afagando a nuca dele fazendo Bill ronronar, ele desce a mão alisando as costas do rapaz levantando levemente a camisa dele sentindo claramente os pelinhos do corpo dele se arrepiarem com aquele toque, ele pousa as mãos na cintura de Bill apertando e acariciando o local fazendo Bill gemer na sua boca... então Tom puxa o quadril dele completamente contra si fazendo Bill sentir a ereção crescente. Bill enrubesce, tenta parar o beijo mas Tom não permite, continua a brincar na sua boca, mordendo aqueles lábios, enquanto avançava uma das mãos até dentro da calça dele e apertando-lhe as nádegas.
– T-tom - ele diz completamente vermelho e arranjando forças não se sabia de onde para afastar aquele cara enorme de cima de si - j-já chegamos ao limites... - ele fazia bico enquanto fechava as pernas. Sim, havia ate certo ponto que Bill se deixava ir, depois disso Tom ficava a ver navios...
Tom rir, abre as pernas de Bill à força se encaixando lá de novo e chupando o pescoço do menor e ouvindo outro gemido...
– Ok Billy, por hoje eu aceito isso. Mas você tem que se lembrar que não pode ficar enrolando um cara como eu para sempre... - ele termina dando um selinho no rapaz completamente vermelho...
– Agora é melhor você ir trabalhar pequeno, se continuar a demorar sempre desse jeito, vai acabar sendo despedido...
– É mesmo... - Bill se sentia triste por ir embora, adorava conversar com Tom - Então eu j- AAAHHHH
Quando Bill ia se levantar, Tom o carrega em modo de princesa, Bill apenas envolve seu pescoço para não cair. Quando chega a porta, Tom deposita Bill delicadamente no chão dando-lhe um chupão no pescoço que provavelmente ficaria roxo e um selinho de despedida.
– Agora vai princesa - ele vira Bill de costas dando-lhe um tapa na bunda impulsionando o rapaz a correr...
Bill vai até sua bicicleta estacionada e começa a pedalar rápido até o restaurante. "Como assim sou eu que demoro? Ele é que me distrai ou me prende para ficar mais tempo...". Bill solta uma gargalhada leve, iria sair com Tom ao parque de diversões, seria o melhor aniversario da sua vida...
"Mas até lá..." ele pensa desanimado enquanto entrava no restaurante...
– BIIIIILL! Atrasado, atrasado! Vai fazer as entregas! - e era mais uma vez expulso na noite, para outros clientes, nem de perto tão interessantes quanto seus amigos gigolôs...

Então, o que acharam?
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Vicky.

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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Dom Set 20, 2015 7:36 pm

Ótimo por favor continua e não abandona a fic,  to adorando, nova fã aqui. Bjs bjs.
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Rafaella Kaulitz

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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Sab Out 10, 2015 4:46 am

Oi genteeeeee, desculpem mas acabei esquecendo o fic aqui kkk
estava publicando em outro site e agora ficou igual aqui e no outro site, espero que goste
beijinhos


Capítulo 3 - Ciumes de um tremendo puto!

– Ele já foi Tom? - Georg descia as escadas depois de um tempo. Ele já cronometrava o tempo em que mais ou menos Bill ficava...

– Já, ah e Georg. Cadê a agenda?

– Vai fazer o que? - Georg pergunta enquanto dá a agenda com o contato dos clientes

– Vou cancela com dois clientes... - diz enquanto avançava até o telefone

– Cancelar??? Com quem?

– Com a Junes e com a Peterson!

– Ma-mas são clientes Vips!

– Eu sei, depois eu compenso com elas!

– Mas por qu-... Bill? - ele pergunta sorridente

– Eh... vou levar ele pra sair! Sabia que é o aniversario dele? 18 anos aquele pirralho!

– Você realmente esta interessado nele...

– Ainda não sei, faz tanto tempo que não saio com alguém sem ter dinheiro rolando...

– Ok, boa sorte então no seu encontro!

– Georg meu chapa, eu sou Tom Trümper, não preciso de sorte...

– Sei, sei... - "Mas com um menino feito o Bill, eu acho que você vai precisar de MUITA sorte..." ele pensa enquanto volta para o quarto para assistir Tv...

xXx

Segunda - feira, dia de trabalhar (quase) de graça... o dono do restaurante chamava todos os empregados para uma limpeza geral no local, da chaminé até a lustração de cada uma das mesas e a checagem para ver se o papel de parede estava sujo ou descascado...

Era um trabalho em que era pago mine – extras, mas todos os empregados tinham que ajudar...

Mesmo reclamando um pouco, todos ajudavam de bom gosto, afinal, naquelas faxinas de segunda, era tudo liberado. Os empregados colocavam a musica que queriam, no volume que queriam, bagunçavam o quanto queriam transformando aquilo numa festa a luz do dia... podiam fazer de tudo no restaurante desde que garantissem a limpeza completa dele no fim do serviço...

