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 To Be Loved

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Amy Kaulitz-

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MensagemAssunto: To Be Loved   Sex Ago 26, 2011 12:37 pm

Nome: To be Loved.
Autor: Amy Kaulitz- ^^
Classificação: Fica por sua conta ¬¬
Gênero: amizade, romance, drama, tentando uma comédia, aventura...
Sinopse: Uma linda garota, que aos 04 anos foi deixada pela mãe com o pai, sua vida sempre foi rodeada por garotas mimadas e consideradas as mais populares, e apesar da popularidade, esta linda garota é apaixonada por um dos garotos considerados estranhos do internato aonde estuda e mora. Ela passa a conviver com ele, a sentir o que é realmente ser amada, mas tem pessoas invejosas, que não suportam ver a felicidade alheia, e por isso, faz de tudo pra estragá-la. Em uma despedida, esta linda garota tem a certeza de que ela não pode ficar por isso arruma suas coisas e vai com ele, aventuras, amor, e muito amor passam pela vida daquele casal jovem, até a separação, que dura muito pouco, mas acaba com ambos corações...


Quem vai se aventurar?


Última edição por Amy Kaulitz- em Sex Dez 09, 2011 7:38 pm, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Sex Ago 26, 2011 1:49 pm

nem precisa perguntar né.. sua leal leitora, pronta pra mais um fanfic ;*
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Sex Ago 26, 2011 8:39 pm

Aventura é comigo!
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Sex Ago 26, 2011 8:48 pm

meeeeeeee
já tava ansiosa pra ver essa fic *--*
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Amy Kaulitz-

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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Sab Ago 27, 2011 1:26 pm

Capítulo 01.

Narrado por Bill.
Ela estava diferente das outras vezes, parece estar com medo, ou talvez apreensiva demais.
— Amor, aconteceu alguma coisa? –perguntei.
— Nada de mais, é apenas sono! –disse me olhando sorrindo. —Acho que já vou indo, Bill.
— Tá bom, depois eu te ligo, tá?
— Tá. –disse me dando um selinho rápido. —Tchau.
— Tchau.
Saiu e ouvi seus passos na escadaria, depois de alguns minutos também sai dali. Eu e ela estávamos no nosso lugar preferido, que era a cobertura de um dos prédios do internato que estamos a estudar. Aquela garota era a Alyson Halley, linda de olhos verdes e cabelos claros. E esse sou eu, Bill Kaulitz, um mero aluno da escola. Somos namorados, mas quase ninguém sabe disso, a não ser dois amigos e meu irmão, uma amiga da Alyson e seu irmão. Nossos pais nem desconfiam do nosso amor, na verdade, o pai da Alyson não gosta de mim, por algum motivo, ele me odeia. Ela sempre foi muito contra as decisões do pai, foi mais contra ainda quando seu pai decidiu colocá-la neste internato. Eu estou aqui a mais tempo que ela, estou com meu irmão a mais de dois anos e ela a um ano e meio.
Quando terminei de descer a escadaria, fui em direção aos dormitórios, passei pelo corredor e entrei em meu quarto que eu dividia com meu irmão e mais dois amigos. Quando entrei Tom estava ao telefone, Georg no computador
— Eu sei... eu digo a ele... Okay, também te amo... beijos, tchau. –desligou o celular, —Billzinho!
— Quem era, Tom? –perguntei me deitando na minha cama.
— Dona Simone.
— Ela não disse que ligaria amanhã?
— Sim, mas teve que ligar hoje, ela disse que queria nos avisar que o nosso apartamento em Los Angeles está pronto e que daqui a duas semanas iremos embora! –disse ele animado, como assim “embora”? –Claro, isso também inclui o Georg e o Gustav.
— Que maravilha! –comentou Georg pela primeira vez. — Acho que não será tanta maravilha para o Bill, Tom.
— Eu sei, e ae Bill? Como fica esse seu romance com a metidinha da Alyson? –disse Tom me olhando.
— Não sei, eu tenho que falar com ela. –me decidi.[/i]

Narrado por Alyson.
[i]Depois que me encontrei com o Bill, me lembrei de um compromisso, que era de estudar com uma das piores pessoas que fingem ser minha amiga. O nome dela é Ellen Harrison. Ela sempre tentou me derrubar, me tirar a autoridade de ser quem eu sou, mas nunca conseguiu. Aliás, ela nunca irá conseguir o que eu consegui. Fui para meu quarto e peguei os livros que eu iria precisar, apenas retoquei a leve maquiagem e sai com os livros nas mãos em direção a sala de estudos. Quando entrei estava vazia, a não ser com a Ellen sentada em uma das cadeiras em frente a uma das várias mesas redondas de madeira.
— Pensei que não iria mais vir! –disse ela com desprezo.
— Não sou de me atrasar, mas precisei procurar meus livros que eu não estava encontrando. –respondi me sentando em sua frente. — Agora, por favor, sem mais assuntos e vamos começar a fazer algo que preste?
— Claro, vamos começar. –disse ela me olhando com aquele mesmo olhar sínico.
Começamos com algumas perguntas do livro de biologia, na maioria eu acertava e na maioria ela errava. Éramos muito diferentes, ela nunca conseguiria ser como eu. Depois de tanto falar, dizer e responder, decidimos dar uma pausa.
— Ouvi dizer que os Kaulitz irão embora... –comentou desfazendo o silêncio.
— Como assim?
— Ora, ora, Dona Alyson... Não creio que ninguém tenha lhe dito nada! Aliás, a história ainda é recente, sabe, eu estava passando pelo corredor e ouvi Georg e o Bill saindo do quarto deles, eles diziam algo sobre sair do internato, e então o Tom saiu em seguida e perguntei, ele me confirmou que eles irão embora, não só eles, mas o Georg e o Gustav também! –disse vitoriosa. — Sabe, será ótimo não ter que ver a cara daquele esquisito do Bill!
— Acho que ele também está feliz por não ter que te ver mais... –falei rebatendo.
— Muito engraçado... –disse com aquele mesmo olhar. —Mas agora você ficara sem seu amor!
— Amor? Que amor, o Bill nem mesmo conversa comigo! –menti. — E quer saber? Esse estudo não tá dando em nada, você é burra mesmo, sempre foi!
— Como?! –me perguntou.
— Burra! B-U-R-R-A! Sei que é errado lhe chamar disso, mas eu acho que você também deveria ter a consciência de que chamar alguém de esquisito também é errado! –falei, peguei meus livros e sai furiosa da sala.
Ouvi-a dizer algumas coisas, mas não me importei. Não sei se devo acreditar no que ela está me dizendo, mas vou confirmar isso agora mesmo! Bill estava vindo em minha direção no corredor vazio. Passou por mim e me olhou, senti que ele queria que eu o segui-se e foi isso que fiz. Passamos pelo auditório, e em outro dos vários lugares de encontro, nos entramos. Era como um deposito de equipamentos esportivos velhos que tinha no fundo do auditório. Era empoeirado e havia várias coisas estranhas ali dentro.
— Já estou sabendo de tudo, se é que é verdade o que me contaram. –falei colocando meus livros em cima de uma caixa ao meu lado.
— Bom, parece que eu vou mesmo partir. –disse, ele estava em minha frente, a mais ou menos 05 longe de mim.
— Eu sabia que esse dia iria chegar... –abaixei a cabeça. Ele deu alguns passos e quando estava perto o suficiente de mim, colocou sua mão em meu quixo e ergueu minha cabeça.
— Não diga isso. –disse me dando um selinho de leve. —Eu não vou lhe deixar por nada neste mundo. Tudo bem?
— Aham. –respondi sorrindo e retribuindo o selinho. —O que faremos?
— Não sei ainda, vou pensar em uma solução. Vai dar tudo certo... Vou pedir a ajuda do Tom, ele saberá o que fazer.
— Claro, o projeto de Snoop Dogg é muito útil! –falei saindo de perto dele, fiquei de costas em frente a uma janela que tinha ali.
— Ele tem planos ótimos, sabia? –disse me abraçando por trás. —Ele vai nos ajudar, aliás, se lembra daquela fuga que fizemos? Foi ele que deu a idéia e planejou tudo aquilo, e ainda ninguém percebeu a nossa ausência.
— A de vocês não, mas a minha sim. –falei corrigindo-o, senti seus beijos quentes em meu pescoço.
— Talvez... –Seus beijos me deixavam louca. —Estou com saudades...
— Também. –respondi sorrindo.
Afastou meus cabelos e começou a beijar mais ainda meu pescoço, acho que isso me trará várias marcas. Seus braços me puxavam para mais perto de ti, até ele me virar para que ficássemos de frente e começássemos a nos beijar. Seu beijo era quente, seu corpo estava quente, suas mãos passeavam pelas minhas costas, desceram pelo meu bumbum e pararam em minhas coxas. Ergueu-me e me sentou em cima das caixas, ainda nos beijando, minhas pernas estavam abertas e ele entre elas.
— Te amo. –disse parando o beijo e me olhando.
— Também te amo, amor. –respondi recomeçando o beijo que ele havia interrompido.