Bill, depois de ter arrumado os guardanapos dobrando-os todos e ter arrumado os saquês, estava em devaneios, com o olhar bobo enquanto se apoiava no esfregão, pensando em como seria o encontro que aconteceria naquele final de semana...

Teria que pegar sua melhor roupa é claro, imaginar sair com o Tom - O gigolô-mor com uma roupa simples era inimaginável... Tom o mataria acima de tudo, mesmo conhecendo-o ha pouco tempo, Bill sabia o quanto Tom prezava pela imagem e sair simplesinho com ele era morte na certa, tinha certeza disso.

Estava tão absorto e seus pensamentos do parque de diversões que não percebeu Gustav se aproximando...

– Hey Bill, viu passarinho verde?

– AAAIii, que susto Gustav...

– Ta sonhando com quem, hein?

– Qu- que? Sonhando? N-nao, eu só-

– Ah, nem vem Bill. Esse olhar é de quem ta gostando... - ele ri da timidez clara do amigo - Será que... é uma certa "cliente"? - ele pergunta maroto. Todos os empregados sabiam pelos gritos que o patrão de vez em quando dava, que havia um ou uma cliente que EXIGIA o entregador - Bill todas as vezes. E que nessas vezes, Bill demorava quase uma hora (e às vezes mais) para voltar...

Algumas empregadas, como a Catherine, estavam até com ciúmes. Bill não sabia, ou fingia não saber, mas algumas das empregadas solteiras do restaurante (e algumas das lojas que ficavam na mesma rua) eram a fim dele. Segundo elas, Bill era uma beleza única, andrógena, com um toque de pureza...

Se Bill não fosse tão tapado, seria o maior pegador...

– Cliente??? NAO! Eu nunca estaria gostando daquel-

– Tudo bem Bill! Finjo que acredito. Te conheço a muito tempo e para mim... - Gustav se afasta indo lustrar o balcão... Ele conhecia Bill desde o primário e sabia que tinha algo a mais, mas se Bill não queria contar, ele é que não obrigaria...

Bill ficou pensando nas palavras de Gustav, será que ele estava mesmo...? NAO! Ele não podia estar gostando daquele promiscuo! Não mesmo! Tom só quer saber de brincar com ele, passar a mão, transar e nada mais... Bill sabia que não era mais que apenas um brinquedinho para Tom...

Tom NUNCA pensaria em nada serio com ele, que não passava de um pirralho inexperiente e sem dinheiro se comparado ao Sr Gigolô-da-elite... Tom queria alguém que o bancasse e com certeza ele não seria esse tipo de pessoa...

"Pára, pára, pára Bill Kaulitz! Como você pode estar mesmo pensando nisso? Hahaha, eu e o Tom... até parece." Ele balança a cabeça tirando aqueles pensamentos bobos indo se concentrar no polimento daquele chão...

xXx

Quarta feira, Bill estava na casa de Tom de novo. Mais uma bela hora enrolando o chefe que por algum milagre divino ainda mantinha Bill no cargo...

Bill estava em cima da mesa conversando com Tom e combinando com ele de onde se encontrariam. Como eles já sairiam no sábado, Tom disse para Bill que essa seria a única entrega que ele faria na semana, então na próxima vez, já seria o encontro deles...

E como Bill não tinha telefone fixo e muito menos celular, eles teriam que combinar tudo perfeitamente agora...

Bill estava muito animado com o encontro e transpirava isso, chegando a dar pulinhos fazendo Tom se sentir bem animado com esse encontro também...

Então Georg entra em casa, ele cheirava a uísque e a mulher, e daquelas mulheres bem peruas... Ele entra na cozinha tirando a camisa para lavar mostrando o pescoço completamente marcado de beijos cor de sangue e alguns arranhões unhas no peito. Seu cabelo sempre perfeitamente liso estava destruído e ele exalava um perfume enjoativo, obviamente da cliente...

– Cara... a Dora pegou pesado dessa vez! A briga com o marido deve ter sido daquelas bem feias... - Georg nem se importava com Bill no local, afinal Bill já sabia o que ele e Tom eram...

– To vendo mano... ih, essa marca aqui - fala Tom apontando para uma de dentes no peitoral do outro - vai demorar a sair e também essas unhas...

– O que tem nessas unhas hein? Parecia que ela queria me rasgar, me arrancar as tripas. Eu sou ser humano apesar de tudo... - Os dois gigolôs gargalham dos comentários de Georg

Bill, no entanto, desvia o rosto envergonhado, depois dessas mais de duas semanas, ele se esquecia por varias vezes de que se tratavam de gigolôs e aquela visão de Georg o trazia de volta a realidade...

Ele fica com um pouco de raiva ao se lembrar que Tom também fazia isso... que também devia chegar em casa naquele estado deplorável e talvez pior... se deitando com mulheres e homens apenas por dinheiro... beijando milhares de outros lábios porque era pago por isso... apenas um puto!

Depois que Georg vai para o segundo andar tomar um banho, Tom volta sua atenção para Bill se deparando com um semblante entristecido do pequeno...