Última edição por Amy Kaulitz- em Sex Dez 09, 2011 8:10 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Sab Ago 27, 2011 1:45 pm

Nova Leitora Very Happy
Estou a adorar a tua fic ^^ parece-me que isto vai ser bem divertido.
Aquela Ellen bravo é mto bruxa mesmo, vai acabar sozinha assim xD
beijinhos e posta rapido :p
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Sab Ago 27, 2011 3:35 pm

ai como eu tava na espera por esse primeiro cap.
contiinua Very Happy
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Sab Ago 27, 2011 6:38 pm

[AAA]
Ameei esse cap. liebe *--*
Continuaa logo muie!
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Sab Ago 27, 2011 7:22 pm

Ai amei, amei, amei! *--*
Continue logo liebe! Smile
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Sab Ago 27, 2011 7:32 pm

Adorei!
De certeza que eles vão arranjar um jeito de tirar a Alyson desse internato.
Continue...
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Dom Ago 28, 2011 8:07 am

Capítulo 02.

Narrado por Tom.
Pode ser que sair daqui será uma boa idéia, mas não seria tão boa assim. Mesmo eu odiando esse lugar, eu sinto-me triste por ir embora. Aqui eu fiz amigos, por sorte meus melhores amigos irão embora comigo, mas por azar minha paixão irá ficar. Ela estava há um ano aqui, se tornou minha paixão. Eu sempre converso com ela, ela sempre me dá dicas, cheguei a beijá-la, mas levei um tapa na cara. Ela me enlouquece. Resolvi então ir atrás dela, quem sabe ela não está sozinha no quarto...
Levantei-me da cama e joguei longe o violão que estava comigo, tomei uma rápida ducha e me arrumei, sai impecável do quarto. Passei pelo corredor e olhei antes de entrar na ala dos quartos femininos, ninguém poderia me ver aqui.
— Ual, Tom... Isso é pra mim? –perguntou Ellen que apareceu no corredor.
— Infelizmente não, querida. –respondi e passei por ela. Adoro quando eu faço isso...
Quando cheguei à porta do quarto onde ela dormia, bati. Em poucos instantes, uma garota de olhos azuis, cabelos negros e longos encaracolados, usando um short curto, descalça e regata branca com um livro na mão, abriu a porta.
— O que faz aqui? –perguntou, eu iria responder, mas me interrompeu com um “entre”.
Apesar de visitar várias vezes os quartos femininos, eu me assustei com a bagunça daquele quarto.
— Não repara na bagunça, Alyson e Kate brigaram novamente hoje. –disse se sentando um uma cadeira confortável, depois pediu para que eu me sentasse,
— Não tem problema. –respondi.
— E então, o que faz aqui? Ou melhor, conte-me está história de você e sua turma irem embora!
— Até você sabe... –analisei. — Mas é isso ai, estamos há muito tempo aqui, já está na hora de sair.
— Ah, que pena.
— Sentira minha falta?
— Bom, eu sentirei falta de você, gosto muito de conversar com você. Acho sua conversa animada e engraçada. –disse sorrindo no final. — Tom, por que está vermelho?
— Ah, por nada, apenas levei um tapa do meu irmão... –menti. — Então, eu sentirei sua falta. Bom, posso fazer uma coisa?
— Sim. –respondeu com certeza.
— Promete que não irá me bater?
— Anda logo com isso! –disse, parecia que ela esperava que eu a beijasse. Beijei-a, sem medo de sua mão voar em meu rosto, ela entrelaçou suas mãos em minha nuca, concerteza ela não iria parar tão cedo.