– O que foi Billy? Ciúmes do Georg? - Tom pergunta sarcástico - Não se preocupe, só tenho olhos para você... - ele diz indo abraçar o rapaz, mas para seu espanto Bill se afasta.

Ele fica um pouco confuso, achou que a fase de resistência já tinha passado... por que isso agora?

Um pouco chateado, ele tenta beijar Bill de novo e mais uma vez o rapaz desvia o rosto... Ele massageia as têmporas bufando, sua paciência não era a das maiores e aquele pirralho estava testando ela de todos os ângulos...

Ele puxa o menino para si, ficando no meio de suas pernas obrigando o mais novo a encará-lo, Bill desvia os olhos, mas Tom segura seu rosto com uma mão...

– Bill... - ele diz deixando claro a impaciência, Bill trava. Ele se lembrava daquela segunda noite e não queria que Tom tivesse outro ataque de raiva...

Tom ao perceber que convencera o rapaz (por livre e espontânea pressão, diga-se de passagem), curva-se sobre o mais novo mais uma vez, pegando os braços de Bill e colocando em volta do próprio pescoço. Ele toca suavemente os lábios do pequeno se imprensando contra eles sentindo o sabor de Bill...

Ficam uns instantes trocando leves selinhos até Tom ser pego de surpresa quando Bill se joga contra seu colo, envolvendo sua cintura com as pernas dele e beijando com toda a força. Eles começam um daqueles beijos impossíveis de separar mesmo quando o corpo grita por oxigênio. Bill o abraçava com toda a força e ele apenas envolvia o corpo do mais jovem também com força para ele não cair, sua cintura já latejava um pouco devido à força que as pernas do menino faziam sobre ela...

Ele se encosta na mesa distribuindo o peso mínimo de Bill sobre si, o rapaz era tão leve... Ele começa a alisar a coxa do rapaz com uma das mãos, apertando-a fortemente enquanto afagava costas dele com a outra mão levantando completamente a parte de traz da camisa dele...

Não sabia o que acontecia, mas estava adorando um Bill mais... animado. Era de certa forma assustador, aquele Bill que o beijava com força em vez do Bill tímido, mas ele não reclamava...

Ele se senta na mesa fazendo sua ereção pré formada ser imprensada pelas nádegas de Bill, eles continuam o beijo, Bill se esfregando levemente contra a ereção de Tom que começava a doer sob as calças, aquele garoto conseguia levá-lo a loucura em poucos minutos... e de uma maneira maravilhosa, Tom sentiu a ereção do garoto contra seu abdome, agora ia, tinha certeza.

Então, contra todos os desejos de Tom, Bill quebra o beijo, seus lábios já inchados, se empurrando do colo de maior até que ele o soltasse...

– Então... até sábado! - Bill diz numa voz que Tom não soube dizer do quê que era... Bill corre atravessando a porta com velocidade deixando um Tom confuso (e necessitado de alivio) plantado no local...

– Ate... - Tom diz atônito... aquele Bill era uma caixinha de surpresas.

...

"QUE MERDA EU ACABEI DE FAZER???" Bill gritava em pensamentos enquanto pedalava velozmente.

Por um momento, depois daquelas imagens de Tom com outros clientes, beijando lábios alheios, acariciando desconhecidos e trocando palavras compradas, Bill teve uma vontad- não, uma necessidade de beijar Tom com toda a força que tinha. Ele tinha que sentir aquele corpo amassando-o, aquelas mãos experientes explorando-o, sentir suas línguas naquela batalha que o deixava completamente louco...

E num desejo quase insano, ele queria aquilo principalmente por saber que não rolava grana entre eles. Como se isso o fizesse melhor que os clientes riquinhos dele, como se isso o colocasse no topo da lista de Tom... o único motivo de parar foi perceber que havia passado os próprios limites...

Ele continua a pedalar rápido, tentando entender o próprio ato. Ele teve um ataque de possessividade sobre Tom, como se quisesse gritar que o Tom era dele, que Tom o desejava sem nenhum interesso financeiro, como se estivesse com ci...

Ciúmes...

"Hahaha, que ótimo Bill. Você, ter ciúmes de um tremendo puto como ele... que sorte, hein? Imagina só se o Tom souber disso..." ele entra no restaurante ainda absorto nos próprios sentimentos e se preparando para o...

– BIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIILL! - é Bill, que sorte a sua! Agora era preparar os ouvidos para o belo sermão de hora, como sempre... e esperar (ansioso) pelo sábado.

**********************************************************************
Semana que vem tem mais \o
Mesmo que nao respondam eu vou continuar postando pois gosto dessa historia e quero divulga-la e ainda assim vejo as visualizaçoes de curiosas rsrs
espero viciar mais gente em kcest kkkkk
beijos
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Vicky.

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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   Ter Fev 09, 2016 3:42 pm

Pode continuar postando viu, estou lendo e quero mais, ta ótima, continua e não esquece dos fãs viu! Bjs bjs.
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MensagemAssunto: Re: Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)   

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Gigolô (Lemon/Universo Paralelo)
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