Narrado por Alyson.
— Temos que ir, devem ter notado nossa ausência. –falei, tentando alertá-lo, mas era impossível.
— Depois a gente inventa uma história. –falou me beijando os lábios novamente.
Empurrei-o de leve para que ele se afastasse um pouco, peguei minhas roupas e vesti, quando estava abotoando minha camiseta, olhei para Bill que estava triste sentado em cima de algumas caixas.
— Por que está triste? –perguntei indo até ele.
— Não queres ficar comigo? É isso...? –perguntou, começou o egoísmo dele. Sorri com o que ele me disse.
— Bill, para com isso... Sabes que faço tudo pra ficar ao seu lado, mas pense bem. Precisamos nos mantém sempre alertas a qualquer coisa, estou fazendo isso pra depois termos mais tempo.
— Okay. –disse aparentemente aborrecido.
— Se vista e depois sai daqui sem ninguém lhe ver. –falei quando percebi que estava apenas de boxer preto.
— Tudo bem. –respondeu, dei-o um selinho e sai daquele lugar.
Refiz o caminho que havia percorrido e fui para o quarto, eu queria uma cama, só isso. Eu estava cansada, hoje o dia foi cheio, e ainda mais essa... Jasmine e Tom estavam se beijando no sofá, sai do quarto antes que eles percebessem que eu estava lá.

Narrado por Bill.
Depois de vestir-me, sai daquele lugar indo atrás do Tom, sem sucesso, pois ele não estava no quarto. De certo foi fazer sua ultima vizita a sua amiguinha querida. Já que o quarto estava vazio, eu resolvi sair, quem sabe uma volta no jardim.
Enquanto eu caminhava até lá, ouvi meu nome ser mencionado, olhei em volta e vi Ellen correndo em minha direção.
— Só me faltava essa... –resmunguei, ela se aproximou.
— Oi Bill. –disse com o mesmo olhar de desprezo, acho que aquele é o único olhar que ela tem.
— Oi Ellen. –respondi.
— Então, tá tão feliz... Feliz por que vai sair da escola, ou por não ter que ver mais a cara da Alyson?
— Na verdade, estou feliz por que eu nunca mais irei lhe ver novamente. –respondi rude.
— Hm. –resmungou. —Hoje eu vi você e a Alyson indo pro auditório, é lá que se encontram todos os dias?
— Não, na verdade não vejo motivos pra gente se encontrar, Ellen. Pelo que eu sei a Alyson me odeia.
— Odeia? Hm, não diria isso, ela ficou tão estranha quando eu disse a ela que você e seu grupinho estúpido iriam embora... Acho até que ela chorou!
— Concerteza não. –menti. —Agora, quem deveria chorar é você, aliás, pelo que sei o Tom te deu um belo de um fora ontem, né?
— Ah... Isso não é da sua conta, idiota! –disse saindo nervosa em seguida.
Fiquei rindo da cara dela, pelo menos eu consigo tirar essa vaca do sério. Comecei a caminhar novamente em direção do jardim, ainda tinha alguns minutos andando até chegar no lugar que eu gosto no jardim. Foi andando que também encontrei alguém indesejado.
— Bill... –disse com aquele ar sínico. —Como vai?
— Bem, Sr. Halley... E o senhor?
— Vou bem. –respondeu seco. —Estou procurando minha filha, mas não a encontrou em lugar nenhum.
— Bom, ela deve estar no jardim, talvez.
— Hm, eu iria verificar isso mesmo, pra onde está indo com tanta pressa, rapaz?
— Eu? –me fiz de desentendido. —Eu iria... Bem... Eu estou... Estou procurando meu irmão. –Menti.
— Ah, sim. Seu irmão, é Tom, não é?
— Isso mesmo. –respondi.
— Hm, espero que o encontre, bom, agora vou indo, tenho que planejar a viajem da minha queria Alyson, até mais ver. –disse.
Não respondi, como assim “planejar a viagem da minha querida Alyson”? Ele iria levá-la pra onde? Eu que tenho que levá-la, não ele!


Hey, e então pessoal? O que acharam? Hmm, esse pai da Alyson em, será que ele irá fazer algo de ruim e estragar os planos do Bill?


Última edição por Amy Kaulitz- em Sex Dez 09, 2011 8:12 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Dom Ago 28, 2011 10:47 am

Ai meu Deus... para onde é que o pai da Alyson a vai levar??
Eu a adorar, Posta rapido *-*
beijinhos^^
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Dom Ago 28, 2011 3:52 pm

Ai Tom seu fofo , rawr ' .. continue.,
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Dom Ago 28, 2011 9:08 pm

Ai que lindo, o Tom foi tão fofo! hehe'
Hein? pra onde o pai da Alyson quer levar ela? tomara que não estrague os planos do Bill
Adorei, continue liebe! What a Face
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Sex Dez 09, 2011 8:32 pm

Hey, To Be Loved voltou! Demorei, mas finalmente tomei coragem e comecei a preparar o novo capítulo, espero que gostem!
Capítulo 03.

Narrado por Alyson.
Eu estava sentada em um dos vários bancos de madeira espalhados pelo jardim do internato. Eu estava realmente com um mal pressentimento, mas em um lugar desses, é quase impossível não ter medo.
— Alyson! -Uma voz conhecida ecoou em meus ouvidos.
Virei-me mais que depressa para ver o dono da voz tão conhecida, abri um sorriso enorme quando vi meu querido pai se aproximando, como sempre, com um sorriso no rosto.
— Pai! -Falei animada indo até ele.
Abracei ele como se fosse a última vez que o viria, já fazia tempo que eu não o via, pois ele sempre estava viajando e nos finais de semana eu acabava preferindo ficar aqui com o Bill do que ir pra casa.
— Como vai, minha pequena? -Perguntou quando me soltei de seus braços.
— Vou bem, e o senhor?
— Estou ótimo. -Ele respondeu. — Precisamos conversar, querida.
Falei para que ele se sentasse no banco comigo, quando estávamos sentados ele começou:
— Querida, ontem eu recebi um telefonema de uma pessoa que eu sei que você não gosta muito... -deu uma pausa. —É dificil dizer isso, querida. Mas essa pessoa era a sua mãe, a Louise.
— Minha mãe? -Repeti suas palavras, meu coração se estremesseu. Ela nunca havia ligado antes, por que isso agora?
— Isso mesmo. Ela está com certos problemas de saúde, problemas sérios e por causa disso ela teve que parar de trabalhar e está constantemente em repouso. E ela me ligou pedindo um favor pra mim.
— Que favor?
— Ela quer que você vá para o Brasil passar alguns dias com ela, enquanto ela ainda está viva. -Aquelas palavras para mim, soaram como um insulto.
— Não! -Falei me levantando. —Não vou pra lugar nenhum, muito menos pra viver ao lado daquela mulher!
— Filha, tente entender... Ela está morrendo e essa é a última chance de poder recuperar o tempo perdido!
— Ela me deixou, eu passei a minha vida inteira sem mãe, e agora, eu não preciso mais dela.
— Mas ela precisa de você. -Ele disse olhando em meus olhos.
— Que ela se exploda. -Dito isso, sai correndo dali.
Meu pai sabia que era impossível falar comigo nesse momento, por isso ela não veio atrás de mim. Tudo bem que eu deveria ter cedido e aceitado, mas pra quê? Talvez, se eu fosse, eu iria acabar gostando dela e depois, quando eu não querer mais me separar dela, ela vai morrer! Não vai adiantar em nada, e eu nunca que iria ceder a esse pedido sem cabimento! Ela me deixou, me deixou sendo criada por uma empregada, pois meu pai nunca teve tempo! Agora é tarde pra se lamentar.

Passei por um corredor, que levava aos dormitórios femininos. Entrei no quarto aonde durmo, não me importei se ali estivesse Tom e Jasmine aos beijos, mas por sorte não havia ninguém ali dentro.
Fechei a porta com força e fui em direção da minha cama, que ainda estava uma completa bagunça. Afundei minha cabeça no travesseiro e não me importei com o meu cabelo que estava arrumado, eu queria chorar, borrar a maquiagem e me sentir na beira de um ataque de nervos!

— Sim, eu vi, e sem contar que ele tava um gato! Confessa! -Kate adentrou no quarto, ela conversava no celular. —Então, garota, eu fiquei sabendo que... Ah, depois eu te ligo, mãe.
A mãe da Kate sempre foi meio "adolescente em plenos 50 anos".
Kate desligou o celular ao me ver deitada na cama, chorando.
— Amiga, o que foi? -Veio até mim e se ajoelhou na frente da cama, ao meu lado.
— Nada. -Respondi.
Apesar das brigas, Kate sempre foi minha melhor amiga.
— Não mente pra mim, Alyson! -Ela disse firme. —Foi alguma coisa com o Bill?
— Não, minha mãe.
— Sua mãe? -Ela sabia da minha história. —Ela voltou?
— Não, mas ligou pro meu pai. Disse que queria passar os ultimos dias de sua vida comigo. -Me sentei na cama, abraçada aos meus joelhos.
— Ela vai... morrer? -Perguntou.
— Parece que sim.
— E você vai ficar com ela?
— Não. -Respondi limpando o rosto e borrando mais a maquiagem. —Não vou me ceder aos caprichos dela, ela me deixou e não se importou, eu não vou ficar com ela. E, aliás, eu vou embora com o Bill.
Aliás, Kate e Jasmine eram as únicas que sabiam do meu caso com o Bill.
— Acho que está na hora de você pensar no que vai fazer com o Bill. -Ela se sentou ao meu lado, não entendi sua pergunta, e quando ela viu minha expressão confusa, logo disse: —Ellen vai acabar contando pra todos que você e o Bill estão juntos, eu sei que você não vai se importar, mesmo ele sendo um loser...
— Pode ir parando com o insulto, tá bom? -Falei.
— Tudo bem, mas é verdade! Ele é bem diferente de nós, ele nunca iria se encaixar na nossa categoria.
— Que é? Viramos mercadoria de mercado pra ter categoria? -Perguntei indignada. —Olha, quando eu estiver realmente pronta, eu conto! Fique tranquila!
Me levantei da cama e entrei no banheiro, batendo a porta. Apenas escutei Kate dizer um "Você que sabe" e logo a porta batendo. Não liguei para o que ela disse, mas ela tinha razão. Eu não posso viver assim, dizendo que amo ele e ao mesmo tempo dizendo que odeio ela. Isso é horrível, eu sei que o Bill também não gosta, mas meu medo é mais forte que eu.
Lavei o rosto e refiz a maquiagem leve, sai do banheiro, o quarto estava vazio e ainda permanecia bagunçado. Fui até a minha cama e peguei meu celular, encontrei várias chamadas do Bill. Coloquei o celular no bolso e sai do quarto.

Narrado por Bill.
Tá, isso está estranho. Já faz horas que eu não consigo falar com a Alyson. Eu liguei várias vezes para o celular dela e nada de alguém atender, eu procurei ela pelo colégio inteira e nada. O único jeito era ficar no meu quarto, na minha cama, esperando ela dar sinal de vida.
— OI, NEGADA! -Meu irmão entrou gritando. —Ué, cadê o povo?
— Não sei. -Falei sem dar bola.
Ele parecia estar bem feliz, mas quando me viu olhando para a TV desligada, ele logo tratou de encher a minha sagrada paciência.
— Ela finalmente de teu um pé na bunda? -Ele perguntou se colocando na frente da TV.
— Quem?
— A sua namoradinha. -Ele disse. —Demorou, mas até que enfim ela te deu um fora.
— Ela não me deu um fora. -Falei. —Ela apenas sumiu...
— Claro, pra evitar o constrangimento de ter que dizer "Bill, eu não te quero".
Tom nunca conseguia me ajudar em nada, muito menos quando se tratava de amor.
— Tá bom, fica quieto, okay? -Falei já irritado. —E posso saber por que essa felicidade toda?
— Hmmm, pode! -Ele disse se sentando em sua cama, de frente com a minha. —Eu peguei a Jasmine!
— Jasmine, aquela menina esquisita e nerd?
— Não tem só aquela esquisita no mundo chamada Jasmine! -Ele disse irritado. —Tô falando da gostosa amiga da sua namoradinha sumida.
— Ahh! -Falei me lembrando. —Por acaso você dopou ela?
— Por quê?
— Bom, ela te adeia, Tom. Na última vez ela te deu um tapa na cara que te deixou com a cara torta! -Comecei a rir, mas parei ao perceber que ele não estava achando graça. —Desculpa.
— Hm, dessa vez ela deixou, cara. E foi ótimo! Fizemos naquela salinha que tem no fundo da quadra.
— Ei! Aquele lugar é meu! -Gritei.
— Seu? -Perguntou.
— Sim, eu e a Alyson nos encontramos lá! -Falei me lembrando de uma coisa. —Eureka!!!
— Como é que é?
— Ela só pode estar lá, Tom. Ah, obrigado irmãozinho lindo! -Fui até ele e beijei sua bochecha, ele logo esfregou a mão em sua bochecha e me olhou assustado.
Sai correndo em direção daquele quartinho.

Narrado por Tom.
— Cara doido.


Então, o que acharam? Eu devo continuar essa loucura?
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MensagemAssunto: Re: To Be Loved   Hoje à(s) 2:54 am

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